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A Nova Zelândia vai criar uma equipe de investigadores dedicada apenas a combater o extremismo na internet, enquanto o governo lida com as falhas que foram demonstradas após o massacre de Christchurch, anunciou a primeira-ministra Jacinda Ardern.

Ardern quer obrigar as empresas de tecnologia a adotar medidas drásticas contra o material extremista desde que um homem armado matou 51 fiéis muçulmanos em Christchurch em março e exibiu parte do ataque no Facebook.

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A primeira-ministra também admitiu que o massacre, que aconteceu em duas mesquitas desta cidade da Ilha Sul, revelou que o governo precisava aumentar os recursos para conter a propagação da violência na internet.

"Teremos uma equipe especial concentrada em captar e interromper conteúdo extremista violento em nossos canais digitais", disse.

"Funcionará de forma parecida a como procuramos material de exploração sexual infantil, trabalhando com os provedores de conteúdo online para captar e suprimir conteúdo nocivo", completou.

Ardern afirmou que o Departamento de Assuntos Internos contratará 17 especialistas para tarefas de investigação, forenses e inteligência.

Quando decidiu restringir o acesso do filho ao computador, Mariana (nome fictício) observou um comportamento diferente daquele que o adolescente costumava demonstrar. O garoto, então com 12 anos, se revoltava contra os pais quando era obrigado a ficar algumas horas sem usar a internet. Xingava, gritava e arremessava objetos. Parecia outra pessoa, segundo relato da própria mãe. "Ele tinha um ódio no olhar, ficava totalmente transtornado. Não era mais aquele menino doce e carinhoso", conta ela.

Mariana decidiu procurar ajuda. Passou a participar de um grupo de apoio a pais e parentes de jovens que fazem uso abusivo de tecnologias. Ao frequentar as sessões, coordenadas por profissionais do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq-HC/USP), percebeu que o que o filho tinha era um vício e conheceu outras famílias com o mesmo drama.

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O fenômeno, já notado por alguns pais, está sendo quantificado por uma pesquisa pioneira no Brasil. Levantamento da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) com mais de 2 mil adolescentes mostra que 25,3% são dependentes moderados ou graves de internet.

"Como a amostra pesquisada é grande, é um estudo representativo da realidade dos centros urbanizados brasileiros", ressalta Hermano Tavares, coordenador do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do IPq, que conta com um grupo de tratamento para dependência tecnológica.

O estudo foi feito com jovens de 15 a 19 anos de escolas públicas e privadas da região metropolitana de Vitória. Eles responderam a um questionário internacionalmente utilizado para verificar o vício digital, o Teste de Dependência de Internet (ou Internet Addiction Test, em sua versão original, em inglês).

Mais do que medir o tempo de uso das redes, a avaliação tem como objetivo verificar como acesso à internet impacta na rotina, emoções e relacionamentos dos usuários.

É esse impacto, segundo especialistas e pais de jovens, o principal indicador de quando o uso da internet torna-se problemático. No caso do filho de Mariana, hoje com 16 anos, o vício em jogos online trouxe, além de comportamento agressivo, queda de rendimento na escola, ansiedade e atitudes antissociais. "É triste abrir a porta do quarto do filho, saber que ele tem a oportunidade de frequentar tantos lugares e vê-lo só enfurnado em casa", diz.

Mais problemas

Outro reflexo da dependência tecnológica é a presença de transtornos mentais associados. Segundo George Nunes Bueno, pesquisador da Ufes e um dos responsáveis pelo estudo, a proporção de jovens com sintomas de ansiedade no grupo de dependentes tecnológicos é o dobro da verificada entre não dependentes (34%, ante 17%).

"O número de dependentes é maior entre os que dizem usar a internet para se divertir, passar tempo livre ou que considera a internet uma companhia", explica o especialista.

Razões

A solidão e a baixa autoestima são algumas das razões para o uso problemático da internet, principalmente entre os mais jovens. "A autoimagem é muito importante na adolescência e muitos encontram nas redes sociais a aprovação e a popularidade que não encontram fora da internet", diz Sheila Niskier, médica do adolescente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Para o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do grupo de dependências tecnológicas do IPq-HC, outra razão para o uso excessivo de internet entre jovens brasileiros é a enorme desigualdade sociocultural do País. "Perante a web, todos são iguais e têm oportunidades de cultura similares", afirma.

Ele afirma ainda que a violência urbana registrada nas cidades brasileiras faz com que os próprios pais prefiram que os filhos permaneçam em casa, no computador, a que façam atividades externas.

Para os especialistas, é importante que os pais saibam identificar o problema, impor limites e mudar hábitos dentro de casa. "O adolescente tem o pé no acelerador das emoções, é impulsivo. O controle tem de ser externo. Muitas vezes o uso da internet está preenchendo um vazio na família", afirma Sheila.

Depoimento:'Meu filho ficou irreconhecível. Até espumava'

Até os 14 anos, o Lucas (nome fictício) era bem tranquilo. Aos 15, começou a apresentar sinais de que não estava bem. Nós tínhamos mudado de bairro e ele ficava mais tempo em casa, quase sempre no computador. Nessa época, comecei a notar que ele se tornou mais agressivo e explosivo. Passava umas dez horas por dia na internet. Quando ele tinha 16 anos, tiramos o computador de casa para usar em um comércio que tínhamos aberto.

Ele passou a jogar escondido, mas, quando não conseguia, demonstrava raiva, até mudava a feição. Em uma dessas crises, pegou uma faca para tentar agredir o irmão. Tivemos de chamar a polícia. Em outra, arrancou os fios do computador da parede, quebrou dois celulares, ficou irreconhecível, até espumava, de tanta raiva. Chegamos no limite quando ele se trancou no quarto e ficou segurando uma faca contra o peito, dizendo que ia se matar. Conseguimos entrar e tirar a faca dele.

Fomos ao hospital com ele, passamos em psiquiatra e começamos a procurar ajuda para dependência em tecnologia. Foi então que toda a família passou a frequentar o grupo de apoio a familiares de dependentes em internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP. Todos tiveram de mudar hábitos e aprender a pôr limites.

Avaliando a criação do Lucas, percebo que sempre fomos permissivos, não colocávamos limites, fazíamos de tudo para evitar frustrações. Desde que começamos o acompanhamento, há quatro meses, estamos tentando mudar.

Em primeiro lugar, o pai, que era caminhoneiro, mudou de emprego para ficar mais presente. Passamos a equilibrar os deveres do Lucas com privilégios. Agora, ele tem limite de horas no computador, tem de frequentar cursos. Estamos mais presentes e isso está fazendo a diferença.

Terapia com pais

A cada 15 dias, um grupo de pais e parentes de jovens se reúne em um sobrado em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, para aprender a lidar com o inusitado vício dos filhos. A maioria está na faixa dos 40 ou 50 anos e tem filhos adolescentes.

Quando tornaram-se pais e mães, relatam, um dos principais medos era de que os filhos se tornassem dependentes de drogas ou álcool, ou que fossem vítimas de violência.

Também temiam (e queriam evitar) ter com os filhos uma relação autoritária como a que vivenciaram com os pais, sem diálogo e com muitas regras.

Mas o que hoje tem se manifestado como principal preocupação da paternidade foi algo inesperado: a apatia que os filhos demonstram com qualquer atividade que não esteja relacionada ao uso da internet. "Se ele não pode estar no computador, fica deitado na cama e dorme o dia todo", conta o pai de um jovem de 23 anos. "Parece que não tem uma motivação na vida, não consegue tomar decisões", relata outro.

A psicóloga Sylvia Van Enck, do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, conduz as sessões de terapia.

Em uma delas, acompanhada pelo Estado, ela convida os presentes a revisitarem sua adolescência, lembrando que, quando jovens, eles também desafiavam os pais e queriam quebrar regras, mas que a resposta dos responsáveis era diferente.

"Antigamente os pais se impunham gerando medo, e não queremos reproduzir isso hoje. Mas também precisamos perceber o tanto de privilégios que temos concedido antes mesmo que os filhos cumpram com suas obrigações", diz ela.

A ideia não é trazer culpa aos pais, mas ensiná-los a balancear diálogo com limites. "Muitas vezes os pais temem as reações dos filhos e evitam o conflito, mas isso leva a um distanciamento maior. Definir tarefas e obrigações para eles é uma forma de integrá-los à família e fazer com que eles se sintam úteis. Nos jogos online ou nas redes sociais, muitas vezes eles se sentem valorizados e por isso querem ficar só naquele mundo", destaca Sylvia.

Foi essa a principal mudança adotada por Mariana no trato com o filho de 16 anos após frequentar o grupo do IPq. "Mais importante do que superprotegê-lo é analisar as reações dele e ir negociando. Não precisamos ser autoritários, mas é preciso mostrar, mesmo que de forma sutil, liderança", diz.

Detox digital

Com o crescente número de jovens que manifestam uso abusivo de internet, especialistas resolveram se unir ao governo federal para criar um programa que conscientize pais e filhos sobre o uso adequado de tecnologias.

Capitaneado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, o programa Reconecte oferecerá cartilhas e vídeos informativos sobre como a tecnologia pode ser usada de forma proveitosa, mas sem criar prejuízos em aspectos como saúde mental e segurança.

"A tecnologia traz inúmeros benefícios, mas pode ser problemática. Queremos promover o fortalecimento do vínculo familiar como forma de evitar esse uso abusivo. Vemos que, muitas vezes, o uso problemático está relacionado a uma fragmentação do diálogo, a uma piora da escuta em casa", diz Angela Vidal Gandra da Silva Martins, secretária Nacional da Família da pasta.

Entre as ações está o Detox Digital Brasil, data em que o governo promoverá atividades culturais convidando as famílias a ficar um dia longe da internet. A ação será realizada no dia 8 de dezembro.

Segundo Daniel Celestino de Freitas Pereira, coordenador geral de enfrentamento a vícios e impactos negativos do uso imoderado de novas tecnologias do ministério, além de ações em cinco eixos (cultura, responsabilidade, dignidade humana, saúde e segurança), o programa Reconecte deverá fazer um levantamento sobre o assunto. "Queremos fazer uma grande pesquisa nacional sobre a saúde mental relacionada ao uso de tecnologias." Pereira afirma que uma das possibilidades avaliadas é de que esse estudo seja feito em parceria com o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

O grupo de dependência tecnológica do instituto, coordenado pelo psicólogo Cristiano Nabuco, já vem atuando em conjunto com o ministério com consultoria técnica sobre o tema. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Desenhos animados a qualquer hora do dia, canais do YouTube focados em conteúdos infantis, jogos de celular feitos para faixas etárias menores de 5 anos. Vivemos tempos de conexão constante e este não é um privilégio apenas dos adultos. Todos os dias, milhares de crianças são influenciadas por conteúdos que assistem em tablets, smartphones e computadores. Dispositivos muitas vezes vistos como aliados dos pais, por distraírem os pequenos, mas que também podem ser grandes vilões do desenvolvimento infantil. Em meio a era ‘online’ você sabe qual o limite saudável do uso da tecnologia por crianças?

Danielle Clericuzi é mãe de Pietro, de 9 anos e defende o uso controlado dos dispositivos. “Eu comecei a dar acesso a ele usando o meu celular. Nunca permiti que ele tivesse o próprio tablet, sempre sob minha supervisão até para conseguir acompanhar o que ele acessa”, conta. Ela também estabelece limites de uso, dependendo do desempenho escolar ou das atividades extras que a criança precise realizar. “Hoje ele pode ficar uma hora, sempre bem controlada. Se estiver bem na escola, pode ficar mais tempo, mas se vai ter semana de prova não fica sob hipótese alguma”, afirma.

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Apesar da vista grossa, ainda assim é difícil acompanhar tudo o que as crianças consomem online. “Nem sempre consigo assistir tudo o que ele assiste porque são muitos canais e é muita informação, mas sempre tento conversar com ele sobre o que ele tem visto”, diz e afirma que - quando o conteúdo é de um canal novo é importante sempre ver qual tipo de conteúdo é veiculado, para ter certeza que é apropriado para a faixa etária da criança.

Normas de criação de conteúdo mais rígidas

Para ajudar os pais nessa tarefa, no mês de setembro, o próprio YouTube - uma das plataformas mais usadas pelas crianças - tornou mais rígida a supervisão de conteúdos voltados ao público infantil. Em um comunicado oficial, a companhia afirmou que estaria mudando as permissões para os criadores de conteúdo. 

"Limitaremos a coleta de dados e o uso em vídeos feitos para crianças apenas ao necessário para apoiar a operação do serviço. Também deixaremos de veicular anúncios personalizados inteiramente sobre esse conteúdo, e alguns recursos não estarão mais disponíveis como comentários e notificações. Para identificar o conteúdo criado para crianças, os criadores serão solicitados a nos informar quanto o conteúdo deles se enquadra nessa categoria, e também usaremos o aprendizado de máquina para encontrar vídeos que visam claramente o público jovem, por exemplo, aqueles que têm ênfase em crianças personagens, temas, brinquedos ou jogos", diz o comunicado.

Essas restrições foram feitas após análises de especialistas e pais, tornando mais rígida a fiscalização em vídeos e canais com intuito de atingir o público infantil. "Com um boom no conteúdo da família e o aumento de dispositivos compartilhados, a probabilidade de crianças assistindo sem supervisão aumentou" diz a empresa.

Para a psicóloga Olga Miranda, esse não é apenas um papel das empresas, mas principalmente dos responsáveis pelo desenvolvimento dos pequenos. “Primeiro é preciso questionar o que vem acontecendo para os pais ou cuidadores estarem facilitando esse contato com celulares, tablets, TV”, diz. “O contato exacerbado da criança com as tecnologias é também uma forma de conforto para quem cuida delas. Hoje, parece que está sendo mais complicado fazer esse papel atencioso, mas completamente importante, que é de cuidar, brincar, ter esse tempo tão  precioso para criança”, afirma. 

O que diz a OMS

Em abril, a Organização Mundial de Saúde (OMS), lançou uma cartilha para ajudar os pais e responsáveis a entenderem qual é o limite saudável para uma criança ficar conectada. Para a agência de saúde crianças com até 5 anos não devem passar mais de 60 minutos assistindo a uma tela todos os dias. Já bebês com menos de 12 meses não devem ter nenhum acesso à dispositivos eletrônicos. Para a organização os responsáveis devem se esforçar para se envolver em brincadeiras interativas, principalmente para evitar a obesidade infantil.

Olga reforça esse posicionamento, alertando, inclusive para problemas neurológicos no futuro, mas ressalta que isso depende dos limites impostos por cada núcleo familiar.“Fala-se muito do sedentarismo, de alguns problemas neurológicos, todos resultantes do consumo passivo e excessivo de entretenimento, ou seja, recebe-se muitas informações ao mesmo tempo e isso pode acarretar, sim, em alguns sintomas. Mas não é uma regra”, diz a psicóloga. “Sair da zona de conforto é necessário, logicamente entendendo o limite de cada família”, afirma.

A semana começou cheia de novidades para quem usa o Instagram. A plataforma de compartilhamento de fotos fez diversos anúncios, incluindo novidades para os stories, como o modo 'Criar', o fim da aba 'Seguindo' e um aplicativo de mensagens muito parecido com o Messenger. Também rolou anúncio do preço do iPhone 11 no Brasil, a polêmica do Uber sem conversas e muito mais. Quer saber mais sobre tudo isso? Então clica no vídeo e confere!

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Uma mulher foi condenada a pagar R$ 2 mil a título de danos morais após proferir xingamentos em comentários na internet. A sentença foi proferida pelo 1º Juizado Cível de Maceió.

De acordo com a decisão, Wanessa Tenório de Holanda impôs sofrimento injusto ao publicar comentários agressivos e vexatórios em uma postagem feita no perfil profissional da vítima. A postagem repercutiu entre os seguidores, que questionaram a profissional sobre os comentários. Segundo o Tribunal de Justiça, Wanessa também mandou mensagens privadas e fez ligações anônimas importunando a vítima.

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“O grave infortúnio público sofrido pela demandante, que culminou em diversos questionamentos de pessoas que viram a postagem, é fato caracterizador de abalo moral, ofensa à honra objetiva e subjetiva, e dano à psique”, destacou a juíza Maria Verônica Correia.

Conforme os autos, as duas tiveram um desentendimento que gerou ofensas recíprocas. Em sua defesa, Wanessa reconheceu as mensagens, mas afirmou que eram respostas à perseguição realizada pela vítima, relatadas em dois boletins de ocorrência registrados em 2015, de ameaça, e 2018, de difamação.

Para a juíza, os boletins de ocorrência eram apenas narrativas unilaterais dela perante a polícia e, sem provas, não serviam para demonstrar os fatos alegados.

“Apesar da existência de ofensas recíprocas ocorridas em momentos anteriores, a agressão exposta na postagem publicada recentemente, no mês de abril do ano corrente, revela-se desproporcional e extremamente reprovável, pois em muito distante do calor de discussões passadas, tornando-se fato desabonador injusto, desmerecido, sem que a vítima do constrangimento, naquele momento, tenha concorrido para a tal conduta pessoal extremamente agressiva e, manifestamente nociva da demandada”, assinalou a juíza.

A rivalidade criada para Xuxa Meneghel e Angélica na década de 1980 foi deixada - definitivamente - para trás. Amigas declaradas, as apresentadoras, sempre quando podem, matam a saudade com encontros ou homenagens nas redes sociais. Nessa quinta-feira (10), Angélica voltou ao passado ao publicar uma foto quando era criança. Em clima nostálgico, a esposa de Luciano Huck legendou: "O Dia da Criança tá chegando... por isso #tbt de 'angeliquinha' feliz e fazendo pose".

Nos registros publicados, Angélica recebeu o carinho de Xuxa. "Como pode ser tão linda? Cara, eu ia beijar muito", comentou a mãe de Sasha. Quando Xuxa completou 56 anos em março deste ano, Angélica resolveu parabenizar a amiga com uma foto da época em que sofriam com a famosa 'rixa'.

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"Hoje é dia dessa pessoa que faz parte da vida e da história de muita gente! E que é muito especial na minha vida! Dona de um coração puro e cheio de luz!!! Desejo pra nossa Xuxa todas as alegrias e saúde. Viva minha colega e amiga vintage. Xuxa, i love you", escreveu. 

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Quem precisou acessar o Twitter na manhã desta sexta-feira (11) percebeu que o presidente da República, Jair Bolsonaro, virou um dos assuntos mais comentados no microblog.

Marcando a segunda posição nos Trending Topics da rede social, a hashtag #BolsonaroOrgulhaOBrasil dividiu opiniões após o governo dos Estados Unidos priorizar a Argentina e a Romênia, e não indicar o Brasil, para integrarem a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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Os usuários do Twitter contrários ao governo de Jair Bolsonaro não perdoaram a criação da frase e ironizaram o movimento feito pelos simpatizantes do presidente. "Admiro a coragem, porque noção vocês não têm pra subir uma tag dessa", disparou um dos internautas. "Bolsominions não cansam de passar vergonha", comentou outra pessoa.

Confira os memes:

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Nesta quinta-feira (10), Lulu Santos teve jogo de cintura para driblar um erro de português no seu perfil do Twitter. Após declarar o seu amor para o marido, Clebson Teixeira, o músico escorregou na ortografia ao confundir a forma conjugada "há", do verbo "haver", com o artigo "a".

"Agora a pouco me veio a conclusão de que em minha vida só faltava mesmo te encontrar e você a mim. Você me salvou", escreveu o cantor no microblog. Em seguida, uma fã comentou: "O correto é agora há pouco". Após a correção da internauta, Lulu reconheceu o erro. "Claro que você tem toda a razão. Refraseando: "Agora há pouco...etc", tuitou.

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Confira:

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Mais de 70 milhões de brasileiros com CNH tiveram seus dados expostos após uma falha de segurança no site do Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN). O vazamento foi divulgado via denúncia anônima, feita ao site Olhar Digital, nesta terça-feira (9). Entre os dados expostos estão os do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

A brecha foi descoberta por um pesquisador de segurança da informação que, durante três meses, explorou a falha. Por meio de testes ele descobriu que, ao inserir diferentes números de CPFs gerados aleatoriamente, o erro dava acesso ao banco de dados de todos os Detrans do Brasil. Os órgãos estaduais têm seus sistemas integrados e unificados, o que facilitaria a entrada de invasores. 

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Ao acessar o sistema era possível obter, apenas com o número de CPF, informações pessoais como endereço residencial, telefone, operadora, dados da CNH, foto, RG, CPF, data de nascimento, sexo e idade. Inclusive de personalidades públicas como o presidente Jair Bolsonaro, seus filhos, Xuxa, Neymar, entre outros.

De acordo com o site, o pesquisador contou que entrou em contato duas vezes com o Departamento Nacional de Trânsito para notificar a falha, mas não obteve nenhum retorno. Na última semana ele voltou a acessar o site e descobriu que a página não mostrava mais informações da ficha cadastral, mas continuava ativa, o que permitiria que fosse explorada por algum invasor.

Sabrina Sato é conhecida pelo humor espontâneo e também por surgir com roupas inusitadas nos eventos de moda. Nessa terça-feira (8), a apresentadora da Record recebeu uma chuva de mensagens engraçadas ao publicar no seu perfil oficial do Instagram um look nada convencional. "E dizem por aí que eu gosto de chamar a atenção. Será?", brincou a 'japa'.

Na rede social, a mãe de Zoe não passou incólume do humor dos internautas. "Usou as forminhas de brigadeiro que sobraram do vestido da Bruna Marquezine? Linda", escreveu uma seguidora. "Daqui uns dias ela aparece com um papelão nas costas", disparou outra. Atualmente, Sabrina Sato na Itália para participar de um desfile de moda da marca Calzedonia.

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Veja:

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O ator Theodoro Cochrane, filho da jornalista Marília Gabriela, movimentou a internet nessa terça-feira (8). No Instagram, Theodoro brincou ao compartilhar com os seus seguidores uma foto nu, tapando as partes íntimas com as mãos. "O tempo passa, me dispo mais das amarras da vida. Mentira. Desculpa pra posar pelado (mas sempre elegante e distante, pois não sou vulgar)", legendou.

O registro ousado publicado por Theodoro Cochrane rendeu comentários bem-humorados dos internautas. "Delícia é pouco!!! Quando que celular vai ter superzoom????", comentou um dos usuários na rede social. "Dei zoom várias vezes", ironizou outra pessoa.

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Confira o clique:

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Nessa terça-feira (8), o digital influencer David Brazil publicou no Instagram uma conversa bastante estranha entre ele e Adriane Galisteu. Na verdade, o conteúdo não passava de um golpe. David avisou na rede social que a conta de Adriane do WhatsApp havia sido invadida por um hacker. O invasor surpreendeu David Brazil perguntando se ele usava conta de um banco através de aplicativo ou computador.

Em seguida, David Brazil marcou o perfil de Adriane Galisteu para mostrar o assunto. Irritada, Adriane gravou vídeos para alertar amigos e fãs sobre o assunto. "O meu WhatsApp foi hackeado. Tem uma pessoa se passando por mim, pedindo dinheiro, aquelas coisas que vocês já sabem. Por favor, não respondam. [...] Que coisa absurda, né? Eu tô com uma raiva que vocês nem imaginam", explicou a loira.

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Confira:

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O Instagram - mais uma vez - resolveu inovar. Depois de eliminar o número de curtidas, a rede social optou por remover a função que permitia ver o que os seguidores estavam curtindo. A nova medida pegou muita gente de surpresa, incluindo Luciana Gimenez. A apresentadora do "Superpop" não gostou nem um pouco da novidade e soltou o verbo sobre a atualização do aplicativo. 

"Na boa, eu estou achando o Instagram péssimo. Só os brasileiros não podem ver o número de seguidores. Agora não pode ver quem curtiu quem... Na boa, tá ficando chato! Nos dias de hoje as pessoas querem ser livres, nada mais fica dentro do armário. Então qual é? Chato", escreveu Luciana, compartilhando o desabafo nos Stories.

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O governo de Hong Kong planeja limitar o acesso à Internet - afirmou um membro do conselho executivo à AFP nesta segunda-feira (7), três dias depois de o uso de máscaras ter sido proibido nas manifestações, medida que, no entanto, alimentou os protestos.

"Enquanto houver meios de reprimir os distúrbios, o governo não poderá descartar a possibilidade de proibir a Internet", disse à AFP Ip Kwok-ele, membro do conselho executivo e deputado pró-Pequim.

A Internet é uma ferramenta indispensável para o movimento pró-democracia, que usa fóruns on-line e mensagens criptografadas para organizar suas ações de protesto.

No entanto, Ip, que é membro do órgão consultivo da chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, enfatizou que restringir o acesso à Internet pode ter consequências terríveis para Hong Kong.

"Acho que uma das condições para a implementação da proibição da Internet seria que isso não afete as empresas de Hong Kong", acrescentou.

O anúncio acontece após três dias seguidos de "flashmobs" (ações relâmpago) e concentrações não autorizadas, das quais milhares de pessoas participaram no território semiautônomo.

Alguns manifestantes radicais vandalizaram escritórios do governo, bem como filiais de vários bancos e estações de metrô da China. Grande parte da rede metroviária foi suspensa por três dias.

Empresas com vínculos com a China também foram atacadas, como agências de bancos chineses.

A mobilização se tornou especialmente violenta depois que, na sexta-feira, Carrie Lam decidiu recorrer a uma lei de emergência para proibir o uso de máscaras nos protestos.

A medida agitou os ânimos, e milhares de pessoas desafiaram a proibição, manifestando-se com o rosto coberto.

- Lei injusta -

Nesta segunda, as duas primeiras pessoas que tentaram violar a proibição, um estudante e uma mulher de 38 anos, compareceram perante um tribunal em Hong Kong.

A sala estava cheia de militantes, que usavam máscaras. Os dois detidos foram acusados de manifestação ilegal, fato pelo qual podem ser condenados a três anos de prisão, assim como por terem violado a proibição de usar máscara em uma mobilização pública, sujeitos a mais um ano atrás das grades.

Ambos foram soltos sob fiança. Fora do tribunal, os manifestantes entoavam slogans como "usar máscara não é crime" e "a lei é injusta".

Muitos opositores temem que essa proibição seja o prelúdio para a adoção de novas medidas de emergência por parte das autoridades.

"É uma desculpa para introduzir outras leis totalitárias, e a próxima será a lei marcial", disse um manifestante, Lo, à AFP em frente ao tribunal.

- Tuíte polêmico -

Desde 1º de outubro, a mobilização se intensificou. Os piores confrontos até agora ocorreram nesta data, quando a República Popular da China comemorou o 70º aniversário de sua fundação.

Naquele dia, pela primeira vez, um policial disparou uma bala de verdade contra um estudante de 18 anos, que ficou gravemente ferido.

Durante o fim de semana, os manifestantes se concentraram nos bairros do centro da ilha de Hong Kong e, do outro lado da baía, na península de Kowloon, apesar das fortes chuvas.

Na China, a indignação tomou conta do país após um tuíte do gerente da equipe de basquete americana do Houston Rockets, apoiando o povo de Hong Kong.

O tuíte foi removido e, nesta segunda-feira, James Harden, jogador do Houston Rockets, apresentou suas desculpas.

Mesmo assim, a emissora pública chinesa CCTV anunciou que suspenderá a transmissão dos jogos da equipe da NBA.

Usuários do Twitter têm até a próxima quarta-feira (9) para escolher qual é o tuíte mais engraçado do Brasil. A plataforma lançou a campanha #RindoAltoNoTwitter, em celebração ao Dia Mundial do Sorriso, e deve divulgar o mais votado da rede nos próximos dias.

Para indicar o seu tuíte preferido, o público deverá compartilhar a publicação junto da hashtag #RindoAltoNoTwitter. Ela ativará um emoji exclusivo, que deve significar a participação na competição. Serão considerados apenas tuítes feitos por brasileiros, que tenham sido publicados até o dia 30 de setembro. Não há limites no número de sugestões.

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A partir do dia 14, o perfil do Twitter, no Brasil, fará enquetes diárias para que todos os usuários possam votar entre os quatro finalistas e escolher os vencedores. Além do público em geral, criadores de conteúdo como Lare (@laressa), Luci Gonçalves (@lucigoncalvesa), Cid (@naosalvo), entre outros, também participarão da campanha, indicando e torcendo por seus favoritos.

Na fase final a equipe do Twitter Brasil deverá indicar os vencedores de acordo com a popularidade de cada concorrente, junto com a equipe do MemeAwards (premiação capitaneada pela Produtora de Canais Flocks). Ainda não há data oficial para o resultado da campanha.

Uma imagem vem confundindo a cabeça de vários usuários do Twitter. O que deveria ser um simples penteado, despertou confusão nas pessoas, que chegaram a confundir o cabelo de uma jovem com um pênis.

A publicação foi feita na última segunda-feira (30). Desde então, mais de 33 mil pessoas curtiram o compartilhamento da Roberta Rocha. "Só dá pra ver uma vez", disse a garota que também se confundiu quando viu a imagem - e parece que não só ela viu algo estranho.

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Veja a imagem e tire as suas próprias conclusões.

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Os internautas adoram um desafio para aquecer as redes sociais. No que se refere à ilusão de ótica, as publicações sempre viralizam e agitam os debates, deixando a internet em polvorosa. Após a busca por um leopardo camuflado repercutir no Twitter, o LeiaJá listou outros desafios que fizeram sucesso na internet. Confira:

O gato dorminhoco

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Mantendo a reconhecida camuflagem dos felinos, um gatinho chamou atenção enquanto tirava um cochilo. A imagem mostra um depósito de talhas de lenha e árvores, e nela o animal repousa. A cor do gato pode confundir mas o animal não passa despercebido aos olhos mais atentos. Após uma examinada minuciosa o gatinho é visto deitado no centro da imagem.

Noite na praia

Um usuário do Twitter, identificado como @nxyxm publicou uma bela foto de uma praia em uma noite de tempestade. Alguns internautas elogiaram o clique, no entretanto, a imagem não se trata de uma paisagem. Após uma série de comentários, o autor do registro revelou que havia fotografado a porta quebrada de um carro e o chão, abaixo do veículo. Mesmo com a confirmação é difícil não enxergar uma praia.

O vestido

Sem dúvidas, o desafio que mais repercutiu -inclusive entre os famosos- foi sobre a cor de um vestido. Na época, a hashtag #TheDress (o vestido) alcançou o topo do Twitter ao criar a dúvida se a peça de vestuário era azul e preta ou branca e dourada. A marca deve ter aprovado todo o alvoroço e revelou que o vestido era azul.

Tênis rosa ou cinza?

Um dos grandes virais no Brasil gerou o mesmo debate, só que referente a um tênis. Muitos internautas afirmaram que o calçado, bem como o cadarço e os detalhes, eram cinza e esverdeado. Entretanto, um filtro aparentemente modificou suas cores. Pois o fabricante divulgou que o tênis era rosa e branco.

Cores da moda

Uma camisa deu seguimento ao debate da moda. Muitas pessoas quebraram a cabeça e "chutaram" que a peça era verde e dourada, azul e preta e até marrom e branca. Porém, a camisa ludibriou a maioria. As cores da roupa são azul e branca.

Qual combina melhor?

Em 2015, a hashtag #TheShoe (o sapato) conquistou o Twitter após uma usuária perguntar qual cor de esmalte ficaria melhor com seu sapato. Ela pôs o calçado ao lado de dois frascos de esmalte violeta e rosa choque. A proximidade dos itens ainda confunde a cabeça de muita gente.

Bolas coloridas

O desafio das bolas coloridas quebra um pouco a cabeça. Na  imagem você vê doze bolas cruzadas por diversas linhas. À primeira vista, as esferas parecem ser de cores diferentes, porém, olhares atentos percebem que todas são da mesma cor.

Em relação à percepção, nosso cérebro relaciona de forma automática as cores com a iluminação do ambiente. Caso interprete que estamos enxergando sob uma luz natural, iremos enxergar de uma determinada cor. Já no caso dele achar que estamos sob iluminação artificial, vamos ver de outra cor. Tal relação confunde os internautas e acaba gerando  a maioria desses desafios.

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Enquanto Washington vetou a Huawei, acusando a companhia de espionagem e pedindo aos seus aliados que fizessem o mesmo, Moscou estendeu tapete vermelho para a gigante chinesa de telecomunicações desenvolver a rede 5G em seu país.

Este mês, a Huawei abriu em Moscou sua primeira zona de testes 5G com a operadora russa MTS. Com sua velocidade muito alta, o 5G é um sonho para os russos, muito dependentes dos celulares, mas também será útil em setores de carros conectados e para reduzir os engarrafamentos.

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Após a rejeição de Washington, a Huawei assinou em junho um acordo para o desenvolvimento do 5G com o grupo de telecomunicações russo, por ocasião da visita do presidente chinês Xi Jinping ao fórum econômico de São Petersburgo.

E isso é apenas o começo: a Rússia, país líder em termos de novas tecnologias em comparação com outros países ocidentais, aspira a implantar redes 5G em todas as suas grandes cidades até 2024.

Zhao Lei, chefe da filial russa da Huawei, é grato ao tratamento das autoridades. "Trabalhamos na Rússia há 22 anos e, especialmente graças à confiança de nossos queridos parceiros, vivemos bem aqui", disse ele durante o lançamento do 5G, acrescentando que sua empresa quer "ser líder no desenvolvimento do 6G".

Número dois mundial de telefonia móvel, a Huawei é considerada uma empresa líder do 5G, a futura geração ultra-rápida de internet móvel.

Uma fonte russa do setor de pesquisa 5G disse à AFP que a Huawei é o maior investidor em inovação de tecnologia móvel na Rússia, com "o maior laboratório de pesquisa entre todas as fabricantes" em Moscou.

De acordo com o jornal econômico russo Vedomosti, a Huawei emprega 400 pessoas em Moscou e 150 em São Petersburgo no campo de pesquisa e desenvolvimento, e pretende contratar mais 500 até o final de 2019 e 1.000 adicionais nos próximos cinco anos.

Mas, segundo vários especialistas, o impulso dado por Moscou à Huawei se deve mais a razões econômicas do que a um avanço real do grupo chinês.

"As operadoras russas estão colaborando com vários fabricantes de 5G, incluindo a Huawei, então não vemos nenhum 'líder' claro para a implantação de 5G na Rússia", disse à AFP Michela Landoni, analista da Fitch Solutions.

As operadoras "preferem essa abordagem para evitar depender totalmente de um provedor específico" e "garantir assim melhor proteção contra ameaças cibernéticas", acrescentou.

- "Frente econômica" contra Washington -

A operadora Tele2 foi a primeira a lançar o 5G na Rússia com a sueca Ericsson em agosto.

Em um contexto de guerra comercial, os Estados Unidos ameaçaram cortar o acesso da Huawei aos componentes e serviços americanos de que precisa, como o sistema operacional Android.

A Rússia não tardou a oferecer seu sistema operacional Aurora ao grupo chinês.

E embora o Android "ainda seja a opção favorita da Huawei", Aurora "pode ser uma solução de curto prazo, e especialmente um trampolim para o desenvolvimento de seu próprio sistema operacional", o HaromonyOS, considerou Michela Landoni.

Segundo Sylvain Chevallier, sócio do escritórioBearingPoint, o desafio geopolítico é "criar uma frente econômica contra os Estados Unidos".

"O fato de falarem sobre o sistema operacional é realmente uma ameaça política. (...) Isso significa: 'seremos autônomos em relação ao monopólio americano dos sistemas operacionais de telefonia móvel no mundo".

Quanto aos riscos de espionagem mencionados por Washington, a Rússia não se mostrou preocupada.

"Muitas pessoas usam telefones Android, um sistema criado pelo Google. Isso significa que o Google tem acesso a todos esses dados? Sim, é claro", disse Evgueni Jorov, chefe do "Wireless Network Lab" da Academia Russa de Ciências. "Então, qual é a diferença entre a Huawei e o Google nesse caso?".

Você pode nem se dar conta, mas se acessa a internet com certa frequência é bem possível que o Google esteja presente na sua vida. Seja no sistema operacional do seu telefone ou até na forma em que você procura informações, a empresa - que celebra seu 21º aniversário nesta sexta-feira (27) - conseguiu virar parte indispensável da vida de quem procura estar conectado. 

A missão inicial do Google era algo como "organizar a informação mundial para torná-la acessível e útil para todos". Seus fundadores, Larry Page e Sergey Brin, conseguiram mais do que criar uma grande biblioteca virtual da informação: criaram ferramentas e serviços para facilitar a vida das pessoas do mundo todo.

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O mais recente serviço criado pela companhia é o Google Play Pass, que oferece exclusividade em jogos e aplicativos feitos para dar aquela “mãozinha” no dia a dia. Se você tem alguma dúvida da presença da gigante, confira nossa lista de ferramentas da empresa que, com certeza, fazem parte do seu cotidiano.

O buscador 

O buscador do Google é - sem dúvidas - o motor de pesquisa na web mais popular da internet, além de ser o principal produto da companhia. Ele foi a primeira criação da empresa, saindo na versão beta em 21 de setembro de 1999. Vinte anos depois continua sendo o mais utilizado, presente em diferentes idiomas. 

Google Maps

Depois que inventaram o Google Maps, se você tiver um celular com internet, é praticamente impossível que consiga se perder por aí. O serviço de pesquisa e visualização de mapas e imagens funciona, inclusive, com fotos de satélite e realidade aumentada, trazendo informações sobre ruas, rotas e estabelecimentos. O Maps é um dos aplicativos pré-instalados nos celulares Android e, atualmente, disponibiliza suas funções em cidades dos Estados Unidos, Canadá, União Europeia, Austrália e Brasil, entre outros.

YouTube

Se você vai procurar assistir um vídeo na internet, qual o primeiro site que lhe vem à cabeça? Provavelmente, YouTube. Ele não foi originalmente criado pela companhia, mas passou a fazer parte dos serviços oferecidos pelo Google em 2006. Seja para criar conteúdo ou para assisti-los, aprender a fazer uma receita ou consertar uma pia de macarrão instantâneo, a rede de compartilhamento de vídeos é uma das melhores formas de entretenimento estilo “faça você mesmo”.

Gmail

No começo dos anos 2000, com a popularização da internet, muita gente passou a usar e-mails para se comunicar (e mandar correntes para os amigos). No Brasil, os usuários alternavam entre domínios de sites como Bol, Uol, Hotmail e Yahoo. Com a chegada do Gmail, em 2004, as pessoas começaram a migrar, principalmente pela capacidade de armazenamento, interface de busca  - mais intuitiva e, após alguns anos, conectividades com outros serviços.

Google Chrome

Outro que tomou conta da preferência da maioria dos usuários da internet foi o Google Chrome. O navegador chegou para competir com o - atualmente - odiado Internet Explorer e com o então queridinho Mozilla Firefox. Em menos de dois anos de uso, o Chrome já era o terceiro browser mais usado do mundo, ele foi lançado pela primeira vez em setembro de 2008, para o Microsoft Windows, e mais tarde foi atualizado para rodar em aparelhos  com Linux, Mac, iOS e Android. 

Google tradutor

Imagine viajar pelo mundo e poder se comunicar em diversos idiomas, ou até traduzir automaticamente sites de outros países. É para isso que serve o Google Tradutor, serviço de tradução instantânea de textos e sites ofertado pelo Google. A empresa introduziu o software de tradução em 2007 e ele vem integrado tanto ao Chorme quanto aos aparelhos Android.

O Facebook está preparando o lançamento em 2020 da Horizon, um espaço social virtual acessível pelas lentes imersivas Oculus, onde os usuários podem se encontrar, jogar e criar seus próprios espaços de interação.

A empresa apresentou nesta quarta-feira suas últimas novidades "VR" ("realidade virtual"), tecnologia em que tem investido desde 2014, quando comprou a Oculus por 2 bilhões de dólares.

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Os membros da nova rede social virtual poderão escolher as características (cor de pele, cabelo, etc.) do "avatar" que os representará no mundo virtual. Esses personagens digitais animados, que somente têm busto, cabeça e braços, como reproduzirão seus movimentos e poderão interagir com outros avatares.

A versão piloto do aplicativo estará disponível no começo do ano. As versões anteriores mais básicas, Facebook Spaces e Oculus Rooms, serão encerradas no final de outubro.

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