Tópicos | Empreendedorismo

Há um ano, a UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau lançava o mais novo Centro de Inovação do Brasil. A Overdrives foi criada com uma estrutura única, com o objetivo de conectar e inspirar startups, pesquisadores, profissionais, estudantes, inventores e empreendedores. 

A Overdrives é voltada para startups que estejam em estágio inicial ou em processo go-to-market (método indicado para empresas que querem se reestruturar, ampliar seus produtos, expandir seu mercado de atuação ou reposicionar um produto ou marca de forma rápida e pontual), além de empresas consolidadas que queiram se aproximar do ambiente de inovação, prestadores de serviços que tenham startups como público alvo e ainda universitários motivados a desenvolver soluções. 

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Com estrutura montada para receber até 40 startups simultaneamente, o Centro iniciou suas atividades e, logo nas primeiras semanas, já contava com 10 residentes. Em fevereiro, lançou o seu primeiro programa de aceleração com a escolha de quatro startups – Mary Drive, Painel B2B, Protein Now e Zeropay - para receber um aporte financeiro do Centro. 

“A primeira turma de aceleração, além de um grande desafio, trouxe muitos aprendizados sobre nossas estratégias iniciais. Alguns erros foram cometidos e vários ajustes aconteceram ao longo dos seis meses do programa, o que refletiu no impacto que causamos na segunda chamada de startups”, conta o diretor-executivo de inovação e serviços do grupo Ser Educacional, Joaldo Diniz. 

Agora, além das residentes, o Overdrives já trabalha com mais quatro novas aceleradas. Kornerz, Revoluti, Klopr e Clube de Compra escolhidas no segundo edital e apresentadas no dia 1º de agosto. Todas terão a oportunidade de desenvolver os seus negócios se beneficiando de toda estrutura tecnológica e de mentoria do Centro de Inovação.

*Da assessoria

O Escola de Inovadores, um programa de cursos de extensão gratuitos sobre empreendedorismo oferecido pelo Centro Paula Souza (CPS), está com inscrições abertas até a próxima sexta-feira (23). As aulas estão previstas para começar em setembro e acontecem em 45 Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) de 40 municípios do estado de São Paulo.

O curso é oferecido para estudantes de ensino público e privado de nível médio, médio técnico ou superior que tenham ideias inovadores. O candidato precisa apresentar um projeto de empreendedorismo que será avaliado com base em critérios de inovação, viabilidade técnica e potencial mercadológico.

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Serão selecionados de 10 a 25 projetos por unidade de ensino. A relação de aprovados será divulgada no dia 9 de setembro no site das unidades participantes. Alguns dos temas abordados no curso serão sobre gestão empresarial, design thinking, marketing, tecnologia aos negócios, finanças e mercados.

As inscrições são feitas pelo site do Inova Paula Souza. Os interessados devem escolher a unidade de interesse mais próxima de sua moradia. No mesmo site está disponível o edital 2019/2, com as regras do programa.

Uma iniciativa inovadora promete incentivar o empreendedorismo nas escolas da rede municipal de ensino em São Paulo. A parceria entre a prefeitura e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para utilização da metodologia Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP) entre os alunos do 1º ao 5º ano foi firmada na última segunda-feira (12). O projeto piloto será realizado em três escolas da capital paulista.

A metodologia do curso é semiaberta, permitindo que as atividades possam ser adaptadas a cada projeto pedagógico elaborado pela escola sem alterar os conceitos praticados no ano letivo. No 3º ano, por exemplo, a sugestão é montar uma oficina de brinquedos ecologicamente sustentáveis, fabricados com material reciclável. O exercício incentiva fatores imprescindíveis ao comportamento dos empreendedores, os quais somados ao divertimento, facilitam o aprendizado das crianças. Relacionando teoria e prática, o programa realizará projetos de acordo com a faixa etária dos alunos.

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Na ação, professores serão treinados e formados em um curso de três módulos, totalizando 76 horas de treinamento. Em sala de aula, serão abordados temas sobre cooperação, cultura, inovação, ecosustentabilidade, ética e cidadania. As lições de fundamentação teórica e metodológica do curso preparam os alunos para o comportamento empreendedor. Não é obrigatória a participação de todos os educadores, entretanto só estarão habilitados a participar do JEPP quem concluir, na íntegra, a formação que será finalizada com o Seminário Jovem Empreendedor da Universidade nos Centros Educacionais Unificados (UniCEU).

Buscando preparar jovens estudantes para o novo mercado de trabalho,  a associação educativa Junior Achievement, vai promover, nos dias 13 e 14 de agosto, o programa intitulado "O Futuro do Trabalho", que vai beneficiar alunos do ensino médio da Escola de Referência José Vilela, localizada no bairro de Casa Forte, Zona Norte do Recife.

Durante o programa, os estudantes terão a oportunidade de aprender sobre como a inovação tecnológica impacta no comportamento das pessoas. Além disso, serão repassadas reflexões sobre como funciona a nova economia.  “A tecnologia auxilia nas rotinas do nosso cotidiano e otimiza o tempo, facilitando muitas atividades pessoais e profissionais.  Negócios baseados na nova economia e o avanço causado por novas tecnologias impactam diretamente nas profissões existentes no mercado de trabalho. Muitas irão desaparecer, ao passo que outras irão surgir, pensando nisso, é importante que o jovem esteja preparado para assumir novos desafios”, afirma Olga Lucena,  gestora de projetos da Junior Achievement Pernambuco.

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O projeto vai contar com a colaboração de voluntários, que farão um treinamento específico. Eles irão auxiliar os estudantes a desenvolver habilidades importantes para a permanência no mercado de trabalho atual. Dentre os conteúdos, será oferecido aos alunos conhecimentos sobre soft skills, que é uma modalidade voltada para a conduta ética profissional, tendo como pano de fundo o que as empresas procuram em novos funcionários e quais as suas prioridades.

O programa terá duração de 5 horas/aula e ao final do curso, estudantes e colaboradores receberão um certificado da associação. A iniciativa pode chegar em qualquer escola a pedido da instituição, que deve solicitar à ONG por meio do e-mail jape@jape.org.br ou telefone (81) 3421-2277.

A Junior Achievement é uma organização sem fins lucrativos, que atua  no empreendedorismo educativo nas escolas. A associação foi criada nos Estados Unidos há 100 anos. Aqui no Brasil, a ONG existe há 27 anos em todos os estados do país.

 

Já imaginou ter um emprego em que suas únicas funções são comer e beber de graça em restaurantes e depois postar na rede social? E ainda, poder levar um acompanhante? Essa é a proposta da startup Share Eat que está ampliando a curadoria de estabelecimentos para oferecer a melhor opção ao consumidor.

A Share Eat funciona como um aplicativo que está disponível nos sistemas IOS e Android e tem como objetivo escolher, dentro das necessidades do usuário, as melhores sugestões sobre onde comer e beber. Essa seleção de lugares é feita por pessoas comuns, que são recrutadas para viajar à uma determinada cidade, conhecer os estabelecimentos, experimentar a culinária e compartilhar a experiência com fotos e textos nas redes sociais sobre aquele lugar.

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Recentemente, a plataforma abriu vagas para atuação em Gramado, no Rio Grande do Sul. Antes dessa oportunidade, a empresa já havia feito o mesmo em São Paulo. Porém, o foco foi o experimento de vinhos.

“A ideia inicial da Share Eat partiu da necessidade de ajudar a responder às pessoas onde elas podem comer e beber. A gente se deu conta de que não faltavam opções de lugares, mas sim, de uma curadoria” diz Henrique Kochenborger, curador de conteúdo do empreendimento.

A empresa trabalha com o comportamento do consumidor, a partir das preferências de cada pessoa. Por exemplo: se o usuário é vegano ou tem algum tipo de intolerância alimentar, o app sugere os melhores lugares onde ele pode comer. E não é só isso. Além do consumo, a escolha dos locais são estratégicos, por isso, geralmente as avaliações ocorrem em pontos turísticos.

O recrutamento de pessoas consideradas comuns, ou seja, sem um conhecimento aprofundado sobre gastronomia, também é uma tática para aproximar o usuário daquela vivência, já que a linguagem utilizada é para o entendimento de todos os tipos de pessoas. “A gente gosta do conteúdo que é produzido nesse formato mais engajado. Temos visto resultado tanto gente, mas principalmente para o consumidor. O selecionado para sugerir os lugares não precisa usar de uma linguagem formal, mais rebuscada. Porque a ideia é de trazer todos os tipos de consumidor pra gente e não um grupo específico” completa Henrique.

E é devido a esse resultado que a ferramenta pretende funcionar em outros estados. Segundo o curador de conteúdo, a iniciativa vai se estender por Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Esses são os lugares previstos, mas Henrique garantiu que a ideia é levar para todo o Brasil.

A viagem do “emprego dos sonhos” dura sete dias. Todo o custo é da própria empresa que também oferta uma remuneração, cujo valor não foi informado. Para participar, os interessados precisam ficar atentos às próximas chances que irão ser anunciadas no próprio site da plataforma. Já as inscrições só poderão ser realizadas por meio do aplicativo, onde tem uma opção para quem quer trabalhar para a Share Eat.

 

A Prefeitura do Recife abre, nesta quarta-feira (31), 4.469 vagas para 46 cursos gratuitos de qualificação profissional. De acordo com o edital, os cursos são oferecidos exclusivamente à população que reside na cidade do Recife. As inscrições já se encerram nesta quinta (1°)

As aulas terão início já no dia 12 de agosto e serão sediadas em 16 escolas profissionalizantes vinculadas à prefeitura. Com as oportunidades, a prefeitura municipal busca capacitar os participantes para o mercado de trabalho e também encaminhar os alunos para o empreendedorismo. Os critérios de inscrição são estabelecidos de acordo com cada curso, bem como a idade exigida e o grau de escolaridade. 

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Entre os cursos ofertados estão: auxiliar administrativo, recepcionista em serviços de saúde, auxiliar de almoxarifado, guarda de portaria, auxiliar de recursos humanos, auxiliar em logística, atendente judiciário, informática básica, customização, pintura de tecido, bombeiro hidráulico, mecânico, serralharia, marcenaria, cabeleleiro, cuidador de idosos, estética, maquiagem e penteado, línguas estrangeiras (inglês, francês, italiano e japonês), libras, culinária, garçom, corte e costura e massagens terapêuticas. 

As inscrições só podem ser realizadas no site da prefeitura. O resultado dos selecionados está previsto para ser divulgado na sexta-feira (2). O período de matrículas será de 5 a 7 de agosto. 

Outras informações estão dispiníveis no edital

O programa global Merck Accelerator, ofercido pela empresa de ciência e tecnologia Merck, está recebendo inscrições de starutps de todo o mundo para a participação em um dos dois projetos promovidos pelo programa que serão apresentados na própria sede, na Alemanha ou em Xangai, na China. O objetivo do programa é conectar startups a projetos de inovação da Merck juntamente com os três setores de negócios para o desenvolvimento conjunto de parcerias comerciais sustentáveis.

 O programa terá duração de três meses e todos os integrantes das startups receberão um valor de até 50.000 euros. Além do mais, os participantes terão a oportunidade de criar um aprofundado network com uma rede global de mais de 50 mil especialistas, entre a gerência sênior da Merck e coaching. Os empresários também participarão de eventos de inovação e tecnologia.

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De acordo com Isabel De Paoli, diretora global de estratégia da Merck, os participantes do projeto ganham experiências que os ajudam a acelerar os negócios no setor. “Geramos novos negócios impulsionando a inovação além do que estamos fazendo atualmente” completa.

Os eventos da Merck Accelerator serão realizados simultaneamente entre janeiro e abril de 2020, tanto Merck Innovation Center em Darmstadt, onde funciona a sede alemã, quanto no Centro de Inovação da China. As inscrições seguem abertas até 25 de agosto, por meio do site.

Com Informações da assessoria

Entrar em contato com o assistente virtual de qualquer empresa de telefonia é sempre um desafio de paciência para quem precisa resolver algum problema. Tentando fugir do atendimento engessado, a Oi lança oficialmente, nesta quinta-feira (25), a Joice, a inteligência artificial da empresa, que deverá ajudar os clientes de um jeito mais rápido e intuitivo.

O projeto começou em janeiro de 2017, e pretende auxiliar os clientes para resolver problemas de conta ou suporte técnico de forma mais ágil e mais "humana", semelhante a Magalu, do Magazine Luiza. É possível fazer perguntas abertas nas plataformas WhatsApp, Twitter, Messenger e Minha Oi e receber respostas certeiras da IA.

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Como funciona

"Uma boa inteligência artificial é a que resolve a dor do consumidor final", afirma Rogério Oliveira, especialista em inteligência artificial da Oi. Ele ensina que, ao entrar em contato com a assistente virtual em algumas das plataformas na qual ela está hospedada, o usuário precisa passar pela autenticação para solicitar a demanda que deseja, como por exemplo, código de barras da sua conta pós-pago.

Caso a assistente não consiga oferecer uma solução direta, uma integração com o FAQ da empresa, oferece uma resposta que já está cadastrada no sistema ou, em último caso, transfere o contato para uma interação com um atendente humano.

"Se ela não consegue resolver, ela deixa o cliente na data do gol", afirma Rogério. Caso o cliente não queira passar pela assistente, basta pedir que ela transfira para o atendente humano. A Joice também está presente no call center para reparos técnicos e no aplicativo Técnico Virtual.

Entre as funcionalidades oferecidas estão gerar código de barras para pagamento de contas, envio de fatura e reparos técnicos. Ela também será disponibilizada comercialmente para clientes corporativos.

*A repórter viajou ao Rio de Janeiro a convite da Oi

Trabalhar por conta própria é o sonho de muita gente. Existem diversas vantagens em gerenciar seus negócios, como ter controle sobre os rendimentos e horários que você pode disponibilizar para dedicação à vida profissional. Entre dezembro de 2018 e julho deste ano, houve um aumento de 10,9% na taxa de empreendedores no Brasil. Hoje são 8,5 milhões de pessoas que atuam por conta própria, de acordo com o Portal do Empreendedor, que é responsável por receber os cadastros de formalização dos profissionais. 

Visando facilitar a vida e atuação desse público, há uma série de aplicativos que funcionam de maneira simples e intuitiva. Eles são capazes de melhorar a organização pessoal, da empresa e das finanças, da relação com os clientes e parceiros. O LeiaJá separou uma lista com dez exemplos gratuitos que podem ser boas ferramentas de trabalho para empreendedores.

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1 - Aussi

Quem está no começo do empreendimento sempre tem muitas dúvidas em relação aos preços que deve cobrar, às demandas, à própria gestão, entre outros procedimentos. Muitas pessoas não têm recursos financeiros disponíveis para bancar os custos de uma consultoria, então o 'Aussi' chega com essa intenção, de ser um veículo de troca de experiências e conhecimentos entre os micro e pequenos empreendedores. Os idealizadores se definem como uma plataforma colaborativa, justamente por ter esse perfil de integração e compartilhamento de conhecimentos entre quem sabe e quem quer saber. Por exemplo, quem tem dúvida sobre marketing fala com quem empreende na área. Cada resposta recebe avaliações de outros usuários. A ferramenta está disponível para download em Android e IOS. 

2 - Primer

Conhecimento também é o lema do Primer. Criada pelo Google, a plataforma oferece dicas e cursos rápidos por meio de vídeos e postagens, voltados para negócios e marketing digital. Os assuntos podem ser buscados por temas de interesse e os participantes podem ir acompanhando seu progresso e avançando nas lições. São cinco minutos de conteúdos, que trazem tópicos como engajamento, construção de marca, comunicação com o cliente, mobile marketing, entre outros. Para ter acesso basta fazer o download no celulares com Android ou IOS. 

3 - Munddi

Voltado para os empreendedores que atuam com vendas on e offline, o Munddi é um aplicativo que reúne informações das lojas e disponibiliza para consumidores que estão em busca de serviços compatíveis na região. Ele identifica a localização do cliente e sugere lojas mais próximas, endereços online onde os consumidores podem encontrar seu produto ou até mesmo os distribuidores, sendo uma opção para todas as cadeias de consumo. Ainda é oferecido serviço de delivery e divulgação dos produtos à venda nas redes sociais. Conheça o Munddi.

4 - Siscontrole

Este é um programa oferecido para empresas que querem manter o controle financeiro em dia. Os interessados em utilizar os serviços ofertados devem informar dados como lançamentos de títulos a pagar e receber, movimentações bancárias e de caixa, focando no que tem disponível para o negócio. Com isso, são gerados relatórios de fluxo de caixa, despesas, receitas, relações com clientes e fornecedores, por exemplo. No site do Siscontrole, é possível ainda encontrar vídeos com orientações de como utilizar as ferramentas oferecidas. 

5 - Meu Negócio em Dia

Desenvolvido em uma parceria do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Federação Brasileira dos Bancos (Febrabam), o Meu Negócio em Dia também atua na gestão e educação financeira dos empreendedores. Entre as promessas da ferramenta, estão a organização das finanças, análise de receitas, despesas e viabilidade do negócio. Os usuários ainda têm a possibilidade de utilizar “A Calculadora do Empresário”, para comparar os custos dos produtos e serviços financeiros para empreendedores disponíveis e também um “Simulador de Sonhos”, que serve para analisar se o plano de aumento dos negócios e investimentos é compatível com o prazo estipulado e se a escolha feita para alcançar esse objetivo é a mais viável. Para baixar basta entrar na loja de app do celular. 

6 - CamCard

Este aplicativo tem o objetivo de melhorar a divulgação do trabalho desenvolvido pelos empreendedores. É um ferramenta que otimiza os contatos profissionais através do armazenamento de cartões de visita. São mais de 100 milhões de usuários no mundo. A utilização dele é simples. Através da câmera do celular as pessoas podem escanear os cartões corporativos e o aplicativo se encarrega de salvar cada novo contato, criando uma carteira de parceiros, clientes, tornando mais eficaz essa troca e ampliando o networking. Além disso, é possível dentro de um contato fazer alterações, anotações e detalhes personalizados. Para baixar basta ir à loja de aplicativos do celular e depois fazer um cadastro. 

7 - WhatsApp Business

Clientes tendem a voltar a fazer negócios com empresas que lhes atendem bem ou que solucionam os problemas que surgem no meio do processo de compra de algum produto ou serviço. O caminho para isso é uma boa comunicação, e pensando em manter um canal de diálogo eficiente com os clientes é que o Whatsapp Business se insere. Depois de instalar o app no celular, os empresários podem manter contato facilmente com clientes, fornecedores e parceiros, otimizando e organizando facilmente as respostas e solicitações. Pode ser utilizado como um canal também para oferta de novos itens, suporte e notificações para o público alvo. 

8 - Evernote

Perder o caderninho de anotações ou a agenda de trabalho parece um pesadelo. Imagina quando estão anotados nesses espaços detalhes de uma reunião importante ou dados que você não gostaria que outras pessoas tivessem acesso? O aplicativo 'Evernote' promete auxiliar na concentração das informações em um lugar só e permite que você leve tudo para onde quer que vá. Ele funciona em todas os sistemas operacionais e também offline. A plataforma é ideal para quem trabalha com catalogações de dados, para quem faz pesquisas, para clipagem e controle de informações. E se mesmo tendo tudo organizado dentro do Evernote o usuário acabar se perdendo, é possível utilizar o recurso de pesquisa para localizar qualquer arquivo. Para conhecer, acesse a loja de aplicativos do celular e baixe. 

9 - Trello

Organização é o lema desta ferramenta, que não precisa de download para começar a usar, mesmo sendo também encontrada nas lojas de aplicativos dos smartphones e tablets. A tela inicial do site é composta por diversos quadros, que podem ser personalizados de acordo com as demandas, criando assim diferentes listas. Ainda é possível adicionar cards específicos dentro dessas listas, gerenciando melhor as anotações, permitindo adicionar datas, limites para finalizar um trabalho e checklists, permitindo que o usuário acompanhe o progresso da atividade. Ainda é possível compartilhar os conteúdos com demais membros do Trello, facilitando o trabalho em equipe, atribuindo funções específicas para cada um deles e controlando o desempenho e a proatividade de todos os participantes. Para experimentar clique aqui.

10 - Doodle

Imagina tentar marcar uma reunião em um dia e todas as pessoas estarem disponíveis na hora desejada? O Doodle é um aplicativo que promete tornar o conciliamento de agendas uma tarefa mais fácil. O recurso permite a criação de calendários online e que as pessoas compartilhem sua disponibilidade através das respostas a enquetes colaborativas, que disponibilizam resultados em gráficos com as opções mais votadas, identificando quem respondeu ao quê. É um aplicativo que pode ser eficaz para micro e pequenos empreendedores que não têm espaços físicos e necessitam se reunir com parceiros e clientes. Pode ser baixado gratuitamente em IOS e Android, mas possui ferramentas mais aperfeiçoadas na versão premium. Ainda dá para vincular o app às contas de Facebook e Gmail dos usuários. Conheça as funcionalidades do Doodle. Acesse.

Na próxima quinta-feira (18), o auditório da Be Academy será palco de mais uma edição do seminário Facing the Giants. Desta vez o diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e presidente do Conselho Consultivo do Instituto Êxito de Empreendedorismo, Fernando Seabra vai levar ao público a palestra ‘Pitch: Vendendo Seu Peixe’, a partir das 19h. O seminário é gratuito, mas as vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas no link https://lp.beacademy.com.br/institutoexito.

O seminário Facing the Giants acontece todo mês e integra o calendário anual de eventos do Instituto Êxito de Empreendedorismo. Em cada edição um empreendedor de renome sobe ao palco para falar de um tema específico e passar dicas aos que desejam ter sucesso no empreendedorismo. A ideia do seminário é levar conhecimento e orientações a todos aqueles que sonham em criar um negócio ou empreender em qualquer campo da vida, tendo como diferencial que esse conhecimento é repassado por quem conhece na prática os inúmeros desafios que esta carreira apresenta.

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“Tenho acompanhado em minha trajetória empreendedora que muitas pessoas ainda não possuem uma apresentação definida e clara dos seus negócios e isso só acaba sendo percebido normalmente em alguma reunião importante, quando é preciso tirar a ideia do papel e apresentá-la para um investidor, por exemplo. Entender bem o seu negócio e aprender a ‘vender o seu peixe’ é o que garantirá boa parte do sucesso do seu empreendimento. Por isso, na minha palestra eu pretendo mostrar quais os pontos essenciais para convencer as pessoas de que sua ideia realmente vale a pena e também quais os caminhos que precisam ser evitados”, explica o presidente do Conselho Consultivo do Instituto Êxito, Fernando Seabra.

Como as vagas são limitadas, os interessados em assistir ao seminário Facing the Giants também poderão conferir tudo vivo e on-line pela TV Êxito no site www.institutoexito.com.br. Basta acessar o site no horário do evento, que começa às 19h e termina às 21h.

Seminário Facing the Giants

 

 

 

 

Data: Quinta-feira (18/07)

 

 

 

Horário: 19h às 21h

 

 

 

Local: Auditório Be Academy - - Rua Dr. Eduardo de Souza Aranha, 387 – 15º andar - Vila Nova Conceição, São Paulo

 

 

 

Palestra – ‘Pitch: Vendendo Seu Peixe’ por Fernando Seabra

 

 

 

Link para inscrição presencial - https://lp.beacademy.com.br/institutoexito

Da assessoria

Em recente pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foi apontado que o mercado da educação é o que mais cresce dentre as outras áreas do empreendedorismo. O estudo é baseado no Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), que mostrou que o ano de 2017 encerrou com 5 milhões de empresas ativas. Considerado pelo IBGE como o pior resultado desde 2010, quando o número de empresas em funcionamento era de 5,1 milhões. 

O levantamento identificou que maior alta contínua de empresas ocorreu de 2007 a 2013, chegando a 5,4 milhões. A queda se agravou em 2014, com a crise econômica, que fez com que 74,2 mil empresas recuassem. Para essa última pesquisa, foram elencados 20 seguimentos listados pela Classificação Nacional de Atividades Econômicas. O maior crescimento foi o das empresas ligadas ao campo educacional com o número de 1,8 milhões, representando um aumento de 37,5%. 

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Em contrapartida, atividades classificadas como Outras Atividades e Serviços, que abrange ONGs e sindicatos de reparação de equipamentos de informática, comunicação e objetos pessoais, além de empresas ligadas a serviços pessoais (serviços domésticos, lavanderia, cabelereiros, tinturaria, entre outras), foram as que mais reduziram até 2017, com diminuição de 29,7%.

Diferença salarial entre homens e mulheres dimunui, mas ainda não é igual

De 2009 a 2017, a degualdade salarial entre homens e mulheres caiu de 25% para 20,7% . O número é expressivo, uma vez que a quantidade de mulheres que ingressou no mercado de trabalho cresceu três vezes a mais do que os homens em oito anos. Essa ampliação, segundo o IBGE, se deu por causa da maior ocupação das mulheres em setores considerados femininos, como educação e saúde. Então, essa participação, fez cair a discrepância salarial entre os gêneros. Contudo, os homens ainda ganham mais.

Ainda hoje é comum falar-se no desenvolvimento da internet como um fato ainda em curso. Não podemos pensar assim. A rede digital já é um fato de nosso cotidiano e abarca diversas faces de nossas vidas. Lidar com ela sob esse prisma é a melhor forma de manter-se atualizado e não ficar para trás em diversos aspectos. Um campo em que saber utilizar bem a tecnologia é o profissional, notadamente para quem quer empreender.

Abraçar a tecnologia e fazer dela um aliado não é mais opção nem pode ser um plano de futuro, mas é praticamente uma regra para quem quer se destacar no mercado de trabalho na era digital. Acontece que, hoje, há soluções tecnológicas para praticamente tudo e elas podem ser utilizadas para impulsionar qualquer empreendimento.

Em seu livro “Vai lá e faz: como empreender na era digital e tirar ideias do papel”, Tiago Mattos defende que, no futuro, os empregos vão desaparecer e seremos todos freelancers, autônomos ou profissionais liberais. Com isso, todos seremos, então, empreendedores. Como tal, será necessário se empenhar mais em qualquer trabalho, saber diferenciar-se, investir na capacitação e no aperfeiçoamento. Será também preciso, cada vez mais, ser resolvedor de problemas. E que melhor maneira de resolver problemas do que com a tecnologia? Ela será nossa grande aliada.

Esse novo mundo essencialmente digital muda os parâmetros de concorrência do mercado – o que já vem ocorrendo há alguns anos, mas algumas empresas insistem em não aceitar. Os concorrentes deixaram de ser aqueles da mesma rua, mesmo bairro, mesma cidade ou estado. Minha empresa pode ser ameaçada por outra sul-coreana, que oferece um produto ou serviço igual ao meu e pode tomar meus clientes. Aceitar esse fato e saber usá-lo a seu favor é para quem tem inteligência empreendedora.

Empreender é saber inovar, criar novas soluções para velhos problemas. Hoje, para inovar, muitos são os recursos disponíveis, dado o avanço da tecnologia. Não dá mais para querer só fazer as mesmas coisas de sempre. Para ter sucesso e se destacar nesse mundo globalizado, digital e disruptivo onde o mercado é altamente concorrido, é preciso investir na inovação e tecnologia é a melhor forma de fazê-lo. Ganha quem souber melhor utilizar as opções disponíveis e tiver mais criatividade para oferecer soluções inovadoras e cativantes para o público. Não é fácil, dá trabalho, mas, quando bem feito, é um tiro certeiro.

Observando os sérios problemas urinários que as pessoas transexuais e travestis enfrentam por ficarem muito tempo sem ir ao banheiro por conta das fitas adesivas ou colas de alta fixação usadas para esconder a genitália, a técnica em hemoterapia Silvana da Silva desenvolveu um produto que pode mudar essa realidade: uma peça íntima em formato de funil em que esse público pode esconder o órgão sem precisar sofrer com isso.

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Agora, ela conta com a ajuda da designer de modas Renata Martins, que diz ter topado entrar no projeto por se tratar de algo inovador. Depois de conseguir registrar a patente do produto em 2016, e ser uma das startups selecionadas por um projeto da Prefeitura de São Paulo para conseguir formalizar e estruturar melhor o negócio, agora os produtos de Silvana crescem com o passar dos dias, vendendo as peças dentro e fora do Brasil. 

A Faculdade UNINASSAU São Luís, por meio do Núcleo de Pós-Graduação, apresenta nesta quarta-feira (26), às 20h, no auditório da Instituição, evento com tema “Mulher, emoção e dinheiro”. A proposta do encontro é discutir a influência feminina no universo dos negócios.

Como anda a sua relação com o Dinheiro? Essa e outras perguntas serão respondidas no evento com ajuda da coach Venísia Ferreira. A especialista conduzirá um bate-papo tendo como base a liberdade econômica e as possibilidades de lidar com o dinheiro, além de indicar a forma certa de investir os recursos financeiros.

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O evento também terá a participação da consultora financeira, Rad Arrais. A maranhense, de Corotá, conquistou público ao falar de prosperidade e riqueza e hoje compartilha e ensina as pessoas com metodologia própria a também saírem do zero e tornarem-se investidoras.

Segundo a coordenadora de pós-graduação da unidade, Karla Rodrigues, o empoderamento feminino e suas habilidades no mercado de trabalho influencia diretamente no desenvolvimento da economia atual. “O empreendedorismo feminino, bem como a nossa posição na sociedade atualmente, evidencia as nossas conquistas e contribui para o nosso crescimento. Fico orgulhosa de fazer parte desse avanço”, pontua.

Para se inscrever, basta levar 1kg de alimento não perecível no dia do evento. Outras informações pelo e-mail: karla.pereira@uninassau.edu.br.

*Da assessoria de imprensa

O Instituto Latino-Americano de Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento Sustentável – INSTITUTO ÊXITO realizará na próxima quinta-feira (27), às 19h, o primeiro seminário Facing the Giants, no auditório da Be Academy, em São Paulo. Na ocasião, o fundador e controlador do grupo Ser Educacional e presidente do Instituto, Janguiê Diniz, ministrará a palestra Empreendedorismo e Transformação de Sonhos em Realidade. O seminário é gratuito e aberto ao público, mas as vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas no link https://lp.beacademy.com.br/institutoexito.

O seminário, que integra o calendário anual de eventos do Instituto Êxito de Empreendedorismo, ocorrerá mensalmente e sempre terá a palestra de um empreendedor de destaque. A ideia é discutir o empreendedorismo de maneira esclarecedora, estimulante e convidativa, para que aqueles que sonham em criar coisas e gerar valores tenham a oportunidade de fornecer utilidades e benefícios para a sociedade - e inclusive  montar  o próprio empreendimento -, além de  tirar dúvidas e aprender com quem  conhece bem os desafios que essa trajetória apresenta.

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As próximas edições já estão com as datas definidas e contam com os seguintes nomes:

18 de julho - Seminário com Fernando Seabra – Diretor da FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e presidente do Conselho Consultivo do Instituto Êxito. Tema: Pitch: Vendendo Seu Peixe.

8 de agosto – Seminário com Mauro Schnaidman - Conselheiro de empresas, investidor de startups, ex- CEO mundial da Jafra cosmetics, presidente Sara Lee Europa e conselheiro consultivo do Instituto Êxito. Tema: Quem disse que você não pode mudar o mundo? Empreendedorismo e propósito.

5 de setembro – Seminário com João Kepler - Fundador e presidente do Bossa Novas Investimentos e vice-presidente do Instituto Êxito. Tema: Inovação, empreendedorismo e oportunidades.

3 de outubro – Seminário com Antônio Carbonari – Fundador da Anhanguera Educacional, reitor da Must University e conselheiro fiscal do Instituto Êxito. Tema: Empreendedorismo e inovação no setor educacional.

7 de novembro – Seminário com Bruno Guedes – Fundador e presidente do Fundo de Investimentos Iron Capital e diretor de Relações Internacionais do Instituto Êxito. Tema: Empreendedorismo no mercado financeiro e o setor de Alternative Investments.

5 de dezembro – Seminário com Celso Niskier – Fundador e reitor do Centro Universitário Unicarioca e vice-presidente do Instituto Êxito. Tema: Empreendedorismo também se aprende na escola.

“Nós que estamos engajados nas ações do Instituto Êxito de Empreendedorismo queremos, em ações com esta, despertar nas pessoas a vontade de discutir e entender todas as esferas do empreendedorismo. Nós pretendemos estimular o desenvolvimento de habilidades e competências nas pessoas e tudo isso só será possível se tivermos uma nação engajada, que entenda do assunto e lute para colocar em prática seus projetos”, esclarece o presidente do Instituto, Janguiê Diniz.

Como as vagas são limitadas, os interessados em assistir ao seminário Facing the Giants também poderão conferir tudo vivo e on-line pela TV Êxito no site www.institutoexito.com.br. Basta acessar o site no horário do evento, que começa às 19h e termina às 21h.

Seminário Facing the Giants

Data: Quinta-feira (27/06)

Horário: 19h às 21h

Local: Auditório Be Academy - - Rua Dr. Eduardo de Souza Aranha, 387 – 15º andar - Vila Nova Conceição, São Paulo

Palestra - EMPREENDEDORISMO E TRANSFORMAÇÃO DE SONHOS EM REALIDADE – Por Janguiê Diniz

Link para inscrição presencial - https://lp.beacademy.com.br/institutoexito

Da assessoria

O mês de junho é um dos mais esperados pelos nordestinos, afinal, o São João é uma das festividades que mais aquecem o comércio e o turismo da região. A tradição forte, sobretudo em cidades como Caruaru, em Pernambuco, e Campina Grande, na Paraíba, que disputam o título de maior São João do mundo, faz com que a venda de produtos típicos, comidas de milho, vestimentas e até fogueiras, sejam negócios rentáveis para quem busca um dinheiro extra.

 

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A confeiteira Juliana Santos é uma das pessoas que aproveitam a época para aumentar os lucros de sua empresa. Durante todo o ano, o “Delícias da Juli” dedica-se a encomendas de bolos e doces voltados a diversos tipos de comemorações, além da venda do clássico bolo de rolo pernambucano. Para o mês de junho, a confeiteira resolveu inovar na oferta dos produtos. “Nessa época junina incluo no cardápio os bolos típicos como bolo de milho, macaxeira, bolo de rolo de milho e desde o ano passado inclui bolo de rolo de pé de moleque, de canjica e de queijadinha”, conta a empreendedora.

Com as comidas personalizadas, Juliana vê seu público crescer. Ela acredita que o crescimento seja reflexo do investimento nos alimentos, que mesmo sendo típicos, têm um diferencial. Assim, ela amplia a clientela, que acaba procurando seus serviços também em outras épocas do ano. “A cada ano o público se comporta de forma diferente, mas os lucros são muito bons, porque esse tipo de comida típica sempre tem um valor diferenciado, pelo trabalho empregado no seu preparo”, explica.

Para quem já está pensando na próxima festa para investir ou começar um  novo negócio, ou até mesmo ampliar os ganhos naquele mês, Juliana tem um dica especial: “Utilizar insumos de qualidade, ter atenção  com a higiene na hora do preparo e adequar os produtos e os preços à clientela que quer atingir”, para ela são alguns dos pontos fundamentais para conseguir conquistar cada dia mais clientes.

Quem busca empreender, especialmente em negócios sazonais, precisa buscar conhecimento ou algum tipo de consultoria para minimizar (e até mesmo evitar) possíveis erros durante a execução do negócio. De acordo com os especialistas, é preciso que primeiro haja um planejamento bem trabalhado, que contenha análise de mercado, planos de marketing e publicidade, que é a forma que será utilizada para alcançar o público desejado e a estratégia financeira.

Para o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Danilo López, o ideal é não deixar para fazer tudo em cima da hora. “A dica é buscar conhecimento prévio. Não esperar o dia São João para saber o que vai vender, tem que pelo menos dois meses antes começar a planejar. Se você deixar para comprar em cima da hora, você vai comprar um produto mais caro. Tem que pensar bem antes para entender as tendências de mercado, o que pode estar fazendo de diferente para poder se destacar no mercado”, orienta.

 

Outro detalhe importante, que não pode passar batido, é a regularização do negócio, mesmo que seja na porta de casa. É necessário, principalmente quando se vai trabalhar com comida, preocupar-se com o bom manejo dos ingredientes e ter uma boa higienização do local fabricação e venda. Evita que o cliente tenha uma experiência ruim ou até que possa gerar denúncias à vigilância sanitária, até por parte dos concorrentes. De acordo com o consultor do Sebrae, buscar a formalização traz também confiança, segurança e tranquilidade para as partes envolvidas no processo de consumo.

Depois de passar por todas essas etapas, os micro e pequenos empresários precisam correr atrás de fazer diferente, como a confeiteira Juliana, que faz bolo de rolo de milho e pé de moleque, por exemplo. Mais do mesmo pode fazer com que o único fator atrativo dos produtos seja o preço.

Depois de decidir o que vai trabalhar, o empresário precisa analisar os custos, para não gastar mais do que pretende lucrar. Isso vale para todas as festividades ao longo do ano. “Muitas vezes quando a gente fica com excedente de estoque e tem de vender em uma época que não é muito propícia, geralmente a gente vende a um preço muito baixo e que diminui e muito a margem de lucratividade. É importantíssimo também fazer divulgação de véspera, pelo menos duas semanas antes para poder colocar na cabeça do cliente o produto. Pesquisar para identificar tendências, antes e durante. Saber todos os detalhes de sabor a preço e forma de pagamento”, comenta Danilo López.

O programa Vem Ser S/A desta semana, apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, vai falar sobre empreendedorismo e a importância de se obter competências para uma carreira de sucesso. Para a conversa, Janguiê recebe o empresário, escritor e palestrante, Roberto Shinyashiki. 

Roberto é autor de best-seller, tendo escrito livros de auto-ajuda que já venderam quase oito milhões de cópias em vários países. Os conteúdos proferidos nas palestras de Shinyashiki têm o objetivo de orientar e inspirar administradores e futuros empresários a conquistarem uma jornada de sucesso profissional. 

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A entrevista vai ao ar nesta quarta-feira, às 20h, no Facebook e canal no YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

Gutemberg Alves de Santana é um ex-vendedor de quentinhas da Região Metropolitana do Recife que, hoje, tem um patrimônio avaliado em R$ 4 milhões. Depois de enfrentar inúmeros desafios, Gutemberg fundou o “Sabor da Casa”, empreendimento especializado na fabricação de bolos de rolo, referência da culinária pernambucana. O LeiaJá contou a história do empreendedor

Para ajudar outras pessoas com o mesmo espírito empreendedor, o dono do 'Sabor da Casa' está criando o Instituto Begs, com o objetivo de qualificar donos de negócios que estejam passando por dificuldades e empreendedores que querem abrir a primeira empresa. Com apoio de advogados, contadores e especialistas em licitação, o instituto do ex-vendedor de quentinhas quer dar oportunidade àqueles que almejam mudar de vida.

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Ainda de acordo com Gutemberg, o propósito é que a consultoria seja realizada de forma gratuita. Mais informações podem ser obtidas através do Instagram do Sabor da Casa.

 'Saia do lugar que limita sua visão' é a frase que marca o discurso do empreendedor Gutemberg Alves de Santana / Foto: Chico Peixoto/LeiaJáImagens

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A dor de um pai sem alimento para próprio filho findou em lágrimas. Tomado pela tristeza e cabisbaixo em seu humilde lar, o homem, após um duro dia de trabalho pela sobrevivência, carregava naquele momento a incapacidade de suprir a necessidade de um familiar. Por mais lamentável que fosse, a cena era acompanhada com atenção e dose de espanto por uma criança de apenas oito anos, que não entendia o choro angustiante do pai. O garoto, então, questionou a mãe o motivo das lágrimas. “Ele não tinha dinheiro para comprar leite para seu irmão mais novo”, respondeu a mulher.

Apesar de amargo, o episódio instigou sonhos. Fez de um garoto um homem determinado a mudar vidas: a dele e a das pessoas que estavam ao seu redor. Marcante, a cena banhada a lágrimas foi o motor propulsor para Gutemberg Alves de Santana, hoje com 31 anos, compreender que poderia, a base de muita luta, despedaçar a realidade de pobreza da sua família. Nascido no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife, Berg, chamado assim pelos amigos, dividiu a infância com a responsabilidade de superar a condição ruim em que vivia a sua família. Ainda na adolescência, ele começou a trabalhar, desenvolvendo um espírito empreendedor que mais na frente transformaria um vendedor de quentinhas em um empresário que hoje comemora um patrimônio avaliado em R$ 4 milhões.

Gutemberg, fundador da ‘Sabor da Casa’, empresa especializada na produção de bolos de rolo, hoje desfruta da doçura de deus produtos, saboreia uma vida confortável e, ainda assim, se mantém com os pés no chão. Ele sabe de onde veio. Assim como as lágrimas de seu pai - um cuidador de carros em uma boate situada na cidade de Paulista, Região Metropolitana do Recife -, Berg provou adversidades ao longo da vida, experimentou frustrações, chorou, mas hoje degusta do sucesso.

Berg orgulha-se ao mostrar a variedade de produtos do seu empreendimento / Foto: Chico Peixoto/LeiaJáImagens

“Lembro muito das coisas. Às vezes a gente não tinha o que comer e meu pai chegava de madrugada com galeto e farofa que a dona da boate dava a ele. Ele acordava todo mundo para comer. Lembro que meu pai estava chorando e fui perguntar a minha mãe por que ele estava daquela forma. Ela disse que ele não tinha dinheiro para comprar leite para o meu irmão mais novo. Hoje quando a gente pensa como adulto, percebemos que é uma cena muito forte. Sempre digo: saia do lugar que limita sua visão. De certa forma, aquilo me corroeu por dentro”, recorda Gutemberg, não com ar de tristeza, mas certo de que as dificuldades impulsionaram sua vontade de vencer.

O vendedor de quentinhas especializado em cobranças

Berg e três irmãos viviam com os pais de favor na casa de uma avó, no humilde bairro da Guabiraba. Sua mãe, analfabeta, trabalhava como empregada doméstica, mas o que recebia era insuficiente para atender aos anseios da família. Cuidando de carros e retirando areia de rios para construções, o pai de Gutemberg dedica-se exclusivamente aos trabalhos, pressionado pela necessidade de garantir o sustento dos seus dependentes. Depois de um tempo, a família ganhou um terreno no mesmo bairro, onde posteriormente seria construída uma residência simples.

Os pais de Gutemberg “viviam” pela sobrevivência. A pobreza os obrigava a trabalhar para botar comida na mesa. Contudo, eles faziam questão que os filhos frequentassem a escola, que para eles seria o caminho cujo trajeto resultaria em uma vida mais confortável para a família.

A mãe de Berg, Luzineide Maria Florenço, hoje com 50 anos, resolveu pedir demissão da função de empregada doméstica. Antes da decisão, juntou dinheiro que seria suficiente para a criação do primeiro empreendimento da família: sua casa transformou-se em um ponto de vendas de quentinhas, como são conhecidos pratos de comidas servidos geralmente no horário do almoço.

 

Mãe de Gutemberg, Dona Luzineide faz questão de continuar com seu restaurante, onde comercializa quentinhas no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife / Foto: Chico Peixoto/LeiaJáImagens

“Certo dia, quando cheguei da escola, presenciei a casa da minha mãe cheia de mesas e ela estava vendendo almoços. Tinha uns 12 anos na época. Fiquei meio que perdido, mas percebi que a hora era aquela. Foi assim que aprendi a cozinhar com minha mãe. Quando ela montou esse negócio, comecei a desenvolver meu lado comercial fazendo contas: calculei o que ela gastava e o que apurava. Como ela conseguiu criar o negócio sem ter experiência, percebi que eu também poderia fazer algo melhor. Inicialmente, ela vendia cerca de 50 almoços por dia. Então tive a ideia de vender quentinhas no Terminal Integrado da Macaxeira – ponto de circulação de ônibus localizado na Zona Norte do Recife –“, relembra Gutemberg.

Cinco horas da manhã Berg saia de casa rumo ao terminal. Não levava almoços de cara, mas ostentava a habilidade de oferecer os produtos aos trabalhadores do TI. “No primeiro dia só vendi um. Mas, a comida da minha mãe, quem come uma vez volta a comer. O primeiro cliente gostou tanto que espalhou para os outros funcionários. Eu anotava os pedidos, voltava para minha casa e passava para minha mãe, e depois levava para os clientes. No segundo dia vendi cinco, no terceiro dez. Uns seis meses depois tripliquei a venda de almoços da minha mãe. Passei um ano e meio vendendo quentinhas no terminal. Fiquei tão amigo dos motoristas e cobradores que já não pagava passagem para andar de ônibus”, brinca Berg. Cada quentinha era comercializada por R$ 3,50. Depois das vendas de Gutemberg, a mãe dele passou a entregar 150 quentinhas diariamente.

Do trabalho em parceria com a mãe, Berg recebia R$ 100 mensais. No período, passou a estudar à tarde, já que a manhã era dedicada ao comércio de almoços. O dinheiro lucrado por Berg era investido em cursos de capacitação, que mais tarde serviram como ótimos aliados na sua formação escolar.

Dona Luzicleide relembra com nostalgia da desenvoltura do filho. “Ele era um ótimo vendedor e principalmente cobrador. Ficava em cima dos clientes que deixavam para pagar depois. Ele não voltava para casa sem dinheiro”, recorda Luzicleide, aos risos. “Eu pegava o camarada pela palavra. Se ele falava ‘passe aqui de tarde que eu te pago’, à tarde eu estava lá no pé dele esperando”, conta Berg, de maneira descontraída.

“Olha a cocada”! Berg contrata seu primeiro funcionário

Próximo da comunidade onde Gutemberg vivia com sua família, o pai dele passou a trabalhar em uma borracharia. Inclusive, borracheiro foi outra função que o rapaz desempenhou ao lado do pai na juventude. Na mesma localidade, uma grande empresa de água mineral inaugurou uma produção, o que despertou em Berg a ideia de um novo empreendimento.

Com quase 14 anos, Gutemberg passou a vender cocadas para os clientes que almoçavam no comércio de quentinhas da sua mãe. No mesmo período, graças a um favor de uma funcionária e de um gerente da empresa de água, o garoto teve a ideia de instalar um fiteiro dentro da companhia. “O objetivo do ponto fixo era atender aos pedidos dos funcionários que não podiam sair da empresa. Vendia cocada, pipoca, confeito, refrigerante... Nessa época passei a estudar à noite”, relata.

Gutemberg comprava as cocadas a R$ 0,15 a um idoso que residia em uma comunidade da Zona Norte do Recife; posteriormente, o produto era comercializado para a clientela ao preço de R$ 0,30.

De acordo com o empreendedor, como muitos caminhões que transportavam os botijões de água mineral ficavam fora da empresa, era necessário fazer com que os produtos do fiteiro, em especial as cocadas, chegassem aos caminhoneiros. “Foi aí que contratei minha primeira funcionária. Essa amiga ficava no fiteiro, enquanto eu circulava na fábrica e fora dela para oferecer as cocadas. Comercializava umas cem cocadas por dia. Dava para a funcionária em torno de R$ 15”, revela Gutemberg.

Apesar de lucrativa, a rotina intensa de trabalho, de certa forma, passou a atrapalhar o interesse de Berg pela vida escolar. Ele parou na sétima série, aos 15 anos. Contudo, ele tinha o sonho de ingressar no Exército Brasileiro; então, resolveu entrar em um supletivo, onde após três anos, conseguiu finalizar o ensino médio. Aos 19 anos, Berg ingressou na carreira militar, mesma época em que entregou o ponto do fiteiro.

Da carreia militar à criação da fábrica de bolos de rolo

Segundo o empreendedor, o Exército foi fundamental na sua formação como pessoa. Berg se destacou nas atividades militares pela sua dedicação às funções, bem como pelo porte físico e pelas provas físicas. “Corria bem, já era atleta na escola. Comecei a vencer corridas, ganhei o prêmio de melhor militar do batalhão”, conta.

Depois de um tempo, Gutemberg engajou na carreira militar. Em 2011, aos 23 anos, paralelamente ao Exército, ingressou em uma universidade, onde cursou gestão e tecnologia de logística.

Além da faculdade, o rapaz apostava nos estudos em prol da aprovação em concursos militares. Na época, além do salário de R$ 890 oriundos do Exército, Gutemberg comercializada rodas para carros, complementando a renda que servia para bancar as mensalidades da faculdade.

Em 2014, ele formou-se na universidade e conseguiu aprovação para a Polícia Militar da Paraíba e para o Curso de Formação de Oficiais no Ceará. Porém, Berg rejeitou as aprovações depois de desenvolver um trabalho de conclusão de curso voltado à abertura de uma empresa. “Não desmerecendo quem é funcionário, mas coloquei na minha cabeça que não trabalharia para ninguém”, diz Gutemberg.

De acordo com o empresário, em abril de 2014, ele e seu pai tinham um bom equilíbrio financeiro. Na época, animado com o trabalho da faculdade, Berg resolveu criar uma fábrica de bolos de rolo, porque entendia que o produto seria rentável por ter se tornado patrimônio do Estado. Outro aspecto que pesou foi o fato de sua avó ter revelado que queria aprender a fazer bolo de rolo. Quando ela faleceu, Gutemberg recordou esse desejo e decidiu investir na abertura do empreendimento.

Berg, já estabilizado em termos financeiros, adquiriu um terreno localizado no bairro de Passarinho, Zona Norte do Recife. Próximo ao local, existia um galpão que poderia ser agregado ao espaço, ao preço de R$ 120 mil. “Tinha uns R$ 50 mil juntos. Fechei por R$ 100 mil a compra do galpão, passei um cheque de R$ 50 mil e o restante parcelei em dez vezes. Consegui quitar com a fábrica funcionando”, relembra.

Berg particiou da reforma do espaço que abrigou a primeira fábrica dua sua empresa / Foto: Arquivo pessoal

Na época, Gutemberg convidou um amigo de infância, que carregava experiência de uma empresa alimentícia, para ser seu sócio na criação da ‘Sabor da Casa’. A primeira fábrica tinha 300 metros quadrados.

“No dia 1º de julho de 2014 formalizei a empresa ‘Sabor da Casa’. Fui sem medo de errar. Dia 31 de julho de 2014 fui exonerado, deixei de ser militar. O que pesou para essa escolha foi o desafio: na carreira militar eu sabia onde meu salário ia terminar, na fábrica não. Iniciamos com quatro pessoas: eu, meu sócio na época, minha esposa e a dele. Nos dois primeiros meses, nós cuidávamos de tudo; aprendi a fazer bolo de rolo assistindo vídeos e meu sócio, por já ter experiência, tocava a produção. Ele sabia fazer tudo”, conta.

Dois meses depois, a empresa contratou três funcionários. O sócio ficou responsável pela produção, enquanto Gutemberg ia às ruas para vender o produto, principalmente em padarias da Zona Sul do Recife. Ele oferecia os bolos, os clientes gostavam e compravam. No período, a empresa vendia em torno de 200 quilos de bolo de rolo por dia.

Com oito meses de empresa, foi instalada a primeira loja da marca, no aeroporto de Fortaleza. A mensalidade custava R$ 7 mil mensais, valor que já representava 10% do faturamento da empresa como um todo. “O primeiro mês de funcionamento do quiosque foi excepcional: R$ 60 mil de faturamento. Então, a fábrica passou a vender mais, chegaram novos funcionários e desenvolvemos novos produtos”, conta o empresário.

Em setembro de 2015, a sociedade foi desfeita e Gutemberg precisou seguir sozinho na gestão da companhia. Na época, a ‘Sabor da Casa’ já possuía, além do quiosque em Fortaleza, dois pontos de vendas em João Pessoa-PB e um em Fernando de Noronha-PE. No entanto, o ponto cearense estava próximo de encerrar o contrato; Gutemberg não conseguiu licitação e deixou de comercializar os produtos na região.

O fracasso bateu à porta. A vontade permitiu uma reviravolta

Com o fim da sociedade, vários problemas surgiram diante da empresa. Gutemberg perdeu uma funcionária especializada na venda direta aos clientes, fato que prejudicou profundamente o andamento da produção. “Passei a enfrentar a crise da loja fechada com os funcionários dentro parados, já que a produção diminuiu bastante. Perdi pontos de vendas aqui da região. Nessa época, as vendas caíram 80%. Achei que a empresa ia fechar. Nem carro eu tinha mais, voltei a andar de ônibus”, revela o empresário.

A companhia chegou a dever quase R$ 330 mil. “Foi a maior dívida da minha vida”, confessa Gutemberg. Ele cogitou, inclusive, vender tudo que tinha, já que no mesmo período recebeu uma proposta para trabalhar como chefe de segurança de um centro de compras. “Eu confesso que, nessa época, entrei em um período pré-depressivo. Me isolei, devia bastante”, conta.

Depois de passar pela entrevista no centro de compras, Gutemberg voltou para a fábrica. Exausto, deitou no chão e dormiu. Ouça o relato:

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O “sonho acordado” fez com que Gutemberg erguesse a cabeça e se jogasse de volta ao mercado. Ele selecionou todos os contatos de clientes e fornecedores, conversou com cada um, e os convenceu que o bolo de rolo é um produto rentável. As vendas voltaram. “Seis meses depois zerei todas as dívidas explicando a situação da empresa, ao mesmo tempo em que pedia uma nova chance com fornecedores”, relembra o empreendedor.

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‘Sabor da Casa’, uma doce conquista

O ex-vendedor de quentinhas conquistou sonhos. Resistiu aos desafios do empreendedorismo, superou crises e estabilizou a fábrica de bolos de rolo. Hoje, a 'Sabor da Casa' ostenta, além da iguaria nordestina, mais de 70 produtos entre doces e salgados.

A fábrica continua no bairro de Guabiraba, mas agora em um terreno de 1.900 metros. São, ao todo, 34 funcionários, responsáveis pela produção de uma tonelada de bolo de rolo por dia. O preço do produto pode variar de R$ 8 a R$ 47, dependendo do tamanho e modo de preparo.

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De acordo com Gutemberg, o faturamento mensal da empresa gira em torno de R$ 400 mil. A marca conta com 14 lojas próprias distribuídas em Recife-PE, João Pessoa-PB, Natal-RN, Belém-PA, Aracaju-SE, Goiânia-GO, Porto de Galinhas-PE, Maceió-AL e Fortaleza-CE.

A trajetória empreendedora de Gutemberg inspira os mais jovens. Seu irmão, Yurimberg Florenço de Santama, 26 anos, orgulha-se ao recordar dos episódios de dificuldade que foram deixados para trás graças à perseverança do empreendedor. “A batalha da gente é muito grande, a história também é muito linda. Estamos conquistando sonhos com muito sacrifício e assim nós vamos lutando. Meu irmão é um exemplo muito grande, me espelho muito nele”, diz Yurimberg, responsável pelo setor de produção.

João Vitor Florenço, batedor de massa, é funcionário do empreendimento desde a inauguração. Ele presenciou as fases boas e ruins do negócio. “Agradeço a Deus por tudo que conquistamos até hoje. Berg foi um sofredor, lutou muito para chegar aonde chegou. Ele é uma inspiração para mim, daqui eu penso em fazer muitas coisas, como uma faculdade”, finaliza o funcionário.

Gutemberg quer mais. Sonha em instalar ao menos uma loja da marca em cada capital brasileira. Além disso, almeja levar o bolo de rolo para fora do Brasil. O empreendedor também compartilha sua história de sucesso em palestras, bem como idealiza a criação de uma entidade especializada em orientar futuros empresários ou gestores que estão passando por momentos difíceis em suas empresas.

A instituição sem fins lucrativos Junior Achievement Pernambuco anunciou mais uma vez a realização do Miniempresa, projeto que tem como função ensinar planejamento e desenvolvimento de uma empresa na prática aos jovens. A previsão é de que a 19ª edição do programa beneficie mais de mil alunos do segundo ano do ensino médio de escolas do Agreste pernambucano e da Região Metropolitana do Recife.

As aulas serão ministradas por 200 profissionais habilitados espalhados em dez cidades diferentes ao longo dos sábados. O intuito de toda a capacitação é fazer com que os estudantes se familiarizem com conceitos como livre iniciativa, mercado, comercialização, produção, fluxo de caixa, encargos e impostos.

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Entre os eventos planejados para a formação dos jovens estão uma Gincana de Miniempresa, marcada para o próximo sábado (8) no Clube Português, Zona Norte do Recife, e a comercialização de produtos em um centro de compras da capital pernambucana.

Todos eles devem montar uma miniempresa, planejando, produzindo e vendendo produtos, apurando resultados, bancando a infraestrutura e pagando com valores simbólicos os envolvidos, como funcionários e acionistas. Segundo a Junior Achievement Pernambuco, mais de 150 mil alunos já passaram pelo projeto.

De acordo com o cronograma, os jovens das cidades de Recife, Olinda, Paulista, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Belo Jardim, Caruaru, Vitória de Santo Antão, Gravatá e Limoeiro, terão 18 momentos diferentes de aprendizado e construção durante a capacitação, que findará em uma formatura no dia 4 de novembro, no Teatro Guararapes, na cidade de Olinda, na RMR.

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