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O vício é um comportamento compulsivo prejudicial à saúde. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a obsessão por videogame e jogos de internet é um problema de saúde mental que consta na 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID).

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“Comecei a jogar com 10 anos de idade. Ia todos os dias no ciber. Hoje em dia, fico seis horas jogando. Já pensei várias vezes em parar, pois sei que o vício não faz bem.  Atrapalha a minha vida cotidiana, não sinto vontade de sair e, às vezes, me questiono se devo ir trabalhar mesmo”, disse Brendo de Luca, 23 anos, auxiliar administrativo da Polícia Militar do Pará.

O transtorno dos jogos eletrônicos — tradução livre do termo em inglês gaming disorder — é definido como um padrão comportamental que prejudica a capacidade de controlar a prática desse tipo de entretenimento, segundo informe da OMS. "O problema também é caracterizado pela continuidade ou intensificação do ato de jogar, mesmo com a ocorrência de consequências negativas."

Causadores de dependência, os games passam a ser prioritários na vida do indivíduo, em detrimento de outras atividades. O jogo se torna mais importante que outros interesses e ações diárias, explica o site da OMS. "Para que o transtorno dos jogos eletrônicos seja diagnosticado, o padrão de comportamento deve ser de gravidade suficiente para resultar em um comprometimento significativo nas áreas de funcionamento pessoal, familiar, social, educacional, profissional ou outras áreas importantes. Também deve ser observado regularmente por pelo menos 12 meses."

Axel Cortez, 25 anos, estudante que mora em Belém, foi apresentado a um jogo chamado “tamagotchi” aos 4 anos. Por volta dos 5 anos, o seu pai comprou um “Super Nintendo”. Ele fica em média entre duas e três horas por dia jogando, mas confessa que antigamente jogava mais. “A reunião para jogar com os meus amigos durava o dia inteiro e eu só parava para fazer as necessidades fisiológicas. Às vezes, não comia corretamente e negligenciava os estudos”, declara.

Segundo Elizabeth Levy, psicanalista, lidar com alguém que é viciado em jogo ou qualquer outra coisa exige a mesma conduta: a pessoa precisa querer e buscar tratamento. Em casos de crianças, os pais e educadores devem impor limites. “Adulto é mais difícil. Porém, quem estiver por perto pode buscar auxilio de psicoterapia’’, afirma.

“Ficar horas do dia jogando pode trazer malefícios como insônia, obesidade e depressão. A pessoa deixa de socializar, ter uma boa alimentação e fazer exercício físico’’, afirma a psicanalista Elizabeth.

Reportagem de Amanda Martins.

 

 

O "transtorno do jogo" (gaming disorder) será reconhecido em breve como uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS), anunciou nesta sexta-feira em Genebra um porta-voz da agência da ONU.

Os riscos de vício relacionados com esse "transtorno" serão adicionados à 11ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID), que será publicada em junho, indicou o porta-voz Tarik Jasarevic em um encontro com a imprensa. Este manual, editado pela OMS, é baseado em conclusões de especialistas em saúde do mundo inteiro.

A definição do "gaming disorder" é "um comportamento relacionado com os jogos eletrônicos pela internet e fora da rede que se caracteriza por uma perda de controle do jogo, uma prioridade cada vez maior dada ao jogo em relação a outras atividades, até o ponto em que ele predomina sobre outros centros de interesse", indicou Jasarevic.

Entre os sintomas figura "a continuação e o aumento da atividade apesar do aparecimento de consequências negativas". Segundo os especialistas da OMS, um indivíduo deve mostrar um vício anormal ao jogo durante meses antes de ser diagnosticado como afetado pelo transtorno, que será classificado como "comportamento viciante", acrescentou o porta-voz.

Mas ressaltou que é prematuro especular sobre a amplitude do problema, e acrescentou que "há pessoas que pedem ajuda", de modo que o reconhecimento formal de sua condição ajudará a desencadear novas pesquisas e novos recursos para combater o problema.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou, nesta terça-feira (3), que sua eventual candidatura à presidência da República “é uma missão”. Em publicação no Twitter, o parlamentar criticou os que, segundo ele, julgam a participação na disputa em 2018 como “obsessão” dele à imposição da política tradicional no país.  

“Pobres das pessoas que julgam minha possível candidatura como uma obsessão política tradicional! É uma missão e estamos no caminho certo!”, declarou na rede social. Nas últimas pesquisas de intenções de voto, Bolsonaro aparece em segundo lugar, perdendo apenas para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo dados do estudo divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT)/MDA no dia 19 de setembro, ele aparece variando entre 18,4% e 19,8%. 

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Entre os políticos que avaliam a eventual presença do deputado na disputa, há quem se coloque a favor e quem seja contrário. Em vídeo publicado nas redes sociais recentemente, o deputado federal Sérgio Reis (PRB-SP) afirmou que Bolsonaro vai “botar a casa em dia”.  Sob a ótica do político, que também é cantor sertanejo, a conjuntura nacional expõe a necessidade de alguém que seja “linha dura”. 

Por outro lado, lideranças como a presidente nacional do PCdoB e deputada federal Luciana Santos se preocupam com a ascensão do político. “Jair Bolsonaro não tem nada de negação da política. É a política autoritária, conservadora e antidemocrática. Desconfiemos daqueles que se apresentam como candidato, mas dizem que não são da política”, ressaltou. 

Para muitos são harpas, halos e asas de anjo, para outros esferas celestiais e planos astrais. E também há quem acredite na reunião com familiares e amigos em campo paradisíaco.

Qualquer que seja sua visão do que existe após a morte, Hollywood já a imortalizou em celuloides.

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Desde "O Céu Pode Esperar" e "A Felicidade Não se Compra", até "O Sexto Sentido" - que permanece sendo o filme de terror mais bem-sucedido de todos os tempos -, a meca do cinema ofereceu por décadas um olhar sobre o Reino dos Céus.

A mais recente tentativa é "Além da Morte", uma nova versão do clássico de 1990 sobre estudantes de medicina que passam para o Outro Lado.

O filme de Niels Arden Oplev tem um elenco jovem - liderado pela indicada ao Oscar Ellen Page ("Juno", "A Origem"), ao lado do mexicano Diego Luna ("Milk - A Voz da Igualdade", "Rogue One - Uma História Star Wars"), Nina Dobrev, James Norton e Kiersey Clemons, além de muita autenticidade médica.

"De alguma maneira, a morte é o último grande mistério, é como a profundidade do mar ou o Espaço", disse o diretor dinamarquês à AFP. "Sabemos mais sobre o Big Bang do que sobre a contagem final".

As pessoas com mais de 40 anos irão se lembrar da premissa de "Linha Mortal": estudantes de medicina obcecados com o mistério do Além que embarcam em um experimento ambicioso e perigoso.

Ao pararem seus corações por curtos períodos, cada um tem a sua experiência próxima à morte enquanto seus colegas monitoram a sua atividade cerebral para ver se podem encontrar alguma prova do que acontece depois que morrem.

A produção original foi protagonizada por Kiefer Sutherland, que fará uma rápida aparição no remake, Kevin Bacon e Julia Roberts.

- Uma crítica -

Oplev também explicou que seu filme, coproduzido por Michael Douglas, critica um aspecto da cultura americana, quando os personagens descobrem que esta morte temporária não apenas lhes mostra o Além como melhora as suas habilidades.

"A disputa para construir uma carreira, ter um emprego é muito mais difícil para a juventude de hoje do que há 27 anos, e os jovens tomam qualquer tipo de porcaria para conseguir estudar 12 horas, para ficarem acordados", apontou.

"Eles têm o desejo de tomar um comprimido como um atalho para a grandeza e, de repente, se dão conta de que foi divertido, maravilhoso, mas depois a conta chega", explicou.

A conta em "Além da Morte" é exorbitante: enquanto os personagens experimentam morte e ressurreição, são obrigados por terríveis criaturas sobrenaturais a enfrentar ações passadas das quais se arrependem.

- Reinterpretação -

A Ciência avançou tanto nos últimos 25 anos que o diretor trabalhou com especialistas médicos para adaptar a trama à tecnologia moderna.

Cada diagnóstico e prescrição tinha que ser autêntico, e os atores foram ensinados a usar os equipamentos da maneira correta e a aplicar injeções como um profissional faria.

Apesar do que é vendido em Hollywood, não se pode ressuscitar com um choque elétrico sem antes haver uma batida do coração.

Inclusive a forma clássica do desfibrilador não é mais usada, mas é mantida nos filmes porque dá mais dramaticidade do que os adesivos.

"Obviamente, por estarmos fazendo um filme de Hollywood e não um documentário, nós tomamos algumas liberdades, mas em geral tentamos ser o mais precisos possível", disse Lindsey Somers, consultora em saúde que trabalhou na produção com uma equipe de enfermeiras, radiologistas e neurocirurgiões.

Outra diferença com o filme original é que Oplev utiliza mais o terror psicológico para uma geração que dificilmente se impacta com algo.

"A primeira produção foi de grande inspiração", indicou o diretor, que a viu duas vezes durante a preparação de seu filme. "Mas mais do que fazer um remake, fizemos uma reinterpretação".

A produção estreia nesta sexta-feira nos Estados Unidos e em 19 de outubro no Brasil.

Última oportunidade para o público pernambucano conferir à comédia Obsessão. O espetáculo faz única apresentação no Teatro de Santa Isabel, na próxima quinta (2), após curta temporada na cidade durante o mês de maio.

A montagem é uma iniciativa dos atores pernambucanos Simone Figueiredo, Nilza Lisboa e Silvio Pinto, que se uniram para produzir o espetáculo sem o apoio de leis de incentivo. O texto é de Carla Faour, inicada ao Prêmio Shell 2012 de Melhor Autor pelo trabalho, e investiga com humor o universo feminino e amoroso através da obsessiva relação de disputa entre as amigas e ex-confidentes Lívia (Nilza Lisboa) ne Marina (Simone Figueiredo). No elenco estão ainda os pernambucanos Diógenes Lima, Tarcísico Vieira e Silvio Pinto.  

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Obsessão foi um dos destaques da temporada teatral carioca de 2012. A peça foi indicada pelo Jornal O Globo e selecionada pela revista Veja Rio como um dos 10 melhores espetáculos daquele ano. Também recebeu or prêmios APTR 2012 de Melhor Autor; duas indicações ao Prêmio Shell: Melhor Autor e Melhor Diretor; Prêmio FITA de Melhor Autor; indicação ao Prêmio APTR de Melhor Atriz Coadjuvante e duas indicações ao prêmio FITA: Melhor Diretor e Melhor Atriz.

Serviço

Espetáculo Obsessão - única apesentação

Quinta (2) | 20h

Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n - Santo Antônio)

R$ 30 e R$ 15

Após a acolhida favorável a Preciosa - Uma História de Esperança, Lee Daniels admite que se sentiu pressionado. "Havia uma expectativa de que eu me tornasse a nova voz negra da América. Eu queria ser só uma voz". E, por isso, fez Obsessão, que estreia nesta sexta-feira (4), no Brasil. "Sabia que não teria a mesma receptividade de Precious. Era um filme para amar e odiar, sem áreas cinzentas." Ele pergunta o que o repórter achou do filme. "É melhor que Precious." Lee Daniels explode - "I love you, man." Levanta-se da cadeira. Abraça, quer beijar. "Menos, menos, please".

Lee Daniels é uma figura. Está no Rio mostrando seu novo longa no festival. "O Mordomo da Casa Branca teve sua gala ontem, 3, à noite. Segundo o diretor, era o filme que todo mundo esperava dele após Precious. Ele se orgulha do próprio trabalho, mas confessa: "Prefiro Obsessão. É meu melhor filme e as pessoas ainda vão se dar conta disso".

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O repórter ironiza - disse que ele devia estar pensando que era Federico Fellini para colocar seu nome no filme. O título original é Lee Daniels The Butler. "Mas não fui eu que quis isso. Havia uma disputa pelo título The Butler/O Mordomo. Alguém do marketing teve a ideia de colar meu nome. Achei que seria muito narcisístico, e imagino que seja para segmentos do público e da crítica. Meio excessivo, não?" Mas ele diz: "Lá no fundo, é um abraço no meu ego".

Aos 44, Daniels se surpreende acima de tudo por ser um sobrevivente. "Cresci em West Filadélfia, que é uma das áreas mais violentas da América. Meus amigos morreram vítimas de tiros, outros de HIV ou por causa das drogas." Foram as circunstâncias do próprio meio social que o levaram a essa vida de risco? "O que você acha?", Daniels retruca. Que ele optou por viver perigosamente. "You got it, foi isso." Valeu a pena? "Muito.

"Daniels é gay assumido. Portanto, além de negro - afrodescendente, para ser politicamente correto - e pobre, tinha mais um elemento para dificultar sua vida num meio preconceituoso. É o alimento de seu cinema. "Gosto de personagens outsiders, fora das normas, porque sou um outsider." De novo o repórter brinca - um outsider de luxo, que virou o darling de Hollywood. "Nem tanto. Agora mesmo, estou no meio de uma discussão importante com meus produtores", aponta para o celular.

Discutindo salário? "Não, salário não é o mais importante. Estou discutindo o final cut, a montagem final. Em todos os meus filmes, tive sempre o último corte, mas o próximo, sobre o qual não posso falar, será mais caro e os produtores querem garantias. Temem me dar o corte final. É isso ou nada."

OBSESSÃO - Título original: The Paperboy. Direção: Lee Daniels. Gênero: Suspense (EUA/2012, 107 minutos). Classificação: 16 anos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

“Já são cinco da manhã e eu não dormi quase nada, só pensar que tu me disse que iria se casar”.  O início da letra da canção “Obsessão” pode até não chamar a atenção dos “bregueiros” da atualidade, porém, é difícil encontrar alguém que não conheça o grupo que tanto fez sucesso com a música, a banda Vício Louco. O grupo recifense, em comemoração aos seus dez anos de carreira, se apresenta na noite desta sexta-feira (9), no Ibiza Club, localizado na Rua Benfica, 505, no bairro da Madalena, na Zona Oeste do Recife.

A festa marca a gravação do DVD e do CD promocional da Vício Louco, que promete agitar o palco do Ibiza com muito brega romântico e colocar o povão para dançar ao som de canções tecnobrega. Ainda nesta noite se apresentam o cantor Kelvis Duran, o DJ Jadson e as bandas Swing do Amor e Metade.

A festa inicia às 22h e segue até a madrugada. Os ingressos custam R$ 20, mas, após às 23h, o valor passa para R$ 30, somente para os homens. Informações sobre o evento podem ser conseguidas pelo telefone (81) 3125-0250.





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