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Gigiani dos Santos, de 24 anos, é acompanhante de idosos e estava no Badim na noite de quinta-feira para auxiliar Maria Alice Teixeira da Costa, de 76 anos, internada desde segunda-feira, após sofrer três acidentes vasculares cerebrais (AVCs). Elas estavam no terceiro andar do prédio mais antigo.

Quando Gigiani tentou fugir do incêndio usando os corredores e a escada, o fogo já havia se alastrado e a fumaça dificultava a visão. Mas na janela havia uma "teresa", como é conhecida a corda improvisada com toalhas amarradas umas às outras, e a acompanhante da idosa decidiu descer por ela. Acabou escorregando, quebrou os dois tornozelos e, ainda no chão, mandou mensagem de áudio pelo WhatsApp pedindo ajuda a amigos. "Gente, o hospital (em) que eu estava tomando conta de uma senhora está pegando fogo. Eu tentei pular do terceiro andar e estou toda quebrada no chão no Badim, aqui no Maracanã. Pelo amor de Deus, me ajuda!", clamou.

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A acompanhante de idosos foi socorrida e levada ao hospital Quinta D'Or, em São Cristóvão (zona norte), onde está internada e será submetida a uma cirurgia. Maria Alice foi uma das 11 vítimas do incêndio.

As outras vítimas do fogo no complexo do Maracanã são Luzia dos Santos Melo, de 88 anos; Virgílio Claudino da Silva, de 66; Ana Almeida do Nascimento, de 95; Irene Freitas, de 83; Berta Gonçalves Berreiros Sousa, de 93; Marlene Menezes Fraga, de 85; Alayde Henrique Barbieri, de 96; Darcy da Rocha Dias, de 88; José Costa de Andrade, de 79 anos; e Ivone Cardoso, cuja idade não foi divulgada.

"Vi a morte"

Maria Costa, de 75 anos, é outra sobrevivente do incêndio. Ela estava internada e, ao constatar a gravidade da situação, decidiu sair de seu quarto em busca do caminho da saída. Maria teve a sorte de conseguir chegar à escadaria que a levou para fora do prédio. "Eu vi a morte. Se eu não levanto, eu não estava viva agora. Chegou uma hora (em) que eu não tive respiração nem voz para gritar. Fui procurando saída, mas não conhecia o hospital para descer uma escada. Aí chegou na frente e eu falei: 'Deus, Jeová'. Achei uma porta, aí eu abri a maçaneta e consegui chegar em uma escada", afirmou à TV Globo a idosa, que agora está internada no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Gaffrée Guinle, na Tijuca. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Polícia Civil recolheu os aparelhos de imagem do circuito interno do Hospital Badim, onde 11 pessoas morreram, no incêndio de ontem (12), no Rio de Janeiro. O objetivo, segundo o delegado Roberto Ramos, da 18ª Delegacia de Polícia, é verificar se as imagens captadas registraram o início do fogo.

"Vamos verificar se há imagens da existência do fogo e da sua propagação", disse o delegado, que concentra as investigações sobre a tragédia.

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Segundo Ramos, também está sendo investigado se houve um pico de luz, que possa ter afetado um dos geradores de energia, que teria explodido, segundo testemunhas que estavam no local. "Com a prova técnica dos peritos e as imagens, teremos ideia do que realmente aconteceu."

O coordenador de Operações da Defesa Civil do Município, Sérgio Gomes, disse que o prédio que pegou fogo foi interditado. Outra ala do hospital, recém-inaugurada, que não foi afetada, está liberada. Uma casa particular, nos fundos do Badim, foi interditada parcialmente, pois sofreu danos leves. O edifício residencial ao lado, que chegou a ser totalmente interditado ontem, já foi liberado aos moradores, com exceção de uma parte da garagem.

"Interditamos uma parte da garagem, porque há probabilidade de queda de uma parte do revestimento", disse Gomes.

Flores

No início da tarde, uma cena que chamou a atenção foi a chegada de um grupo de estudantes de escolas municipais, internos de um abrigo em Vila Isabel, que levaram um buquê de flores e um cartaz com frases de apoio às vítimas e às famílias.

"As crianças viram que aconteceu esta tragédia, e resolveram fazer esta homenagem", disse o responsável pelo grupo, o diácono Roberto, da Arquidiocese do Rio. No cartaz estava reescrito: "Nosso carinho e solidariedade aos doentes, aos familiares e aos profissionais do Hospital Badim".

Peritos da Polícia Civil do Rio de Janeiro estão tentando encontrar o foco primário do incêndio que atingiu ontem (12) o Hospital Badim, na zona norte da cidade. De acordo com o delegado Roberto Ramos, da Praça da Bandeira (18ª DP), que investiga o caso, ainda não é possível dizer onde começou o fogo.

A hipótese inicial é de que tenha começado com um curto-circuito no gerador de energia do hospital. Para Ramos, ainda não se pode afirmar isso. “Sabemos que o fogo chegou ao gerador, mas estamos vendo o foco primário, para saber se foi no gerador ou não”, disse.

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Segundo ele, o trabalho dos peritos está sendo dificultado por questões como a fumaça, o calor e a pouca luminosidade dos locais investigados.

Ao ser questionado sobre a hipótese levantada pelo prefeito carioca, Marcelo Crivella, de que o incêndio possa ter sido criminoso, o delegado disse que ainda é prematuro fazer esse tipo de afirmação.

O delegado confirmou que, por enquanto, o número oficial de mortos é 10, de acordo com o Corpo de Bombeiros.

Já está disponível o edital do novo concurso do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ). O certame que oferece 18 vagas para cargos dos níveis médio e superior. De acordo com o concurso, anunciado na noite desta quinta-feira (12), o MP-RJ vai pagar salários de R$7.139,16 para as vagas de analista e de R$ 4.382,84 para os cargos de oficial e técnico.

As vagas estão divididas em 11 oportunidades para analista administrativo e processual e sete vagas para técnico e oficial. Para concorrer ao cargo de analista administrativo, é necessário ter formação superior nas áreas de administração, ciências contábeis, economia ou direito. Já para analista processual, é exigido o curso completo em direito. Os interessados em pleitear a vaga de técnico ou oficial devem nível médio, podendo também possuir curso técnico. Para os três cargos é exigida a idade mínima de 18 anos na participação do concurso.

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A seleção consiste na aplicação de uma prova escrita objetiva de caráter eliminatório e classificatório para todos os cargos. Os candidatos devem ficar atentos ao locais de prova, que serão realizadas no dia 24 de novembro, nos municípios de Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Itaperuna, Niterói, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Petrópolis, Rio de Janeiro, Teresópolis e Volta Redonda. 

As inscrições estarão abertas a partir do dia 16 de setembro até 29 de outubro no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso. A taxa de inscrição é R$ 120,00 para as vagas de analista e R$ 90,00 para os cargos de técnico e oficial. Mais detalhes sobre a seleção podem ser conferidos no edital de abertura do certame, disponibilizado no Diário Oficial do Rio de Janeiro desta sexta-feira (13).

Os pais da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), morta no dia 14 de março de 2018, são contra a federalização das investigações do crime que provocou também a morte do motorista Anderson Gomes. Para o pai de Marielle, Antônio Francisco Silva Neto, a transferência das investigações para o âmbito federal é desnecessária, após um ano e meio de condução do caso pelas autoridades do Rio de Janeiro. Ele questionou a proposta de federalização feita pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge faltando pouco tempo para ela deixar o cargo.

“Porque vai para a esfera federal começar um inquérito que já tem esse longo período de investigação? Acho que não é necessário. Nós acreditamos nas autoridades no Rio de Janeiro, que já deram passo importante na prisão dos dois envolvidos. Porque agora, no final do mandato dela pedir a federalização? Não vejo necessidade. Confiamos no pessoal do Rio de Janeiro que já têm envolvimento com o pessoal da Polícia Federal na investigação. Se ela tinha esse interesse, deveria ter feito o pedido antes e não no final do seu mandato”, disse durante uma entrevista na sede da Anistia Internacional Brasil, na zona sul do Rio.

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A advogada Marinete Silva, mãe de Marielle, reforçou o argumento. Segundo a mãe, a federalização não faz sentido no momento e seria mais doloroso para as famílias que são contra. “Não tem porque sair. Até porque, isso indo para a esfera federal hoje, a gente não sabe na mão de quem vai cair este processo”.

“Se tem uma investigação há um ano e seis meses, integrada com a Polícia Federal, não há porque sair do estado onde aconteceu todo o crime para ir à esfera federal”.

Conforme a diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, Jurema Werneck, o que deve existir é uma integração das autoridades envolvidas com poderes investigativos. “Nós não opinamos quem deve estar a frente da investigação. O que nós dizemos é que quem quer que seja tem que trabalhar de forma integrada e cooperada para trazer as respostas o quanto antes”, disse.

Ofícios

Ainda na entrevista de hoje (12), a Anistia Internacional divulgou os textos de dois ofícios, um encaminhado ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e o outro ao procurador-geral de Justiça, José Eduardo Gussem. Nos ofícios a entidade cobra informações atualizadas sobre as investigações do crime e informa que após seis meses das reuniões com as autoridades para tratar do crime, quando foi firmado o compromisso de aplicação de recursos e esforços para descobrir os mandantes do crime “não houve evoluções significativas, gerando dúvidas sobre a prioridade dada pelo governo a este caso”, como aponta o texto encaminhado a Witzel.

De acordo com a diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, a entidade vai continuar com a cobrança até que sejam identificados os autores do crime. “Nós não vamos parar até que essas respostas venham. Não vamos parar até que o governador do estado do Rio de Janeiro, até que o procurador do estado do Rio de Janeiro, que as autoridades responsáveis nos tragam a informação com as provas suficientes sobre quem mandou matar e porque mandou matar. Também não vamos descansar até que essas pessoas sejam levadas à Justiça e sofram o julgamento justo e sejam responsabilizadas. Esse é o compromisso da Anistia Internacional. O que a gente quer reiterar aqui hoje é isso. A morosidade não é resposta. O silêncio não é resposta”, apontou Jurema.

Para Jurema Werneck, cabe às autoridades responderem quem são os mandantes e elas têm a obrigação de dizer se o procedimento aplicado na investigação está certo. “Do nosso ponto de vista o que precisamos saber é quem mandou matar e porque e também se tudo que foi feito foi de forma adequada. Nós não vamos discutir se foi esse ou aquele. Não cabe a nós. Cabe às autoridades envolvidas e encarregadas das investigações, vir a público e dizer se todas as matérias [jornalísticas], que saíram ao longo do tempo, são verdadeiras”, explicou.

Em resposta ao pedido da Agência Brasil para uma declaração do governo do estado ao ofício encaminhado pela Anistia ao governador. A Secretaria de Estado de Polícia Civil, escolhida para atender ao pedido informou apenas que “a investigação está sob sigilo”. Já o Ministério Público não respondeu até o momento da edição desta matéria.

18 meses

O crime completa um ano e meio no próximo sábado. Para o pai de Marielle é muito tempo sem respostas sobre os autores da morte da filha e do motorista Anderson.

“538 dias do assassinato da minha filha. Desde o início nossas perguntas são as mesmas. Quem mandou matar Marielle e por quê? Dois indivíduos estão presos e esperamos que sejam levados a júri e condenados exemplarmente, porque se não forem condenados os assassinos e os mandantes, para nós será uma decepção muito grande para a sociedade nacional e internacional da mesma forma. É inadmissível que uma defensora dos Direitos Humanos seja assassinada nos dias de hoje no Brasil e com toda tecnologia que temos não serem descobertos os mandantes”, afirmou Antônio Francisco.

Na visão da mãe da vereadora apesar do tempo sem a solução do crime não é possível perder a esperança de que o caso vai ser resolvido. “Não posso deixar de ter esperança de saber quem mandou matar a minha filha. A gente tem que ter esperança sempre. Independente da minha dor profunda”, contou.

A diretora da Anistia afirmou que durante todo esse tempo, várias vezes autoridades indicaram que a solução do caso estava próxima, mas não foi isso que ocorreu. “Em diferentes momentos recebemos das autoridades essas informações. Em todos os momentos das autoridades não estavam falando a verdade como a gente vê até agora”.

Marinete está confiante também na audiência, prevista para o dia 4 de outubro, com o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz, apontados como suspeitos de participar dos assassinatos e presos em unidade federal no norte do país. “Não quer dizer que eles vão delatar diretamente quem mandou, mas a gente já tem alguma coisa para que sejam levados a júri e a gente tenha alguma coisa mais concreta em relação a morte da minha filha”, disse.

 

Muitas pessoas sonham em cursar uma graduação, mas, devido às dificuldades, desistem de lutar por seu objetivo. Elcimar Moreira, de 33 anos, é morador da cidade de Miracema, no Rio de Janeiro e é um exemplo de que vale a pena persistir, já que como pedreiro ajudou a construir o prédio do campus de Santo Antônio de Pádua da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde atualmente estuda.

Em 2009, quando começou a trabalhar para completar a equipe de obras, junto com dois irmãos e um tio, o jovem fluminense possuía 22 anos e, mesmo já acostumado a trabalhar como pedreiro com o pai, ficou impressionado quando chegou no canteiro. “Fomos ajudar a bater a laje, eu era muito magrinho e pequenino e não tinha ideia da grandiosidade que era, até me assustei um pouco quando vi uma grande montanha de areia e brita”, conta o aluno.

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Junto com os outros trabalhadores, Elcimar enfrentou o cansaço físico ao trabalhar diante de um sol escaldante. No entanto, o universitário conta uma situação, que, segundo ele, foi engraçada. “Eu e um dos meus irmãos estávamos doidos para almoçar e, quando chegamos ao restaurante, comemos tudo o que tínhamos direito, diferente das outras pessoas que optaram por um prato mais leve. Após isso, passamos mal, e, no meu caso, quando fui ao banheiro para dar uma respirada, fiquei tonto, mas quando melhorei, despistei e voltei pro trabalho”, fala em tom de brincadeira ao LeiaJá.

Mesmo com as dificuldade e a falta de recursos financeiros para pagar uma faculdade particular ou fazer um curso preparatório para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Elcimar tinha vontade de cursar uma graduação em física. O medo de não conseguir não foi o bastante e o rapaz buscou o desafio de estudar sozinho em casa para conquistar uma boa nota na prova. 

“Eu tinha que estudar para dar uma recordada nos assuntos. As pessoas aqui na minha cidade têm o costume de doar livros deixando eles na porta ou janela de casa, então algumas vezes vi alguns livros que me interessavam e falei com as pessoas para eu ficar com eles”, declara o ex-pedreiro

Em 2018, Elcimar, depois de duas tentativas, conseguiu ser aprovado no curso de física da UFF. “Quando me disseram 'Bem vindo à UFF',  fiquei em uma emoção que não cabia em qualquer lugar”, recorda. 

Elcimar sempre buscou estudar para melhorar de vida. Foto: Arquivo Pessoal

Atualmente, Elcimar, que está desempregado e cursa o segundo período de física, pretende continuar a graduação e se formar, mesmo com os problemas enfrentados. “O curso e a adaptação ao ritmo universitário é bem difícil, mas o companheirismo dentro da sala de aula me ajuda bastante", conta sobre a motivação que recebe.

Para quem tem um sonho e também deseja realizá-lo, o estudante deixa um recado. “Se você tem um objetivo, não desista e não deixe ninguém dizer que você não consegue, pois você é forte. Vá e lute! A superação faz com que o ser humano pule os obstáculos, quebre barreiras e quando você chegar lá na frente vai olhar para trás e ver que tudo foi por causa do seu esforço”, afirma.

O público que vai participar do Rock in Rio 2019 pode planejar o cronograma com a ajuda do aplicativo oficial que o festival. Pela plataforma é possível ter acesso à programação, ao mapa da Cidade do Rock, as opções de alimentação, além de todas as informações de serviços sobre o evento. O app está disponível para os sistemas IOS e Android.

Por meio do aplicativo é possível sincronizar o registro das pulseiras, acompanhar os horários dos shows de cada palco, que ainda estão sujeitos a ajustes até a data do festival. Além das informações, o app também realiza uma contagem regressiva para cada atração, auxiliando com notificações aos usuários que programarem suas agendas.

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Até o dia 27 de setembro, o primeiro dia do Rock in Rio, a plataforma ganhará novas funcionalidades, como a função de rotas, para que os convidados consigam se deslocar de um ponto a outro dentro da Cidade do Rock, e a possibilidade de encontrar os amigos, em uma ferramenta para os usuários que fizerem o login via rede social e que permitam acesso às informações.

A UNIVERITAS – Centro Universitário Universus Veritas Rio de Janeiro realiza, nos dias 11, 12, 13, 14 e 21 de setembro, a II Semana Acadêmica de Medicina Veterinária. O evento é gratuito e conta com palestras, minicursos, vacinação contra a raiva para cães e gatos e, pelo segundo ano seguido, com uma feira de adoção.  

Para a coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Instituição, Alecsandra Sobreiro, é importante mesclar educação com bem social a todos os envolvidos. “É do nosso interesse proporcionar uma aproximação real dos nossos alunos com profissionais da área, de modo que aprendam o cotidiano da carreira. De certo modo, vislumbramos a realização de um projeto de cunho social, como a feira de adoção. Nossa missão enquanto instituição é ensinar, mas, enquanto veterinários, também precisamos cuidar de vidas e essa é a oportunidade perfeita”, explica Alescandra.

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Dentre os 25 palestrantes confirmados, estarão presentes nomes como Ludmila Leddomado, Juan Rojas Pereira, Carlos Maurício, Luiz Maurício Cobuci, Sérgio Lobato, Érica Bertha, Kalinka Koza, Márcio Struminski, Aline Brasil e Gabriel Bobany. Os profissionais irão debater temas sobre saúde e doenças, cirurgias, bem-estar e estilo de vida dos animais. Além disso, a Semana também vai receber uma palestra da equipe do Royal Canin, multinacional especializada na produção de alimentos para animais domésticos.

O evento é aberto ao público. A feira de adoção vai acontecer no dia 14 de setembro, das 10h às 16h, na Instituição. Já a vacinação, no dia 21, entre às 10h e 16h. Os interessados podem obter mais informações sobre o evento enviando um e-mail para medicinaveterinaria@univeritas.com. A UNIVERITAS fica na Rua Marques de Abrantes, 55 – Flamengo – Rio de Janeiro.

*Da assessoria

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) pediu licença das atividades parlamentares na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A solicitação foi feita no último dia 6, mas o despacho do presidente da Casa, Jorge Felippe, foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (10). 

No ofício em que faz o pedido, o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) não detalha o motivo da licença e salienta que a paralisação não será remunerada. Contudo, Carlos cita o artigo 11, inciso I, do Regimento Interno da Câmara do Rio, que versa sobre afastamento para "tratar de assuntos particulares". 

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O documento também não informa a previsão de retorno às atividades parlamentares. O tempo deste tipo de licença, segundo o regimento, não pode ultrapassar 120 dias por sessão legislativa.

Polêmica

Nessa segunda-feira (9), Carlos se envolveu em mais uma polêmica nas redes sociais ao afirmar que  “por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos”

Com histórico de defesa da época em que o Brasil viveu sob o regime militar, a fala de Carlos deu a entender que ele defendia uma ação ditatorial no país. 

A declaração rendeu críticas. O ex-candidato a presidente pelo PSOL, Guilherme Boulos, disse que o vereador poderia estar expressando o desejo do pai; a deputada Tabata Amaral (PDT-SP) argumentou que pela censura e repressão não há avanços; e o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, reagiu dizendo que “não há como aceitar uma família de ditadores” no comando do Brasil.

O senador Paulo Paim (PT-RS) elogiou nesta segunda-feira (9), em Plenário, a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, de impedir ato de censura contra uma obra literária à venda na Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

A medida foi necessária após o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, determinar que ficais recolhessem um livro que tinha impressa, em suas páginas, a imagem de um beijo entre dois jovens do mesmo sexo.

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Na opinião de Paulo Paim, qualquer tentativa de censura de ideias e pensamentos de um povo é sinal de estupidez humana e delírio totalitário.

“Sabemos muito bem como isso tudo inicia, mas não sabemos como termina. O resto está nos próprios livros de história. É preciso ficar de olhos bem abertos. Vigiar a liberdade e a democracia é um dever de todos nós”, disse.

*Da Agência Senado

O vereador Ciraldo Fernandes da Silva (DEM) foi assassinado a tiros na noite desse domingo (8) na cidade de Araruama, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Uma das linhas de investigação da Polícia Civil é que o político teria se recusado a pagar propina a traficantes. 

O parlamentar foi executado com vários disparos, por volta das 19h30, no bairro Fazendinha, em frente ao bar da Amendoeira, em Araruama.

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Ciraldo, 3° mais votado nas eleições de 2016, estava em um bingo quando dois homens armados em uma moto passaram e efetuaram os disparos. Ele morreu na hora.

Ciraldo era dono de uma loja de material de construção e já estava no quarto mandado como vereador da cidade.

Com informações da assessoria

 

Neste domingo(8), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, suspendeu a decisão judicial proferida pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o desembargador Cláudio Mello Tavares, expedida no sábado (7), que autorizava o recolhimento de obra literária na Bienal do Livro no Rio.

"Pelo exposto, defiro a liminar, para conceder a suspensão da decisão da Presidência do TJRJ, nos autos da Suspensão de Segurança no 0056881-31.2019.8.19.0000, a qual havia suspendido a decisão do Desembargador Heleno Ribeiro Pereira Nunes, nos autos do mandado de segurança de mesmo número", diz Toffoli.

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O presidente do STF atendeu a pedido feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encaminhado esta manhã. Na manifestação ao Supremo, ela afirma que a medida “visa a impedir a censura ao livre trânsito de ideias, à livre manifestação artística e à liberdade de expressão no país”.

Entenda o caso

Na quinta-feira (5), a prefeitura do Rio de Janeiro determinou que os organizadores da Bienal do Livro recolhessem a obra Os Vingadores - a caçada das crianças.

Na sexta-feira (6), os organizadores do evento entraram com mandado de segurança para impedir a apreensão dos livros. O desembargador da 5a. Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, Heleno Pereira Nunes, concedeu liminar impedindo que a prefeitura do Rio realizasse o recolhimento de livros de qualquer conteúdo em exposição e venda na feira literária.

No sábado (7), o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Claudio de Mello Tavares, aceitou o pedido da prefeitura carioca para recolher, na Bienal do Livro, obras que tratem de temas LGTB -  Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros “de maneira desavisada” para crianças e jovens. Com a decisão, os expositores só poderiam comercializar essas obras em embalagens lacradas e que contenham “advertência de seu conteúdo”.

No domingo (8), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão da decisão judicial do Tribunal de Justiça do Rio de apreensão de livros e revistas com temática LGBT. “A decisão ora impugnada fere frontalmente a igualdade, a liberdade de expressão artística e o direito à informação, que são valorizados intensamente pela Constituição de 1988, pelos tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil e, inclusive, por diversos precedentes do egrégio Supremo Tribunal Federal”, escreveu Dodge.

O desfile cívico militar de 7 de setembro, neste sábado, na Avenida Presidente Vargas, no centro do Rio de Janeiro, começa às 9h, com a chegada do fogo simbólico da Pátria, pelas mãos de atletas olímpicos.

A pira será acesa por um representante da Liga de Defesa Nacional, instituição criada em 1916 em defesa do Serviço Militar Obrigatório, e logo depois tem início as apresentações, com a participação de cerca de 5,2 mil pessoas, entre militares e representantes de mais de 20 instituições civis.

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A expectativa do Comando Militar do Leste é de que as arquibancadas fiquem lotadas e o público participe e se emocione com a passagem das bandas, tropas militares, dos alunos das escolas da rede pública, de representantes da União dos Escoteiros do Brasil e da Cruz Vermelha, dos veteranos da 2ª Guerra Mundial e dos muitos equipamentos militares. São carros de combate, blindados, viaturas e motocicletas, além de tropas a cavalo. Pelo ar, vão passar helicópteros e aviões militares.

O porta-voz do Comando Militar do Leste, coronel Carlos Cinelli, disse que está tudo pronto para mais uma edição do desfile, que acontece na avenida Presidente Vargas desde 1947: "A população pode esperar um desfile muito bonito e muito sincronizado."

Ele chama a atenção, no entanto, para uma questão de segurança sobre o uso de drones que estão proibidos, na área do desfile. "Como nós teremos o emprego de aeronaves, tanto aviões como helicópteros das nossas Forças Armadas e forças auxiliares, está proibido qualquer uso de drone, de qualquer natureza e para qualquer finalidade, na área do desfile", disse Cinelli.

O desfile deve durar duas horas e a parte terrestre será encerrada pela cavalaria. Depois, o show fica por conta das aeronaves militares.

 

Uma pesquisa de intenção de votos organizada pelo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, apontou que o principal nome para vencer a corrida pela Prefeitura do Rio de Janeiro, no ano que vem, é o do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL).

As informações são do jornal O Dia e, de acordo com o que foi divulgado, os dados foram colhidos simulando uma disputa entre Freixo, o atual prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB) e o possível candidato do PSL ao cargo, Rodrigo Amorim.

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Rodrigo Amorim é deputado estadual e ficou nacionalmente conhecido por quebrar uma placa de rua em homenagem a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março de 2018 após uma emboscada na capital fluminense.

O PSL ainda passa por uma disputa interna para definir quem será o candidato oficial na capital. A pesquisa, porém, não considerou outros nomes fortes que podem concorrer na eleição ano que vem, entre eles Martha Rocha (PDT) e o Eduardo Paes (DEM).

Durante evento no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (6), o governador fluminense Wilson Witzel (PSC) foi chamado de “fascista” por um rapaz presente na ocasião. De prontidão o gestor retrucou e chamou o homem de “maconheiro”.

"Olha o maconheiro aí, que tá gritando. Não tem espaço para você não, maconheiro. Aqui você não vai fumar maconha não, parceiro. Vai fumar maconha não. Aqui é ordem. Aqui nós vamos prezar pela ordem. Aqui você não vai fumar maconha, acabou essa brincadeira. Vai fumar maconha em outro lugar", afirmou o governador.

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O evento foi a inauguração do projeto Laranjeiras Presente e, durante o discurso de Witzel, o manifestante perguntou se o governador não ia falar sobre a milícia. “Fala da milícia, seu fascista”, disparou o homem, que não quis se identificar. 

"Tá todo mundo sendo preso, rapaz. Presta atenção. Até os maconheiros", respondeu Wilson Witzel. A discussão interrompeu o andamento do evento, mas logo a organização afastou o homem e o governador seguiu com o seu discurso.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, determinou que o HQ "Vingadores, A cruzada das crianças" fosse retirado da Bienal Internacional do Livro. Nessa quinta-feira (5), Crivella gravou um vídeo para dizer que o livro com personagens gays fosse embalado em plástico preto, lacrado e avisando aos consumidores o tipo de conteúdo que estava sendo exposto. Ele alegou que o material é impróprio para menores de 18 anos.

"A prefeitura do Rio determinou que os organizadores da Bienal, lá no Rio Centro, recolhessem esse livro [Vingadores, A cruzada das crianças], que já foi denunciado inclusive na internet, que traz conteúdo sexual para menores. Livros assim precisam estar embalados em plástico preto, lacrado e do lado de fora avisando o conteúdo. Portanto, a prefeitura do Rio de Janeiro está protegendo os menores da nossa cidade", declarou.

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Na última quarta-feira (4), o vereador Alexandre Isquierdo (DEM), durante uma sessão na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, repudiou a comercialização do livro. Alexandre classificou a obra de Allan Heinberg, publicada em 2010, como "covardia". Em um comunicado, a direção da Bienal informou que dá voz a todos os públicos.

Confira a nota:

"A Bienal Internacional do Livro Rio, consagrada como o maior evento literário do país, dá voz a todos os públicos, sem distinção, como uma democracia deve ser. Este é um festival plural, onde todos são bem-vindos e estão representados. Inclusive, no próximo fim de semana, a Bienal do Livro terá três painéis para debater a literatura Trans e LGBTQA+. A direção do festival entende que, caso um visitante adquira uma obra que não o agrade, ele tem todo o direito de solicitar a troca do produto, como prevê o Código de Defesa do Consumidor."

O flagra de um acidente em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, vem repercutindo nas redes sociais. Depois de bater o próprio carro em outro veículo que estava estacionado na rua, uma mulher - que não foi identificada -, sai do local sem uma das rodas dianteiras que soltou do veículo depois da colisão. 

Mesmo sem o pneu, a mulher nega que a roda seja dela. O caso aconteceu na última segunda-feira (2). De acordo com O Globo, a Polícia Militar informou que não há registro dessa ocorrência. A Polícia Civil também não confirmou se alguma queixa foi prestada por conta do fato. 

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Confira o vídeo

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A Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) está com 9.998 mil vagas abertas para mais de 30 opções de cursos profissionalizantes em 79 unidades no Estado do Rio de Janeiro. As inscrições para os cursos, que são gratuitos e têm a duração de dez semanas, podem ser realizadas até o dia 19 de setembro por meio do site da Fatec.

Entre os cursos oferecidos estão: padeiro, garçom, operador auxiliar de cozinha, bartender manicure e pedicure, vendedor, montador e Reparador de Computadores. Para se inscrever, é necessário que o interessado possua Cadastro Pessoa Física (CPF) e tenha de 14 a 18 anos, de acordo com a exigência de cada curso. A escolaridade também varia de acordo com a qualificação escolhida.

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A seleção do processo seletivo será feita por meio de um sorteio público no dia 20 de setembro, a partir das 10h, e a listagem completa com o nome dos sorteados será publicada no site da instituição. Já a matrícula será realizada pelo candidato entre os dias 23 e 26 de setembro. As aulas começam no dia 7 de outubro.

Os cursos serão oferecidos em cidades como Angra dos Reis, Arraial do Cabo, Barra do Piraí, Barra Mansa, Belford Roxo, Bom Jardim, Búzios, Campos, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaocara; Itaperuna, Laje do Muriaé, Levy Gasparian, Macaé, Mangaratiba, Mangueira, Mesquita, Miguel Pereira, Miracema, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Paraíba do Sul, Petrópolis e Rio de Janeiro.

Mais informações podem ser acessadas por meio do edital do processo.

No último fim de semana, algumas lojas da franquia de restaurantes fast-food McDonald’s tiveram uma curiosa alteração em suas fachadas. No lugar da grafia McDonald’s, o letreiro frontal das unidades recebeu a palavra "Méqui", som das letras iniciais como a maioria dos brasileiros se refere à rede de origem estadunidense.

Ao menos duas lojas da franquia receberam a nova fachada 'abrasileirada', uma situada na Avenida Paulista, em São Paulo e outra na Barra da Tijuca, zona sul do Rio de Janeiro. A iniciativa da nova grafia anuncia uma campanha de marketing na TV, elaborada pela agência de publicidade DPZ&T, responsável pela comunicação da rede de fast-food. Procurados, o McDonald’s ou “Méqui” e a DPZ&T não deram mais detalhes sobre a ação, deixando subentendido que os fãs do cardápio do restaurante devem aguardar por novidades nas próximas semanas.

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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) prendeu hoje (3) o casal de ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho. Mais três pessoas também são alvo da ação, que investiga esquema fraudulento de construção de moradias populares.

A Operação Secretum Domus cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro e Campos dos Goytacazes, no norte do estado.

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Segundo a denúncia oferecida à 2ª Vara Criminal de Campos, investigações mostraram superfaturamento em contratos entre a prefeitura de Campos e a construtora Odebrecht, para a construção de casas populares dos programas Morar Feliz I e II, durante a gestão de Rosinha Garotinho como prefeita do município do norte fluminense (de 2009 a 2016). 

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