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No próximo sábado (20) é comemorado os 50 anos em que o homem pisou pela primeira vez na Lua. Os astronautas Edwin "Buzz" Aldrin, Neil Armstrong e Michael Collins foram os primeiros a participar da corrida espacial que marcou a história. Para celebrar a data, o Planetário do Parque Ibirapuera, na zona sul da capital paulista, realiza a exposição "Lua à Vista: 50 anos do Primeiro Passo" até o próximo dia 30.

A mostra reúne objetos, revistas e globos, e no dia 29, às 19h30, os visitantes poderão participar de uma conversa com a primeira mãe no espaço, a astronauta Anna Fischer.

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Além de celebrar o cinquentenário do homem na Lua, a mostra utiliza a tecnologia de realidade aumentada para que os visitantes possam se sentir dentro do foguete Saturno V, o mesmo que levou os primeiros homens na missão espacial. Para conferir a programação completa e adquirir o ingresso, acesse o site.

 

Serviço

Exposição Lua à Vista: 50 anos do Primeiro Passo

Quando: de 19 a 30 de julho, das 13h às 18h

Onde: Planetário Parque Ibirapuera – Av. Pedro Alvares Cabral, s/n, Portão 10, Ibirapuera – SP

Uma parceria firmada entre a Fundação Joaquim Nabuco e o Consulado Geral da Alemanha em Recife proporcionará ao público recifense conhecer a exposição "Viagem de Spix e Martius pelo Brasil", do Instituto Martius-Staden. A mostra apresenta a viagem dos naturalistas bávaros Johann Baptist von Spix e Carl Friedrich von Martius, realizada entre 1817 e 1820. A abertura será no próximo sábado (20), na Galeria Massangana, no campus Casa Forte da Fundaj, ficando em cartaz até 19 de agosto.

Saindo do Rio de Janeiro, Spix e Martius percorreram em suas expedições mais de dez mil quilômetros em terras brasileiras, incluindo uma passagem por Salvador, onde escreveram sobre os inúmeros engenhos do recôncavo baiano e também sobre a Festa do Senhor do Bonfim. Ainda no Nordeste, os naturalistas visitaram no Sertão a cidade de Monte Santo, onde puderam estudar o famoso meteorito de Bendengó.

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Enfrentando chuvas torrenciais, ataques de insetos, febres, calor, seca e sede, os cientistas colecionaram cerca de 6.500 espécies vegetais e quase 3.500 espécies de animais, além de peças mineralógicas e etnográficas. Com a publicação da obra Viagem pelo Brasil (em três volumes, publicados entre 1823 e 1831), Spix e Martius tornaram-se referência em muitos assuntos sobre o Brasil oitocentista.

O presidente da Fundaj, Antônio Campos, ressalta que a parceria cultural e educacional com a Alemanha é estratégica para a Fundação. "No plano estratégico da nova gestão, inclusive no momento em que o Mercosul e a União Europeia dão início a um acordo histórico na área econômica de livre comércio, essa exposição é o início da parceria entre a instituição e o Consulado Geral da Alemanha para o Nordeste", afirma.

De acordo com a Cônsul Geral da Alemanha para o Nordeste, Maria Könning-de Siqueira Regueira, a exposição "Viagem de Spix e Martius pelo Brasil" é uma ótima oportunidade para entendermos a relevância dos importantes dados coletados pelos naturalistas alemãs sobre o Brasil do Século XIX. Especialmente em 2019, ano de comemoração dos 250 anos do nascimento do grande naturalista alemão, Alexander von Humboldt.

*Da assessoria

Nesta quinta-feira (27), o Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA) abre a exposição “Pingos, Traços e Cores”, da artista plástica Endy RP, de apenas 10 anos. A exposição estará aberta a visitas a partir das 11 horas, no Espaço Cultural Conselheiro Clóvis Moraes Rêgo, no edifício sede do TCE-PA.

Com o olhar de uma menina de 10 anos, a pequena artista Endy RP tem um jeito ímpar de criar seus desenhos. As pinturas assinadas por ela transmitem o que há de mais puro e belo, a partir da inocência peculiar e característica de uma criança nessa idade. São 30 telas desenhadas com tinta, caneta e lápis de cor.

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Endy conta que a paixão pela arte começou cedo, quando tinha apenas 3 anos. A artista mirim começou a observar o trabalho do pai como artesão, e resolveu também criar a sua arte. Endy iniciou sua trajetória “expondo” desenhos nas paredes de casa, o que se tornou, também, uma diversão.

O tempo passou e, aos 7 anos, a pequena artista voltou sua imaginação para os desenhos “Anime” e o Mangá”. Desde então, com a ajuda da mãe e da irmã, ela desenvolveu seu próprio estilo.

“Minha inspiração vem das pessoas e da diversidade. Sonho ser professora de desenho e continuar minha carreira de artista”, disse a artista.

Serviço

Exposição “Pingos, Traços e Cores”, de Endy RP.

Data: 27 de junho de 2019. Horário: 11 horas.

Local: Espaço Cultural Conselheiro Clóvis Moraes Rêgo – Edifício- sede do TCE-PA (Tv. Quintino Bocaiúva, nº 1585, bairro de Nazaré).

Por Alcione Nascimento, da assessoria do TCE-PA.

Aos 20 anos de idade, morando e estudando em Nova York, Estados Unidos, Sasha Meneghel não esconde ser muito mais do que apenas a filha de Xuxa Meneghel. Ela é capa da mais nova edição da revista Ela, do O Globo, e decidiu abrir o jogo sobre algumas questões pessoais como feminismo, machismo, exposição e sexo.

Após crescer, de certa forma, longe da fama, Sasha conta que se sua exposição era inevitável. Assumidamente apaixonada por moda, ela abriu suas redes sociais em outubro de 2016, momento em que estreou nas passarelas durante o desfile da Coca-Cola Jeans, na São Paulo Fashion Week, e desde então não parou mais. Ainda assim, não nega que está em busca de suas próprias conquistas e espaço: - Damos valor se corremos atrás do nosso sonho, independentemente de qual seja ele.

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Hoje, a jovem já tem uma linha de joias com seu nome para um grife de luxo, estuda numa das mais prestigiadas faculdades de design de Nova York, a Parsons, e faz parte do time de modelos da Way Model, agência que cuida das carreiras dos tops Carol Trentini, Alessandra Ambrosio, Candice Swanepoel e Marlon Teixeira. Questionada sobre sua fama de tímida, ela conta que nunca criou uma espécie de personagem na hora de modelar: - Não criei uma outra Sasha para poder fotografar. Em cada trabalho, tento encontrar uma atitude diferente. Não criei outra pessoa. É uma boa ideia... Poderia fazer isso, mas ainda não fiz!. Em seguida, ela também falou sobre sua relação com o espelho, afirmando que se sentir bem com nós mesmos é essencial: - Sendo sincera, claro que ainda há coisas que eu quero mudar aqui e ali. Mas o importante é se sentir confortável em nossa pele.

Sobre feminismo, ela foi clara: - Todo mundo deveria ser feminista. É sobre igualdade entre gêneros, respeito, admiração e carinho. Em Nova York, não é que seja melhor, acho que todo lugar ainda tem problemas em relação ao machismo, só que no Brasil é algo que acontece com muita frequência e de uma forma explícita, e, muitas vezes, a sociedade aceita. Na sequência, Sasha fala se já sofreu algum tipo de assédio e declara sua opinião sobre o ato: - Se passei, não deve ter sido algo exagerado. Mas imagino que eu provavelmente não teria dado muita bola, não deixar isso me atingir de nenhuma forma e sentiria pena da pessoa que ainda tem esse pensamento tão antigo e pequeno, que permite que ideias machistas guiem suas atitudes. Dá pena. Por fim, questionada sobre se acha que o sexo está muito banalizado hoje, disse: - Sexo é sexo, fazer amor é fazer amor. É isso!.

A artista plástica Adriana Varejão terá pela primeira vez um conjunto significativo de sua obra exposto no Recife. A mostra "Adriana Varejão – Por uma retórica canibal" foi exibida em Salvador, entre abril e junho deste ano, e agora aporta na capital pernambucana, com abertura agendada para o dia 28 de junho, às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM), na Rua da Aurora, centro. A exposição ficará em cartaz, com visitação gratuita, até 8 de setembro, seguindo, posteriormente, para outras cidades fora do eixo Rio-São Paulo. 

Com curadoria de Luisa Duarte, a mostra faz parte de um projeto que pretende descentralizar o acesso à importante produção da artista carioca, exibindo 25 obras dos seus mais de 30 anos de trajetória, realizadas entre 1992 e 2018. Trata-se de um conjunto significativo de sua produção, que inclui trabalhos seminais como Mapa de Lopo Homem II (1992-2004), Quadro Ferido (1992) e Proposta para uma Catequese, em suas Partes I e II (1993).

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O recorte curatorial da exposição, que descortina diferentes fases de produção da artista de modo a levar um conjunto relevante de sua obra pela primeira vez ao Recife, busca enfatizar como muito antes dos estudos pós-coloniais estarem no centro do debate da arte contemporânea, Adriana Varejão já desenvolvia uma pesquisa cuja inflexão está centrada justamente em uma revisão histórica do colonialismo.

Essas questões levantadas pela artista encontram eco na história colonial pernambucana, marcada por sua forte vocação e tradição na monocultura da cana-de-açúcar no período, a presença dos holandeses e a disputa pela terra, e as revoltas insurgentes contra Portugal. O título da exposição faz referência ao vínculo da sua obra com a tradição barroca. A retórica é uma estratégia recorrente do barroco, sendo um procedimento que busca a persuasão. 

 Se o método rendeu obras e discursos suntuosos e exuberantes, a favor da narrativa cristã e do projeto de colonização europeu, a retórica canibal, ao contrário, se apresenta como um contraprograma, uma contracatequese, uma contraconquista. Trata-se de uma ruptura com as formas ocidentais modernas de pensamento e ação, em busca dos saberes locais, como o legado da antropofagi a. Saem de cena o ouro e os anjos (tão presentes em igrejas barrocas no Recife e em Salvador), entram em cena a carne e toda uma cultura marcada por uma miscigenação por vezes violenta. 

A seleção de trabalhos revela ainda a rede de influências que atravessa a obra da artista: do citado barroco à China, da azulejaria à iconografia da colonização, da história da arte à religiosa, do corpo à cerâmica, dos mapas à tatuagem, vasto é o mundo que alimenta a poética de Adriana Varejão. Ao longo da exposição comparecem trabalhos de quase todas a s séries produzidas pela artista, tais como: Proposta para uma Catequese, Línguas e cortes, Ruínas de Charques, Pratos, Azulejões e Terra Incógnita. 

"Desde os anos 1980, quando comecei a pintar e pesquisar sobre o barroco, tomei como referência várias igrejas do Recife. Algumas imagens sempre permaneceram dentro de mim e as carrego até hoje, como o altar da Basílica de Nossa Senhora do Carmo, a azulejaria do Convento de Santo Antônio, ou mesmo o teto da Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares", relembra Adriana.

A mostra vai ocupar todas as salas de exposição do MAMAM. No andar térreo, o público poderá ver a instalação em vídeo Transbarroco (2014). Nos demais andares, as outras obras serão dispostas junto com um conjunto de textos curtos, que descrevem e contextualizam cada uma delas, funcionando como ferramenta de mediação com o visitante. O público também poderá conferir um site specific da artista, que não está na seleção curatorial, mas que faz parte do acervo do museu: Panacea Phantastica (2003).

Serviço

Exposição Adriana Varejão – Por uma retórica canibal

28 de junho (abertura) | 19h às 22h

29 de junho a 8 de setembro (visitação) | De terça a sexta, das 12h às 18h / Sábados e domingos, das 13h às 17h

Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães / MAMAM Rua da Aurora, 265

Entrada gratuita

Informações pelo telefone 3355-6870

*Da assessoria

Uma Amazônia múltipla e que ultrapassa limites territoriais. Essa foi a inspiração para que alunos do curso de Bacharelado em Moda da UNAMA – Universidade da Amazônia criassem a exposição Afluentes. Ao todo, 15 acessórios feitos com matérias-primas amazônicas vão ser apresentados para o público, entre os dias 18 de junho e 4 de julho, no Espaço São José Liberto. A programação começa às 16 horas e tem entrada gratuita.

Os temas centrais das coleções são: Encontro do Rio Negro e Solimões; as encantadas Mariana, Jarina e Erondina; as águas do Rio Amazonas; Flor de Juçara; Aves amazônicas e a vida no Jacarandá Copaia. As produções fazem parte da grade curricular da graduação e foram divididas em seis projetos. 

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Cada equipe desenvolveu peças que remetem a símbolo culturais da Amazônia. Nas experimentações, bolsas, brincos e colares foram desenvolvidos à base de madeira, gemas, palha, escama de peixe, resina com palha e flor de açaí.

Para a professora do curso de Moda da UNAMA, responsável pelo projeto, Yorrana Maia, o trabalho durou seis meses entre pesquisa, processo criativo, montagem e finalização. “As coleções foram desenvolvidas a partir da reflexão sobre a temática Amazônia, no diálogo entre o local e o global. É a primeira vez que fechamos esse tipo de parceria com o Polo Joalheiro, do Espaço São José Liberto, com peças exclusivas. A pesar de não ser obras para venda, a proposta é mostrar ao público o que a universidade tem desenvolvido e incentivar um desejo pelo consumo local”, destaca a especialista em Moda como fator cultural.

A coordenadora do Curso de Moda, Dula Lima, faz o convite. "Vale muito a pena conferir os resultados expostos. É com imensa satisfação e alegria que abrimos espaço para virem conhecer o trabalho lindo desenvolvido pelos bacharelandos talentosos, sob a orientação da inspiradora docente", finaliza a gestora. 

Serviço

Exposição Afluentes – UNAMA.

Data: 18 de junho a 4 de julho.

Horário de visitação: 9 às 18h.

Local: Espaço São José Liberto (Praça Amazonas, s/n – Jurunas).

Entrada gratuita.

Por Rayanne Bulhões/ Ascom UNAMA.

 

Um pequeno resumo do acervo fotográfico e o relato da história factual do centenário do Colégio Alfredo Dantas (CAD), a mais antiga instituição particular de ensino de Campina Grande, foi reunido na exposição "CAD 100 anos". A mostra, que acontece de 17 a 24 de junho, será exibida no Shopping Luíza Motta, no bairro Catolé, na cidade paraibana.

De acordo com o diretor do Alfredo Dantas, o professor Paulo Loureiro, o objetivo é expandir a mostra de significativos registros do CAD para toda comunidade campinense. "Durante 100 anos nós exercemos uma enorme importância na formação educacional de milhares de pessoas que passaram pela instituição, sejam alunos ou professores. Um pouco dessa história merece e deve ser compartilhada", afirmou.

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"Durante esse período o CAD vem oferecendo, das mais diversas formas, uma valorosa contribuição à educação campinense, destacamos o papel dos professores que se dedicaram ao ensino e a formação de milhares de alunos, contribuindo de forma direta para o desenvolvimento da cidade de Campina Grande e da Paraíba", finalizou o diretor.

O Shopping fica aberto de segunda a sábado, das 9h às 20h, e no domingo, das 11h às 18h. Os interessados ainda podem acessar a exposição de forma virtual.

*Da assessoria

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O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) completou 30 anos. Para comemorar, a Superintendência do Pará promoveu uma exposição, no Shopping Bosque Grão-Pará, com fotos das atividades desenvolvidas pelo Instituto, além dos materiais utilizados na fiscalização e atividades de educação ambiental. 

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As crianças que passaram pela mostra também ganharam o gibi “Chico Bento: De Olho na Natureza”, que conscientiza as pessoas sobre os cuidados com o meio ambiente e busca ensinar as crianças para que, desde cedo, cuidem do meio ambiente.

A Orquestra Sinfônica da Guarda Municipal de Belém levou música para as pessoas que visitavam a exposição. “Foi perfeito. Eles deram toda a estrutura que a gente precisa, a logística, as cadeiras, água, as condições mínimas que a gente precisa para fazer uma boa apresentação. O local que eles escolheram também, porque no shopping tem centenas de pessoas passando ali, e foi bem centralizado. É o que a gente gosta, a gente gosta de tocar para o público”, disse Alex de Mendonça Maia, maestro da banda de música da Guarda Municipal de Belém.

Para o maestro, participar do evento é importante para conhecer a importância da conscientização para preservar o meio ambiente. “Manter os recursos naturais faz parte do esforço e educação de cada individuo. Parabéns pela iniciativa em defesa do nosso planeta. A Guarda Municipal de Belém ficou honrada em contagiar esse ambiente através da música”, afirmou Alex.

Para Clivia Araujo, superintendente do Ibama no Pará, o evento mostrou à sociedade de Belém e região metropolitana a importância do trabalho do órgão em prol do meio ambiente. “Uma das linhas de atuação do Ibama é a educação ambiental e combate a incêndios florestais. Trabalhamos com comunidades inseridas em projetos de assentamento federal e terra indígenas. Temos ainda os trabalhos desenvolvidos pela fiscalização ambiental no combate a crimes ambientais, como desmatamento e tráfico de animais silvestres. Estamos mostrando um pouco da realidade do nosso Estado”, afirmou.

O Ibama é uma isntituição que tem como missão proteger o meio ambiente, garantir qualidade ambiental e assegurar a sustentabilidade no uso dos recursos naturais, executando ações de competencia federal e tem como visão ser referência na promoção do desenvolvimento do país. 

A exposição Tengo Lengo Tengo, que seria lançada nesta quarta-feira (13) no Museu Cais do Sertão, localizado na Avenida Alfredo Lisboa, foi adiada por conta das fortes chuvas que afetaram toda a Região Metropolitana do Recife

Em nota, a organização afirmou que a mostra acontecerá no próximo domingo (16), juntamente com o lançamento da biografia do padre João Câncio. Confira o comunicado na íntegra:

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"Em virtude das fortes chuvas que acometeram o Estado, a Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco, anuncia o adiamento da exposição Tengo Lengo Tengo, e o lançamento da biografia do padre João Câncio, que aconteceria nesta quinta a noite no Cais do Sertão. A mostra e lançamento do livro acontecerão no domingo, às 14h, mesmo dia em que acontece a Missa do Vaqueiro, no Cais do Sertão."

O Villa Cozinha de Bistrô, localizado no Shopping Tacaruna, em Olinda, resolveu juntar gastronomia e artes plásticas. Inaugurada no último dia 6, a exposição "Eu Vi Lá", dos artistas Sandro Maciel e Fábio Rafael, segue até o próximo dia 30 com os trabalhos espalhados por todo o ambiente do restaurante.

Batizado "Nossos Artistas", o projeto abraçado pelo chef Joca Pontes recebeu a curadoria de Márcia Cabral. A mostra de Sandro e Fábio transporta uma narrativa contra a velocidade, e que são apresentadas através de pinturas oscilantes. 

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Olindense, Sandro Maciel realiza os seus trabalhos inspirados no mundo lúdico de brincadeiras infantis, além de combinar imagens de paisagens de pontos de Pernambuco. Já Fábio Rafael atua nas mais diversas linguagens artísticas, como pintura, desenho, gravura, objetos, fotografias e performance. 

Serviço

Exposição "Eu Vi Lá"

Até 30 de junho | 19h

Villa Cozinha de Bistrô – Shopping Tacaruna

Paisagens do subúrbio do Recife, do sertão e agreste pernambucanos dão forma à exposição O Silêncio do Bairro, do artista plástico Maurício Arraes. A mostra fica em cartaz na Arte Plural Galeria até o dia 10 de agosto.

Com mais de 50 anos de experiência nas artes plásticas, Arraes passou os últimos três trabalhando em O Silêncio do Bairro. A mostra conta com 32 quadros que se pretendem a refletir espaços e pessoas do cotidiano de maneira diferente.

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As obras se dividem entre pinturas em tela acrílica e desenhos, com quadros menores de 30x60 cm, até painéis de 1,70x1m. São várias cenas do dia a dia, com construções, figuras humanas, momentos corriqueiros na busca da revelação de sentimentos e emoções.

O Museu Mais Doce do Mundo chega a São Paulo no dia 20 de junho. A instalação com 15 ambientes de temática açucarada, já passou por Lisboa e fica em cartaz até 18 de agosto, em setembro a exposição segue para o Rio de Janeiro.

A mostra batizada de “Diga Sim à Felicidade” possui salas lotadas de rosquinhas, sorvetes e outras guloseimas cenográficas em versões ampliadas e até uma piscina de marshmallow, não comestível mas altamente instagramável. Também há um espaço dedicado aos doces tradicionais brasileiros, como o quindim e o brigadeiro. Em alguns ambientes as guloseimas são reais e os visitantes poderão degustá-las.

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As visitas são organizadas em grupos de 20 pessoas, a cada 10 minutos, com duração de uma hora aproximadamente. Os ingressos podem ser adquiridos pela internet ou na bilheteria do evento. A cada ingresso vendido, R$ 0,50 serão doados para a instituição “Renovatio”, que promove exames de vista e doação de óculos de grau para crianças e adolescentes.

 

Serviço

O Museu Mais Doce do Mundo

Quando: 20 de junho a 18 de agosto, das 11h às 21h (terça-feira a domingo)

Endereço: Rua Colômbia, 157 – Jardim América – São Paulo

Ingresso: https://www.eventim.com.br/

A parceria entre o fotógrafo mineiro Eustáquio Neves e o pernambucano Iezu Kaeru, que resultou no projeto O Jogo da Bola, inaugura uma exposição, nesta terça (4), em Diamantina, Minas Gerais. Após passar pelo Festival de Fotografia de Tiradentes, também em Minas, a mostra aporta na cidade patrimônio cultural da humanidade retratando o futebol de várzea de Pernambuco.

O projeto é resultado de uma pesquisa realizada em 20 comunidades do Recife, capital pernambucana, entre os anos de 2016 e 2017. Os fotógrafos registraram detalhes e particularidades do futebol de rua em uma verdadeira homenagem aos 'atletas' e campos de várzea.

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Em Diamantina, a exposição fica em cartaz até o dia 4 de julho, na Galeria Martha Moura do teatro Santa Izabel. A instalação da mostra forma um simulacro de jogo de futebol, que proporciona um ambiente imersivo, convidando o visitante a sentir-se dentro de um campo.

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A exposição “Da Ação à Palavra”, da Organização Internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF), abriu as portas em Belém. A mostra apresenta 15 fotografias da atuação da MSF desde a origem, na guerra de Biafra (conflito separatista na Nigéria, no fim dos anos 60, que provocou um milhão de mortes), até as crises atuais no Iêmen e no Mediterrâneo. A exposição está no Teatro Estação Gasômetro e vai até 25 deste mês, sempre de terça-feira a domingo, das 9 às 18 horas.

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Além da exposição, o MSF abriu um calendário de atividades na capital, em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado do Pará (Secult) e a Cargosoft. A mostra clareia crises esquecidas e realidades em que a ajuda humanitária é a única forma de populações terem acesso a cuidados de saúde. “Falar sobre isso é uma missão do MSF, porque o silêncio diante dessas situações pode significar a morte de milhares de pessoas. Muitas vezes é preciso falar sobre as crises esquecidas e negligenciadas para atrair mais ajuda a essas pessoas”, disse Diogo Galvão, coordenador de eventos de MSF.

Segundo Diogo, a proposta do MSF é, além de salvar vidas e aliviar o sofrimento da população, dar voz e divulgar abusos. “Na nossa essência está a comunicação. A gente desenvolve diversas iniciativas nessa área, entre elas atividades como exposições. A proposta é trazer a comunicação sobre as principais crises humanitárias em que a gente atuou. Belém esteve na nossa rota. A gente faz esse tipo de atividade pelo país todo. Identificamos que seria muito interessante essa parceria com a cidade, com a Secretaria da Cultura, receber a exposição”, explicou o coordenador.

No mesmo dia da abertura da exposição (31), o MSF promoveu uma sessão de cinema com o filme “Fogo nas Veias”, de Dylan Mohan Gray, no auditório do Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa). Após o filme houve debate sobre o documentário. “Ele fala (o filme) da luta do médico sem fronteira para tornar os medicamentos contra HIV disponíveis para uma população altamente vulnerável. A gente percebe que durante muitos anos o HIV só podia ser tratado por pessoas que podiam pagar pelo remédio e existia uma grande dúvida em relação à necessidade e à possibilidade de as pessoas mais pobres terem acesso ao tratamento”, explicou Rafael Sacramento, médico infectologista que trabalhou enfrentando o HIV em Moçambique, com os médicos sem fronteiras, e debatedor.

Segundo Rafael, o bom resultado da atuação do MSF, que começou em 1996, é fruto da luta pela quebra de patente para tornar os medicamentos disponíveis para as pessoas que não podiam pagar. “O que a gente vive hoje, as pessoas vivendo com HIV, a gente considerar o HIV uma doença crônica, é tudo fruto disso, e esse filme retrata o processo histórico que a gente precisou enfrentar, lutando contra o monopólio das indústrias farmacêuticas, lutando contra essa visão da doença da pessoa como lucro”, afirmou o médico.

Rafael explica que o Médicos sem Fronteiras continua na luta com a campanha de acesso aos medicamentos. “A gente sabe que existe um comércio dos medicamentos. Os medicamentos vão para as prateleiras das farmácias custando muito mais do que o necessário para produzi-los”, disse.

O MSF é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Existe deste 1971, quando foi criada por jovens médicos e jornalistas, na França. Os criadores da MSF atuaram como voluntários no fim dos anos 60 em Biafra, na Nigéria, onde perceberam as limitações da ajuda humanitária internacional.

A organização associa ajuda médica e sensibilização do público sobre o sofrimento de seus pacientes, para dar visibilidade a realidades que precisam de atenção e mudança emergencial. Em 1999, o MSF recebeu o prêmio Nobel da Paz e está presente em mais de 70 países. Conta com mais de 45 mil profissionais de diversas áreas e nacionalidades e 96% de seu financiamento vêm de doações de indivíduos e da iniciativa privada.

Profissionais de jornalismo e estudantes de comunicação também participaram do seminário “Comunicando Crises Humanitárias – Como cobrir conflitos armados, desastres naturais e epidemias”, na manhã de sábado (1), no Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa). “O seminário mostrou o trabalho de produção de conteúdo de MSF nesses contextos, falou do tipo de comunicação e cuidados com as mensagens sobre essas populações mais vulneráveis, além de trazer ao público depoimentos em vídeo de profissionais de imprensa que estiveram em campo realizando a cobertura de algumas crises humanitárias”, explicou o coordenador de Imprensa de MSF, Paulo Braga.

O seminário contou ainda com a sessão “Talk-Show com MSF”, que foi conduzido por Renata Ferreira, jornalista e professora da UNAMA - Universidade da Amazônia, e teve como entrevistados Rafael Sacramento, o médico infectologista, e Junia Cajazeiro, pediatra. Ambos são profissionais de MSF e atuaram em projetos da organização na África, Oriente Médio e Ásia.

Quem tiver interesse m conhecer mais sobre a Organização, basta acessar o site https://www.msf.org.br/

Serviço

 Exposição "Da Ação á Palavra".

Local: Teatro Estação Gasômetro – Avenida Magalhães Barata, 830 - São Brás, Belém. Data: de 31/05 (sexta-feira) a 25/06 (terça-feira). Horário: Terça a domingo, das 9h às 18h (horários podem variar conforme agenda de atividades do teatro). Entrada: gratuita.

 

  De 6 de junho a 3 de julho, a capital de Portugal, Lisboa poderá conhecer a obra do artista visual recifense Raoni Assis. A mostra ficará em cartaz na Fábrica Braço de Prata - centro cultural que ocupa as instalações de uma antiga sede militar, na Zona Oriental da cidade. Esta é a primeira vez que o artista expõe fora do Brasil.

Com uma composição marcada pelo traço forte e cheio de cores, a exposição foi intitulada ‘Marginal’. Algumas obras do artista são inspiradas por textos como “O Soneto do Desmantelo Azul”, de Carlos Pena Filho, “O Cântico Negro”, de José Regio, e “As três Flores da Esperança", do subcomandante Marcos.

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Raoni já realizou diversas exposições individuais e coletivas no Brasil. Em 2014, ele foi o responsável pelo cartaz oficial da Sede Recife para Copa do Mundo da FIFA- Brasil e 2016 idealizou a identidade visual da decoração do Carnaval de Olinda.

Para comemorar  os 50 anos da TV Cultura completa 50 anos, a emissora promove em São Paulo a exposição "Entra que lá vem história", com 40 ambientes dedicados a mais de 50 programas exibidos pelo canal, como “Vila Sésamo”, “Castelo Rá-Tim-Bum”, “Roda Vida”, “Viola Minha Viola” e “Metrópolis”, entre outros.

É possível visitar a casa de Lucas Silva e Silva, do "Mundo da Lua", e dar uma olhada em seu telescópio, dar uma volta pela fazenda “Cocoricó” e conversar com Júlio e a bicharada no paiol, tornar-se âncora do “Jornal da Cultura” e até mesmo mergulhar no oceano de “Glub Glub”. “Buscamos dar ao público um presente à altura de um marco tão primoroso, unindo todas as nossas grandes marcas em uma única mostra. Quem for à exposição fará um mergulho por suas memórias televisivas mais preciosas, marcantes e afetivas, símbolos de determinados períodos da vida”, afirma o presidente da TV Cultura, Marcos Mendonça.

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Uma das mais importantes figuras da produção infantil da emissora é o escritor Flávio de Souza, que é curador da exposição, cocriador de “Castelo Rá-Tim-Bum” e roteirista dos programas “Mundo da Lua” e “Ilha Rá Tim Bum”. Além do trabalho por trás das câmeras, ele também é querido por gerações por seus trabalhos com personagens como o cientista Tíbio e o tio Dudu, de "Mundo da Lua". “Eu escrevo muito desde os 20 anos, antes eu só pensava em ser ator, mas eu descobri que tinha facilidade para inventar personagens e escrever, comecei escrevendo peças de teatro, histórias para revistas e livros infantis. Por causa dos livros e uma peça de teatro me chamaram na TV Cultura para participar de um programa e daí em diante uma coisa puxou a outra”, conta.

Serviço

"Entra que lá vem história" - Exposição comemorativa dos 50 anos da TV Cultura

Data: até 22 de setembro de 2019 

Site: www.expotvcultura.com.br

Local: Shopping Eldorado - Av. Rebouças, 3970 - Pinheiros - São Paulo

Visitações: de terça a sexta-feira, das 12h às 22h (última sessão às 21h30) 

Sábados e feriados, das 10h às 22h (última sessão às 21h30) 

Domingos, das 12h às 21h (última sessão às 20h30)

Ingressos: R$ 24,00 (inteira) / R$ 12,00 (meia)

Classificação: Livre

 

 O Shopping Recife, localizado na Zona Sul da cidade, recebe a partir desta segunda-feira (27) uma exposição que homenageia o bairro de Boa Viagem. Pelo olhar do fotógrafo Bruno Recifense, 12 obras ficarão expostas no piso L1, próximo ao restaurante Tio Armênio.

O projeto faz parte do movimento Amigos de Boa Viagem, idealizado pelo empresário Paulo Muniz. “A ideia da mostra é chamar atenção para a beleza de Boa Viagem que deve ser cuidada e mantida. As fotos de Bruno Recifense inspiram e motivam uma luta por um bairro melhor”, diz Paulo.

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As obras estarão disponíveis à venda e parte do valor será destinado ao Instituto Shopping Recife para apoio em projetos sociais. A exposição segue até o próximo domingo (2).

Serviço

Exposição fotográfica- Boa Viagem 

Segunda (27) a Domingo (2)

Shopping Recife (R. Padre Carapuceiro, 777 - Boa Viagem, Recife) 

*Com informações da assessoria

Até 30 de junho, o Museu da Imagem e do Som (MIS) recebe a exposição "Limbus", do fotógrafo brasileiro Gustavo Gusmão, 34 anos. Composta por 19 fotografias, a mostra é um projeto realizado nas Filipinas sobre seis mil pessoas que moram nos cemitérios da capital, Manila.

Curiosos e tristes ao mesmo tempo, os cemitérios são grandes comunidades à margem da sociedade. Com sua própria estrutura e funcionamento, esses lugares comportam pequenas moradias, escolinhas, mercadinhos, botecos e muitos barracos, em situação de extrema pobreza. "São várias faces do mesmo lugar. Na mostra, trouxe de tudo um pouco, desde as coisas mais difíceis até o que tem vida. O cemitério não é só tragédia e pobreza, também tem vida. Não quis focar apenas a tristeza, mas os dois lados da história", reflete Gusmão.

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Apelidados de skeletons, zombies ou cemitery people, acredita-se que no maior deles, o North Manila Cemitery, moram aproximadamente duas mil pessoas. "O ambiente é um lugar de extrema pobreza e tem, ao mesmo tempo, vida e morte. Onde tem pobreza, tem enterro de pessoas, tem ossos humanos, mas também tem gente vivendo ali. Acho que a mensagem de tentar mostrar o que acontece nesse lugar e denunciar de alguma forma é o mais importante", conclui.

Os rostos que carregam traços da cultura brasileira são o tema da exposição fotográfica “Memórias”, que será inaugurada nesta segunda-feira (20) às 21h na Univeritas/UNG. As imagens foram produzidas por alunos do primeiro semestre do curso de Fotografia, sob orientação dos professores Maria Aparecida Ruiz e Daniel Herrera.

Os universitários entrevistaram os retratados e os depoimentos serão expostos junto às fotos impressas, que foram costuradas com um barbante vermelho para representar o sangue do povo brasileiro e seus laços.

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“Propomos o desenvolvimento de retratos que valorizam os fragmentos de memórias dos entrevistados, enfocando a propensão da câmera fotográfica de combinar verossimilhança com metáfora, que sempre favoreceu o uso da fotografia no jogo de aparências que define o universo do retrato”, explica o professor Herrera.  “Foi importante analisar quem eram os retratados, gerando como resultado a produção física de um material no qual o foco são as memórias particulares”, afirma.

Serviço:

Exposição fotográfica “Memórias”

Quando: de 20 a 24 de maio

Onde: Saguão do Prédio E da Univeritas/UNG

Praça Tereza Cristina, 88, Centro de Guarulhos, SP

Entre os dias 22 de maio e 21 de junho, o Memorial da América Latina, em São Paulo, recebe a exposição “17 ODS para um Mundo Melhor”. A mostra traz uma reflexão de um mundo mais sustentável em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A exposição tem 17 globos terrestres de 1,80 metro de altura com telas tridimensionais e interativas, para o público participar ativamente, além de refletir sobre questões sociais, ambientais e econômicas.

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Cada um dos globos correspondem aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da “Agenda 2030”, criada em 2015 pela ONU para tratar de temas como educação de qualidade, redução das desigualdades, vida na água e igualdade de gênero, entre outros. 

 

Serviço

Exposição “17 ODS para um Mundo Melhor”

Quando: 22 de maio a 21 de junho, das 9h às 18h

Onde: Memorial da América Latina - Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda, São Paulo - SP

Entrada gratuita

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