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Quem acessou o Instagram e o Twitter Web nas últimas horas deve ter percebido algumas mudanças. Atualizações nas duas redes sociais trouxeram uma nova ferramenta para o aplicativo de fotos e um design totalmente repaginado para o passarinho azul.

Os usuários do Instagram agora podem realizar quizzes nos stories. A ferramenta de interação fica localizada nas figurinhas e funciona como um adesivo na foto. É possível colocar até quatro alternativas de resposta para uma pergunta, que pode ser escrita pelo usuário ou sugerida pelo próprio aplicativo. Nas respostas é necessário indicar a correta. Também é possível conferir a resposta dos seguidores e saber quem acertou a pergunta realizada.

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Já a atualização do Twitter funciona para desktop. A empresa mudou todo o layout do aplicativo web, deixando-o mais limpo, predominantemente nas cores azul e branca e com letras e ícones maiores. Além disso, o lugar do trending topics, que antes ficava à esquerda agora localiza-se do lado direito.

A atualização não agradou muito os usuários da rede social, que tem estranhado a mudança. Para alguns a opção para voltar ao layout antigo permanece ativa, porém, já há perfis em que a mudança não é mais possível.

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Até o dia 26 de abril, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebe contribuições da sociedade para definir a evolução de antenas com vistas ao 5G. O nome do projeto é grande: “Proposta de atualização dos requisitos técnicos e procedimentos de ensaio aplicáveis à avaliação da conformidade do produto Transceptor para Estação Rádio Base, visando incluir critérios para certificação da tecnologia AAS (Active Antenna System)” e servirá para melhorar a qualidade do sinal ofertado pelas empresas de telefonia.  

De acordo com a publicação “os equipamentos AAS serão importantes para a evolução da tecnologia LTE e também na introdução do 5G”. Esses equipamentos evitam cabos que podem prejudicar a qualidade do sinal das Estações.

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Todos os cidadãos brasileiros podem contribuir na consulta pública. O prazo mínimo para manifestações é de 10 dias, mas pode ser estendido dependendo da complexidade do assunto.  As contribuições devem ser feitas, preferencialmente, pelo Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública (SACP), disponível no site da Anatel. Quem não tiver como acessar pode contribuir por carta, fax ou via e-mail.

A Netflix divulgou nessa terça-feira, 16, os resultados financeiros do primeiro trimestre. Apesar de superar as expectativas do mercado para o período, a empresa disse que espera uma desaceleração no crescimento de usuários para os próximos três meses.

De acordo com o relatório, a Netflix prevê que terá 5 milhões de novos assinantes no período entre abril e junho, abaixo dos 5,48 milhões esperados pelos analistas.

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"O que está deixando os investidores nervosos é que há sinais de desaceleração no crescimento de assinantes no segundo trimestre", disse Haris Anwar, analista da Investing.com. "Isso ficou mais evidente com a ameaça de competição da Disney e da Apple".

O serviço de streaming da Disney tem estreia marcada para 12 de novembro, enquanto o da Apple deve iniciar operações no segundo semestre.

A companhia, porém, refutou a projeção de que a entrada de novos rivais pode ter impacto em sua base de usuários. "Não prevemos que esses concorrentes afetarão nosso crescimento porque a transição para o entretenimento por demanda é muito grande e também por conta da natureza diferente de nosso conteúdo."

Resultados

No período entre janeiro e março, a Netflix superou as expectativas do mercado. A empresa ganhou globalmente 7,86 milhões de novos assinantes, contra 7,14 milhões esperados. Só nos EUA houve 1,74 milhão de novos assinantes ante o 1,57 milhão esperado pelos analistas.

No primeiro trimestre, o lucro foi de US$ 344,1 milhões, contra US$ 290,1 milhões no mesmo período do ano passado. A receita também cresceu: de US$ 3,7 bilhões para US$ 4,52 bilhões. O faturamento veio em linha com as expectativas.

A empresa anunciou ainda que o seu diretor de marketing, Kelly Bennett, se aposentará no fim deste ano. O diretor de conteúdo, Ted Sarandos, passará a acumular as duas funções.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nesta terça-feira (16), usuários do Twitter ganharam um novo emoji para usar na plataforma. O cantor Péricles Farias, ex-vocalista do grupo Exaltassamba, foi transformado em um pequeno ícone para ajudar na divulgação de seu novo DVD Pagode do Pericão.

Com a popularidade do intérprete as hashtags criadas para a ação chegaram aos Trending Topics da plataforma. Mas não foi só isso. Muitos usuários passaram a questionar se Péricles seria o novo super-herói que vai derrotar o Thanos, vilão da franquia Vingadores, no cinema.

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Coincidência ou não, os personagens de do filme, que estreia sua mais nova produção no dia 25 de abril, também ganharam suas figurinhas dentro da plataforma.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou, nesta terça-feira (16), uma plataforma virtual  com 152 verbetes que explicam um tema ou categoria associada à favela. Batizada de Dicionário de Favelas Marielle Franco ou “WikiFavelas”, a ferramenta é gratuita e visa estimular o conhecimento sobre as comunidades, de forma aberta.

Atualmente, o projeto conta com 91 colaboradores, a maioria moradores das próprias comunidades. O objetivo é ajudar a resgatar a memória e a identidade dos moradores dessas áreas, aumentando a visibilidade de uma população que ainda é vista com preconceito por diferentes camadas sociais.

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Para colaborar

De acordo com a própria plataforma os textos são compostos de cerca de 4 mil palavras, com ou sem imagens, e é necessário se inscrever como participante, antes de enviar algum conteúdo. Também é possível fazer uma proposta inicial, uma ementa de 400 palavras, sobre um tema relacionado às favelas e inseri-la na plataforma, antes do verbete definitivo. A elaboração do verbete deve seguir as normas e orientações gerais, que constam neste link.

Após passar da fase de testes o Facebook finalmente liberou o modo noturno para todos os usuários do Messenger, na última segunda-feira (15). A função, que era ativada ao enviar um emoji de lua crescente para outro contato, está disponível na plataforma para Android e iOS. Para ativá-la, basta clicar na foto do perfil da ferramenta, acessar as configurações e ativar a opção.

A novidade altera a estética do bate-papo de branco para preto. A novidade é ideal para ser utilizada em ambientes com pouca luz, por reduzir o reflexo do telefone, oferecer menor brilho, porém, com o mesmo contraste. A opção também ajudaria a economizar bateria, já que o preto gasta menos energia, em celular Android.

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Outros aplicativos

Além do Messenger o modo noturno também está disponível para o Twitter e o Youtube. Há rumores que a ferramenta está em fase de testes para o WhatsApp e já é possível encontrá-la nos smartphones da Google, os Pixels. Muitos usuários estão aderindo ao recurso não apenas pelos benefícios aos smartphones, principalmente com tela OLED, mas pela estética que parece deixar os aplicativos mais elegantes.

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Após falhas de conexão na manhã deste domingo registradas nos Estados Unidos, Europa e Filipinas, as redes sociais Facebook, Instagram e WhatsApp voltaram a operar normalmente há cerca de uma hora, segundo o Downdetector.com. O site monitora problemas de conexão na internet.

Por volta de 6h30 pelo horário oriental (7h30 pelo horário de Brasília), o Downdetector apontava interrupções de sinal na maior parte do mundo. Não foi esclarecido, até o momento, o que causou o problema.

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O Facebook adquiriu o Instagram em 2012 e o WhastApp em 2014. Mais de 1,52 bilhão de usuários acessam diariamente o Facebook no mundo, segundo informações do site da rede social. Fonte: Associated Press.

A opção de 'arquivar conversas' do WhatsApp é uma ótima pedida quando você quer tirar algum contato do topo da lista. Porém, o recurso deixa a desejar quando permite que as mensagens voltem a aparecer ao menor sinal de interação. Para resolver esse problema a empresa responsável pelo mensageiro está testando uma nova atualização que deve ignorar por completo os chats armazenados pelo usuário.

Anunciada pela primeira vez no final do ano passado, como 'modo férias', a função chegou na versão beta como 'ignorar conversas arquivadas' e faz exatamente o que o nome promete. Basta ativar o recurso nas configurações de notificação do WhatsApp, que todos os bate-papos arquivados não voltarão a aparecer quando novas mensagens chegarem.

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O aplicativo também deverá colocar um local específico para essas conversas ficarem armazenadas, na guia principal, facilitando encontrá-las. É possível também utilizá-la em grupos. A nova função ainda não tem data para chegar a versão final do mensageiro.

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A forma como consumimos música está sempre mudando. Vinil, fita K7, CDs, mp3. Todas essas mídias tiveram seus dias glória nos ouvidos de muitas gerações. Atualmente, os streamings, como Spotify e Deezer, ocupam o pódio da preferência de artistas e consumidores, com a rapidez de lançamento e a facilidade de escutar mais de um álbum por vez. Mas você lembra como é que se consumia música na internet há alguns anos? Fizemos uma lista com os programas mais utilizados quando era preciso esperar horas para conseguir ouvir uma única canção. Confira!

eMule

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Lançado em 2002, o eMule era um aplicativo de compartilhamento que usava rede P2P (cliente/servidor), para distribuir seus arquivos. Era uma boa opção para quem queria ouvir música na época por ser gratuito, porém, perdeu espaço pela falta de segurança, já que muitas vezes, os usuários acabavam infectados com vírus. Atualmente, o eMule ainda existe, e é possível fazer o download de versões tanto para Mac, quanto Windows.

Kazaa

Antes mesmo do eMule fazer a felicidade dos internautas, o Kazaa já dava seus downloads por aí. Lançado nos anos 2000, o programa de downloads ficou famoso porque permitia que seus usuários baixassem arquivos considerados grandes para época, como músicas de 4MB. Infelizmente, a ferramenta não teve um final feliz.

Depois de ser bastante perseguida pelas grandes gravadoras (acusada de diminuir o volume de vendas de discos), entrar em diversas batalhas judiciais e ter seus arquivos com presenças frequentes de malwares, a empresa perdeu o carinho dos internautas até cair no esquecimento.  

Napster

Usando da mesma tecnologia P2P, o Napster foi, sem dúvida, um gigante do seu tempo. Criada por Shawn Fanning e Sean Parker, a empresa inovou no quesito de downloads porque permitia ao usuário encontrar arquivos digitando o nome do artista, álbum, gênero musical ou até mesmo trecho da música desejada. Assim, o Napster atingiu 8 milhões de pessoas conectadas em seu provedor, o que causou a fúria das grandes gravadoras.

Em 2001, depois de sofrer vários processos que acusavam a ferramenta de pirataria, a empresa encerrou as atividades do servidor. Porém, depois de passar na mão de diversos compradores, o Napster ressurgiu como serviço de streaming, e hoje, já está disponível em 13 países, incluindo o Brasil.

Ares

Outro programa famoso no começo dos anos 2000, o Ares foi a opção de muita gente que estava insatisfeita com o eMule e o Kazaa. Era considerado um dos mais velozes da sua época e possuía até um chat para que os usuários pudessem manter contato entre si.

LimeWire

LimeWire surgiu pouco depois e veio com uma novidade. O compartilhamento de arquivos baseado na rede Gnutella tinha também um suporte limitado a BitTorrent. Na época, era possível fazer até três downloads e uploads de torrents, considerados muito mais seguros que os arquivos habituais. Em 28 de outubro de 2010, a plataforma foi tirada do ar sob a acusação de violação de direitos autorais e ação criminosa por parte de seus desenvolvedores.

Winamp

Um dos mais famosos players de áudio da história dos computadores, o Winamp foi lançado em 1997 e ficou popular por ser o primeiro tocador de MP3 do mundo. Ele foi desenvolvido para Windows e era expansível, com plug-ins e skins capas diferentes, playlist e biblioteca de mídia. Também permitia reproduzir músicas online.

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O Facebook ainda é a principal rede social utilizadas pelos brasileiros. Porém, um levantamento feito pelo Instituto Datafolha, em março, mostrou que essa realidade está mudando. A pesquisa apontou uma diminuição no número de usuários que usam a plataforma, cerca de 5% em sua base nacional, sendo que apenas 56% dos entrevistados disseram possuir um perfil na rede. Em 2017, eram 61%.

Um dos motivos apontados pela pesquisa é o desgaste da imagem da rede social após os escândalos que envolveram o vazamento de dados de milhões de usuários. Além disso, o fato do Facebook ter virado 'palanque' de debates acalourados durante as eleições pode ser um motivo para o afastamento.

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Apesar disso, a empresa de Mark Zuckerberg está longe de cair no ostracismo. As principais redes utilizadas no Brasil ainda pertencem ao The Facebook. O WhatsApp, queridinho dos brasileiros, está instalado no smartphone de 69% dos entrevistados pelo instituto. O Facebook ocupa o segundo lugar e o Instagram, o terceiro, com 35%. A única rede que não pertence ao grupo é o Twitter, que ocupa a quarta posição com 14%.

É preciso confiar  

Outro item avaliado pelo Datafolha foi a confiança dos usuários no conteúdo visto na rede social. Para 63% dos entrevistados apenas algumas notícias recebidas são verdadeiras. Só 5% acreditam na veracidade da maioria delas e 2%, em todas. Aqueles que não acreditam em nada somam 21%.

Quando comparamos com a confiança das pessoas na imprensa, os números mudam de figura porque boa parte dos usuários permanecem desconfiados com os veículos de notícias oficiais. Apenas 5% dos entrevistados acreditam em tudo que sai na mídia, 17% na maioria das reportagens, 61% algumas e 14% em nenhuma nota divulgada pelos canais oficiais. Para chegar a esses números o Datafolha ouviu 2.038 pessoas, de 130 municípios diferentes.

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O Facebook está tentando mapear a densidade populacional do mundo usando inteligência artificial. A rede social publicou nesta terça-feira (9) em seu blog oficial que o trabalho que começou em 2016 deve incluir quase todas as nações.

Para criar os mapas de densidade populacional, os funcionários do Facebook precisam cruzar imagens de satélites de alta resolução com dados do censo demográfico de cada região. Esta tarefa, por tanto, fica a cargo de algoritmos de inteligência artificial, que já é capaz de identificar edifícios nas imagens analisadas.

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O Facebook diz que seus novos sistemas de aprendizado de máquina são mais rápidos e mais precisos do que os anunciados em 2016. À época, a empresa mapeou 22 nações e começou a rastrear o continente africano. Para fazer o trabalho na África, o Facebook contou com a ajuda de pesquisadores do Centro para a Rede Internacional de Informações sobre Ciências da Terra (CIESIN) da Universidade de Columbia.

"Avaliações rigorosas - tanto no terreno como através de imagens de satélite de alta resolução - pelas nossas equipas internas e através de parceiros terceiros confirmaram a precisão sem precedentes do nosso lançamento inicial", disse o Facebook em sua publicação.

Utilidade

Segundo a empresa, os dados construirão mapas que estará disponível gratuitamente para o público em geral nos próximos meses. O Facebook destacou ainda que as informações poderiam ser usadas pelo poder público para evitar desastres e a melhorar as campanhas de vacinação, como já foi usado anteriormente pela Cruz Vermelha.

As informações também têm aplicações comerciais. Quando o projeto foi apresentado, há três anos, a rede social disse que esta era uma forma de "conectar os desconectados", ignorando o discurso atual de apelo humanitário.

À época, o Facebook procurava forma de dar acesso a internet para que mais pessoas usassem suas plataformas. Para isso, fez testes com drones movidos a energia solar e redes de operadoras subsidiadas. O mapeamento da densidade populacional tornaria esses projetos mais efetivos.

Parece que o WhatsApp resolveu mergulhar de cabeça no combate às fake news. De acordo com o site WABetaInfo, especializado em notícias sobre o aplicativo, uma atualização que está em fase de testes deverá impedir o envio frequente de mensagens encaminhadas em grupos.

A novidade só poderá ser editada pelos administradores dos grupos e deve aparecer nas configurações. Também é possível mantê-la desativada, caso o administrador não ache necessário o recurso.

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O site explica que as mensagens serão bloqueadas caso sejam encaminhadas mais de cinco vezes pelos usuários do aplicativo. Porém, será possível copiar e colar o conteúdo anualmente, mesmo que o bloqueio esteja ativado. O WhatsApp está testando a nova ferramenta apenas para Android.

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O shopping não é mais o mesmo. Pressionado pelo avanço do comércio online que mudou a forma como as pessoas fazem compras, seja na loja física, na tela do celular ou até misturando vários canais de vendas, o templo do consumo está reagindo para sobreviver. Além de oferecer cada vez mais serviços, espaço para lazer e conveniência, muitos shoppings estão assumindo uma nova função: começam a virar também uma espécie de minicentros de distribuição de mercadorias adquiridas nas lojas online e no marketplace, que é o shopping virtual, inclusive dos próprios shoppings.

Hoje metade dos centros de compras ligados a grandes grupos do setor já tem iniciativas digitais e a outra metade estuda ter shoppings virtuais, afirma o presidente da a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai. "Este ano será marcado por uma virada na transformação digital dos shoppings", diz.

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Em dois anos, 27 milhões de brasileiros farão sua primeira compra online, aponta uma pesquisa do Google. "É muita gente e se todo ano esse número aumenta, temos que reagir de alguma forma", diz Laureane Cavalcanti, diretora executiva de marketing do Grupo Sonae Sierra Brasil. A reação, segundo ela, é trazer o mundo digital para dentro do shopping.

Em maio, a companhia vai colocar em operação o marketplace de um dos dez shoppings do grupo, o Parque Dom Pedro, em Campinas (SP). A intenção é ter um shopping virtual que atue regionalmente, mas na área de influência do shopping, que abrange as cidades paulistas de Americana, Paulínia, Indaiatuba e Jundiaí.

Distribuição

O projeto piloto conta com adesão inicial de 30 das 400 lojas e reúne vários sistemas de entrega. Ele prevê que o consumidor poderá receber a compra em casa, retirar a mercadoria no shopping numa área reservada ou até sem sair do carro, num drive-thru. O grupo negocia com uma empresa de entregas a montagem de um centro de distribuição dentro do shopping.

No prazo de um ano, quando o projeto estiver a todo vapor, a intenção é entregar as compras em duas horas. "O meu 'last mile'(última milha) vai ser muito curto. Isso me garante uma posição no ranking super boa quando o cliente procurar onde comprar pelo prazo de entrega mais curto", diz ela.

Última milha

Melhorar a experiência na fase final de uma compra online é um dos maiores desafios do comércio eletrônico, já que o prazo de entrega e o custo do frete são os grandes motivos de insatisfação do consumidor.

"Os shoppings da CCP querem ser a última milha do varejo virtual, além de um lugar de compras, entretenimento", diz o presidente da CCP, Pedro Daltro. Desde 2017, a companhia criou um marketplace para cada um dos seis shoppings. Hoje são 300 lojistas que participam do shopping virtual. A meta é chegar a 500 neste ano.

Vizinhança

Com o avanço do comércio online, Daltro afirma que o shoppings, por estarem próximos dos consumidores, acabaram assumindo mais uma função: a de minicentros de distribuição. "Não podemos viver do varejo como se vivia antigamente", diz.

Hoje, as compras feitas no marketplace dos shoppings da CCP são retiradas pelo consumidor no shopping e isso pode gerar novas compras por impulso. Até agora, os shoppings virtuais agregaram, em média, 5% às vendas dos shoppings físicos da companhia. O plano para este ano é iniciar o sistema de entrega em domicílio, no prazo de meia hora para pedidos feitos por clientes que estão a cinco quilômetros dos shoppings.

Procurado, o Shopping Iguatemi, o primeiro do Brasil, informa que pretende lançar o seu marketplace até meados do ano. O shopping virtual vai atender ao País inteiro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Reino Unido pretende responsabilizar individualmente executivos de redes sociais pelo conteúdo nocivo publicado nas mesmas e fechar as plataformas infratoras no âmbito de um plano de ação governamental único no mundo publicado nesta segunda-feira.

As propostas, compiladas em um Livro Branco há muito adiado que suscitou grandes expectativas, lançam as bases para uma legislação que pode ser aprovada nos próximos meses.

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Elas foram desenvolvidas depois de consultas a magnatas das mídias sociais, como o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, e enfrentaram pouca resistência de outras plataformas que também foram culpadas por permitir a propagação de mensagens de ódio e assédio.

Mas algumas delas despertaram a preocupação de defensores da liberdade de expressão.

O plano, que inclui a criação de um órgão regulador independente, visa abordar diretamente todos os tipos de conteúdo perigoso, desde a incitação à violência ou suicídio até a disseminação de informações falsas.

"O que estamos propondo hoje é que as empresas que publicam conteúdo gerado por usuários assumam maior responsabilidade para garantir a segurança de seus usuários", disse à BBC o ministro de Cultura e Meios de Comunicação, Jeremy Wright.

"São propostas pioneiras no mundo. Ninguém fez isso antes no mundo", acrescentou.

O tema ficou urgente após o fracasso do Facebook em impedir a transmissão ao vivo do ataque perpetrado em 15 de março por um supremacista branco em duas mesquitas da Nova Zelândia, que deixou 50 mortos.

A primeira-ministra britânica Theresa May alertou as empresas de tecnologia que "elas não fizeram o suficiente" para proteger os usuários e que o governo deles estava disposto a agir.

"Por muito tempo, essas empresas não fizeram o suficiente para proteger usuários, especialmente crianças e jovens, de conteúdo perigoso", disse ela em um comunicado.

"É hora de fazer as coisas de maneira diferente, as empresas devem começar a assumir as responsabilidades de suas plataformas e ajudar a restaurar a confiança do público nessa tecnologia", acrescentou.

Estudantes brasileiros que tiverem interesse em assinar o YouTube Premium, serviço de assinatura do canal da plataforma de vídeos, terão direito a plano com desconto especial. Desde a última sexta-feira (5), o serviço passou a incluir a “assinatura de estudante”, que custa quase metade do valor disponível para quem não está mais em sala de aula.

O valor da assinatura vai de R$ 20,90, o pacote individual, para R$ 12,50, no estudantil, mantendo todos os benefícios do pacote mais caro. A plataforma promete funcionar sem anúncios, com modo off-line e trazer séries exclusivas e streaming de música. Além disso, será possível testar o serviço durante 30 dias de forma gratuita.

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Esse modelo de pacote também está disponível para outros países como Estados Unidos, Canadá, Japão, México, Reino Unido e da Nova Zelândia, Rússia e Austrália. A solicitação do serviço para estudantes será dada para aqueles que tiveram aulas em tempo integral, em universidades credenciadas. A qualificação será analisada por um serviço de verificação. É preciso que o nome da instituição apareça no momento do cadastro.

Após o preenchimento dos dados também é necessário fornecer um documento de comprovação como histórico escolar ou certificado de matrícula. Se for aprovada, o YouTube liberará a assinatura por até quatro anos. Porém, é preciso atualizar os dados anualmente

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Quem precisa criar um perfil comercial no Whatsapp, mas ainda não tinha feito pela falta de compatibilidade com os telefones da Apple, pode comemorar. A empresa divulgou que o WhatsApp Business chegou ao iOS. O comunicado foi feito nesta quinta-feira (4), e a ferramenta já pode ser baixada em diversos países, incluindo o Brasil.

A versão para empresas, assim  como a pessoal, é gratuito e foi pensado para atender a pequenas empresas. um dos objetivos principais do aplicativo é oferecer suporte e  enviar notificações importantes aos clientes.

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Nessa versão também é possível criar bots que fornecem respostas automáticas básicas caso o usuário não possa responder no momento. Além do Brasil os países que já podem utilizar a ferramenta são Alemanha, Indonésia, Índia, México, Reino Unido e EUA.

Moradores da Ilha de Fernando de Noronha, que utilizam serviços da TIM Brasil, estavam sem conseguir realizar ligações ou acessar a internet desde o último domingo (31). A empresa afirmou que o problema foi solucionado no final da noite de quarta-feira (3), mas alguns nativos continuam reclamando de problemas no sinal.

“Para mim o sinal não voltou. Ele já vinha muito precário, hora funcionava, hora não, principalmente a parte de dados de internet desde sábado”, conta o comerciante João Melo que é dono de uma pousada e de um restaurante no arquipélago. “Atrapalha muito, principalmente porque eu tenho um delivery. Imagina um serviço desses funcionar sem comunicação.Tanto de telefonia quanto de internet. Não tem nem como a gente precisar a ordem do prejuízo”, desabafa.

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De acordo com a operadora o problema foi provocado pela queima de um equipamento causando falha de energia. Técnicos foram chamados para resolver o problema na terça-feira. Apesar das reclamações, também há relatos de nativos que estão conseguindo se comunicar.

A conta do Instagram criada pelo casal real, príncipe Harry e Meghan Markle conseguiu quebrar o recorde do tempo mais rápido para ganhar um milhão de seguidores. Chamada de sussexroyal, a conta alcançou 1 milhão de seguidores em 5 horas e 45 minutos.

Criada no dia 2 de abril, o perfil já possui duas fotos. Na primeira foto publicada, a legenda apresenta a conta e fala que vai ser dedicada a relatar o trabalho do casal, causas que eles apoiam, anúncios importantes e agradecem o apoio do público.

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Em maio de 2018, antes do casamento, Megan excluiu todas as suas contas de redes sociais. A sussexroyal é a primeira conta feita pela Duquesa de Sussex desde que ingressou na família real. A conta já possui cerca de 2,9 milhões de seguidores.

A última pessoa que tinha batido esse recorde foi o cantor de K-pop Kang Daniel, que alcançou 1 milhão de seguidores em 11 horas e 36 minutos. Antes dele, o Papa Francisco tinha quebrado o recorde em 12 horas, depois de estrear seu canal de mídia Francisco – Vaticano.

 

Por Márcio Santos

A Coreia do Sul será, na sexta-feira (3), o primeiro país a propor, para todo território nacional, redes 5G e celulares compatíveis, dando um grande passo na corrida tecnológica mundial para revolucionar as comunicações.

A quinta geração de redes móveis deverá permitir estar conectado por toda parte o tempo todo, tornando possível o funcionamento dos veículos autônomos, serviços médicos a distância, ou de cidades inteligentes.

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A tecnologia 5G é um dos terrenos da guerra de influência entre China e Estados Unidos. Washington tenta convencer seus aliados a não confiar a implantação da 5G à empresa chinesa Huawei. A companhia é acusada de espionar países ocidentais para Pequim.

A Coreia do Sul, um país hiperconectado, é o primeiro a dar acesso 5G a todos os seus habitantes por meio de três operadoras: KT, SK Telecom e LG UPlus.

KT e SK Telecom disseram à AFP que não usaram tecnologia Huawei, mas o grupo chinês é fornecedor de infraestruturas para a rede da LG UPlus, afirmou a empresa.

O governo de Seul fez da rede 5G uma prioridade para estimular sua economia.

Esta nova tecnologia proporciona uma velocidade de conexão à Internet 20 vezes superior à 4G, o que permitirá, por exemplo, baixar um filme em menos de um segundo.

Segundo a operadora KT, a 5G "poderá conectar um milhão de aparelhos simultaneamente em um quilômetro quadrado".

- China na linha de frente -

Após as redes 3G e 4G, a 5G é um novo marco no nível de conectividade, em particular para os objetos. Uma das inovações mais esperadas são os carros sem motorista.

Segundo a organização Global System for Mobile Communications, a 5G pode gerar 565 bilhões de dólares de receita para a economia mundial em 2034.

A extensão das aplicações práticas desta nova tecnologia também explica que já tenha se tornado uma fonte de contenciosos e rivalidade entre Estados Unidos e China.

Washington lançou uma grande ofensiva para convencer seus aliados - sobretudo, europeus - a excluírem a adoção da tecnologia 5G da Huawei. O governo americano a considera uma ameaça por causa de seu fundador, Ren Zhengfei, de 74 anos, ex-engenheiro do Exército chinês.

A Huawei é considerada mais eficaz do que seus concorrentes. Segundo a consultoria IPlytics, registrou 1.529 patentes.

Seu equipamento está sendo acusado, porém, de permitir ao governo chinês espionar as comunicações dos países que o usarem. As leis chinesas obrigam os grupos, cuja sede esteja na China, a ajudar tecnicamente os serviços de Inteligência.

Somando os da Huawei e de outras entidades chinesas, o país reivindica um total de 3.400 patentes 5G, mais de um terço do total mundial.

A Coreia do Sul aparece em segundo em número de patentes, com um total de 2.051. As empresas americanas vão atrás, com 1.368.

Na sexta-feira, a Samsung Electronics porá à venda seu telefone Galaxy S10 5G, o primeiro no mundo a funcionar com esta tecnologia. A concorrente LG lançará o V50s duas semanas depois.

O vice-presidente da KT, Lee Pil-jae, prevê que mais de três milhões de sul-coreanos usarão a 5G até o fim do ano.

Nenhuma rede no mundo oferece hoje acesso nacional com 5G.

Em algumas cidades americanas, existem pontos de acesso que permitem experimentar a vitalidade desta nova tecnologia, mas apenas em wi-fi.

A companhia do Catar Ooredoo oferece 5G em Doha e seus arredores, mas não tem os telefones para utilizá-la.

A americana Verizon implantará a rede 5G para seu celulares em Chicago e Minneapolis na próxima semana e, depois, fará o mesmo em outras 30 cidades.

O Japão prevê a instalação limitada este ano antes da oferta de um serviço total previsto para os Jogos Olímpicos de 2020.

Se você cansou de ser jogado em grupos aleatórios do WhatsApp, em que conhecia no máximo uma pessoa, aí vai uma boa notícia. O serviço de mensagens atualizou, nesta quarta-feira (3), uma nova função que permite ao usuário escolher quem poderá adicioná-lo nos chats coletivos.

Na prática, caso o administrador do grupo tente adicionar uma pessoa que não tenha dado autorização para tal, o aplicativo exibirá uma mensagem de que é preciso enviar um convite de forma particular.

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A funcionalidade está disponível na atualização mais recente do mensageiro e para ativá-la é necessário acessar Conta, Privacidade e, em seguida, Grupos. Dessa forma, você escolhe quem poderá adicioná-lo automaticamente em conversas: todos, apenas contatos ou ninguém.

De acordo com o blog oficial do aplicativo “'Ninguém' significa que você terá que aprovar a entrada em cada grupo para o qual você foi convidado, e 'Meus contatos', significa que somente usuários da sua lista de contatos poderão adicionar você a um grupo”. A nova ferramenta será liberada aos poucos, para todas as plataformas, nos próximos dias.

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