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Assim como todas as plataformas virtuais, os aplicativos de exercícios físicos evoluíram. Se antes tinham bonecos fazendo flexões e polichinelo, agora contam com profissionais que interagem com os alunos e são filmados por um conjunto de câmeras. Também têm um sistema de pontuação, como nos games, e apostam na personalização e na variedade de atividades para conquistar os usuários. Baratos, eles ganham cada vez mais adeptos, mas especialistas alertam que a falta de acompanhamento profissional pode levar a lesões.

Há três meses, a rotina de treinos da servidora pública Débora Floriano, de 33 anos, é diária e tem duração de, no mínimo, uma hora. "Optei pelos exercícios em casa por ter quatro filhos, dois deles pequenos, com 1 ano e 3 anos. Foi a única maneira que achei para me exercitar. Quando fiz academia, não conseguia ir sempre, porque sair de casa, me deslocar e ficar lá acaba atrapalhando muito a rotina com as crianças."

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Ela não frequenta uma academia tradicional há cerca de quatro anos e já teve resultados desde que aderiu à proposta virtual. "Já eliminei 13 quilos, muitos centímetros de cintura e as coxas diminuíram significativamente. (O manequim) foi de 46 e estou a caminho do 42. Hoje, o 44 fica bem folgado. Lógico que a alimentação também faz parte. Estou comendo com equilíbrio, mas sem restrição."

Após quatro anos de malhação online, a palestrante Ana Agostini, de 38 anos, mescla a academia virtual com a real e até já realizou o sonho de correr a Meia Maratona de Campinas. Tudo começou quando o marido baixou um aplicativo para fazer um teste. "Disse que eu nunca ia fazer." Mas ela acabou experimentando e não parou mais.

"Comecei a gostar da coisa. Fizemos amizades e começou uma competição saudável. Gosto de ter tarefas e vi que ia ganhar pontos. A gameficação foi muito determinante porque não queria ficar para trás e competia para ver quem ia entrar em cada fase."

Seus treinos duram entre 15 e 40 minutos e, mesmo quando vai para a academia, utiliza as séries do programa. Ela perdeu 40 quilos no período. Empolgada com a plataforma, Ana admite que já passou dos limites e acabou se machucando.

Boom

Presidente do BTFIT, Bruno Franco diz que houve um boom de aplicativos em 2015, mas que a adesão só foi se consolidar depois. "Nos últimos dois anos é que ficou mais explícito. O aplicativo quebra barreiras da atividade física tradicional. O usuário acorda e faz o exercício em casa. Também tem a questão do preço, que é muito democrático."

De 2015 até 2018, a plataforma já teve mais de 2 milhões de downloads. Os usuários são, na maioria, mulheres de 18 a 30 anos. A reportagem consultou aplicativos e encontrou mensalidades a partir de R$ 19,90.

Entre o fim de 2017 e o fim do ano passado, o número de usuários brasileiros do aplicativo Freeletics saltou de 1,8 milhão para 2,4 milhões. "Hoje, possui mais de 34 milhões de usuários registrados em todo o mundo, sendo o Brasil o segundo maior mercado em número de usuários", diz Christian Hauth, diretor de marketing do programa.

Mais novo no mercado, o Numi foi lançado em setembro do ano passado e já tem 42 milhões de usuários. A proposta do aplicativo é oferecer várias modalidades para diferentes níveis.

Cuidado

Médico do esporte e vice-presidente da Confederação Sul-americana de Medicina do Esporte (Cosumed), Ricardo Munir Nahas alerta que toda atividade física deve ser iniciada após avaliação médica.

"A partir dos limites definidos para a prática de exercícios, a rotina de trabalho tem de ser feita por um profissional de educação física, que vai dar o aconselhamento sobre qual é a postura correta, como executar o movimento e qual é o ritmo adequado", diz o especialista.

Nahas explica que a atividade não pode ser muito leve, pois os resultados não são alcançados, nem muito pesada, por causa do risco de lesões. De acordo com ele, há sinais que indicam que a prática não está sendo feita corretamente.

"O primeiro sintoma de que algo não vai bem é a dor. Geralmente, começa vagarosamente durante o exercício e desaparece depois. Então, vai crescendo até atrapalhar. Outro sinal são as noites de sono: se não dormir bem, se acordar com dores, ficar cansado ou irritado."

Professor de Educação Física, Silvio Alabarse diz que o atendimento online é possível, desde que exista um contato presencial. "Há vários personals que primeiro explicam presencialmente e depois passam a fazer tudo online. Nos encontros, é possível verificar a situação clínica e impedir que o aluno faça algo equivocado."

Alabarse, que também aderiu aos treinos virtuais por meio de sua empresa BMH, diz que as pessoas querem ter a comodidade de fazer o exercício em casa, mas que a prática incorreta, além de lesões, pode frustrar os usuários dos aplicativos.

"As pessoas querem o exercício online, mas, por ser algo sem a mínima orientação presencial, a chance de se manter praticando a atividade física e de fazer corretamente, começa a ter limitações. Ao fazer de forma equivocada, a pessoa pode se lesionar ou não atingir os objetivos. Às vezes, a pessoa se cansa, porque está fazendo de forma equivocada e por não estar sendo orientada", explica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Quem já passou pela experiência de se sentir lesado após uma compra ou serviço sabe da dificuldade de realizar uma reclamação formal. Para agilizar ainda mais o processo de queixas e resoluções por parte das empresas, o Reclame AQUI começou a atender os usuários também via WhatsApp.

Para usar o serviço é preciso adicionar o número da empresa (11) 97062-2753 e informar que deseja fazer uma reclamação. Após o primeiro contato o usuário será respondido por meio de inteligência artificial, passando por um passo a passo até postar o texto pelo Reclame AQUI. Para concluir a ação o sistema envia um link para o usuário validar a queixa no site. É importante ser cadastro ou preencher os dados para fazer parte da plataforma.

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Confira o passo a passo (via Reclame AQUI):

1. Inicie a conversa

2. Diga qual será a empresa que receberá a queixa

3. Escreva o título e o texto da reclamação que pretende fazer

4. Edite, confirme ou cancele sua reclamação

5. Faça o login para sua queixa ser validada

Uma equipe da Universidade de Tel Aviv apresentou nesta segunda-feira (15) um protótipo de coração humano impresso com tecnologia 3D com tecidos humanos e vasos sanguíneos, um grande avanço no tratamento das doenças cardiovasculares e na prevenção da rejeição dos transplantes.

Os cientistas apresentaram à imprensa o coração inerte do tamanho de uma cereja imerso em um líquido.

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"É a primeira vez que se imprime um coração integralmente com suas células e seus vasos sanguíneos. É a primeira vez que se utiliza matéria e células procedentes do paciente", afirmou o professor Tal Dvir, diretor da equipe de pesquisa.

"Já haviam conseguido imprimir a estrutura de um coração em três dimensões antes, mas não com células e vasos sanguíneos", insistiu.

Apesar do anúncio, os cientistas destacaram que será necessário superar muitos obstáculos antes que os corações em 3D possam ser utilizados em transplantes.

A revista Advanced Science publicou o trabalho dos pesquisadores israelenses.

O desafio dos cientistas é fazer com que os corações impressos "se comportem" como os de verdade e, então, transplantá-los para modelos animais, explicou Dvir.

"Talvez em 10 anos existam impressoras de órgãos nos melhores hospitais do mundo e estes processos acontecem de modo rotineiro", afirmou, embora acredite que os pesquisadores devem começar com órgãos mais simples que o coração.

A Samsung Electronics iniciou nesta sexta-feira as vendas do primeiro smartphone do mundo com 5G, o Galaxy S10 5G, coincidindo com o lançamento na Coreia do Sul da primeira rede de cobertura nacional desta tecnologia, que pretende revolucionar o mercado.

A Coreia do Sul, um dos países mais conectados do mundo, lançou na quarta-feira à noite a primeira rede nacional de telefonia móvel de quinta geração (5G), dois dias antes da data prevista. Três operadoras oferecem o serviço.

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O país está em uma disputa com Estados Unidos, China e Japão sobre a rede de ultravelocidade.

As especulações dos últimos dias sobre o lançamento do serviço 5G antes do previsto pela operadora americana Verizon obrigaram as empresas sul-coreanas a optar, às pressas, por um lançamento noturno, informou a agência Yonhap.

Poucas horas depois, a Verizon passou a disponibilizar o 5G para smartphones em Chicago e Minneapolis.

A Samsung Electronics, líder mundial de vendas de smartphones, entrou na disputa e lançou nesta sexta-feira o Galaxy S10 5G.

As operadoras SK Telecom, KT e LG Uplus organizaram eventos especiais em Seul para celebrar o lançamento da versão mais moderna do Galaxy, cujo modelo básico custa 1,39 milhão de wons (1.230 dólares).

A nova tecnologia tecnologia proporciona uma velocidade 20 vezes superior ao 4G, o que permite, por exemplo, fazer o download de um filme em menos de um segundo.

Como o 3G e o 4G, o 5G estabelece um novo marco em termos de conectividade, em particular para os objetos. Entre as inovações mais esperadas estão os carros sem motorista, a saúde conectada, as cidades inteligentes, o transporte urbano e a segurança.

Depois de um lançamento para pessoas selecionadas na quarta-feira, o 5G está disponível para todos os sul-coreanos a partir desta sexta-feira.

O governo britânico lançou neste sábado (30) o aplicativo para a população europeia que queira continuar no país após a possível saída da União Europeia. Através da plataforma, os cidadãos poderão se registrar para prosseguir com o direito de permanecer no Reino Unido.

Para se cadastrar no "EU Exit ID Document Check App", os estrangeiros europeus devem apresentar documento de identificação, antecedentes criminais e uma foto. A ministra de Estado da Imigração Caroline Nokes se orgulhou da ferramenta, que garante a permanência de 3,6 milhões de pessoas, independente da futura relação com o bloco econômico. "Minha mensagem aos europeus é que este é um processo simples e direto, e algumas das experiências que ouvi confirmam que os cidadãos recebem a confirmação do seu estado numa questão de horas", acrescentou.

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De acordo com o G1, mais de 1.500 funcionários do governo são responsáveis pela verificação das informações, checagem do estatuto referente aos anos de residência e demais informações apresentadas. Os cidadãos da União Europeia, assim como os da Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, devem completar o cadastro até 30 de junho de 2021, ou caso haja a retirada sem acordo, até 31 de dezembro de 2020.

 

O Alphawise M06 é um alto-falante portátil de 1,5 watts alimentado por uma bateria com duração de quatro horas. Comercializado em lojas chinesas de eletrônicos, o caixinha é encontrado na faixa de US$ 8, equivalente a R$ 31.

Parecida com uma bola de golfe, a caixinha de som cabe no bolso e usa saída de fones de ouvido para melhorar volume e potência do som dos celulares. De acordo com a fabricante, ela pesa apenas 420 gramas, e é compatível com dispositivos com entrada P2.

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O equipamento promete destaque em sons graves e conta com uma pequena bateria interna. Acompanhada de cabo microUSB, o Alphawise M06 pode ser totalmente carregado em 45 minutos. Apontou o portal TechTudo.

Com artigos polêmicos, o Parlamento Europeu aprovou nesta terça-feira (26) uma nova legislação referente a direitos autorais na internet. A iniciativa já rendeu protestos e foi criticada por empresas, acadêmicos e usuários que encaram as medidas como forma de censura. As regras serão aplicadas a partir de 2021, em toda União Europeia (UE).

Revisado no fim de 2018, o texto - aceito por 348 votos a 274, trouxe dois artigos tidos como polêmicos. O artigo 11, chamado de "imposto de link", limita a possibilidade de sites de busca e notícias de exibir trechos ou imagens. Na prática, empresas como a Google terão que pagar por licenças de seus links. Assim, os usuários não poderão ver uma prévia de imagem em uma pesquisa.

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Entretanto, o ponto mais criticado na reforma foi o artigo 17. Ele aponta que empresas de internet, como o Reddit, fiquem atentas em relação a infrações de direitos autorais enviada a eles, e desse modo filtrem conteúdos considerados ofensivos. Desde a antiga versão do documento, quando ainda era o artigo 13, a medida gera insatisfação devido o insucesso nos testes em 2014 na Alemanha e Espanha. De acordo com as informações do Tecmundo, ainda houve uma tentativa de barrar os dois artigos, mas a emenda foi vetada por cinco votos.

Protestos em países europeus

Na semana passada, milhares de manifestantes foram às ruas da Alemanha, Suíça, Polônia, Suécia, Portugal, Áustria e outros países da UE, para mostrar a insatisfação com as novas leis. Empresas como Wikipedia, Reddit, Google e PornHub também se mostraram contrárias às mudanças. No domingo (17), um grupo formado por 200 acadêmicos escreveu uma declaração contra a reforma.

A Apple deve anunciar nesta segunda-feira (25) que também vai oferecer uma plataforma de streaming. Entretanto, uma reportagem do Wall Street Journal revelou alguns pontos, como a forma de distribuição e valor para os usuários.

De acordo com o jornal americano, a nova plataforma não funcionará como a Netflix, que tem uma assinatura única de acesso a todo conteúdo. Na verdade, o streaming será como um hub de canais terceirizados, nos moldes do Amazon Prive Video Channels. Dessa forma, os assinantes teriam acesso a canais fechados como o Show time ou HBO por um valor de US$ 10 cada.

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As informações do portal TecMundo também apontam que a Apple estaria desenvolvendo uma espécie de 'streaming de revistas'. Segundo o portal, por US$ 10 os assinantes terão acesso a um pacote de mais de 200 revistas e jornais, com temas relacionados a atualidades, política e estilo de vida.

Com o objetivo de combater os recorrentes casos de assédio contra a mulher, a Uber lançou o “Podcast de Respeito", para instruir os motoristas sobre o tema. O conteúdo foi produzido pela ONG Promundo, especialista em trabalhos de igualdade de gênero.

Lançado nessa terça-feira (19), o podcast contará com seis episódios educativos, distribuídos semanalmente aos 600 mil motoristas do aplicativo. "Nas conversas com os motoristas, descobrimos que eles estavam mais dispostos a ouvir arquivos de áudio enquanto dirigiam do que a parar para assistir um vídeo, por exemplo", contou a gerente de projeto Sandra Vale ao portal Tecmundo. "A imersão também garantiu que entendêssemos questões próprias do dia a dia atrás do volante, como o medo de denúncias falsas”, completou.

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O condutor que ouvir todos as gravações vai receber o selo "Compromisso de Respeito às Mulheres", a partir de maio. Os usuários do app poderão checar se o motorista possui o selo. “Na escala em que operamos, realizando milhões de viagens por semana, os problemas mais feios da nossa sociedade, como o assédio e o racismo, acabam aparecendo no dia a dia das nossas operações. Mas é claro que o que nós queremos como brasileiros e eu mais ainda, como mulher, é que isso fosse erradicado”, garantiu a diretora-geral da Uber no Brasil Claudia Woods.

A empresa também anunciou que é a mais nova parceira do Instituto Maria da Penha. Outras parcerias formalizadas são com a Associação Mulheres pela Paz, AzMina, Rede Feminista de Juristas (deFEMde), Força Meninas, Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Instituto Patrícia Galvão, Instituto Promundo e Plan Internacional Brasil.

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Cinquenta anos depois que o homem pisou na Lua, em 1969, cerca de 1,2 mil estudantes brasileiros competiram neste fim de semana no Rio de Janeiro, do Festival Sesi de Robótica, com projetos voltados para a pesquisa no espaço. As soluções apresentadas por estudantes, a partir de 9 anos, passaram por temas como combustíveis alternativos, materiais leves e sobrevivência em atmosfera zero.

Os estudantes disputaram em três categorias, e em duas delas estavam disponíveis vagas para participar da maior competição de robótica do mundo, o World Festival, em Houston, nos Estados Unidos. O gerente executivo de educação do Sesi, Sergio Gotti, comemora que, muito além de prêmios internacionais, a competição estimula a curiosidade e desenvolve nos jovens uma série de habilidades que não se restringem ao comando de máquinas. 

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"Sempre defendemos que a robótica não pode ser uma disciplina específica, ela tem em que ser um componente transversal para ajudar as outras disciplinas a desenvolverem melhor a parte prática dentro da teoria. A robótica é um grande elemento impulsionador da aprendizagem, e não uma disciplina em si".

O educador conta que um terço das escolas participantes da competição é pública e que o perfil dos alunos que vieram ao Rio mostrar seus projetos quebra estereótipos. "Tem muita gente vinculada a arte, o cara mais criativo, o mais expansivo, o que é mais tímido. A robótica consegue aglutinar esses elementos", disse, resumindo: "O perfil é o cara mais curioso do mundo. Pode ser da matemática, da arte, da química, das linguagens. Quem está aqui tem curiosidade".

Foi o fato de ser curiosa que levou Yasmim Santos Ferreira, hoje com 18 anos, a começar a estudar robótica, quatro anos atrás. Estudante de uma escola do Sesi em Salvador, ela hoje cursa graduação em engenharia da computação e curso técnico em desenvolvimento de sistemas.

"Meu professor de geografia era técnico de uma das equipes e comentou comigo que ia ter um campeonato interno. Participei e fui convidada para participar de outra equipe. Eu ia fazer só a pesquisa, mas como fui muito curiosa, o técnico me chamou para a arena [de competição]".

A soteropolitana já participou da competição em outros anos, mas desta vez seu time saiu com o prêmio de pensamento crítico no desafio tecnológico, que avalia a aplicação de conceitos industriais na criação de robôs. 

O robô construído por sua equipe reconhece minérios e os separa por tipos em um depósito ou no interior de uma nave espacial, usando conceitos físicos para otimizar os movimentos durante esse processo. 

O interesse e a experiência em robótica fez com que ela fosse aceita com uma bolsa parcial para fazer um curso de verão no Vale do Silício, nos Estados Unidos, onde espera ficar ainda mais perto de seus objetivos profissionais. 

"A área de tecnologia é muito abrangente. Tenho muito interesse em estudar a utilização de realidade aumentada e realidade estendida", contou.

O Facebook pretende utilizar inteligência artificial no combate à disseminação de fotos íntimas compartilhadas sem permissão na rede social. Com o anúncio nessa sexta-feira (15), a empresa objetiva suprimir a "pornografia de vingança", que ofende e humilha os usuários.

"Usando o aprendizado de máquina e a inteligência artificial, agora podemos detectar proativamente imagens ou vídeos íntimos que são compartilhados sem permissão", postou o Facebook no blog da própria empresa. "Isso significa que podemos encontrar este conteúdo antes que alguém o denuncie."

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Conforme informações do G1, um membro da equipe de operações deverá rever os conteúdos detectados com a nova tecnologia. Caso o registro seja considerado ofensivo, será removido e a conta desativada. Em dezembro do ano passado, o Facebook tinha aproximadamente 15 mil revisores de conteúdo, entre funcionários e terceirizados.

A empresa também vai lançar uma central de suporte. A "Não Sem Meu Consentimento" propõe mais segurança para as pessoas que tiveram fotos íntimas compartilhadas.

O sistema de pagamentos via WhatsApp, que permite a transferência de dinheiro, deve chegar ao Brasil. A ferramenta foi lançada ano passado na Índia, e em 2019, deve se estender a outros países.

O WhatsApp Pagamentos passa por fase de testes e só pode ser acessado por pessoas que receberem convite. Conforme as informações publicadas no site WABetaInfo, além do Brasil, a nova função também será lançada no México e Reino Unido. “WhatsApp vai expandir a lista de países nos quais a função Pagamentos será ativada no futuro”, apontou o tweet do WABetaInfo.

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Ainda sem previsão de lançamento, não foi divulgado detalhes referentes às formas de transferência que serão liberadas no Brasil. Na versão indiada, o app utiliza um sistema unificado de pagamento, regulado pelo banco central do país, que não tem um equivalente no mercado brasileiro.

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A Razer anunciou nessa quinta-feira (14) o lançamento de novos acessórios para computador com preços mais baixos. Com a medida, a fabricante de hardwares pretende estender o mercado, já que os produtos são semelhantes aos comercializados pela empresa.

As informações publicadas no portal Tecmundo apontam que o novo teclado BlackWidow é baseado no BlackWidow Elite e compatível com o aplicativo de gerenciamento Razer Synapse 3. Com switches verdes, ele também permite que o usuário salve internamente até cinco configurações de perfil. Porém, o teclado se limita em relação a alguns controles de mídia dedicados. O BlackWidow será vendido nos EUA por US$ 119.

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Já a terceira geração do headseat Kraken traz as especificações do Kraken V2. Ele conta com almofadas com resfriamento por gel e tecido anti umidade, o que era opção em relação ao modelo anterior. A conexão tradicional de 3,5 mm permite a utilização em praticamente todos os computadores e consoles atuais. O valor é de US$ 80.

Outra novidade é o mouse Razer Basilisk Essential, com sensor óptico de 6400 DPI, sete botões programáveis e um "botão sniper", indicado para games de tiro em primeira pessoa. O preço inicial é de US$ 49,99. As novidades ainda não têm previsão para lançamento no Brasil.

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Talvez nunca venham a lotar estádios para um show de rock, mas os computadores já são capazes de compor música e de forma bastante convincente, como demonstrado no festival South by Southwest (SXSW) no Texas.

Já foi feito um álbum inteiro com a ajuda da inteligência artificial (IA), algo sem precedentes. Trata-se de "I am AI", que se traduziria como "Eu sou IA", da estrela do YouTube Taryn Southern, que não sabe tocar nenhum instrumento.

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"Para minha primeira canção, tive muitas dificuldades: escrevi a letra, tive a melodia, mas foi difícil compor a música", explicou a artista em um painel no domingo no SXSW, que é realizado até 17 de março em Austin, Texas.

A artista pop explicou que começou a experimentar com IA dois anos atrás, trabalhando com Amper, um programa de composição de música.

"Em dois dias havia composto uma canção que sentia de fato como sendo minha", indicou Southern. "Não dependo necessariamente de outras pessoas".

Fundado em 2014 em Nova York por um grupo de engenheiros e músicos, o Amper é parte de uma dezena de start-ups que usam inteligência artificial para romper a forma tradicional de fazer música.

O fundador da companhia e CEO Drew Silverstein disse que o objetivo não é substituir os compositores humanos, mas ajudá-los a atingir seus objetivos.

Silverstein afirmou que o programa conta com toneladas de material - desde música para dançar até música clássica - para produzir canções personalizadas.

"A ideia do Amper é permitir que todos possam se expressar através da música, independentemente de seus antecedentes e habilidades", disse.

Utilizando uma interface bastante simples, o aplicativo permite que o usuário escolha o gênero musical (rap, folclore, rock), um ambiente (feliz, triste, enérgico) e a duração da canção. O usuário então pode variar os tempos e os instrumentos até obter um resultado satisfatório.

Duas canções foram criadas pelo Amper no SXSW: o público escolheu pop e hip-hop como gêneros, e doce e triste como ambiente. As faixas foram suficientemente agradáveis para o ouvido e perfeitamente utilizáveis como música de fundo para ilustrar um vídeo ou um jogo de computador.

Estas canções foram descritas pelo Amper como "música funcional" e não como "música artística".

- Algoritmo criativo? -

Southern disse que editou as canções para seu álbum muitas vezes até chegar à melodia perfeita.

"É uma ferramenta que posso usar em meu processo criativo, ainda sou a editora, estou no assento do motorista".

Reconheceu, no entanto, estar aterrorizada com as críticas que pode vir a receber quando seu álbum sair à venda, como aconteceu quando foram introduzidos sintetizadores ou softwares para ajudar os artistas a cantar corretamente.

Jay Boisseau, líder em tecnologias informáticas, prevê que no futuro os computadores gerarão cada vez mais músicas, mas que é pouco provável que a máquina substitua totalmente o toque humano.

"Os computadores não são muito criativos", disse. "Podem encontrar padrões, mas não são como os humanos, não vão além de para o que estão treinadas".

Lance Weiler concorda. O cineasta e escritor americano, que usa IA em seu trabalho, disse que a colaboração entre máquinas e artistas não deve ser desprezada, mas destacou que tem limites.

"É como interagir com uma criança", brincou. "Pode ser muito temperamental e você precisa estabelecer padrões para que não se machuque".

Silverstein ressaltou que embora a IA tenha sido útil para uma meta objetiva - "uma resposta de sim ou não" -, quando se trata de experimentação artística, está longe de ser perfeita.

Para alguns, estes argumentos não são convincentes, como expressou um músico britânico no SXSW que questionou se o termo criatividade poderia ser aplicado à música gerada por computador.

"É um algoritmo", disse Boisseau. "Não quer dizer que as pessoas não vão desfrutá-la, mas não é completamente nova (...) não pode ser considerada 'criativa'".

"Ainda não", respondeu Silverstein.

A Google vai encerrar quatro serviços em 30 dias, são eles: Google+, Allo, Inbox e o encurtador de URL. A companhia acredita que tais serviços são pouco utilizados, entretanto, os aficionados por redes sociais já lamentavam a extinção do encurtador de URL.

Já nesta terça-feira (12), o Google Allo será desativado. Até então, esta era a tentativa da companhia em unir serviços de Assistente e comandos de voz para concorrer com o WhatsApp e o Telegram. Mesmo com uma boa adesão no início, o Allo não conquistou o público e poucos usuários eram realmente ativos.

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O encurtador de URL "goog.gl" será desabilitado no dia 30 de março. Atualmente já não é possível se registrar no site. Com o encerramento do serviço, a Google pretende focar no Fire base Dynamic Links. Os links que já foram criados permanecem em funcionamento.

A rede social da companhia, o Google+, deixará a internet no dia 2 de abril. Poucas pessoas sabiam do serviço, que a empresa ainda tentou potencializar ao integrar aos comentários do Youtube. 

O Inbox não tinha muitos usuários ativos e, provavelmente, não fará tanta falta. A Google não revelou uma data específica para o encerramento, apenas informou que ocorrerá nas próximas semanas.

De acordo com as informações publicadas no portal Tecmundo, os riscos de segurança, como vazamentos de dados pessoais, além da baixa adesão de usuários foram os motivos para a extinção dos serviços, sobretudo o Google

Desde 2018, o aplicativo de relacionamento Tinder realiza uma campanha para descobrir se os usuários gostariam que fossem implementados emojis além dos que já estavam padronizados, ou seja, com casais inter-raciais, héteros e homossexuais.

O projeto, intitulado #RepresentLove, luta pela diversidade dos emoticons e garante mais representatividade aos ícones de casais de raças e etnias diferentes no teclado dos smartphones.

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Foram mais de 50 mil assinaturas no programa Interrracial Couple Emoji Protect. A partir do segundo semestre de 2019, os celulares de todo o mundo poderão utilizar quatro combinações de gênero e mais variáveis de combinações de raça, em um total de 71 opções para demonstrar o amor.

"O Tinder defende a liberdade das pessoas de viverem como querem viver e amar quem elas quiserem amar", diz a nota oficial da empresa.

O aplicativo, que atua em 190 países, foi lançado em 2012 e tem o objetivo de conectar pessoas com interesses comuns.

O Facebook lançou uma ofensiva nesta quinta-feira (7) para reprimir a disseminação de desinformações sobre vacinas na rede social, de 2,3 bilhões de membros.

A empresa tem sido pressionada nas últimas semanas para enfrentar o problema, em meio a surtos de sarampo nos Estados Unidos, atribuídos a um número crescente de pais que se recusam a vacinar seus filhos.

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Legisladores dos EUA têm denunciado o aumento da incidência de doenças evitáveis na sequência de um movimento contra a vacinação infantil, em grande parte devido a rumores de que podem causar problemas de saúde ou de desenvolvimento.

Monika Bickert, vice-presidente de gerenciamento de políticas globais do Facebook, disse que a rede social reduzirá a distribuição de dados falsos e fornecerá aos usuários informações confiáveis sobre vacinas.

"Vamos reduzir a classificação de grupos e páginas que espalham informações erradas sobre vacinas em feeds de notícias e buscas", disse Bickert em um comunicado.

O Facebook também removerá o conteúdo enganoso das recomendações e previsões de busca, rejeitará anúncios que contenham informações erradas sobre vacinas e desabilitará as contas que continuem a violar as políticas da empresa relativas a informações sobre vacinas, acrescentou.

A empresa não permite mais segmentar com base no interesse dos usuários em "controvérsias sobre vacinas" e vai compartilhar materiais educacionais com usuários que se depararem com informações erradas.

Voltado aos praticantes de atividade física, o novo fone de ouvido da Xiaomi é leve e promete carga para curtir até nove horas de música. Lançado semana passada na índia, os modelos (preto e branco) do Mi Sports Basic estão em pré-venda no site oficial da empresa pelo valor de 1.499 rúpias indianas, equivalente a R$ 80, em conversão direta e impostos.

Com Bluetooth 4.1, com alcance de até dez metros, controle de pausa, troca de música e ajuste de volume, ele também permite atender chamadas e acessar a Google Assistente. O fone pesa cerca de 14 gramas e vem com cinco pares de adaptadores de silicone, ajustáveis a anatomia auricular de cada usuário. Além do sistema SecureFit, um gancho que proporciona maior conforto e comodidade durante as práticas esportivas.

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O Mi Sports Basic também conta com a certificação IPX4, que protege contra respingos de suor e água. Segundo o portal Techtudo, a fabricante informou que o acessório fica 100% carregado em duas horas. Outras funções incluem redução de ruído, reconexão automática ao celular. A Xiaomi não atual no Brasil oficialmente e, já que o aparelho está em fase de pré-venda, só serão enviados a partir do próximo dia 20 de março.

É comum ver um casal apaixonado compartilhar todo seu amor com os seguidores. Mas quando o relacionamento acaba, o que fazer com as fotos do ex? Mesmo separados, as redes sociais ficam relembrando aqueles momentos ao lado da pessoa que você acreditava ser sua cara metade. Para solucionar esse impasse, o serviço online Edit My Ex (Edite meu Ex) garante que pode te ajudar.

O site proporciona editores profissionais que apagam o ex sem modificar o contexto da imagem. Cada edição custa R$ 44,82 ou R$ 139,40, dependendo da quantidade de fotos; o valor original é em Libras Esterlinas, o que pode causar variação no preço. O funcionamento é simples, você faz o upload da foto que quer editar junto com o pagamento e instruções e, em até 48 horas, você recebe o registro editado.

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O fundador do serviço Mark Rofe percebeu a brecha no mercado depois que removeu o ex da foto de uma amiga que acabara de pôr um fim no relacionamento. Ao ver a reação da colega, ele decidiu oferecer o trabalho para outras pessoas. De acordo com o portal Tecmundo, o site informa que determinadas imagens exigem uma edição mais complexa, se for o caso, o Edit My Ex oferece a mudança por outra foto ou o reembolso ao cliente.

A sensação de insegurança que muitos paulistanos dizem ter motivou a criação de uma nova startup. O empresário Fernando Braga, 38 anos, fundou a Anjo55, companhia que oferece um serviço de escolta para carros sob demanda via aplicativo. Quando o usuário estiver se deslocando de carro à noite, ele pode solicitar, pelo app, um segurança não armado que acompanhará seu percurso em uma moto, até o fim do trajeto.

Disponível para iPhone e smartphones Android, o serviço já captou 1,3 mil clientes e tem sido chamado de "Uber da escolta": além de a solicitação ser feita por um aplicativo, o pagamento é realizado por cartão de crédito e a cobrança é determinada pelo tempo de uso - o valor é de R$ 2,70 por minuto.

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Ao contrário do Uber, que capta motoristas comuns, a Anjo55 faz uma seleção de pessoas especializadas em segurança. Os profissionais que fazem a escolta são funcionários da empresa de segurança Gocil - segundo Braga, a parceira fica com uma fatia da receita do valor pago pelos usuários.

"Vivo a insegurança de São Paulo desde que nasci, passando no sinal vermelho à noite por causa do medo", contou Braga, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. "Quero resolver um problema que afeta a qualidade de vida das pessoas. Há pais que não dormem esperando os filhos chegarem de festas à noite."

Por enquanto, a Anjo55 - referência ao código internacional para se fazer ligações para o Brasil - só funciona à noite, das 18h às 4h. A atuação também está limitada a alguns bairros das zonas sul e oeste da capital, como Brooklin, Moema, Jardins, Morumbi, Itaim Bibi e Alto de Pinheiros.

Todos os trajetos são monitorados por uma central de segurança, que tem acesso à localização dos celulares do segurança e do usuário que ele acompanha. Assim, é possível saber se um veículo está realmente próximo ao outro. A escolta pode ser cancelada a qualquer momento - desistências e outras informações são enviadas aos seguranças por avisos da central, com auxílio de fones de ouvido.

Confiança

Parte dos problemas que o Uber e outros apps de transporte tiveram no passado envolviam justamente a desconfiança de usuários de entrar no carro de um desconhecido. Ao fundar a Anjo55, Braga acredita ter resolvido esse problema ao fechar a parceria com a Gocil.

Além de serem registrados, os seguranças da empresa têm treinamento próprio à função, passam por seleção e têm certificados emitidos pela Polícia Federal. Segundo Braga, os serviços da Anjo55 podem ser utilizados até mesmo para a escolta dos usuários em viagens de Uber. "Somos um serviço complementar aos apps de transporte comum, com a meta de reduzir risco de entrar no carro de um estranho", afirma o presidente da Anjo55.

Sem contar a rede de apoio às operações oferecidas pela Gocil, a Anjo55 tem hoje 8 pessoas em sua equipe. Desde sua fundação, no ano passado, a empresa já levantou R$ 800 mil em aportes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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