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Um russo que havia entrado com um processo contra a Apple por danos morais, argumentando que um aplicativo do iPhone o tornou homossexual, retirou sua denúncia nesta quinta-feira (17) depois de uma primeira audiência em Moscou, a fim de preservar seu anonimato.

O autor da ação havia pedido uma indenização de cerca de US$ 15 mil por danos morais e psicológicos, depois de ter recebido uma criptomoeda chamada "GayCoin" por meio de um aplicativo do smartphone, no lugar dos bitcoins que havia comprado.

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Após uma primeira audiência realizada a portas fechadas e na qual o denunciante não esteve presente, a advogada anunciou que seu cliente retirava a denúncia em razão do interesse midiático.

"Concluímos que era necessário encerrar o caso, porque a próxima audiência seria pública e suas informações pessoais seriam divulgadas", afirmou a advogada à AFP.

Em sua denúncia, o homem explicava que fez o download de um aplicativo de criptomoedas na Apple Store e recebeu uma transferência de 69 "GayCoins" com uma mensagem que dizia "Não julgue antes de testar".

"Decidi testar as relações sexuais. Dois meses depois, iniciei uma relação íntima com uma pessoa de mesmo sexo e agora não consigo voltar atrás", explicou. "Tenho um namorado estável e não sei como explicar isso a meus pais. Minha vida mudou para pior e nunca mais voltará a ser normal", acrescentou.

Os representantes da Apple na Rússia ainda não responderam aos contatos da AFP. A Rússia se caracteriza pela homofobia e pelos frequentes ataques contra membros da comunidade LGTBIQ. Em 2013, foi aprovada uma lei contra "a propaganda gay".

Evento do Google sempre gera uma fagulha de esperança de ver novidades realmente empolgantes. Nesta terça-feira (15), acontece o ‘Made by Google’, a mostra anual de hardware da companhia que, muito provavelmente, trará novidades a respeito do Pixel 4, além de um novo Pixelbook, novos dispositivos Nest e muito mais. Para ajudar você a se preparar para o que vem por aí, confira nossas expectativas:

Pixel 4 e Pixel 4 XL

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Um dos anúncios mais esperados do evento é com certeza o lançamento dos novos telefones da linha Pixel. Em julho, a empresa deu um gostinho do que virá em seus novos aparelhos ao divulgar um vídeo promocional é possível ver o Pixel 4 executando comandos sem que fosse preciso tocar na tela. O recurso é chamado Soli, e permitirá ações como pular músicas e silenciar chamadas telefônicas.

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Além dos comandos por gestos rumores indicam que a empresa pode apresentar os aparelhos com compatibilidade para redes 5G e desbloqueio facial, feito para competir com o Face ID da Apple. O design traseiro do telefone também lembra um pouco o novo iPhone 11 da companhia da maçã

Por fim, a famosa câmera Pixel deve receber um upgrade com uma segunda lente de câmera, uma teleobjetiva de 16 megapixels e novos modos como o de astrofotografia para fotografar as estrelas, além de melhorias em fotos com movimento em modo retrato e em ambientes com pouca luz.

Pixelbook Go

Originalmente lançada em 2017, a linha de laptops do Google parece ter um futuro um tanto incerto. Tanto que não se sabe muito sobre a nova versão batizada de Pixelbook Go, apenas que ela deverá vir tela touchscreen de 13,3 polegadas, com resolução em Full HD ou 4K. Ele também deve vir em um rosa coral, com capa ondulada com porta USB-C.

Google Nest  e Nest WiFi

O Google também pode ter um sucessor do Google Home Mini, o Nest Mini. Rumores indicam que você poderá pendurá-lo na parede e que ele poderia 'sentir a presença' do usuário, mostrando o volume das músicas para não prejudicar a audição de quem esteja usando o dispositivo para ouvir música, por exemplo. Será?

Outro dispositivo que deve ser anunciado durante o evento são os novos roteadores Nest WIFI, que assim como o Eero da Amazon, aumenta o alcance de seus comandos de voz ao mesmo tempo em que estende o alcance do seu Wi-Fi.  Eles poderão entender solicitações sobre sua rede Wi-Fi Nest, para desligar a Internet de algum cômodo, por exemplo, e pode vir em três cores diferentes.

Google Assistente 

Durante o Google I/O deste ano, algumas novidades do assistente já haviam sido anunciadas como, por exemplo, uma maior velocidade do assistente ao executar multitarefas feitas por comando de voz, em diferentes aplicativos. No vídeo é possível o assistente funcionando sem precisar do comando "ok, Google".

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O novo aplicativo de mensagens do Instagram, Threads, parece estar conquistando os usuários do Android. O app, ficou entre os 10 mais baixados da plataforma e funciona como um chat exclusivo para a lista de Melhores Amigos dos usuários da ferramenta de compartilhamento de fotos.  É o Direct Message melhorado, em que é possível enviar fotos, videos, status e fazer stories tanto para grupos selecionados, quanto para indivíduos. Você pode aprender como usá-lo aqui.

Além do Threads, o aplicativo do Prime Video, da Amazon, também figurou entre os 10 mais, geralmente dominado pelas redes sociais. Em primeiro lugar, o Twitter é o app mais procurado pelos usuários Android, seguido do Nubank e o Itaú. Confira todos:

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Quando decidiu restringir o acesso do filho ao computador, Mariana (nome fictício) observou um comportamento diferente daquele que o adolescente costumava demonstrar. O garoto, então com 12 anos, se revoltava contra os pais quando era obrigado a ficar algumas horas sem usar a internet. Xingava, gritava e arremessava objetos. Parecia outra pessoa, segundo relato da própria mãe. "Ele tinha um ódio no olhar, ficava totalmente transtornado. Não era mais aquele menino doce e carinhoso", conta ela.

Mariana decidiu procurar ajuda. Passou a participar de um grupo de apoio a pais e parentes de jovens que fazem uso abusivo de tecnologias. Ao frequentar as sessões, coordenadas por profissionais do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq-HC/USP), percebeu que o que o filho tinha era um vício e conheceu outras famílias com o mesmo drama.

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O fenômeno, já notado por alguns pais, está sendo quantificado por uma pesquisa pioneira no Brasil. Levantamento da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) com mais de 2 mil adolescentes mostra que 25,3% são dependentes moderados ou graves de internet.

"Como a amostra pesquisada é grande, é um estudo representativo da realidade dos centros urbanizados brasileiros", ressalta Hermano Tavares, coordenador do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do IPq, que conta com um grupo de tratamento para dependência tecnológica.

O estudo foi feito com jovens de 15 a 19 anos de escolas públicas e privadas da região metropolitana de Vitória. Eles responderam a um questionário internacionalmente utilizado para verificar o vício digital, o Teste de Dependência de Internet (ou Internet Addiction Test, em sua versão original, em inglês).

Mais do que medir o tempo de uso das redes, a avaliação tem como objetivo verificar como acesso à internet impacta na rotina, emoções e relacionamentos dos usuários.

É esse impacto, segundo especialistas e pais de jovens, o principal indicador de quando o uso da internet torna-se problemático. No caso do filho de Mariana, hoje com 16 anos, o vício em jogos online trouxe, além de comportamento agressivo, queda de rendimento na escola, ansiedade e atitudes antissociais. "É triste abrir a porta do quarto do filho, saber que ele tem a oportunidade de frequentar tantos lugares e vê-lo só enfurnado em casa", diz.

Mais problemas

Outro reflexo da dependência tecnológica é a presença de transtornos mentais associados. Segundo George Nunes Bueno, pesquisador da Ufes e um dos responsáveis pelo estudo, a proporção de jovens com sintomas de ansiedade no grupo de dependentes tecnológicos é o dobro da verificada entre não dependentes (34%, ante 17%).

"O número de dependentes é maior entre os que dizem usar a internet para se divertir, passar tempo livre ou que considera a internet uma companhia", explica o especialista.

Razões

A solidão e a baixa autoestima são algumas das razões para o uso problemático da internet, principalmente entre os mais jovens. "A autoimagem é muito importante na adolescência e muitos encontram nas redes sociais a aprovação e a popularidade que não encontram fora da internet", diz Sheila Niskier, médica do adolescente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Para o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do grupo de dependências tecnológicas do IPq-HC, outra razão para o uso excessivo de internet entre jovens brasileiros é a enorme desigualdade sociocultural do País. "Perante a web, todos são iguais e têm oportunidades de cultura similares", afirma.

Ele afirma ainda que a violência urbana registrada nas cidades brasileiras faz com que os próprios pais prefiram que os filhos permaneçam em casa, no computador, a que façam atividades externas.

Para os especialistas, é importante que os pais saibam identificar o problema, impor limites e mudar hábitos dentro de casa. "O adolescente tem o pé no acelerador das emoções, é impulsivo. O controle tem de ser externo. Muitas vezes o uso da internet está preenchendo um vazio na família", afirma Sheila.

Depoimento:'Meu filho ficou irreconhecível. Até espumava'

Até os 14 anos, o Lucas (nome fictício) era bem tranquilo. Aos 15, começou a apresentar sinais de que não estava bem. Nós tínhamos mudado de bairro e ele ficava mais tempo em casa, quase sempre no computador. Nessa época, comecei a notar que ele se tornou mais agressivo e explosivo. Passava umas dez horas por dia na internet. Quando ele tinha 16 anos, tiramos o computador de casa para usar em um comércio que tínhamos aberto.

Ele passou a jogar escondido, mas, quando não conseguia, demonstrava raiva, até mudava a feição. Em uma dessas crises, pegou uma faca para tentar agredir o irmão. Tivemos de chamar a polícia. Em outra, arrancou os fios do computador da parede, quebrou dois celulares, ficou irreconhecível, até espumava, de tanta raiva. Chegamos no limite quando ele se trancou no quarto e ficou segurando uma faca contra o peito, dizendo que ia se matar. Conseguimos entrar e tirar a faca dele.

Fomos ao hospital com ele, passamos em psiquiatra e começamos a procurar ajuda para dependência em tecnologia. Foi então que toda a família passou a frequentar o grupo de apoio a familiares de dependentes em internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP. Todos tiveram de mudar hábitos e aprender a pôr limites.

Avaliando a criação do Lucas, percebo que sempre fomos permissivos, não colocávamos limites, fazíamos de tudo para evitar frustrações. Desde que começamos o acompanhamento, há quatro meses, estamos tentando mudar.

Em primeiro lugar, o pai, que era caminhoneiro, mudou de emprego para ficar mais presente. Passamos a equilibrar os deveres do Lucas com privilégios. Agora, ele tem limite de horas no computador, tem de frequentar cursos. Estamos mais presentes e isso está fazendo a diferença.

Terapia com pais

A cada 15 dias, um grupo de pais e parentes de jovens se reúne em um sobrado em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, para aprender a lidar com o inusitado vício dos filhos. A maioria está na faixa dos 40 ou 50 anos e tem filhos adolescentes.

Quando tornaram-se pais e mães, relatam, um dos principais medos era de que os filhos se tornassem dependentes de drogas ou álcool, ou que fossem vítimas de violência.

Também temiam (e queriam evitar) ter com os filhos uma relação autoritária como a que vivenciaram com os pais, sem diálogo e com muitas regras.

Mas o que hoje tem se manifestado como principal preocupação da paternidade foi algo inesperado: a apatia que os filhos demonstram com qualquer atividade que não esteja relacionada ao uso da internet. "Se ele não pode estar no computador, fica deitado na cama e dorme o dia todo", conta o pai de um jovem de 23 anos. "Parece que não tem uma motivação na vida, não consegue tomar decisões", relata outro.

A psicóloga Sylvia Van Enck, do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, conduz as sessões de terapia.

Em uma delas, acompanhada pelo Estado, ela convida os presentes a revisitarem sua adolescência, lembrando que, quando jovens, eles também desafiavam os pais e queriam quebrar regras, mas que a resposta dos responsáveis era diferente.

"Antigamente os pais se impunham gerando medo, e não queremos reproduzir isso hoje. Mas também precisamos perceber o tanto de privilégios que temos concedido antes mesmo que os filhos cumpram com suas obrigações", diz ela.

A ideia não é trazer culpa aos pais, mas ensiná-los a balancear diálogo com limites. "Muitas vezes os pais temem as reações dos filhos e evitam o conflito, mas isso leva a um distanciamento maior. Definir tarefas e obrigações para eles é uma forma de integrá-los à família e fazer com que eles se sintam úteis. Nos jogos online ou nas redes sociais, muitas vezes eles se sentem valorizados e por isso querem ficar só naquele mundo", destaca Sylvia.

Foi essa a principal mudança adotada por Mariana no trato com o filho de 16 anos após frequentar o grupo do IPq. "Mais importante do que superprotegê-lo é analisar as reações dele e ir negociando. Não precisamos ser autoritários, mas é preciso mostrar, mesmo que de forma sutil, liderança", diz.

Detox digital

Com o crescente número de jovens que manifestam uso abusivo de internet, especialistas resolveram se unir ao governo federal para criar um programa que conscientize pais e filhos sobre o uso adequado de tecnologias.

Capitaneado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, o programa Reconecte oferecerá cartilhas e vídeos informativos sobre como a tecnologia pode ser usada de forma proveitosa, mas sem criar prejuízos em aspectos como saúde mental e segurança.

"A tecnologia traz inúmeros benefícios, mas pode ser problemática. Queremos promover o fortalecimento do vínculo familiar como forma de evitar esse uso abusivo. Vemos que, muitas vezes, o uso problemático está relacionado a uma fragmentação do diálogo, a uma piora da escuta em casa", diz Angela Vidal Gandra da Silva Martins, secretária Nacional da Família da pasta.

Entre as ações está o Detox Digital Brasil, data em que o governo promoverá atividades culturais convidando as famílias a ficar um dia longe da internet. A ação será realizada no dia 8 de dezembro.

Segundo Daniel Celestino de Freitas Pereira, coordenador geral de enfrentamento a vícios e impactos negativos do uso imoderado de novas tecnologias do ministério, além de ações em cinco eixos (cultura, responsabilidade, dignidade humana, saúde e segurança), o programa Reconecte deverá fazer um levantamento sobre o assunto. "Queremos fazer uma grande pesquisa nacional sobre a saúde mental relacionada ao uso de tecnologias." Pereira afirma que uma das possibilidades avaliadas é de que esse estudo seja feito em parceria com o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

O grupo de dependência tecnológica do instituto, coordenado pelo psicólogo Cristiano Nabuco, já vem atuando em conjunto com o ministério com consultoria técnica sobre o tema. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Desenhos animados a qualquer hora do dia, canais do YouTube focados em conteúdos infantis, jogos de celular feitos para faixas etárias menores de 5 anos. Vivemos tempos de conexão constante e este não é um privilégio apenas dos adultos. Todos os dias, milhares de crianças são influenciadas por conteúdos que assistem em tablets, smartphones e computadores. Dispositivos muitas vezes vistos como aliados dos pais, por distraírem os pequenos, mas que também podem ser grandes vilões do desenvolvimento infantil. Em meio a era ‘online’ você sabe qual o limite saudável do uso da tecnologia por crianças?

Danielle Clericuzi é mãe de Pietro, de 9 anos e defende o uso controlado dos dispositivos. “Eu comecei a dar acesso a ele usando o meu celular. Nunca permiti que ele tivesse o próprio tablet, sempre sob minha supervisão até para conseguir acompanhar o que ele acessa”, conta. Ela também estabelece limites de uso, dependendo do desempenho escolar ou das atividades extras que a criança precise realizar. “Hoje ele pode ficar uma hora, sempre bem controlada. Se estiver bem na escola, pode ficar mais tempo, mas se vai ter semana de prova não fica sob hipótese alguma”, afirma.

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Apesar da vista grossa, ainda assim é difícil acompanhar tudo o que as crianças consomem online. “Nem sempre consigo assistir tudo o que ele assiste porque são muitos canais e é muita informação, mas sempre tento conversar com ele sobre o que ele tem visto”, diz e afirma que - quando o conteúdo é de um canal novo é importante sempre ver qual tipo de conteúdo é veiculado, para ter certeza que é apropriado para a faixa etária da criança.

Normas de criação de conteúdo mais rígidas

Para ajudar os pais nessa tarefa, no mês de setembro, o próprio YouTube - uma das plataformas mais usadas pelas crianças - tornou mais rígida a supervisão de conteúdos voltados ao público infantil. Em um comunicado oficial, a companhia afirmou que estaria mudando as permissões para os criadores de conteúdo. 

"Limitaremos a coleta de dados e o uso em vídeos feitos para crianças apenas ao necessário para apoiar a operação do serviço. Também deixaremos de veicular anúncios personalizados inteiramente sobre esse conteúdo, e alguns recursos não estarão mais disponíveis como comentários e notificações. Para identificar o conteúdo criado para crianças, os criadores serão solicitados a nos informar quanto o conteúdo deles se enquadra nessa categoria, e também usaremos o aprendizado de máquina para encontrar vídeos que visam claramente o público jovem, por exemplo, aqueles que têm ênfase em crianças personagens, temas, brinquedos ou jogos", diz o comunicado.

Essas restrições foram feitas após análises de especialistas e pais, tornando mais rígida a fiscalização em vídeos e canais com intuito de atingir o público infantil. "Com um boom no conteúdo da família e o aumento de dispositivos compartilhados, a probabilidade de crianças assistindo sem supervisão aumentou" diz a empresa.

Para a psicóloga Olga Miranda, esse não é apenas um papel das empresas, mas principalmente dos responsáveis pelo desenvolvimento dos pequenos. “Primeiro é preciso questionar o que vem acontecendo para os pais ou cuidadores estarem facilitando esse contato com celulares, tablets, TV”, diz. “O contato exacerbado da criança com as tecnologias é também uma forma de conforto para quem cuida delas. Hoje, parece que está sendo mais complicado fazer esse papel atencioso, mas completamente importante, que é de cuidar, brincar, ter esse tempo tão  precioso para criança”, afirma. 

O que diz a OMS

Em abril, a Organização Mundial de Saúde (OMS), lançou uma cartilha para ajudar os pais e responsáveis a entenderem qual é o limite saudável para uma criança ficar conectada. Para a agência de saúde crianças com até 5 anos não devem passar mais de 60 minutos assistindo a uma tela todos os dias. Já bebês com menos de 12 meses não devem ter nenhum acesso à dispositivos eletrônicos. Para a organização os responsáveis devem se esforçar para se envolver em brincadeiras interativas, principalmente para evitar a obesidade infantil.

Olga reforça esse posicionamento, alertando, inclusive para problemas neurológicos no futuro, mas ressalta que isso depende dos limites impostos por cada núcleo familiar.“Fala-se muito do sedentarismo, de alguns problemas neurológicos, todos resultantes do consumo passivo e excessivo de entretenimento, ou seja, recebe-se muitas informações ao mesmo tempo e isso pode acarretar, sim, em alguns sintomas. Mas não é uma regra”, diz a psicóloga. “Sair da zona de conforto é necessário, logicamente entendendo o limite de cada família”, afirma.

A semana começou cheia de novidades para quem usa o Instagram. A plataforma de compartilhamento de fotos fez diversos anúncios, incluindo novidades para os stories, como o modo 'Criar', o fim da aba 'Seguindo' e um aplicativo de mensagens muito parecido com o Messenger. Também rolou anúncio do preço do iPhone 11 no Brasil, a polêmica do Uber sem conversas e muito mais. Quer saber mais sobre tudo isso? Então clica no vídeo e confere!

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Confesse, desde que o Instagram disponibilizou os efeitos nos stories é cada vez mais difícil resistir a vontade de testá-los ou seguir alguém que não os use. Os adereços digitais podem entrar em vídeos e fotos deixando as publicações mais divertidas, seja com pinturas faciais, fantasias e até figuras, como os monstrinhos Pokémon, dançantes.

O mais recente e - atualmente - mais popular desses efeitos é o da cachorra Sasha. A foto em 3D do animal deitado já causou muito susto em seguidores desavisados, por conta do seu realismo que deixou todo mundo acreditando se tratar de uma cadela de verdade. Mas, você sabe como usar esses efeitos? Se você ainda não faz parte do time de usuários dos efeitos do Instagram, confira nosso tutorial na galeria!

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E se quiser ir diretamente para o efeito, acesse esse link pelo seu celular e abra-o no aplicativo do Instagram, disponível para Android e iOS.

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Quem precisou acessar o Twitter na manhã desta sexta-feira (11) percebeu que o presidente da República, Jair Bolsonaro, virou um dos assuntos mais comentados no microblog.

Marcando a segunda posição nos Trending Topics da rede social, a hashtag #BolsonaroOrgulhaOBrasil dividiu opiniões após o governo dos Estados Unidos priorizar a Argentina e a Romênia, e não indicar o Brasil, para integrarem a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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Os usuários do Twitter contrários ao governo de Jair Bolsonaro não perdoaram a criação da frase e ironizaram o movimento feito pelos simpatizantes do presidente. "Admiro a coragem, porque noção vocês não têm pra subir uma tag dessa", disparou um dos internautas. "Bolsominions não cansam de passar vergonha", comentou outra pessoa.

Confira os memes:

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A Amazon lançou nesta quinta-feira (10), seu primeiro aplicativo do Amazon Music para a Apple TV. Com intenção de se fazer presente em mais dispositivos - e logo após o Spotify anunciar sua versão para o aparelho da maçã - a ferramenta inclui compatibilidade com o modelo 4K e o HD padrão. Para funcionar o app requer a versão tvOS 12.0 ou posterior e pode ser baixado na tvOS App Store, gratuitamente.

Parte do pacote Prime da Amazon (no Brasil), o Amazon Music oferece aos usuários acesso ao catálogo de músicas, listas de reprodução e estações da companhia. Há a opção de acompanhar as letras de cada canção no aplicativo, e os usuários que utilizarem a ferramenta usando o Apple TV também ainda podem acessar todas as músicas compradas e importadas que estão na biblioteca "Minhas músicas".

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O Amazon Music para Apple TV está disponível a partir de  hoje nos EUA, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Brasil, Canadá, França, Itália, Espanha, Alemanha, México, Japão e Índia.

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O Instagram lançou uma nova barra de ferramentas para seus stories. Além dos efeitos já conhecidos com boomerang, superzoom e mãos livres, a plataforma resolveu reunir seus principais stickers em uma única aba chamada “Criar”. Ao acessar o novo modo o usuário poderá não apenas digitar um texto, mas também colocar GIFs, contagem regressiva, enquete, perguntas e até um Throwback Thursday (TBT), com fotos postadas no feed da conta.

Além da aba “Criar” o adesivo “Música” também ganhou sua própria aba, com direito a efeitos em vídeos tirados enquanto a canção escolhida roda - com ou sem legenda. Os filtros, que antes precisavam ser selecionados, agora ficam visíveis na parte inferior da tela, além de que é possível colocá-los em fotos da galeria. Fotos ou vídeos tirados na aba “normal” também ganham novas funções como a possibilidade de marcar marcas parceiras.

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Modo ‘Criar’

Se você quer testar o recurso basta deslizar a tela para direita. Logo abaixo do botão de câmera no Stories ficam os nomes dos modos que podem ser acessados pelo usuário. O TBT, que vem com o nome de “Neste Dia” traz uma postagem aleatória, compartilhada pelo usuário na mesma data, só que de anos anteriores. É possível mudar a publicação apertando o símbolo de dados, que colocará outra imagem (ou acontecimento envolvendo seguidores - como o dia que alguém começou a seguir você) publicada nos mesmos moldes. Basta escolher o que você quer e compartilhar em seguida.

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O Facebook anunciou, na última quinta-feira (3), mais um aplicativo para compor sua lista de redes sociais. Feito para funcionar como um extensão do Instagram, a empresa lançou o Threads, um novo serviço de chat da plataforma. A ferramenta, que já estava sendo testada por usuários selecionados, deve ser disponibilizada nos próximos dias para Android e iOS.

Como funciona

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O Threads funciona como um bate-papo em que você pode fazer stories e responder mensagens para pessoas que estão na sua lista de  Melhores Amigos do Instagram. É o Direct Message melhorado, em que é possível enviar fotos, videos, status e fazer stories tanto para grupos selecionados, quanto para indivíduos. 

Ao instalar, além das permissões de acesso a fotos, vídeos e gravações, você pode ativar o Status Automático, que vai permitir que o aplicativo acesse a sua localização e diga aos seus contatos se você está online e o que está fazendo (com emojis para cada momento). O recurso é muito parecido com o status do saudoso MSN, que mudava para “ausente” quando você saia do aplicativo só que ele usa a sua localização para entender dizer o que você está fazendo. 

Ao enviar uma foto ou vídeo para algum de seus contatos você pode escolher se ele verá apenas uma vez, se poderá reproduzir ou se a imagem permanecerá no bate-papo. Apesar disso, na hora de gravar o conteúdo não são as mesmas. Sim, você vai poder compartilhar com seus contatos mais próximos, mas não terá GIFs, stickers, boomerang, entre outros recursos amplamente usados na versão original do Instagram.

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O ponto alto aqui é a velocidade das mensagens e a forma como elas são mostradas no aparelho, muito familiar ao Messenger -  outro produto do Facebook, só que em uma versão mais leve e sem tantas firulas. Em sua lista de contatos você pode escolher quem verá o conteúdo publicado, inclusive, entre as pessoas que fazem parte da sua lista de Melhores Amigos.  Na página principal, onde são exibidas as contas, puxa o contato escolhido para a esquerda e você conseguirá enviar uma foto ou vídeo sem clicar no ícone da câmera, para a direita é possível remover os “indesejáveis” da visualização dos stories.

O aplicativo ainda conta diversas nuances de temas mais escuros, grupos ocultos e permite salvar as fotos originais no aparelho. É intuitivo, já que a quantidade menor de recursos faz com que seja facilmente navegável, mas parece apenas uma versão mais triste e menos prática do seu primo, Messenger. No entanto,  pode ter um futuro promissor, uma vez que o chat dentro do Instagram não é tão atraente. 

Um usuário do aplicativo Google Maps encontrou no serviço a foto de um casal em um momento muito comprometedor, captada em uma estrada na floresta, em Taiwan.

Muito provavelmente, o usuário estava dando uma checada no caminho pela floresta, e não esperava encontrar a cena comprometedora para o casal.

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"Dei uma olhada no Google em busca de animais e inesperadamente encontrei essa maravilhosa vista. Google Maps é a maior invenção de todos os tempos, é maior do que Deus", comentou o usuário a descoberta desnuda.

O casal, que estava aparentemente nu e se abraçando, está se apoiando em um carro branco ao lado de uma rodovia de Shantian, em Taiwan. A localização entrou para a lista de locais mais buscados na região depois do bafafá da foto do casal.

Não está claro de quando é a imagem, já que o Google Maps leva anos buscando e eliminando fotos comprometedoras.

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Da Sputnik Brasil

A Microsoft pegou todo mundo de surpresa com o lançamento da linha Surface. A gigante da tecnologia aproveitou seu evento anual para voltar com tudo ao mercado de dispositivos mobile e o resultado foi o Surface Dou - um smartphone com tela dobrável. Por causa disso preparamos uma lista de telefones que seguem a tendência, além de informações sobre a Alexa, no Brasil. Ficou curioso? Então clica no vídeo e confere tudo!

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Parece que o Google está, cada vez mais, colocando em prática suas promessas de garantir a privacidade de seus usuários em todas as suas ferramentas. A empresa resolveu acrescentar ao serviço de mapas da companhia - o Google Maps - o modo anônimo, mais conhecido pelo seu funcionamento no Chrome.

Além do navegador, agora o usuário poderá ativar o modo anônimo no Maps, para que atividades, como locais pesquisados, não serão salvas na conta do Google. Elas também não serão usadas para personalizar a experiência no aplicativo. A medida funciona principalmente, para evitar que o histórico possa ser acessado por terceiros em alguma eventualidade.

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De acordo com o Google, para ativar o modo anônimo, basta clicar na sua foto do perfil, localizada no canto superior direito da tela e ativar a navegação. No momento em que você quiser recomendações de restaurantes, informações sobre o trânsito a caminho do trabalho e outros recursos sob medida, basta desativar o modo. O recurso será lançado para Android nas próximas semanas, e deve chegar aos telefones com iOS pouco tempo depois da atualização.

Usuários do Twitter têm até a próxima quarta-feira (9) para escolher qual é o tuíte mais engraçado do Brasil. A plataforma lançou a campanha #RindoAltoNoTwitter, em celebração ao Dia Mundial do Sorriso, e deve divulgar o mais votado da rede nos próximos dias.

Para indicar o seu tuíte preferido, o público deverá compartilhar a publicação junto da hashtag #RindoAltoNoTwitter. Ela ativará um emoji exclusivo, que deve significar a participação na competição. Serão considerados apenas tuítes feitos por brasileiros, que tenham sido publicados até o dia 30 de setembro. Não há limites no número de sugestões.

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A partir do dia 14, o perfil do Twitter, no Brasil, fará enquetes diárias para que todos os usuários possam votar entre os quatro finalistas e escolher os vencedores. Além do público em geral, criadores de conteúdo como Lare (@laressa), Luci Gonçalves (@lucigoncalvesa), Cid (@naosalvo), entre outros, também participarão da campanha, indicando e torcendo por seus favoritos.

Na fase final a equipe do Twitter Brasil deverá indicar os vencedores de acordo com a popularidade de cada concorrente, junto com a equipe do MemeAwards (premiação capitaneada pela Produtora de Canais Flocks). Ainda não há data oficial para o resultado da campanha.

Um russo entrou com um processo contra a Apple por danos morais, argumentando que um aplicativo do iPhone o transformou em um homossexual - segundo cópia da denúncia, à qual a AFP teve acesso.

O autor da ação pediu uma indenização de cerca de US$ 15 mil por danos morais e psicológicos, depois de ter recebido uma criptomoeda chamada "GayCoin" por meio de um aplicativo do smartphone, no lugar dos bitcoins que havia comprado.

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Segundo o advogado, seu cliente fez o download de um aplicativo de criptomoedas na Apple Store e recebeu uma transferência de 69 "GayCoins" com uma mensagem que dizia "Não julgue antes de testar".

"Decidi testar as relações sexuais. Dois meses depois, iniciei uma relação íntima com uma pessoa de mesmo sexo e agora não consigo voltar atrás", explicou. "Tenho um namorado estável e não sei como explicar isso a meus pais. Minha vida mudou para pior e nunca mais voltará a ser normal", acrescentou.

"A Apple me empurrou para a homossexualidade", afirmou ainda a suposta vítima. Os representantes da Apple na Rússia ainda não responderam aos contatos da AFP.

A Rússia se caracteriza pela homofobia e pelos frequentes ataques contra membros da comunidade LGTBIQ. Em 2013, foi aprovada uma lei contra "a propaganda gay".

O Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) decidiu nesta quinta-feira (3) não se opor a que um Estado-membro obrigue a rede social Facebook a apagar comentários difamatórios, admitindo também que a medida "produza efeitos em escala mundial".

O caso diz respeito a uma deputada austríaca que viu a sua imagem difamada numa publicação feita no Facebook e foi remetido ao TJUE pelo Oberster Gerichtshof (Supremo Tribunal da Áustria) em março de 2018.

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Segundo a decisão publicada pelo TJUE, "o Direito da União não se opõe a que seja ordenado a um fornecedor de armazenamento como o Facebook que suprima comentários idênticos e, sob determinadas condições, semelhantes a um comentário anteriormente declarado ilegal".

“O Direito da União também não se opõe a que essa medida inibitória produza efeitos em escala mundial, no âmbito do direito internacional relevante que cabe aos Estados-membros ter em conta", segundo o acórdão, a que a agência de notícias Lusa teve acesso.

Eva Glawischnig-Piesczek foi deputada no parlamento austríaco entre 2008 e 2017 pelos Verdes (die Grünen) e, durante esse período, instaurou uma ação contra o Facebook Irlanda nos órgãos jurisdicionais austríacos pedindo que a plataforma apagasse uma publicação feita por um utilizador na sua página pessoal.

Nessa publicação, que é pública e ainda está disponível, o utilizador partilhou um resumo de um artigo publicado na revista austríaca online oe24TV, cujo título era "Os Verdes: a favor da manutenção de um rendimento mínimo para os refugiados".

Foto de deputada

O utilizador partilhou, também, uma fotografia da deputada e teceu comentários que os órgãos jurisdicionais austríacos declararam serem "suscetíveis de ofender a honra" de Eva Glawischnig-Piesczek.

Por isso, o Supremo Tribunal austríaco pediu ao TJUE que analisasse o caso no âmbito da diretiva europeia sobre comércio eletrônico, que visa estabelecer um equilíbrio entre os diferentes interesses desse setor.

No acórdão hoje conhecido, o Tribunal de Justiça responde ao Oberster Gerichtshof indicando que não se opõe a que um órgão jurisdicional de um Estado- membro possa ordenar que plataformas como o Facebook "suprimam as informações por si armazenadas, cujo conteúdo seja idêntico ao de uma informação declarada ilegal anteriormente ou que bloqueie o acesso às mesmas, seja qual for o autor do pedido de armazenamento dessas informações".

O mesmo tribunal não se opõe, ainda, a que "o fornecedor de armazenamento possa recorrer a técnicas e a meios de pesquisa automatizados" para encontrar essas mesmas informações armazenadas, frisa o acórdão.

O Twitter apresenta instabilidades desde a noite de terça-feira (1°) em todo o mundo. Os usuários enfrentam problemas e recebem mensagens de erro ao tentar publicar novas mensagens na rede social e no Tweetdeck, ferramenta da plataforma que agrupa mensagens e contas.

A rede social informa que os técnicos da empresa "trabalham para consertar o problema" e o site "deve voltar ao normal logo", mas não apresenta um prazo para a normalização. No Brasil, a falha começou por volta das 22h30 desta terça, principalmente no Tweetdeck, depois atingindo também o Twitter.

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A empresa começou a investigar a instabilidade nesse mesmo horário e informou que alguns dados poderiam ter atrasos ou se perder por causa do problema. No meio da madrugada, a plataforma voltou a funcionar, caindo novamente no início da manhã desta quarta-feira (2). A causa da instabilidade não foi divulgada pelo Twitter.

Os internautas adoram um desafio para aquecer as redes sociais. No que se refere à ilusão de ótica, as publicações sempre viralizam e agitam os debates, deixando a internet em polvorosa. Após a busca por um leopardo camuflado repercutir no Twitter, o LeiaJá listou outros desafios que fizeram sucesso na internet. Confira:

O gato dorminhoco

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Mantendo a reconhecida camuflagem dos felinos, um gatinho chamou atenção enquanto tirava um cochilo. A imagem mostra um depósito de talhas de lenha e árvores, e nela o animal repousa. A cor do gato pode confundir mas o animal não passa despercebido aos olhos mais atentos. Após uma examinada minuciosa o gatinho é visto deitado no centro da imagem.

Noite na praia

Um usuário do Twitter, identificado como @nxyxm publicou uma bela foto de uma praia em uma noite de tempestade. Alguns internautas elogiaram o clique, no entretanto, a imagem não se trata de uma paisagem. Após uma série de comentários, o autor do registro revelou que havia fotografado a porta quebrada de um carro e o chão, abaixo do veículo. Mesmo com a confirmação é difícil não enxergar uma praia.

O vestido

Sem dúvidas, o desafio que mais repercutiu -inclusive entre os famosos- foi sobre a cor de um vestido. Na época, a hashtag #TheDress (o vestido) alcançou o topo do Twitter ao criar a dúvida se a peça de vestuário era azul e preta ou branca e dourada. A marca deve ter aprovado todo o alvoroço e revelou que o vestido era azul.

Tênis rosa ou cinza?

Um dos grandes virais no Brasil gerou o mesmo debate, só que referente a um tênis. Muitos internautas afirmaram que o calçado, bem como o cadarço e os detalhes, eram cinza e esverdeado. Entretanto, um filtro aparentemente modificou suas cores. Pois o fabricante divulgou que o tênis era rosa e branco.

Cores da moda

Uma camisa deu seguimento ao debate da moda. Muitas pessoas quebraram a cabeça e "chutaram" que a peça era verde e dourada, azul e preta e até marrom e branca. Porém, a camisa ludibriou a maioria. As cores da roupa são azul e branca.

Qual combina melhor?

Em 2015, a hashtag #TheShoe (o sapato) conquistou o Twitter após uma usuária perguntar qual cor de esmalte ficaria melhor com seu sapato. Ela pôs o calçado ao lado de dois frascos de esmalte violeta e rosa choque. A proximidade dos itens ainda confunde a cabeça de muita gente.

Bolas coloridas

O desafio das bolas coloridas quebra um pouco a cabeça. Na  imagem você vê doze bolas cruzadas por diversas linhas. À primeira vista, as esferas parecem ser de cores diferentes, porém, olhares atentos percebem que todas são da mesma cor.

Em relação à percepção, nosso cérebro relaciona de forma automática as cores com a iluminação do ambiente. Caso interprete que estamos enxergando sob uma luz natural, iremos enxergar de uma determinada cor. Já no caso dele achar que estamos sob iluminação artificial, vamos ver de outra cor. Tal relação confunde os internautas e acaba gerando  a maioria desses desafios.

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A publicação de uma foto de um leopardo disfarçado entre terra, pedras e madeira está ganhando popularidade no Twitter.

A foto foi publicada em 27 de setembro pela internauta Bella Lack, que destacou que quando lhe pediram para encontrar o leopardo, ela primeiro pensou que era uma piada.

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Alguns internautas se queixaram da dificuldade extrema da esfinge, com alguns deles até relevando terem perdido muito tempo para encontrar o felino sem sucesso algum.

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Mas nem todo mundo ficou perdeu a paciência tão rápido, e muitos até que encontraram o tão buscado leopardo. Acontece que o felino está deitado em um pequeno buraco do lado esquerdo da árvore. O pelo do mamífero fez com que ele se perdesse entre a paisagem.

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Sem dúvidas, o leopardo se escondeu muito bem, e muito possivelmente nem estava querendo se esconder de alguém. Só escolheu um local confortável para relaxar.

Da Sputnik Brasil 

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