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Os dados pessoais hackeados de quase 90.000 clientes alemães da Mastercard foram publicados esta semana em um fórum na internet, incluindo números de cartões de crédito, informou a imprensa alemã, o que levou a empresa a suspender, nesta quinta-feira, a plataforma social atacada.

"Entre outras coisas suspendemos imediatamente a plataforma 'Priceless Specials' depois de tomar conhecimento do incidente", declarou a empresa de serviços financeiros em um comunicado.

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A nota afirma que a empresa está "trabalhando para buscar e resolver os problemas relacionados".

"Priceless Specials" é um programa de fidelidade, que permite aos titulares de cartões Mastercard acessos a bônus ou descontos em outros serviços (aluguel de carros, passeios, etc)

A revista Manager Magazin revelou o vazamento depois de ter sido alertada por um empresário do setor digital alemão sobre a publicação em um fórum na internet de um arquivo com endereços, números de telefone, nomes e números de cartões bancários de 90.000 clientes deste serviço no país.

A identidade e o objetivo dos hackers não foram divulgados.

O roubo aconteceu um mês e meio depois do ataque ao banco Capital One Financial, que resultou no vazamento dos dados de 106 milhões de pessoas. A responsável pela ação, uma hacker americana, foi detida menos de duas semanas após a descoberta da operação.

Acontece nesta quinta-feira (22), o Security Talks, evento que pretende discutir como a tecnologia está sendo aplicada em ambientes públicos e privados. Casos envolvendo sistemas de monitoramento de última geração, inteligência artificial usada para segurança, inovações voltadas para o setor de educação, energia elétrica e muitas outras aplicações serão tratadas durante o encontro. 

Entre os exemplos que serão citados durante o evento está o do Governo da Bahia e o sistema de Reconhecimento Facial implantado pela Secretaria da Segurança Pública. A tecnologia ajudou na captura de 39 criminosos foragidos da Justiça ou que haviam descumprindo critérios de prisão domiciliar no primeiro semestre de 2019.

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Além dos cases, implicações legais do seu uso  para as empresas também serão abordados o evento, incluindo os impactos da Lei Geral de Proteções de Dados (LGPD). Durante intervalos das sessões serão realizadas demonstrações das soluções de áudio e videomonitoramento com técnicas de Inteligência Artificial com algoritmos treinados para detectar cenas de violência, armas de fogo, além de padrões específicos em meio a multidões e verificação de rotinas de trabalho.

O encontro é promovido pela Avantia Tecnologia, que acontece no auditório do empresarial JCPM, nesta quinta-feira (22/08), a partir das 8h40. Os ingressos ainda estão disponíveis e custam R$ 200.

Confira a programação completa das palestras:

Maurício Barbosa, secretário de Segurança Pública na Bahia - projeto vídeo-polícia expansão do Estado da Bahia;

Adriano Oliveira, gerente de produtos da Dahua - Inteligência Artificial para cidades seguras;

Iranilson Lima, diretor do Colégio Marista-Belém - Práticas Educativas e Segurança Humana;

Larissa Cahú e Isabelle Rufino, da Fonte Advogados - Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e os impactos na segurança;

Sidarta Varela, coordenador de Produtos no Avantia Labs - Vivendo a área da Transformação;

Rodrigo Leal, gerente do departamento de engenharia e implantação de telecomunicações da Chesf - A segurança eletrônica aplicada ao setor de energia;

Fred Sobral, especialista em facilites, gestão comercial e logística do Grupo Moura - segurança empresarial: investimento e não despesa;

Marcos Souza, palestrante - Dez razões para investir em soluções integradas de segurança;

O Facebook apresentou nesta terça-feira (20) uma nova ferramenta para que seus usuários possam controlar seus dados obtidos pelo grupo fora da rede social, em uma tentativa de se mostrar mais pró-ativo na proteção de informações pessoais.

A menos de uma semana, foram reveladas novas práticas cometidas pelo Facebook, que reconheceu ter transcrito escutas de trechos sonoros de conversas de alguns usuários, algo que a primeira rede social do mundo havia negado por muito tempo.

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Com a nova ferramenta apresentada nesta terça-feira, o grupo explicou que deseja "devolver o controle" de seus dados aos usuários da rede.

Na prática, os usuários poderão decidir, a partir de agora, se os dados que o Facebook obtém por meio de aplicativos ou de sites de terceiros que consultam (como serviços de vendas on-line) podem ou não ser vinculados às suas contas na rede social.

"Em geral, usamos esses dados para propor publicidade relacionada aos dispositivos, ou às informações que foram pesquisadas na Internet. Mas sabemos que é importante fornecer mais transparência e controle aos nossos usuários sobre esse tipo de dado", explicou Stephanie Max, responsável pelos produtos do Facebook, em uma coletiva de imprensa on-line.

As novas funções de confidencialidade foram lançadas nesta terça em formato de teste na Irlanda, Espanha e Coreia do Sul, antes de serem disseminadas mundialmente "nos próximos meses". Permitirão que os usuários decidam se o total, ou parte, dos dados que o Facebook obtém em outros portais podem ser associados à sua conta pessoal.

O grupo americano obtém esses dados em vários lados, como sites de comércio eletrônico, aplicativos, ou mesmo jornais on-line, por meio de ferramentas que o Facebook oferece a outras empresas para publicidade, contagem de tráfego, ou pesquisa de produtos.

Os dados também incluem o tipo de dispositivo usado para se conectar, sua marca, ou localização geográfica, com a qual o Facebook pode propor publicidade ultrapersonalizada. Essas informações são vendidas para empresas, representando uma vultosa fonte de renda para a rede social.

- Dados anônimos -

O Facebook não considera dispensar completamente esses dados preciosos.

Se o usuário decidir, "vamos desvincular os dados, mas continuaremos a recebê-los, embora de forma anônima. Isso nos permite compilar estatísticas sobre interações publicitárias, embora sem saber" a identidade daqueles que visitam esses sites, insistiu Stephanie Max.

"Tivemos que mudar parte de nossa arquitetura para poder criar essa ferramenta, construir uma nova infraestrutura para poder desvincular os dados da conta", disse Max.

O responsável ressaltou que tal medida é "a primeira na indústria" e espera que isso sirva para "promover uma reflexão no setor como um todo sobre transparência e controle".

Dessa forma, o Facebook tenta responder às críticas sobre o manuseio de dados pessoais no aplicativo, após o escândalo do caso Cambridge Analytica, que estourou em março de 2018. O episódio colocou o grupo californiano no centro das atenções dos governos, tanto dos Estados Unidos quanto da Europa.

No final de julho, a rede social foi condenada a pagar uma multa recorde de 5 bilhões de dólares pela Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês), que garante a proteção dos consumidores, por não ter protegido os dados pessoais de seus usuários.

Embora tenha se oposto por muito tempo à regulamentação da Internet, o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, mudou de ideia no final de março. Pediu aos Estados que implementem uma regulamentação real e deu como exemplo o Regulamento Europeu Geral de Proteção de Dados (GDPR), que entrou em vigor em março de 2018.

Twitter e Facebook acusaram a China de promover uma campanha na mídia social para desacreditar a mobilização pró-democracia em Hong Kong e semear discórdia na ex-colônia britânica.

Os dois gigantes americanos da tecnologia anunciaram na segunda-feira (19) que suspenderam cerca de mil contas vinculadas a essa campanha.

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"O Twitter suspendeu 986 contas que estão coordenadas no marco de uma operação respaldada pelo Estado chinês para minar a legitimidade e as posições políticas" dos manifestantes, afirmou o Twitter em um comunicado.

O Twitter também informou que fechou outras 200 mil contas, antes de serem efetivamente ativadas na rede.

"Identificamos amplos conjuntos de contas que se comportavam de forma coordenada a fim de amplificar as mensagens sobre as manifestações em Hong Kong", destacou o grupo com sede na Califórnia, Estados Unidos.

"Essas contas procuraram semear deliberadamente a discórdia política em Hong Kong e minar a legitimidade e as posições políticas dos manifestantes", acrescentou o Twitter, referindo-se às contas ativas suspensas.

O Facebook disse que algumas postagens nas contas suspensas comparavam os manifestantes de Hong Kong com os combatentes do grupo do Estado Islâmico, chamando-os de "baratas" e atribuindo a eles a planos de assassinato.

- Twitter: Pequim age nos bastidores

As pessoas que dirigiram a campanha utilizaram "táticas enganosas", incluindo contas falsas para se fazer passar por organizações de notícias, divulgar conteúdo e direcionar as pessoas, revelou o chefe de Políticas de Cibersegurança da Rede Social, Nathaniel Gleicher.

"Com frequência publicaram notícias e assuntos políticos locais, incluindo temas como os protestos em curso", completou.

"Apesar da tentativa de ocultar sua identidade, nossa investigação encontrou vínculos com pessoas associadas ao governo chinês", afirmou.

O Twitter lembrou que seu serviço é proibido pelo governo da China continental, cujos agentes, paradoxalmente, precisaram recorrer a um VPN (uma rede virtual que permite contornar as restrições para operar em uma determinada área geográfica).

Outros agentes usaram endereços IP desbloqueados para essa mesma finalidade.

O Facebook, que também é proibido na China continental, disse que cerca de 15.500 contas estavam seguindo uma ou mais das páginas que acabaram de ser deletadas de sua plataforma.

O movimento de protesto em Hong Kong foi provocado pela oposição generalizada a um plano para permitir extradições à China continental, mas levou a um movimento mais amplo pró-democracia.

Oficialmente, Pequim não intervém de modo direto na crise e permite que ela seja confrontada pelo governo local de Hong Kong. De acordo com o Twitter e o Facebook, porém, nos bastidores, o governo central chinês tenta influenciar a opinião pública por meio de redes sociais.

Ao longo de várias semanas de protestos, que envolveram milhões de pessoas em Hong Kong, os boatos on-line e as teorias de conspiração semearam confusão e aprofundaram a desconfiança.

Importante centro financeiro global, Hong Kong foi devolvida por Londres a Pequim em 1997, mas esse território de sete milhões de habitantes mantém um status especial de certa autonomia e com liberdades inexistentes na China.

burx-jac/bds/me/mis/cn/tt

Após dezenas de escândalos envolvendo contas hackeadas e conversas vazadas os engenheiros de segurança responsáveis pelo WhatsApp estão liberando cada vez mais atualizações para proteger os usuários. Agora, além da verificação em duas etapas, quem utiliza o mensageiro poderá ativar também um bloqueio por impressão digital. 

A função já havia sido liberada para celulares iOS, mas só agora chegou aos aparelhos Android. Porém, apenas os usuários que possuírem a versão Beta do aplicativo é que poderão testar a novidade. Confira o tutorial para ativar o bloqueio:

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1 - Abra o aplicativo do WhatsApp;

2 - Clique nos três pontos que ficam no canto superior, direito, da tela;

3 - Acesse o ícone das configurações;

4 - Entre em Conta > Privacidade;

5 - Em seguida, role a tela até o final e clique em Bloqueio Por Impressão Digital;

6 - Ative o status Desbloquear com impressão digital;

7 - Confirme a impressão digital colocando o seu dedo sobre o leitor de digitais do seu aparelho; 

8 - Escolha quanto tempo levará para seu aparelho ser bloqueado e solicitar a digital;

9 - Volte para a tela inicial do aplicativo

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A partir de desta quinta-feira (15), usuários do Instagram poderão relatar à plataforma quando encontrarem conteúdo falso. A ação fará com que os chamados “verificadores de fatos” contratados pela empresa analisem a veracidade das publicações. Por enquanto, essas análises só poderão ser feitas por funcionários alocados nos Estados Unidos. 

Para denunciar conteúdo suspeito, é preciso clicar nos três pontos no canto superior direito da postagem, escolher “denunciar” e depois “informações falsas”. Então as postagens serão revisadas pelos membros da International Fact-Checking Network (IFCN), que já estão trabalhando em parceria com o Facebook em mais de 30 países.

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Apesar das denúncias, as postagens marcadas como falsas não serão excluídas da plataforma. Elas devem ser minimizadas para aparecerem com menos frequência nas páginas “explore” e “hashtag”. Por enquanto, a verificação de notícias ainda não chegou por aqui, mas deve crescer em breve.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lançou oficialmente nesta terça-feira (13) uma página dedicada ao combate à pirataria dentro de seu portal oficial. Agora, será possível conferir resultados e históricos das ações de fiscalização do órgão, além procurar notícias sobre procedimentos de certificação e homologação, o que deve facilitar a regularização de quem quer ofertar e utilizar produtos no Brasil.

A iniciativa foi da Superintendência de Fiscalização (SFI) e da Superintendência de Outorgas (SOR) da Agência e a intenção é divulgar, entre os usuários e as entidades da sociedade civil, o papel da Anatel na comercialização de produtos de telecomunicações. De acordo com o órgão, a iniciativa deve diminuir os riscos do uso de produtos não homologados como controle de tráfego aéreo e redes celulares, vazamento de materiais tóxicos, choques elétricos, etc.

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De acordo com dados da Agência, em 2018, 30 mil produtos foram retidos e 200 mil produtos voltados para telecomunicações (como smartphones) que não eram homologados, foram lacrados ou apreendidos.

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Uma falha de segurança na loja digital Steam pode comprometer milhões de usuários da plataforma. O alerta foi dado por pesquisadores especializados em segurança, incluindo Vasily Kravet que, nos últimos dias, identificaram o bug. Kravet  chegou a reportar a falha à produtora Valve, porém, ao ser ignorado pela empresa, resolveu divulgar o que foi encontrado.

Segundo Vasilys, o erro permitiria que serviços mal-intencionados utilizassem o cliente do Steam para Windows 10 para instalar softwares que roubariam os dados dos usuários, desabilitariam o antivírus, entre outras coisas. De acordo com o site Threat Post, a plataforma possui atualmente mais de um bilhão de usuários registrados em todo mundo. 

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Após a descoberta, a empresa responsável pela Steam lançou uma atualização para corrigir o bug, porém um usuário chamado Matt Nelson atestou - com um prova de conceito - que a falha continua lá. 

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Uma extensão do Google Chrome vai deixar muita gente, que se morde de curiosidade para ver conversas apagadas, satisfeita. Chamada de WA Web Plus, a ferramenta mostra as mensagens que foram apagadas no WhatsApp. Para desespero de quem costuma escrever por impulso, o usuário curioso que esteja acessando o mensageiro pela versão Web, poderá restaurar todas as frases que não deveriam mais existir. 

Instalar a ferramenta é fácil. Basta acessar a Chrome Store, procurar pelo nome, autorizar a instalação e pronto. A extensão avisa que aquela mensagem não está mais ali, mas a reproduz de qualquer maneira. Além disso, a ferramenta possui outros recursos de privacidade como, por exemplo, borrar mensagens recentes, nome e fotos dos contatos para que ninguém consiga ver sobre o que ou com quem você está falando.

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Nós testamos a ferramenta e comprovamos que, quem envia também não consegue saber que a mensagem apagada foi visualizada. Porém, se a página for atualizada, a conversa volta ao status de apagada completamente. A versão paga do WA Web plus oferece, além desses recursos, a automação de mensagens e exportação de contatos. 

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Se não bastasse você ter que se preocupar em proteger seus aparelhos digitais de hackers, que podem roubar suas informações a qualquer minuto, um pesquisador inglês descobriu que seus gadgets também podem ser transformados em armas de tortura. Em uma entrevista à BBC de Londres, o pesquisador de segurança Matt Wixey, afirmou que muitos aparelhos modernos podem ser invadidos para produzir sons ensurdecedores.

A descoberta, feita após uma pesquisa que era parte do trabalho de PhD de Matt, mostrou que uma série de dispositivos eletrônicos tinha pouca proteção para impedir que fossem invadidos. Laptops, telefones celulares, fones de ouvido, um sistema de PA e vários tipos de alto-falantes, ao serem infectados com um malware poderiam emitir os sons perigosos por longos períodos de tempo, causando danos físicos aos usuários.

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Basicamente, o pesquisador diz que - nesses gadgets, o hacker pode aumentar o volume ou inserir outro tipo de som para dar aquele susto na hora da sua música favorita. Brincadeiras à parte, ele descobriu que os dispositivos podem ser manipulados para fazê-los produzir sons prejudiciais de alta e baixa frequência, de forma local ou remota.

Durante os testes Wixey usou um programa para escanear as redes locais de wi-fi e Bluetooth fazendo o dispositivo escolhido reproduzir o som armado. Em alguns casos, os tons inseridos pelo pesquisador só deixariam as pessoas irritadas ou desorientadas, porém se tocados por mais tempo os ruídos poderiam prejudicar a audição.

Resultado

Apesar da gravidade contra os seres humanos, o teste foi feito em uma sala à prova de som, sem a presença de pessoas. Em seguida, o pesquisador entrou em contato com fabricantes para ajudá-los a desenvolver defesas, em caso de uma invasão hacker que possa produzir sons perigosos. A pesquisa foi detalhada durante uma palestra na conferência de hackers Def Con em Las Vegas, no último domingo (11).

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A Apple está oferecendo uma recompensa aos pesquisadores que forem capazes de encontrar falhas em seus iPhones. O prêmio de até US $ 1 milhão é o maior valor já oferecido por uma companhia mobile para se defender contra hackers. A oferta foi feita por conta da crescente preocupação com os governos e criminosos invadindo dispositivos móveis de civis como jornalistas e defensores dos direitos humanos, afirma o site de notícias Reuters (em inglês).

A empresa da maçã oferece recompensas à pesquisadores convidados há alguns anos, para que possam encontrar falhas em seus telefones e backups na nuvem. Porém, o último montante oferecido pela companhia era de US $200 mil, para relatórios sobre bugs. Durante a conferência anual de segurança Black Hat, em Las Vegas - realizada na última quinta-feira (8), a empresa anunciou que abriria uma espécie de processo seletivo a todos os especialistas, que se tornariam elegíveis a uma série de ganhos pelas descobertas de segurança mais significativas.

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O prêmio de US $ 1 milhão seria dado apenas ao acesso remoto ao kernel do iPhone, sem qualquer ação do usuário no aparelho. Além disso, a Apple está tomando outras medidas para tornar a pesquisa mais fácil, incluindo um telefone modificado, com algumas medidas de segurança desativadas. A companhia quer tentar minimizar as violações via falhas desconhecidas nos telefones, seus softwares ou aplicativos instalados.

Você sabe o que é phishing? A prática comum usada por cibercriminosos para roubar dados pessoais de usuários, vez ou outra, aparece como sendo estratégia de novos golpes online. Geralmente é feita via e-mail, disfarçada de alguma solicitação de rede social para troca de senha ou uma falsa promoção. Para ajudar você a entender o que é e como se precaver contra possíveis ataques, o analista de segurança da Kaspersky, Thiago Marques, listou alguns cuidados.

No caso de e-mails com notificações relacionadas à redes sociais, Thiago afirma que elas podem, por exemplo, parecer com uma típica mensagem do Facebook, incentivando a vítima a resetar sua senha, oferecendo uma tela diferente para fazer isso. “O usuário clica e é direcionado a uma página falsa que se parece com a do Facebook, coloca seu login e senha. E assim o golpe é concluído com êxito”, afirma o analista. 

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“O phishing funciona porque joga com a confiança das pessoas. E nas redes sociais pode se tornar muito mais eficaz, usando da confiabilidade que temos em amigos adicionados na plataforma”, explica. Ele reforça que, ao ver a foto de algum conhecido é muito provável que um usuário clique em um link malicioso sem checar a veracidade e que ainda o compartilhe com outras pessoas.

 Confira as dicas do analista para manter seus dados seguros:

1 - Sempre que receber um e-mail busque indicadores de falsificação, que pedem informações pessoais e se atente a erros de ortografia que, geralmente, são um forte sinal;

2 - Preste atenção se o link para o site que você deveria inserir seus dados tem um URL diferente do esperado. Se o endereço não for o que você já está acostumado, certamente é um ataque phishing;

3 - Caso o e-mail esteja oferecendo algum tipo de promoção, acesse o site da empresa em questão, digitando o endereço no seu navegador e verifique nos canais oficiais a veracidade da campanha;

4 - Não clique em links que pedem informações pessoais. Ao invés disso, vá diretamente no site em questão, digitando o endereço dele no seu navegador;

5 - Mantenha seu navegador, solução de segurança e todos os programas que ajudam na segurança de seu sistema atualizados;

6 - Ative a autenticação de fator duplo em todos os serviços, pois irá adicionar uma camada extra de proteção em caso de roubo de informações;

7 - Use soluções de segurança confiáveis para ter uma proteção contra phishing e ameaças emergentes.

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A companhia americana Apple anunciou na última sexta-feira (2) que está suspendendo a análise de conversas de usuários gravadas por sua assistente de voz, Siri.

Esta prática - gravar e posteriormente transcrever e analisar conversas para melhorar a qualidade do serviço - é comum em muitas empresas do setor.

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"Suspendemos a nível mundial o programa para a Siri durante o tempo necessário para reexaminá-lo em profundidade", explicou o grupo em um comunicado. "Além disso, na futura atualização do programa, os usuários terão a oportunidade de participar ou não da melhora do serviço".

Assim como seus concorrentes Amazon, Google ou Microsoft, a Apple tem funcionários que analisam certas gravações feitas por seu assistente para se assegurar de que este entende de forma correta o tom e sotaque dos usuários e que interpreta bem o sentido das buscas. Segundo a Apple, escuta-se menos de 1% das petições.

A decisão da companhia de Tim Cook chega depois de que vários meios recolheram declarações de ex-empregados que garantiam ter escutado conversas gravadas por erro, em alguns casos pessoais ou íntimas.

O grupo baseado em Cupertino (Califórnia) não é o único no ponto de mira: na quinta-feira, uma autoridade local alemã conseguiu que o Google suspendesse esse tipo de prática em toda a União Europeia.

O Escritório de Proteção de dados de Hamburgo anunciou que o Google havia se comprometido a que "as transcrições de gravações de voz não sejam utilizadas durante um período de ao menos três meses a partir de 1 de agosto de 2019" em todos os países europeus.

Esta autoridade estima que os assistentes virtuais em geral, sejam comercializados por Google, Amazon ou Apple, apresentam "um risco elevado para a confidencialidade e a proteção da vida privada das pessoas".

O meio belga VRT revelou em julho que pôde escutar mais de um milhar de gravações de aparelhos localizados na Bélgica ou na Holanda, dos quais 153 foram captadas acidentalmente.

Entre eles, os usuários discutiam sobre temas como sua vida amorosa ou seus filhos, e davam informações privadas como seus endereços pessoais.

O Facebook informou nesta quinta-feira (1º) ter desbaratado duas campanhas de influência online no mundo de fala árabe, inclusive uma vinculada ao governo saudita.

As campanhas pareciam ser esforços em separado, mas ambas envolviam um "comportamento falso coordenado" no Facebook e no Instagram, segundo o chefe de segurança cibernética da rede social, Nathaniel Gleicher.

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Gleicher disse que foram eliminadas do Facebook 217 contas, 144 páginas e cinco grupos. No Instagram foram bloqueadas 31 contas, devido à sua participação em comportamento enganoso e coordenado, originado na Arábia Saudita, centrado principalmente neste país e no norte da África.

Os administradores das páginas e das contas costumavam publicar em árabe sobre notícias regionais e temas políticos, inclusive assuntos sobre o príncipe-herdeiro Mohamed bin Salman e o conflito no Iêmen, segundo o Facebook.

"Também compartilharam com frequência críticas de países como Irã, Catar e Turquia, e questionaram a credibilidade da rede de notícias Al-Jazeera e da Anistia Internacional", disse Gleicher.

Embora as pessoas por trás da atividade tenham tentado ocultar suas identidades, "nossa revisão encontrou vínculos com pessoas associadas ao governo da Arábia Saudita", acrescentou.

Aqueles envolvidos na campanha se fizeram passar por moradores usando identidades de contas falsas ou de meios locais.

A campanha gastou cerca de 108.000 dólares em publicidade, pagos em moeda americana e saudita, segundo o Facebook.

Uma segunda campanha de influência pareceu estar coordenada do Egito e dos Emirados Árabes Unidos, e se centrou em países do Oriente Médio e do norte e do leste da África.

A rede social disse ter eliminado 259 contas, 102 páginas, cinco grupos do Facebook e 17 contas do Instagram, vinculadas a esta campanha.

Os novos carros 'conectados' são vulneráveis a ataques de hackers, que podem gerar acidentes fatais, advertiu nesta quinta-feira um grupo americano de defesa dos consumidores.

Um relatório do Consumer Watchdog afirma que os carros conectados à Internet estão se convertendo rapidamente em um padrão, mas isto constitui uma ameaça à segurança nacional.

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"O problema das tecnologias da indústria é que os sistemas críticos para a segurança destes veículos estão se conectando à Internet sem a segurança adequada e sem a opção de desconectá-los em caso de ataque informático", adverte o relatório.

O documento destaca que os executivos da indústria têm consciência do risco, mas permanecem promovendo a aplicação desta tecnologia em veículos novos, colocando os lucros corporativos acima da segurança.

O relatório é resultado de um estudo de cinco meses, que contou com a ajuda de mais de 20 denunciantes do setor.

Um grupo de técnicos e especialistas da indústria automotiva avaliou que um ataque de hackers em massa no horário de pico poderia matar até 3 mil pessoas.

"É possível controlar qualquer tipo de aspecto do seu automóvel a partir de um smartphone, incluindo dar partida no motor, ligar o ar-condicionado e verificar sua localização", recordou um dos denunciantes.

O relatório recomenda que todos os veículos conectados sejam equipados com um interruptor de desligamento da Internet e que todos os sistemas críticos de segurança sejam isolados dos sistemas de informação e entretenimento conectados à Internet ou outras redes.

Usuários do WhatsApp devem prestar muita atenção se pretendem sacar o saldo do FGTS. Um novo golpe no mensageiro, que simula uma consulta ao benefício, prometendo saque do valor total, já afetou mais de 100 mil pessoas que receberam, acessaram ou compartilharam o link malicioso. O laboratório de segurança dfndr lab registrou 2083 novos acessos à fraude, por hora.

Ao tocar no link do golpe disseminado pela plataforma o usuário é incentivado a responder uma breve pesquisa, que inclui perguntas como “Deseja sacar todo seu FGTS ou parcial?” e “Você sacou algum valor do FGTS nos últimos 3 meses?”. Independentemente das respostas, a pessoa é encaminhada a uma nova página para compartilhar o link do ataque com mais 10 amigos do WhatsApp e liberar o suposto saque de sua conta.

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O objetivo é induzir o usuário a conceder permissão para receber futuras notificações, de outros golpes, diretamente no celular. Dessa forma, seria aberto um canal de comunicação entre o cibercriminoso e a vítima. Além disso, a partir do momento em que este cadastro é realizado, a vítima passa a receber cobranças indevidas de SMS pagas. 

No link também é possível observar falsos comentários de pessoas que dizem que vão sacar o benefício, em breve. Porém, o saque ao FGTS só deve ser liberado em setembro deste ano. Para consultar, basta fazer o download do aplicativo oficial da Caixa Econômica.

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Há alguns dias um usuário do Reddit postou o exato momento em que a bateria de iPhone 5s explode em sua mesa de trabalho. Nas imagens, é possível ver que um dos funcionários da assistência técnica - supostamente o que fez a publicação na rede social - retira a bateria estufada do aparelho. Em segundos, o componente explode próximo ao rosto do rapaz, que pisoteia o aparelho, em seguida, para tentar apagar as chamas.

Apesar de ter conseguido controlar o fogo, o que o técnico fez não é aconselhável. Porque as baterias de celular são compostas por diversos elementos químicos, que não costumam ser extinguíveis apenas quando abafados com o pé, por exemplo. O indicado, nesse tipo de situação, é jogar areia ou - caso haja acesso - usar o extintor. Água, apenas se o aparelho que estiver pegando fogo estiver desconectado da energia.

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É possível que a explosão tenha sido causada por um inchaço na bateria, feita de íon de lítio, que quando perfurada pode ocasionar incêndios e explosões. Essa não é a primeira vez que usuários de aparelhos da maçã sofrem com problemas desse tipo. Só em 2018 a Apple trocou mais de 11 milhões de baterias de clientes que tiveram problemas. Felizmente, no acidente da assistência técnica, ninguém saiu ferido.

Muitos sites, sejam blogs ou veículos de notícias, têm em suas plataformas um plugin que permite “curtir” diretamente a postagem com uma conta do Facebook. Na briga por manter os dados de usuários e instituições protegidas a Suprema Corte da União Europeia decidiu, na última segunda-feira (29), que as empresas que usarem estes plugins ligados à rede social, serão corresponsáveis pela transferência dos dados dos visitantes.

Isso quer dizer que, em breve, quem transmitir dados sobre cidadãos europeus de volta ao Facebook ou outras redes sociais, utilizando plugins de curtida ou outros, deverão - primeiro - ter a permissão do usuário para isso. A permissão para compartilhamento deve ser explícita, de acordo com o estabelecido pelo GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados da Europa, na tradução livre).

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A medida aparece para fortalecer as leis de privacidade do continente, que entraram em vigor no ano passado. A corte europeia estava analisando o caso da varejista alemã Fashion ID, que tinha o plugin do botão "curtir" instalado em seu website.  Dessa forma, os dados dos visitantes eram transferidos para o Facebook sem o conhecimento ou a permissão deles, inclusive sem que os usuários tivessem clicado no botão ou ainda, não fizessem parte da rede social.

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As câmeras de vigilância do aeroporto de Chiang Mai, na Tailândia, flagraram o momento em que uma bateria extra para aparelhos eletrônicos explodiu dentro da mochila de uma turista africana. A mulher teve ferimentos leves nas costas.

Ela estava prestes a realizar o check-in quando as chamas começaram a sair da sua bolsa, que foi jogada. Um segurança chegou a filmar a bateria, quando ela começou a rodopiar no chão, no último domingo (21).

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Após o acidente, um porta-voz do aeroporto informou que "não é permitido aos passageiros usar dispositivos de banco de potência com mais de 32.000 mAh a bordo, porque uma explosão como essa poderia ser muito perigosa". Ele também informou que um curto-circuito causou a explosão, segundo o Daily Mail.

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Após a prisão de quatro pessoas suspeitas de invadirem o celular do Ministro da Justiça, Sergio Moro, e com a acusação de nomes fortes da equipe de confiança do presidente Jair Bolsonaro (PSL), como a líder do governo na Câmara, Joice Hasselmann (PSL) e o ministro Paulo Guedes, que também alegam ser vítimas dos hackers, é hora de saber se o brasileiro comum também correm o risco de ter seu telefone móvel hackeado.

Especialista em segurança da informação, Uilson Souza, 43 anos, alerta que todos estão sujeitos às invasões em seus celulares, entretanto é possível que o próprio dono do aparelho tome algumas medidas para garantir a segurança do dispositivo e, claro, a própria privacidade. "Evitar comprar chip de celular na rua, em estações de metrô, instalar aplicativos somente das lojas oficiais como Google, Apple e Samsung", explica. Arquiteto em segurança da informação na multinacional MARS, Souza recomenda outras formas de acesso ao celular para não facilitar a vida de oportunistas. "Usar além da senha para abrir o celular, métodos como impressão digital ou íris do olho", sugere.

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Ainda segundo Souza é preciso estar atento, pois hackers utilizam métodos que enganam facilmente o usuário da telefonia móvel como o spoofing. "O autor do ataque mapeia o celular da vítima e faz uma ligação na qual o número do próprio aparelho aparecerá na tela. Caso atenda, a pessoa acaba por permitir que o invasor clone tudo o que há no aparelho", explica. O risco também é iminente quando a possibilidade de invasão aos aparelhos é encaminhada por mensagem de texto. "Alguns links de mensagens de texto também pode ser é a porta de entrada de um invasor no dispositivo se o usuário não tem certeza do que se trata", esclarece o especialista.

Uma pesquisa do Google em parceria com a Universidade da Califórnia, em 2017, apontou que cerca de 250 mil contas são invadidas por semana no mundo.

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