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Para movimentar a venda de softwares, a Adobe lançou ofertas em seu site oficial para a Black Friday. Com início nesta segunda-feira (18), a campanha baixou os valores de programas como Photoshop, Illustrator e Premiere. Os preços promocionais seguem até o dia 29 deste mês. As informações são do Tecmundo.

Os estudantes que adquirirem pela primeira vez o pacote com todos os aplicativos do Creative Cloud receberão 70% de desconto. Já as demais pessoas que quiserem todo o material, poderão contar com o desconto do 40%. Há também o plano para equipes - com mais de duas pessoas - com 25% de economia.

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Além dos conhecidos apps, o pacote de assinatura dá acesso a um banco de imagens, com o Adobe Stock; auxilia na produção personalizada de portfólio com o Adobe Portfolio, além de proporcionar uma série de programas de edição. No site, o Creative Cloud é vendido por U$ 19,99, equivalente a R$ 83,68.

O Facebook lançou o Facebook Pay, sistema que promete facilitar o envio e recebimento de pagamentos em todas as redes sociais e aplicativos da empresa de Mark Zuckerberg, como Instagram, Messenger e WhatsApp. O objetivo é oferecer para os usuários "uma experiência de pagamento conveniente, segura e consistente entre todas aplicações".

A ferramenta foi colocada em operação apenas nos Estados Unidos, sem previsão para chegada em outras regiões. Segundo a empresa, o "Facebook Pay" é uma espécie de carteira digital que permite a introdução dos dados de cartão de crédito, débito ou do PayPal, além de garantir que os internautas consigam fazer transferências e pagamentos entre si sem sair das redes sociais.

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"Os usuários já usam pagamentos em nossos aplicativos para fazer compras, fazer doações por uma causa ou enviar dinheiro. O Facebook Pay facilitará essas transações, enquanto continuará a manter as informações de pagamento seguras e protegidas", explica Deborah Liu, vice-presidente de marketplace e comércio do Facebook.

Como forma de segurança, a funcionalidade terá a opção de adicionar um PIN ou a biometria e identificação facial poderão ser usadas. O Facebook ainda explicou que o novo serviço utiliza estruturas financeiras já existentes, e não está relacionado ao seu projeto da moeda digital libra, duramente criticado.

Da Ansa

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Para reforçar a importância dos serviços de saneamento básico, a BRK Ambiental, empresa privada do setor no país, apresenta o projeto Nave BRK, que vai oferecer uma experiência inovadora a população de Jaboatão dos Guararapes, nos dias 12 e 13 de novembro, no estacionamento do Shopping Guararapes, em Piedade. Os visitantes participarão de uma experiência de realidade virtual, onde será possível aprender sobre os benefícios do saneamento básico e a importância da prática de atitudes sustentáveis no dia a dia. 

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O passeio pela nave se inicia ainda do lado de fora da atração (um ônibus adesivado e adaptado especialmente para a experiência), onde os visitantes são recebidos pela tripulação. Em uma tela externa, um ator conduz um jogo de verdadeiro ou falso em um diálogo com o público sobre a importância das ações sustentáveis. A conversa traz ainda dados sobre o saneamento no Brasil e na Região Metropolitana do Recife, com o objetivo de nivelar os conhecimentos a respeito do tema e facilitar a conexão dos visitantes com a temática.

Na sequência, o grupo é acomodado em poltronas instaladas no interior da nave e todos colocam os óculos de realidade virtual. A partir desse momento é iniciado um voo por um rio, onde as pessoas se deparam com uma série de situações que estimulam reflexões sobre a geração de água; o abastecimento das cidades; a destinação ideal do esgoto; a importância da reciclagem e da preservação ambiental; os perigos do acúmulo de água parada e do descarte incorreto de resíduos; além de provocações para estimular a adoção de atitudes de consumo consciente.

A nave da BRK Ambiental vai pousar no estacionamento do Shopping Guararapes, nos dias 12 e 13 de novembro, das 9h às 12h e das 14h às 19h. A iniciativa é uma forma educativa e ao mesmo tempo lúdica, capaz de sensibilizar a população a respeito de questões que são de extrema importância para o país. Por meio da tecnologia, queremos estimular o senso de responsabilidade”, explica a diretora de contrato da BRK Ambiental em Pernambuco, Carol Farias.

A realização é fruto da parceria firmada entre a BRK Ambiental e o Green Nation, um movimento que proporciona às pessoas experiências interativas, sensoriais e emocionais e tem como missão contribuir com mudanças positivas de atitude em relação à sustentabilidade, bem-estar, negócios e cidadania, através da arte, educação, cultura, inovação e experimentação. “Muito se fala sobre a importância da preservação da água e da adoção de novas atitudes em relação ao planeta. A nave permite, através do engajamento emocional dos visitantes, a compreensão sobre todos estes temas e o entendimento de que somos responsáveis e interdependentes, vivemos em um só planeta e, por isso, precisamos desenvolver um novo tipo de cidadania, a cidadania planetária”, afirma Marcos Didonet, diretor do Green Nation.

A Nave BRK é uma atração livre para todas as idades, porém crianças a partir de sete anos terão um maior aproveitamento da experiência. Os visitantes serão divididos em grupos de, no máximo, 18 pessoas e a duração estimada da visita é de 17 minutos. Além disso, para garantir a acessibilidade, o ônibus tem elevador para cadeira de rodas e a experiência com os óculos de realidade virtual conta com audiodescrição e tradução em libras.

Da assessoria

Nesta terça-feira (12), a partir das 14h, o Centro de Inovação da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, Overdrives, realiza o Checkpoint com as startups do último batch de aceleração. Clube de Compras, Klopr, Kornerz e Unimble terão a oportunidade de apresentar os resultados alcançados nos três primeiros meses no Centro de Inovação.

O Checkpoint é o momento em que as aceleradas têm os seus trabalhos avaliados por profissionais destaque do empreendedorismo. Todas as startups apresentam os resultados obtidos nos três primeiros meses de trabalho no Overdrives e recebem orientações sobre o que fazer de diferente e o que não precisa mudar nos próximos meses.

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O diretor executivo de inovação e serviços do grupo Ser Educacional, mantenedor da UNINASSAU, Joaldo Diniz, destaca a importância do momento para as startups. “Eles terão a oportunidade de mostrar tudo o que já fizeram nos últimos três meses. Além disso, é a chance de identificarmos o que não está no caminho certo, para que possamos corrigir”, explica Joaldo, que será um dos integrantes da mesa avaliadora.

Além de Diniz, a mesa contará com a presença de Alcides Pires, da Softex; Joana Cavalcante, do Consulado Americano; Omar Silva, da Avanade; Anne Durey, da Liferay; e Pedro Macedo, da Inloco. Os interessados em participar do evento podem realizar a inscrição pelo Sympla.

*Da assessoria

Pesquisadores da empresa russa Neurobiotics e do Instituto de Física e Tecnologia de Moscou (MIPT, na sigla em inglês) descobriram uma maneira de visualizar a atividade cerebral de uma pessoa.

Com o uso de eletrodos, os cientistas conseguiram captar imagens do pensamento humano e reproduzi-las em tempo real. Isso permitirá que pacientes paralisados ou vítimas de derrame cerebral possam, eventualmente, controlar seus equipamentos de reabilitação – cadeira de rodas, exoesqueletos – utilizando somente a força do pensamento.

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Para desenvolver equipamentos controlados pelo cérebro, neurobiólogos devem entender como o cérebro codifica informações. Um aspecto central deste processo é entender como o cérebro recebe informação visual, por exemplo, enquanto assistimos a um vídeo. 

Atualmente, os métodos para extrair imagens das ondas cerebrais usam ressonância magnética funcional ou analisam os sinais captados por implantes diretamente dos neurônios. Ambos os métodos têm aplicações bastante limitadas na prática clínica e na vida cotidiana.

O novo método desenvolvido pelo MIPT utiliza redes neurológicas artificiais e eletroencefalografia, ou EEG, uma técnica que grava as ondas cerebrais a partir de eletrodos colocados de maneira não invasiva na cabeça do paciente.

"O EEG é uma coleção de sinais cerebrais gravados no couro cabeludo. Pesquisadores acreditavam que estudar os processos cerebrais a partir do EEG seria o equivalente a tentar entender a estrutura interna de um motor a vapor analisando a fumaça deixada no ar por uma locomotiva", explicou o coautor do artigo, Grigory Rashkov.

 Ao analisar a atividade cerebral, o sistema foi capaz de reconstruir as imagens observadas por uma pessoa em tempo real. 

"Nós não esperávamos que [os sinais cerebrais captados] teriam informações suficientes para reconstruir nem parcialmente uma imagem observada por uma pessoa. Mas, no final, isso se provou possível", complementou Rashkov.

"O mais interessante é que poderemos usar isso como a base para desenvolver uma interface de um computador cerebral, operando em tempo real. Com a tecnologia de que dispomos hoje, as interfaces neurológicas vislumbradas por Elon Musk têm o grande agravante de demandar cirurgias complexas e de deteriorarem rapidamente [...] Nós estamos confiantes de que poderemos desenvolver uma interface neurológica que não precise de implante", concluiu o cientista.

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Da Sputnik Brasil

Um ônibus lotado se aproxima do Checkpoint Charlie, o posto fronteiriço mais famoso da Guerra Fria, enquanto dois guardas da Alemanha Oriental com cara de poucos amigos decidem se param ou não o veículo para interrogar os passageiros.

Após minutos de tensão, você e os outros passageiros ficam livres para cruzar para a cinza e sombia Berlim Oriental dos anos 1980.

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O muro caiu há 30 anos e viajar no tempo ainda é impossível. Apesar disso, uma empresa emergente alemã especializada em realidade virtual está oferecendo viagens históricas para a Berlim Oriental da época.

"Nossa ideia era que, como não podemos voltar no tempo, tentaríamos recriar uma perfeita ilusão do que foi aquilo", disse em entrevista à AFP Jonas Rothe, de 33 anos, fundador da TimeRide.

"Esse não é um museu e não querer ser um museu. Queremos fazer a pessoa se deixar levar e que tenha a sensação de ser um participante da História".

A TimeRide Berlim abriu no final de agosto, antes da comemoração do 30º aniversário da queda do muro, que aconteceu em 9 de novembro de 1989, em meio a um movimento de revolução pacífica.

A ideia se alimenta de um desejo crescente de encontrar um turismo imersivo de contexto histórico, "autêntico" e interativo, diz Rothe, especialmente em uma cidade que atravessou uma transformação brutal nas últimas três décadas.

- Onde está o muro? -

Muitos turistas ficam decepcionados ao ver os poucos restos que ainda existem em pé do muro que dividiu Berlim em duas durante quase 28 anos, e que foi rapidamente derrubado antes da reunificação, em 1990, e mesmo depois.

Rothe, que nasceu na cidade de Dresde, no leste, era muito pequeno quando o muro foi derrubado, e diz que queria dar a seus clientes a sensação vívida de um mundo perdido.

A TimeRide oferece uma rápida introdução sobre como a Alemanha foi dividida em vários setores, após sua derrota na Segunda Guerra Mundial, e como as autoridades comunistas fecharam uma fronteira à noite, em 1961, para frear o êxodo em massa de cidadãos para o lado oeste.

Na sala seguinte, três protagonistas - um soldado rebelde, um cidadão desenganado e um punk de Berlim Ocidental que passa seu tempo no cenário "underground" do leste - são apresentados em uma tela.

Os visitantes escolhem um dos três para que os "lidere" pelo tour, e depois sobem na réplica de um ônibus, usando óculos de realidade virtual.

O "passeio" caminha pela tensa passagem fronteiriça, a elegante praça Gendarmenmarkt com suas duas catedrais ainda danificadas pela guerra, os novos e altos prédios pré-frabricados de Leipziger Strasse, um exemplo do luxo residencial da época.

Os agentes da Stasi vigiam os cidadãos de uma forma muito sutil usando um carro sem placa, enquanto os clientes das lojas fazem fila e a propaganda comunista é feita com megafones. Rothe diz que quis criar uma experiência completamente imersiva.

"O olfato, claro, tem uma conexão mais forte com a memória, mas não é fácil recriá-lo sem que as pessoas fiquem com dor de cabeça", afirma, em referência ao inconfundível cheiro dos canos de descarga dos carros Trabant da Alemanha Oriental.

O passeio de ônibus chega ao fim no Palácio da República, sede do parlamento que foi demolido em 2008, e mostra vídeos históricos da festiva queda do Muro de Berlim.

"Essas imagens nunca falham para comover as pessoas. Foi um ponto de virada na história da Alemanha, da Europa e do mundo inteiro", diz Rothe.

- "Antigos filmes de espionagem" -

O tour tem vendido muito bem nas semanas antes do aniversário de 9 de novembro. Colin MacLean, um escocês de 47 anos, disse que chegou a aprender mais sobre a Alemanha Oriental porque sua esposa cresceu sob o comunismo, e é um fã dos filmes de suspense da Guerra Fria.

"Gosto desse tipo de sentimento melancólico que a pessoa tem com filmes antigos de espionagem, grandes praças com apenas duas pessoas caminhando. Esse tipo de coisa", diz.

Robert Meyer, um alemão ocidental de 55 anos, costumava visitar sua família que vivia do outro lado do muro. "O modo como mostram a passagem fronteiriça é muito real", diz.

"Tinha aqueles guardas de fronteira e você ficava indefeso diante deles. Podiam te tratar como quisessem", lembra. Sua esposa, Iris Rodríguez, uma dominicana de 47 anos e dona de um restaurante, disse que o "final feliz" a comoveu.

- "Cuidadoso" -

Rothe diz que o passeio não deve fazer com que o verdadeiro sofrimento dos dissidentes sob o comunismo seja encarado de forma leve. "O que não mostramos são as tentativas de fuga e em particular as mortes no muro", afirma Rothe.

No total, segundo um estudo oficial, 327 pessoas morreram na fronteira entre as duas Alemanhas. Esse número é criticado pelas associações de vítimas, que dizem que na realidade foi ainda maior.

Rothe diz que, considerando o grande interesse potencial, poderia também criar um passeio pela época nazista, mas que os tabus históricos tornam a ideia muito arriscada.

"É preciso ser cuidadoso com o que se mostra e ter um modo respeitoso com que se faz", conclui Rothe.

A Caixa lançou um aplicativo financeiro chamado “CAIXA Tem”, no qual clientes de baixa renda e beneficiários de programas sociais vão poder fazer pagamentos de contas, transferências e consultas sociais relacionadas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e ao Bolsa Família.

Segundo o banco, a plataforma é mais simples que similares e tem baixo consumo do pacote de dados. “O app foi desenvolvido para possibilitar a inclusão financeira e ampliar o acesso aos serviços da Caixa por pessoas que têm celulares mais simples”, diz a Caixa em nota.

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Para utilizar o aplicativo, o usuário insere o CPF e a mesma senha que utiliza para realizar transações. O produto é visualmente parecido com o WhatsApp e permite a transferência de recursos com a leitura de QR Code, navegação por comando de voz e leitura das conversas em voz alta. O app estará disponível na versão Beta, inicialmente para 10 mil clientes, no sistema Android.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que o novo aplicativo considera o perfil do público. “Boa parte desses clientes utiliza serviços específicos da Caixa, como os de consulta e pagamento de benefícios sociais. O ‘Caixa Tem’ foi pensado para facilitar ainda mais o acesso a esses serviços, com operações mais simples e alinhadas às reais necessidades da população mais humilde”, acrescentou.

O Vaticano anunciou nesta terça-feira (15) o lançamento do "Click To Pray eRosary", um rosário digital que tem como objetivo promover a oração pela "paz no mundo". A iniciativa demonstra, entre outras coisas, como "as tecnologias modernas podem apoiar a oração".

O eRosary é um dispositivo interativo que pode ser usado como pulseira e é ativado fazendo o sinal da cruz. O aplicativo permitirá que o usuário acesse um guia de áudio, imagens exclusivas e conteúdo personalizado sobre a oração do Rosário.

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A funcionalidade consiste em 10 contas (a tradicional dezena) consecutivas feitas com hematita e ágata preta, além de uma cruz inteligente que memoriza os dados conectados ao aplicativo. Quando o usuário começa a orar, o rosário inteligente mostra sua progressão à medida que avança nos diferentes mistérios e acompanha todos os rosários rezados.

"Planejamos oferecer uma das melhores tradições espirituais da Igreja com as melhores tecnologias atuais", comentou o jesuíta francês Frederic Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa.

Segundo o religioso, "em um mundo de indiferença e perante tantas injustiças, pobreza e direitos elementares negados, rezar pela paz no mundo significa reconciliação com os nossos relacionamentos diários, com os mais pobres, com o estranho, com diferentes culturas e tradições espirituais e religiosas, mas também com a nossa terra, as nossas florestas, os nossos rios e oceanos".

Da Ansa

Smartphones, notebooks, carros elétricos, entre outros: as baterias de íon de lítio, inventadas há quase 50 anos, valeram o Prêmio Nobel a três químicos e revolucionaram a mobilidade, mas sua composição e reciclagem ainda precisam evoluir.

- O que são?

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Os inventores da bateria de lítio "criaram um mundo recarregável", celebrou Olof Ramström, membro do Comitê Nobel, apontando que dela depende a autonomia dos objetos eletrônicos.

"São os cavalos de tiro invisíveis da era móvel", comenta Paul Coxon, da Universidade de Cambridge.

Em comparação com as de chumbo, ou de níquel-hidreto metálico, as de lítio geram mais energia, são mais leves e duram mais tempo.

São as baterias "mais potentes que já existiram", resume Patrice Simon, da Rede de Armazenamento Eletroquímico de Energia do centro de pesquisa francês CNRS.

"O aumento de energia é fenomenal em relação ao que se fazia há 40 anos. Em um volume dado, pode-se armazenar uma quantidade de energia de quatro a cinco vezes maior", acrescenta Patrick Bernard, diretor de pesquisa da Saft, especialista em aplicações do armazenamento de energia.

Uma bateria de lítio é constituída, em seu eletrodo positivo, por lítio, cobalto e oxigênio e, em seu eletrodo negativo, de grafite. Entre os dois, há o líquido, pelo qual o lítio circula.

"Este movimento do lítio é gerado com o movimento de elétrons e permite armazenar, ou entregar, a energia", explica Laurence Croguennec, do Instituto de Matéria Condensada de Bordeaux, na França.

- Quais são as vantagens?

As baterias de íons de lítio estão por toda parte: celulares e laptops, tablets, próteses auditivas, marcapassos, armazenamento de eletricidade gerada por painéis solares, motos, bicicletas e carros elétricos.

"Até o momento, a bateria de lítio não tem rival e será usada durante décadas, talvez séculos", disse Jean-Marie Tarascon, químico e professor do prestigioso Collège de France.

Graças a sua grande capacidade de armazenamento, esta tecnologia contribui para reduzir nossa dependência dos combustíveis fósseis.

"Amanhã, em menos de cinco anos, poderemos deixar as centrais de carbono, de gás, combinando (a energia) solar, ou eólica, com o armazenamento", antecipa Patrick Bernard.

Nos transportes, sua aceleração "é fantástica". No setor do ônibus elétrico, dominado pela China, seu uso é majoritário. Algumas transvias já a utilizam em uma parte do trajeto.

E esta solução está sendo adotada nos trens para sair do diesel. A Bombardier fez circular seu primeiro trem de testes elétrico e com baterias em 2018.

- E o futuro?

O reverso da moeda destas baterias está no uso de matérias-primas como o lítio e o cobalto.

"O lítio é extraído com dificuldade", afirma Laurence Croguennec.

Em 2018, a Austrália foi o maior produtor mundial de lítio (51.000 toneladas), seguida do Chile (16.000), da China (8.000) e da Argentina (6.200).

O cobalto é "um material tóxico em sua extração das minas", afirma Philippe Azais, especialista de baterias na CEA. E 65% do cobalto provém da República Democrática do Congo (RDC), onde as condições de extração e comercialização são muito criticadas.

As reservas de cobalto são raras, caras e se esgotam rapidamente.

Por isso, os químicos estão buscando componentes alternativos. O americano John Goodenough, ganhador do Prêmio Nobel de Química nesta quarta-feira, trabalhou em materiais que aliam lítio, ferro e fosfato, menos eficazes em termos de armazenamento, porém mais abundantes e menos onerosos.

A indústria também se dedica a melhorar a reciclagem destas baterias. "Há uns cinco anos, está se produzindo um aumento muito forte da taxa de reciclagem dos materiais ativos", um movimento impulsionado pela China, conclui Philippe Azais.

A função "Seguindo" do Instagram será retirada do aplicativo nesta semana, anunciou a empresa para o Buzzfeed News. A seção é responsável por mostrar o que as pessoas que o usuário segue estão curtindo, seguindo e comentando.

Com a retirada da função, o usuário do Instagram poderá apenas visualizar o seu próprio histórico de atividade. O 'Seguindo' foi implementado em 2011, antes da criação da aba 'Pesquisar', sendo a melhor maneira de descobrir conteúdo novo à época.

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Segundo Vishal Shah, diretor de produto do Instagram, a aba não era usada frequentemente e a companhia suspeitava que os usuários não sabiam que ela existia.

 

Antigamente, a figura paterna era bastante associada à sabedoria. Os pais eram figuras que sabiam das coisas da vida, que tinha muito a ensinar aos seus filhos e que - por serem mais velhos - eram com certeza mais experientes. Porém, com a chegada da internet, parece que o jogo virou. As crianças praticamente já nascem sabendo o que é um smartphone e muitos papais acabaram ficando para trás na corrida da tecnologia. 

Alguns conseguiram se recuperar e viraram reis das redes sociais, outros resolveram seguir todas as tendências e podem ser considerados seguidores de Steve Jobs, mas ainda há aqueles que se negam a aceitar que o futuro chegou. Para celebrar o Dia dos Pais, que tal descobrir o quão tecnológico é o seu 'coroa'? Faça o teste e divirta-se:

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Com 65 pontos de coleta espalhados pelo estado de São Paulo, a Green Eletron recolheu, desde o final de 2017, cerca de 185 toneladas de lixo eletrônico. A iniciativa sem fins lucrativos para receber aparelhos descartados pelos consumidores foi fundada em 2016 pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Assim, as empresas começaram a atender o previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos, legislação que entrou em vigor em 2010.

Entre os pontos estipulados pela lei está a obrigação da cadeia produtiva e de comercialização de produtos eletroeletrônicos, entre outros setores, de estabelecer um sistema de logística reversa. Ou seja, as empresas se tornaram responsáveis por garantir que o lixo gerado por seus produtos tenha um destino adequado.

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Acordo setorial

São Paulo se antecipou ao resto do país ao implantar a coleta e reaproveitamento do lixo eletroeletrônico. O acordo setorial, que deverá tornar o sistema obrigatório em todo o país, entrou em consulta pública na última quarta-feira (31). Durante um mês, o Ministério do Meio Ambiente vai receber contribuições antes da formatação final do texto.

Em 2017, o governo estadual propôs um termo de compromisso para implementar a logística reversa dos eletroeletrônicos em São Paulo, o que alavancou a iniciativa empresarial. O modelo da Green Eletron se inspira, segundo o gerente executivo da gestora, Ademir Brescansin, em experiências internacionais. “Uma unidade gestora nos mesmos moldes do que existe na Europa, no Japão e nos Estados Unidos. Uma entidade sem fins lucrativos em que as empresas, que têm obrigação por lei, pudessem se associar e ratear os custos da implantação de todo esse sistema”, explica.

Reciclagem

Atualmente, a iniciativa tem 26 empresas associadas. São recolhidos materiais dos mais diversos. Desde o final de 2017, os postos de coleta receberam, por exemplo, 4,1 mil celulares e 6,5 mil eletroportáteis (aparelhos pequenos como cafeteira, liquidificador e forno de micro-ondas), entre outros itens.

O material é levado para empresas de reciclagem que promovem o reaproveitamento de matérias-primas, como o plástico, e até a transformação em novos produtos. Nesse sentido, o Brasil está à frente da maioria dos países, segundo o diretor de inovação da Sinctronics, Carlos Ohde. A empresa é uma das responsáveis por fazer o processamento dos eletrônicos descartados. “Quando a gente olha para os Estados Unidos e para a Europa, eles têm muito consumo de eletrônicos, mas eles não têm a produção, vem da Ásia. Então, esse processo que a gente tem de pegar um eletroeletrônico descartado e transformar em um eletroeletrônico novo, eles não conseguem”, comparou Ohde.

Essa capacidade de transformar o lixo eletrônico em novos produtos já rendeu reconhecimento internacional à Sinctronics. De acordo com o diretor, a empresa recebeu duas menções do Fórum Econômico Mundial e até uma premiação da Associação Americana de Empresas de Manufatura, país de origem da matriz da recicladora. “O Brasil está entre os primeiros países que fazem isso”, enfatiza Ohde sobre a capacidade da fábrica de transformar impressoras jogadas fora em novas.

Processos complexos

Algumas etapas da produção, no entanto, ainda tem que ser feitas no exterior, como no caso da extração de componentes das placas eletrônicas. “Tem uns quarenta elementos da tabela periódica naquela placa. Precisa de um processo químico ou térmico que é feito fora do país”, detalha o diretor. Segundo ele, isso porque é necessário um volume muito grande de material para que o processo seja viável.

No caso dos aparelhos com gás, como geladeiras e ar-condicionado, também há dificuldades no processo. “A gente tem no Brasil somente duas empresas que são capazes de reciclar esse tipo de produto”, ressalta Ademir Brescansin da Green Eletron. Os monitores de tubo são outro produto que apresenta riscos. “Como eles possuem chumbo e fósforo, você tem que ter um processo adequado só para eles, aspirar todas as substâncias, descontaminar para depois reciclar”, acrescentou.

A partir da assinatura do acordo setorial, que deve prever a coleta de 17% do 1,5 milhão de toneladas de lixo eletrônico produzidos no país anualmente, outros obstáculos devem aparecer. “Você implantar um sistema de logística reversa no Brasil é diferente do que em qualquer país da Europa que implantou. A gente tem as dimensões continentais do país. Tem regiões que não se chega nem de carro, só de avião ou barco. Mas se os produtos eletroeletrônicos chegaram a todas as regiões do país, é possível que eles voltem”, ressalta o gerente executivo da Green Eletron.

Apesar dos custos, a operação é importante, segundo Brescansin. Além de evitar a contaminação do solo com o descarte em lixões, que ainda existem em 2,5 mil municípios, também é uma forma de deixar de retirar novas matérias-primas da natureza, poupando recursos.

Começa, nesta quarta-feira (31), o recadastramento dos clientes de serviços de telefonia celular pré-paga em 10 estados. A atualização é obrigatória para quem possui pendências cadastrais. Os clientes com algum tipo de pendência receberão uma mensagem (SMS), informando que precisam fazer um novo cadastro. Quem não fizer o recadastramento no prazo estipulado pela operadora terá a linha bloqueada enquanto o cadastro não for atualizado.

O recadastramento será aplicado aos clientes dos estados do Acre, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Tocantins e Santa Catarina.

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Para atualizar os dados, o consumidor que receber a mensagem de aviso deverá entrar em contato com a central de atendimento telefônico da sua operadora e estar preparado para informar nome completo, número de CPF (no caso de pessoa física) e o endereço completo com CEP.

Esta e a segunda etapa do recadastramento que começou em abril na região do DDD 62, em Goiás. Agora, o recadastramento está sendo estendido para todos os municípios goianos e para outros nove Estados. Em 2 de setembro, o recadastramento será ampliado para todo o Brasil.

De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel de Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), o objetivo do recadastramento é dar mais segurança e transparência para os usuários e a sociedade. "A iniciativa atende ao que foi determinado pela Lei 10.703/2003 e pela resolução 477/2007, da Anatel, para que as operadoras mantenham o cadastro atualizado de seus clientes na modalidade pré-paga", informou o sindicato.

Após a fase de recadastramento dos clientes, as operadoras de telefonia celular irão implementar novo modelo de cadastro para novas ativações de celulares pré-pagos.

Começou nesta quinta-feira (25), no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro, a terceira edição da Game XP 2019. O evento voltado para o universo gamer, impressionou pela estrutura - que espera receber cerca de 24 mil pessoas por dia. Para isso, diversos estandes foram montados em três arenas, mais o GamePlay. Marcas com Samsung, Warner Bros e Ubisoft, além da patrocinadora master, a Oi, preparam conteúdos exclusivos para os visitantes. 

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Entre consoles, games mobile e experiências de parque de diversões, quem chegou na arena pode conferir jogos em arcade, títulos como PES 2020, Watch Dogs, Fortinite, além de atividades como Campeonato Brasileiro de Counter-Strike, um palco apenas para Just Dancing e muitos personagens da cultura gamer  circulando pelo local.

A promessa da Oi, de uma conectividade constante para os usuários, foi cumprida. Apesar de algumas quedas de sinal ao entrar nas arenas, os espaços - tanto internos, quanto externos, atenderam bem ao público que tentou acessar a rede disponibilizada pela empresa. 

Uma das inovações, que se referia ao controle no fluxo dos banheiros e filas foi sentida pelo público. “Já é a segunda vez  que venho ao evento e esse ano ele está mais acessível”, afirma Wallace da Silva, de 17 anos. “Eu tinha mais dificuldade de ver as coisas por conta das filas, hoje está mais organizado”, completa. 

Ele foi uma das poucas pessoas que transitaram no evento vestidas de cosplay. A maioria dos visitantes preferiu vir com roupas mais confortáveis para encarar o sol e a distância entre as atrações presentes na arena. Porém, foi possível ver muita gente - trabalhando no evento, caracterizada como personagens de franquias de sucesso. Pelos corredores era possível esbarrar no Dr. Estranho, Homem-Aranha, a velhinha do trailer do Watch Dogs, e muito mais. 

 A Game XP continua até domingo. Os ingressos ainda podem ser adquiridos pelo site do evento e custam entre R$ 125 e R$ 500. Confira o restante da programação:

26.07
12h00 Abertura (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
12h15 Qualificatória do Circuito Feminino de Rainbow Six (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
13h00 Abertura (Oi Game Arena)
13h15 Final TUES de CS:GO  (Oi Game Arena)
15h30 Orquestra (Oi Game Arena)
15h45 Legends of League of Legends  (Oi Game Arena)
17h45 Jogaralho com Affonso Solano e Anderson Gaveta (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
18h15 Banda Scalene (Oi Game Arena)
18h30 Semifinal do Brasileirão de Rainbow Six Masculino (Oi Game Arena)
18h30 Final Samsung Odyssey Challenge DOTA 2 (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
21h Encerramento (Oi Game Arena e GamePlay Stage by Samsung Odyssey)


27.07
12h00 Abertura (Oi Game Arena e GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
12h15 Final do Campeonato Game XP Feminino de Counter-Strike by Gamers Club (Oi Game Arena)
12h15 Final Samsung Odyssey Challenge League of Legends (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
15h00 Copa de Influenciadores: Crash Bandicoot Racing (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
15h30 Banda Supercombo (Oi Game Arena)
15h45 Final do Circuito Feminino de Rainbow Six (Oi Game Arena)
16h00 Painel Dubladores: Voz dos heróis com Christiano Torreão,o Junkrat de Overwatch (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
16h30 Painel Ubisoft - Ghost Recon Breakpoint (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
17h30 Team Loud - Free Fire (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
18h15 DJ Game XP (Oi Game Arena)
18h15 Final TUES de League of Legends (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
18h30 Semifinal do Brasileirão de Rainbow Six Masculino (Oi Game Arena)
21h Encerramento (Oi Game Arena e GamePlay Stage by Samsung Odyssey)

28.07

11h45 Samsung Odyssey Challenge de CS:GO (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
13h00 Abertura (Oi Game Arena)
13h15 Finais do Brasileirão de Rainbow Six Masculino (Oi Game Arena)
13h45 Fortnite Fan Fest - Final da Copa do Mundo (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
18h00 Samsung Odyssey Challenge de CS:GO (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
18h15 DJ Game XP (Oi Game Arena)
18h30 Grande Final do Brasileirão de Rainbow Six Masculino (Oi Game Arena)
19h15 Concurso Cosplay (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
20h15 Encerramento (GamePlay Stage by Samsung Odyssey)
21h Encerramento (Oi Game Arena)

Entrar em contato com o assistente virtual de qualquer empresa de telefonia é sempre um desafio de paciência para quem precisa resolver algum problema. Tentando fugir do atendimento engessado, a Oi lança oficialmente, nesta quinta-feira (25), a Joice, a inteligência artificial da empresa, que deverá ajudar os clientes de um jeito mais rápido e intuitivo.

O projeto começou em janeiro de 2017, e pretende auxiliar os clientes para resolver problemas de conta ou suporte técnico de forma mais ágil e mais "humana", semelhante a Magalu, do Magazine Luiza. É possível fazer perguntas abertas nas plataformas WhatsApp, Twitter, Messenger e Minha Oi e receber respostas certeiras da IA.

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Como funciona

"Uma boa inteligência artificial é a que resolve a dor do consumidor final", afirma Rogério Oliveira, especialista em inteligência artificial da Oi. Ele ensina que, ao entrar em contato com a assistente virtual em algumas das plataformas na qual ela está hospedada, o usuário precisa passar pela autenticação para solicitar a demanda que deseja, como por exemplo, código de barras da sua conta pós-pago.

Caso a assistente não consiga oferecer uma solução direta, uma integração com o FAQ da empresa, oferece uma resposta que já está cadastrada no sistema ou, em último caso, transfere o contato para uma interação com um atendente humano.

"Se ela não consegue resolver, ela deixa o cliente na data do gol", afirma Rogério. Caso o cliente não queira passar pela assistente, basta pedir que ela transfira para o atendente humano. A Joice também está presente no call center para reparos técnicos e no aplicativo Técnico Virtual.

Entre as funcionalidades oferecidas estão gerar código de barras para pagamento de contas, envio de fatura e reparos técnicos. Ela também será disponibilizada comercialmente para clientes corporativos.

*A repórter viajou ao Rio de Janeiro a convite da Oi

Imagine ir a um grande evento, nos moldes do Rock’n Rio e saber exatamente qual o banheiro mais próximo, menos cheio, a duração das filas para assistir as atrações e ainda ter uma rede Wi-Fi boa para registrar todo o passeio. Essa é apenas algumas das pequenas inovações oferecidas pela Oi para quem estiver na Game XP 2019. O evento, que começa nesta quinta-feira (25) e vai até domingo (28), deve reunir mais de 100 mil pessoas no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, para uma experiência única no universo gamer. 

A conexão da internet no espaço não deverá ser um problema, ao menos é o que garante Gustavo Brambila, diretor de Infraestrutura da empresa de telefonia, a principal patrocinadora do evento. “A palavra-chave é integração”, afirma ele, que será um dos responsáveis por fornecer e monitorar ininterruptamente toda a infraestrutura de Telecom, TI e Segurança do evento.

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Haverá Wi-fi gratuito para os visitantes, basta se conectar utilizando alguma rede social  - como Twitter e Facebook. Para quem tem dúvidas sobre a conexão são 26 km de fibra óptica, antenas para reforço da cobertura móvel 3G e 4G, e uma internet de 12 Gbps estão esperando para suportar até 300 mil conexões simultâneas. Porém, se você quiser realmente não gastar seus dados e aproveitar tudo que a estrutura tem para oferecer, um conselho é desligar os dados móveis do seu celular - que podem ser acionados em caso de instabilidade em algumas áreas. 

No ano passado tráfego total de foi de 34,2 terabytes, superando o volume da final da Copa do Mundo 2014, dessa vez, com uma área 60% maior em relação a 2018, e mais de 300 equipamentos instalados para garantir a conexão, a expectativa é que o número aumente. 

Inovações

Uma das coisas mais interessantes para quem vai passar o dia no evento é que - através de um fluxo de saída - será possível saber, via aplicativo do evento, quais banheiros estarão mais próximos e disponíveis, além do tamanho das filas. Parece uma coisa pequena, mas quando se pensa na experiência como um todo, o acesso a informações básicas acaba sendo mais um ponto positivo para o usuário. “Esse tipo de controle permite que a gente faça o balanceamento de usuários regulando a potência, para que você tenha um funcionamento uniforme e todo mundo mantenha a experiência. Independente de você está em uma aglomeração ou sozinho”, explica o diretor.

Painéis mostrando o evento em tempo real, reconhecimento facial para a equipe de produção entrar em áreas restritas e um teste com um celular 5G são outros pontos que chamam atenção no evento. 

A Game XP 2019 terá campeonatos de eSports, arenas dedicadas a games, montanha Russa, Tirolesa e muito mais. Os portões abrem às 10h, e os ingressos variam entre R$ 125 e R$ 400.

*A repórter viajou ao Rio de Janeiro a convite da Oi

O que uma piscina de bolinhas, uma frase irreverente em néon e drinque com algodão-doce têm em comum? Uma aparência que permite fotos irreverentes. Essa característica também é conhecida por outro nome: "instagramável".

O conceito é presença cada vez mais frequente na decoração e nos produtos oferecidos em espaços de São Paulo - e de outras tantas cidades. Por enquanto, nem mesmo o recente anúncio de testes para ocultar as curtidas do Instagram desacelerou a tendência.

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"Já publiquei duas (fotos) daqui", contou o coordenador comercial Ederson Soares, de 36 anos, cerca de 30 minutos após entrar em um novo espaço instagramável de São Paulo. "As cores são muito convidativas, eu fico empolgado."

Soares estava na exposição temporária Museu Mais Doce do Mundo, que reúne 15 "espaço-instalações" coloridos e interativos em um casarão nos Jardins, zona sul de São Paulo. Em um mês, a hashtag da mostra foi usada mais de duas mil vezes apenas no Instagram. "É um lugar para passar um tempo bacana e compartilhar se você quiser", descreve Luzia Canepa, diretora da iniciativa no Brasil.

Com proposta semelhante à americana Museum of Ice Cream, a exposição basicamente é formada por cenários coloridos (muitos cor-de-rosa) e focados em diferentes tipos de doce. Nas paredes, somam-se frases como "donut worry" (trocadilho com don't worry, não se preocupe em inglês) e "a felicidade só é real quando compartilhada", dentre outros.

Em alguns pontos, é possível obter mais informações sobre os doces por meio de um aplicativo. Durante o tempo em que o Estado esteve no local, contudo, apenas uma família usou o recurso, enquanto os demais visitantes (a maioria formada por mulheres, jovens adultos e crianças) exclusivamente tiravam fotografias.

O espaço mais disputado era a piscina de marshmallows, em que as crianças aproveitavam para brincar com os doces falsos e os adultos faziam poses. O ambiente foi um dos preferidos da estudante de Medicina Veterinária Isabela Guerra, de 20 anos, que vestia um macacão preto com detalhes em laranja. "Queria uma coisa confortável e que ficasse bonita nas fotos."

Já a cinegrafista Vera Santos, de 32 anos, critica o limite de 10 minutos para tirar fotos na piscina. Ela tem o perfil Musa_Fatness, de comida. "É bacana, mas o tempo é curto. Nem deu tempo de focar direito", reclama Vera.

Consumo

"Comer com os olhos" é uma expressão que ganhou outro sentido com o "instagramável". Além do aspecto apetitoso, restaurantes, cafeterias e bares têm apostado em cardápios de aparência inusitada. Um dos casos é o Caulí Bar, em Pinheiros, na zona oeste, cuja carta de drinques é elaborada em conjunto por um bartender e um "criativo", responsáveis por aliar sabor e aparência. Eles sentam juntos, tentam associar um pouco as coisas, da experiência da pessoa com o sabor", diz Carolina Warzee, uma das sócias. Uma das opções autorais é o Dark Clouds Over the Sea, em que um pedaço de algodão-doce parece quase levitar como uma nuvem sobre a taça.

O local foi criado em 2018 por parte dos sócios do Olívio Bar, também conhecido pelos drinques de apresentação irreverente. "No Caulí, a gente já resolver trazer um pouco disso para o ambiente, criou frases, pensou até nos porta-guardanapos. Foi todo pensado, cada quadrinho."

Segundo Carolina, frequentadores resolvem visitar o espaço após verem fotos em redes sociais. "Hoje, a maior parte das reservas já entra pelo Instagram", conta. O público tem majoritariamente entre 25 e 35 anos. De acordo com ela, quando pedem o drinque, tiram a foto primeiro e, depois, experimentam.

Em todo canto

O "instagramável" tem potencializado também espaços mais tradicionais. O já tão fotografado Beco do Batman tem filas frequentes em um grafite com grandes asas. Outro caso é o do Theatro Municipal, que criou um momento específico para os visitantes tirarem fotos após as apresentações.

Professor da Mackenzie, o cientista político Marcio Juliboni pontua, contudo, que, em muitos casos, a experiência de tirar fotos se torna um fim em si, apenas para postar nas redes. "Estive na exposição da Tarsila do Amaral (no Masp). Na frente do (quadro) Abaporu, para cada pessoa que parava para ver o quadro, as cores, tinha 50 que paravam para bater selfies." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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O bilionário Elon Musk informou na noite de terça-feira que sua startup Neuralink está fazendo progressos em uma interface que conecta o cérebro com computadores, e que deve começar a ser testada em pessoas no próximo ano.

"Podemos fazer uma interface cérebro-máquina completa", afirmou Musk junto a membros da Neuralink em um evento em San Francisco para mostrar seus avanços e recrutar talentos nos campos de software, robótica, neurociência, entre outros.

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"O projeto pode alcançar uma espécie de simbiose com inteligência artificial", disse Musk, um empreendedor futurista que também lidera a Tesla e a SpaceX.

Musk diz que um elo que une as mentes às máquinas é vital se as pessoas quiserem evitar ser surpreendidas pela inteligência artificial que, segundo ele, confronta os humanos com o risco de serem relegados a um papel de "gatos domésticos".

A Neuralink mostrou a primeira versão de um pequeno sensor que pode ser implantado em um cérebro através de uma pequena incisão feita por um robô especialmente construído para executar essa tarefa de alta precisão.

"São minieletrodos e o robô os implanta delicadamente", explicou Musk, observando que pode haver milhares desses eletrodos conectados a um cérebro.

"É algo que não será estressante, que funcionará bem e não requer conexões físicas", acrescentou.

O chip vai se comunicar por via aérea com um tipo de aparelho auditivo que envia informações para um aplicativo de smartphone, segundo a Neuralink.

Por enquanto, o objetivo é que uma pessoa com implantes controle o telefone com pensamentos, mas a tecnologia pode eventualmente ser estendida a outros dispositivos, como braços robóticos.

"Tem um tremendo potencial", celebrou Musk.

"Esperamos ter em um paciente humano antes do final do próximo ano".

Segundo um neurocirurgião da Neuralink, um dos primeiros objetivos dessa tecnologia é tratar pacientes com doenças neurológicas.

Mas, em longo prazo, o objetivo é tornar os implantes tão seguros, confiáveis e simples que possam entrar no campo da cirurgia eletiva para aqueles que querem capacitar seu cérebro com o poder de um computador.

Musk assegura que a meta é que colocar um desses implantes no cérebro seja um procedimento tão simples quanto uma cirurgia a laser dos olhos.

Todo o mundo já perdeu um trabalho por causa de um problema inesperado no computador. Um bug obviamente não era aceitável para as missões Apollo, as primeiras em que a navegação e a vida dos astronautas foram confiadas a um computador.

Apesar dos sinais de alerta que fizeram palpitar o coração de Neil Armstrong durante a descida na Lua, o computador da missão Apollo não teve falhas e lançou as bases para a navegação aérea e para sistemas de exploração modernos.

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Veja como o computador da Apollo, chamado Apollo Guidance Computer (AGC), moldou o mundo de hoje, apesar de ser milhões de vezes menos poderoso do que um smartphone de 2019.

- A revolução dos microchips -

Circuitos integrados, ou microchips, eram essenciais para a miniaturização necessária para que os computadores fossem fisicamente incorporados às cápsulas espaciais, em vez dos volumosos computadores de tubo que os antecederam.

A Nasa não inventou o microchip. Essa honra vai para Jack Kilby (Texas Instruments) e Robert Noyce, cofundador da Fairchild Semiconductor e da Intel.

Mas a Nasa e o Exército americano - que precisava de chips para guiar seus mísseis balísticos visando à URSS - aceleraram seu desenvolvimento, o que gerou uma enorme demanda.

"Eles exigiam um nível de confiabilidade absolutamente inimaginável", diz à AFP Frank O'Brien, historiador de voos espaciais e autor de um livro de referência sobre o computador da Apollo.

No início dos anos 1960, a Nasa e o Pentágono compraram um milhão de chips, segundo o historiador, levando os fabricantes a produzirem chips com uma vida útil muito maior do que as poucas horas dos primeiros protótipos.

- Multitarefas -

Computadores modernos e smartphones sabem como lidar com inúmeras tarefas simultâneas: mensagens, mapas GPS, aplicativos, etc.

Já os primeiros computadores "não tinham muito o que fazer. Eles estavam lá para fazer cálculos e substituir humanos que teriam usado calculadoras mecânicas para isso", afirmou Seamus Tuohy, diretor de sistemas espaciais da Draper, uma empresa que surgiu do laboratório de instrumentação do MIT, onde a máquina Apollo foi projetada.

Tudo isso começou a mudar com o computador Apollo. Era do tamanho de uma pasta e devia lidar com uma infinidade de tarefas vitais: navegação, gerenciamento de oxigênio, temperatura, ou dispositivos de filtragem de dióxido de carbono, para que os astronautas pudessem respirar um ar saudável.

Ao contrário dos primeiros computadores, onde o operador humano dava à máquina uma série de cálculos para fazer e aguardava o resultado (às vezes por dias), o computador Apollo não tinha o luxo do tempo, uma vez que a nave voava para a Lua. Ele também precisava ser capaz de receber comandos do piloto em tempo real.

A Nasa também queria um computador autônomo, porque a agência temia que os soviéticos interferissem nas comunicações entre a tripulação e o centro de controle no solo.

Tudo isso exigia uma "arquitetura" informática, projetada principalmente pelo engenheiro Hal Laning.

- Tempo real -

Os engenheiros da Nasa também queriam dar o próximo passo, em comparação com as placas dos computadores primitivos.

Eles inventaram três elementos-chave: os switches encontrados até hoje nos cockpits dos aviões; um joystick comandando pela primeira vez o sistema eletronicamente; e um tipo de teclado chamado DSKY ("display and keyborard"), revolucionário para a época.

Nesse teclado, os astronautas podiam digitar códigos de dois dígitos para formar comandos do tipo "verbo + nome": por exemplo, "ligar os propulsores", ou "se fixar em tal estrela".

Frank O'Brien compara isso ao que um turista que mal fala inglês diria nos Estados Unidos: "comer pizza".

- Teste bem-sucedido -

Quando o módulo lunar com Neil Armstrong e Buzz Aldrin descia na Lua, o alarme do computador Apollo soou repetidamente, dando a impressão de que estava parando de funcionar.

Se esse fosse o caso, o módulo não teria mais capacidade de avaliar sua altitude, velocidade e trajetória. Um acidente teria sido provável.

Em Houston, porém, os engenheiros da Nasa perceberam rapidamente que o computador estava apenas saturado de informações. Todos os sistemas funcionavam bem.

Graças, então, a uma programação inteligente, o computador reduziu automaticamente sua carga e suspendeu certas tarefas, para priorizar as funções essenciais para aplanar.

"O comportamento de saturação do computador foi um grande avanço", disse Paul Ceruzzi, especialista em Eletrônica Aeroespacial do Smithsonian Institute.

O historiador Frank O'Brien aponta que o verdadeiro calibre do computador Apollo excedia sua capacidade de memória, ridícula se comparada aos padrões atuais: 38 kilobytes.

"Com essa habilidade muito fraca, eles conseguiram realizar coisas incríveis que parecem normais hoje", completou.

Mês de julho é sinônimo de férias para muita gente. Além de ser uma época de recesso escolar e acadêmico é também garantia das melhores estações do ano em diversos lugares do mundo. Se suas férias começam este mês e você ainda está pensando em programar aquela viagem, confira quais são os aplicativos que vão facilitar a sua vida e a sua trip. 

Para achar uma boa passagem 

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Skyscanner

O Skyscanner é um excelente aplicativo para quem quer procurar passagens mais baratas, hotéis ou até empresas para alugar veículos. Ao buscar uma passagem o usuário pode criar alertas de preço, para ser avisado quando o destino desejado estiver mais acessível, além de fazer o comparativo de valores entre as companhias aéreas. Há também uma aba de inspirações, em que - por temas - o aplicativo seleciona os melhores lugares para ir a partir da sua localização.  Também é possível programar uma viagem, assim o aplicativo dará informações sobre ofertas no período que o usuário escolher. Disponível para iOS e Android.

Hopper

O Hopper é um aplicativo de viagens que funciona avisando o melhor momento para você comprar a sua passagem. Vencedor do Prêmio Google Play de 2016, o app monitora uma a rota de viagens que você escolher para garantir o preço mais baixo. Ele envia notificações instantâneas, além de dar dicas de viagem, e ter ofertas personalizadas para cada viagem. Disponível para iOS e Android.

Kayak

Um dos buscadores de passagens mais usados. O Kayak traz as opções tradicionais, como previsão de preços, sugestão de destinos e alerta de preços, mas também oferece alguns diferenciais. Com ele é possível medir a bagagem de mão, ter conselhos sobre altas e baixas dos valores das passagens e também salvar as informações pessoais para buscar melhores ofertas de hotéis e alugueis de carro. Disponível para iOS, Android e compatível com Apple Watch.

Para ficar no melhor lugar

Airbnb

Se você não faz questão de café da manhã de hotel e quer apenas um lugar reservado e barato para se hospedar, bem-vindo ao Airbnb. A plataforma é excelente para quem procura desde quartos até uma casa inteira, principalmente pela segurança que passa tanto para quem está alugando, quanto para quem quer alugar o imóvel. Os anfitriões são avaliados por diversos itens, é possível ver toda as restrições e bônus dos imóveis, existem políticas flexíveis de cancelamento e - caso você tenha algum problema - o suporte deles é bastante ágil para que sua viagem não se estrague por conta de algum imprevisto. 

A única dica aqui é - ao falar com seu anfitrião - use o chat que eles disponibilizam na ferramenta. Isso faz com que, caso você não consiga falar (seja com o dono do local, seja com seu hóspede) com a pessoa responsável pela sua estadia e deseje cancelar, eles usarão as conversas de dentro do app para achar a melhor solução para o seu caso. Disponível para iOS e Android.

Hurb

O Hotel Urbano é um app já conhecido no mercado porque - vez ou outra - realiza excelentes promoções de passagem mais hospedagem. É possível comprar pacotes de viagem completos, com ingressos para passeios famosos - dependendo do destino, cruzeiros, entre outros. Apesar do grande trunfo deles serem os pacotes também é possível encontrar apenas hotéis, sem outros custos incluídos. Disponível para iOS e Android.

Booking

É um dos aplicativos para hospedagem em hotel dos mais confiáveis do mercado até agora. São mais de 1,5 milhão de acomodações registradas no sistema do app e é possível filtrar as buscas por preço, nota de avaliação, qualidade do Wi-Fi e até se tem café da manhã ou não. A ferramenta também informa quantos quartos estão disponíveis no local escolhido e qual o melhor preço do dia. Tudo de acordo com o bolso do usuário. Disponível para iOS e Android.

Para criar o roteiro perfeito

TripAdvisor 

O trunfo do TripAdvisor é ser um aplicativo de recomendações por avaliações que muita gente usa. Ou seja, sempre que você precisa de uma dica de restaurante, casa de show ou qualquer outro passeio, as recomendações serão feitas por quem realmente esteve no local. Você também pode seguir especialistas em viagens e pegar dicas de quem trabalha com o tema. Além disso, há informações sobre voos, hotéis e cruzeiros. As reservas podem ser pagas com Google Pay ou PayPal e o app está disponível para Android e iOS.

My Maps

O aplicativo é um serviço do Google para criar e personalizar mapas, o que facilita bastante a vida de quem gosta de criar roteiros para viajar. Crie o mapa, coloque os pontos que você deseja visitar e vá seguindo sua viagem. Ele não precisa do Google Maps para funcionar, mas só funciona em celulares Android, porque é necessário estar logado em sua conta Google.

Para andar por aí

Google Maps

O Google Maps é um aplicativo bastante útil se é a primeira vez que você visita uma cidade. É possível pesquisar restaurantes, bancos, farmácias e uma sorte de estabelecimentos perto de você. Também é possível descobrir quais ônibus pegar para chegar aos lugares, assim como o preço da passagem e a quantidade de paradas. Ele também salva seus destinos mais usados e permite calcular o tempo da viagem em diferentes modais. 

Waze

Se sua viagem será feita de carro, o Waze é uma boa opção pela quantidade de detalhes que dá nas pistas. Ele cria melhores rotas levando em consideração problemas nas vias como buracos, trânsito, sinais quebrados, entre outros. Disponível para iOS e Android.

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