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O bilionário Elon Musk informou na noite de terça-feira que sua startup Neuralink está fazendo progressos em uma interface que conecta o cérebro com computadores, e que deve começar a ser testada em pessoas no próximo ano.

"Podemos fazer uma interface cérebro-máquina completa", afirmou Musk junto a membros da Neuralink em um evento em San Francisco para mostrar seus avanços e recrutar talentos nos campos de software, robótica, neurociência, entre outros.

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"O projeto pode alcançar uma espécie de simbiose com inteligência artificial", disse Musk, um empreendedor futurista que também lidera a Tesla e a SpaceX.

Musk diz que um elo que une as mentes às máquinas é vital se as pessoas quiserem evitar ser surpreendidas pela inteligência artificial que, segundo ele, confronta os humanos com o risco de serem relegados a um papel de "gatos domésticos".

A Neuralink mostrou a primeira versão de um pequeno sensor que pode ser implantado em um cérebro através de uma pequena incisão feita por um robô especialmente construído para executar essa tarefa de alta precisão.

"São minieletrodos e o robô os implanta delicadamente", explicou Musk, observando que pode haver milhares desses eletrodos conectados a um cérebro.

"É algo que não será estressante, que funcionará bem e não requer conexões físicas", acrescentou.

O chip vai se comunicar por via aérea com um tipo de aparelho auditivo que envia informações para um aplicativo de smartphone, segundo a Neuralink.

Por enquanto, o objetivo é que uma pessoa com implantes controle o telefone com pensamentos, mas a tecnologia pode eventualmente ser estendida a outros dispositivos, como braços robóticos.

"Tem um tremendo potencial", celebrou Musk.

"Esperamos ter em um paciente humano antes do final do próximo ano".

Segundo um neurocirurgião da Neuralink, um dos primeiros objetivos dessa tecnologia é tratar pacientes com doenças neurológicas.

Mas, em longo prazo, o objetivo é tornar os implantes tão seguros, confiáveis e simples que possam entrar no campo da cirurgia eletiva para aqueles que querem capacitar seu cérebro com o poder de um computador.

Musk assegura que a meta é que colocar um desses implantes no cérebro seja um procedimento tão simples quanto uma cirurgia a laser dos olhos.

Todo o mundo já perdeu um trabalho por causa de um problema inesperado no computador. Um bug obviamente não era aceitável para as missões Apollo, as primeiras em que a navegação e a vida dos astronautas foram confiadas a um computador.

Apesar dos sinais de alerta que fizeram palpitar o coração de Neil Armstrong durante a descida na Lua, o computador da missão Apollo não teve falhas e lançou as bases para a navegação aérea e para sistemas de exploração modernos.

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Veja como o computador da Apollo, chamado Apollo Guidance Computer (AGC), moldou o mundo de hoje, apesar de ser milhões de vezes menos poderoso do que um smartphone de 2019.

- A revolução dos microchips -

Circuitos integrados, ou microchips, eram essenciais para a miniaturização necessária para que os computadores fossem fisicamente incorporados às cápsulas espaciais, em vez dos volumosos computadores de tubo que os antecederam.

A Nasa não inventou o microchip. Essa honra vai para Jack Kilby (Texas Instruments) e Robert Noyce, cofundador da Fairchild Semiconductor e da Intel.

Mas a Nasa e o Exército americano - que precisava de chips para guiar seus mísseis balísticos visando à URSS - aceleraram seu desenvolvimento, o que gerou uma enorme demanda.

"Eles exigiam um nível de confiabilidade absolutamente inimaginável", diz à AFP Frank O'Brien, historiador de voos espaciais e autor de um livro de referência sobre o computador da Apollo.

No início dos anos 1960, a Nasa e o Pentágono compraram um milhão de chips, segundo o historiador, levando os fabricantes a produzirem chips com uma vida útil muito maior do que as poucas horas dos primeiros protótipos.

- Multitarefas -

Computadores modernos e smartphones sabem como lidar com inúmeras tarefas simultâneas: mensagens, mapas GPS, aplicativos, etc.

Já os primeiros computadores "não tinham muito o que fazer. Eles estavam lá para fazer cálculos e substituir humanos que teriam usado calculadoras mecânicas para isso", afirmou Seamus Tuohy, diretor de sistemas espaciais da Draper, uma empresa que surgiu do laboratório de instrumentação do MIT, onde a máquina Apollo foi projetada.

Tudo isso começou a mudar com o computador Apollo. Era do tamanho de uma pasta e devia lidar com uma infinidade de tarefas vitais: navegação, gerenciamento de oxigênio, temperatura, ou dispositivos de filtragem de dióxido de carbono, para que os astronautas pudessem respirar um ar saudável.

Ao contrário dos primeiros computadores, onde o operador humano dava à máquina uma série de cálculos para fazer e aguardava o resultado (às vezes por dias), o computador Apollo não tinha o luxo do tempo, uma vez que a nave voava para a Lua. Ele também precisava ser capaz de receber comandos do piloto em tempo real.

A Nasa também queria um computador autônomo, porque a agência temia que os soviéticos interferissem nas comunicações entre a tripulação e o centro de controle no solo.

Tudo isso exigia uma "arquitetura" informática, projetada principalmente pelo engenheiro Hal Laning.

- Tempo real -

Os engenheiros da Nasa também queriam dar o próximo passo, em comparação com as placas dos computadores primitivos.

Eles inventaram três elementos-chave: os switches encontrados até hoje nos cockpits dos aviões; um joystick comandando pela primeira vez o sistema eletronicamente; e um tipo de teclado chamado DSKY ("display and keyborard"), revolucionário para a época.

Nesse teclado, os astronautas podiam digitar códigos de dois dígitos para formar comandos do tipo "verbo + nome": por exemplo, "ligar os propulsores", ou "se fixar em tal estrela".

Frank O'Brien compara isso ao que um turista que mal fala inglês diria nos Estados Unidos: "comer pizza".

- Teste bem-sucedido -

Quando o módulo lunar com Neil Armstrong e Buzz Aldrin descia na Lua, o alarme do computador Apollo soou repetidamente, dando a impressão de que estava parando de funcionar.

Se esse fosse o caso, o módulo não teria mais capacidade de avaliar sua altitude, velocidade e trajetória. Um acidente teria sido provável.

Em Houston, porém, os engenheiros da Nasa perceberam rapidamente que o computador estava apenas saturado de informações. Todos os sistemas funcionavam bem.

Graças, então, a uma programação inteligente, o computador reduziu automaticamente sua carga e suspendeu certas tarefas, para priorizar as funções essenciais para aplanar.

"O comportamento de saturação do computador foi um grande avanço", disse Paul Ceruzzi, especialista em Eletrônica Aeroespacial do Smithsonian Institute.

O historiador Frank O'Brien aponta que o verdadeiro calibre do computador Apollo excedia sua capacidade de memória, ridícula se comparada aos padrões atuais: 38 kilobytes.

"Com essa habilidade muito fraca, eles conseguiram realizar coisas incríveis que parecem normais hoje", completou.

Mês de julho é sinônimo de férias para muita gente. Além de ser uma época de recesso escolar e acadêmico é também garantia das melhores estações do ano em diversos lugares do mundo. Se suas férias começam este mês e você ainda está pensando em programar aquela viagem, confira quais são os aplicativos que vão facilitar a sua vida e a sua trip. 

Para achar uma boa passagem 

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Skyscanner

O Skyscanner é um excelente aplicativo para quem quer procurar passagens mais baratas, hotéis ou até empresas para alugar veículos. Ao buscar uma passagem o usuário pode criar alertas de preço, para ser avisado quando o destino desejado estiver mais acessível, além de fazer o comparativo de valores entre as companhias aéreas. Há também uma aba de inspirações, em que - por temas - o aplicativo seleciona os melhores lugares para ir a partir da sua localização.  Também é possível programar uma viagem, assim o aplicativo dará informações sobre ofertas no período que o usuário escolher. Disponível para iOS e Android.

Hopper

O Hopper é um aplicativo de viagens que funciona avisando o melhor momento para você comprar a sua passagem. Vencedor do Prêmio Google Play de 2016, o app monitora uma a rota de viagens que você escolher para garantir o preço mais baixo. Ele envia notificações instantâneas, além de dar dicas de viagem, e ter ofertas personalizadas para cada viagem. Disponível para iOS e Android.

Kayak

Um dos buscadores de passagens mais usados. O Kayak traz as opções tradicionais, como previsão de preços, sugestão de destinos e alerta de preços, mas também oferece alguns diferenciais. Com ele é possível medir a bagagem de mão, ter conselhos sobre altas e baixas dos valores das passagens e também salvar as informações pessoais para buscar melhores ofertas de hotéis e alugueis de carro. Disponível para iOS, Android e compatível com Apple Watch.

Para ficar no melhor lugar

Airbnb

Se você não faz questão de café da manhã de hotel e quer apenas um lugar reservado e barato para se hospedar, bem-vindo ao Airbnb. A plataforma é excelente para quem procura desde quartos até uma casa inteira, principalmente pela segurança que passa tanto para quem está alugando, quanto para quem quer alugar o imóvel. Os anfitriões são avaliados por diversos itens, é possível ver toda as restrições e bônus dos imóveis, existem políticas flexíveis de cancelamento e - caso você tenha algum problema - o suporte deles é bastante ágil para que sua viagem não se estrague por conta de algum imprevisto. 

A única dica aqui é - ao falar com seu anfitrião - use o chat que eles disponibilizam na ferramenta. Isso faz com que, caso você não consiga falar (seja com o dono do local, seja com seu hóspede) com a pessoa responsável pela sua estadia e deseje cancelar, eles usarão as conversas de dentro do app para achar a melhor solução para o seu caso. Disponível para iOS e Android.

Hurb

O Hotel Urbano é um app já conhecido no mercado porque - vez ou outra - realiza excelentes promoções de passagem mais hospedagem. É possível comprar pacotes de viagem completos, com ingressos para passeios famosos - dependendo do destino, cruzeiros, entre outros. Apesar do grande trunfo deles serem os pacotes também é possível encontrar apenas hotéis, sem outros custos incluídos. Disponível para iOS e Android.

Booking

É um dos aplicativos para hospedagem em hotel dos mais confiáveis do mercado até agora. São mais de 1,5 milhão de acomodações registradas no sistema do app e é possível filtrar as buscas por preço, nota de avaliação, qualidade do Wi-Fi e até se tem café da manhã ou não. A ferramenta também informa quantos quartos estão disponíveis no local escolhido e qual o melhor preço do dia. Tudo de acordo com o bolso do usuário. Disponível para iOS e Android.

Para criar o roteiro perfeito

TripAdvisor 

O trunfo do TripAdvisor é ser um aplicativo de recomendações por avaliações que muita gente usa. Ou seja, sempre que você precisa de uma dica de restaurante, casa de show ou qualquer outro passeio, as recomendações serão feitas por quem realmente esteve no local. Você também pode seguir especialistas em viagens e pegar dicas de quem trabalha com o tema. Além disso, há informações sobre voos, hotéis e cruzeiros. As reservas podem ser pagas com Google Pay ou PayPal e o app está disponível para Android e iOS.

My Maps

O aplicativo é um serviço do Google para criar e personalizar mapas, o que facilita bastante a vida de quem gosta de criar roteiros para viajar. Crie o mapa, coloque os pontos que você deseja visitar e vá seguindo sua viagem. Ele não precisa do Google Maps para funcionar, mas só funciona em celulares Android, porque é necessário estar logado em sua conta Google.

Para andar por aí

Google Maps

O Google Maps é um aplicativo bastante útil se é a primeira vez que você visita uma cidade. É possível pesquisar restaurantes, bancos, farmácias e uma sorte de estabelecimentos perto de você. Também é possível descobrir quais ônibus pegar para chegar aos lugares, assim como o preço da passagem e a quantidade de paradas. Ele também salva seus destinos mais usados e permite calcular o tempo da viagem em diferentes modais. 

Waze

Se sua viagem será feita de carro, o Waze é uma boa opção pela quantidade de detalhes que dá nas pistas. Ele cria melhores rotas levando em consideração problemas nas vias como buracos, trânsito, sinais quebrados, entre outros. Disponível para iOS e Android.

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--Dez motivos para o Telegram ser melhor do que você imagina

--> Testamos! Harry Potter: Wizards Unite é o novo Pokémon GO?

Muito tem se falado sobre o novo game da franquia Harry Potter para mobile, "Harry Potter: Wizards United". O jogo chegou ao Brasil na última semana, para Android e iOS, e tem despertado a curiosidade tanto de fãs quanto do público em geral. Produzido pela Niantic, a mesma desenvolvedora de Pokémon GO, o game tem controles muito parecidos com aqueles experimentados com os monstrinhos, trazendo a forma do mapa e os recursos de realidade aumentada, mas as semelhanças param por aí. Nós testamos o game do momento e vamos dizer para você se o novo título do bruxinho mais famosos do mundo realmente empolga.

História e objetivo

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A história se passa um pouco depois da batalha de Hogwarts e traz personagens como Harry, Rony e Hermione (todos trabalhando para o Ministério da Magia). É possível encontrar muitos personagens dos livros/filmes, como Hagrid, Professora McGonagall e até alguns que morreram ao longo da história como Tonks e a coruja Edwiges - o que gerou espanto dos fãs. Neste universo, uma “Catástrofe” - nome dado para um feitiço sombrio que se sabe muito pouco - assola o mundo bruxo e transporta os Magis – artefatos mágicos, criaturas, pessoas e, até mesmo, memórias – para o mundo dos trouxas. 

É seu trabalho como recruta da Força-Tarefa de Manutenção de Sigilo solucionar o mistério da Catástrofe, praticar feitiços, recolher os Magis (que ficam guardados como em um álbum de figurinhas) e vencer batalhas contra alguns monstros. Para isso, Constance Pickering, uma funcionária do Ministério, vai acompanhá-lo. Ela funciona como um narrador, explicando porque as coisas acontecem e para que servem os itens capturados.

Esqueça Pokémon GO

Não, não estamos dizendo para você parar de jogar o jogo dos monstrinhos, mas sim esquecer os comparativos que muita gente tentou fazer entre um game e outro. É verdade que os recursos utilizados em ambos os jogos são os mesmos. O estilo do mapa, a necessidade de andar pelas ruas para encontrar novos desafios, o uso da realidade aumentada na hora de recuperar os Magis - ou, no caso anterior, os pokémons, mas as semelhanças param por aí.

Harry Potter: Wizards United é muito mais detalhado. No mapa você pode encontrar diferentes tipos de desafios ao clicar em brasões que aparecem (da mesma forma que aparecem os monstrinhos do Pokémon), mas também pode entrar em estalagens, estufas. coletar itens para poções no meio do mapa e muito mais.  As fortalezas encontradas pelo caminho permitem batalhas contra comensais da morte tanto multiplayer quanto sozinho. Nelas você aprende a lançar feitiços para atacar e precisa fazer alguns comandos para se defender. 

Geralmente (ou até onde joguei) todos os movimentos que você precisa fazer aparecem na tela em forma de seta ou bola. Isso facilita na hora de acertar o inimigo ou recuperar algum Magi enfeitiçado. Porém, nem adianta fazer um desenho desleixado com os dedos. Para conseguir derrotar o “obscurus” é necessário precisão. Fazer o desenho corretamente faz uma diferença muito maior do que apenas jogar o feitiço para cima do adversário.

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Saco vazio não joga em pé

Em Harry Potter WU é preciso ter um número de energias para conseguir cumprir os desafios do jogo. São elas que permitem que você continue o game e para recuperá-las é preciso ir em estalagens para se alimentar ou estufas. Afinal, saco vazio não joga em pé. O jogador começa o game com 75 de energia, mas elas vão sendo gastas de acordo com os Magis recuperados ou as batalhas enfrentadas.

O problema - de acordo com as avaliações na página do app - é que elas acabam muito rapidamente e é preciso esperar para recarregar. Porém, também é possível gastar dinheiro real para comprar as energias no “Beco Diagonal”, a loja online do game. 

Ajuda, mas atrapalha

Uma das coisas mais legais e ao mesmo tempo mais chatinhas do game é a quantidade de coisas e informações passadas. Por um lado, saber sobre feitiços, criaturas e mistérios é bastante empolgante e desperta curiosidade - principalmente, porque há desafios a serem completados para evoluir dentro da profissão escolhida - e disponível a partir do nível 6. 

Mas quando você pensa que estará andando e terá que parar várias vezes no meio da rua para ler o que a funcionária do ministério, Harry, ou qualquer outro personagem diz sobre o que você está fazendo, a coisa fica um pouco mais complicada. Não é muito divertido ter que parar - a quase todo item encontrado - para ler sobre pessoas desaparecidas, tudo isso enquanto você tenta atravessar o sinal de trânsito. Além disso, andar com o celular na mão em algumas cidades brasileiras pode ser uma coisa perigosa, que exige mais atenção do que o enredo do game. 

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Profissão, desafios e veredito

Chegado ao fim do nosso review, há muita coisa para descobrir em Harry Potter WU. No nível 6 você pode escolher entre virar Auror (com habilidades maiores em ataques contra as artes das trevas), Magizoologista (com mais força para feitiços contra criaturas) e Professor (desenvolvendo novas técnicas e magias). Após a escolha da carreira um leque de possibilidades se abre para o jogador.

Cada desafio gera conquistas. Há tarefas diárias, tarefas das profissões, poções e muitas outras coisas do universo bruxo para você aprender. Além disso, cada Magi recuperado vem em forma de figurinha - para completar um álbum cheio de abas. No fim, Harry Potter Wizards Unite é um divertido, com bons gráficos, cheio de opções para explorar, mas que precisa encontrar um equilíbrio entre o excesso de informações e as oportunidades de jogo. 

Para fazer a quantidade de desafios que o game exige seria preciso disponibilizar mais energias ou, quem sabe, a possibilidade de cumprir algumas tarefas no conforto do lar. Afinal, pode até ser que dê para virar super bruxo, correndo por aí atrás dos itens em tempos relativamente curtos, cumprindo tarefas que custam - muitas vezes - 30 energias, rindo na cara do perigo das esquinas. Mas só se você não morar no Brasil.

A selfie diz muita coisa sobre a época atual: o predomínio da imagem, do instantâneo, o jogo sobre as emoções, a abolição das distâncias no mundo virtual... É um coquetel que pode se tornar tóxico, segundo especialistas.

"Estamos realmente em uma sociedade da imagem, da imagem efêmera", afirma a filósofa e psicanalista francesa Elsa Godart, para quem "a selfie é a chegada de uma neolinguagem no mundo do afeto, da emoção".

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Trata-se de uma nova forma de comunicação que invadiu Instagram, Snapchat, Facebook e Twitter. Seja um adolescente com seu gatinho, um turista em frente à Torre Eiffel, recém-casados na Disneylândia, um fã posando com Neymar ou uma celebridade americana em Bali: a selfie "nos põe em contato com muitas pessoas mais", afirma o psicanalista brasileiro Christian Dunker.

Para a semióloga francesa Pauline Escande-Gauquié "acima de tudo, a lógica é criar ou fortalecer o vínculo com a sua comunidade, com seus fãs se você é famoso, com os cidadãos se você é político".

A selfie pretende dar fascínio à vida. Tiramos fotos de nós mesmos em contra plongée, em poses que nos favorecem, com um cenário atraente ao fundo. Com um controle total da imagem que vamos publicar.

O autor de uma selfie está centrado em si mesmo. "Não é um problema de narcisismo porque o narcisismo é muito positivo, mas de egotismo, de valorização de nós mesmos", explica Elsa Godart, autora de 'Je selfie donc je suis' (Faço selfies, logo existo em tradução livre). "Embora a selfie tampouco possa ser reduzida apenas a isto".

Uma hipervalorização de si mesmo que pretende obter o máximo de 'likes' e costuma revelar feridas narcisistas.

- Selfies transgressoras -

A selfie perfeita faz com o autor se sinta excepcional, exibindo-se em situações excepcionais: posando no alto da Sagrada Família ou na vertiginosa Shanghai Tower, como a russa Angela Nicolau, a rainha da "escalada urbana".

"São comportamentos de alto risco que dão a sensação de que podemos flertar com a morte", afirma Elsa Godart.

No outro extremo, a selfie da depreciação de si mesmo também ganha cada vez mais adeptos, sobretudo de jovens com gostos menos convencionais, que querem denunciar a ditadura da beleza e a proliferação de "fakes".

Alguns inclusive viralizaram com truques como o "chinning", fotos nada estéticas em que mostram suas papadas em frente a locais turísticos. Da mesma forma, os grandes depressivos também tiram selfies, "o que também permite existir", avalia Godart.

O "photobomb" é uma foto de si mesmo frequentemente engraçada, na qual alguém aparece inesperadamente, arruinando os planos do autor, sem que este saiba disso.

Cada vez mais criativa, a selfie também é um objeto de militância 2.0, como para os ecologistas que publicam fotos de uma praia "antes e depois" de limpá-la ou para as mulheres pró-aleitamento materno que tiram fotos amamentando seu bebê. "É algo muito íntimo, mas por trás há uma mensagem verdadeira", afirma Escande-Gauquié.

O artista chinês Ai Weiwei fez da selfie uma arma política contra o regime comunista de Pequim ou para dar visibilidade aos migrantes do Mediterrâneo.

As selfies também são um negócio e uma ferramenta extraordinária de comunicação para celebridades como Kim Kardashian, seguida por 141 milhões de usuários no Instagram, para os quais chegou, inclusive, a posar nua.

Mais transgressora, a selfie "beautifulagony" expõe na plataforma flickr os rostos de pessoas se masturbando.

"É no olhar do outro que culminará este ato masturbatório. Fazemos amor através do olhar-tela interposto, vivemos verdadeiramente em uma sociedade da imagem", explica Elsa Godart.

- 'Rumo à patologia' -

As selfies tiradas perto do corpo de entes queridas são um desafio à morte.

Para a psicanalista, é "fazer viver de novo a pessoa, que não está mais. A virtualidade é o lugar onde não morremos mais". O Facebook, além disso, impede que milhões de mortos desapareçam, deixando suas contas ativas.

Mas a selfie pode ser totalmente viciante. "Como em todo fenômeno, há desvios", afirma Pauline Escande-Gaudié, autora de "Tous selfie!" (Selfie, todos!, em tradução livre).

"Certas pessoas entram em uma compulsão e uma dependência do olhar do outro".

Múltiplos aplicativos permitem agora refinar os traços do rosto, apagar rugas ou mudar a cor dos olhos para se aproximar de um ideal sonhado de beleza.

"É um travestismo", avalia a semióloga, e se não se tomar como um jogo, "vamos rumo à patologia", já que existe "uma dissonância identitária que pode ser perigosa, especialmente para adolescentes".

A selfie é um simulacro, destaca também Christian Dunker, professor de Psicologia da Universidade de São Paulo. "Exerce uma pressão permanente para que sejamos muito mais livres e felizes do que podemos ser na realidade".

Você já ouviu a palavra do Telegram, hoje? Nos últimos dias, o país inteiro descobriu que um dos usuários mais assíduos do aplicativo de mensagens azulzinho era Ministro da Justiça, Sergio Moro. Após as conversas particulares do ex-juiz terem sido vazadas para a imprensa, a ferramenta voltou aos holofotes e atraiu a curiosidade de milhares de pessoas sobre seu funcionamento e - principalmente - sobre a sua segurança.

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Os usuários do Telegram (e ele próprio) defendem aos cinco ventos da internet que não há serviço melhor para trocar mensagens. Porém, se você ainda tem dúvidas, ou só começou a ouvir falar na ferramenta há pouco tempo, confira 10 motivos que vão te mostrar que o Telegram é, na verdade, um dos melhores mensageiros para usar atualmente.

Ocupa menos espaço

Um dos benefícios de instalar o Telegram em smartphones Android ou iOS é o tamanho. Por ser uma ferramenta baseada em nuvem o aplicativo ocupa um espaço pouco significativo no aparelho. Não é preciso baixar fotos ou vídeos para visualizá-los e todas as conversas podem ser acessadas em diversas plataformas compatíveis com o app.

Acelerador de áudios

Sabe aquele amigo que manda áudios imensos, com mais de três minutos? Ele não vai ser mais um problema. Se você não gosta de passar muito tempo escutando esse tipo de mensagem o Telegram tem uma função de ouvir o áudio no “rapidinho”. É possível acelerar sem precisar pular partes da faixa tentando achar a parte que realmente você vai ter que responder.

Privacidade é importante

Se você procura por privacidade o aplicativo oferece uma série de medidas para garantir que seus segredos estejam seguros. É possível chamar colegas para “Chats Secretos”, específicos por dispositivo, com mensagens, fotos e vídeos que se autodestroem, bloquear seu aplicativo com uma senha e colocar uma verificação em duas etapas, para proteger ainda mais suas conversas.

Uma vez que você tenha habilitado a verificação em duas etapas, para acessar o app será preciso o código SMS e sua senha para entrar. Também é possível definir um e-mail para recuperação, que ajudará caso você esqueça sua senha.

Não tem grupo da família, mas se quiser pode

Uma das partes mais complicadas de viver no WhatsApp é participar dos grupos de família. É provável que a maioria dos seus parentes ainda não tenha migrado para o Telegram e, por isso, se você estiver enjoado das correntes, piadas e gifs de bom dia de seus tios e primos, o aplicativo ainda é um lugar seguro.

Porém, se você quiser levar todo mundo para o Telegram é importante saber que os grupos da ferramenta suportam até 200 mil pessoas. Nele é possível editar e apagar mensagens, fixar tópicos importantes, silenciar o grupo, torná-lo público, customizar bots e até mesmo impedir que os membros publiquem tipos específicos de conteúdo.

É sempre pioneiro

Apesar de muitas dessas funcionalidades já serem vistas em aplicativos de mensagens, geralmente é no telegram que elas chegam primeiro. Por possuir código aberto, muitos desenvolvedores sugerem melhorias para o app, que testa e repassa para os usuários. Um exemplo disso é que, muito antes do WhatsApp os stickers, gifs e a tela de vídeo em miniatura do YouTube já eram utilizados por lá.

Visto por último só para quem você quiser

Exatamente! Não existe "ou tudo ou nada" no Visto por Último" do Telegram. Você pode escolher exatamente quem pode ver você online. As pessoas só podem ver seu status online se você estiver compartilhando seu Visto por Último com elas. Você verá, no entanto, um Visto por Último aproximado que varia entre Visto recentemente - abrange qualquer período entre 1 segundo e 2 ou 3 dias; Visto na última semana - entre 2, 3 e sete dias; Visto no último mês - entre 6, 7 dias e um mês; Visto há muito tempo - mais de um mês (isso também é sempre exibido para usuários bloqueados).

Atalhos de emojis e vídeos

Quer procurar um gif ou vídeo e não sabe como? Digite o @gif ou @vid + do que você gostaria de encontrar e na sua própria janela o app vai lhe dar opções de conteúdo. Esses atalhos são boots.  Os bots são feitos por desenvolvedores terceiros usando a API e plataforma de Bots do Telegram. Você pode encontrar como usar alguns deles na internet.

Código aberto

O Telegram é aberto por questões ideológicas de seus desenvolvedores Pavel e Nikolai Durov. Qualquer um pode verificar seu código-fonte, protocolo e a API. Inclusive, a plataforma encoraja especialistas em segurança a auditar seu sistema e gerar feedbacks. O objetivo de seus criadores não é gerar lucro, mas criar um app que misture segurança, confiabilidade e velocidade em qualquer rede.

Não precisa adicionar para falar

Se você quiser falar com alguém pelo Telegram o contato não precisa estar salvo no seu telefone. Basta digitar o nome de usuário delas no campo de busca. Elas também poderão encontrar você da mesma forma (mas antes é preciso criar o nome de usuário). Mas não se preocupe, se alguém lhe adicionar e mandar mensagens indesejadas é possível denunciar o perfil. As contas denunciadas só podem enviar mensagens para pessoas que têm o número delas salvo como um contato.

Eles têm um prêmio para quem conseguir hackear o app

E por fim e não menos importante, o Telegram acredita tanto no seu esquema de segurança anti-hackers que há um prêmio para quem conseguir invadir o aplicativo. Qualquer um que afirme que as mensagens do Telegram podem ser decifradas pode enviar um relatório detalhado de como conseguiu - para provar sua afirmação - e a plataforma irá premiar o hacker com US$ 300 mil. Eles também oferecem recompensas para vulnerabilidades identificadas com sucesso em nossos aplicativos e protocolo.

 

Uma ONG de São Paulo desenvolveu um aplicativo que realiza tradução simultânea da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para o português, com o objetivo de aumentar a inclusão de surdos e facilitar seu atendimento por empresas e serviços públicos.

O "ICOM", disponível para sistemas iOS e Android, foi criado pela Associação dos Amigos Metroviários dos Excepcionais (AME) e será apresentado na feira de acessibilidade Reatech, que acontece de 13 a 16 de junho, em São Paulo.

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O aplicativo fornece uma central de atendimento 24 horas por dia e funciona por meio de chamadas de vídeo: ao receber um surdo, o atendente do SAC de uma empresa, de um consultório ou de um serviço público, por exemplo, aciona o call center da AME, que faz a tradução simultânea do português para Libras - e vice-versa - e a intermediação do diálogo.

"O aplicativo foi desenhado para atender a uma demanda das empresas. A legislação garante o atendimento de surdos em sua língua, mas não tínhamos um mecanismo eficaz para prover essa comunicação", disse, em entrevista à ANSA, o presidente da AME, José de Araújo Neto.

Atualmente, o app conta com cerca de 30 empresas em sua base de clientes, incluindo a linha aérea Gol, que já utiliza o recurso em suas lojas nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo. Outra possibilidade é empregar o aplicativo na comunicação de profissionais surdos com colegas de trabalho.

Para garantir o serviço, que é gratuito para pessoas com deficiência auditiva, o ICOM conta com 45 intérpretes, sendo que apenas uma pequena parte trabalha remotamente. Segundo Neto, no entanto, ainda existe uma "barreira cultural muito forte" nas empresas.

"As pessoas gostam, se encantam, porque o aplicativo tem um impacto muito forte, mas a decisão de compra ainda é uma dificuldade. Não porque seja caro, mas ainda lidamos com uma resistência cultural", declarou o presidente da AME.

Apesar disso, ele afirmou ter percebido uma diferença "acentuada" em 2019. "Atribuímos muito disso ao fato de o governo federal ter demonstrado preocupação com a inclusão de surdos", ressaltou. O próximo passo, de acordo com Neto, é oferecer um programa de "internet patrocinada".

Ele contou que, especialmente nas empresas públicas, existem carências de infraestrutura digital para rodar o aplicativo e realizar as videochamadas. "A solução está no surdo, por meio de seu smartphone", explicou. A contrapartida é que a utilização do ICOM não consuma o pacote de dados do usuário.

O projeto está em fase de conclusão e deve ser ofertado dentro de 30 dias. A AME terá um estande na Reatech e levará terminais para que o visitante possa experimentar o app. Organizada pela Cipa Fiera Milano, a feira promove novas tecnologias para a inclusão, acessibilidade e reabilitação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Da Ansa

A Microsoft lançou uma série de novidades para o Microsoft 365 e seus aplicativos para smartphones. Uma delas permite ao usuário importar planilhas e tabelas do Excel para iPhone usando uma câmera. O recurso, que já estava disponível no Android desde março, permite tirar uma foto de uma tabela de dados impressa e a convertê-la em uma tabela totalmente editável no aplicativo. É possível importá-la com o Excel para iOS e continuar a editá-la usando o Excel para Windows ou Mac.

A empresa usa inteligência artificial para trazer os dados do Excel para iPhone. O aplicativo usa o reconhecimento óptico de caracteres (OCR), junto com modelos de aprendizado de máquina para converter dados em papel em uma tabela digital.

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Essa funcionalidade de reconhecimento de imagem elimina a necessidade de inserir os dados manualmente. O novo recurso está disponível em 21 idiomas e já pode ser encontrado no aplicativo.

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Uma cientista brasileira de 33 anos desenvolveu uma espécie de caneta capaz de detectar células tumorais em poucos segundos. Livia Schiavinato Eberlin é formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, apesar da pouca idade, já é chefe de um laboratório de pesquisa da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos.

Foi lá que, há quatro anos, ela iniciou os estudos de um dispositivo capaz de extrair moléculas de tecido humano e apontar, no material analisado, a presença de células cancerosas. A tecnologia está em estudo, mas já teve resultados promissores ao ser usada na análise de 800 amostras de tecido humano.

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A pesquisadora, que já mora há dez anos nos EUA, para onde se mudou para fazer doutorado, está no Brasil nesta semana para apresentar os achados de sua pesquisa no congresso Next Frontiers to Cure Cancer, promovido anualmente pelo A.C. Camargo Cancer Center na cidade de São Paulo.

Nos Estados Unidos, Livia ganhou destaque na comunidade científica ao ser uma das personalidades selecionadas em 2018 para receber a renomada bolsa da Fundação MacArthur, conhecida como "bolsa dos gênios" e destinada a profissionais com atuação destacada e criativa em sua área. O prêmio, no valor de U$ 625 mil (cerca de R$ 2,5 milhões), é de uso livre pelo bolsista.

Em entrevista exclusiva ao jornal O Estado de S. Paulo, a pesquisadora explicou que a caneta, batizada de MacSpec Pen, tem como principal objetivo certificar, durante uma cirurgia oncológica, que todo o tecido tumoral foi removido do corpo do paciente. Isso porque nem sempre é possível visualizar a olho nu o limite entre a lesão cancerosa e o tecido saudável. "Muitas vezes o tecido é retirado e analisado por um patologista ainda durante a cirurgia para confirmar se todo o tumor está sendo retirado, mas esse processo leva de 30 a 40 minutos e, enquanto isso, o paciente fica lá, exposto à anestesia e a outros riscos cirúrgicos", explica Livia.

A caneta desenvolvida por ela e sua equipe de pesquisadores usa uma técnica de análise química para dar essa mesma resposta que um patologista daria. "A caneta tem um reservatório preenchido com água. Quando a ponta dela toca o tecido, capta moléculas que se dissolvem em água e são transportadas para um espectrômetro de massa, equipamento que caracteriza a amostra como cancerosa ou não", explica a cientista.

Essa caracterização da amostra em maligna ou não pode ser feita porque a tecnologia usa, além dos equipamentos de análise química, técnicas de inteligência artificial para que a máquina "responda" se as células são tumorais.

Para isso, foram usadas, na criação do modelo, centenas de amostras de tecidos cancerosos que, por meio de suas características, "ensinam" a máquina a identificar tecido tumoral.

"Na primeira fase da pesquisa analisamos mais de 200 amostras de tecido humano e verificamos uma precisão de identificação do câncer de 97%", conta Livia.

Próximos passos

O resultado dessa etapa do estudo foi publicado na prestigiosa revista científica Science Translational Medicine em 2017. Depois, o grupo de pesquisa da brasileira nos EUA ampliou a investigação para 800 amostras de tecido e, mais recentemente, obteve autorização de comitês de ética de instituições americanas para testar a técnica em humanos, durante cirurgias reais.

"Apesar dos bons resultados em amostras de tecido, o modelo ainda precisa ser validado em testes clínicos. Se os resultados forem confirmados, ainda deve demorar de dois a três anos para a caneta ser lançada como produto", opina Livia. O dispositivo já foi testado para câncer de cérebro, ovário, tireoide, mama e pulmão, e está começando a ser usado também nas pesquisas de tumor de pele.

Caso a técnica se mostre eficaz também para esse tipo de câncer, ela poderia ser usada para identificar se pintas ou outras lesões de pele são malignas sem a necessidade de remoção de uma parte do tecido, o que pode trazer danos estéticos.

Para Fabiana Baroni Makdissi, cirurgiã oncológica e diretora do Centro de Referência da Mama do A. C. Camargo Cancer Center, caso confirmada a eficácia do método em todas as fases da pesquisa, ele trará ganhos nos tratamentos contra o câncer por permitir maior precisão na retirada dos tumores. "Uma das coisas mais importantes quando a gente fala de tratamento cirúrgico é que o cirurgião consiga retirar completamente o tumor. As taxas de cura vão estar relacionadas a isso, mas temos limitações em garantir que toda a circunferência do tecido retirado esteja livre de células tumorais. Então, uma tecnologia como essa, se validada, tem muito a agregar."

Ela explica que a técnica seria importante porque nem todos os hospitais contam com um patologista na equipe cirúrgica para analisar o tecido removido ainda durante a operação. "Nesses casos em que não há essa análise das margens durante a cirurgia, a taxa de reoperação é maior", diz.

Fabiana destaca ainda que a rapidez do novo método pode ter outras vantagens para o paciente. "A redução do tempo cirúrgico seria um benefício agregado da técnica, principalmente em pacientes mais idosos, com doenças crônicas, que têm maiores riscos durante um procedimento cirúrgico", diz a especialista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A start-up alemã Lilium apresentou nesta quinta-feira (16) um protótipo de táxi voador, uma tecnologia em que muitas empresas no mundo já estão trabalhando e que pode revolucionar o transporte urbano.

O veículo de cinco lugares é equipado com 36 motores elétricos com operação semelhante à dos reatores e tem alcance de 300 quilômetros, com velocidade máxima de 300 km/h.

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Este modelo faz parte de uma longa lista de veículos eVTOL (decolagem e descida vertical elétrica) que têm a capacidade de decolar e aterrissar verticalmente.

O táxi Lilium fez um primeiro teste no início de maio, disse a empresa, prometendo em 2025 um serviço de transporte "quatro vezes mais rápido". No início, os veículos terão um piloto, mas eles aspiram a ser completamente autônomos.

A Lilium é uma das dezenas de empresas no mundo, desde a "start-up" até gigantes da aviação como a Boeing e a Airbus, que estão comprometidas com os táxis voadores, mas cuja circulação foi atrasada pela regulamentação atual.

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Faltando menos de um mês para o Dia dos Namorados, o LeiaJá separou algumas dicas para quem quer encontrar uma pessoa especial. A possibilidade de encontrar esse alguém pode estar a apenas um clique, com a ajuda dos aplicativos de namoro e paquera.

O Tinder já não é mais grande novidade e nem é a única opção; com aplicativos que atendem questões específicas, como o ‘’Divino Amor’’, direcionado aos evangélicos que procuram um namoro, o ‘’Stitch’’, voltado para pessoas da terceira idade, e o Her, específico para lésbicas. As opções são inúmeras e contemplam tanto os que estão à procura de um relacionamento sério quanto os que querem só encontros casuais. Os aplicativos estão ganhando tanto espaço que até o Facebook lançou, no último dia 30, um serviço de paquera, o Facebook Dating, integrado ao aplicativo da rede social. Porém, entre todas as novidades, o Tinder ainda é muito procurado.

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A universitária Beatriz Santana, de 21 anos, conta que decidiu baixar apps de relacionamentos quando surgiu a vontade de conhecer mulheres foras do seu círculo de convívio. Sua estratégia para encontrar pessoas interessantes era visualizar o perfil das usuárias, as páginas e pessoas em comum. “Creio que um casal deve estar na mesma sintonia, manter sempre o diálogo e respeito, ter consideração com a individualidade da outra pessoa e sua história’’, explica. Para ela deu certo: este ano ela comemora dois anos de namoro.

O caso do cabeleireiro Kelvin Gabriel, de 21 anos, não é muito diferente. Ele utiliza o Tinder e o Hornet desde os 16 anos, sempre em busca de algo mais casual. Ele sempre lê o perfil do usuário em busca de algum ponto em comum. “Caso aconteça o famoso match, gosto de conversar com a pessoa e descobrir se temos mais química etc”, conta. Foi assim que ele conheceu o atual namorado, embora à época não estivesse à procura de um relacionamento sério. “Acho que esse é o bapho, não esperar acontecer, apenas deixar fluir’’, diz.

Já o cabeleireiro Caio César, 20 anos, decidiu baixar aplicativos de relacionamento quando estava carente. Ele diz que não dá tanta importância à aparência física. Sem rodeios, afirma que se a procura é por um relacionamento duradouro, o respeito e a cumplicidade bastam.

 

Alguns dos mais conhecidos aplicativos de namoro:

Tinder

Divino Amor (evangélico)

Stitch (terceira idade)

Grindr (LGBT)

Her (lésbicas)

Once

eHarmony

 

Por Junior Oliveira

O Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR) lançou uma plataforma para que organizações de diversos setores econômicos avaliem sua maturidade digital. A intenção é promover a transformação do modelo tradicional, rompendo os padrões do negócio através de um índice avaliativo.

“A empresa pode ter a melhor tecnologia, mas isso só irá gerar a otimização. Para fazer a transformação digital é preciso pensar e agir de forma diferente. Hoje o mercado exige a entrega de uma experiência do consumidor muito mais engajadora com modelos de negócios que anteriormente não eram possíveis”, afirmou o Chief Design Officer do CESAR Eduardo Peixoto.

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Para garantir o aprimoramento digital das organizações, o CESAR propõe oito indicadores: Pessoas e Cultura, Consumidores, Concorrência, Inovação, Processos, Modelos de Negócio, Dados e Tecnologias Habilitadores. O índice será analisado e orientações serão repassadas após o preenchimento do questionário disponível no site http://transformacao.cesar.org.br. Para mais informações, basta acessar www.cesar.org.br.

As pessoas que pegam metrô na cidade do Rio de Janeiro podem contar a partir desta terça-feira (29) com ajuda da tecnologia para evitar filas. A concessionária MetrôRio, que transporta 900 mil passageiros por dia, passa a aceitar pagamento por aproximação, nas catracas, feito por cartão de crédito, aparelho de celular, pulseira ou relógio com a tecnologia NFC (Near Field Communication).

A ideia é que o passageiro não precise comprar ou recarregar bilhete do metrô, um sufoco para turistas, por exemplo. Basta, agora, aproximar o dispositivo com a tecnologia NFC direto em uma das catracas adaptadas em qualquer das 41 estações do metrô. Com isso, a cobrança das passagens é feita direto no cartão para ser paga junto com a fatura.

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A novidade, por enquanto, só funciona para quem tem cartão de crédito da bandeira Visa, emitido pelos bancos Banco do Brasil ou Bradesco, ou celular, com tecnologia NFC – há uma série de aplicativos online que habilitam esta função. Quem não tem o cartão, precisa entrar em contato com a agência e pedir um novo. No Banco do Brasil, 200 mil clientes já estão aptos a usar a nova tecnologia que virá, automaticamente, nos novos cartões.

No caso dos celulares, o app de pagamento funciona como uma carteira digital, que guarda dados do usuário e pode ser instalado em celulares de todos os sistemas operacionais. O aparelho pode estar off line, mas é preciso que tenha o mínimo de bateria para funcionar.

De acordo com o presidente da MetrôRio, a novidade permite que o cliente ganhe tempo e que a concessionária economize com o custo operacional, tornando-a “mais digital possível”. “Queremos oferecer conveniência e praticidade”, ressaltou Guilherme Ramalho. “A mobilidade urbana deve ser cada vez mais integrada e fácil”, disse o executivo.

O metrô do Rio Janeiro é o primeiro do mundo a usar esse tipo de tecnologia, desenvolvida pela bandeira Visa, para pagar por NFC sem que seja necessário trocar todas as catracas.

A estimativa dos bancos é que cada vez mais pessoas substituam dinheiro por cartões e carteiras digitais. A tecnologia NFC já é aceita em 3 milhões de estabelecimentos no país, mas para quem preferir o antigo sistema, o metrô continua a aceitar pagamentos no guichê e em máquinas, nas estações, para quem quer pagar com dinheiro ou cartão. A nova modalidade é apenas mais uma opção.

Durante muito tempo, os consumidores se acostumaram a medir a qualidade da câmera de um celular pela quantidade de megapixels - quanto mais pixels, melhor seria a imagem. Já não é mais assim: nos últimos tempos, as fabricantes de smartphones têm apresentado não só uma grande quantidade de câmeras em um só aparelho, mas também softwares e uso intensivo de inteligência artificial (IA). Nessa semana, por exemplo, chega ao Brasil o P30 Pro, smartphone da chinesa Huawei, que abusa da computação para melhorar as imagens captadas pelas quatro lentes fabricadas pela tradicional marca alemã Leica - favorita de fotógrafos como Henri Cartier-Bresson.

Há um motivo para tanta atenção: as câmeras são um dos principais motivos de compra de celulares. Segundo pesquisa feita pela consultoria IDC em setembro de 2018, câmeras traseiras duplas foram o segundo principal fator de compra de smartphones para os brasileiros - atrás só do armazenamento interno. "Os consumidores querem guardar momentos de suas vidas, e as câmeras de celulares tornaram isso cada vez mais fácil para qualquer pessoa", diz Renato Meirelles, analista de pesquisas da IDC Brasil.

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Apresentar novidades em um setor de desejo virou, claro, estratégia de marketing - lançar uma câmera melhor a cada modelo passou a ser uma justificativa para trocar de aparelho. Na primeira década da indústria de celulares, a evolução era possível melhorando as lentes, mas hoje o mercado atingiu um platô de inovação. Investir no software foi a saída para seguir com melhorias. O uso de programas específicos ajuda ainda a minimizar um problema inerente às câmeras dos smartphones: o tamanho.

Segundo especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, diafragmas e sensores de tamanho reduzido não são capazes de captar luz suficiente para as fotografias, mesmo que a contagem de megapixels seja alta. O resultado são imagens com ruído (borrões ou alterações de brilho). "O software aparece para remover ou minimizar o ruído", diz Manuel Menezes de Oliveira Neto, membro da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e especialista em fotografia computacional. "É aí que são usadas técnicas de processamento de imagem ou inteligência artificial."

Técnicas

Um exemplo de processamento de imagem é bastante conhecido dos usuários da Apple: o High Dynamic Range (HDR), no qual o software dos celulares da empresa combina várias imagens para criar a melhor foto - o programa acumula informações com exposições de luz diferentes da mesma cena para produzir uma só fotografia com mais detalhes.

Já o uso de inteligência artificial torna isso mais sofisticado: o software toma decisões para a melhor foto com base num banco de imagens cheio de exemplos para cada situação - uma foto de pôr do sol, comida ou uma selfie. A Samsung, por exemplo, diz que a IA de suas câmeras é treinada por um banco com 100 milhões de imagens.

O uso de diversas câmeras, nova moda entre os fabricantes, é outro exemplo do uso do software: a utilização combinada de várias lentes ao mesmo tempo permite dar profundidade às fotos, algo que antes só era possível com lentes dedicadas. Com a inteligência artificial, isso se tornou ainda mais bem resolvido: o hardware fotografa várias imagens e o software ajuda a mesclá-las - tudo de forma tão rápida que o usuário mal percebe.

Simulacro

Com tanto uso de tecnologia, será que as câmeras dos celulares fotografam de fato o que é real? É um debate parecido com o enfrentado por celebridades, que costumam aparecer em fotos alteradas no Adobe Photoshop, o mais conhecido programa de edição de fotos. A tecnologia, claro, pode ter seu papel para reforçar padrões de beleza - o P30 Pro, da Huawei, por exemplo, tem recurso de embelezamento, com alterações no rosto dos usuários, removendo olheiras, manchas e até clareando dentes. Para as sugestões, o aparelho acessa um banco de dados com imagens de diferentes locais do mundo. "Cada local tem um padrão: o que é belo na América Latina pode não ser na Europa", diz José Luiz do Nascimento, diretor de vendas da Huawei.

Mas, com o poder de fazer isso na palma das mãos, essa parece ser uma questão superada para muitos usuários. "O usuário nem sempre busca a realidade, mas sim a melhor foto", diz Nascimento. É a opinião também do fotógrafo Fabrício Vianna, especializado em cenas de casas noturnas e shows. "Na foto da balada, as pessoas não querem o real, querem luz estourada para esconder as espinhas."

Há ainda quem defenda que essa discussão sobre retratar o real é tão antiga quanto a própria fotografia. "Os fotógrafos usam técnicas para destacar um ponto ou obliterar outros", avalia Norberto Alves Ferreira, gestor de soluções de IA no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD). "Esses recursos só vão se tornar cada vez mais acessíveis e serem usados com frequência, por mais que pareçam transformar a realidade." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Assim como todas as plataformas virtuais, os aplicativos de exercícios físicos evoluíram. Se antes tinham bonecos fazendo flexões e polichinelo, agora contam com profissionais que interagem com os alunos e são filmados por um conjunto de câmeras. Também têm um sistema de pontuação, como nos games, e apostam na personalização e na variedade de atividades para conquistar os usuários. Baratos, eles ganham cada vez mais adeptos, mas especialistas alertam que a falta de acompanhamento profissional pode levar a lesões.

Há três meses, a rotina de treinos da servidora pública Débora Floriano, de 33 anos, é diária e tem duração de, no mínimo, uma hora. "Optei pelos exercícios em casa por ter quatro filhos, dois deles pequenos, com 1 ano e 3 anos. Foi a única maneira que achei para me exercitar. Quando fiz academia, não conseguia ir sempre, porque sair de casa, me deslocar e ficar lá acaba atrapalhando muito a rotina com as crianças."

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Ela não frequenta uma academia tradicional há cerca de quatro anos e já teve resultados desde que aderiu à proposta virtual. "Já eliminei 13 quilos, muitos centímetros de cintura e as coxas diminuíram significativamente. (O manequim) foi de 46 e estou a caminho do 42. Hoje, o 44 fica bem folgado. Lógico que a alimentação também faz parte. Estou comendo com equilíbrio, mas sem restrição."

Após quatro anos de malhação online, a palestrante Ana Agostini, de 38 anos, mescla a academia virtual com a real e até já realizou o sonho de correr a Meia Maratona de Campinas. Tudo começou quando o marido baixou um aplicativo para fazer um teste. "Disse que eu nunca ia fazer." Mas ela acabou experimentando e não parou mais.

"Comecei a gostar da coisa. Fizemos amizades e começou uma competição saudável. Gosto de ter tarefas e vi que ia ganhar pontos. A gameficação foi muito determinante porque não queria ficar para trás e competia para ver quem ia entrar em cada fase."

Seus treinos duram entre 15 e 40 minutos e, mesmo quando vai para a academia, utiliza as séries do programa. Ela perdeu 40 quilos no período. Empolgada com a plataforma, Ana admite que já passou dos limites e acabou se machucando.

Boom

Presidente do BTFIT, Bruno Franco diz que houve um boom de aplicativos em 2015, mas que a adesão só foi se consolidar depois. "Nos últimos dois anos é que ficou mais explícito. O aplicativo quebra barreiras da atividade física tradicional. O usuário acorda e faz o exercício em casa. Também tem a questão do preço, que é muito democrático."

De 2015 até 2018, a plataforma já teve mais de 2 milhões de downloads. Os usuários são, na maioria, mulheres de 18 a 30 anos. A reportagem consultou aplicativos e encontrou mensalidades a partir de R$ 19,90.

Entre o fim de 2017 e o fim do ano passado, o número de usuários brasileiros do aplicativo Freeletics saltou de 1,8 milhão para 2,4 milhões. "Hoje, possui mais de 34 milhões de usuários registrados em todo o mundo, sendo o Brasil o segundo maior mercado em número de usuários", diz Christian Hauth, diretor de marketing do programa.

Mais novo no mercado, o Numi foi lançado em setembro do ano passado e já tem 42 milhões de usuários. A proposta do aplicativo é oferecer várias modalidades para diferentes níveis.

Cuidado

Médico do esporte e vice-presidente da Confederação Sul-americana de Medicina do Esporte (Cosumed), Ricardo Munir Nahas alerta que toda atividade física deve ser iniciada após avaliação médica.

"A partir dos limites definidos para a prática de exercícios, a rotina de trabalho tem de ser feita por um profissional de educação física, que vai dar o aconselhamento sobre qual é a postura correta, como executar o movimento e qual é o ritmo adequado", diz o especialista.

Nahas explica que a atividade não pode ser muito leve, pois os resultados não são alcançados, nem muito pesada, por causa do risco de lesões. De acordo com ele, há sinais que indicam que a prática não está sendo feita corretamente.

"O primeiro sintoma de que algo não vai bem é a dor. Geralmente, começa vagarosamente durante o exercício e desaparece depois. Então, vai crescendo até atrapalhar. Outro sinal são as noites de sono: se não dormir bem, se acordar com dores, ficar cansado ou irritado."

Professor de Educação Física, Silvio Alabarse diz que o atendimento online é possível, desde que exista um contato presencial. "Há vários personals que primeiro explicam presencialmente e depois passam a fazer tudo online. Nos encontros, é possível verificar a situação clínica e impedir que o aluno faça algo equivocado."

Alabarse, que também aderiu aos treinos virtuais por meio de sua empresa BMH, diz que as pessoas querem ter a comodidade de fazer o exercício em casa, mas que a prática incorreta, além de lesões, pode frustrar os usuários dos aplicativos.

"As pessoas querem o exercício online, mas, por ser algo sem a mínima orientação presencial, a chance de se manter praticando a atividade física e de fazer corretamente, começa a ter limitações. Ao fazer de forma equivocada, a pessoa pode se lesionar ou não atingir os objetivos. Às vezes, a pessoa se cansa, porque está fazendo de forma equivocada e por não estar sendo orientada", explica. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Quem já passou pela experiência de se sentir lesado após uma compra ou serviço sabe da dificuldade de realizar uma reclamação formal. Para agilizar ainda mais o processo de queixas e resoluções por parte das empresas, o Reclame AQUI começou a atender os usuários também via WhatsApp.

Para usar o serviço é preciso adicionar o número da empresa (11) 97062-2753 e informar que deseja fazer uma reclamação. Após o primeiro contato o usuário será respondido por meio de inteligência artificial, passando por um passo a passo até postar o texto pelo Reclame AQUI. Para concluir a ação o sistema envia um link para o usuário validar a queixa no site. É importante ser cadastro ou preencher os dados para fazer parte da plataforma.

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Confira o passo a passo (via Reclame AQUI):

1. Inicie a conversa

2. Diga qual será a empresa que receberá a queixa

3. Escreva o título e o texto da reclamação que pretende fazer

4. Edite, confirme ou cancele sua reclamação

5. Faça o login para sua queixa ser validada

Uma equipe da Universidade de Tel Aviv apresentou nesta segunda-feira (15) um protótipo de coração humano impresso com tecnologia 3D com tecidos humanos e vasos sanguíneos, um grande avanço no tratamento das doenças cardiovasculares e na prevenção da rejeição dos transplantes.

Os cientistas apresentaram à imprensa o coração inerte do tamanho de uma cereja imerso em um líquido.

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"É a primeira vez que se imprime um coração integralmente com suas células e seus vasos sanguíneos. É a primeira vez que se utiliza matéria e células procedentes do paciente", afirmou o professor Tal Dvir, diretor da equipe de pesquisa.

"Já haviam conseguido imprimir a estrutura de um coração em três dimensões antes, mas não com células e vasos sanguíneos", insistiu.

Apesar do anúncio, os cientistas destacaram que será necessário superar muitos obstáculos antes que os corações em 3D possam ser utilizados em transplantes.

A revista Advanced Science publicou o trabalho dos pesquisadores israelenses.

O desafio dos cientistas é fazer com que os corações impressos "se comportem" como os de verdade e, então, transplantá-los para modelos animais, explicou Dvir.

"Talvez em 10 anos existam impressoras de órgãos nos melhores hospitais do mundo e estes processos acontecem de modo rotineiro", afirmou, embora acredite que os pesquisadores devem começar com órgãos mais simples que o coração.

A Samsung Electronics iniciou nesta sexta-feira as vendas do primeiro smartphone do mundo com 5G, o Galaxy S10 5G, coincidindo com o lançamento na Coreia do Sul da primeira rede de cobertura nacional desta tecnologia, que pretende revolucionar o mercado.

A Coreia do Sul, um dos países mais conectados do mundo, lançou na quarta-feira à noite a primeira rede nacional de telefonia móvel de quinta geração (5G), dois dias antes da data prevista. Três operadoras oferecem o serviço.

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O país está em uma disputa com Estados Unidos, China e Japão sobre a rede de ultravelocidade.

As especulações dos últimos dias sobre o lançamento do serviço 5G antes do previsto pela operadora americana Verizon obrigaram as empresas sul-coreanas a optar, às pressas, por um lançamento noturno, informou a agência Yonhap.

Poucas horas depois, a Verizon passou a disponibilizar o 5G para smartphones em Chicago e Minneapolis.

A Samsung Electronics, líder mundial de vendas de smartphones, entrou na disputa e lançou nesta sexta-feira o Galaxy S10 5G.

As operadoras SK Telecom, KT e LG Uplus organizaram eventos especiais em Seul para celebrar o lançamento da versão mais moderna do Galaxy, cujo modelo básico custa 1,39 milhão de wons (1.230 dólares).

A nova tecnologia tecnologia proporciona uma velocidade 20 vezes superior ao 4G, o que permite, por exemplo, fazer o download de um filme em menos de um segundo.

Como o 3G e o 4G, o 5G estabelece um novo marco em termos de conectividade, em particular para os objetos. Entre as inovações mais esperadas estão os carros sem motorista, a saúde conectada, as cidades inteligentes, o transporte urbano e a segurança.

Depois de um lançamento para pessoas selecionadas na quarta-feira, o 5G está disponível para todos os sul-coreanos a partir desta sexta-feira.

O governo britânico lançou neste sábado (30) o aplicativo para a população europeia que queira continuar no país após a possível saída da União Europeia. Através da plataforma, os cidadãos poderão se registrar para prosseguir com o direito de permanecer no Reino Unido.

Para se cadastrar no "EU Exit ID Document Check App", os estrangeiros europeus devem apresentar documento de identificação, antecedentes criminais e uma foto. A ministra de Estado da Imigração Caroline Nokes se orgulhou da ferramenta, que garante a permanência de 3,6 milhões de pessoas, independente da futura relação com o bloco econômico. "Minha mensagem aos europeus é que este é um processo simples e direto, e algumas das experiências que ouvi confirmam que os cidadãos recebem a confirmação do seu estado numa questão de horas", acrescentou.

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De acordo com o G1, mais de 1.500 funcionários do governo são responsáveis pela verificação das informações, checagem do estatuto referente aos anos de residência e demais informações apresentadas. Os cidadãos da União Europeia, assim como os da Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, devem completar o cadastro até 30 de junho de 2021, ou caso haja a retirada sem acordo, até 31 de dezembro de 2020.

 

O Alphawise M06 é um alto-falante portátil de 1,5 watts alimentado por uma bateria com duração de quatro horas. Comercializado em lojas chinesas de eletrônicos, o caixinha é encontrado na faixa de US$ 8, equivalente a R$ 31.

Parecida com uma bola de golfe, a caixinha de som cabe no bolso e usa saída de fones de ouvido para melhorar volume e potência do som dos celulares. De acordo com a fabricante, ela pesa apenas 420 gramas, e é compatível com dispositivos com entrada P2.

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O equipamento promete destaque em sons graves e conta com uma pequena bateria interna. Acompanhada de cabo microUSB, o Alphawise M06 pode ser totalmente carregado em 45 minutos. Apontou o portal TechTudo.

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