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O Facebook coletou dados pessoais de 187 mil usuários por meio do seu app espião Facebook Research, que foi banido da loja de aplicativos da Apple este ano por violar as regras de conduta da plataforma. A notícia é do site TechCrunch, que teve acesso a documentos sobre o assunto.

A rede social revelou detalhes sobre caso em um carta enviada ao senador norte-americano Richard Blumenthal. A empresa disse que coletou dados de 31 mil usuários nos Estados Unidos, incluindo 4,3 mil adolescentes - a maioria das informações foi coletada de usuários da Índia.

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O Facebook está prestando esclarecimentos para autoridades devido a um caso revelado no fim de janeiro, pelo TechCrunch. A reportagem dizia que o Facebook pagava US$ 20 ao mês para usuários que topassem usar um aplicativo de pesquisa da companhia, o Facebook Research. A opção estava disponível para usuários de smartphones entre 13 e 35 anos nos Estados Unidos e na Índia.

Esta semana, o Facebook relançou o seu aplicativo de pesquisa com o nome de Study - ele estará disponível na loja de aplicativos do Google para usuários que forem aprovados por um parceiro de pesquisa do Facebook, a empresa Applause. O Facebook disse que será transparente em relação à coleta os dados dos usuários. O vice-presidente de políticas públicas do Facebook, Kevin Martin, defendeu a companhia dizendo que pesquisas como essa são uma "prática relativamente conhecida na indústria".

Entenda o caso

Segundo o site TechCrunch, o app espião Facebook Research dava acesso total às ações informações do usuário no celular para a rede social de Zuckerberg. Entre as informações coletadas pelo Facebook estavam as conversas privadas trocadas pelo WhatsApp e Facebook Messenger, além de buscas e atividades de navegação e fotos de compras feitas no site da Amazon.

Segundo a publicação, o programa, chamado de Project Atlas, tem funcionamento semelhante ao do aplicativo de VPN (virtual private network, em inglês) Onavo, banido da loja de aplicativos oficial da Apple em agosto do ano passado. No dia seguinte à reportagem do TechCrunch que relevou as práticas do Facebook Research, a Apple bloqueou e retirou o aplicativo de sua loja.

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, não violou conscientemente as regulamentações sobre a proteção de dados pessoais de usuários, afirmou nesta quarta-feira a rede social sobre um tema alvo de investigação federal no último ano.

As autoridades solicitaram que o Facebook entregasse emails à Comissão Federal de Comércio (FTC), alguns de 2012, que sugerem que Zuckerberg sabia mas não agiu diante do acesso de aplicativos externos aos dados pessoais sem o conhecimento dos usuários do Facebook, segundo The Wall Street Journal.

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"Cooperamos completamente com a investigação da FTC até esta data e já proporcionamos dezenas de milhares de documentos, emails e arquivos", destacou o porta-voz do Facebook.

"Em nenhum momento Mark ou qualquer outro funcionário do Facebook violou conscientemente as normas da empresa orientadas pela FTC e não existe email que indique isto".

A FTC reabriu a investigação para determinar se o Facebook violou o acordo com o regulador sobre a proteção de dados dos usuários, após a revelação - no ano passado - de que a consultoria política Cambridge Analytica teve acesso a informações sobre milhões de usuários quando atuava na campanha do atual presidente americano, Donald Trump.

O acordo, firmado em 2011, prevê que o Facebook notifique aos usuários o compartilhamento de dados com terceiros e proíbe práticas enganosas por parte das redes sociais.

A investigação poderá levar a uma multa de bilhões de dólares.

As polêmicas envolvendo o vazamento de mensagens do ministro Sérgio Moro não param de acontecer. Nesta terça-feira (11), o ex-magistrado usou sua conta no Twitter para afirmar que seu aplicativo de mensagem, Telegram, havia sido hackeado - dando a entender que as conversas conseguidas pelo The Intercept Brasil teriam sido obtidas de forma ilegal. Porém, o que ele não esperava é que o próprio aplicativo fosse negar o ocorrido.

Ao responder um usuário no Twitter, que mencionava o ataque hacker, a conta oficial do mensageiro negou que qualquer atividade criminosa que tenha conseguido quebrar a criptografia utilizada para proteger as mensagens de seus usuários.

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O aplicativo criptografa suas mensagens usando o protocolo MTProto e, entre 2014 e 2015, chegou a oferecer uma recompensa para quem conseguisse quebrar a criptografia da plataforma. O valor que seria dado ao vencedor era de US$ 300 mil, porém, ninguém conseguiu cumprir o desafio.

Usuários do aplicativo 99 já podem contar com uma nova atualização da ferramenta, que permite adicionar paradas na mesma viagem. A funcionalidade permite colocar até dois outros locais de chegada em uma única corrida e também possibilita alterar os locais durante o trajeto. O recurso já deve soar familiar para quem costuma usar a concorrente Uber, mas não deixa de ser uma mão na roda para quem sentia falta dessa comodidade no app.

A empresa também tratou de permitir o compartilhamento do trajeto com amigos e familiares, aumentando a segurança de quem usa o serviço. Mas não foram apenas os passageiros que ganharam atualizações. Há algum tempo a 99 vem, cada vez mais, buscando formas de proteger também seus prestadores de serviço.

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Para manter essa proposta, o aplicativo feito para motoristas agora notifica o condutor sobre usuários frequentes. Assim como é possível ver o perfil de quem dirige, agora também será possível ver alguns dados do passageiro, como o histórico de frequência e nota.

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A Internet costuma dar aos seus usuários uma sensação de segurança maior do que outras plataformas. Talvez por isso, muita gente - e até grandes empresas - acabam se tornando vítimas de falhas de segurança online. Dados, senhas, nudes e conversas podem ser espalhadas aos quatro cantos do globo com apenas um clique se as informações ou sites não estiverem corretamente criptografados.

Um exemplo recente, que pode ser um dos maiores escândalos de vazamentos de informações do país, é uma série de matérias do site The Intercept Brasil, que trouxe à tona mensagens trocadas entre o Ministro Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, dias depois da Polícia Federal descobrir que o celular do ministro havia sido hackeado. Mas este não foi o único, antes de Moro muita gente já sofreu com o vazamento de informações ou, até mesmo a invasão de grandes sites. Prepare-se para relembrar  quais os ataques hackers mais famosos da história.

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Brasileiros invadem site da NASA para jogar Doom

Nem toda invasão é perigosa. No começo do ano um grupo brasileiro de pesquisadores hackers conseguiu rodar o clássico jogo de tiro Doom em um site da NASA. A façanha foi feita no site NASA OIG ("Office of Inspector General") e, na época da descoberta da falha, a NASA foi notificada, mas como corrigiu apenas uma das vulnerabilidades, passado o período de seis meses o grupo resolveu rodar Doom no site da agência.

Temer Golpista

Em 2018, uma série de ataques tomou à frente de dezenas de páginas dos governos estadual e federal, no Brasil, contra o então presidente Michel Temer. Um hacker intitulado Vanda The God assumiu a autoria de pelo menos 25 ações - incluindo sites de universidades públicas e projetos culturais, que criticavam a passividade do povo brasileiro e chamam Temer de golpista.

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Facebook e o escândalo da privacidade

Também no começo deste ano o Facebook se envolveu em um dos maiores escândalos de privacidade quando pesquisadores de segurança da UpGuard, divulgaram que a rede social de Mark Zuckerberg deixou exposta, em uma base de dados pública, aproximadamente 540 milhões de registros e 22 mil senhas de usuários, armazenadas em texto simples. Os dados expostos detalhavam o comportamento do usuário, como as curtidas, nomes e IDs, e eram coletados por aplicativos terceiros na plataforma.

Carolina Dieckmann

Desde 2012 quem rouba e vaza fotos de terceiros pela internet é enquadrado na Lei Carolina Dieckmann. A punição foi criada após uma série de fotos íntimas da atriz ter vazado, nas redes. Hackers invadiram o computador da atriz, pegaram as imagens e, após uma tentativa de extorsão mal sucedida, resolveram publicá-las na internet. Eles foram identificados e presos.

Anonymous: ‘não mexam na minha internet’

Em terras tupiniquins é preciso pensar duas vezes antes de impor limites na Internet fixa. Pelo menos foi isso o que o grupo de hackers Anonymous quis dizer ao invadir o site da ANATEL e divulgar dados da agência reguladora, em 2016. Na época, havia uma discussão sobre limitar a franquia de dados de banda larga fixa já no segundo semestre de 2017, porém o grupo - que se autointitula de hackativistas, ameaçou as operadoras em uma postagem no Facebook. “Operadoras não se atrevam”. Atualmente, conversas sobre a possibilidade da limitação acontecer continuam sem avançar.

A exposição Yahoo

Considerado o maior vazamento da história, em 2014, o Yahoo apresentou uma falha de segurança que causou a exposição de dados de mais de 500 milhões de seus usuários e comprometeu mais de 1 bilhão de contas. A empresa só informou seus investidores sobre o problema em 2016 e teve que pagar uma multa de US$ 35 milhões por isso.

WhatsApp tem falha de segurança

Por último e mais recente, temos uma falha no aplicativo de mensagens WhatsApp, que aconteceu no último mês de maio. O ataque preocupou vários usuários porque não era preciso fazer nenhum download do vírus no celular,  o usuário tinha apenas que receber uma ligação de voz pelo aplicativo para ser infectado. O programa malicioso era um spyware, capaz de acionar câmera, microfone e arquivos da vítima. Felizmente, o mensageiro lançou uma atualização para reverter o problema.

Usuários do WhatsApp devem prestar atenção para não caírem em um novo golpe disseminado pela plataforma. Uma mensagem falsa, usa o nome da empresa O Boticário para oferecer kits gratuitos de Dia dos Namorados. A empresa dfndr lab, especializada em segurança na internet, identificou que em apenas dois dias mais de 50 mil pessoas foram afetadas pelos ataques.

A fraude é feita através de uma mensagem com um link deveria redirecionar o usuário para a página da empresa. Ao acessá-lo a vítima é incentivada a responder uma breve pesquisa, e, posteriormente, compartilhar o link malicioso com outros 5 contatos ou grupos do aplicativo. Apenas dessa teria acesso ao suposto kit de perfume.

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Depois do compartilhamento, o usuário é induzido a fornecer dados pessoais e, por fim, direcionado a páginas falsas para fazer downloads de apps infectados com malwares. Esse tipo de golpe é comum com a proximidade de datas comemorativas que fomentam o comércio. A empresa de segurança afirma que, por hora, são registrados, pelo menos, 1500 novos acessos às fraudes.

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Registrar seu e-mail em aplicativos para smartphones pode gerar alguns inconvenientes. Desde a possibilidade do acesso a informações pessoais até mensagens com propagandas que você não pediu. Pensando em manter ainda mais a privacidade do usuário, a gigante dos smartphones criou uma ferramenta para gerar e-mails na hora de registrar-se em algum aplicativo.

O “sing in with Apple” funciona da seguinte forma, ao entrar em um site ou baixar um aplicativo que precise de registro ao invés de usar uma conta de rede social ou preencher formulários, verificar endereços de e-mail ou escolher senhas, os usuários podem usar sua ID da Apple para autenticar a entrada (Face ID ou digital). A empresa da maçã cria uma ID aleatória exclusiva para o usuário, que pode desativá-la no momento em que não quiser estar mais vinculado ao aplicativo ou site.

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Ou seja, agora há duas opções para fazer o cadastro, liberando ou não informações pessoais. Além disso, para garantir ainda mais a privacidade de seus clientes, a Apple fez alterações no fornecimento dos dados de localização. Agora, os apps registram onde você está apenas uma vez, impedindo que ele seja capaz de rastrear o aparelho. Uma boa forma de evitar spams.

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O Google está tentando deixar os dados dos seus usuários ainda mais protegidos. A gigante da internet começou a restringir o acesso aos dados nas extensões usadas no navegador. Agora será necessário usar o “conjunto mínimo de permissões necessárias” ao solicitar acesso aos dados.

Para garantir a privacidade dos usuários a empresa também exigirá que as extensões sigam as políticas de privacidade na Chrome Web Store. A atitude já vinha sendo exigida para extensões que pedem "dados pessoais e confidenciais do usuário" e está sendo expandida para aquelas que precisam de acesso a qualquer tipo de comunicação pessoal ou conteúdo gerado pelo usuário.

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Apesar do anúncio as duas políticas ainda não foram implementadas. O Google prometeu aos desenvolvedores cerca de 90 dias de antecedência, antes de entrar em vigor, para que possam se adequar as novas medidas. Quem não seguir as diretrizes terá sua extensão removida da loja e desativada do Chrome.

Google Drive na mira da privacidade

De acordo com o site The Verge, além das novas políticas para as extensão do Chrome, o Google Drive também receberá uma política de limitação semelhante.  Aplicativos que usam o recurso serão limitados, perdendo acesso ao conteúdo geral e tendo permissão para usar apenas os arquivos específicos que precisam.

Apenas serviços de backup completos e outros aplicativos que exigem acesso total ainda serão permitidos, mas eles devem ser examinados pela empresa antes. Uma forma de evitar os escândalos de privacidade tão conhecidos pelo Facebook.

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A gigante de tecnologia chinesa Huawei apresentou uma moção na Justiça americana nesta quarta-feira (29) questionando a constitucionalidade de uma lei que limita suas vendas de equipamentos de telecomunicações, no lance mais recente de seu atual confronto com o governo dos Estados Unidos.

O diretor jurídico da Huawei, Song Liuping, disse em coletiva de imprensa que solicitou a um tribunal nos EUA que julgue se é constitucional ou não uma decisão de Washington de invocar um dispositivo que impede o governo americano e seus fornecedores de utilizarem equipamentos da empresa chinesa.

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Maior fabricante mundial de equipamentos para redes, a Huawei está lutando para manter acesso a grandes mercados para a próxima geração de telecomunicações, num momento em que a Casa Branca a acusa de ameaçar a segurança cibernética internacional.

Os EUA e a China estão envolvidos numa disputa comercial desde julho do ano passado, quando o presidente americano, Donald Trump, acusou Pequim de forçar empresas americanas a transferir tecnologia e, ao mesmo tempo, de oferecer subsídios injustos a companhias chinesas. Desde então, os dois países impuseram tarifas adicionais a bilhões de dólares em produtos um do outro.

A mais recente rodada de discussões bilaterais, ocorrida neste mês, terminou sem um acordo que desse fim à rixa comercial sino-americana. Fonte: Associated Press.

Na última sexta-feira (24), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a primeira operação utilizando os etilômetros (bafômetros) passivos. Os aparelhos foram usados em Brasília e devem ajudar os policiais a realizar a fiscalização de forma mais ágil, além de reduzir os gastos com os bocais.

Em alguns segundos o etilômetro passivo é capaz de indicar se o motorista fez uso ou não de bebida alcoólica. Quando abordado, o condutor deve soprar na direção do aparelho, dessa forma uma luz verde ou vermelha deverá ser acesa, indicando se o motorista está ou não alcoolizado. Caso a luz vermelha acenda a pessoa é convidado a fazer o teste no etilômetro tradicional.

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O novo aparelho funciona como uma espécie de triagem, sendo mais ágil para liberar motoristas que não apresentam nenhum vestígio de álcool e direcionando a fiscalização para aqueles que apresentem indícios de ingestão de álcool.

Nos primeiros quatro meses deste ano, a PRF registrou um aumento de cerca de 25% nos flagrantes em rodovias do Distrito Federal. Em quatro dias de uso do novo aparelho, 14 motoristas foram autuados por embriaguez ao volante. A multa para a infração é de quase três mil reais, além de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e suspensão do documento.

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O Facebook segue firme na decisão de combater conteúdos ofensivos em sua plataforma. A rede social publicou, nesta quarta-feira (15), uma mudança nas políticas para a restrição de transmissões ao vivo. A medida deve bloquear a opção do Facebook Live para qualquer pessoa que violar as regras da empresa e entra em vigor após os ataques terroristas na Nova Zelândia, ocorridos em março.

Antes, usuários que postavam conteúdos que violavam os padrões da comunidade via no Facebook Live ou em outro lugar tinham suas publicações removidas da plataforma, mas nenhuma sanção maior. Caso continuassem publicando conteúdos ofensivos eram impedidos de usar de usar a rede social por um determinado período de tempo e por fim banidos, em caso de infrações mais graves.

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O que mudou

Agora a empresa irá aplicar uma política de “infração única” para restringir ainda mais rapidamente as lives. Qualquer pessoa que violar as políticas de convivência aplicadas à rede será impedida de usar o Live por um tempo determinado, começando por 30 dias, a partir da primeira violação.

A plataforma de Mark Zuckerberg planeja estender essas restrições para outras áreas, evitado que esses mesmos usuários criem anúncios na rede. O objetivo é diminuir o risco de abuso no Live, como o do ataque de Christchurch.

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A Intel anunciou mais uma falha de segurança de hardware que pode afetar milhões de máquinas em todo o mundo. A fabricante de chips disse que não há evidências de que alguém esteja explorando o bug, que está incorporado na arquitetura do hardware dos computadores.

A companhia afirmou que já resolveu o problema em seus novos chips depois de trabalhar por meses com parceiros de negócios e pesquisadores independentes. Essa é a mais recente vulnerabilidade anunciada pela companhia, que no ano passado anunciou dois outros bugs que provocaram pânico na indústria de tecnologia. Fonte: Associated Press

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Na última segunda-feira (13), a 99, aplicativo de transporte urbano, anunciou que toda a sua frota de motoristas passou a utilizar uma ferramenta de reconhecimento facial. Desenvolvido por engenheiros e programadores de três países distintos o sistema identifica automaticamente o rosto dos condutores antes deles se conectarem ao app. A iniciativa vem para aumentar a segurança das corridas da plataforma.

Periodicamente aos motoristas cadastrados no aplicativo deverão confirmar suas identidades através do reconhecimento facial. A imagem coletada é comparada com a do banco de dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). De acordo com a empresa, atualmente, todos os condutores já passaram pela confirmação de identidade.

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Além das checagens periódicas a ferramenta pode identificar padrões de uso dos motoristas e solicitar checagens adicionais. Verificações randômicas também são realizadas.

Recentemente, quem também passou a fazer o procedimento de reconhecimento facial foi a Amazon. A gigante passou a exigir de seus motoristas entregadores que tirem uma selfie antes de continuar o serviço, para evitar fraude nas entregas.

Um grupo de hackers encontrou uma falha de segurança no WhatsApp, um dos aplicativos de mensagens instantâneas mais utilizados no mundo, e instalou um spyware em celulares, informou a empresa.

A vulnerabilidade - informada primeiro pelo Financial Times, e reparada na última atualização do WhatsApp - permitiu aos hackers inserir um programa malicioso nos telefones, mediante chamada telefônica aos aparelhos em questão através do aplicativo, que é utilizando por cerca de 1,5 bilhão de pessoas.

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Segundo o Financial Times, que cita um distribuidor de spyware, a ferramenta foi desenvolvida por uma empresa obscura com sede em Israel chamada NSO Group, acusada de ajudar governos do Oriente Médio e até o México a espionar ativistas e jornalistas.

Especialistas em segurança indicaram que o código malicioso tem semelhanças com outras tecnologias desenvolvidas pela empresa, segundo o New York Times.

Esta nova vulnerabilidade de segurança - que afeta dispositivos Android e iPhones da Apple, entre outros - foi descoberta no início deste mês e o WhatsApp rapidamente resolveu o problema, lançando uma atualização em menos de 10 dias.

"WhatsApp incentiva as pessoas a baixar a versão mais recente do nosso aplicativo, bem como manter em dia o sistema operacional do seu telefone, para se proteger contra possíveis ataques de segurança que visam comprometer as informações armazenadas no aparelho", disse à AFP um porta-voz da empresa.

A empresa não comentou o número de usuários afetados ou quais foram os alvos do ataque, e informou que reportou o caso às autoridades americanas.

Esse vazamento é o mais recente de uma série de problemas do Facebook, proprietário do WhatsApp, que tem enfrentado fortes críticas por permitir que os dados pessoais de seus usuários sejam usados por empresas de pesquisa de mercado.

O Facebook também foi questionado por sua resposta lenta ao uso da plataforma pela Rússia para divulgar informações falsas durante a campanha presidencial americana em 2016.

- Programa muito invasivo -

O programa de espionagem que afetou o WhatsApp é sofisticado e "estaria disponível apenas para atores avançados e altamente motivados", disse a empresa, acrescentando que "visava um número seleto de usuários".

"Este ataque tem todas as características de uma empresa privada que trabalha com alguns governos no mundo", de acordo com as primeiras investigações, continuou, sem fornecer, contudo, o nome da empresa.

O WhatsApp relatou o problema para organizações de direitos humanos, mas também não as identificou.

The Citizen Lab, um grupo de pesquisa da Universidade de Toronto, disse no Twitter que acredita que hackers tentaram atacar um advogado especializado em direitos humanos no último domingo usando essa falha de segurança, mas o WhatsApp os impediu.

O NSO Group ganhou notoriedade em 2016, quando especialistas o acusaram de ajudar a espionar um ativista nos Emirados Árabes Unidos.

Seu produto mais conhecido é o Pegasus, um programa muito invasivo que pode ativar remotamente a câmera e o microfone de um determinado telefone e acessar seus dados.

A empresa assegurou nesta terça-feira que só vende este programa para os governos "combaterem o crime e o terrorismo".

O NSO Group "não opera o sistema e, após um rigoroso processo de estudo e autorização, as agências de segurança e inteligência determinam como usar a tecnologia em suas missões de segurança pública", disse em um comunicado enviado à AFP.

"Nós investigamos qualquer denúncia crível de uso indevido e, se necessário, tomamos medidas, incluindo a desativação do sistema", concluiu.

Com intenção de evitar a troca de bebês na maternidade, o Hospital da Polícia Militar de Belo Horizonte, em Minas Gerais, começou a realizar o cadastro biométrico dos recém-nascidos. Desenvolvido pela empresa brasileira Griaule, o sistema registra a palma da mão do bebê, ao invés dos dedos, que ainda são muito pequenos para uma impressão 100% eficaz. Os dados coletados são anexados aos da mãe da criança no registro hospitalar.

Para tornar a troca mais difícil, os dados do bebê são coletados ainda na sala de parto. Eles são registradas por um leitor e têm as imagens vinculadas à identidade da mãe automaticamente. Além disso, nenhum bebê da maternidade pode deixar o prédio sem passar pelo reconhecimento biométrico.

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O cadastro biométrico de recém-nascidos é obrigatório desde 2018, quando o Ministério da Saúde lançou uma portaria obrigando os hospitais a registrarem os bebês, mas ainda é novidade nas instituições de saúde. A ideia é, além de inibir o roubo de crianças em instalações médicas diminuir o número de crianças que são abandonadas na maternidade.

A Ford, montadora de veículos, resolveu investir em um outro tipo de carro. A empresa norte-americana lançou na Europa um protótipo de um carrinho de supermercado que consegue frear sozinho. O objeto inusitado pretende evitar acidentes com crianças, e porque não adultos, que tendem a perder o controle o carrinho.

A criação é inspirada na tecnologia de assistência autônoma de frenagem da marca, a mesma utilizada em veículos como o Fusion e o Edge ST, que usam uma câmera dianteira e um radar para detectar outros automóveis, pedestres e ciclistas, freando automaticamente se o motorista não responder aos alertas.

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O “Carrinho Autofrenante” promete fazer algo semelhante, ao utilizar um sensor que faz a varredura de pessoas e objetos à frente e freia automaticamente quando percebe a possibilidade de uma colisão. O protótipo faz parte de uma série chamada “Intervenções”, da montadora norte-americana, que utiliza as tecnologias desenvolvidas pela marca no setor automotivo em problemas do dia a dia.

Além dessa invenção inusitada a Ford também já criou uma cama inteligente que evita a invasão de espaço entre os parceiros (inspirada no sistema de permanência em faixa) e uma casinha que protege os cães do barulho de fogos (sistema de cancelamento de ruído).

O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 2, que baniu ativistas americanos de extrema direita de suas plataformas. Entre os usuários banidos, estão nomes como Alex Jones e Milo Yiannopoulos, fundadores dos canais Infowars e Breibart, respectivamente. Segundo a rede social, eles não poderão criar novas contas no Facebook e no Instagram, por terem violado políticas contra 'usuários e organizações perigosos'. A empresa disse ainda, porém, que usuários poderão criar publicações falando sobre os pontos de vistas desses usuários.

"Sempre banimos usuários e organizações que promovem ou se engajam em violência e ódio, independentemente de ideologia", disse a empresa em nota. "O processo de avaliar violações é extenso e fizemos o possível para chegar à decisão de remover essas contas hoje." Outros nomes banidos foram os de Louis Farrakhan, notório antissemita, bem como Paul Nehlen, Paul Joseph Watson e Laura Loomer.

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Alguns deles já tinham sido suspensos da rede social anteriormente. É o caso de Jones, que foi suspenso no ano passado por regras contra bullying e discurso de ódio. Em fevereiro, a empresa removeu outras 22 páginas associadas a Jones, que, entre outros casos, nega que o massacre de Sandy Hook, na escola da Flórida, nunca tenha acontecido. Seus apoiadores, por sua vez, têm perseguido as famílias das vítimas. Outros já tinham sido banidos de outras redes como Yiannopoulos, que foi removido do Twitter após inspirar uma onda de discurso racista.

O Facebook não divulgou quais incidentes levaram à remoção das contas, mas tomou em consideração o comportamento dos usuários tanto online como fora da internet. Fatores envolvidos incluíram atos de violência, incitação a esses atos com base em preconceito racial, descrever a si mesmos como seguidor de um discurso de ódio ou praticar esse discurso em seus perfis.

Quando as crianças começam a dar os primeiros passos no ambiente virtual, muitos pais ficam receosos com os perigos que os pequenos podem encontrar online. Pessoas mal intencionadas e conteúdos impróprios são alguns dos riscos que os jovens podem encontrar. Para ajudar a ter um pouco mais de controle sobre o conteúdo que seu filho está consumindo na internet segue uma lista com três aplicativos, pagos e gratuitos, para você. Confira!

Qustodio Controle Parental: O aplicativo é gratuito para Android, mas possui planos pagos para quem quer aumentar o alcance de suas funções. Uma vez instalado ele define limites de tempo para o uso dos dispositivos monitorados, monitora pesquisas na internet, SMS e chamadas, bloqueia conteúdo adulto, possui botão de pânico, entre outros. Disponível também para iOs.

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Kaspersky Safe Kids: Design fácil de usar, o app tem opções de bloqueio de sites e conteúdos perigosos, definição de tempo de uso e até conselhos de psicólogos. Possui duas versões, uma gratuita e uma paga - que permite, inclusive, encontrar a criança em tempo real.

Google Family Link para Pais: É um dos mais bem avaliados na PlayStore. Conectado a sua conta Google, tem a mesma premissa dos anteriores, é feito para monitorar crianças menores de 13 anos.  A ferramenta gerencia aplicativos, downloads, faz relatórios de uso, localização em tempo real e bloqueia o que o usuário não quer que o filho tenha acesso.

Usuários do aplicativo My McD, no Canadá, descobriram que estão pagando lanches para outras pessoas. Dezenas de pessoas tiveram suas contas no aplicativo da McDonald’s invadidas por cibercriminosos, que conseguem gastar até 2 mil dólares canadenses (cerca de R$ 5.800), em ofertas da rede de fast-food. As informações são do Business Insider.

De acordo com o site o golpe estaria sendo feito aos poucos, com pedidos de cerca de 20 dólares canadenses, para que as vítimas não percebessem que estavam sendo roubadas. Um dos usuários lesados foi o jornalista Patrick O'Rourke, que teve um total de 100 refeições compradas separadamente, por terceiros, em uma filial em Montreal.

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Apesar das queixas, a McDonald’s disse aos usuários que não fará o ressarcimento dos pedidos, instruindo-os a tentar a compensação do valor por meio dos bancos que fazem parte. A gigante alimentícia também afirmou confiar na segurança do aplicativo, mas não conseguiu identificar como os golpes estão sendo aplicados.

A Procuradoria Geral de Nova York está investigando o Facebook após a revelação de que a rede social armazenava e-mails de mais de 1,5 milhão de pessoas sem consentimento. Os dados, segundo a companhia, foram usados para aprimorar o algoritmo de segmentação de anúncios entre outras operações.

Letitia James, procuradora-geral do Estado disse que estava na hora do Facebook ser responsabilidade pela forma como lida com as informações de seus usuários. "O Facebook demonstrou repetidamente a falta de respeito pelas informações dos consumidores e, ao mesmo tempo, lucrou com a mineração desses dados".

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A partir de maio de 2016, o Facebook coletou automaticamente as listas de contatos dos usuários, coletando dados sobre mais de 1,5 milhão de pessoas. A rede social afirmou que a coleta e uso desses dados era uma consequência "não intencional" de um sistema usado para verificar as identidades dos usuários, e que foi rapidamente desativado depois que o site americano Business Insider registrou a prática pela primeira vez no início deste mês.

"A coleta dos e-mails é a mais recente demonstração de que o Facebook não leva a sério seu papel na proteção de nossas informações pessoais", disse a procuradora.

De acordo com o The New York Times, a investigação se concentrará principalmente em como o incidente ocorreu e no número total de pessoas afetadas.

Na última quarta-feira, 24, o Facebook anunciou que esperava pagar uma multa entre US$ 3 billhões e US$ 5 bilhões para a Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês) por não cumprir um acordo feito com o órgão. O órgão investigava as responsabilidades da rede social no escândalo da Cambridge Analytica e as possíveis violações de privacidades seguintes

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