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Acionado no começo do segundo tempo, o atacante Hyuri fez sua estréia com a camisa do Sport na tarde deste domingo (19) diante do América. E o debute não poderia ter sido melhor. Aos 49 do segundo tempo, foi dele o gol da virada e da vitória do Leão em cima do América Mineiro, para deixar para trás uma sequencia que já vinha incomodando.

“A gente vinha numa sequencia de falta de vitórias, que estava começando a incomodar. Nosso time é muito bom”, disse o estreante, que foi apresentado no Sport no dia 16 de março, mas ainda não havia entrado em campo.

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Apesar da vitória só ter saído nos acréscimos, jogadores disseram que o jogo não poderia ter tido outro resultado. “Seria injusto se a gente não saísse com a vitória aqui hoje porque nosso elenco é muito qualificado”, disse Hyuri. “Fizemos um grande segundo tempo. A gente mereceu hoje”, completou Guilherme, autor do primeiro gol rubro-negro, de pênalti.

O ex-agente da CIA Tony Mendez, que planejou uma engenhosa operação de resgate de diplomatas americanos no Irã em 1980 e que inspirou o filme "Argo", morreu no sábado, anunciou sua família.

O ex-espião, de 78 anos, estava há mais de 10 anos lutando contra o mal de Parkinson, indicou sua família em um comunicado divulgado no Twitter por sua agente literária, Christy Flecther.

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Mendez será enterrado no estado de Nevada em uma cerimônia privada, informou. Ele morreu em uma clínica médica de Frederick, em Maryland, perto de Washington, segundo meios de comunicação americanos.

Em 1979, quando revolucionários iranianos fizeram reféns na embaixada americana em Teerã, um grupo de diplomatas conseguiu escapar e se refugiou na embaixada do Canadá.

Tony Mendez, especialista da agência americana de inteligência, criou então uma operação de resgate que consistia em lançar em Hollywood a produção de um falso filme, viajar para o Irã fingindo buscar locações e voltar para os Estados Unidos com os reféns.

Em janeiro de 1980, os seis diplomatas deixaram o Irã sãos e salvos. A história desse resgate inspirou o filme de suspense "Argo", que ganhou o Oscar de melhor filme em 2013.

O ator Chris Evans anunciou na sua conta no Twitter anunciar oficialmente sua despedida do personagem 'Capitão América', interpretado por ele há 7 anos. A última participação do ator na pele de Steve Rogers poderá ser vista em 'Os Vingadores 4', com estreia prevista para maio de 2019.

"Oficialmente encerrei Os Vingadores 4. Foi um dia emocional para dizer o mínimo. Fazer esse personagem pelos últimos 8 anos foi uma honra. Para todo mundo diante das câmeras, atrás das câmeras e do público, obrigada pelas memórias. Eternamente grato", escreveu.

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Anteriormente, Chris já tinha dado evidências que pretendia abandonar o personagem. Em maio deste ano em entrevista ao jornal The New York Times ele disse "Você quer sair do trem antes que te empurrem".

Um cão considerado herói por ter salvado vidas após um terremoto em 2016 na região de Amatrice, na Itália, foi morto por envenamento. Batizado de Kaos, o pastor alemão ficou famoso após encontrar diversas vítimas vivas embaixo dos escombros após o tremor, que atingiu 6,2 graus na escala Richter e matou 230 pessoas. 

Fabiano Ettore, dono de Kaos, foi quem levou o cão ao local da tragédia. Durante semanas ele trabalhou no resgate. "Não tenho palavras. Não posso entender essa horrível atitude. Ele estava vivo até pelo menos 2h, eu o ouvi latir", afirmou o italiano, de acordo com reportagem do "Guardian". Ettore encontrou Kaos morto no jardim da sua casa.

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"Mataram o herói que usou as suas quatro patas para encontrar sobreviventes daquele massacre. Kaos salvou humanos, e esses mesmos humanos o envenenaram", desabafou Rinaldo Sidoli, gerente de comunicação da Animalisti Italiani, entidade de defesa dos animais na Itália, em entrevista ao "Guardian". Além do terremoto de Amatrice, Kaos já havia participado de missão de resgate no terremoto de Norcia, um ano depois. Ainda recentemente, o cão ajudou a encontrar um homem perdido. Kaos nasceu em Roma em 2015. A polícia investiga o caso.

O médico e mergulhador australiano que desempenhou um papel crucial no resgate dos 12 jovens e seu treinador de uma caverna na Tailândia descobriu, ao sair da gruta de Tham Luang, que seu pai havia morrido.

Richard Harris, anestesista de 53 anos, se unira à missão de socorro após um pedido de mergulhadores britânicos empenhados na operação, anulando férias já programadas.

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Em Tham Luang, teve a tarefa de decidir a ordem de saída dos 12 adolescentes e do treinador, com base em uma avaliação de suas condições de saúde.

No entanto, ao finalmente sair da caverna - ele foi um dos últimos -, Harris descobriu que seu pai tinha morrido na Austrália enquanto ele estava na missão. Segundo um colega da clínica em que o médico trabalha, o genitor não estava doente no momento da partida do filho. A causa do falecimento não foi informada.

Harris é admirado entre mergulhadores por causa de suas explorações em grutas da Austrália e da Nova Zelândia.

Em 2011, apesar do luto, resgatou o corpo de uma companheira de imersão que falecera por falta de oxigênio em uma exploração, carregando o corpo até a superfície por oito quilômetros.

Da Ansa

Depois de "Os Vingadores", outro super-herói apoderou-se dos cinemas americanos: "Deadpool 2" lidera as bilheterias deste fim de semana com US$ 125 milhões em receitas, de acordo com dados provisórios publicados neste domingo pela empresa especializada Exhibitor Relations.

No filme, dirigido por David Leitch, o herói encarnado por Ryan Reynolds cria sua "X-Force" para proteger um jovem mutante do temível Cable (Josh Brolin).

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Relegada, a uma boa distância, ao segundo lugar, o terceiro capítulo da saga "Os Vingadores", que reúne uma coleção de super-heróis da Marvel para salvar o mundo de Thanos, arrecadou 28,7 milhões de dólares neste fim de semana, elevando seu total mundial acima de 1,8 bilhão.

Em terceiro lugar, "Book Club", com Diane Keaton e Jane Fonda, estreou no ranking com 12,5 milhões de dólares. O filme segue as aventuras de quatro amigas que descobrem "50 tons de cinza" e decidem viver novas experiências.

Em seguida aparece a comédia "Alma da festa", com 7,7 milhões de dólares (31 milhões acumulados). Melissa McCarthy personifica Deanna Miles, uma mãe que está se divorciando e decide retomar seus estudos universitários na mesma faculdade que sua filha.

O thriller "Breaking In" caiu para o quinto lugar, com 6,5 milhões em receita.

Com uma arma curta e várias granadas, Ahmed passa de uma batalha a outra em território sírio. Ele é o herói de um videogame sobre a guerra na Síria, concebido pelo movimento xiita libanês Hezbollah e lançado nesta quarta-feira (28) em Beirute.

O movimento islamita, que luta na Síria junto ao poder de Bashar al-Assad contra rebeldes e extremistas, organizou uma cerimônia nos arredores de Beirute, seu reduto, para apresentar este jogo, intitulado "Defesa sagrada - Proteger a pátria e os santuários" religiosos.

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O jogo reflete "a experiência do Hezbollah na Síria", afirma à AFP um de seus criadores, Hasan Allam, da unidade de meios eletrônicos do movimento, um departamento que já idealizou outros videogames relacionados com a ação do Hezbollah contra Israel em território libanês.

"A ideia nasceu a partir de acontecimentos reais sobre o terreno, tanto na Síria como na fronteira sírio-libanesa, e no Líbano", acrescenta.

O jogo começa com a entrada de seu herói, Ahmed, no santuário de Sayeda Zeinab, um importante lugar sagrado do xiismo situado nos arredores de Damasco e que abriga o mausoléu de uma das netas do profeta Maomé.

O santuário é bombardeado pelos rebeldes e Ahmed, que aparece usando uniforme militar, pega em armas para se unir a seus irmãos de combate no campo de batalha.

- Explicar o que aconteceu -

Por meio das diferentes etapas do jogo, seus programadores escolheram se centrar, principalmente, no grupo Estado Islâmico (EI), embora a inscrição de sua bandeira preta tenha ficado esfumada.

Aliado do Irã e muito influente na vida política libanesa, o Hezbollah é considerado por Washington como um grupo "terrorista". Oficialmente, participa da guerra na Síria desde 2013.

Principalmente graças a este apoio e ao da força aérea de Moscou, o governo de Bashar al-Assad, que não estava indo bem diante dos rebeldes e extremistas, conseguiu reforçar posições no conflito sírio.

Visando sua comercialização, o videogame aponta especialmente para os simpatizantes do movimento xiita libanês.

O objetivo, explica Allam, é permitir que os jogadores entendam "o que aconteceu e o que faziam os combatentes que se 'sacrificaram'".

Quando começou sua campanha na Síria, o Hezbollah justificou sua intervenção alegando a necessidade de defender o santuário de Sayeda Zeinab, um importante local de peregrinação para muitos xiitas procedentes de Irã, Iraque e Líbano.

Mas sua atuação militar evoluiu até se tornar, segundo a retórica do partido, em uma luta contra os grupos "takfiris", um termo árabe que designa os que se permitem qualificar os demais de "apóstatas".

Para o movimento, esta denominação engloba um amplo leque de facções que combatem o governo sírio, desde grupos rebeldes até extremistas do EI.

- Mais de 12 anos -

As batalhas do videogame se tornam cada vez mais complicadas à medida que passam as telas, até chegar à fronteira libanesa, na região de Al-Quseir, onde o Hezbollah admitiu em 2013 ter lutado contra facções insurgentes, muito antes do auge do grupo EI.

O jogo termina com a batalha de Ras Baalbeck, onde o Hezbollah e o Exército libanês travaram duas ofensivas distintas para expulsar o grupo EI de um enclave montanhoso libanês que conquistou na fronteira síria.

Esta batalha terminou no verão de 2017 com a derrota dos extremistas, cujos últimos combatentes foram evacuados para regiões da Síria que fugiam ao controle do governo.

Em uma sala de recreação da periferia sul de Beirute, Husein Mhanna testa o novo videogame do Hezbollah, pensado para maiores de 12 anos.

"Não sei de onde os tiros vêm!", exclama o rapaz de 25 anos, grande fã dos videogames, mas que, no entanto, não conseguiu passar do nível 2.

Assegura que gostou do jogo, acrescentando que "queria atirar contra todo mundo".

A guerra na Síria, que começou em 2011 por conta de uma revolta contra o governo de Bashar al-Assad, ganhou complexidade ao longo dos anos com o envolvimento dos extremistas e de diferentes potências regionais e internacionais. Deixou mais de 340 mil mortos e milhões de deslocados e refugiados.

Cem anos depois da Revolução Bolchevique, a televisão russa exibirá uma série sobre uma de suas figuras mais controversas, Leon Trotski, fundador do Exército Vermelho, assassinado por agentes de Stalin no México.

A rede pública russa Pevry Kanal transmitirá no início de novembro os oito episódios de "Trotski", apresentada esta semana durante o Mipcom, o mercado internacional de conteúdos audiovisuais, que acontece em Cannes. "É a primeira série dedicada a Trotski na história da Rússia", ressaltou Konstantin Ernst, diretor-geral da Pevry Kanal, no Mipcom, onde se reuniu com potenciais compradores, como a americana Netflix. "Ao contrário de Lenin, Trotski se parecia com um herói do Rock and Roll: fuga da prisão, revolução, amor, exílio e morte", destacou.

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Brilhante orador e teórico marxista, Leon (Lev, em russo) Trotski foi um dos principais instigadores, junto com Lenin, da Revolução de Outubro de 1917. Também foi o fundador do Exército Vermelho e um dos artífices do primeiro plano da vitória dos bolcheviques na guerra civil russa de 1918-1921.

Trotski se opunha a Stalin, que fez com que ele fosse expulso do governo e do Partido Comunista e, depois, da União Soviética. O exilado acabou se instalando no México, em 1937, onde um agente de Stalin o assassinou em 1940.

Durante os expurgos estalinistas dos anos 1930, ser acusado de trotskista equivalia a uma morte certa. "É difícil ser objetivo cem anos depois, mas tentamos produzir uma série fundamentada em acontecimentos reais", assegurou o produtor da série, Alexandre Tsekalo, contatado pela AFP por telefone. "Trotski desempenhou um papel sangrento e importante na revolução russa", ressaltou.

Mudança de nome

Interpretado pelo popular ator russo Konstantin Khabenski, um Trotski envelhecido conversa, no primeiro episódio, com um jornalista canadense em sua casa do México. Trata-se, na verdade, do espião espanhol Ramón Mercader, enviado por Stalin para assassiná-lo.

A série mostra, em seguida, sua juventude na cidade de Odessa, atualmente na Ucrânia, onde havia uma importante comunidade judia. Lá, o protagonista da história decidiu mudar seu sobrenome Bronstein por Trotski, que era o do guarda de prisão que lhe espancou em sua juventude.

A "mensagem" da série, segundo Alexandre Tsekalo e Konstantin Ernst, é que "não se deve forçar as pessoas a ir para as ruas" e que "toda revolução significa derramamento de sangue". Uma mensagem que é compatível com a linha oficial do Kremlin, reticente a comemorar o centenário da Revolução de Outubro de 1917 por sua animosidade contra os movimentos populares.

"O Estado não participa na comemoração do centenário, só assiste", destaca Nikita Petrov, da associação Memorial. "A mensagem do Kremlin é que todas as revoluções são ruins, principalmente as financiadas por estrangeiros".

Na série "Trotski", o Ocidente desempenha um papel essencial na revolução, propondo financiar os revolucionários. Em um cena ambientada em Paris em 1902, o teórico marxista russo Alexandre Parvus fala com um espião alemão, que lhe pergunta quanto dinheiro é necessário para "destruir" a Rússia com uma revolução. "Um bilhão de marcos", responde Parvus.

A cena relata "um fato bem documentado", assegura Alexandre Tsekalo. O Ocidente queria destruir a Rússia porque esta "estava se transformando em um país capitalista forte".

O próximo super-herói da DC Comics a chegar na tela do cinema será o Shazam. As filmagens estão previstas para começarem em fevereiro de 2018, e a ideia é que a estreia do filme seja em 2019. O personagem originalmente era chamado de Capitão Marvel, mas por conta de uma decisão judicial terminou adotando o nome Shazam.

Seus poderes são oriundos de seis heróis lendários: Salomão (sabedoria), Hércules (força física), Atlas (resistência, invulnerabilidade), Zeus (poderes mágicos), Aquiles (coragem) e Mércurio (velocidade, capacidade de voo), e as iniciais de cada um formam seu nome. 

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A produção ficará por conta da New Line Cinema, mesmo estúdio de Senhor dos Anéis. Na direção o nome de David Sandberg foi confirmado. O diretor foi o responsável pelos terrores Annabelle 2 e Quando As Luzes se Apagam. Peter Safran, que trabalhou cem Annabelle e Aquaman, será o produtor do longa.

Nomes do elenco ainda não foram divulgados e Dwayne Johnson, que interpretará o vilão Black Adam em outro projeto, não estará no filme. O personagem é arqui-inimigo de Shazam, mas não fará parte do longa. Segundo o ator disse em entrevista ao Fandango, os dois personagens terão filmes solo. “Estamos construindo o mundo dessa forma e então os personagens podem se encontrar em algum momento".

Antes, na agenda da DC e da Warner, haverá o lançamento de "Liga da Justiça", em 16 de novembro, e "Aquaman", em 20 de dezembro de 2018. Para 2020, o estúdio tem programados "The Flash" e dois outros filmes ainda não revelados. E, também de acordo com o THR, Esquadrão Suicida 2  será rodado na metade de 2018, depois de Shazam. 

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O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), comemorou a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do triplex do Guarujá. Para o tucano, “a justiça foi feita” e o “maior cara de pau do Brasil” será “certamente condenado na segunda instância”. A sentença foi divulgada pelo juiz Sérgio Moro nesta quarta-feira (12). 

“A Justiça foi feita. Depois de ter levado o Brasil à maior crise da história e deixar 14 milhões de desempregados, o Lula, maior cara de pau do Brasil, foi condenado a 9 anos e seis meses de cadeia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro”, declarou o prefeito em sua página oficial do Facebook. “Aos petistas, que pensam que podem roubar, mentir, usurpar o povo brasileiro em qualquer tempo ou razão olha aí o que deu. É só a primeira de cinco condenações”, acrescentou.

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Ao comentar a sentença, João Doria também faz elogios a Sérgio Moro. “Ele certamente será condenado em 2ª instância, graças a esse herói brasileiro, o juiz Sérgio Moro”, declarou, pouco antes de ovacionar o magistrado. 

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No processo em que foi condenado, Lula é acusado de receber propina da empreiteira OAS por meio das reformas de um apartamento triplex no Guarujá, litoral de São Paulo. Segundo a Lava Jato, a empreiteira teria pago R$ 3,7 milhões em propinas ao ex-presidente em troca de favorecimento em contratos com a Petrobras.

Durante a fase de coleta dos depoimentos, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro confirmou que o político seria o principal beneficiário da reforma do local. Ao depor a Moro, Lula negou todas as acusações.  Nas alegações finais, inclusive, o advogado de defesa de Lula, Cristiano Zanin, disse que o Léo Pinheiro "jamais poderia ter dado" o imóvel para Lula, pois os direitos do apartamento teriam sido cedidos à Caixa Econômica. 

Um piloto da companhia aérea Aerolíneas Argentinas se tornou um herói ao realizar uma aterrissagem de emergência na Bolívia para salvar a vida de um menino de oito anos que passou mal em um voo que ia para os Estados Unidos. "Tivemos que declarar estado de emergência médica. Se não tivéssemos aterrissado, o desfecho poderia ser outro", disse nesta sexta-feira (2) o piloto do avião no qual o episódio aconteceu, Martin Hugues, ao voltar a Buenos Aires.

O menino, identificado apenas como Matías, estava viajando para a Disney com seus pais e sua irmã e teve que ser hospitalizado com urgência na cidade boliviana de Santa Cruz de La Sierra após sofrer um pneumotórax durante o voo. Após ser operado, o garoto agora está se recuperando na terapia intensiva de um hospital da região.

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"A tripulação me avisou que havia um menino que estava passando mal. Assim, falei com os médicos que os estavam atendendo e concluímos que devíamos fazer o desvio. Declaramos emergência médica e analisamos onde realizar a aterrissagem de emergência", disse Hugues.

O piloto, que também afirmou que "foi emocionante saber que o garoto [já] estava bem", contou que o diagnóstico da primeira médica que atendeu Martín durante o voo foi fundamental. O argentino também elogiou a atenção e disposição dos funcionários do aeroporto de Viru Viru, em Santa Cruz de la Sierra, em especial os do controle aéreo. "A verdade é que temos que agradecê-los. Deixaram tudo fácil para nós", comentou Hugues.

Uma das aeromoças, María Lorena Lecca, contou que a janta havia acabado de ser servida para os passageiros quando a mãe do pequeno disse que seu filho estava mal. "Em seguida, chamamos um médico e, por sorte, havia uma doutora especialista em pneumotórax. Ela foi a primeira que se apresentou e depois apareceram outros dois médicos", disse Lecca. Após a aterrissagem, o menino foi encaminhado ao hospital da cidade boliviana e o avião decolou para Miami, destino original da aeronave. O episódio heroico aconteceu no último dia 31 de maio, mas só começou a ser mais comentado nesta sexta (2).

Recém chegado, ele nem esperava entrar em campo. Ricardo Bueno estava há um bom tempo parado e precisava, segundo ele, de um tempo treinando fisicamente para igualar a condição dos demais atletas do elenco. Mas a necessidade apareceu. Com o cansaço de Pitbull, o camisa 99 foi acionado nos últimos minutos do jogo e não decepcionou. Em um belo cruzamento do agora capitão Tiago Costa, ele subiu e testou firme sem chance para o goleiro do Guarani, garantindo a vitória do tricolor no Arruda.

"Foi em cima da hora. Conversamos com a comissão e devido à saída de alguns jogadores e outros machucados houve esse pedido. Estava há 30 dias parados e minha preocupação era quanto tempo eu ia aguentar, mas o Vinícius conseguiu dozar e deu certo", contou Bueno.

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Sem egoísmo, o herói da noite fez questão de dividir os méritos do seu gol com o lateral Tiago Costa. "Se ele erra um pouco a bola vai pro zagueiro ou passa por cima de mim. Acho que a divisão correta é 50% a 50%", afirmou o atacante.

Bom começo para tirar a desconfiança da torcida

Se o futebol apresentado não foi dos melhores, o resultado serviu para deixar o Santa entre os primeiros da série B, o que na opinião de Ricardo Bueno, é muito importante. "O inicio do campeonato é a parte mais díficil, quando o time tá se conhecendo e se encaixando ainda. Mas o bom começo mostra que vamos brigar em cima", profetizou.

Ainda com pouco tempo de Santa, Bueno se mostrou informado sobre a situação do clube e entendeu o baixo público e os apupos por parte da torcida. "A torcida está um pouco machucada em desconfiada devido ao ano passado. Mas vou me dedicar ao máximo para fazer os gols dar alegrias aos torcedores", prometeu o candidato a novo ídolo coral.

LISBOA - Autor do gol que deu o título a Portugal de campeão europeu em 2016, o atacante Éder confirmou que a vida dele não tem sido fácil na França. O atacante do Lille bem que tentou driblar as perguntas sobre a “marcação” que vem sofrendo, mas acabou dando a entender que os franceses ainda devem levar um tempo para esquecer a derrota sofrida contra os portugueses, em casa, na Euro-2016.

“Não queria bater nessa tecla”, confessou o jogador, na entrevista coletiva desta terça (21), na Cidade do Futebol, em Lisboa, durante a reapresentação da Seleção de Portugal visando o confronto contra o Hungria, sábado (25), pelas eliminatórias europeias. “Mas tem sido uma temporada difícil para mim.”

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Questionado inclusive a respeito de uma possível perseguição da arbitragem francesa, que não vem marcando faltas envolvendo lances do jogador, Éder evitou confirmar a informação, mas também não fez questão nenhuma em negá-la.

“Na primeira temporada foi um pouco diferente. Não havia ainda o episódio da Euro. Tem acontecido muita coisa, mas tenho mesmo é que focar no que tenho a fazer”, respondeu o jogador de 29 anos, nascido na Guiné Bissau, mas com nacionalidade portuguesa.

No primeiro treino de Portugal visando a partida contra a Hungria, Éder voltou a vestir o colete verde dos reservas. Para a imprensa portuguesa, o atacante segue uma espécie de “amuleto” para os momentos difíceis, condição que parece não ser um problema para o jogador.

“Sigo fazendo o meu trabalho e esperando a oportunidade de entrar nas partidas e colaborar”, disse. 

"Na minha primeira época, foi diferente. Não havia o contexto do Euro e este ano tem sido mais complicado. Tem acontecido muita coisa e tenho de focar-me no que tenho de fazer. Dependo de mim para acabar a época em grande", falando ainda da relação com os adeptos franceses.

"É complicado para eles e eu percebo. Mas não quero estar a bater na mesma tecla. Eles têm as razões deles e cabe-me a mim estar feliz pelo que aconteceu. É uma lembrança espetacular mas já passou", concluiu.

Álvaro Filho, Especial para o LeiaJa.com

Milhares de pessoas homenagearam neste sábado o astronauta John Glenn, lenda da conquista espacial - que morreu na semana passada, aos 95 anos -, com uma cerimônia em seu estado natal, Ohio.

Duas mil e quinhentas pessoas compareceram à cerimônia, no auditório da Universidade Estadual de Ohio (OSU), onde Glenn lecionou. Elas puderam assistir a trechos de filmagens e entrevistas com o astronauta, e ouvir depoimentos de pessoas do convívio dele.

O caixão com o corpo daquele que foi o primeiro americano a orbitar a Terra, em 1962, ficou exposto por dois dias no prédio do Senado do estado, em Columbus. A honraria é reservada às maiores autoridades do governo.

O vice-presidente americano, Joe Biden, lembrou com emoção que o amigo "tratava todos com dignidade e respeito. Trabalhei a seu lado no Senado por 25 anos. John foi o homem mais alegre que conheci." "A valentia, graça e humildade que ele exibiu em vida o elevaram além das estrelas", disse o diretor da Nasa Charles Bolden, outro astronauta.

Em cadeira de rodas, a viúva, Annie, chegou à tarde e ficou alguns minutos diante do caixão do homem com quem foi casada por mais de sete décadas. Ela estava acompanhada do secretário de Estado, John Kerry, e do governador de Ohio, John Kasich, candidato nas primárias republicanas.

O corpo do herói será enterrado em abril, no cemitério nacional de Arlington, informou a OSU. A demora é causada por atrasos naquele local, onde estão enterrados mais de 400 mil soldados, ex-soldados e seus familiares, bem como personalidades, como o presidente assassinado John Fitzgerald Kennedy.

O canoísta Isaquias Queiroz, de 22 anos, entrou para a história do esporte brasileiro neste sábado ao se tornar o primeiro atleta do país a conquistar três medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos.

Isaquias conquistou a medalha de prata na prova C2 1000 metros nos Jogos Rio-2016, ao lado de Erlon de Souza. Antes já havia levado a prata no C1 1000 m e o bronze no C1 200 m, nas finais disputadas na lagoa Rodrigo de Freitas.

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Com as medalhas, o baiano superou as façanhas dos atletas brasileiros que subiram ao pódio duas vezes em uma única Olimpíada: os nadadores César Cielo (ouro e bronze em Pequim-2008) e Gustavo Borges (prata e bronze em Atlanta-1996) e os atiradores Guilherme Paraense (ouro e bronze na Antuérpia-1920) e Afrânio da Costa (prata e bronze na Antuérpia-1920).

E, para completar a honraria, Isaquias foi escolhido para ser o porta-bandeira da delegação brasileira na cerimônia de encerramento dos Jogos Rio-2016, no domingo no Maracanã.

Nascido em 3 de janeiro de 1994 no pequeno município de Ubaituba (que significa Terra das Canoas na língua Tupi), a 170 km de Salvador, o atleta perdeu um rim quando tinha 10 anos.

Apelidado de "sem rim" após uma ablação parcial, ele logo passou a ser conhecido como "três pulmões" na canoagem de velocidade.

"A brincadeira veio quando eu perdi um rim aos 10 anos depois de cair de uma árvore", contou à AFP antes da Olimpíada.

"Um ano depois comecei a canoagem. As pessoas achavam que não daria certo, porque achavam que seria uma deficiência. Mas acabei mostrando para o Brasil, para o mundo, que não tem nada de deficiência, não tem nada de problema".

"Então eu acho que implantaram um pulmão a mais em mim durante a operação", diz, aos risos, antes de completar: "Nunca deixei essa dificuldade me atrapalhar no meu rendimento na canoagem".

"Nunca deixei ninguém ganhar de mim para depois eu falar: 'Eu perdi porque só tenho um rim'. Não, eu gosto de competir de igual pra igual. O ruim é quando uma pessoa perde para mim e diz: 'Nossa, perdi para um cara que só tem um rim!"

Aos 17 anos, o jovem canoísta conquistou seu primeiro campeonato mundial júnior na prova dos 200 metros canoa individual, e depois a prata nos 500 m.

Desde então, sua ascensão foi vertiginosa.

Isaquias, que tem cinco irmãos biológicos e quatro adotados, deve muito a seu talento e ao esforço de sua mãe, dona Dilma, que depois de perder o marido se esforçou ao máximo para criar os filhos com seu trabalho de servente na rodoviária de Ubaituba.

O carinho do canoísta ficou claro após as provas nos Jogos Rio-2016 e emocionou o público presente nas arquibancadas da lagoa Rodrigo Freitas.

Carreira

Isaquias Queiroz iniciou sua trajetória na canoagem velocidade no Programa Segundo Tempo, do ministério do Esporte, em 2005. Atualmente conta com benefícios como o Bolsa Pódio.

Ele começou a chamar a atenção no Mundial Juvenil de 2011, quando conquistou uma medalha de ouro e uma de prata.

Nos últimos três anos, nos Mundiais de Duisburg, Moscou e Milão, ele colecionou seis medalhas: três de ouro e três de bronze.

O espanhol Jesús Morlán, que aceitou o convite para treinar a equipe do Brasil em 2013, admitiu que Isaquias, que considerava um "diamante bruto", foi um dos principais motivos que o levaram a preferir a proposta do país.

Atualmente, Isaquias treina com a equipe brasileira na pacata cidade de Lagoa Santa, Minas Gerais, com dedicação exclusiva à canoagem.

"Fico muito feliz por meu nome entrar no livro dos recordes do esporte brasileiro, mas a verdade é que não depende só de mim. A minha equipe toda está de parabéns, se eles não estivessem comigo a vitória não valeria a pena e eu não conseguiria alcançar esses objetivos. Eu dedico essa vitória à equipe da canoagem, que é maravilhosa e não deixou a gente na mão", afirmou neste sábado.

Com apenas 22 anos e uma carreira já repleta de conquistas, o futuro do "sem rim" que virou "três pulmões" tem tudo para ser ainda mais brilhante.

Giovanna Oliveira, cunhada de Ana Hickmann, voltou a se manifestar sobre a acusação de homícidio que seu marido, Gustavo Corrêa, recebeu após mais um desdobramento do caso do ataque contra a apresentadora no dia 21 de maio deste ano. Na noite do último domingo, dia 10, Giovanna publicou uma foto do marido ainda criança e escreveu:

Meu amor, você não merece tanta injustiça, depois de tudo o que passamos, o que precisávamos era um pouco de paz. Eu, sua família, amigos e pessoas que nem conhecemos estamos aqui pra te apoiar sempre! Confiando em Deus que isso vai acabar logo! Te amo mais que tudo!

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Essa não é a primeira vez que a família se manifesta sobre a acusação do Ministério Público de Minas Gerais. Também na rede social, Giovanna Oliviera, Ana Hickmann e Alexandre Corrêa, marido da apresentadora e irmão de Gustavo, fizeram publicações para mostrar indignação com os novos rumos do caso.

No último domingo, dia 10, Ana Hickmann e Giovanna Oliveira também vieram a público falar sobre o caso e em entrevista ao Domingo Espetacular, programa da Record. As duas fizeram um desabafo e se mostraram revoltadas com o indiciamento de Gustavo Corrêa, que acabou matando Rodrigo Pádua, homem que atacou Ana Hickmann e atingiu Giovanna Oliveira:

- Ele não fez nada de errado, ele fez a única coisa que podia fazer. Ele também podia ter tomado um tiro, ter morrido. A gente sabe que a pessoa que foi lá, foi para matar, ele tinha mais cinco balas no bolso, disse Giovanna.

Às lágrimas, Ana Hickmann revelou toda sua indignação pela reviravolta no caso, já que o delegado que assumiu o caso primeiramente havia considerava a atitude de Gustavo Corrêa como legítima defesa e tinha pedido o arquivamento do caso:

- Se o Gustavo não tivesse dado aquele pulo na hora, o homem podia ter continuado atirando, ele só não terminou porque o Gustavo nos salvou. Se Deus não tivesse dado coragem ao Gustavo, que é um homem que nunca teve uma atitude como essa, nós todos estaríamos mortos, eu tinha certeza que eu iria morrer. Que homem em sã consciência, vendo as pessoas que ele ama sendo alvejadas, não ia tomar essa atitude? Ou ia assistir de camarote todo mundo morrer? E agora a gente é culpado? A gente buscou por isso? Ele não é o culpado, ele é meu herói. Ele salvou a minha vida.

O marido de Ana Hickmann, Alexandre Corrêa, também concedeu entrevista ao programa e falou que a família pensou em se mudar de país após o atentado. No entanto, apenas a rotina da família mudou, que agora possui uma segurança mais reforçada e faz menos aparições públicas. Às lágrimas, o irmão de Gustavo Corrêa também mostrou revolta: - Eu acho bom pensarem bem no que estão fazendo, porque estão enlouquecendo minha família.

Até pouco tempo atrás, o mercado brasileiro vivia sujeito à demanda de produção da indústria cinematográfica americana. No entanto, aos poucos, os longas-metragens estrangeiros têm conquistado um espaço significativo no circuito nacional, fazendo possível os primeiros indícios de um confronto direto com Hollywood. Em meados do fim da década de 80 e início de 90, uma avalanche de produções não americanas aportou nos cinemas brasileiros. 

Quando falamos em Rússia, algumas obras obtiveram destaque em âmbito mundial. Feito sob encomenda para comemorar os 20 anos da Revolução Soviética, O Encouraçado Potemkin (1925) do diretor Sergei Eisenstein foi umas delas, bem como as produções Ivan, o Terrível (1944) do mesmo diretor e Guerra e Paz (1967) de Sergei Bondarchuk. 

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Embarcando na onda de super-heróis que têm invadido os cinemas mundo a fora, o diretor russo Sarik Andreasyan investe no lançamento de seu primeiro filme do gênero. Fazendo uso de um gancho histórico com os anos 80, a obra se passa durante a Guerra Fria, quando uma organização secreta chamada “Patriota” cria um esquadrão de super-heróis provenientes de diferentes países integrantes da antiga União Soviética. O filme misturará os gêneros de ação, ficção científica e terror, estrelando Anton Pampushny, Sanjar Madjey, Sebastian Sisak e Alina Lanina, grandes nomes do cinema eslavo. Assista o vídeo e confira mais sobre a produção:

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O Marco Zero do Recife, no Bairro do Recife, receberá no dia 21 de maio uma regata que homenageará um herói contemporâneo de Pernambuco. O prático Nelcy da Silva Campos, que salvou o Recife de uma tragédia em 1935, ao rebocar para o mar um navio carregado de combustível em chamas prestes a explodir o parque de tancagem do Porto do Recife terá seu feito lembrado em competição promovida pela Sociedade dos Amigos da Marinha (Soamar) e pela Flotilha de Veleiros de Oceano (Frevo), com apoio do Cabanga Iate Clube.

A competição será aberta para todos os tipos de barcos que tenham a classificação oceano. A disputa também será válida pelo Campeonato Pernambucano de Velas deste ano. Além de Nelcy, outro homenageado na regata será o nadador paraolímpico pernambucano e recordista de medalhas, Luís Silva.

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A prova contará com o percurso do Marco Zero até a praia de Boa Viagem, de onde retornarão para o ponto de partida. São esperados cerca de 50 barcos participem da regata, que está prevista para começar a partir das 13h.

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Nem mesmo uma torcida insana como a do Palmeiras poderia escrever um roteiro melhor para uma conquista. A loucura pelo clube alviverde deveria ter sido recompensada há muito tempo, mas quis o destino que fosse dentro de sua nova casa o recomeço das vitórias. Nesta quarta-feira, no estádio Allianz Parque, em São Paulo, o palmeirense testemunhou a mudança de patamar de seu time do coração - finalmente o Campeão do Século 20 parece ter retomado seu caminho de glórias. Campeão da Copa do Brasil pela terceira vez, precisou suportar a guerra de nervos proposta pelo Santos, derrotou adversário por 2 a 1 e, mais uma vez nos pênaltis - vitória por 4 a 3 -, teve mais competência para colocar a faixa no peito.

A partida começou com uma atmosfera que beirava a insanidade do torcedor palmeirense. Ela começou elétrica e pulsante, como é para ser disputada uma final com dois gigantes em campo. Com 10 segundos, quase gol do Palmeiras. O volante Arouca tocou para Barrios, que com um desvio na bola deixou Gabriel Jesus de frente para o gol de Vanderlei. O jovem atacante dominou a bola e partiu para o gol. Seu chute, forte, encontrou os pés salvadores do goleiro santista.

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Aos sete minutos, foi a vez do "quase" gol do Santos. O lateral-esquerdo Zeca passou pela marcação de João Pedro e rolou para Marquinhos Gabriel bater firme para excelente defesa de Fernando Prass. No rebote, a bola sobrou para Victor Ferraz bater forte, mas a bola explodiu na trave esquerda da meta alviverde.

A partir daí o Santos foi moldando o jogo ao seu feitio. Mesmo assim, poderia ter levado o primeiro gol aos 27 minutos, quando o meia Robinho recebeu a bola no meio e levantou na medida para Barrios desviar de cabeça - a bola subiu e iria morrer dentro do gol, mas Vanderlei, com um tapinha, mandou para escanteio. Até o final da primeira etapa, foram os visitantes quem deram o tom do jogo.

As equipes voltaram para o segundo tempo com o mesmo ímpeto, mas o jogo mudou aos 11 minutos. Inteligente, o paraguaio Barros recebeu a bola na entrada da área, fez a parede e encontrou Robinho sozinho de frente para o gol. O meia palmeirense só tocou de lado para Dudu, sozinho, apenas desviar a bola para o gol de Vanderlei. O Palmeiras saía na frente.

A briga mental prosseguiu - nenhum dos dois times se lançava ao ataque com tudo, mas o Palmeiras era mais corajoso e foi buscar o segundo gol. Aos 39 minutos, Robinho cobrou falta em jogada ensaiada. Vitor Hugo desviou de cabeça para o meio da área. A bola passou por três defensores do Santos e sobrou para Dudu empurrar para as redes.

Mas o destino prega peças que nem o mais pessimista dos torcedores pode imaginar. Enquanto a torcida do Palmeiras ainda comemorava, o Santos se lançou ao ataque para seu último suspiro e aos 41 minutos conseguiu um escanteio. Marquinhos Gabriel levantou na área, Werley desviou de calcanhar e a bola sobrou livre para Ricardo Oliveira na entrada da pequena área. Ele bateu forte e fez o gol que deu uma sobrevida ao Santos - o jogo iria para os pênaltis.

Como as grandes conquistas merecem roteiros épicos, mais essa o palmeirense precisaria suportar. Mas estava definido - se Dudu foi o herói nos 90 minutos, Fernando Prass seria nas penalidades. Viu Marquinhos Gabriel escorregar e mandar por cima, defendeu o de Gustavo Henrique, viu Rafael Marques perder um e, com a raiva dos campeões, estufou as redes para dar o título ao seu clube. Celebre, palmeirense. Esse título é seu.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 (4) x (3) 1 SANTOS

PALMEIRAS - Fernando Prass; João Pedro (Taylor), Jackson, Vitor Hugo e Zé Roberto; Arouca, Matheus Sales, Robinho e Dudu; Gabriel Jesus (Rafael Marques) e Barrios (Cristaldo). Técnico: Marcelo Oliveira.

SANTOS - Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz (Werley) e Zeca; Thiago Maia (Paulo Ricardo), Renato, Lucas Lima e Marquinhos Gabriel; Ricardo Oliveira e Gabriel (Geuvânio). Técnico: Dorival Júnior.

GOLS - Dudu, aos 11 e aos 39, e Ricardo Oliveira, aos 41 minutos do segundo tempo. Nos pênaltis, Zé Roberto, Jackson, Cristaldo e Fernando Prass acertaram e Rafael Marques errou para o Palmeiras; Geuvânio, Lucas Lima e Ricardo Oliveira acertaram e Marquinhos Gabriel e Gustavo Henrique erraram para o Santos.

CARTÕES AMARELOS - Dudu, João Pedro e Matheus Sales (Palmeiras); Gabriel (Santos).

ÁRBITRO - Heber Roberto Lopes (Fifa/SC).

RENDA - R$ 5.336.631,25.

PÚBLICO - 39.660 pagantes.

LOCAL - Estádio Allianz Parque, em São Paulo (SP).

O busto do prático da barra Nelcy da Silva Campos, que rebocou um navio petroleiro em chamas, evitando uma explosão gigantesca, voltou ao Porto do Recife nesta sexta-feira (29). A cerimônia de reinauguração da obra, que foi colocada em frente ao Terminal Marítimo de Passageiros, contou com a presença de diversas autoridades, amigos e familiares.

A estátua, que havia sido retirada do local por causa das obras de modernização do porto, foi produzida em 2003, como parte de uma homenagem a Nelcy Campos feita pelo 3º Distrito Naval da Marinha, em uma cerimônia alusiva ao Dia Mundial do Marítimo. A escultura, do artista Demétrio Albuquerque, tem 80 centímetros, pesa quase 25 quilos e foi esculpida em resina e pó de mármore.

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Entre os participantes da solenidade estavam o governador e o prefeito do Recife na época em que Nelcy Campos realizou o ato heróico, Roberto Magalhães e Joaquim Francisco, respectivamente, representantes da Marinha e de outras instituições, além de familiares e amigos. "Nelcy Campos era experiente e corajoso e evitou que parte da cidade fosse destruída. Poucas pessoas teriam essa coragem. Por isso, nos emocionamos com essa cerimônia", disse Joaquim Francisco.

Em seu discurso, o comandante do Porto do Recife, Luiz Cláudio Lázaro Dias, destacou que a homenagem tinha como objetivo manter viva a história do pernambucano Nelcy Campos. "Recife recebe o busto de um filho ilustre", enfatizou. Falando em nome da família, Nelcy Campos Filho lembrou a história do pai e acrescentou que "Enquanto existir esse busto a força do pernambucano estará presente".

História - Há 30 anos, no dia 12 de maio de 1985, Nelcy da Silva Campos rebocou para longe da costa um navio petroleiro que, depois um grave incêndio, ameaçava explodir mais de 150 mil metros cúbicos de produtos inflamáveis, armazenados no Parque de Tancagem do Brum.  A situação de risco começou por volta da 1h30 da madrugada de um domingo, quando um dos três tanques do navio explodiu, deixando a embarcação em chamas. Atracado no Porto do Recife, o petroleiro carregava 1.500 toneladas de gás butano, conhecido como gás de cozinha.

O pior é que o incêndio e as explosões em série poderiam atingir o Parque de Tancagem do Brum, que estava a 500 metros do petroleiro e armazenava mais de cento e cinqüenta mil metros cúbicos de produtos inflamáveis. De acordo com os técnicos, uma explosão no local destruiria tudo num raio de cinco quilômetros, atingindo os bairros de Santo Antônio, Recife Antigo, Boa Vista, Brasília Teimosa e Pina.

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