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Pela terceira vez estudantes da rede municipal de ensino do Recife foram campeões da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). A equipe The Monsters, da Escola Municipal Pedro Augusto, conquistou o primeiro lugar da competição e garantiu vaga para disputar o mundial em Portugal, no próximo ano. Com a premiação, será a quinta experiência de alunos da rede de ensino em mundiais.

Outras equipes pernambucanas também conseguiram boas colocações na disputa, que foi realizada no Rio Grande do Sul no último fim de semana, visto que o segundo lugar foi conquistado pela equipe Poetas Robóticos, da escola municipal Poeta Jonatas Braga e o quarto lugar pela equipe DMC Evolution, da Padre Antônio Henrique. “O acúmulo de experiências nas competições de robótica incentiva esses estudantes a investirem em pesquisa e desenvolvimento, além de participarem de programas de intercâmbio e troca de experiência com colegas do exterior", destacou Bernardo D´Almeida, secretário de Educação do Recife, em nota divulgada pela assessoria.

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O desafio da OBR foi a categoria Resgate, na qual, durante a competição, os robôs programados pelos estudantes do nível 1 (4º ao 8º ano) resgataram uma suposta "vítima", representada por uma bolinha, para a área de salvamento. Já os alunos do nível 2 (8º e 9º ano) deram continuidade à competição, suspendendo a "vítima" e a colocando em uma área segura.

 

O ex-judoca olímpico Mario Sabino Jr. foi encontrado morto, na última sexta-feira (25), na cidade Bauru, em São Paulo. De acordo com a Polícia Civil o ex-atleta, que também era cabo da Polícia Militar, foi assassinado após se desentender com um colega de profissão, o sargento Agnaldo Rodrigues (do Centro de Operações da Polícia Militar, Copom), que se matou em seguida. Os dois foram encontrados dentro de uma viatura da PM.

Conhecido como “Marião”, Sabino tinha 47 anos, e representou o Brasil nas Olimpíadas de 2000 (Sydney, Austrália) e 2004 (Atenas, Grécia) na categoria meio-pesado. Ele chegou a conquistar a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2003 e bronze do Mundial de Osaka, no mesmo ano, além de outros prêmios durante a carreira. Atualmente, o ex-atleta atuava também como assistente técnico da seleção feminina de judô.

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Nas redes sociais amigos e admiradores prestaram homenagens, como a nadadora Joanna Maranhão, o judoca Willian Lima e a Confederação Brasileira de Judô (CBJ), que divulgou nota oficial lamentando a morte do ex-atleta, declarando que fará um minuto de silêncio na abertura da CBI (Seletiva Nacional Sub-18), que começa neste sábado (26).

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Promessa do atletismo brasileiro, Alexsandro do Nascimento de Melo, conhecido como Bolt, venceu salto triplo do meeting Pro Athlé Tour, em Sotteville les Rouen, na França, superando o índice para as Olimpíadas de Tóquio em 2020, com um salto de 17,20m (2,0 m/s).

Aluno do curso de Educação Física da Univeritas/UNG, Alexsandro ficou conhecido como Bolt Brasileiro por participar de provas de velocidade, no início da carreira, e pelo porte físico, um tanto parecido com a lenda do atletismo, Usain Bolt. "Todo mundo me chama assim, os outros atletas e até meu treinador, de vez em quando", diz o paranaense de 23 anos.

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De acordo com o reitor da Univeritas/UNG, Eloi Lago, ter atletas da Instituição em competições dessa magnitude, mostra a Universidade está no caminho certo. "Seguimos cumprindo o nosso papel de contribuir para o crescimento do esporte, tornando a Instituição um celeiro de craques para competições nacionais e internacionais", comenta.

Já para a coordenadora do Departamento de Esportes da Univeritas/UNG, Lucila Silva, a conquista da medalha se deve a força de vontade e pelo ótimo desempenho que o atleta obteve. "Estamos convencidos de que o atleta competirá nas Olimpíadas", finaliza.

Duas lendas do esporte, o ex-nadador russo Alexander Popov e o ex-atleta do salto com vara ucraniano Serguei Bubka, afirmaram nesta sexta-feira que não receberam suborno em troca de voto no Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016, como acusou o ex-governador fluminense Sérgio Cabral.

"Posso dizer que nem votei no Rio de Janeiro. Participei na votação, mas o meu voto não foi para o Rio de Janeiro", declarou Popov, que assim como Bubka é delegado do Comitê Olímpico Internacional (COI), à agência de notícias R-Sport.

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"Agora não seu o que devo fazer. Estou desamparado e não entendo o que acontece a respeito do Rio de Janeiro. Alguém está mentindo, é muito grave", completou.

Bubka reagiu no Twitter. "Rejeito completamente as falsas alegações do governador do estado do Rio", escreveu, antes de recordar que Cabral "cumpre atualmente uma longa pena de prisão por corrupção".

O COI anunciou em um comunicado que sua comissão de ética examinará imediatamente o caso.

"Já entramos em contato com os membros do COI mencionados", anunciou a comissão.

Sérgio Cabral afirmou na quinta-feira que pagou subornos de dois milhões de dólares para os delegados do COI, incluindo os ex-campeões olímpicos Serguei Bubka e Alexander Popov, para que Rio fosse escolhido para sediar os Jogos de 2016

A compra de votos foi fraudada com a intermediação do ex-presidente da Federação Internacional de Atletismo Lamine Diack, afirmou o ex-governador em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, que investiga as denúncias de corrupção na escolha do Rio como sede olímpica.

O dinheiro, segundo Cabral, teria sido transferido pelo empresário Arthur Soares - homem de sua confiança - a Papa Massata Diack, filho de Lamine Diack. Os dois milhões de dólares teriam servido posteriormente para pagar membros do COI em troca de votos.

Alison e André Stein vão colocar um ponto final na história da 'Dupla Capixaba' que buscava uma vaga Jogos de Tóquio-2020. No último fim de semana a dupla esteve na etapa 4 Estrelas do Circuito Mundial em Doha (Catar). Com alguns resultados abaixo do esperado André acabou tomando a decisão de encerrar a dupla e destacou 'o respeito e a amizade' com o 'Mamute' e com o técnico Leandro Andreão, o 'Brachola'.

“Não foi uma decisão fácil. Tínhamos muitas expectativas, um projeto bem planejado, mas, infelizmente, não conseguimos os resultados. Não foi por falta de empenho, de treino e dedicação. Estamos começando a corrida olímpica e, pensando no sonho que temos, de estar no Japão no ano que vem, acho que a hora de tomar essa decisão era agora. Tenho muito respeito e carinho pelo Alison, pelo Leandro, a amizade entre nós sai ainda mais fortalecida após esse período”, disse André.

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A Confederação Mundial de Boliche (World Bowling), que reúne 140 países, lançou uma petição online para que a modalidade seja incluída nos Jogos Olímpicos de 2024. A Confederação Brasileira de Boliche (CBBOL) e demais entidades que reúnem praticantes do esporte em todo o mundo, dedicam esforços para conseguir assinaturas suficientes.

Foi desenvolvido um website com o objetivo de permitir que as pessoas assinem uma petição para apoiar a presença da modalidade nos Jogos Olímpicos de 2024. O prazo para a definição dos esportes adicionais é final de março de 2019. No Brasil, a divulgação está sendo feita pela entidade e pelos atletas.

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Para convencer o comitê olímpico, as finais do primeiro Torneio Mundial Júnior sub 18, que será realizado na França entre os dias 17 e 24 de março, com a participação de atletas brasileiros, serão realizadas em pistas temporárias instaladas dentro de um ginásio. A ideia é mostrar o boliche em um ambiente com o qual as autoridades esportivas não estão familiarizadas.

Além de mostrar a comunidade internacional a presença expressiva de atletas com menos de 18 anos de ambos os sexos no boliche, a escolha do local para o torneio foi estratégica, em consonância com o pleito de estar nas Olímpiadas de Verão naquele país.

O presidente da CBBOL, Guy Igliori, acredita que o torneio sub-18 será uma ótima oportunidade para apresentar ao Comitê Olímpico Internacional, o alcance do esporte junto ao público juvenil, seja como participante ou como espectador, e para garantir a entrada da modalidade nas Olimpíadas.

“Este torneio será uma ótima chance para a organização conhecer o trabalho da nossa entidade e das demais voltadas ao fortalecimento do boliche; e para evidenciar a participação maciça de jovens acompanhando e jogando, bem como a presença do boliche em diferentes países”, comentou Guy Igliori.

Com informações da Assessoria

Dos dias 8 á 12 de fevereiro, será realizado a Copa do Mundo de Halterofilismo em Dubai, nos Emirados Árabes. O pernambucano Heleno Melo, conhecido como Touro, foi convocado pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro e será o único representante brasileiro na categoria Junior. Touro embarca para a competição no dia 3 de fevereiro.

Natural de Santa Cruz do Capibaribe, o atleta vive e treina na cidade. Os treinos preparatórios, realizados na cidade de origem, oscilam entre musculação e a pratica da modalidade. Os treinos se intensificaram nos últimos dias e acontecem de domingo a domingo visando à preparação para a competição. O atleta falou a respeito da sua preparação e disse que a expectativa é grande. “A minha expectativa é muito boa. Estou treinando forte para trazer uma medalha para Pernambuco e para o Brasil para honrar o convite”, comentou.

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Desde os 12 anos Heleno passou a acompanhar seu pai na academia. Aos 14 anos participou da sua primeira competição no Rio de Janeiro onde impressionou por sua força para levantar os pesos ganhando assim o apelido de Touro. A disciplina é outro ponto forte do atleta. Com o sonho de participar de uma olimpíada, o atleta segue focado no seu dia a dia já de olho em Tóquio 2020. "Eu levo o esporte muito a sério. Mantenho a dieta, treino diariamente, descanso. Perto ou não de competições, eu sou muito focado”, declarou Touro.

A Copa do Mundo é uma das competições que aumentam o índice necessário para melhorar o ranking para Olimpíadas. Heleno se sagrou Campeão Brasileiro em 2017, a competição foi realizada em São Paulo. Ainda em 2017 bateu na trave e ficou em 4° no mundial da modalidade que aconteceu no México. O atleta também se sagrou campeão Parapan-americanos no mesmo ano.

No supino, onde os atletas levantam pesos deitados em um banco, modalidade da qual Touro irá participar, o atleta tem um recorde pessoal de 140kg e espera repetir, ou quem sabe até quebrar essa marca para trazer a medalha para casa.

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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou na terça-feira (22) a lista com o nome de 76 aprovados na primeira chamada da seleção de Vagas Olímpicas Unicamp 2019. O processo seletivo é voltado para candidatos medalhistas em olimpíadas de educação ao redor do País. Segundo a instituição, entre os aprovados estão 50 alunos de escolas públicas e 26 de escolas privadas.

O ranking de medalhas da primeira chamada tem 30 de ouro (cinco dessas em competições internacionais), 23 de prata (2 internacionais), 22 de bronze (seis internacionais) e uma menção honrosa em olimpíada internacional. A lista de classificados pode ser vista no site da Unicamp e as matrículas devem ser feitas em quatro etapas: as três primeiras pela internet e a última presencial, na sede do curso em Campinas.

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Ao todo, 90 vagas foram oferecidas e 285 estudantes se inscreveram no processo seletivo. Quatro chamadas serão feitas e caso as vagas não sejam preenchidas elas podem ser transferidas para o Vestibular Unicamp 2019. O calendário das chamadas e matrículas pode ser visto no site da Unicamp.

Yane Marques, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de 2012, e atual secretária executiva de Esportes e Lazer do Recife, será uma das homenageadas no Galo da Madrugada em 2019. Na manhã desta quarta-feira (28), a pentatleta compareceu à sede do bloco para falar um pouco do convite que recebeu da organização.

Com o tema "Frevo Mulher", a agremiação irá destacar Yane em um dos carros alegóricos, durante o cortejo pela principais ruas do Recife. Em entrevista ao LeiaJa.com, a pernambucana contou a alegria pelo reconhecimento em fazer parte do desfile no dia 2 de março.

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Organizadas por instituições privadas e públicas de todo o país, as Olimpíadas do Conhecimento são um espaço para jovens compartilharem experiências e desenvolverem habilidades. Como exemplo, competições envolvendo biologia, química, matemática, astronomia, história são alguma das áreas em que os estudantes podem participar.

“Participar de Olimpíadas proporcionaram para mim o desenvolvimento de um senso de disciplina. Além do aprendizado acima do necessário, com conhecimento de mundo sobre os assuntos desenvolvidos que vão além do ensino médio”. É assim que pensa o estudante Orisvaldo Salviano, 17 anos. O jovem conquistou mais de 24 medalhas em diversas competições a nível nacional, estadual e internacional. Recentemente, ele ganhou a medalha de bronze na Olimpíada Internacional de Química, realizada na República Tcheca e Eslováquia.

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As etapas de seleção dependem da dinâmica de cada uma das olimpíadas. Normalmente, os estudantes seguem por classificações a nível de região - seja ele estadual, municipal ou nacional. A cada uma das fases vencidas, os competidores avançam na competição. As melhores classificações conquistam prêmios - em geral medalhas de mérito -.

Para professores, a oportunidade de participar de competições como essas são uma porta de entrada de um novo mundo de aprendizado. “Os estudantes quando entram em contato com esse ambiente agregam uma nova visão de mundo. É um reconhecimento do trabalho desenvolvido em classe, assim como, uma forma do aluno se sentir mais motivado a estudar determinada área”, destaca Lucia Duran, professora de matemática, do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Na instituição, reconhecida pelo número de estudantes premiados nas competições, a Olimpíada Brasileira das Matemática de Escolas Públicas (OBEMEP) é aplicada desde o início, em 2005.

Essa é uma das mais famosas competições: a OBMEP é aplicada, anualmente, em instituições de ensino de todo o país - sendo realizada até na rede privada -. Destinada a estudantes do sexto ano do ensino fundamental até último ano do ensino médio, a competição é dividida em fases. Nelas, os alunos são submetidos a diferentes provas classificatórias.

Primeiro, um exame de múltipla escolha é aplicado a todos os estudantes da escola inscrita. Já na segunda etapa, apenas os candidatos com as melhores pontuações, observando os critérios de seleção definidos pela organização, realizam uma prova discursiva. Por fim, os estudantes com o melhor desempenho são premiados com medalhas e menção honrosa.

Outro exemplo competição é a Olimpíada de Raciocínio Lógico, organizada pela Empresa Mind Lab. Nela, as equipes inscritas são submetidas a provas que testam as aptidões dos estudantes. Os campeões da última edição vêm da Escola Municipal Olindina Monteiro de Oliveira França, do bairro de Dois Unidos, no Recife. Os jovens conquistaram o reconhecimento a nível nacional com primeiro lugar - na equipe do nono ano - na etapa Nacional. Formada por Lucas Henrique (13), Matheus Henrique (13), Ivanildo Gomes (14) e Marcelo José (13), a equipe já havia sido vice campeã nacional de 2016. O LeiaJá foi até a escola conversar com os alunos e o professor orientador, Osman Estanislau, para entender mais sobre a história e a preparação do grupo; confira:

Anualmente diversas olimpíadas acontecem por todo o país. A maioria solicita a inscrição prévia da escola para a participação dos alunos nos exames. Essas competições são a porta de entrada para as etapas a nível internacional. Conheça alguma das mais importantes a nível nacional no Brasil:

Olimpíada Brasileira de Matemática

Podem participar estudantes do sexto ano do ensino fundamental à graduação. O calendário de inscrições obedecem o regulamento divulgado na internet.  Nos níveis fundamental e médio da competição, não haverá inscrição por meio das escolas. Nesse caso, são convidados os estudantes com os melhores desempenhos na OBMEP, assim como descreve o regulamento da competição. Os selecionados realizarão provas diferentes - a depender do nível de aplicação -. Candidatos com o melhor desempenho ganham medalhas e preparação para competição internacional. Para mais informações, acesse o site da competição.

Olimpíada Brasileira de Física

Podem participar estudantes de escolas com professores credenciados. A inscrição deverá ser realizada pelo docente responsável de cada instituição. Os níveis abertos com oportunidades são para alunos do nono ano do ensino fundamental ao ensino médio. O processo de seleção dos medalhistas é realizado através de três etapas, sendo a primeira na própria escola e as duas outras sob responsabilidade dos organizadores. Inscrições para este ano já foram encerradas. A Olimpíada também seleciona para fase internacional. Para mais informações, acesse o site da disputa.

Olimpíada Brasileira de Química

A competição inscreve estudantes em duas modalidades, sendo apenas aptos a participar matriculados no ensino médio. As inscrições são realizadas pelos coordenadores estaduais da competição, sendo  necessária a participação na fase estadual da Olimpíada de Química. Os selecionados na fase nacional conquistam medalhas e certificados de honra. A competição é distribuída em três fases. Os que representarão o País em competições internacionais passarão por seis etapas. Para mais informações, acesse o site da Olimpíada. Há, também, a possibilidade de estudantes do ensino fundamental participarem da Olimpíada Brasileira de Química Júnior.

Olimpíada Brasileira de Biologia

Podem participar estudantes matriculados no ensino médio de escolas públicas ou privadas com idade máxima de 19 anos. O processo de inscrição é realizado por um professor coordenador de cada escola. A competição é dividida em três fases. As inscrições são abertas atendendo o calendário divulgado no site da disputa. Ela seleciona para competições internacionais e é realizada através de três fases. Os melhores colocados serão inscritos em competições internacionais da mesma área. Para mais informações, acesse o site da competição.

Olimpíada Brasileira de Robótica

A competição inscreve equipes dos níveis fundamental, médio e técnico até 19 anos de idade. As inscrições devem ser realizadas pela escola interessada. O processo seletivo contempla provas teóricas e práticas. Os estudantes com o melhor desempenho ganham medalhas, entre outros prêmios, e a competição também seleciona para etapas internacionais. Para mais informações, acesse o site da Olimpíada.

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O comitê organizador das Olimpíadas de 2020 divulgou no último domingo (22) o nome dos mascotes da competição. O personagem dos Jogos Olímpicos foi chamado de Miraitowa, que em japonês é a mistura das palavras futuro e eternidade. Já o mascote paralímpico se chama Someity. Em português, significa 'tão poderoso' e foi inspirado em uma espécie de cerejeira bem popular do Japão.

De acordo com o comitê organizador, o nome de Miraitow foi escolhido afim de propagar uma mensagem de esperança de um futuro melhor. Já Someity, teria sensores táteis das flores das cerejeiras, um exemplo dos obstáculos superados pelos atletas paralímpicos. Os nomes foram escolhidos por meio de uma votação que passou por mais de 75% das escolas de ensino médio do Japão, entre os meses de dezembro de 2017 e fevereiro de 2018. 

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Confira os mascotes:

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A Prefeitura de Guarulhos anunciou que a 48° edição da Olímpiada Colegial Guarulhense está prevista para acontecer em setembro. De acordo com o subsecretário de Esportes, Iltonjorge Roque, a escolha do mês é devido ao fim das provas escolares.

Na edição do ano passado, mais de 7 mil alunos de redes públicas e privadas participaram do evento, em que a escola Eniac ganhou a competição. Entre as modalidades estavam Atletismo, Basquete, Capoeira, Damas, Futebol, Futsal, Ginástica Artística, Ginástica Rítmica, Handebol, Judô, Karatê, Natação, Voleibol, Tênis, Tênis de Mesa e Xadrez.

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Com apenas 25 anos, a ala da equipe feminina de basquete da UNINASSAU, Tássia Carcavalli, carrega no currículo muita experiência e histórias de superação dentro e fora das quadras. Antes de chegar à equipe pernambucana, em 2016, Tássia, natural de São Paulo, passou pelo Círculo Militar, Pinheiros, Americana, Rio Claro e Santo André. E muito antes de jogar basquete em qualquer um desses times, a atleta precisou fazer uma escolha crucial na sua vida.

Quando mais nova, Tássia praticava basquete e ginástica, mas devido ao choque dos horários dos treinos dos dois esportes, ela teve que priorizar apenas um deles. “Eu me identifiquei mais. A ginástica era muito delicada e eu não gostava. Sempre preferi uma coisa mais bruta e com mais contato”, disse. 

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Em entrevista exclusiva ao LeiaJá, a atleta falou um pouco das dificuldades que passou durante a vida, e fez questão de ressaltar a importância da sua relação com a mãe. De acordo com a atleta, sua mãe sempre teve um papel essencial em toda sua carreira. Hoje, morando em Recife longe da mãe, Tássia fala com saudade do tempo em que as duas moravam juntas. “Era eu e ela (mãe) o tempo inteiro juntas. Ela sempre esteve comigo, sempre me apoiou. Quando eu sai de São Paulo para Americana, fomos juntas. Na época, eu disse ao time que não ia sem ela. Eles aceitaram e ela virou a ‘tia’ da república, e até hoje mora lá”.

Passando por problemas como fome e diversas lesões, Tássia conta que pensou em desistir da carreira como atleta, mas que por causa da mãe, seguiu em frente e ainda teve como resultado uma convocação para a seleção brasileira em 2012, para disputar as Olímpiadas em Londres. 

Hoje, atleta da UNINASSAU, Tássia afirma que está vivendo um bom momento. “Foi uma coisa bem nova para mim, sair do meu Estado e ficar longe de casa. Mas eu gostei muito de ter essa experiência, gostei muito da cidade, da equipe, do Roberto (técnico). Para mim está sendo muito válido”, contou.  “Só sofro um pouco com o calor. Mas eu gosto, tem muita coisa para fazer”, completou. Segundo Tássia, sua realidade foi totalmente transformada graças ao basquete.

Confira o vídeo da entrevista:

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Adriano de Souza, o Mineirinho, é um dos principais candidatos ao título do Circuito Mundial de Surfe neste ano. Campeão em 2015, ele vai em busca do bi nas 11 etapas da competição, sendo as três primeiras disputadas na Austrália. Experiente, Mineirinho sabe que o desafio é grande, pois terá de enfrentar outros dez brasileiros, além de competidores do Havaí e Austrália, entre outros. Nesta entrevista ao Estado, ele projeta seu ano, comenta sobre a aposentadoria de Mick Fanning, a disputa na piscina de ondas construída por Kelly Slater e sobre a entrada do surfe nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

Qual é sua expectativa para o início do Circuito Mundial de Surfe?

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É a melhor possível hoje. O campeonato começa em um local onde me dou muito bem, que é a Austrália. Já venci duas das três etapas da perna australiana, então não tem como não me sentir animado para este início, começando do zero uma nova batalha.

Qual é o seu objetivo nessas três etapas da Austrália?

Quero vencer e somar o máximo de pontos possível, como em 2015, quando fui campeão.

Esse ano você optou pela preparação no Brasil. Como foi esse período de treinamento?

Depois de muitos anos me preparando fora, decidi desta vez fazer a preparação na minha terra. Isso me permitiu treinar, fazer fisioterapia de forma completa e também organizar meu primeiro campeonato de surfe no Campeche, que era um dos meus projetos.

A ausência do Mick Fanning facilita as coisas em busca do bicampeonato mundial

De jeito nenhum. O Mick saiu, mas temos o John John Florence, o Kelly Slater, o Gabriel Medina, o Filipe Toledo… Será, na verdade, uma pena não termos um competidor tão forte quanto o Mick para engrandecer ainda mais o campeonato.

Além do Circuito Mundial, os surfistas estão de olho nos Jogos de Tóquio, em 2020. Como você vê essa estreia da modalidade no programa olímpico?

Acredito que quem for tentar a qualificação para a Olimpíada vai estar "comendo" as ondas do Japão todos os dias no café da manhã. Hoje já temos um número certo de atletas que vão, são 20 no total, e só dois do Brasil. Com certeza, não só eu como todos os atletas que estão ali brigando querem ir e vão se dedicar bastante. É um ano em que teremos de fazer isso para conquistar a vaga.

Você se envolve nas discussões sobre os critérios?

Há alguns atletas que têm envolvimento maior, outros não. Eu não me envolvo muito, recebo e-mails contando o que está acontecendo. O Adrian Buchan, da Austrália, é responsável por isso, vai nas reuniões, fala com o pessoal e passa o feedback para todos nós.

Você esteve no Japão e conheceu o local onde será realizada a estreia do surfe nos Jogos Olímpicos. O que achou?

As ondas são diferentes. Por exemplo, tem uma onda de "meio metrinho", é bem pequena. Hoje o Circuito Mundial é feito em praias com ondas gigantes, ainda mais se comparado ao que vi lá no Japão. A gente tem de mudar o chip muito rápido, para as ondas bem mais difíceis.

E como os surfistas locais estão tratando a estreia olímpica?

Eles estão bem animados. Agora é esperar o passar dos anos para concretizar. A praia é muito distante de Tóquio, não tem muita estrutura, então acredito que vão começar a fazer algo. Não tem um hotel legal, quando estive lá fiquei em apartamento, mas acho que vão construir essas coisas.

Nesta temporada teremos duas novas etapas no Circuito Mundial, na Indonésia e no Surf Ranch, na Califórnia. O que dá para dizer desses dois lugares?

Keramas é um paraíso do surfe que precisava voltar para o calendário. Adoro este lugar e sempre quando posso vou lá surfar. Já o Surf Ranch é o futuro do calendário - uma das etapas mais aguardadas de todos os tempos com certeza.

Você foi campeão mundial em 2015. Como conseguir repetir a dose nesta temporada

Todo ano eu entro cheio de disposição, os novatos vão querer mostrar serviço, o mar vai decidir bastante. Estou preparado, tentei fazer treinamentos específicos para estar 100%. Esse é meu foco neste ano.

Belém recebe uma programação especial ligada à prática esportiva. Trata-se do Circuito Time Brasil, atração oficial do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) que conta com diversas atividades interativas, painéis e concursos. Um dos destaques do espaço, aberto no 4º piso do Boulevard Shopping, na avenida Visconde de Souza Vranco, são as arenas esportivas, que devem aproximar o público de esportes olímpicos como, por exemplo, o golfe, tênis de mesa, hóquei sobre grama e tiro com arco.

A atração conta, ainda, com uma exposição de manequins em diferentes poses esportivas apresentando os uniformes oficias do Time Brasil, usados nos Jogos Rio 2016. Além de painéis exibindo conteúdos informativos sobre a exposição e um videogame com jogos esportivos.

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A programação terá também competição entre os clientes do empreendimento. Quem fizer mais pontos, ao final da ação, receberá brindes de lojas do shopping.

Glenda Abdon, gerente de marketing do Boulevard Shopping, acredita que essa é uma oportunidade de aproximar e compartilhar com os clientes a paixão pelos esportes. "O Time Brasil é a marca dos atletas brasileiros. Estamos motivados em, mais uma vez, compartilhar com nossos clientes a paixão pelo esporte e  divulgar o legado brasileiro durante o ano", diz ela.

Serviço

Circuito Time Brasil: De 7 de fevereiro a 4 de maio, no Boulevard Shopping, localizado na avenida Visconde de Souza Franco, em Belém.

Funcionamento: De segunda-feira a domingo, das 15h às 21h. A entrada é gratuita.

Da assessoria do evento.

A Câmara dos Deputados pode votar essa semana uma proposta que altera a Lei Pelé (9.615/98), a Lei Bolsa-Atleta (10.891/04) e a Lei 12.395/11, que regula os esportes como um todo. Caso aprovado, o Projeto de Lei (PL) restringe aos atletas de alto rendimento com renda de até R$ 340 mil anuais o acesso aos recursos do programa. O patrocínio também se limitará a uma única fonte de recursos (pública ou privada), salvo nos casos em que o atleta estiver vinculado às Forças Armadas.

A categoria Atleta Pódio, com maiores valores em dinheiro, ficará restrita aos atletas ranqueados entre os 20 melhores do mundo de sua categoria, hoje o benefício é destinado aqueles que se candidatam e são examinados por um grupo especial criado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). De acordo com números do Ministério do Esporte, 5.830 atletas receberam recursos do programa em 2017. Em 2016, por conta das Olimpíadas do Rio de Janeiro, 20,7 mil atletas foram contemplados com o benefício.

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Entre 2005 e 2016 foram destinados R$ 897 milhões para os atletas que se inscreveram para uma das seis categorias do patrocínio (Atleta de Base, Atleta Estudantil, Atleta Nacional, Atleta Internacional, Atleta Olímpico/Paralímpico e Atleta Pódio). As competições olímpicas e paralímpicas tem prioridade e o dinheiro é depositado em uma conta específica na Caixa Econômica Federal.

Mais 52 atletas olímpicos e paralímpicos vão receber o benefício do programa Bolsa Atleta, na categoria Bolsa Pódio. O anúncio foi feito pelo Ministério do Esporte, nesta sexta-feira (6), e publicado no Diário Oficial da União. A lista de beneficiários é a terceira de 2017.

O objetivo é haver maior preparo para os esportistas que poderão representar o País nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. Na lista estão nomes como os nadadores Cesar Cielo e Joanna Maranhão, o arqueiro Marcus Vinícius e o velocista campeão mundial e paralímpico Petrúcio Ferreira.

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Com a atualização, a categoria Bolsa Pódio passa a atender 291 nomes do alto rendimento no edital de 2017.

Na nova lista, serão investidos cerca de R$ 5,8 milhões ao ano, em bolsas que variam de R$ 5 mil a R$ 15 mil. São R$ 2,6 milhões para atletas olímpicos e R$ 3,2 milhões para os paralímpicos.

Nos esportes olímpicos, a nova lista contempla atletas de atletismo (2), natação (8), ginástica artística (1), judô (5), tiro com arco (1), taekwondo (1), vôlei de praia (2) e vela (5). No paralímpico, foram contemplados esportistas do atletismo (8), bocha (1), halterofilismo (1), hipismo (2), judô (3), natação (5), paratriatlo (2), tênis de mesa (3), tênis em cadeira de rodas (1) e tiro com arco (1).

Bolsa Pódio

O prazo para indicação de atletas neste ciclo olímpico segue até 10 de outubro. A ação deve ser feita pelas respectivas entidades nacionais de administração do desporto, em conjunto com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) ou com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e o Ministério do Esporte. A permanência do esportista é reavaliada anualmente.

Crianças, todas do sexo feminino, entre 7 e 13 anos, reunidas em pequenos espaços para praticar saltos, acrobacias e movimentos que exigem força, flexibilidade e equilíbrio. O que todas elas têm em comum é o prazer de praticar um esporte de muito valor mundial, modalidade olímpica que em Pernambuco sonha com dias melhores para seus adeptos. A Ginástica Olímpica resiste por meio de academias e colégios particulares, o que restringe os bons resultados à poucas competições interestaduais. O LeiaJá conversou com professoras e alunos sobre o quadro geral da prática no Estado para entender o que mudou, e como é possível reverter tal cenário.

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Os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 contarão com 4,4 mil atletas, de acordo com anúncio feito pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC). Eles competirão em 537 eventos valendo medalha. 

Nesta edição, 1.756 mulheres irão participar dos Jogos, o maior número da história. A quantidade representa aumento de pelo menos 17% em relação a Londres 2012.

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Dois esportes estreiam em Tóquio: badminton e taekwondo, que vão distribuir 14 e seis medalhas, respectivamente. Já a canoagem desta vez dará nove medalhas, contra as seis distribuídas nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016.

Na bocha, o comitê dará mais oportunidades a atletas com maior necessidade de suporte e terá 116 vagas, oito a mais que na competição anterior.

Quatorze esportes contarão com o mesmo número de atletas da última edição dos Jogos no Brasil. É possível acessar o programa completo no Portal das Paralimpíadas. 

As federações internacionais enviaram ao IPC, em janeiro deste ano, propostas para incluir 4.979 atletas e 555 eventos nos Jogos de Tóquio. Os Jogos Paralímpicos do Rio 2016 contaram com 4.328 atletas que disputaram 528 medalhas. 

Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Comitê Rio-2016 é alvo, na manhã desta terça (5), de um mandado de busca e apreensão em sua casa no Jardim Pernambuco, área de mansões do Leblon, zona sul do Rio de Janeiro, em ação conjunta da Polícia Federal e da Força Tarefa da Lava Jato do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ).

Arthur Soares, o “Rei Arthur”, íntimo de Sérgio Cabral e empresário com diversos contratos durante o mandato do ex-governador no estado, também é parte da ação. É a compra de voto de um integrante do colégio eleitoral do Comitê Olímpico Internacional (COI) que em 2 de outubro de 2009 definiu o Rio como sede das Olimpíadas que une Nuzman e Arthur Soares na mesma investigação.

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Pelas regras olímpicas quebradas, a operação se chama “Unfair Play”. Na medida cautelar assinada pelo Juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal, Nuzman é apontado como uma das “pontas de um esquema criminoso”, com determinação de apreensão de passaporte. Fato que já o coloca em outro escândalo, já que no próximo dia 13 o COI se reúne em Lima para referendar Paris e Los Angeles como sedes de 2024 e 2028. Impedido de viajar, o anfitrião dos últimos jogos não estará presente por envolvimento na compra de votos, de acordo com a operação em curso.

Diversos agentes da Polícia Federal, acompanhados por procuradores do MPF-RJ foram escalados para revistar a mansão de Nuzman com objetivo de apreender computadores, telefones e objetos de valor. O dirigente está intimado a comparecer em audiência na sede da Polícia Federal, às 15h. Caso não compareça, será levado coercitivamente.

Já Arthur Soares tem sua prisão preventiva decretada, assim como Eliane Pereira Cavalcante, também alvo da operação de hoje, braço-direito do “Rei Arthur”. Os três terão objetos de valor apreendidos como garantia para eventual dano moral fixado em sentença. O dano moral deve-se ao estrago feito a imagem do país devido ao escândalo e está estabelecido em R$ 1 bilhão entre o patrimônio dos três.

A ação é fruto de colaboração da Força-Tarefa da Lava Jato do MPF-RJ, comandada por Eduardo El Hage e do Ministério Público Financeiro da França e de delações premiadas como a dos irmão Chebar. Através dessa cooperação, comprovou-se que “Rei Arthur” realizou pagamento de U$ 2 milhões para o senegalês Papa Diack, filho de Lamine Diack, presidente da Federação Internacional de Atletismo, eleitor da sede dos jogos, para determinar o próprio voto e influir em outros participantes do pleito.

Por Lúcio de Castro, da Agência Sportlight de Jornalismo Investigativo

 

 

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