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Após dezenas de escândalos envolvendo contas hackeadas e conversas vazadas os engenheiros de segurança responsáveis pelo WhatsApp estão liberando cada vez mais atualizações para proteger os usuários. Agora, além da verificação em duas etapas, quem utiliza o mensageiro poderá ativar também um bloqueio por impressão digital. 

A função já havia sido liberada para celulares iOS, mas só agora chegou aos aparelhos Android. Porém, apenas os usuários que possuírem a versão Beta do aplicativo é que poderão testar a novidade. Confira o tutorial para ativar o bloqueio:

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1 - Abra o aplicativo do WhatsApp;

2 - Clique nos três pontos que ficam no canto superior, direito, da tela;

3 - Acesse o ícone das configurações;

4 - Entre em Conta > Privacidade;

5 - Em seguida, role a tela até o final e clique em Bloqueio Por Impressão Digital;

6 - Ative o status Desbloquear com impressão digital;

7 - Confirme a impressão digital colocando o seu dedo sobre o leitor de digitais do seu aparelho; 

8 - Escolha quanto tempo levará para seu aparelho ser bloqueado e solicitar a digital;

9 - Volte para a tela inicial do aplicativo

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O ator Marcos Oliveira, mas conhecido por todos como Beiçola de A Grande Família, voltou nessa quarta-feira, dia 15, ao Facebook para pedir uma nova oportunidade de emprego e dinheiro. Essa não é a primeira vez que o ator recorreu às redes sociais pedindo ajuda, já que no final de 2016 ele também fez um post em seu perfil da rede social.

A mensagem era simples e direta:

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Estou precisando de trabalho. Me ajudem.

Popular por atuar por mais de 13 anos na série da Globo, Marcos disse em entrevista ao jornal Extra que, além das despesas fixas de mais de oito mil reais ao mês com remédios e dívidas, ele quer se sentir útil novamente na área da atuação:

- Esse mês consegui meus remédios graças a um amigo. Não é fácil encarar a vida vivendo de esmola dos outros. Não tenho família para me sustentar, não tenho ninguém, sou solto no mundo. Eu preciso entre oito mil e dez mil reais. O que me resta é colocar a boca no mundo. O sentimento de pedir emprego é o de sobrevivência, querido. Ou de desistência.

Desde a publicação do pedido ele ainda não fechou nenhuma contratação, mas adiantou que está se preparando para voltar aos palcos com a sua peça Evolução. Além disso, tem pensado em investir mais nas redes sociais:

- Eu estou tentando fazer uma personagem e colocar no Instagram, ou no YouTube. Gosto dessa parte de criação. Mas ainda não sei como fazer. E sei lá se vai rolar grana, comentou ao Extra.

Quando questionado sobre como gastou o cachê ganho com A Grande Família o ator desabafou que a maioria foi em remédio, além de não ser o melhor dos empreendedores com seu dinheiro. Apesar disso, Marcos Oliveira participou de O Dono do Lar, série de humor do Multishow e de um novo projeto da Netflix que vai ser lançado em 2020. O problema é que são trabalhos muito instáveis:

- Faço esses trabalhos, pago minhas contas, mas não tem continuidade. É muito instável. Essa semana vou fazer uma propaganda para um amigo para o site dele de venda de panelas. Vou ganhar 500 reais. Um dia a gente vende a banana por dez milhões, outros a gente vende por dois.

 

A partir de desta quinta-feira (15), usuários do Instagram poderão relatar à plataforma quando encontrarem conteúdo falso. A ação fará com que os chamados “verificadores de fatos” contratados pela empresa analisem a veracidade das publicações. Por enquanto, essas análises só poderão ser feitas por funcionários alocados nos Estados Unidos. 

Para denunciar conteúdo suspeito, é preciso clicar nos três pontos no canto superior direito da postagem, escolher “denunciar” e depois “informações falsas”. Então as postagens serão revisadas pelos membros da International Fact-Checking Network (IFCN), que já estão trabalhando em parceria com o Facebook em mais de 30 países.

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Apesar das denúncias, as postagens marcadas como falsas não serão excluídas da plataforma. Elas devem ser minimizadas para aparecerem com menos frequência nas páginas “explore” e “hashtag”. Por enquanto, a verificação de notícias ainda não chegou por aqui, mas deve crescer em breve.

Quem não se lembra da febre do Orkut? Uma das redes sociais mais populares entre brasileiros, em meados dos anos 2000, voltou a ser lembrada após um fato um tanto inusitado. O fundador da plataforma, Orkut Büyükkökten, teve sua conta no Tinder bloqueada depois que vários usuários da rede acharam se tratar de um perfil fake.

O criador do Orkut participará de um evento em Porto Alegre e resolveu usar o aplicativo de paquera para fazer “novas amizades”. Porém, parece que os brasileiros não acreditaram se tratar de uma pessoa real e resolveram denunciar o perfil do engenheiro de software por pensarem se tratar de uma mentira. 

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Por causa disso, Orkut resolveu pedir uma ajudinha do Tinder pelo Twitter. O fato foi eleito por muitos usuários como o caso mais aleatório da internet em 2019 e chegou a ficar entre os assuntos mais comentados do Twitter.

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O Facebook anunciou que haverá mudanças nos botões de privacidade dos grupos criados na plataforma. Antes, os usuários podiam escolher entre público, fechado ou secreto, para decidir como seria a visibilidade da página. Agora, para tornar essas configurações mais fáceis de entender, as opções serão resumidas a público e privado.

"No ano passado, trabalhamos com especialistas em privacidade de várias partes do mundo, que buscam conscientizar as pessoas a respeito de como gerenciar suas informações online. Esses especialistas contribuíram com informações essenciais para nos ajudar a garantir que as novas configurações de privacidade fossem precisas e mais simples de usar", disse Jordan Davis, gerente de produto de Grupos do Facebook.

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Entre as novidades está a possibilidade dos administradores escolherem se querem ou não que o grupo seja encontrado na ferramenta de pesquisa e em outros locais do Facebook. Páginas que tinham o status como “secreto”, agora serão “privado” e “oculto”. Aqueles grupos que antes eram “fechado”, agora serão “privado” e “visível” e os que são “públicos”, continuarão “públicos” e “visíveis”. 

Os administradores encontrarão os novos controles nas Configurações do Grupo. Restrições em relação a se e quando um administrador pode alterar as configurações de privacidade continuaram e sempre que uma mudança for permitida os membros receberão uma notificação informando sobre a ação. 

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Usuários do Twitter vão poder seguir os temas que lhes interessam assim como seguem outras pessoas. O recurso foi anunciado na última terça-feira (13), em um evento da empresa, e permitirá que tuítes sobre os tópicos escolhidos apareçam dentro da linha do tempo. Será possível acompanhar informações referentes à esportes, celebridades e programas de televisão, como a divisão feita no “Moments” da plataforma, só que com o conteúdo misturado com o das contas seguidas.

O conteúdo será selecionado pelo Twitter, com tuítes individuais sendo identificados através de aprendizado de máquina. Dessa forma, a empresa espera ajudar os usuários a se conectar com outras contas de seu interesse, que ficam perdidas entre milhões de pessoas. Na fase inicial, apenas conteúdos de esportes podem ser seguidos, e somente em telefones Android.

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A empresa também está pesquisando a respeito de conteúdos mal-intencionados, que serviriam para promover a indignação e a polarização na plataforma. Porém, ainda não dá para saber se a promoção desses interesses irá se comportar de maneira diferente dos retweets promovidos por algoritmos. De acordo com o site The Verge, Kayvon Beykpour, que lidera os esforços de produtos do Twitter, informou que a companhia não pretende criar tópicos de conteúdo para todos os seus usuários, para evitar mau-uso do recurso.

Além de seguir o tópico desejado, o usuário também poderá ocultar temporariamente aqueles tuítes sobre conteúdos que ele deseja ter uma pausa - como spoilers de filmes, séries ou programas de TV, por exemplo. Há também a possibilidade de listas separadas serem configuradas para atender a interesses individuais. 

Outros planos futuros da companhia incluem adicionar mensagens diretas pesquisáveis, reordenamento de fotos em um após de anexá-las a um novo post e suporte para as Live Photos da Apple.

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Todo mundo que usa redes sociais tem aquela figurinha para chamar de sua. Seja um sticker, um gif ou um emoji a verdade é que - na era digital - expressar-se apenas por palavras não é suficiente. No ano passado, o Google fez uma pesquisa que reuniu informações sobre o uso dos emojis ao redor do mundo. E pasmem, o brasileiro anda amando muito online, ou pelo menos é o que dizem as suas figurinhas.

A empresa elaborou um ranking de dez posições da média dos emojis mais usados pelo mundo e registrou o “chorando de rir” como primeiro lugar da lista, seguido pelo “mandando beijo carinhoso” e “olhos de coração”. No Brasil, o pódio é ocupado pelo “coração vermelho”, que pulsa gigante quando enviado fora de alguma frase, seguido dos “olhos de coração” e “batendo palmas”. Indicando que tem muito brasileiro apaixonado nas redes sociais.

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Além do Google, a Adobe também fez - em 2019, um estudo mundial sobre as figurinhas mais usadas pelas pessoas. A empresa levou em consideração as emoções que os entrevistados gostariam de expressar e descobriu que 79% preferem demonstrar amor. O último lugar do ranking ficou com a emoção orgulho, em que 37% dos entrevistados responderam que usam emojis como “cara com óculos de sol”, “sorridente” e “carinha sorridente com olhos risonhos”.

A Unicode, responsável pelas figurinhas utilizadas em plataformas como WhatsApp e Facebook, garantiu que até o final do ano serão lançados cerca de 230 novos emojis, para engrossar a lista dos escolhidos pelos usuários. O ranking completo foi disponibilizado no site do Cuponation

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O luxuoso Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, é um dos assuntos mais comentados, nesta terça-feira (13), no Twitter no país. O hotel já foi mencionado cerca de 24 mil vezes na rede social porque o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) foi flagrado no local no último fim de semana. 

Registros da passagem do parlamentar pelo Copacabana Palace  viralizaram e o assunto gerou grande repercussão com questionamentos, inclusive, sobre o pagamento da hospedagem, se teria sido com o salário que ele recebe como parlamentar, e a posição política de Freixo - que é de um partido de esquerda. 

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Apesar disso, a esposa do deputado, Antonia Pellegrino, manifestou-se no microblog e disse que eles estavam comemorando o aniversário dela.

“Fiz 40 anos e passei uma noite no Copacabana Palace. Levei comigo o meu companheiro Marcelo Freixo. Subiram uma tag falando o salário dele. Ninguém pensa que quem pode ter pago a diária fui eu. Acordem. Mulheres trabalham, são independentes e levam o marido pra onde quiser”, ressaltou. 

E Freixo, por sua vez, também rebateu as críticas. “Quem nasceu em São Gonçalo não pode frequentar os espaços da elite? Colonial. Quem é de esquerda não pode ir num espaço sofisticado? Tosco. Uma mulher não pode ganhar melhor que o marido e pagar a hospedagem num hotel? Machista. Os minions.... hoje tem ato ruas”, lembrou, ironizando.

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A profissão de digital influencer surgiu por intermédio das redes sociais. Pessoas com milhares de seguidores e marcas perceberam a internet como uma oportunidade de negócio, uma vez que, com a ascensão do número de usuários, influencers, sobretudo do Instagram, passaram a ser vistos e valorizados graças ao seu alcance por meio de likes, comentários e compartilhamentos. 

Ainda cercada de pré-conceitos, a profissão de digital influencer foi a escolha de pessoas que se consideram formadores de opinião. Nanda Figueiras (@nandafigueiras), como é conhecida Fernanda Figueiras, 20 anos, no Instagram, é estudante de moda e já conquistou mais de 50 mil seguidores na rede. De acordo com a influenciadora digital, perceber que poderia utilizar o alcance das publicações para gerar receita foi um marco. 

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Ao LeiaJá, Nanda também falou da mudança na forma que ela passou a lidar com as empresas interessadas em publicidade. “[As empresas] estavam acostumadas a pagar pelas ações através de mimos, um vestido ou outra peça de roupa”, conta. “Aí eu percebi que poderia fazer contratos e profissionalizar aquilo”, conclui Nanda, que interrompeu a faculdade de publicidade e propaganda para se dedicar à profissão.

Com a grande falha das redes sociais no último mês, ficou evidente, para os influenciadores e empresas, a necessidade de criação de outros canais de comunicação com seu público e até mesmo de outra fonte de renda. Thaliane Pereira (@thalianepereira), 21, tem 141 mil seguidores, também no Instagram. A influenciadora utiliza de sua visibilidade para promover um negócio próprio, uma loja física de roupas, além das parcerias com diversas marcas e empresas. Da mesma forma que Nanda, Thaliane percebeu logo cedo que o Instagram poderia ser algo além da permuta, da troca, e se tornar algo profissionalizado. 

Sociedade líquida

Para o professor e sociólogo Pedro Botelho, o principal malefício da tecnologia é quando o jovem toma o digital influencer como verdade absoluta e ignora o mundo real, fora das redes. De acordo com Pedro, ainda há uma carência nos estudos relacionados aos efeitos da internet na vida dos indivíduos. “Podemos destacar estudos sobre a cybercultura do fim do século passado, mas ainda não temos estudos conclusivos sobre essa nova era do advento da internet. Como professor, é perceptível que os alunos já sofrem com dificuldade em focar no conteúdo e outras coisas relacionadas ao uso excessivo das redes sociais.”.

Botelho também afirmou que é difícil prever um cenário para a profissão devido à natureza líquida da sociedade em que vivemos. Citando essa efemeridade, Pedro fala que, de acordo com o escritor e sociólogo polonês Zygmunt Bauman, a sociedade está dividida em duas categorias. “Temos a categoria dos cidadãos de jure, que são as pessoas que conseguem acompanhar a velocidade da internet, que conseguiriam se adaptar a uma nova rede social, por exemplo, e temos os cidadãos periféricos, que são os indivíduos que não conseguem ou têm dificuldade em acompanhar essa evolução, como alguns indivíduos de idade mais avançada”.

Bauman se destaca, também, por relatar a falta de referenciais sociais, como noção de família, noções de consumo e até referenciais pedagógicos na geração atual, em complemento ao relato do professor. “Os malefícios e benefícios do uso das redes sociais e até da internet, de modo geral, devem ser observados atentamente.”, conclui Pedro.

Para Isabela Andrade, sócia-diretora da Berlim Digital, academia de treinamento em comunicação digital, “se não houver profissionalização e consistência na criação e produção do conteúdo, não é algo sustentável”. Isabela também conta que tanto empresas quanto influencers precisam observar o seu público em busca de identificar personas. “A profissionalização, até por meio de mídia kits, pode ser um diferencial quando a meta é transformar as contas nas redes sociais em uma fonte de renda.”.

Os mídia kits são uma espécie de panfleto digital onde dados como alcance e engajamento podem ser descritos pelo digital influencer a fim de fechar parcerias e acordos com marcas e empresas interessadas com a plataforma que eles têm a oferecer. A especialista também conta que, quando o influencer não consegue se adaptar às especificações da marca ou empresa, é comum que o engajamento, o retorno da campanha realizada, não seja satisfatório, se tornando, por muitas vezes, insustentável. 

Tanto influenciadoras como especialistas relataram a necessidade de adaptação que a profissão requer, sobretudo pelos canais de comunicação utilizados para alcançar seus seguidores. "Junto com minha equipe, eu penso em criar um canal no Youtube para poder interagir com quem me segue em outra plataforma, de outra maneira", conta Nanda Figueiras, no que diz respeito à apreensão em torno de uma possível queda prolongada das redes sociais.

A corrida presidencial de 2018 trouxe muitos dados oscilantes para o Brasil, mas no quesito de preferência do brasileiro o atual presidente Jair Bolsonaro (PSL) costumou liderar todos os páreos. Dias antes do primeiro turno, por exemplo, ele já acumulava mais de 12 milhões de seguidores em seu perfil no Instagram - número que representava quase o triplo da segunda candidata mais seguida, Marina Silva (Rede), que somava pouco mais de 4 milhões.

De outubro para este mês de agosto, Bolsonaro, entretanto, só conseguiu agregar mais 1,3 milhão de novos seguidores na rede social. Já no Twitter, que é uma das principais ferramentas de comunicação do presidente com o seu eleitorado, ele tem um total de 4,8 milhões de internautas lhe seguindo.

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Após sua eleição e todo o trâmite de início de comando no Palácio do Planalto, Bolsonaro vem emendando uma afirmação polêmica em outra e se mostrando irredutível quanto ao seu comportamento. “Sou assim mesmo”, ele chegou a afirmar durante entrevista.

Desde o mês de janeiro, dias após sua posse, grupos pró-Bolsonaro já começaram a se dissipar e perder fôlego nas redes sociais. O caso envolvendo o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho mais velho do presidente, Fabrício Queiroz, foi um dos primeiros pontapés que despontou esse começo de afastamento dos fiéis seguidores de Bolsonaro nas redes sociais.

Neste período, Bolsonaro passou por sua maior derrocada em suas interações nas redes sociais. No auge de sua popularidade, o presidente tinha 7,8 milhões de trocas com seguidores. Na época da polêmica envolvendo Queiroz, esse número caiu para 1,7 milhão.

“A partir deste episódio de Queiroz foi notada uma onda de afastamento dos apoiadores do presidente nas redes sociais. Embora as manifestações favoráveis ainda pareçam fortes, politicamente nós conseguimos perceber que há um recuo no modo como as publicações são feitas. Sem contar, claro, que os seguidores orgânicos representam números bem menores, já que há a presença de muitos robôs na atividade de espalhar mensagens”, explicou a cientista política Sofia Trajano.

Nestes sete meses de governo já foram muitas as declarações que geraram grandes polêmicas dentro e fora do governo. Bolsonaro já afirmou que no Brasil não há fome, minimizou a problemática da Ditadura Militar, debochou de estados nordestinos e entrou em conflitos envolvendo questões de homofobia, racismo e elitismo social. 

“Atualmente o principal perfil de seguidores e apoiadores com veemência de Bolsonaro nas redes sociais, ou seja, aqueles que levantam hashtags e fazem questão de endossar apoio a todo o momento é formado por pessoas que, de alguma forma, ignoram os problemas do governo e que não estão abertas a debaterem o jogo da política. Muitos deles devolvem argumentos com questionamentos sobre outros partidos políticos e vão preferir não avançar em uma discussão propositiva. Por isso, também, eles terminam preferindo usar o Twitter para esses fins”, detalha Sofia Teixeira.

Os seguidores que optam por não expressar mais apoio ao presidente nas redes sociais, entretanto, não tendem a assumir um perfil de críticos ou de questionadores. Esse grupo se afasta de ideais emitidas por Bolsonaro, mas se aglomeram em uma zona de isenção. Não levantam bandeiras e se retiram de uma participação assídua na militância política na internet.

“Se seguir na perspectiva do que vem acontecendo, Bolsonaro deve continuar se mostrando irredutível e, assim, perdendo mais seguidores. Mas essa não pode ser uma análise exata. Há muitos fatores que podem mudar o trajeto da atuação e popularidade de Bolsonaro. Também é preciso se levar em consideração que nos quatro cantos do país ele tem fortes apoiadores que não vão largar mão de agregar um discurso positivo ligado ao seu governo”, analisou a cientista política.

Sendo assim, o presidente Jair Bolsonaro - assim como os seus filhos parlamentares - devem seguir usando as redes sociais como um dos canais oficial de comunicação. Porém, até quando elas vão lhe dar o retorno desejado por ele e por sua equipe apenas dias futuros dessa política incerta dirão. 

As frases polêmicas proferidas pelo presidente Jair Bolsonaro contra jornalistas, políticos e instituições na última semana de julho coincidiram com queda na avaliação do Planalto nas redes sociais, indica monitoramento da startup Arquimedes.

O índice registrou baixa semelhante em maio, no mesmo período em que o governo foi cercado por críticas e questionamentos pelo decreto que flexibilizou o porte de armas.

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O Índice de Sentimento Arquimedes (ISA) mede diariamente o humor das manifestações a partir de publicações de perfis e páginas públicas no Twitter e no Facebook sobre o governo, variando de 0 a 100, onde 0 é totalmente negativo e 100 é totalmente positivo.

O levantamento aponta um início de julho positivo com 46 pontos. No período, o Planalto era impulsionado pela manifestação pró-governo de 30 de junho e acompanhava a tramitação e aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara dos Deputados.

A partir da segunda quinzena, porém, a variação teve uma baixa e chegou aos 35 pontos - menor índice registrado desde a posse. Foi no dia 19, durante um café da manhã com jornalistas estrangeiros, que o presidente disse ser "uma grande mentira" a fome no Brasil.

Na mesma ocasião, emendou acusações falsas contra a jornalista Miriam Leitão, questionou os dados de desmatamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e chamou governadores nordestinos de "paraíba", termo pejorativo usado no Rio.

A sequência de polêmicas e as repercussões nos dias seguintes fizeram o ISA oscilar entre 35 e 38 pontos. A queda também coincide com a declaração de Bolsonaro, no último dia 25, contra o jornalista Glenn Greenwald, acusado pelo presidente de ser um "malandro" que "talvez pegue uma cana" no Brasil.

Apesar da baixa na segunda quinzena de julho, o índice registrou uma leve recuperação positiva a partir do dia 29 de julho. A data bate com os ataques lançados por Bolsonaro contra o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz. Naquele dia, Bolsonaro afirmou falsamente que o pai de Santa Cruz havia sido morto por um grupo terrorista.

Queda semelhante só na primeira quinzena de maio. No dia 7 daquele mês, o Planalto editou decreto para flexibilizar o porte de armas - questionado por Congresso e Supremo Tribunal Federal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A barriga dói na expectativa da primeira curtida. E, se alguém com menos seguidores consegue "bombar" nas redes sociais, logo vem a sensação de fracasso como um aperto no peito. Parece ficção científica, mas é de verdade: a vida digital descontrolada tem causado efeitos no bem-estar de adolescentes e jovens. Enquanto eles começam a descobrir as emoções a que são expostos na internet, cientistas de todo o mundo estão atrás de evidências para entender como e por que estar nas redes sociais pode alterar o equilíbrio mental de quem já cresceu conectado.

"O Instagram era vinculado diretamente a minha autoestima, imagem e valor. Se não recebia muitos likes, começava a questionar o que fiz de errado", diz a influenciadora digital Daniela Zogaib do Nascimento, de 25 anos. O Photoshop turbinava as fotos para os 78 mil seguidores, mas nunca era suficiente.

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"Estamos todos nos comparando e nos sentindo mal porque tem sempre alguém acima que nos gera incômodo", diz ela, que evitava até encontros presenciais com medo de frustrar quem a conhecia só pelas telas. Acuada, resolveu reagir: apareceu sem maquiagem ou filtros e relatou em um vídeo a pressão virtual. "Quando você está nessa teia, não consegue pensar como pessoa normal."

Para especialistas, a multiplicação de imagens que sugerem vidas perfeitas, como as que Daniela acessava, pode tirar o sossego de adolescentes e jovens. "Acreditamos que o tempo de tela em que há comparação social, como fotos de colegas exibindo corpos perfeitos, tem correlação com sintomas de depressão na adolescência", disse ao Estado Elroy Boers, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal, no Canadá. Boers é autor de estudo publicado neste mês no periódico Jama Pediatrics, que relacionou aumento de tempo nas redes sociais e na televisão a sintomas de depressão.

Durante quatro anos, 3,8 mil jovens de 12 a 16 anos preencheram questionários sobre o tempo em que permaneciam em frente a diferentes tipos de telas e sintomas de depressão. De acordo com Boers, além do fenômeno de comparação, outra hipótese é a de que algoritmos das redes (que permitem que conteúdos semelhantes aos já acessados sejam entregues aos usuários) podem reforçar quadros depressivos. Se o usuário pesquisa "magreza" ou "depressão", mais conteúdos relacionados ao tema são oferecidos.O estudo não identificou elo entre videogames e depressão.

A pesquisa canadense se soma a outras que dão pistas sobre essa relação. No início do ano, estudo publicado na revista Lancet deu número aos riscos. Com base em dados de 10 mil adolescentes de 14 anos, o levantamento revelou que, entre os que passam mais de cinco horas por dia nas redes sociais, o porcentual de sintomas de depressão cresce 50% para meninas e 35% para meninos. Mesmo entre os que passam três horas há elevação de sintomas, de 26% para elas e 21% para eles.

Especialistas têm se preocupado com os dados, mas são cautelosos ao buscar relações de causa e efeito. Sabe-se que a depressão depende de muitos fatores e, portanto, atribuir o distúrbio apenas à rede social seria reduzi-lo.

"Há fatores predisponentes, como famílias desestruturadas, histórico, baixa autoestima. Mas, na medida em que jovens entram na rede social, isso puxaria o gatilho da predisposição. É um novo palco para manifestação dos problemas", diz Cristiano Nabuco, do grupo de dependências tecnológicas do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). "Hoje, com as redes sociais, temos 5 mil amigos; nosso cérebro entende que estamos sempre muito atrás de muitas outras pessoas."

Twitter e Instagram planejam mudanças

Em meio a uma maior preocupação sobre saúde mental em tempos de internet, o Instagram anunciou neste mês o fim da contagem de curtida em fotos e visualizações de vídeos. A iniciativa é um teste no Brasil. "Não queremos que as pessoas sintam que estão em uma competição", informou. Um levantamento de 2017 da Sociedade Real para Saúde Pública (RSPH), do Reino Unido, reconheceu a rede como a pior para a saúde mental de jovens.

Depois de perceber que estava em uma "paranoia" no Instagram, o estudante Maurício Oliveira, de 20 anos, suspendeu o acesso por um tempo. Antes, buscou até "compra de likes" para melhorar a performance. "Costumava publicar em horários com pico de acesso e, quando mais novo, cheguei a apagar quando via que não teve engajamento. Gerava a ansiedade."

Testes como o do Instagram também estão no horizonte de outras empresas. Em sua plataforma de experiências lançada neste ano, o Twitter estuda recurso de esconder botões de likes e retuítes. O controle do tempo gasto nas plataformas já é possível por meio de ferramentas no Facebook e Instagram.

Contra o bullying, outro fator para desequilíbrio emocional dos jovens, o Instagram anunciou, ainda, recurso de alerta de ofensas. No Brasil, as agressões virtuais ganharam contornos trágicos há duas semanas, quando a influenciadora Alinne Araújo, de 24 anos, suicidou-se depois que o noivo terminou o relacionamento, na véspera do casamento. Ao publicar a decisão de casar-se consigo mesma em uma de suas contas, usada justamente para relatar a luta contra a depressão, Alinne recebeu uma chuva de críticas.

Para Rodrigo Martins Leite, coordenador dos ambulatórios do Instituto de Psiquiatria da USP, o caso revela um paradoxo: mesmo super conectados, talvez os jovens estejam mais sozinhos do que nunca. "No início, tinha-se a ideia de que as redes seriam potencializadoras de relações sociais concretas, mas estamos nos estranhando", diz.

Para se blindar de sensações desagradáveis, o chamado "unfollow terapêutico" virou recomendação médica. E, segundo Leite, buscar contato presencial com pessoas - no lugar de arrobas - continua sendo a melhor saída contra a sensação de isolamento.

Isolamento pode ser indício a pais

1. Mediação. Redes sociais não são nocivas por si só e podem ser úteis para estudos e relacionamentos, mas dependem de mediação. Para Anna Lucia King, doutora em Saúde Mental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pais devem ficar atentos ao comportamento dos filhos, como tempo de conexão e teor de conteúdos vistos e publicados.

2. Tempo de tela. É importante garantir que o uso da internet não se sobreponha a momentos de interação presencial com a família e amigos e às atividades físicas. O horário de sono também deve ser preservado.

3. Sinais. Não é simples perceber depressão em crianças. "Dificilmente elas vão falar", diz Rodrigo Leite, psiquiatra da USP. Isolamento, mudança brusca de humor e troca repentina de amigos podem ligar o sinal amarelo.

4. Apoio. Se for detectado um sofrimento ligado à internet, deve-se buscar ajuda profissional. Em alguns casos, pode ser recomendado deixar de seguir perfis considerados nocivos ou mesmo se afastar de algumas plataformas por um tempo.

'Na verdade, você está preso’

Depoimento de Paula Silva, de 18 anos, estudante:

"Não acho que minha depressão veio da internet, mas a internet colabora. Fico em uma bolha, posso conviver com pessoas que pensam como eu, posso criar um modelo de uma vida que não é real e perder o foco do que acontece. Uma das redes que não uso mais é o Instagram. É impossível ver a foto de alguém com um corpo bonito e não se sentir inferiorizada. Você sente que não tem uma vida boa o suficiente. Eu não precisava de mais de três minutos para sentir que precisava mudar tudo em mim. Minhas fotos tinham de ser em um ângulo perfeito, com luz perfeita, sem nada que alguém pudesse usar para criticar. Cheguei ao ponto de demorar horas para postar. Você tem a sensação de liberdade, de que pode falar o que quiser, mas na verdade está preso." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Desde o fim de seu namoro com Patrick Bulus, Grazi Massafera está curtindo a vida de solteira! Protagonista de Bom Sucesso, próxima novela da Globo, a beldade recentemente começou a demonstrar o seu interesse em bonitões, por meio das redes sociais. Por exemplo, ao postar um vídeo de Jake Gyllenhaal, a atriz até mesmo recebeu uma ajudinha de Débora Nascimento para tentar conhecer o astro de Hollywood!

Agora, segundo informações do Extra, a ex-esposa de Cauã Reymond está usando o Instagram para seguir alguns homens. Será que ela está interessada em algum deles?

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Há, por exemplo, o modelo carioca Leonardo Brum, de 24 anos de idade. No Instagram do rapaz, há muitas fotos em que ele mostra o corpão musculoso.

Tem também Kaique Cerveny, atleta de crossfit, de 21 anos de idade.

E aí, será que vai vingar algum romance?

A minha foto em uma ilha grega vai ganhar mais curtidas do que a sua em Veneza? Para acabar com essas disputas de egos, o Instagram parou de exibir as curtidas em alguns países, pois muitos jovens lidam muito mal com a pressão social nas redes.

"O Instagram se antecipa ao fato de que o nosso fascínio pela quantidade está diminuindo, existe uma nova forma de conceber as relações sociais", declarou à AFP o sociólogo francês Stéphane Hugon, especialista em inovação social e tecnologias.

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O Instagram, uma rede para compartilhar imagens que tem mais de um bilhão de usuários em todo o mundo, parece ter se conscientizado da "pressão" sofrida por alguns de seus usuários.

Seu chefe, Adam Mosseri, anunciou no começo de julho a criação de novas ferramentas contra o assédio, como o aparecimento de uma mensagem de advertência contra comentários de ódio, gerada por um programa de inteligência artificial.

Além disso, a rede está testando uma nova função em seis novos países (Brasil, Austrália, Itália, Irlanda, Japão e Nova Zelândia, depois do Canadá): o número total de "likes" (curtidas) não aparecem mais debaixo de cada imagem - só o autor da publicação pode vê-lo.

"Queremos que o Instagram seja um lugar onde as pessoas se sintam confortáveis para se expressar", explicou uma encarregada do Facebook, proprietário do Instagram, para Austrália e Nova Zelândia, Mia Garlick.

"Esperamos que esta prova faça com que a pressão diminua [...] para que a gente possa se dedicar a compartilhar aquilo de que gosta".

O Instagram promove uma competição de popularidade e que as pessoas queiram se destacar sobre as demais? É o que parece acontecer na Itália, um país onde a cultura da imagem é muito presente, segundo o sociólogo Simone Carlo.

"No Instagram, existem as mesmas compulsões vistas na sociedade: divertir-se, mostrar-se, receber a aprovação dos demais. São comportamentos que estão presentes desde sempre na sociedade italiana", explicou à AFP o professor universitário milanês, especialista em relações sociais online, embora este fenômeno não seja exclusivo da Itália.

"Nos meios digitais, se dá a ideia de falar de nós mesmos, de fazê-lo para satisfazer o próprio ego", acrescentou André Mondoux, sociólogo canadense e professor da Universidade de Quebec em Montreal (UQAM).

O mal-estar aparece quando "a atenção que recebemos diminui" e o usuário perde esse "tempo de deleite viciante".

- "Acabar com seguidores falsos" -

Em 2017, um estudo da Royal Society for Public Health classificava o Instagram como a pior rede social para a saúde mental dos jovens no Reino Unido de acordo com 14 critérios, como a percepção de si próprio, a ansiedade e o assédio.

Mas, embora os "likes" desapareçam, o mesmo não ocorrerá com as fotos - às vezes retocadas e cheias de filtros - de uma falsa realidade socialmente perfeita.

Essena O'Neill, uma influenciadora australiana, denunciou em 2015 os enganos e as manipulações das fotos que publicou na rede e deu conta do mal-estar que sentiu reescrevendo todas as legendas para contar a história de cada um dos cliques.

Os sociólogos contatados pela AFP se mostraram divididos sobre os efeitos que as medidas tomadas pela plataforma podem ter.

Para Simone Carlo, deixar de se concentrar nos "likes" pode melhorar o bem-estar dos internautas, mas "ao mesmo tempo, a aprovação popular continuará disponível para quem desejar".

Andre Mondoux não vê que isto vá representar uma grande mudança para o usuário médio, mas considera que a motivação da plataforma provavelmente seja combater os "falsos 'likes'" comprados para aumentar a popularidade de alguns influenciadores.

O objetivo do Instagram é fazer frente à "economia da microinfluência", acrescentou Laurence Allard, professora da Universidade de Lille e da de Paris 3.

"Queremos moralizar este negócio dos pequenos 'influencers', acabar com os seguidores falsos e com todo um conjunto de práticas e de atores relacionados a eles, mas aos quais o Instagram não é capaz de controlar", acrescentou a socióloga, especialista em costumes no meio digital.

Assim, Allard entrevê o fim da guerra entre "influencers", mas ao mesmo tempo prevê "uma mudança na unidade de medida da popularidade", que poderia se basear, por exemplo, nos "emoticons em forma de coração, deixados nos comentários ou no número total de comentários".

Insatisfeito com a foto divulgada pelas autoridades, um ex-modelo foragido de Lincolnshire, no Reino Unido, pediu que a polícia trocasse seu retrato. Nessa quarta-feira (24), através das redes sociais, Stephen Murphy, de 33 anos, sugeriu outra foto por acreditar que estava com uma aparência melhor.

Ele deveria ter comparecido no tribunal no dia 9 de julho para responder as acusações. Como não foi, a polícia publicou sua foto e pediu auxílio da população para encontrá-lo. Stephen - que no Facebook é Jr V Murphy - viu o post na página Lincolnshire Reporter e desafiou a polícia ao enviar outra foto sua.

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Encontrada em um canavial na região de Campinas (96 km da capital paulista) com apenas 15 dias de vida, uma onça-parda foi encaminhada aos cuidados dos especialistas do Centro de Manejo e Conservação de Animais Silvestres (CeMaCAS) da Prefeitura de São Paulo. A espécie da filhote está ameaçada de extinção.

A felina está sendo tratada e deve ser reintegrada a seu habitat natural após completar um ano de vida.

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A história da felina movimentou as redes sociais, tanto que a Prefeitura de São Paulo abriu uma campanha na web para ajudar a escolher o nome da felina até o dia 28 de julho. Os cuidadores do animal pré-selecionaram três opções: Emilie, Juma e Marsha. As enquetes estão no Facebook, Instagram e Twitter.

O Facebook admitiu, nesta terça-feira (23), que uma falha no serviço Messenger Kids permitiu que crianças participassem de chats em grupo com pessoas não aprovadas por seus pais.

A rede social líder disse que está fechando os chats envolvidos e notificando milhares de pais de crianças que involuntariamente se conectaram com estranhos.

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"Recentemente, notificamos alguns pais de usuários de contas do Messenger Kids sobre um erro técnico que detectamos que afeta uma pequena quantidade de chats em grupo", disse Facebook à AFP.

"Desativamos os chats afetados e demos aos pais recursos adicionais sobre o Messenger Kids e segurança digital".

O site de notícias de tecnologia The Verge informou pela primeira vez sobre o ocorrido, publicando uma cópia de um alerta em que os pais foram avisados de que a falha permitia a um amigo da criança criar um chat em grupo com pessoas que não estavam no lista de conexões autorizadas para seu filho.

Isso se deu apesar do fato de que a participação no chat em grupo ainda era limitada pelas restrições impostas pelos pais.

Em dezembro de 2017, o Facebook apresentou uma versão de seu aplicativo Messenger projetado para crianças com idades de 6 a 12 anos para se conectar com outras pessoas sob supervisão dos pais. O aplicativo não permite compras.

À época, a rede social disse que criou o aplicativo como um ambiente seguro porque muitas crianças estavam conversando sem qualquer proteção.

Dezenas de pessoas estão postando uma foto diferente em suas timelines do Instagram. Porém, dessa vez, não se trata de um aplicativo novo e sim de um golpe que já é conheci

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do nas redes sociais. O “Ray-Ban com 90% de desconto” (foto ao lado), já vem circulando na internet desde 2012 - no Facebook, e em 2018, o anúncio de óculos com preço mínimo já havia inundado os perfis do Instagram em todo o mundo. Aconteceu com você? A gente te explica o que fazer para se proteger do golpe. 

Se você foi pego de surpresa como uma publicação que não fez, a origem pode ser um golpe de phishing. O programa ou hacker rouba senhas e as usa para fazer esse tipo de publicação sem o consentimento do usuário. Outra hipótese está em aplicativos maliciosos que pedem acesso ao login da rede social. É bom checar quais apps recentemente instalados estão vinculados à sua conta de usuário e até mesmo os usados para gerenciar a conta do Instagram. Eles podem permitir a ação criminosa. 

O que fazer antes, durante e depois do golpe

A primeira coisa que você tem que fazer caso perceba que uma publicação foi feita por terceiros é trocar a senha imediatamente. Esqueça opções fáceis como “123456”, uma senha segura deve ter combinações com letras, números e caracteres especiais. Em seguida, ative a autenticação em duas etapas. Esse tipo de segurança é indicado para todas as suas redes sociais - Instagram, WhatsApp, Facebook, Telegram. Todos eles têm a opção de ativar a verificação nas configurações de segurança. 

No caso do Instagram é enviado um código para o seu telefone para confirmar a ativação. Toda vez que você fizer login em outro aparelho, ele enviará uma SMS com 6 dígitos para validar a entrada. Caso você perca seu número ou não possa receber a mensagem há seis códigos diferentes que podem ser usados apenas uma vez, cada, disponibilizados pelo aplicativo. Eles vão garantir que apenas você tenha acesso a sua conta.

Feito isso remova os apps suspeitos que tenham pedido recentemente permissão para se conectar com suas redes sociais. Lembre-se de não clicar em promoções que parecem boas demais para serem verdade, com grandes descontos, principalmente de marcas internacionais. Com esses cuidados o hacker pode até aparecer, mas você estará protegido antes dele conseguir tentar alguma coisa.

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A blogueira Fernanda Coxta, que conta com mais de 130 mil seguidores no Instagram – e o número tem crescido, causou polêmica com um vídeo postado nas redes sociais. Nas imagens, a influenciadora zomba de uma senhora que pede ajuda financeira.

"Me ajuda? Por favor", pede a senhora no vídeo. Fernanda, então, diz que não tem dinheiro. O amigo da blogueira sugere que ela pegue sua nota de R$ 100. "Senhora, a senhora tem troco pra R$ 100", questiona a mulher sorrindo.

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O vídeo causou revolta na internet. "Escrota", escreveu uma internauta no último vídeo postado por Coxta."Humilhar uma pessoa que está sofrendo, passando fome é mais pura falta de humanidade que se pode ter", afirmou outra usuária. Várias postagens da influenciadora foram inundadas de críticas a ponto dela bloquear os comentários.

Fernanda gravou um vídeo pedindo desculpas pelo ocorrido. Na gravação, ela afirma ter sido mal interpretada, mas admite ter errado. "Quem assiste ao vídeo parece que eu estou debochando da senhora e eu vim pedir desculpa", diz.

A blogueira afirma que já estava filmando quando a mulher apareceu e que, quando perguntou se teria troco para R$ 100, a pedinte já não estava no local. “A brincadeira infeliz não foi feita para ela escutar, ela já havia saído de lá. Postei porque não tinha visto maldade nisso”, complementa. Em seguida, ela postou uma série de comentários de apoio que tem recebido.

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A Fundação Procon de São Paulo notificou nessa quinta-feira (18) o aplicativo FaceApp e as empresas Apple e Google, proprietárias das lojas virtuais que disponibilizam o aplicativo. De acordo com o Procon, as empresas deverão esclarecer sobre as políticas de coleta, armazenamento e uso dos dados dos consumidores que utilizam o aplicativo de celular.

“Informações divulgadas na imprensa afirmam que a licença para uso do aplicativo contém cláusula que autoriza a empresa a coletar e compartilhar imagens e dados do consumidor, sem explicar de que forma, por quanto tempo e como serão usados. E ainda, essas permissões não estão disponíveis em língua portuguesa”, destacou a entidade em nota.

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O FaceApp, disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android, da Google) e Apple Store (para o sistema operacional iOS), virou febre nas redes sociais. O aplicativo faz edição e aplicação de filtros em imagens, como a simulação das faces em idades mais avançadas ou em outros gêneros. 

O programa é anunciado como uma ferramenta para melhorar fotos e criar simulações por meio de filtros. Especialistas apontam que o aplicativo pode trazer uma série de riscos à privacidade do usuário e viola a legislação brasileira ao afirmar que poderá ser regido por leis de outros países.

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