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A redação é uma das etapas fundamentais e mais temidas pelo candidato que participa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que, este ano, acontece nos dias 3 e 10 de novembro, ambos no domingo. O texto, que possui grande peso na correção da prova, deve ser dissertativo-argumentativo e ter até trinta linhas. Já o título fica à critério do fera que pode criá-lo ou não, mas como saber se vale ou não vale a pena inserir um título na redação?

Para o professor de redação, Diogo Xavier, o título serve como um cartão de visita para o leitor. “Ele pode dar um impacto positivo, aguçar a curiosidade afetando, mesmo que minimamente, o estado de espírito do corretor”, explica mostrando a importância que ele tem para o texto.

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Um bom título deve estar bem relacionado ao que foi discutido no desenvolvimento dos argumentos e não somente ao tema. Por isso, o mais aconselhável é que o candidato crie o título após o rascunho estar finalizado. Segundo Diogo, o estudante pode capturar um trecho do texto ou fazer uma paráfrase,, além de "brincar" com elementos referenciados, como filósofos ou trechos de música e colocar como título.

“Uma redação nota mil, por exemplo, sobre o tema ‘Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil’, citou Hobbes para argumentar sobre a necessidade de implementar leis para evitar o caos no trânsito. O título foi ‘O homem do lobo ao volante’, fazendo referência à frase ‘O homem é o lobo do homem’ que é a frase mais conhecida do filósofo”, comenta o professor sobre a redação de um candidato que tirou nota máxima na edição do Enem 2013.

Se o candidato não possuir uma boa ideia para o título, o ideal é que não o faça, já que o efeito pode ser contrário e provocar um impacto negativo gerando, assim, um início de leitura pessimista. “O texto deve estar muito bom para quebrar esta impressão inicial e, como o Enem possibilita que o autor opte por colocar ou não um título, é melhor não colocar”, explica Diogo Xavier.

Para a professora de redação, Tereza Albuquerque, o título da redação só seria recomendado, caso fosse um critério exigido pelo exame. “Além de consumir o tempo de prova do estudante, o título também o faz perder a quantidade de linhas da redação”, alerta.

Tereza também aconselha sobre como o candidato deve se portar durante o processo. “O aluno, ao realizar a prova, deve ser cirúrgico e direto”, explica a profissional.

Além de estudar para as questões de disciplinas tradicionais como linguagens, matemática, biologia, física, entre outras, o fera que está se preparando para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também deve estar atento ao que acontece no Brasil e no mundo, já que assuntos da atualidade também estão presentes na prova.

Para ajudar o candidato a otimizar o seu tempo, o LeiaJá, com ajuda dos professores de atualidades e geopolítica, Hedmu França e Benedito Serafim, preparou uma lista com cinco temas atuais políticos que provavelmente não irão cair no exame.

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Crise econômica na Argentina

Assunto noticiado nos meios de comunicação espalhados pelo mundo, a crise econômica enfrentada pelo país governado pelo presidente Mauricio Macri, dificilmente será abordada dentro da prova por conta da proximidade estabelecida entre o governo brasileiro e o governo argentino.

“Se eu questiono o aluno que a ideologia neoliberal não deu certo na Argentina, ele pode refletir que também não dará certo no Brasil”, explica o professor Benedito sobre o interesse do governo em não falar sobre o tema.

Números Populacionais

Para Hedy, alguns números como taxa de desemprego, Índice de Gini e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) não estarão presentes na prova. “Números que possam levar o candidato a questionar o atual governo, provavelmente serão evitados”, afirma.

Aquecimento global

Segundo Benedito Serafim, mesmo que as questões ambientais estejam sendo temas de debates na Europa, provavelmente o assunto não irá cair na prova, porque o atual governo do Brasil não considera a teoria do aquecimento global. “Assim como o presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, o governo brasileiro acredita que as pessoas defendem bastante o meio ambiente e que isso deve ser minimizado em prol crescimento econômico.”, explica Benedito.

Conflitos no Campo

De acordo com o Hedy, os índios têm perdido espaço e vem sendo visto como alvo a ser introduzido na sociedade urbana. “A bancada rural é muito forte no atual governo”, explica o professor sobre o motivo pelo qual o assunto não estará na prova.

Nova Rota da Seda

O projeto chinês Nova Rota da Seda, conhecido também como One Belt, One Road que consiste na ideia de uma série de investimentos, principalmente nas áreas de transporte e infraestrutura, terrestres  e marítimos, também não estará na prova do Enem, segundo Benedito Serafim. “O governo brasileiro tem como tutor o presidente Donald Trump, portanto, como os EUA estão em uma guerra comercial com a China, este ponto positivo chinês não será abordado.

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O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta sexta-feira (16), a adesão de quatro novas instituições de ensino superior de Portugal ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O convênio foi formalizado a partir da assinatura de um acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para a seleção de estudantes brasileiros nos cursos de graduação a partir da nota do Enem.

O Enem Portugal tem a partir de agora 41 universidades participando do programa de acordos interinstitucionais. As novidades são o Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), a Universidade Autônoma de Lisboa (UAL) e o Instituto Politécnico da Lusofonia (Ipluso), com sede em Lisboa; e a Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa, localizada na cidade de Oliveira de Azeméis.

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De acordo com o Inep, a responsabilidade de definição de regras, como pesos e critérios para classificação, é das universidades parceiras. Elas passam a ter acesso aos resultados dos estudantes que têm interesse nas vagas disponíveis em seus cursos. O presidente do órgão, Alexandre Lopes, disse durante a coletiva de imprensa que a adesão de universidades estrangeiras mostra a credibilidade que o Enem tem. "O Enem é um programa de sucesso. Isso é demonstrado na aceitação da prova ao longo dos últimos anos. Por isso, temos tranquilidade na realização do Exame em 2019 e em realizar a aproximação com universidades estrangeiras, especialmente em Portugal”, disse Lopes.

Já para o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, a ampliação do programa é uma das medidas para tornar o Exame um sistema moderno e intercambiável, juntamente com o Enem Digital. “O objetivo é inserir o Brasil no contexto mundial, do mundo desenvolvido, científico e democrático”, afirmou.

As universidades estrangeiras parceiras do Inep têm, desde 2016, a possibilidade de fazer toda a tramitação da seleção de maneira remota e ficam submetidas a fazerem a comunicação oficial com estudantes aprovados no processo seletivo. Os convênios não envolvem transferência de recursos e não preveem financiamento estudantil pelo governo do Brasil. A revalidação dos diplomas e o exercício profissional dos graduados no exterior estão sujeitos à legislação brasileira. Todo processo é conduzido pela Assessoria Internacional e pela Diretoria de Avaliação da Educação Básica do Inep.

Confira um histórico sobre o programa disponibilizado pelo Inep:

O Enem Portugal, como é chamado o programa de acordos interinstitucionais entre o Inep e as instituições de educação superior portuguesas, foi criado em 2014, quando algumas instituições de Portugal aceitavam os resultados individuais do Enem em seus processos seletivos. Para simplificar o acesso dessas instituições ao desempenho dos candidatos interessados no ensino superior português, o Inep passou a realizar os acordos interinstitucionais de cooperação. Essa troca de informação possibilitou a ampliação de possibilidades de intercâmbio educacional.

O programa se tornou possível com uma mudança na legislação portuguesa. O Decreto-Lei nº 36, de 10 de março de 2014, regulamentou o estatuto do estudante internacional no país europeu. Em março do mesmo ano, o Ministério da Educação de Portugal permitiu às suas instituições definirem a forma de ingresso de estudantes internacionais. A Universidade de Coimbra foi a primeira a assinar o convênio interinstitucional com o Inep, em 26 de maio do mesmo ano.

As instituições portuguesas que procuram o Inep para celebrar acordos interinstitucionais são, em geral, pessoas coletivas de direito público que congregam unidades orgânicas de ensino superior universitário e ensino superior politécnico. As instituições públicas de Portugal concentram a maior parte dos alunos do ensino superior no país, com cerca de 80% do total de matrículas. Em Portugal, todos os estudantes pagam taxas como forma de coparticipação nos custos do ensino, mesmo nas instituições públicas.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), criado em 1998, além de ser uma importante ferramenta de avaliação do Ensino Médio no país, tornou-se também uma das principais formas de ingresso no Ensino Superior – sendo aceito em instituições públicas e particulares. A partir de 2020, o Exame começará a sofrer mudanças para se tornar inteiramente digital, o que deve ocorrer por completo em 2026. A questão é: em um país continental e ainda com tanta dificuldade de acesso à tecnologia, a prova conseguirá se manter abrangente e sem riscos de fraudes?

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), um teste será realizado em 2020 com 50 mil candidatos, com escalonamento gradual até 2026, quando as provas serão apenas virtuais. Outra novidade é que, por ser digital, a prova terá mais de uma aplicação ao ano – com a ideia de chegar a quatro datas anuais.

O Inep alega que o novo formato proporcionará economia, por dispensar toda a logística das provas impressas; redução do risco de fraudes e a possibilidade de aplicação em mais municípios. É, sem dúvida, um projeto ambicioso e que pode trazer grandes avanços, mas que não pode perder de vista o viés social do Enem, que universaliza o acesso ao Ensino Superior.

Parece-me que a intenção é, inicialmente, cortar gastos. Afinal, todo o processo para aplicação do Enem custa caro – em 2018, foram quase R$ 500 milhões. Como o atual governo pretende gerar economia para sanear as contas públicas, a transformação do exame em digital é benéfica aos cofres, já que evita gastos, principalmente os desperdícios com provas que são impressas e não utilizadas devido às faltas dos candidatos.

Há também o argumento de promover um maior alcance do exame, que poderia ser aplicado em mais cidades de uma forma mais fácil. Em princípio, um ponto válido, já que é mais fácil enviar uma prova digital do que uma física a lugares mais remotos. No entanto, ao mesmo tempo, os municípios mais distantes normalmente não têm a infraestrutura necessária, como bom acesso a internet, ou mesmo locais com computadores onde as provas possam ser aplicadas. Essa deve ser uma preocupação do Ministério da Educação: promover, antes da digitalização do Enem, a inclusão digital no Brasil – tarefa a ser desenvolvida em conjunto com outros órgãos, claro.

A inclusão digital, por sinal, é também ponto contra a aplicação apenas virtual do Enem. Sabemos que há candidatos que não são familiarizados com o computador, seja pela condição social, seja pela idade, o que pode gerar confusões e inseguranças, prejudicando seu desempenho. A prova de papel, nesses casos, se mostra a opção mais “confortável”.

Toda mudança traz seus benefícios e suas contradições, é fato. Com o Enem, não será diferente. A partir do modelo de escalonamento adotado pelo Inep, será possível, também, avaliar melhor o processo avaliativo e os gargalos a serem melhorados. Esperemos que haja compreensão do poder público em analisar com responsabilidade os efeitos dessa inovação e sensibilidade para atuar no sentido de debelar os possíveis entraves à realização plena do plano. O que a mudança não pode causar é a exclusão de parcela da população que eventualmente não se possa valer dela. A conferir.

A exatamente 81 dias da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), muitos estudantes ficam na dúvida sobre os assuntos que devem ser priorizados para a prova nesta reta final. Para quem está focando na área da Ciências da Natureza e suas Tecnologias, o professor de química Walter Júnior dá uma dica: aposte nos assuntos que geralmente aparecem no Exame.

As provas de química, física, biologia e matemática serão aplicadas no segundo domingo do exame, dia 10 de novembro. O primeiro dia do Enem será em 3 de novembro.

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Para os alunos que não têm tanta afinidade com química, o professor ressalta que é importante se dedicar aos conceitos que mais caem e os que apresentam o maior grau de facilidade. Segundo o educador, apesar de alguns temas serem considerados fáceis, o estudante precisa se aprofundar nesses assuntos para garantir o aprendizado.

Professor indica conceitos básicos de química para serem estudados a menos de três meses para o Enem: pilhas, processos de oxidação e redução, os processos de troca e de elétrons, quando oxida, quando reduz e quando perde elétrons e quando ganha elétrons. São conteúdos importantes para o nosso cotidiano. Também não podemos esquecer da termoquímica que abrange as reações endotérmicas e exotérmicas. Esse assunto aparece muito no Enem.

Também é indispensável o estudo dos processos de combustão, como a do butano, que é o gás de cozinha e que tem uma aplicação direta no dia a dia das pessoas, assim como a gasolina e o álcool. Outro assunto que merece atenção é a química orgânica. Os compostos orgânicos sempre caem no Enem. Então, os estudantes devem focar bastante nos grupos orgânicos, assim como nas funções hidrocarbonetos, funções oxigenadas e funções nitrogenadas.

Há também os assuntos que têm relação com os nossos corpos: isomeria e polímeros. No Enem de 2018, caiu uma questão de isomeria geométrica. Para este ano, pode cair isomeria óptica, segundo o professor Valter Júnior.

Ainda de acordo com o professor, a isomeria óptica só ocorre quando há carbono quiral. Nesse sentido, os candidatos devem reconhecer a cadeia carbônica e entender as propriedades do carbono em si.

No mais, é fundamental o estudo da tabela periódica e os conceitos básicos dos elementos químicos. "Também indico o estudo dos processos físicos de separação de mistura, que está sempre presente no Enem, que, apesar de se tratar de processos físicos, é totalmente aplicado em química, porque você vai separar as substâncias puras presentes na mistura". finaliza o professor de química.

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Nascido nos bairros periféricos do Recife, o “passinho” tornou-se um dos ritmos mais tocados nas festas pernambucanas. Jovens, embalados ao som do brega-funk, expressam movimentos ousados e chamam a atenção do público, sempre dotados de uma desenvoltura invejável.

Cheio de coreografias envolventes, o passinho inspirou o programa especial desta semana do Vai Cair No Enem. O professor de física Itallo Costa relaciona os movimentos do ritmo com assuntos da disciplina cobrados com frequência no Exame Nacional do Ensino Médio.

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A influenciadora digital Thaliane Pereira apresenta o programa que conta com a participação do grupo de dançarinos ‘Ozz Malokas do Recife’. O Vai Cair No Enem é produzido em parceria com o LeiaJá e conta com o patrocínio da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau. Confira, a seguir, o programa especial desta semana:

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Nesta terça-feira (13), o programa Vai Cair No Enem promoveu mais uma aula com um conteúdo que vai ajudar bastante quem está se preparando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem): as paródias. A live, promovida pelo LeiaJá, foi transmitida pelo Instagram @vaicairnoenem e também pelo canal do nosso canal no YouTube. Confira o vídeo a seguir:

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Os professores André Maranhão (@andremaranhaomat) e Alberto Chupeta (@alberto.chupeta), de matemática, Valter Júnior (@profvaljunior40), de química, e Tiago Xavier (@portuguescomtiagoxavier), de linguagens, dão dicas exclusivas na aula “Paródias para o Enem”. A apresentação fica por conta da influenciadora digital Thaliane Pereira (@thalianepereira) e do subeditor do LeiaJá (@leiaja), Nathan Santos (@nathann_sanntos), com participação do repórter Itallo Olímpio (@italloolimpio).

 

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), divulgou, na última sexta-feira (9), o edital referente ao vestibular 2020, que, nesta edição, não contará com o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como complemento da nota da prova. De acordo com a instituição, a retirada da possibilidade de utilização do exame se deu pela data de realização das provas. Pois, no período de divulgação dos resultados, bem como o prazo para o envio da documentação dos aprovados, o INEP ainda não terá publicado as notas do Enem.

Mesmo sem a nota do Enem no vestibular, a instituição continuará a destinar 30% das vagas para os participantes ingressantes por meio do Sistema de Seleção Unificada (SISU), que funciona através do Exame Nacional do Ensino Médio.

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Para o vestibular, estão sendo oferecidas 3.980 vagas em 90 cursos de graduação. Conforme o edital, as provas estão previstas para serem realizadas nos dias 23, 24 e 30 de novembro. As inscrições estarão abertas de 16 de agosto a 16 de setembro. O valor da taxa de inscrição será de R$ 145,00.

Os candidatos devem ficar atentos para o local de realização das provas. Serão aplicados os exames nos municípios de Porto Alegre, Bento Gonçalves e Imbé/Tramandaí. As inscrições estarão disponíveis no endereço eletrônico e também de forma presencial no COPERSE, localizado na Rua Ramiro Barcelos, 2574 – Portão K – Bairro Santa Cecília, Porto Alegre.

Outras informações sobre o vestibular sa UFRGS podem ser conferidas no edital.

 

O estudante que vai prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) precisa estar afiado no conteúdo, mas não pode esquecer de algo importante: ler o edital. Não adianta estar com as matérias em dia e atrasar na chegada ao local de aplicação, por exemplo. Neste ano, as provas serão realizadas nos dias 3 e 10 de novembro, das 13h às 18h no primeiro dia, e das 13h às 18h30 no segundo domingo. O fechamento dos portões será ao meio dia.

O candidato também não pode deixar o celular ligado, dentro do envelope porta-objetos. Se o telefone ou o alarme tocar, é eliminação na certa. O candidato que quebra as regras pode ser eliminado antes mesmo de conseguir fazer a prova.

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Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão federal responsável pela realização do Exame, são 23 atitudes que podem eliminar o candidato. Veja algumas delas:

Não pode deixar o telefone ligado. Se tocar, é eliminação na certa.

O candidato não deve fazer declarações falsas ou inexatas em qualquer documento ou no sistema de inscrição.

O inscrito não pode causar perturbação, no local de aplicação da prova, como se comunicar verbalmente com qualquer outra pessoa que não seja o fiscal ou aplicador da prova a partir das 13h. Há outras situações que devem ser evitadas, sob risco de eliminação. 

Sair da sala, só se for acompanhado de um fiscal, para ir ao banheiro, por exemplo.

É proibido sair do local de prova com Cartão-Resposta, a Folha de Redação e a Folha de Rascunho.

A caneta tem que ser preta de tubo transparente. O participante flagrado com lápis, caneta de material não transparente, manuais, impressos, anotações ou quaisquer outros dispositivos eletrônicos, será eliminado.

Nesta quinta-feira (8), a partir das 19h, a UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, em Recife, apresentará mais uma temporada do Arena UNINASSAU. O programa, exibido nas redes sociais da Instituição (Instagram e Youtube) debate assuntos do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), com a participação de estudantes e de professores renomados.

Com o objetivo de tornar as aulas ainda mais interessantes e produtivas, a cada episódio será debatido um possível tema de redação pela professora de Linguagens e Redação, Fernanda Pessoa, conhecida por liderar um dos mais conhecidos cursos preparatórios do Recife. A programação contará com assuntos relevantes e atuais, trazendo temais centrais amplamente debatidos por professores e convidados.

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A reitora da UNINASSAU Recife, Lis Helena Teixeira, destaca a importância do projeto. “Trata-se de um evento que ressalta a nossa missão com a responsabilidade social, incentivando e dando acesso dos alunos aos melhores conteúdos sobre o ENEM, mesmo os estudantes que não possuem condições financeiras para arcarem com as despesas de um curso preparatório. Desta forma, contribuímos com a continuidade dos estudos deles e proporcionamos seu ingresso em uma instituição de nível superior”, afirma. 

O Arena UNINASSAU, será apresentado semanalmente, todas as quintas-feiras, às 19h, pela influenciadora digital Vivian Amorim (@amorimvivian), podendo ser acessado pelos estudantes através do Instagram (@UNINASSAU) e Youtube (YouTube.com/uninassau).

Por Lígia Barbosa, Assessoria de Comunicação

“Como a internet influencia na vida das pessoas?” Esse é tema do primeiro de uma série de programas especiais do projeto Vai Cair No Enem, idealizado pelo LeiaJá. Desta terça-feira (6) até as vésperas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio, os candidatos poderão acompanhar, a partir das 16h30, pelo Instagram e por meio do YouTube, entrevistas exclusivas recheadas de conteúdos que podem ser cobrados durante o processo seletivo.

A influenciadora digital Thaliane Pereira, 21 anos, natural de Recife, comandará entrevistas com professores renomados. Para explicar como a relação da internet com a sociedade pode ser cobrada em questões da prova, recebemos o professor de sociologia Salviano Feitoza. Confira, a seguir, o programa de estreia:

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Com mais de 400 mil seguidores no Instagram, o Vai Cair No Enem é um projeto multimídia criado pelo LeiaJá para compartilhar informações relacionadas ao Exame Nacional do Ensino Médio. Dicas, aulas exclusivas, notícias, desafios e questões são alguns dos conteúdos disponibilizados de maneira gratuita para candidatos de todo o Brasil. O projeto está prestes a dar mais um passo importante em prol da sua expansão.

Nesta terça-feira (6), às 16h30, no Instagram, o Vai Cair No Enem estreia uma série de programas especiais comandados pela influenciadora digital Thaliane Pereira. Os estudantes acompanharão entrevistas exclusivas sobre temáticas que podem aparecer no Enem 2019. No primeiro programa, a influencer recebe o professor de sociologia Salviano Feitoza, que aborda de que maneira a internet influencia a vida das pessoas, além de mostrar exemplos de como a prova deve cobrar questões que englobam a grande rede.

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Natural de Recife, Thaliane Pereira, 21, há três anos atua como influenciadora digital. Seu perfil, com mais de 140 mil seguidores, traz conteúdos sobre moda, empreendedorismo, lazer, entre outros segmentos. Bolsista do Programa Universidade Para Todos (ProUni) e cursando administração na UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, a jovem conhece bem a realidade dos candidatos que enfrentam uma maratona de estudos para fazerem bonito no Enem, uma vez que ela passou por pré-vestibulares antes de tornar-se bolsista.

Em entrevista ao LeiaJá, a influenciadora comemorou sua participação no Vai Cair No Enem, além de adiantar para os candidatos o que eles encontrarão nas aulas. “Está sendo incrível, porque além de passar conteúdos, estou tendo a oportunidade de aprender. É uma responsabilidade muito grande, mas é algo que está sendo gratificante para mim. O público pode esperar um Vai Cair No Enem com uma pegada bem atual, apresentando os conteúdos de forma muito dinâmica”, comentou Thaliane.

Os programas especiais, sempre com entrevistas exclusivas, serão exibidos todas as terças-feiras, às 16h30, no Instagram do Vai Cair No Enem, até as vésperas da prova. O projeto tem como grande apoiadora a UNINASSAU.

Programas tradicionais - O Vai Cair No Enem continua a exibição dos seus programas semanais. Além das entrevistas conduzidas por Thaliane, os candidatos podem acompanhar, todas as quintas-feiras, aulas exclusivas sobre os principais assuntos da prova. Veja as últimas edições no YouTube.

Com a popularização da internet, novas linguagens surgem e moldam a maneira como a língua portuguesa é aplicada na sociedade. Atualmente, a linguagem visual está cada vez mais acentuada nos aplicativos de mensagens instantâneas, substituindo até mesmo as palavras. Em grande parte das conversas, comentários e postagens, são usados os memes, os gifs e as figurinhas como forma de comunicação.

Segundo a pesquisa “A influência da linguagem da internet na escrita formal: uma pesquisa com alunos do 9º ano na cidade de Tobias Barreto-Se”, publicada pela revista 'Cadernos de Estudos e Pesquisa na Educação Básica', da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), as novas formas de escrita não são prejudiciais. “Essa nova maneira de grafar não perde seu sentido na construção do texto, pois, como afirma Marcuschi (2004), ‘não se trata de como se chegar a um texto ideal pelo emprego de formas, mas como se chega a um discurso significativo pelo uso adequado às práticas e a situação a que se destina’, explica o estudo.

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De acordo com professores, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode entrar no ritmo da internet e também usar de linguagens virtuais, em específico a não-verbal, nas questões aplicadas na prova. Portanto, é importante que os estudantes sempre associem os memes, figurinhas, gifs e demais formas de comunicação por imagens aos conceitos aprendidos de língua portuguesa ao longo do período escolar.

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A forma que a linguagem da internet pode ser cobrada no Enem

Segundo o professor de redação Eduardo Pereira, é essencial o trabalho da interpretação textual em cima da linguagem não-verbal. “Pode cair um meme ou até mesmo uma conversa no WhatsApp provocando o aluno na sua compreensão e acaba que isso envolve sintaxe, envolve conhecimento linguístico”, explica. Uma aposta de Eduardo Pereira é que a prova do Enem esteja alinhada com a linguagem da juventude. “Eu acredito que uma prova inteligente não vai passar a largo disso, não. Vai usar, sim, memes, figurinhas e essas linguagens mais digitais”, salienta.

O docente ainda alerta para outra tendência do Enem, que é o ato ilocucional. “Nada mais é do que o que alguém quis dizer quando disse aquilo. E eu acho que as questões do Enem têm caminhado muito nesse sentido. Os textos são propostos para os alunos, sejam os textos clássicos, os poemas, como também os memes que estão se apresentando cada vez mais presentes no cotidiano”.

O professor de linguagens e redação Felipe Rodrigues explica que a comunicação cômica e não-verbal é chamada de idioleto. “São grupos mínimos de linguagem e que não fazem parte da maioria da sociedade”, diz. Ainda de acordo com o educador, os idioletos podem estar inseridos em assuntos como variação linguística, figuras de linguagem e interpretação.

As novas perspectivas linguísticas, segundo Rodrigues, deixam as charges e os cartuns para trás, enquanto repaginam os textos por meio de memes. “Sem dúvida, faz parte de uma linguagem jovem, uma linguagem nova e que se implanta a todo momento, inclusive com a cultura dos gifs, que estão sendo trabalhados e tratados em outros contextos e de formas bem cômicas”, explica.

Exercícios são fundamentais para um melhor aprendizado

Eduardo Pereira explica que a melhor forma de ter bons resultados e saber desenvolver argumentos de acordo com o conteúdo apresentado é praticando. Segundo o professor, as pessoas lidam, atualmente, com textos bastantes opinativos, algumas vezes compostos apenas por imagens. 

“Alguns alunos acham que se preparar para a redação do Enem é fazer uma redação inteira, com introdução, desenvolvimento e conclusão. Mas eu tenho uma dica muito boa que é quando você observar uma charge, um cartum ou até mesmo um meme, escreva um parágrafo para manifestar sua própria opinião sobre aquele evento. Com base naquele texto, ele vai conseguir expressar melhor no código escrito seu ponto de vista e vai praticar mais a linguagem”, opina. 

Felipe Rodrigues acredita que a prática também é uma forma de aprendizado eficiente do contexto. “É importante que o aluno entenda a linguagem de diversas formas, seja ela mais ampla, como o dialeto, ou mesmo de grupos menores como os socioletos ou ainda os muito menores, que são os ideoletos”, explica. 

Faltando pouco mais de três meses para aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos dias 3 e 10 de novembro, é comum que os alunos tenham dúvidas sobre como guiar os estudos no clima de reta final. Um das perguntas que podem aparecer nesse período diz respeito ao tipo de estudo que o fera deve se dedicar: cursinhos pré-vestibulares, que abrangem todas as disciplinas, ou isoladas, que focam em apenas uma disciplina, de escolha do estudante? 

Para ajudar os feras a escolher a melhor opção, de acordo com seu perfil, o professor de história Everaldo Chaves, a convite do LeiaJá, dá dicas de como manter o foco. Para o educador, é importante levar em consideração o conhecimento prévio do aluno, aquilo que ele já estudou. “É importante levar em consideração, também, que, na maioria das vezes, fazer isoladas demanda mais tempo e recursos financeiros.”, diz. 

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De acordo com Everaldo, os cursinhos pré-vestibulares, que englobam todas as disciplinas do Enem, são os mais indicados para quem está começando a estudar agora ou para alunos que precisam de orientação. “Muitas vezes, o aluno sabe o conteúdo, sabe a parte teórica, mas não sabe como aplicar na resolução das questões do Enem”, finaliza Chaves. 

Para o professor de matemática Ricardinho, o fera também pode fazer isoladas nas disciplinas com maior peso no curso desejado. “Em contrapartida, se o fera consegue administrar o tempo, ele pode também fazer o cursinho pré-vestibular tradicional”, acrescenta. O professor também recomenda a resolução de questões, já que, segundo ele, as provas do Exame tendem a tomar como referência questões de exames anteriores. 

O professor de química Berg Figueiredo considera que um curso intensivo pode ser uma escolha mais pontual. “Os cursos intensivos têm como característica a resolução de questões, que é de extrema importância nessa etapa”, diz o professor, se referindo à reta final para a prova.

Segundo o professor de biologia André Luiz, fazer isoladas das disciplinas que têm mais dificuldade pode ser mais eficiente. André conta que o fera não pode deixar de responder questões de edições passadas para se acostumar com o ritmo da prova e modo que o enunciado é apresentado.

O professor Fred Fonseca, que leciona inglês, acredita que, para quem está começando a estudar agora, o cursinho pré-vestibular tradicional pode ser a melhor opção. Ainda de acordo com Fred, nos casos em que o aluno tem muita dificuldade em alguma disciplina, é recomendado fazer isoladas. “Eu sou a favor do cursinho tradicional e as isoladas somente para as disciplinas em que haja dificuldade por parte do candidato”, concluiu o professor.

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O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta segunda-feira (29) um plano para migrar para uma só plataforma, do governo federal, o acesso a serviços da pasta como inscrições no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Segundo o MEC, o plano faz parte de uma estratégia de todo o governo.

"O governo federal já tem um portal único e o MEC fará parte desse portal", explicou nesta segunda-feira, 29, Antonio Vogel, secretário-executivo MEC. A previsão é de que a migração ocorra entre este ano e o fim do ano que vem. "Estamos em um plano do governo federal, que é ter um único portal. O MEC está se integrando nesse trabalho", disse Vogel.

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Segundo o MEC, a ideia é que serviços como os do Denatran, Previdência e do MEC sejam todos acessados em uma mesma plataforma e com um só login. O acesso deverá ser feito pela plataforma gov.br.

Questionado em coletiva de imprensa em Brasília sobre o sigilo de dados de candidatos, por exemplo, Vogel disse que não haverá mudança. "O tratamento ao sigilo é o mesmo. A única questão é a maneira de acesso. O cidadão hoje tem um login para serviços do INSS, Detran, MEC. Ele vai passar a ter login único. Com um único login vai acessar tudo."

Segundo Alexandre Lopes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela realização do Enem, o processamento das inscrições dos candidatos continuará sendo feito nos servidores do Inep.

"A diferença é a entrada. Hoje, temos login e senha para o candidato se inscrever nos exames do Inep. Esse login e senha vão passar a ser únicos para todo governo federal, mas o processamento das inscrições será feito nos servidores do Inep", disse Lopes.

Segundo Lopes, nas inscrições para o Enem do ano que vem já será implementado o login único. "Em 2020, ele (candidato) poderá usar a senha do Enem para acessar o Sisu e fazer a inscrição." Segundo o MEC, 99 serviços serão disponibilizados em ambiente digital até 2020 - a pasta não detalhou quais.

Enem digital

Segundo o MEC, as mudanças anunciadas nesta segunda-feira não se relacionam com a proposta de Enem digital. Em 3 de julho, a pasta informou exame passará a ser aplicado de forma digital a partir do próximo ano. O projeto prevê que 50 mil candidatos, em 15 capitais brasileiras, façam o modelo digital em 2020. A expectativa é de que o número seja ampliado progressivamente até 2026, quando a prova impressa será extinta.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou, no último dia 3, que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será aplicado de forma 100% digital a partir de 2026. Para o coordenador do Curso Poliedro, Vitor Ricci, se o projeto for construído com estudo e segurançam há chances de bons resultados. “Temos a chance de modernizar não só a forma com que a prova é aplicada, mas também o seu conteúdo, adequando-o à realidade atual”, conta. 

O projeto apresentado pelo MEC para digitalizar o Enem tem como objetivo transformar as aplicações das provas físicas em provas virtuais. Em data agendada, o candidato vai se dirigir ao local indicado e realizará a prova em um computador. O estudante não terá acesso à internet. 

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Para quem vai fazer a prova do Enem em 2019, nada muda. As provas continuam em papel, com a aplicação oficial marcada para os dias 03 e 10 de novembro. Já em 2020, os candidatos que prestarem o Enem vão poder, no momento em que realizarem a inscrição, indicar se gostariam de realizar a prova digital.

A aplicação será realizada nos dias 11 e 18 de outubro de 2020 e estará disponível para alunos de 15 capitais. Caso ocorra qualquer problema, o estudante terá direito a participar da prova de papel, que será aplicada nos dias 1º e 8 de novembro do mesmo ano. 

Ainda de acordo com o Curso Poliedro, atingindo-se o sucesso na digitalização do Enem, algumas vantagens podem ser destacadas, como ganho ambiental, sem a necessidade de impressão das provas, agilidade na correção e modernização do exame. O Enem 2019 será realizado nos dias 03 e 10 de novembro. A previsão é de que o cartão de inscrição seja disponibilizado no site do Inep no mês de outubro. Para mais informações e dicas sobre a prova, siga o @vaicairnoenem.

Confira, a seguir, pontos sobre o Enem Digital explicado pelo coordenador Vitor Ricci:

O que muda para quem presta o Enem em 2019?

Absolutamente nada! As provas continuam em papel, com a aplicação oficial nos dias 03 e 10 de novembro de 2019.

Quais as mudanças nos próximos anos?

Já em 2020, os candidatos que prestarem o Enem poderão, no momento da inscrição, indicar se gostariam de realizar a prova digital. A aplicação acontecerá nos dias 11 e 18 de outubro de 2020 e estará disponível em 15 capitais brasileiras. Caso ocorra qualquer problema, o estudante terá direito a participar da prova (em papel) aplicada nos dias 1º e 8 de novembro do ano que vem. A partir de 2021, o MEC pretende expandir o projeto. Além da aplicação tradicional do Enem, teremos um aumento no número de vagas disponíveis para as provas digitais.

Os candidatos continuarão optando pelo tipo de aplicação no momento da inscrição. O cronograma anunciado prevê duas aplicações digitais em 2021 e até quatro, de 2022 a 2025. A partir de 2026, o Enem será 100% digital. As provas em papel deixarão de existir. Com o projeto escalonado, a intenção do MEC é aplicar várias provas digitais ao longo do ano.

Quais as vantagens da aplicação digital?

Atingindo-se o sucesso na digitalização do Enem, algumas vantagens podem ser destacadas:

Ganho ambiental

            Com o Enem 100% digital, não há necessidade da impressão de provas, o que representa um ganho ambiental devido à economia de papel.

Agilidade na correção

            Com a eliminação dos cartões-resposta e folhas de Redação, toda informação da prova do candidato já estará no computador. O processo de correção ficará mais rápido, uma vez que não será mais necessário o deslocamento dos materiais até o local onde serão digitalizados. 

Modernização da prova

            Uma prova digital permite questões mais modernas. Você já imaginou fazer uma questão que apresenta um gráfico interativo ou um áudio? Já pensou ter uma reportagem em vídeo como parte dos textos motivadores para a sua Redação? Isso será possível!

Economia financeira

            A aplicação do Enem 2019 custará R$ 500 milhões. Além do custo de impressão, há um custo com a logística de distribuição e recolhimentos das provas pelo país. A economia financeira proporcionada pelas aplicações digitais permite que mais provas sejam aplicadas ao longo do ano e que mais cidades e, consequentemente, mais candidatos, possam participar do exame.

Provas específicas

            A digitalização do Enem acontecerá em paralelo com a implantação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) no novo Ensino Médio, em que os alunos escolherão entre cinco itinerários formativos: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Técnico. De forma simplificada, é o equivalente a pensar que eles terão uma carga horária obrigatória no Ensino Médio e, no contra turno, as disciplinas extras que compõem o itinerário formativo escolhido.

O Enem digital poderá adaptar-se a esse novo cenário. Um candidato formado no itinerário de Matemática, por exemplo, poderá encarar um exame com mais questões dessa disciplina. Seria o primeiro passo para que o Enem criasse provas específicas com base na formação dos estudantes.

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Os alunos vinculados ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) têm até o dia 31 de agosto de 2019 para efetuar o aditamento, como é chamado o processo de atualização de informações do financiamento estudantil. A data vale para os contratos que foram assinados desde janeiro do ano passado e que estão com os pagamentos regularizados. 

O aditamento pode ser simplificado, em que os estudantes podem realizar todo o processo pelo site do programa, ou não simplificado, em que é necessário comparecer a uma agência da Caixa Econômica Federal.

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O Fies tem como objetivo fornecer financiamento estudantil a estudantes de instituições de ensino superior privadas que possuam renda familiar bruta de até três salários mínimos per capita. Para mais informações, acesse o site do Fundo.

Faltando apenas 100 dias para a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que será realizado nos dias 3 e 10 de novembro de 2019, muitos feras têm dúvidas relacionadas ao que já deveriam ter estudado. Outros, assustados com a aproximação da data da prova, se perguntam se ainda podem começar a estudar. Para sanar essas e outras dúvidas, professores dão dicas de como estudar nesta reta final.

O professor de biologia André Luiz recomenda que os estudantes, tanto os que já vêm estudando, quanto os que vão começar a estudar agora, façam revisão de temas como ecologia, fisiologia, citologia e genética, já que são assuntos cobrados pela prova com frequência. André também recomenda que o fera tente estudar em um local silencioso e, se possível, longe de aparelhos eletrônicos, para manter o foco.

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De acordo com o professor de matemática Yago Henrique, os próximos 100 dias podem ser cruciais para os estudantes. Estudar assuntos como funções, regra de três, porcentagem e geometria espacial é fundamental para ter um bom desempenho. Segundo Yago, para o fera que vai começar a estudar agora, é recomendado revisar as propriedades básicas da matemática para conseguir chegar aos resultados solicitados pelas questões. “O importante é não se desesperar, mesmo com o tempo curto. Ter cuidado para não estudar muitos assuntos ao mesmo tempo e manter uma constância na rotina de estudos”, disse o professor.

Na área de Humanas, o professor Luiz Neto frisou a importância dos filósofos e sociólogos clássicos, como Descartes, Maquiavel, Voltaire, Platão, Aristóteles, Émile Durkheim, Karl Marx e Weber. Em história, o professor recomenda a revisão dos conflitos da república velha e ascensão do nazismo e fascismo. Luiz também orienta que os alunos mantenham a rotina e cronograma de estudos.

Para a redação, o professor Felipe Rodrigues pede foco na estrutura do texto e na estética, que inclui caligrafia e utilização do espaço da folha. De acordo com o professor, também é importante a absorção de repertório sócio-cultural, que pode se dar através de leituras, por exemplo. Felipe também recomenda que os feras estudem propostas de redação todos os dias para adquirir novas habilidades. 

 A previsão é de que o cartão de inscrição do Enem seja disponibilizado no site do Inep no mês de outubro. Para mais informações e dicas sobre a prova, siga o @vaicairnoenem.

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O Recife encanta pela sua beleza histórica. Na área central da cidade, as pontes e o emblemático Rio Capibaribe guardam episódios da formação do Brasil que merecem ser estudados pelos candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Nesta semana, o programa Vai Cair No Enem, produzido pelo LeiaJá, recebe os professores de história e geografia José Carlos Mardock e Dino Rangel. Diante das pontes recifenses e do rio que corta a cidade, eles destacam assuntos que podem ser cobrados no Exame.

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Os candidatos também podem acessar mais conteúdos sobre a prova no Instagram @vaicairnoenem. Confira, a seguir, o programa desta semana:

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Professores da rede pública estadual ou municipal e servidores públicos federais, agora podem se inscrever até 29 de julho para trabalhar no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No prazo anterior, o período final de inscrições era de até 22 de julho. A medida da prorrogação visa que mais profissionais interessados tenham chance de participar.

Os selecionados irão atuar na Rede Nacional de Certificadores (RNC) do Enem, nos dois domingos, 3 e 10 de novembro, datas da realização das provas. Nos locais de prova, os certificadores serão responsáveis por conferir todos os procedimentos necessários, como a chegada e a abertura dos malotes das provas e também da distribuição dos exames. Cada certificador receberá o valor R$ 342 por diária, o que equivale a R$ 28,50 por hora de trabalho.

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De acordo com o Inep, além da comprovação do cargo servidor público, os candidatos devem atender a outros critérios, como: ter formação mínima em ensino médio, não está inscrito e nem ter parentes no Enem 2019 e não ter vínculo com nenhuma outra atividade do Enem ou com o Inep. Os selecionados vão fazer uma capacitação à distância pelo próprio MEC. Os participantes que alcançarem a nota mínima exigida, estarão aptos para trabalhar no Enem.

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