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Quem acredita ao menos um pouco em signos do zodíaco sabe que, quando se fala de geminianos, dificilmente um adjetivo bom entrará na mesma frase em que eles se fazem presentes. Tidos como os personagens mais odiados da astrologia, por conta de sua personalidade dual e eclética, os nascidos sob o sol de gêmeos são frequentemente citados como fofoqueiros, inconstantes e pouco confiáveis. Apesar disso, uma pesquisa feita pelo aplicativo de paquera Happn mostrou que, apesar de mal falados, os geminianos estão entre os maiores interesses dos solteiros que usam a ferramenta.

‘Deus me livre, porém, quem me dera’

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O aplicativo fez uma análise de quais signos dão mais ‘Crush’ na plataforma, ou seja, quais estão presentes na maioria das combinações. Para surpresa total de quem só continua a conversa depois de saber o mapa astral do interessado, geminianos são a maioria dos matchs, seguidos por capricornianos e arianos - empatados no segundo lugar. 

O Top 10 das combinações mais frequentes no happn:

Capricórnio e Gêmeos

Áries e Gêmeos

Áries e Capricórnio

Gêmeos e Virgem

Gêmeos e Touro

Câncer e Gêmeos

Capricórnio e Virgem

Áries e Virgem

Áries e Touro

Capricórnio e Touro

Além disso, a pesquisa também mostra que estes signos se dão bem com todos os outros - ao menos no campo da paquera - estando entre aqueles que mais combinam com uma variedade de personalidades. Provavelmente, resultado da boa lábia dos nativos deste signo.

Se você usa o WhatsApp ou Instagram deve ter reparado que, desde a semana passada, ao abrir algum dos aplicativo, a mensagem “From Facebook” aparece em uma tela inicial. A mensagem acabou causando estranhamento a alguns usuários que não sabiam que tanto o mensageiro, quanto a rede social de compartilhamento de fotos pertencem a Mark Zuckerberg, criador do Facebook.

Em novembro, um comunicado à imprensa feito pela empresa, informou que haveria uma mudança na forma como os aplicativos pertencentes ao Facebook seriam identificados. Porém, a novidade não é tão nova assim. A versão beta do WhatsApp - por exemplo - já apresentava, desde agosto, o nome na Play Store e na App Store "WhatsApp do Facebook". Mas só agora a mudança atingiu todos os usuários das plataformas.

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O Facebook comprou o WhatsApp?

Se você foi uma das pessoas que fez essa pergunta ao Google nos últimos dias, saiba que a resposta é sim. O WhatsApp passou a fazer parte do Facebook em 2014 e o Instagram em 2012 e a adição do “From Facebook” é justamente para marcar essa adição. De acordo com a empresa de Zuckerberg, os nomes passaram a figurar na tela inicial e nas configurações para deixar mais claro quais produtos pertencem a marca. 

“As pessoas devem saber quais empresas fabricam os produtos que usam. Nossos principais serviços incluem o aplicativo do Facebook, Messenger, Instagram, WhatsApp, Oculus, Workplace, Portal e Calibra. Esses aplicativos e tecnologias compartilham infraestrutura há anos e as equipes por trás deles frequentemente trabalham juntas”, diz o comunicado enviado pela empresa.

O Google divulgou, na última terça-feira (3), a lista dos melhores aplicativos, filmes e jogos de 2019, disponíveis na Play Store. A seleção foi feita pelos especialistas da companhia e também trouxe alguns apps por votação popular. Entre as categorias divulgadas estão os mais queridos para o dia a dia, Melhores apps para crescimento pessoal, e muitos outros. Confira a lista completa:

Melhor app pelo Google: 

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Cíngulo: Terapia Guiada

Com uma abordagem inovadora de terapia guiada, o Cíngulo é resultado de mais de 15 anos de pesquisa científica e conhecimento clínico sobre a mente humana, aproveitando as melhores abordagens da psicologia moderna e de metodologias de desenvolvimento pessoal. Criado pelos brasileiros Diogo Lara e Gustavo Ottoni, o app visa melhorar a qualidade de vida e ansiedade de quem o usa.

Voto popular: 

Dollify

O app que virou febre entre os brasileiros ajuda a fazer um avatar de “boneco fofinho” parecido com quem você quiser. É bem possível que você tenha visto dezenas de amigos postando fotos de bonequinhos renderizados parecidos com eles. O Dollify foi um dos aplicativos mais baixados no mundo e a gente até ensinou como criar o seu próprio avatar na ferramenta.

Melhores app para o dia a dia: 

Boosted

Aplicativo ajuda a melhorar a produtividade no dia a dia.

Endel

Cria paisagens sonoras personalizadas para dar à mente e ao corpo o que é necessário para alcançar a imersão total em qualquer tarefa.

inDriver

Aplicativo de mobilidade internacional em que os próprios passageiros oferecem o preço da viagem. Também permite escolher qual motorista vai aceitar a sua corrida baseado no perfil do condutor.

Mobills

Aplicativo feito por brasileiros para ajudar a controlar suas finanças pessoais.

Squid

Você recebe as notícias nas quais está realmente interessado. Leia seus tópicos favoritos de jornais, revistas e blogs diretamente em um feed de notícias personalizado.

Melhores apps para crescimento pessoal

Calm

Aplicativo para meditar e dormir. Ele traz meditações guiadas, histórias para dormir, programas de respiração e músicas relaxantes.

Cíngulo: terapia guiada

Scripts por drops

App para aprender novos idiomas como caracteres chineses, alfabeto coreano ou o sistema de escrita japonês com ilustrações minimalistas e mini jogos de ritmo elevado.

Sleep town

 Se você tiver problemas para colocar o telefone na hora de dormir, ou se sofrer de insônia e quiser obter um horário de sono regular e saudável.

Yoga para iniciantes

É um aplicativo totalmente gratuito criado para apresentar iniciantes à prática de yoga.

Tesouros escondidos:

Appito

Organize suas partidas de futebol ou encontre jogos para participar seja society, futsal, futebol de campo, futevôlei.

Big Bang AR

Junte-se a Tilda Swinton e os cientistas do CERN em uma jornada épica interativa através do nascimento e evolução do universo - em realidade mista. Volte no tempo 13,8 bilhões de anos e descubra como o espaço, o tempo e o universo visível vieram a existir.

Buser: viaje de ônibus

Ao invés de comprar passagens individuais na rodoviária, o app permite que viajantes encontrem pessoas interessadas em fazer uma mesma viagem numa mesma data. Juntas, elas poderão fretar um ônibus executivo para levá-las.

Morphin

O Morphin permite que você se infiltre em seus GIFs favoritos e roube os holofotes. Ele usa tecnologia CGI para recriar completamente sua imagem.

Vem CA 

O aplicativo permite ao usuário saber quais eventos e locais possuem acessibilidade. Peça de teatro com língua de sinais, filme com audiodescrição, museu com rampa de acesso e até feira de gastronomia com gratuidade. As atividades são inseridas no app por quem as produz. 

Apps mais divertidos

21 Buttons: rede social de moda

Ablo

Concept

Enlight pixaloop

Editor de vídeo: efeito Glitch

Se você acessou alguma rede social nesta quinta-feira (5), com certeza deve ter visto seus contatos compartilhando suas preferências musicais ouvidas no Spotify. A plataforma de streaming liberou uma retrospectiva para que seus usuários possam conferir exatamente quais foram as músicas e os artistas mais ouvidos por eles, em 2019. Se você quer saber exatamente o que passou pelos seus ouvidos durante esse período, confira o nosso passo a passo:

Primeiro é preciso acessar sua conta do Spotify pelo aplicativo ou pelo site Wrapped 2019;

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No caso do app, a opção para a retrospectiva estará logo na página inicial. 

Em ambas as plataformas basta logar com sua conta do spotify e dar o play. No celular ela será apresentada em formato de storys, que poderão ser compartilhados nas redes sociais como Instagram, Facebook e Twitter.

A ferramenta também aproveita para mostrar o que mais foi ouvido pelos usuários na última década, contando a partir do momento em que começaram a usar o spotify.

Mas e o Deezer?

No Twitter muita gente reclamou que - por fazer parte do Deezer - não poderia usar a retrospectiva musical. Acontece que, assim como o streaming rival, a plataforma de compartilhamento de músicas também tem a sua própria linha do tempo. Na página inicial do app, na aba de Novidades, há um link para o My Deezer Year, que vem com a mesma proposta do Spotify, basta clicar.

O Instagram anunciou, nesta sexta-feira, que pedirá aos novos usuários que confirmem que têm ao menos 13 anos para poder se unir à rede social, propriedade do gigante Facebook.

Essa decisão permitirá ao Instagram acatar uma lei americana e suas próprias políticas, que exigem que qualquer usuário tenha no mínimo essa idade.

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"Perguntar por essa informação ajudará a evitar que pessoas sem a idade necessária se juntem ao Instagram, ajudando-nos a manter os jovens em segurança", informou a empresa em seu blog.

A companhia indicou que a informação sobre a idade não estará disponível para os demais usuários.

Ainda não se sabe como a empresa pretende evitar que os jovens usuários deem uma informação falsa sobre sua idade ao se registrar.

O anúncio chega um dia depois de que o meio especializado TechCrunch escreveu um artigo no qual afirmou que o Instagram não havia seguido o exemplo da maioria das redes sociais, que pedem que seus novos usuários indiquem sua idade.

Segundo esse veículo, o Instagram podia estar descumprindo a lei americana de proteção da privacidade das crianças na Internet.

Após descobrir que a filha havia ajudado rapazes a entrar de penetra em uma festa, no Texas, Estados Unidos, Larry Sumpter decidiu puni-la de um modo inusitado. O pai assumiu o Instagram da garota de 15 anos, fez publicações irreverentes e fez tanto sucesso que conseguiu mais que duplicar o número de seguidores.

Madellyn ainda teve a oportunidade de escolher seu castigo. Entre ficar sem o celular por um mês ou permitir que os pais controlassem suas redes sociais, ela escolheu a segunda opção. Porém, também acabou sendo surpreendida pelas fotos e vídeos constrangedores postados pelo pai.

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Em poucos dias, Larry mais que dobrou o número de likes. Antes, a conta de Madellyn possuía 2.500 seguidores; após a 'coordenação' do pai, a rede social atingiu 5.723.   

Larry conquistou o público vestido com top, botas e shortinho dançando country com um amigo. Após o sucesso, os seguidores da filha querem que ele faça sua própria conta para prosseguir com o conteúdo bem-humorado.

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A companhia telefônica T-Mobile anunciou nesta segunda-feira (2) ter se tornado a pioneira no lançamento de serviços 5G wireless nos Estados Unidos, embora sejam mais lentos do que alguns esperavam para a nova geração de conectividade.

"O lançamento de hoje catapulta imediatamente a T-Mobile à posição de liderança como a maior rede 5G do país", expressou a companhia em um comunicado.

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A T-Mobile, terceira operadora dos Estados Unidos, informou que sua rede 5G atende 200 milhões de pessoas e "atravessa paredes", superando o lançamento limitado do 5G das concorrentes maiores, Verizon e AT&T, no começo deste ano.

A empresa acrescentou que vai melhorar e ampliar sua rede 5G se concluir uma fusão planejada com a rival Sprint, um acordo aprovado por reguladores americanos, mas que enfrenta um desafio judicial de vários estados do país.

O sistema T-Mobile opera em uma banda baixa que oferece velocidades mais rápidas do que as atuais redes 4G, mas abaixo do máximo prometido para o 5G, embora a empresa o tenha denominado de "5G real, baseado em padrões".

"Construímos uma [rede] 5G que funciona para mais pessoas em mais lugares e este é apenas o começo", destacou Neville Ray, presidente de tecnologia da companhia.

No âmbito da luta pelo uso da tecnologia 5G, as autoridades americanas proibiram o uso de equipamentos da Huawei, principal fabricante de infraestruturas de comunicações com sede na China, devido à preocupação de que sua rede possa apresentar riscos de segurança nacional, o que a companhia nega.

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), entidade responsável pela governança da internet no País, publicou na quinta-feira (28) uma carta em defesa do artigo 19 do Marco Civil da Internet, que define as responsabilidades de conteúdos de terceiros na internet. O artigo deve ter a sua constitucionalidade julgada pelo Supremo Tribunal Federal em 2020, na discussão sobre dois casos envolvendo remoção de conteúdo na internet - um envolve o Orkut e é anterior ao Marco Civil; outro diz respeito ao Facebook e é posterior à promulgação da lei. Segundo especialistas, a anulação do artigo pode iniciar a uma onda de censura na internet do País.

O artigo 19 foi um dos principais pontos de discussão durante a criação da lei que rege a internet brasileira. Ele determina que empresas que atuam na internet, como provedores, redes sociais, veículos de imprensa, blogs, sites de comércio eletrônico, plataformas de streaming e outras empresas online, só sejam obrigados a remover conteúdos após uma decisão judicial. É esse mecanismo, por exemplo, que impede que políticos determinem a remoção imediata de posts no Facebook que consideram problemáticos para a sua imagem.

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Parte do documento diz que o CGI "reconhece a importância do disposto no art. 19 do Marco Civil da Internet para a preservação da liberdade de expressão, para a vedação à censura e para a garantia do respeito aos direitos humanos".

O temor entre diferentes setores da sociedade é de que a derrubada do artigo 19 provoque uma onda de censura na internet brasileira. Sem o dispositivo de proteção, as empresas adotariam uma postura mais cautelosa e removeriam qualquer tipo de material sob a ameaça de serem multadas.

"Corremos o risco de substituir uma regra amplamente debatida no Congresso por uma ausência de regras num cenário de menor discussão", explica Francisco Brito Cruz, diretor do centro de pesquisa em direito e tecnologia InternetLab.

Na quarta, organizações acadêmicas e da sociedade civil especializadas em direito digital, como o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS-Rio), já publicaram uma carta em defesa do o artigo.

Quando pedidos de remoção terminam na Justiça, sua taxa de sucesso é baixa, o que significa que os tribunais reconhecem a legitimidade da maioria dos conteúdos. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que o número de remoções de uma das empresas envolvidas no caso é baixo - quase metade das decisões é pela manutenção do conteúdo.

Impacto de 'fake news'

O debate sobre o artigo 19 ganhou uma nova camada graças à discussão sobre "fake news" que tomou Brasília neste ano.

Em setembro, o presidente e relator do caso do Facebook no STF, Dias Toffoli, disse em um seminário promovido pela Câmara dos Deputados: "O julgamento tem o objetivo de analisar se é obrigatória a ida à Justiça para que seja removido um conteúdo falso ou se as plataformas, a partir da denúncia do próprio ofendido ou de um usuário, que demonstre que ele é manifestamente inverídico, seja obrigada a retirá-lo sob pena de, não o fazendo, depois, aí, sim, junto com a Justiça, arcar com as penas adequadas".

"O tema ‘fake news’ está afetando bastante esse julgamento", diz Carlos Affonso de Souza, diretor do ITS-Rio e um dos principais responsáveis pela criação do artigo 19 (leia entrevista ao lado).

Startups

Além do receio em relação à censura na internet brasileira, outros setores se preocupam com o impacto sobre pequenas empresas e startups. Como muitos modelos de negócios se escoram em conteúdo de terceiros, o temor é de isso iniba novas empresas. "Há o risco de muitas startups não prosperarem nesse cenário", diz Ana Paula Varize Silveira, advogada da ABStartups.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Facebook deixou de funcionar nesta quinta-feira (28) por um problema de software, o que impediu os usuários de acessar a rede social e outros de seus aplicativos, como o Instagram.

"Na primeira hora de hoje, um problema em nossos sistemas de software central levou muitas pessoas a terem problemas para acessar os aplicativos da família do Facebook", disse um porta-voz da companhia.

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"Investigamos rapidamente, começamos a restabelecer o acesso e agora estamos controlando para uma recuperação completa", acrescentou.

Muitos usuários ironicamente foram ao Twitter para comentar o ocorrido.

O Downdetector, que monitora quedas de serviços na internet, disse que os usuários das plataformas do Facebook começaram a ter problemas às 13H45 GMT (10H45 de Brasília).

O Instagram está apresentando instabilidade na manhã desta quinta-feira (28) no Brasil e no mundo. O relato de alguns usuários dá conta de dificuldade para abrir fotos no feed assim como alguns stories. O assunto está entre os mais comentados no Twitter.

O problema tem atingido de forma mais contundente a região da Europa e Estados Unidos, mas no Brasil também existem várias reclamações confirmando a instabilidade. "Insta fora do ar logo quando posto uma foto no feed, só acontece comigo", publicou um usuário no Twitter.

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Apesar das reclamações o problema não atingiu a todos. Algumas pessoas relataram que estão conseguindo utilizar a rede social normalmente mesmo com a instabilidade.

No site Downdetector, que avalia o funcionamento de redes sociais no mundo, os Estados mais afetados no Brasil foram São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pernambuco. Na Europa, a Inglaterra e a Holanda aparecem como países que foram mais atingidos pela queda.

Os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro são os que mais estão sofrendo com a instabilidade. Foto: Reprodução/Downdetector

Um novo golpe aplicado através do WhatsApp tem feito vítimas por todo o país. Os criminosos usam informações encontradas em plataformas como o OLX e o Mercado Livre para clonar o WhatsApp do usuário e tentar pedir dinheiro para familiares e amigos da vítima, se passando por ela. 

Munidos das informações coletadas em plataformas de compra e venda, os criminosos entram em contato com a vítima informando que é necessário enviar um código de confirmação que chegará por SMS. Esse código é, na verdade, um autenticador de duas etapas do WhatsApp do usuário, que é a última informação necessária para que o golpista consiga clonar a conta. 

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Em seguida, os criminosos enviam mensagens para amigos e familiares, se passando pela vítima, pedindo quantias em dinheiro. Segundo especialistas da agência especializada em mídias sociais, MF Press Global, é preciso estar atento para não cair no golpe. É importante deixar a verificação em duas etapas do aplicativo sempre ativada e ficar atento ao receber e-mails de serviços que deixam dados de contato expostos publicamente. 

Um grupo de 80 organizações, lideradas pelo criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, divulgou proposta de novo contrato para a internet, com o objetivo de servir como guia para a formulação de medidas e políticas públicas relacionadas ao ambiente online. Governos, empresas e entidades da sociedade civil são convidadas a endossar o documento, disponível em um site específico.

A iniciativa surge em meio a críticas acerca de malefícios associados ao mundo virtual, da difusão de notícias falsas e discurso de ódio ao abuso no tratamento dos dados e falta de segurança, com vazamentos e crimes cibernético. O propósito é que a internet seja acessível aos cidadãos e possa voltar a ser um espaço seguro para seus usuários.

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O documento é formado por um conjunto de princípios, materializados em metas a serem assumidas pelos diversos agentes. Para os governos, um dos compromissos é garantir que todos possam se conectar à internet. Entre as metas estão conectividade a 90% da população até 2030, assegurar que pacotes de 1 giga não custem mais de 2% da renda média em 2025 e 70% dos jovens com habilidades de lidar com tecnologias digitais até 2025.

Os autores sugerem políticas públicas de incentivo fiscal para estimular investimentos, compartilhamento de infraestrutura e medidas de acesso aberto nas grandes redes de atacado, além de autoridades regulatórias com poder para promover essas ações. Essas estratégias devem ser estruturadas em torno de planos nacionais de banda larga voltados a atender parcelas excluídas da população.

Direitos

Também dirigido aos governos está o princípio de respeito à privacidade e a direitos relacionados aos dados dos usuários. A concretização passa por leis disciplinando a coleta e o tratamento de dados, assegurando como base a obtenção do consentimento livre, informado, específico e não ambíguo. Tais normas devem trazer os direitos aos titulares de acessar suas informações, opor-se a um tratamento ou a uma decisão automatizada, corrigir registros e fazer a portabilidade para outros controladores.

A promoção desses direitos envolve também limitar o acesso a dados de pessoas por autoridades ao que é necessário e proporcional ao objetivo, ancoradas em leis claras, vinculadas a ações motivadas pelo interesse público e sujeitas à análise do Judiciário. O texto recomenda que os próprios órgãos públicos diminuam a coleta de dados dos cidadãos e fiscalizem essa prática pelas empresas, de modo a verificar se ela corresponde à legislação e é feita de forma transparente.

Inclusão

Para as empresas, o contrato inclui princípios como ofertar internet acessível, que não exclua ninguém de seu uso e construção. Esse compromisso está ligado à presença de serviços e ferramentas que atendam à diversidade da população, especialmente aos grupos mais marginalizados. É o caso da disponibilidade de recursos em diversas linguagens, inclusive de minorias étnicas.

Uma internet inclusiva envolve também um serviço com continuidade, o fomento a redes comunitárias, a proteção do princípio da neutralidade de rede (o tratamento não discriminatório dos pacotes que trafegam) e a preservação de velocidades equivalentes de download e upload, de modo que os usuários possam ser não somente consumidores mas produtores de informação.

Outro compromisso proposto às empresas é o de desenvolver tecnologias que promovam o bem-estar e combatam abusos, de modo a potencializar a web como bem público e colocar as pessoas no centro. Essas companhias devem considerar e serem acompanhadas sobre como suas inovações geram riscos e impactos ao meio ambiente ou promovem direitos humanos, equidade de gênero e os objetivos de desenvolvimento das Nações Unidas.

A efetivação da prática envolve, segundo os autores do contrato, a consideração da diversidade da sociedade por meio da criação de canais de escuta aos públicos usuários e atingidos por essas tecnologias. A representação de grupos diversos deve estar também na composição da força de trabalho empregada na produção desses equipamentos.

Cidadãos

Para os cidadãos, o contrato convoca à participação na web como criadores e colaboradores, construindo comunidades fortes e comprometidas com o respeito à dignidade humana, e não utilizando as tecnologias digitais para práticas nocivas, como abuso, assédio ou difusão de informação íntima que viole a privacidade dos indivíduos.

O documento conclama os cidadãos a lutar por uma internet mais democrática e empoderadora. A mobilização passa pelo alerta por ameaças contra a internet e seu emprego como instrumento que provoque danos por parte de governos, empresas ou grupos privados. Os agentes do setor devem olhar para o futuro da internet como um bem público e um direito básico, conclui o texto.

 

O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta terça-feira (26), que o encontro com o CEO da Ericsson, Börje Ekholm, ocorrido nesta segunda-feira (25), tratou de investimentos da empresa e tecnologia 5G.

"Estão investindo no Brasil há muito tempo, então você tem que dar uma certa prioridade para eles. Mas nós vamos decidir a questão do 5G levando-se em conta questão técnica e econômica", afirmou Bolsonaro, emendando que a palavra final é do ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes.

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Por ora, a previsão é de que o governo realize o leilão do 5G no segundo semestre de 2020.

Na próxima semana, a cidade de Berlim, na Alemanha, será o palco do principal evento sobre Internet no mundo: o Fórum de Governança da Internet. O evento reúne autoridades governamentais, reguladores, pesquisadores, empresas do setor e ativistas para discutir a situação e os desafios do ambiente online em todo o planeta.

De segunda (25) a sexta-feira (29), programação inclui debates e atividades propostas por órgãos públicos, empresas e associações privadas da sociedade civil. Também serão promovidas reuniões de redes internacionais e regionais sobre diferentes assuntos relacionados ao tema.

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O foco é na chamada "governança da internet", processo para definir princípios, regras, padrões e coordenação do funcionamento da rede. Dado ao caráter mundial e à ausência de um órgão regulador central, os mecanismos complexos implicam na construção de parcerias e acordos entre os agentes do setor.

Multissetorial

Segundo o secretário-executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br), Hartmut Glaser, o encontro nasceu da compreensão de que é preciso envolver todos os atores, e não apenas os governos. Assim, o evento é multissetorial, abarcando Poder Público, empresas, pesquisadores e entidades defensoras de direitos digitais.

Glaser disse que o trabalho engloba a troca de conhecimentos e que não de decisões vinculantes relativas aos agentes. "O fórum não é uma reunião de decisão, mas de discussão. Procura-se colocar em contato pessoas com perfis diferentes, como advogados, técnicos, ativistas, governos e especialistas em assuntos. Não se fala a mesma linguagem, quando se fala da internet. Cada um entende de uma forma, e precisamos trabalhar com uma forma comum", disse o secretário-executivo, quer também vai participar do evento.

A integrante do Conselho Diretor do Coletivo Intervozes, Bia Barbosa, acrescentou que, ao contrário dos espaços multilaterais da Organização das Nações Unidas (ONU), que contam com a representação dos países, este não é um fórum deliberativo, o que reduz seu potencial de impacto. "Mas é no fóum que a comunidade internacional se encontra para debater desafios que estão na ordem do dia, do futuro da rede, desde conectar a parcela da população global, que segue sem acesso à internet, até preocupações advindas do avanço da inteligência artificial”, acrescentou.

Temáticas

O principal debate abordará o relatório da comissão da Organização das Nações Unidas, criada para apontar tecnologias voltadas para o desenvolvimento econômico e para a promoção de direitos humanos, o que foi chamado pelo entidade internacional de “cooperação digital”.

O emprego de inteligência artificial estará no centro das atenções, com foco em aspectos como governança de dados, princípios e diretrizes éticas no uso das aplicações e respeito à promoção de direitos humanos, para impedir discriminações e outras consequências prejudiciais.

O representante do CGI destaca, como objeto de atenção, o papel das plataformas digitais. “Google e Facebook estão usando todo o seu poderio para, cada vez que você usa a internet, acompanhar sua navegação, o que você está vendo, suas preferências e sua vida social. Tudo isso está criando um novo problema dentro da internet como um todo. É importante ter regras ou princípios de uso”, ressaltou Hartmut Glaser.

Participação brasileira

O Comitê Gestor promoverá uma série de debates no Fórum de Governança da Internet. Entre os temas, estão a proteção das crianças no ambiente online, a construção de sistemas de inteligência artificial centrados em pessoas, a transição dos endereços IP do modelo IPv4 para IPv6 e o papel dos algoritmos nos processos eleitorais.

De acordo com Bia Barbosa, diversas organizações da sociedade civil vão participar do encontro, apresentando reflexões sobre os desafios da internet, formulados sob a ótica brasileira e trocando experiências com entidades de outros países. Ela afirmou que esse intercâmbio vem contribuindo bastante para os debates, inclusive os que se traduziram em leis.

“É um espaço para se entrar em contato com autoridades, pesquisadores, empresários e ativistas de outros países e trocar experiências no desenvolvimento de políticas públicas para este setor. Muito do que o Brasil conseguiu implementar, enquanto política, por meio de leis como o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, por exemplo, foi debatido antes, em outros fóruns, pelas delegações brasileiras”, ressaltou.

A Anistia Internacional considera o modelo de negócios de gigantes da tecnologia, como Facebook e Google, uma ameaça para os direitos humanos. As conclusões da entidade, que focam no monitoramento de dados de cidadãos, foram publicados em um documento nesta quinta, 21.

"Apesar do valor real dos serviços que oferecem, as plataformas do Google e do Facebook têm um custo sistêmico. Os modelos de negócios dessas companhias baseados em monitoramento forçam as pessoas a fazerem uma barganha de Fausto, pela qual elas aproveitam online seus direitos humanos ao se submeterem a um sistema que implica em abusos desses direitos", diz parte do documento.

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"Primeiramente, é um ataque contra o direito a privacidade numa escala sem precedentes, e posteriormente um efeito cascata que oferece riscos a uma série de outros direitos, de liberdade de expressão e opinião a liberdade de pensamento e direito a não discriminação", continua. "Essa não é a internet que as pessoas esperavam", conclui o documento.

A Anistia Internacional pede por regulação governamental, e afirma que o modelo de autorregulação dessas empresas se esgotou. "O Google e o Facebook estabeleceram políticas e processos para responder aos seus impactos em privacidade e liberdade de expressão, mas, dado que seus planos de negócios baseados em monitoramento afetam a essência do direito à privacidade e colocam em sério risco outros direitos, as empresas não estão nem adotando uma postura holística, ou questionando se os seus modelos de negócios são compatíveis com responsabilidade de proteger os direitos humanos", diz o documento.

O Facebook não concorda com o documento. "Discordamos fundamentalmente do documento. Nosso modelo de negócios é como grupos como a Anistia Internacional, que tem anúncios no Facebook, alcança apoiadores, levanta fundos e avança a sua missão", disse um representante da companhia.

O Google emitiu um comunicado dizendo que a empresa está trabalhando para dar às pessoas mais controle sobre os seus dados. "Reconhecemos que as pessoas confiam a nós suas informações e temos responsabilidade de protegê-la. Nos últimos 18 meses, fizemos mudanças significativas e construímos ferramentas para dar às pessoas maior controle sobre suas informações".

Vários meios de comunicação franceses, incluindo a Agence France-Presse, denunciaram a Google perante a Autoridade da Concorrência, acusando o gigante da Internet de burlar direitos relacionados, um novo mecanismo europeu que visa garantir o pagamento de conteúdo digital.

A Aliança da Imprensa de Informação Geral e o Sindicato dos Editores da Imprensa de Revistas apresentaram a queixa na sexta-feira passada e na terça-feira a AFP fez o mesmo, informaram as três organizações na quarta-feira.

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No início de 2019, uma diretiva europeia criou direitos relacionados, uma disposição semelhante ao direito autoral, para o benefício da imprensa escrita.

O objetivo é que jornais e agências de notícias negociem uma remuneração com os gigantes digitais - que recebem a maior parte da receita de publicidade na Internet - pela reutilização de seu conteúdo.

A França é o primeiro país da UE a implementar a diretiva.

A Google, que praticamente exerce o monopólio como mecanismo de busca, rejeitou qualquer negociação e para se adaptar à lei impôs novas regras, aplicáveis desde meados de novembro.

Os sites de informações devem aceitar que o mecanismo use gratuitamente trechos de seu material em seus resultados de busca. Caso contrário, suas informações serão menos visíveis, com um título simples e um link, o que provavelmente fará com que o tráfego de suas páginas caia.

A mídia, que denuncia abuso de posição dominante, solicita medidas cautelares em suas queixas para que a lei seja aplicada.

O gigante americano rejeita os argumentos da mídia. "A Google ajuda os internautas a encontrar o conteúdo atual entre inúmeras fontes e os resultados sempre são baseados em relevância, e não em acordos comerciais", disse um porta-voz do grupo no final de outubro em comunicado à AFP.

As organizações de imprensa receberam o apoio de quase 1.500 profissionais da mídia, escritores, editores, diretores, músicos e advogados europeus, signatários de uma carta na qual pedem à UE para "fortalecer os textos para que a Google não possa mais se esquivar".

O presidente Emmanuel Macron também apoiou a imprensa no início de outubro, afirmando que uma empresa não pode "evitar" a lei na França.

Em 2005, a AFP denunciou a Google nos Estados Unidos e na França por violação das regras de proteção de direitos autorais, antes de chegar a um acordo.

A gigante do comércio digital Amazon criou um novo serviço gratuito de streaming de música para seus clientes, que inclui publicidade, mas não exige assinatura, disponível nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Alemanha.

A empresa de Jeff Bezos soma, assim, uma plataforma musical às opções já existentes para os assinantes que pagam pelo serviço Prime, onde não há anúncios, ou o serviço também pago Amazon Music Unlimited, que conta com um catálogo mais amplo.

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O streaming com publicidade da Amazon Music já estava disponível para usuários do Echo, o alto-falante inteligente da Amazon que funciona com a assistente virtual Alexa. Desde ontem, ele está acessível para dispositivos Apple, Android e Fire TV, bem como no site, informou a Apple em seu blog.

O faturamento com vendas online na Black Friday deve chegar a R$ 3,07 bilhões neste ano, alta de 18% em comparação com 2018, de acordo com pesquisa da Ebit/Nielsen. O levantamento afirma ainda que o número de pedidos deve crescer 15%, para 4,91 milhões, e o tíquete médio deve chegar a R$ 626, crescimento de 3%.

A pesquisa mostra que 44% dos entrevistados aproveitarão a Black Friday para garantir os presentes de Natal, índice 3 pontos porcentuais maior que o da pesquisa do ano passado. Outro indicador presente no levantamento é o da origem dos pedidos: nos primeiros 11 dias de novembro, 52,8% dos pedidos do e-commerce no País foram feitos através de dispositivos mobile, tanto via aplicativos quanto via navegadores.

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A Ebit/Nielsen também pesquisou as categorias de produto com as maiores intenções de compra na Black Friday: 41% dos consumidores pretendem comprar equipamentos eletrônicos, e 35% buscarão por eletrodomésticos. A categoria de celulares vem logo depois, sendo desejada por 28% dos clientes. Itens de informática têm 26% de intenção de compra. Cada consumidor pôde escolher mais de uma resposta à pergunta.

A pesquisa foi feita em setembro com consumidores que fizeram compras online em lojas conveniadas à Ebit/Nielsen, e que têm cadastro verificado com informações válidas.

A Black Friday em 2019 acontece no dia 29 de novembro.

O Facebook informou nesta quarta-feira (13) ter eliminado 5,4 bilhões de contas falsas de usuários em 2019, muitas apenas instantes depois de terem sido criadas.

Em seu relatório bianual sobre transparência, a companhia disse ter "melhorado sua capacidade de detectar e bloquear" a criação de contas "falsas ou abusivas" a ponto de frustrar milhões de tentativas todos os dias.

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Após vários escândalos sobre a gestão dos dados pessoais de seus usuários, a rede social multiplica os esforços por recuperar a confiança, sobretudo quando se aproximam as eleições presidenciais americanas, previstas para novembro de 2020.

A partir desta terça-feira (12) os usuários brasileiros do Instagram terão mais um recurso para se expressarem na rede social. Isso porque a empresa vai começar a testar no Brasil uma nova ferramenta de vídeos curtos com música. Chamada de Cenas, a funcionalidade permitirá que qualquer pessoa grave um filmete de até 15 segundos, fazendo uma coreografia ou uma interpretação dramática de uma canção. É a primeira vez que o Instagram, que pertence ao Facebook, começa o protótipo de uma função pelo Brasil.

Segundo a empresa, o recurso ainda está em fase de testes e não há previsão de lançamento global. De acordo com Robby Stein, diretor de produto global do Instagram, há vários motivos para a escolha - entre eles, estão a forte cultura musical local e o alto engajamento dos brasileiros na rede social. "Os criadores e os usuários que se comunicam com amigos no País utilizam muito as funções de música no Instagram", explicou o executivo, em entrevista exclusiva ao jornal O Estado de S. Paulo.

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A rede social não divulga o total de usuários que tem por aqui - no mundo, são mais de 1 bilhão de pessoas ativas mensalmente na plataforma. Na visão de Luiz Peres-Neto, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing, há uma boa promessa de que o Brasil se transforme em um espaço de testes para redes sociais cada vez mais ativo. "No que diz respeito a experimentar novas ideias na área cultural, o brasileiro é bastante aberto a fuçar e criar em cima (das possibilidades)", afirma o pesquisador. "Somos um grande laboratório de mídia a céu aberto", completa.

Distribuição

Será possível visualizar as Cenas em duas áreas diferentes do Instagram. Para quem quiser produzir os próprios vídeos, será necessário acessar os Stories, recurso popular de mensagens efêmeras da rede social. Introduzida em agosto de 2016, a ferramenta deixa vídeos e fotos no ar por até 24 horas e já contabiliza 500 milhões de usuários ativos todos os dias no mundo. Além disso, será possível assistir às Cenas mais populares dentro da aba Explorar, que busca mostrar às pessoas as principais criações de influenciadores e produtores de conteúdo na rede social.

Fazer um vídeo curto desses é fácil e não leva mais do que alguns cliques. Em demonstração assistida pelo Estado de S. Paulo, uma funcionária do Facebook não levou mais do que dois ou três minutos para criar um filme curto dançando Macarena, o hit latino dos anos 90. Mais do que apenas simular a clássica coreografia, porém, o vídeo também tinha efeitos de corte de cenas e até uma mudança de penteado, tudo feito em sincronia com a canção do grupo Los Del Rio.

A nova ferramenta vai utilizar os mesmos acordos de licenciamento que o Instagram já possuía com gravadoras e artistas para o Instagram Music - a funcionalidade, lançada no ano passado lá fora, permite que usuários incluam trechos de músicas e letras em suas publicações. Segundo Stein, a diversidade musical do Brasil, com gêneros como sertanejo e funk entre os mais populares, não é um problema para os testes. De acordo com o executivo, o novo recurso terá as mesmas regras de moderação de conteúdo para violência e sugestões sexuais que já vigoram no restante da plataforma.

Rivalidade

Com o lançamento das Cenas, o Instagram não só testa um recurso novo, mas também busca frear o avanço de aplicativos de vídeos curtos que buscam um lugar na tela inicial de aplicativos dos celulares dos brasileiros. Nas últimas semanas, programas chineses como o TikTok e o Kwai têm ganhado popularidade por aqui, prometendo algo bastante parecido com a nova ferramenta da empresa de Mark Zuckerberg: vídeos com música, edição esperta e compartilhamento rápido.

"Estamos de olho no surgimento de plataformas de vídeos com bastante foco em música", disse Stein ao Estado de S. Paulo, sem falar em nomes específicos. "Acreditamos, porém, que somos a única empresa a ter uma comunidade de criadores e usuários bem formada, bem como uma edição fácil de conteúdo."

Na visão de Peres-Neto, da ESPM, é difícil prever como será a resistência dos chineses perante o Facebook - em outras temporadas, desafiantes como o Snapchat acabaram tendo recursos imitados pela companhia e perderam lugar. "A vida de produtos como Facebook e Instagram se dilata porque são apps que têm alterações constantes."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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