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A UNINASSAU Aracaju apresenta até o próximo dia 27 a Nassau Tech Week. O evento acontece em alusão à semana da tecnologia e promove uma série de palestras e minicursos com temas de relevância no mercado. Na noite da segunda-feira (22), o palestrante David Couto falou sobre o perfil de um profissional de TI. Por outro lado, a palestrante Sthefane Soares abordou o desenvolvimento de aplicativos móveis. Durante o decorrer do evento, os alunos apresentam trabalhos por eles desenvolvidos.

Responsável pelo evento, a coordenadora do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNINASSAU Aracaju, Izabella Rezende, explicou que, diferente de outros eventos, a programação pode ser encontrada no site: http://tiuninassauaracaju.com.br que foi desenvolvido pelos próprios alunos. Ela observou que é de grande importância dar preferência aos projetos dos alunos.

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“Durante as apresentações, os alunos estão apresentando ótimos trabalhos, como por exemplo Vinicius, Lucas e Cleison com o EduPro (ferramenta de gamificação em sala de aula), Abraão e sua pesquisa sobre Dark Web, Ivanilton e Adenilton com o Instahup, ferramenta de automação de instagram e André e seu aplicativo Calendário de Vacinação”, disse Izabella.  A professora disse ainda que alguns alunos estão ministrando cursos de robótica e desenvolvimento de aplicativos.

O diretor da UNINASSAU Aracaju, Yuri Neiman, ressaltou que é de grande importância para a faculdade promover eventos dessa natureza, buscando incentivar os alunos para o mercado de trabalho proporcionando a possibilidade deles manterem contato com profissionais renomados através de encontros, palestras e oficinas. “Buscamos ofertar aos nossos alunos e a toda a sociedade, eventos que viabilizem o conhecimento prático, a troca de experiência e de informações”, assegurou Neiman.

ROBÓTICA

A robótica é uma área de estudo que desenvolve tecnologias que englobam computadores, sistemas, softwares e robôs. Ela utiliza circuitos integrados para controlar partes mecânicas e automáticas. Esse termo surgiu no início do século XX, mas apenas em 1950 é que ele foi popularizado. Isso aconteceu porque Isaac Asimov -  um grande escritor de ficção científica - lançou o livro “Eu, Robô” e trouxe à tona diversas discussões sobre os relacionamentos entre homens e máquinas.

Da assessoria

A bruxa parece estar solta nos mundo da tecnologia. Diversas empresas anunciaram cancelamento ou descontinuação de seus produtos nas últimas semanas. As novidades mais bombásticas estão, principalmente, nas fabricantes de smartphones, que - aparentemente, não estão conseguindo cumprir com o prometido. O caso mais recente é o da Samsung que, na última segunda-feira (22), resolveu adiar o lançamento de seu aparelho. Confira abaixo o que não vem por aí:

Galaxy Fold

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Com lançamento marcado para o dia 26 de abril, o Galaxy Fold andou dando uns sustos na gigante Samsung. Na última semana, diversos jornalistas estrangeiros, que haviam recebido o aparelho para testes, publicaram em suas redes sociais defeitos na tela do smartphone. Com os problemas no display aumentando e causando transtornos em menos de dois dias de uso a empresa resolveu recolher os aparelhos e adiar o lançamento da novidade por tempo indeterminado.

V50 ThinQ 5G

Outra que também não teve sorte com seu smartphone foi a LG. O novo aparelho da companhia deveria chegar às prateleiras da Coreia do Sul na última semana, porém, a empresa resolveu adiar o lançamento por tempo indeterminado. O motivo seria a integração entre o chipset Snapdragon 855 e o modem Snapdragon X50 5G ou seja melhorar implementação da conexão 5G no V50.

AirPower

Nem a Apple escapou da onda de descontinuações. Em 2017 a empresa anunciou o lançamento do AirPower, seu carregador sem fio, que conseguiria carregar pelo menos quatro gadgets simultaneamente. Porém, diversos problemas na produção do aparelho começaram a causar adiamentos da entrada dele no mercado, até que, em março, a empresa cancelou oficialmente a produção do carregador. Aparentemente, a Maçã não conseguia solucionar problemas relacionados ao superaquecimento do aparelho.

Abas no Windows 10

Também anunciado em 2017, o recurso “sets”, que permitiria reunir aplicativos do Windows 10, diferentes em uma só janela - em abas, quase chegou a sair do papel. Ele chegou a ser testado, mas a empresa desistiu da ideia, porque a ferramenta dependia do navegador Edge para funcionar corretamente.

A Samsung anunciou na última segunda-feira (22) o adiamento do lançamento do Galaxy Fold, o smartphone dobrável da companhia, após vários jornalistas criticarem o aparelho.

Por conta de problemas no display a empresa recolheu os modelos enviados aos profissionais para análise e anunciou a intenção de adiar a venda deste modelo. O lançamento estava previsto para esta semana, custando cerca de 1.980 dólares.

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Apesar da gigante da tecnologia tentar colocar a culpa das falhas na remoção da tela protetora, alguns dos relatos dos jornalistas apontavam a direção contrária. Entre as pessoas que receberam um Galaxy Fold, estão Dieter Bohn, Steve Kovach e Mark Gurman.

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No dia 10 de maio, a cidade de Olinda, na Região Metropolitana do Recife, recebe a 4ª edição do Future SP. O evento que acontecerá no Centro de Convenções, reúne empresas, profissionais e interessados para trocar experiências sobre o mercado regional. O encontro espera reunir mais de 12 mil participantes.

Durante o congresso os interessados poderão participar de  palestras, workshops e rodadas de negócios. Além disso, mulheres que se interessarem pelo evento terão acesso a um local exclusivo, o Espaço Mulher, que busca atender demandas específicas do segmento.

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O evento ainda apresentará novos softwares como a solução da Technobox, TechnoDNS, que proporciona redução de latência, suporte 24 horas e proteção contra-ataques DDOS, além da gravação de logs dos usuários. As inscrições podem ser feitas pelo site e variam entre o ingresso gratuito ou VIP, por R$ 286.

Após a revista Billboard publicar que a Amazon, empresa de comércio eletrônico, pode lançar nos próximos dias uma plataforma de música gratuita, as ações da Spotify, líder do setor, caíram 4%.

A gigante do e-commerce já tem um serviço voltado para música, o Prime Music, que faz parte de seu serviço de assinatura Amazon Prime. Mas, segundo reportagem, a empresa passaria a oferecer gratuitamente o serviço de música, com anúncios, por meio de seu alto-falante ativado por voz, Echo.

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A Spotify tem mais de 200 milhões de usuários ativos, mas a novidade da concorrente, que ainda está bem abaixo da líder do setor, pode alavancar o consumo do streaming da Amazon.

Se gosta de filmes e séries de horror, ficção científica e fantasia, mas não sabe onde encontrar grandes clássicos ou até mesmo produções recentes, fique atento. Está cotado para ser lançado ainda em abril um serviço de streaming brasileiro e gratuito, exclusivo para obras do gênero. Chamado de Darkflix, o canal se propõe a disponibilizar cerca de 666 produções em sua estréia, para a alegria de quem não sabia onde encontrá-los.

O responsável pela empreitada é o empresário Ernani Silva,  que já atua no setor de distribuição de filmes há quase 30 anos. No catálogo inicial serão exibidos grandes clássicos do cinema internacional, produções brasileiras, entre curtas, longas, séries e documentários. Além disso, a Darkflix também deve contar com uma área voltada aos quadrinhos de terror.

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Já é possível cadastrar-se no site para assinar gratuitamente o serviço, preenchendo um formulário que aparece em forma de pacto. Porém, para ter acesso ao conteúdo, é preciso ser maior de 16 anos.

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A Disney anunciou nesta quinta-feira que lançará em novembro sua plataforma de vídeo online e lutará em um campo praticamente dominado pela Netflix, oferecendo seu rico catálogo a um preço mais baixo.

Levando em conta a notoriedade da casa do Mickey e seu catálogo, esta plataforma é esperada com ansiedade em um mercado de streaming que continua a crescer à medida que os consumidores mudam seus hábitos, em detrimento das ofertas tradicionais das televisões a cabo e por satélite.

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O serviço Disney+ será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos por US$ 6,99 ao mês, um preço que "queríamos que fosse acessível para o maior número de consumidores possível", comentou Bob Iger, diretor da World Disney Company ao apresentar esta nova oferta aos investidores.

Será lançado posteriormente em outras regiões do mundo, começando pela Europa Ocidental, de acordo com os executivos da gigante americana, que acaba de concluir a compra de grande parte da 21st Century Fox, aumentando ainda mais o seu catálogo.

"A plataforma Disney+ está sendo construída sobre essas bases, com um conteúdo e tecnologia que nenhuma outra empresa pode rivalizar", disse Iger, que também prometeu mais de 25 séries e 10 filmes originais durante o primeiro ano.

O grupo irá propor especialmente uma série animada derivada de "Toy Story" e outro grande orçamento do universo "Star Wars" chamado "The Mandalorian".

A plataforma irá propor o catálogo de produções da Disney, mas também da Pixar, os produtos Star Wars e Marvel e programas da National Geographic, bem como as 30 temporadas da série "Os Simpsons" (da Fox).

O filme "Capitã Marvel", atualmente nos cinemas, estará disponível em exclusividade após o lançamento, após o qual seus assinantes podem acessar um total de 7.500 episódios de séries, 400 filmes do catálogo histórico e 100 filmes mais recentes.

- Pisando no acelerador -

Ao fixar seu preço em US$ 6,99, a Disney+ aposta alto, já que a assinatura básica da Netflix nos Estados Unidos é de US$ 8,99 por mês.

Além disso, com um catálogo tão grande, a Disney será menos forçada do que a Netflix a investir maciçamente em conteúdo original para atrair assinantes.

A companhia espera "de 60 a 90 milhões de assinantes no mundo até o final do ano fiscal de 2024", dois terços deles nos Estados Unidos, segundo a diretora financeira Christine McCarthy, acrescentando que o grupo planeja investir cerca de 1 bilhão de dólares em conteúdos originais no primeiro ano.

O grupo que, por outro lado, não antecipa lucros para a Disney+ nos primeiros cinco anos, concluiu no final de março a aquisição dos estúdios Fox, fundados em 1935 em Los Angeles, e de outros ativos de Rupert Murdoch, como as redes de televisão FX e National Geographic.

O mercado de streaming, dominado pela Netflix e seus 140 milhões de assinantes, é hoje o passo inevitável dos grupos de mídia e tecnologia.

A Amazon também está presente com seu Prime Video, e a Apple acaba de anunciar sua própria plataforma, a Apple TV+, que será lançada este ano em uma data e a um preço ainda não conhecidos.

Espera-se que a WarnerMedia (antiga Time Warner), que foi comprada pela operadora de telecomunicações AT&T, também se lance esse ano na corrida, e que a NBCUniversal (grupo Comcast) o faça no próximo ano.

Uma das consequências dessa explosão do número de atores é a progressiva fragmentação das ofertas: a Disney já havia anunciado que retiraria gradualmente seu catálogo da Netflix.

Portanto, "acho que a Disney não será uma ameaça para a Netflix", estima John Meyer, da empresa de investimentos Transpire Ventures, que acrescenta que "a Netflix sabe melhor do que ninguém o que os consumidores querem".

Outra consequência: os consumidores podem se ver obrigados a assinar quatro ou cinco plataformas para aproveitar uma oferta diversificada.

O CEO do Twitter, Jack Dorsey, recebeu em 2018 um salário simbólico de um dólar e 40 centavos para demonstrar sua "confiança" no potencial da empresa, de acordo com documentos financeiros.

"Como prova de seu compromisso e confiança no potencial de criação de valor a longo prazo do Twitter, nosso CEO Jack Dorsey renunciou a suas compensações e vantagens para os anos de 2015, 2016, 2017 e também em 2018, exceto um salário de 1,40 dólar", afirma a empresa nos documentos financeiros publicados pela SEC (Securities and Exchange Commission), a comissão que supervisiona a Bolsa americana.

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O valor é uma referência aos 140 caracteres que até 2017 eram o limite máximo permitidos em um tuite. 

Dorsey, um dos cofundadores de Twitter, tem quase 18 milhões de ações da empresa (2,34% do capital), segundo os documentos financeiros da rede social. Ele ocupa o 343º lugar na lista de pessoas mais ricas do mundo da revista Forbes, com uma fortuna avaliada em 5,1 bilhões de dólares.

A Nubank decidiu apostar no sentimento de comunidade, muito presente em redes sociais, para criar seu próprio canal de interação entre seus usuários, a NuCommunity. A ideia é fazer com que os clientes da empresa participem de discussões, compartilhem ideias e sugestões sobre o mercado financeiro e finanças em geral.

Para incentivar ainda mais a participação nos fóruns, criados pelos próprios usuários, o Nubank oferece espaço na moderação através de um sistema de rankeamento participativo. Ao interagir e participar cada vez mais das discussões, o usuário eleva o nível de engajamento e assim seu próprio lugar na comunidade.

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São quatro classificações as quais o cliente pode chegar: NuTalker, NuLover, NuMentor e NuLeader, sendo o último considerados uma espécie de embaixador do Nubank. Entre as vantagens de participar dessa nova rede social exclusiva está o acesso a uma área restrita onde serão compartilhadas novidades em primeira mão, contato direto com a equipe da empresa, brindes, entre outros.

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Em novembro de 2018, um "bot" chamado Tobi produziu quase 40 mil artigos de imprensa sobre os resultados das eleições na Suíça para a gigante da mídia Tamedia. E em apenas cinco minutos.

Tobi, um gerador automático de texto, escreveu sobre os resultados de cada um dos 2.222 municípios do país, em francês e alemão, segundo uma análise apresentada no mês passado na conferência Computation + Journalism, em Miami.

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Este tipo de programa, dotado de inteligência artificial, disponível há dez anos, está se tornando cada vez mais comum nos grandes veículos de imprensa. "Vemos que o potencial da inteligência artificial ou do robô-jornalista é cada vez mais aceito nas redações do mundo todo", disse Damian Radcliffe, professor da Universidade do Oregon.

"Estes sistemas podem oferecer rapidez e exatidão e potencialmente ajudar na realidade de redações mais modestas, assim como nas pressões a que os jornalistas são submetidos em termos de tempo", acrescentou.

Enquanto o setor luta cada vez mais para sobreviver, os meios de comunicação começaram a se voltar para a inteligência artificial para produzir artigos, personalizar a entrega de informação e, em alguns casos, classificar os dados.

Para estas organizações, os "bots" não visam a substituir repórteres ou editores, mas sim ajudá-los a se desembaraçar de tarefas mais monótonas, como resultados esportivos e de empresas.

O The Washington Post, por exemplo, se apoiou em um programa chamado Heliograf para cobrir mais de 500 eleições desde 2014. Segundo Jeremy Gilbert, encarregado do jornal americano, o "bot" consegue dar resultados mais rápido e atualizar artigos à medida que a informação muda, o que permite aos jornalistas se concentrar em outras tarefas. Segundo ele, as reações dentro da redação têm sido positivas geralmente.

"Surpreendentemente, muita gente veio e disse: 'Eu faço este artigo todas as semanas, tem alguma coisa que poderíamos automatizar?'", relata Gilbert.

- Ajuda valiosa ou ameaça? -

As mesmas dúvidas pairam em outras redações pelo mundo. A agência de notícias norueguesa NTB automatizou os informes esportivos para que os resultados dos jogos saiam em 30 segundos.

O Los Angeles Times, por sua vez, desenvolveu um "quakebot", um "bot" especializado em terremotos, que publica rapidamente artigos sobre sismos na região.

A agência Associated Press automatizou os resultados de empresas para cerca de 3.000 companhias, enquanto o jornal Le Monde, com seu sócio Syllabs, utilizou um programa que gerou 150.000 páginas da Internet cobrindo 36.000 municípios durante as eleições de 2015.

Embora os profissionais de mídia reconheçam as limitações destes programas, também destacam que às vezes podem fazer o que os humanos não conseguem.

O Atlanta Journal-Constitution usou um equipamento de jornalismo de dados para desvendar 450 casos de médicos remetidos a juntas médicas ou tribunais por má conduta sexual, quase a metade dos quais ainda estão livres para exercer a medicina.

O jornal usou o "machine learning" - ou aprendizado automático - uma ferramenta de inteligência artificial, para analisar cada caso. O trabalho foi revisto em seguida por jornalistas.

E apesar de que os robôs pareçam ajudar os jornalistas, persistem as preocupações sobre a evolução do ofício. Alguns temem que a inteligência artificial saia do controle e resulte em cortes de empregos.

Em fevereiro, pesquisadores da OpenAI, uma organização especializada em inteligência artificial, anunciaram que haviam desenvolvido um gerador de texto automático tão bom que tinham decidido mantê-lo em sigilo pelo momento.

Segundo eles, o programa poderia ser usado para gerar artigos noticiosos falsos, usurpar a identidade de pessoas on-line ou automatizar conteúdos falsos nas redes sociais. Mas Meredith Broussard, professora de jornalismo de dados na Universidade de Nova York, não vê riscos imediatos na inteligência artificial.

Por enquanto, os programas se ocupam dos artigos "mais chatos", diz. "Alguns trabalhos serão automatizados, mas no geral não me preocupa um apocalipse causado por robôs na redação", acrescenta.

E Jeremy Gilbert, do Washington Post, reitera: seu jornal "tem uma equipe incrível de repórteres e editores e não queremos substituí-los".

Se você tem um projeto ou pequeno empreendimento na área de tecnologia é bom ficar atento. O Porto Digital, localizado no bairro do Recife, está com inscrições para a chamada do Programa de Incubação. Podem participar startups, empreendimentos criativos, empresas nascentes e negócios de impacto em fase inicial que tenham como objetivo desenvolver produtos ou serviços  inovadores e escaláveis em diversas áreas.

A seleção é composta por duas etapas. Na primeira fase, os interessados devem enviar suas propostas de negócios, até o dia 5 de maio. Quem for pré-selecionado fará entrevistas presenciais entre os dias 22 e 24 de maio. O resultado final será divulgado no dia 27 do mesmo mês e as atividades devem iniciar no dia 6 de junho.

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Entre as novidades do programa estão a implantação de seis módulos com duração de até dois meses,  acompanhamento de mentores e parceiros e valor subsidiado para equipes que forem representadas por mulheres ou com renda familiar de até dois salários mínimos.

As áreas de atuação apoiadas pelo projeto são agronegócio, artes, educação, cidades, design, entretenimento, finanças, gestão pública, impacto social, entre outras. A chamada pode ser conferida online e é necessário que os empreendedores preencham um formulário para participar.

Confira o cronograma:

As ações da montadora de carros elétricos Tesla despencaram nesta quinta-feira, 4, após a empresa revelar uma queda de 31% no volume de entregas de veículos no primeiro trimestre deste ano. A companhia de Elon Musk disse nesta quarta-feira, 3, em relatório, que entregou 63 mil carros no período – valor abaixo da expectativa, já que analistas esperavam 76 mil entregas.

O Model 3, carro mais barato da empresa, também teve queda na entrega abaixo do esperado: foram 50, 9 mil veículos entregues no primeiro semestre, enquanto a expectativa era de 52,4 mil.

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A Tesla afirmou que o balanço do primeiro trimestre da empresa será "negativamente impactado" pela diminuição do número de entregas de veículos e também por uma série de ajustes de preço. A companhia já havia informado anteriormente que previa prejuízo no primeiro trimestre. Nos últimos dois balanços de 2018, a empresa teve lucro por conta do aumento de vendas do Model 3.

Para acalmar os investidores, a empresa reafirmou que a previsão para o ano todo de 2019 é de 360 mil a 400 mil entregas. No primeiro trimestre deste ano, a Tesla produziu 77,1 mil veículos, abaixo das 86,5 mil unidades do trimestre anterior.

A Tesla também destacou no relatório que cerca de 10,6 mil veículos estavam em trânsito, a caminho dos clientes – houve uma demanda forte pelos carros na China e na Europa no final do trimestre. A empresa disse que um dos problemas da entrega é a demanda em vários países, enquanto a Tesla tem apenas uma fábrica em São Francisco, nos Estados Unidos – está nos planos da companhia construir uma fábrica em Xangai, na China.

"A Tesla continua a lutar como uma 'empresa de carros reais', com a demanda em colapso dos Modelos S e X, além de versões mais caras do Modelo 3", disse Jeff Osborn, analista da Cowen, em nota.

Nesta quinta-feira, 4, as ações da Tesla operavam em queda de 8% às 14h (horário de Brasília).

O dia não está fácil para Elon Musk: o executivo também está se preparando para enfrentar uma audiência sobre desacato. Os advogados do presidente-executivo da Tesla vão argumentar nesta quinta-feira, 4, que Elon Musk não violou um acordo de fraude com a Securities and Exchange Comission (SEC), órgão regulador do mercado financeiro nos EUA, e não deve ser considerado culpado de desacato em uma batalha entre o bilionário e o governo.

A SEC entrou com a ação em fevereiro após Musk publicar um tuíte no qual dizia que a Tesla atingiria a marca de 500 mil carros produzidos em 2019. Em sua carta trimestral aos acionistas de 30 de janeiro, porém, havia sido projetada produção de até 400 mil veículos. Ele é acusado de dar informações imprecisas sobre a compra de ações da empresa.

A TIM Brasil anunciou, nesta quarta-feira (3), uma renovação nos cargos de liderança da empresa. Após reunião o Conselho de Administração da companhia nomeou Nicandro Durante como novo presidente. O empresário passa a assumir o lugar de João Cox, que ocupava a cadeira desde março de 2018.

O cargo de CEO ficou com o italiano Pietro Labriola que, desde fevereiro, integra o Conselho de Administração da empresa, cargo que continuará ocupando em conjunto com a nova posição.

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Durante é ex-CEO da British American Tobacco, controladora da empresa brasileira Souza Cruz, além de conselheiro independente da Reckitt Benckiser, um dos maiores produtores de produtos de limpeza, saúde e cuidados pessoais do mundo.

O futuro chegou. Ao menos é isso o que aparenta prometer a nova TV da Samsung, disponível no mercado brasileiro a partir deste sábado (6). Entre as novidades do aparelho está a resolução de 8K, ou seja 7680×4320 pixels na sua frente. Porém, não é apenas isso. Como faz parte da linha de televisores premium da marca, a QLED TV 2018, também usa inteligência artificial para melhorar ainda mais a experiência do usuário.

Cores e sons

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Entre os benefícios apresentados ao adquirir a TV, está a utilização da tecnologia de pontos quânticos para uma imagem ainda mais realista. O aparelho também adequa o brilho e contraste de acordo com a iluminação do ambiente e as cenas exibidas no conteúdo escolhido pelo usuário.

Além disso, será possível controlar não apenas a TV, mas outros aparelhos da Samsung que estiverem conectados entre si, por comando de voz - porém, só para quem tiver fluência em inglês. Usando o aplicativo SmartThings o usuário poderá transformar a televisão na central de automação da casa, programando o conteúdo e o horário de funcionamento dos eletrônicos de acordo com sua rotina. Usando apenas um controle remoto ou a voz.

Camuflagem

Para quem não gosta de fios aparecendo pela casa a TV mostra-se também funcional. Um único cabo conecta a QLED à uma central de conexões externas, fazendo com que todos os outros fios fiquem escondidos. Também é possível camuflar o aparelho tirando uma foto da parede (ou de outro ambiente desejado) e usar como uma espécie de proteção de tela quando ela estiver desligada.

Infelizmente, a chegada desse futuro não é para todos. Inicialmente a TV estará disponível nos tamanhos de 65, 75 e 82 polegadas, e os preços sugeridos variam de R$ 24.999 até R$ 89.999. Mas esse valor vem com um mimo para quem comprar um modelo durante a pré-venda, até o dia 21 de abril. Ao finalizar a compra o cliente ganhará um Galaxy S10 de brinde.

Se pudesse, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, deletaria o dia 17 de março de 2018. Foi naquele sábado que uma reportagem conjunta dos jornais The Observer e The New York Times jogou luzes sobre a consultoria política Cambridge Analytica, que usou indevidamente dados de 87 milhões de usuários da rede social para campanhas como a de Donald Trump à presidência dos EUA em 2016. O escândalo abriu portas para o Facebook sangrar na pior crise de sua existência, mas parece não ter sido suficiente para transformar a empresa até aqui.

Para analistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, pouco importa o plano anunciado recentemente por Zuckerberg, dizendo que o futuro da empresa está em mensagens criptografadas. Segundo eles, a empresa segue adiante sem resolver os problemas escancarados pelo caso Cambridge Analytica. São vários: de exploração comercial de informações pessoais à quebra de privacidade, passando por influência políticas, notícias falsas e barreiras de seguranças frágeis.

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Não foi só uma crise de imagem própria: o Facebook pôs todo o setor tecnológico em xeque. "O caso afetou a forma como as pessoas enxergam o funcionamento das redes sociais", diz Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS). Procurado pela reportagem, o Facebook não esteve disponível para responder ao pedido de entrevista.

Aprendizado

Após o escândalo, instalou-se uma lupa de reguladores e críticos sobre as gigantes de tecnologia. Temendo ser "asfixiada" pela regulação, a empresa tomou medidas para transmitir a imagem de que aprendeu a lição. Mudou políticas de privacidade, simplificou configurações e tentou implementar uma mistura de inteligência artificial com aumento na equipe de moderadores humanos para aumentar a segurança na plataforma.

Com a preocupação, aumentou gastos e reduziu suas projeções de ganhos. Ao fazê-lo, porém, perdeu 20% de seu valor de mercado, na maior queda diária da história de Wall Street. O que assustou os investidores não era o uso de dados dos usuários, mas a perspectiva pessimista de crescimento. Em janeiro, porém, ao anunciar projeções otimistas, o sinal se inverteu: as ações chegaram a subir 10,8% em um só dia.

Se na matemática o resultado pode não ser o mesmo, no aspecto moral o último ano do Facebook parece um jogo de soma-zero. "Não vi nenhuma mudança genuína", diz David Kirkpatrick, autor do livro O Efeito Facebook. Para Bart Willemsen, diretor da consultoria Gartner, a explicação é simples: "a única coisa que pode mudar a posição do Facebook e prevenir episódios como os do passado é modificar o modelo de negócios", diz. "Hoje há um conflito: quando há impacto positivo para anunciantes, há prejuízo para a privacidade dos usuários - e vice-versa."

Desvio de rota

Há duas semanas, algo parece ter mudado o rumo do Facebook: a carta, em tom de manifesto, na qual Zuckerberg delineia que o futuro do Facebook está em mensagens criptografadas, integrando o WhatsApp, o Instagram e o Facebook Messenger em um só sistema. Supostamente, haverá mais privacidade para os usuários, mas, para os especialistas, é "um plano para inglês ver."

"É um tipo diferente de privacidade", diz Kirkpatrick. "A privacidade que preocupa as pessoas é que seus dados não serão protegidos, não a das mensagens". Na visão dele, oferecer mensagens criptografadas não muda o fato de que dados estão sendo coletados - e especialistas desconfiam até do grau de privacidade que o serviço pode oferecer no futuro.

Isso porque, ao serem criptografadas, as mensagens têm seu conteúdo intacto. Porém, seguem gerando informações úteis - os chamados metadados, que identificam os usuários, onde estão e até o horário da troca de mensagens. São dados que o WhatsApp pode ceder a investigações policiais - para Willemsen, do Gartner, também podem ser oferecidas a anunciantes.

Em uma superplataforma de mensagens, não é difícil imaginar que um usuário passe a receber anúncios de sofás em seu celular após trocar mensagens com o perfil de uma loja de móveis no Instagram - mesmo que a rede não saiba o que foi conversado. "A privacidade não diz respeito só ao conteúdo da mensagem, mas sobre qualquer informação dos indivíduos. É complexo", diz o analista do Gartner.

Faça o que eu digo, não faça o que eu faço: a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, pode ter na Apple seu maior investimento hoje em dia. Mas isso não significa que Buffett use um iPhone de último tipo: na quinta-feira (28), durante um evento nos EUA, o quarto homem mais rico do mundo admitiu ainda fazer ligações com um celular de Flip.

"Graham Bell me emprestou esse aparelho e esqueci de devolver", brincou Buffett, que tem 88 anos - nasceu oito anos após a morte do inventor do telefone.

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No evento, Buffett comentou que é difícil prever se os negócios revelados pela Apple no início da semana - um cartão de crédito e serviços de notícias, games e conteúdo audiovisual - darão certo. Mas ele não se mostrou preocupado. "A Apple pode se permitir um erro ou dois. Não tem graça investir uma empresa que faz tudo certo", comentou o investidor.

"Há pessoas muito inteligentes, com muitos recursos, tentando descobrir como captar mais meia hora de seu tempo", disse Buffett, ao comentar a rivalidade da Apple com empresas como Netflix e Amazon no setor de serviços de streaming de vídeo. Para ele, à medida que a entrega de conteúdo de entretenimento melhorar, "o público será o vencedor". (agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Uma juíza norte-americana recomendou que alguns modelos antigos do iPhone sejam banidos. Esse é mais um episódio da batalha judicial entre a Apple e a Qualcomm Inc. por infração de patentes.

A recomendação foi feita pela juíza de temas comerciais Mary Joan McNamara. Uma definição sobre o tema, entretanto, será tomada pela Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos apenas em meados de julho.

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A Qualcomm alega que os iPhones com chips da Intel infringiram duas patentes relacionadas com o aumento da velocidade e qualidade de download de dados e economia de energia. A reclamação inicial estava relacionada com as versões 7 e 7 Plus do iPhone. A recomendação agora cita iPhone 7, iPhone 8 e iPhone X, e apenas aqueles que possuem chips Intel.

A Apple nega ter infringido patentes nos dois casos e acusa a Qualcomm de querer prejudicar seu único competidor baseado nos Estados Unidos. "Qualcomm está usando esses casos como uma distração para não responder pelos reais problemas, suas monopolísticas práticas de negócios", disse a Apple em comunicado.

 

A Uber anunciou nesta terça-feira (26) a compra por US$ 3,1 bilhões do aplicativo Careem, um de seus concorrentes com atuação no Oriente Médio. A transação deve ser concluída no primeiro trimestre de 2020. O valor total da operação inclui US$ 1,7 bilhão em notas conversíveis e US$1,4 bilhão em dinheiro, explicou a Uber em um comunicado.

O acordo transformará a Careem na filial da Uber, mas a empresa continuará operando de maneira independente, sob sua marca original, e será dirigida por seus fundadores.

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Careem, com sede em Dubai, é uma das startups de maior sucesso no Oriente Médio, com atuação no serviço de transporte em mais de 100 cidades, em 14 países. A notícia da aquisição da Careem vem na mesma semana em que a Uber também anunciou sua abertura de capital, ainda neste ano, na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). 

Da Ansa

Desde sua fundação, em 1976, a Apple sempre esteve focada em criar produtos inovadores - e ter sua receita atrelada à venda de computadores, iPods ou iPhones. Nessa segunda-feira (25), em evento realizado em sua sede em Cupertino, na Califórnia, a companhia comandada por Tim Cook deu um passo importante para mudar esse cenário. Ao oferecer para consumidores um cartão de crédito e plataformas de assinaturas de games, notícias e conteúdo audiovisual, a Apple mostra sua visão para o futuro: ser uma empresa de serviços.

Em um futuro próximo, será possível nos EUA pagar contas com um cartão de crédito da Apple, operado com auxílio do banco Goldman Sachs e da Mastercard, com direito a retorno (cashback, em inglês) nas compras e um cartão físico de titânio. Ou ter acesso a um acervo de 300 publicações, incluindo títulos como Time e New Yorker, por US$ 10 mensais.

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Por quantias ainda não reveladas, também será possível jogar games exclusivos em qualquer dispositivos da empresa ou ver séries e filmes produzidas com o aval da Apple - incluindo a participação de Steven Spielberg e Oprah Winfrey, que estiveram no evento nessa segunda-feira. O Apple TV+ chega ao Brasil no segundo semestre; os outros serviços não têm data prevista para o País.

Troca

Há uma razão para a Apple apostar em serviços: ao contrário das últimas décadas, quando conseguia inovar em dispositivos novos depois de ver uma categoria perder atratividade, hoje a Apple vê o mercado de produtos desacelerar. As pessoas já não estão mais comprando seus primeiros smartphones e nem substituindo celulares a cada ano. Nos últimos tempos, as novidades do setor foram evoluções incrementais em design ou em desempenho.

A Apple é dependente de seus produtos: no quarto trimestre de 2018, 61% de sua receita vieram das vendas de iPhones. Outros 27% vêm de iPads, Macs ou relógios inteligentes. No início do ano, ao anunciar que teria queda nas receitas com baixas vendas do iPhone, as ações da empresa chegaram a cair 10%. "Investir em serviços é a saída para a Apple", diz William Castro Alves, estrategista-chefe da corretora Avenue.

Não é algo exatamente novo: a fabricante do iPhone há tempos já oferece a seus usuários um serviço de streaming de música, outro de armazenamento na nuvem e um sistema de pagamentos móveis. Ao todo, o setor de serviços rendeu à empresa US$ 10,9 bilhões no quarto trimestre de 2018 - ou 12% do faturamento no período, contra 10% um ano antes. Além disso, é o setor que trouxe à Apple margens de lucro na casa dos 60%, ante cerca de 35% na divisão de produtos, entre outubro e dezembro passados.

Suíte

Com os lançamentos dessa segunda-feira, porém, a empresa tem uma "suíte completa de serviços", capaz de fazer os usuários de seus dispositivos seguirem gastando dentro de seu ecossistema. "Acreditamos que a Apple pode conquistar 100 milhões de consumidores em seu streaming de vídeo", afirma Dan Ives, analista da corretora Wedbush Securities.

O setor de serviços traz ainda duas vantagens à Apple. A primeira são receitas recorrentes todos os meses, em vez de receber apenas uma vez por uma venda, em faturamento sazonal. A outra é ajudar a estimular a demanda por seus dispositivos, uma vez que os serviços serão exclusivos para as plataformas da empresa.

Para analistas, porém, há diversas dúvidas sobre os serviços apresentados pela companhia comandada por Tim Cook. Um deles é a falta de inovação demonstrada pelos produtos. "Nenhum dos lançamentos é disruptivo e todos já têm concorrentes presentes no mercado. A Apple jogou de forma segura", diz Alves, da Avenue.

A concorrência é um problema: no vídeo, a Apple terá rivais como Netflix e Amazon, já presentes no mercado, ou Disney, que se lançará no setor ainda este ano. Nos games, terá de bater de frente com Google, Microsoft e Sony.

Preocupa também os investidores saber se a Apple está gastando dinheiro corretamente - e se será capaz de recuperar o que apostou agora. Só no serviço de vídeo serão US$ 2 bilhões. "A companhia está tentando se diferenciar de seus rivais ao se mostrar como confiável, dizendo que manterá dados sob privacidade", diz Ives, da Wedbush. Nessa segunda-feira, após o evento, as ações da empresa fecharam o pregão da Nasdaq em queda de 1,2%.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Apple lançou, nesta segunda-feira, um serviço de notícias por assinatura que inclui mais de 300 revistas, assim como planos para um serviço de vídeo original chamado Apple TV+.

"Grandes histórias podem mudar o mundo", disse o CEO da Apple, Tim Cook, ao anunciar o Apple TV+, no evento em Cupertino, Califórnia.

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"Sentimos que podemos contribuir com algo importante para a nossa cultura e sociedade através das narrativas", acrescentou.

O serviço Apple News+, que custa US$ 9,99 por mês, incluirá o Los Angeles Times e o Wall Street Journal, sites de notícias digitais e revistas como Rolling Stone, Time, Wired e The New Yorker.

"Acreditamos no poder do jornalismo e no impacto que isso terá em nossas vidas", disse Cook.

"Achamos que o Apple News+ será ótimo para os clientes e ótimo para as editoras".

O Apple News+ foi lançado nesta segunda-feira nos EUA e no Canadá em inglês e francês e estará disponível ainda este ano na Grã-Bretanha e na Austrália, informou a empresa.

A novidade chega em um momento em que a Apple põe ênfase no conteúdo digital e em outros serviços para compensar as quedas nas vendas de smartphones, e em que muitas organizações de notícias lutam para monetizar seus serviços on-line.

A Apple informou que os anunciantes não conseguirão rastrear a atividade dos assinantes do novo serviço, garantindo assim uma maior privacidade.

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