Tópicos | descomplicando a política

No podcast desta segunda-feira (19), o cientista político Adriano Oliveira levanta questionamentos sobre as constantes interferências que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) vem querendo fazer sobre as instituições públicas. Nas últimas semanas, o presidente já alegou que tem interesse, entre outros, de nomear o superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro - alegação que teve uma resposta dos atores da PF, que ameaçaram demissão coletiva e que gerou um “recuo” do presidente.

Adriano faz uma observação acerca do silêncio do Ministro da Justiça Sérgio Moro que, diferente das atitudes enquanto juiz, quando se mostrava altivo e bem presente na imprensa, atualmente tem ficado calado - mesmo quando as ações envolvem instituições com as quais ele tem relação, como é o caso da PF e foi o caso do COAF. Bolsonaro pediu a demissão do presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeira, Roberto Leonel, após o órgão criticar uma decisão de Dias Toffoli (STF) que beneficiou Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

O cientista mostra preocupação quanto a essas atitudes do presidente, uma vez que ações de interferência como essas geram o enfraquecimento das instituições. Justamente instituições que contribuíram, e muito, para o andamento da Lava Jato, operação sobre a qual Bolsonaro fez ampla defesa durante sua campanha eleitoral.

O programa Descomplicando a Política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras. 

Confira mais uma análise a seguir: 

No podcast desta sexta-feira (16), o cientista político Adriano Oliveira faz uma comparação entre o Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), e o Presidente da Argentina, Mauricio Macri. Segundo Adriano, ambos gestores, trabalham baseados em um mesmo formato de política, sendo esta, liberal. 

Adriano destaca que o Ministro brasileiro da Economia, Paulo Guedes, auxiliou Bolsonaro a trabalhar em cima de uma agenda liberal, mesmo o Presidente alegando não entender de economia. De acordo com Adriano Oliveira, um Presidente eleito não pode dizer que não entende de economia; o gestor precisa, ao menos, ter noção de como ela funciona e quais são as necessidades da contexto do país que gere.

Ainda segundo ele, o Brasil é um País que não tem capacidade para suportar o excesso de liberalismo, no entanto, o Ministro da Economia propõe o contrário, o que futuramente pode ocasionar a rejeição e baixa popularidade de Bolsonaro.

O programa Descomplicando a Política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras. 

Confira mais uma análise a seguir: 

<p>No podcast desta segunda-feira (12), o cientista político Adriano Oliveira questiona a estratégia que o site The Intercept Brasil usa para a divulgação dos diálogos dos atores da Lava Jato. Há alguns meses, o site divulga trechos de diálogos reveladores que mostraram que o Ministério Público tinha intencionalidade em muitas ações da Lava Jato que, entre outros, condenou e prendeu o ex-presidente Lula sem provas, conforme avaliação de Adriano. Entretanto, a falta de regularidade do material exposto faz com que o assunto não seja avaliado da melhor forma.</p><p>O cientista pontua que não afirma que inexistiu corrupção no PT e nos outros partidos julgados pela operação, porém, a intencionalidade e a falta de provas objetivas é chamativa. Ontem (11) um grupo de juristas assinou manifesto questionando a Lava Jato e a prisão de Lula, afirmando que não foi dentro das regras do estado de direito.</p><p>Para Adriano, Lula parece confiar que esses vazamentos possam soltá-lo, uma vez que o político disse não querer regime semiaberto, pois acredita que poderá ter o julgamento anulado. Para isso, precisa-se do apoio da opinião pública e da imprensa, que só se mostrarão favoráveis se houver vazamentos mais intensos por parte do Intercept.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>No podcast desta sexta-feira (09), o cientista político Adriano Oliveira analisa o possível contexto eleitoral para 2022. Segundo ele, até o momento, Jair Bolsonaro (PSL) teria dois possíveis adversários para a reeleição, Sérgio Moro e João Doria. Entretanto, cada um deles é tolhido de alguma forma pela figura do então presidente.</p><p>Moro, apesar de ter conquistado a opinião pública quando juiz, hoje, como Ministro da Justiça, parece ter perdido sua estrela. Ele não se posicionou em nenhuma das últimas declarações e ações do governo quanto a questões que envolviam o seu trabalho. Ele não se posicionou contra a possível demissão do chefe do COAF, Roberto Leonel, indicação sua, assim como também não falou nada sobre a fala do presidente acerca da falta de pressa que ele tinha para a aprovação do pacote anticrime (projeto seu), entre outros. Assim, fica o questionamento: qual o futuro de Moro?</p><p>João Doria, governador de São Paulo pelo PSDB, tem posicionamentos parecido com os de Bolsonaro, podendo disputar eleitores dele em 2022. Entretanto, caso a popularidade do presidente não caia, Doria não será uma ameaça.&nbsp;</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>&nbsp;</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>No podcast desta segunda-feira (05), o cientista político Adriano Oliveira avalia a relação entre Moro, o COAF e Bolsonaro. O COAF, Conselho de Controle de Atividades Financeira, é um órgão que monitora as atividades financeiras de qualquer cidadão brasileiro. Amplamente utilizado na Operação Lava Jato, com o aval do então juiz Sérgio Moro, recentemente foi modificado após uma decisão de Dias Toffoli (STF). Foram suspensas as investigações acerca do senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente da república, pois, segundo Toffoli, elas só poderiam acontecer mediante decisão judicial.&nbsp;</p><p>O chefe do Conselho, Roberto Leonel, criticou a decisão, o que desagradou Bolsonaro pai e gerou ontem uma fala sua que dava a entender que Paulo Guedes, ministro da Economia (pasta a que pertence o COAF), poderia demitir Leonel. Segundo Adriano, esse possível afastamento deixa Moro em uma encruzilhada, já que usou amplamente o COAF durante a Lava Jato e também indicou Leonel para a presidência do Conselho. Durante toda a discussão acerca do tema, ele se manteve em silêncio.</p><p>Assim, para o cientista político, Moro se torna uma dúvida: vai entrar para história como o grande juiz da Lava Jato ou como o juiz que utilizou a Lava Jato com interesses políticos?</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}
span.s1 {font: 10.0px Arial; font-kerning: none; color: #545454}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>No podcast desta sexta-feira (02), o cientista político Adriano Oliveira faz uma análise sobre as últimas atitudes tomadas por Bolsonaro. Nas últimas semanas ele vem fazendo declarações contraditórias, (como a indicação intransigente do seu filho para a embaixada americana), e que vem desagradando uma boa parcela da população. Para Adriano, essas falas criam uma agenda negativa para o seu governo.</p><p>Bolsonoro parece estar já em campanha para 2022 e, ferreamente, se posiciona contrário ao PT, se agarrando ao antipetismo que o elegeu, juntamente com a Operação Lava Jato. Mas o cientista analisa que essa dicotomia anda enfraquecida, podendo um candidato de centro ganhar muitos dos votos que hoje são de Bolsonaro. Um candidato como João Dória (PSDB) pode ser eleito, caso os eleitores do presidente comecem a se desagradar das duas posições.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>Nesta segunda-feira (29), o cientista político Adriano Oliveira faz uma avaliação sobre as novas etapas da novela Lava Jato e Intercept Brasil. Desde 2014 a operação provocou muita turbulência, devido às prisões e investigações, tendo contribuído indiretamente para o impeachment de Dilma Roussef, a vitória de Bolsando, entre outros.&nbsp;</p><p>Entretanto, a operação não é mais o caçador, e sim a caça, frente ao vazamento dos diálogos pelo Intercept Brasil, que mostram alguns desvios de seus atores públicos. Adriano frisa que boa parte da imprensa está dando mais destaque à forma do que ao conteúdo em si, havendo muitos questionamentos ficado em aberto: a justiça ainda não julgou e apontou os homens presos como as fontes dos vazamentos das mensagens, além disso, não se sabe se o Intercept só tem uma única fonte.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 15h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>Nesta sexta-feira (26), o cientista político Adriano Oliveira faz uma análise sobre as estratégias assumidas entre os atores dos vazamentos de diálogos pelo Intercept Brasil. Moro tinha como estratégia afirmar que o material não era verdadeiro, o que vai de encontro com a necessidade de investigação dos supostos hackers.&nbsp;</p><p>Qual a versão verdadeira? Para Adriano, a estratégia de Moro está equivocada, uma vez que ele tenta descredenciar os conteúdos, mas, em contrapartida, entrou em contato com diversas autoridades para informar que elas haviam sido hackeadas. Durante esses contatos ele informou que o material seria destruído, agindo contrário a sua posição de Ministro da Justiça - ele não é mais juiz.</p><p>Adriano ainda avalia a liberação dos últimos diálogos, que tem sido mais incisivos sobre as conversas de Dallagnol do que sobre as de Moro. Seria porque o site não tem mais diálogos dele ou seria uma estratégia, estando o site esperando um momento mais adequado?&nbsp;</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>Nesta segunda-feira (22), o cientista político Adriano Oliveira fala em seu podcast ​ sobre a importância da Lava-Jato, Ministério Público, Poder Judiciário e o The Intercept Brasil enquanto instituições, e de que forma as decisões são tomadas, através de quais influências, apontando sempre para um objetivo final.&nbsp;</p><p>O analista, além de condenar as estratégias adotadas por Moro durante a condução do processo da investigação, cita ainda a discrepância na postura do Poder Judiciário com relação à um processo envolvendo o PT, representado na figura do ex-presidente Lula, em que Deltan Dallagnol, Procurador de Justiça, é agressivo e contundente. Enquanto em outro processo, em diálogos divulgados pelo The Intercept, Deltan surge com a tentativa de amenizar o caso Queiroz, que envolve a família do atual presidente, Jair Bolsonaro.&nbsp;</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>No podcast dessa sexta-feira (19), o cientista político Adriano Oliveira faz uma avaliação sobre as últimas discussões econômicas entre o presidente Bolsonaro (PSL) e o seu ministro Paulo Guedes. Ontem (18), Bolsonaro anunciaria uma medida que tinha como finalidade diminuir as dívidas e aumentar o consumo entre a população, que seria a liberação de parte do FGTS. Essa medida, indicada por Paulo Guedes, apesar de acertada, vai de encontro ao liberalismo pregado pelo ministro, envolvendo, assim, o Estado.</p><p>Segundo Adriano, o anúncio dessa medida foi adiada para a próxima semana, a pedido do empresariado da construção civil, que seria prejudicado com essa retirada, sendo o programa Minha Casa Minha Vida afetado consequentemente. Assim, a classe média e C e D seriam prejudicadas, uma vez que são o público alvo do projeto.</p><p>Dessa forma, Guedes se mostra que o governo está perdido quanto a economia, uma vez que apostou todas as fichas na Reforma da Previdência, entretanto, ela ainda não surtiu os efeitos esperados, apesar da aprovação certa.</p><p>O programa Descomplicando a Política é exibido na fanpage do Leia Já, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>No podcast dessa segunda-feira (15), o cientista político Adriano Oliveira faz uma avaliação sobre as novas informações reveladas a partir de conversas entre membros da operação Lava Jato. A Folha de São Paulo trouxe a informação de que o procurador Delton Dallagnol tinha a intenção de dar palestras, com retorno financeiro, sobre sua atuação na operação. Para Adriano, isso põe em dúvida a ética, uma vez que ele tem cargo público. Por que não fazer esse tipo de ação em escolas públicas e/ou centros universitários, sem retorno financeiro?</p><p>Segundo a avaliação e as recentes pesquisas do Datafolha, a credibilidade da operação e do próprio ministério público vem caindo, o que pode enfraquecer a figura de Bolsonaro (PSL) e da democracia. O eleitorado do presidente é formado por uma grande parcela antipetista e confiante na Lava Jato.&nbsp;</p><p>O cientista também aborda no programa de hoje a relação da oposição com a aprovação da Reforma da Previdência: só há derrota para ela se houver a geração de emprego e renda.</p><p>O programa Descomplicando a Política é exibido na fanpage do Leia Já, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>No podcast dessa segunda-feira (08), o cientista político Adriano Oliveira faz uma avaliação sobre os dados da mais recente pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto de pesquisa Datafolha. Segundo informações passadas ontem (07), 54% dos eleitores do Brasil afirmam que a prisão do ex-presidente Lula foi justa, mesmo diante dos diálogos vazados pelo The Intercept. Para Adriano, caso os vazamentos sejam mais incisivos, esse cenário pode mudar.</p><p>Nessa mesma questão, no Nordeste, a maioria do eleitorado vai de encontro ao dado nacional, acreditando ser injusta a prisão do ex-presidente Lula. Essa região é conhecida por ser reduto lulista e tem 28% do eleitorado brasileiro. Por isso Bolsonaro tem de ficar atendo a ela, tanto para as eleições municipais do próximo ano como para sua possível reeleição em 2022. Ele tem que ter atenção também ao desempenho na economia, que pode afetar a fatia de eleitores que consideram o seu governo regular.&nbsp;</p><p>O programa Descomplicando a Política é exibido na fanpage do Leia Já, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>No último podcast dessa semana, o cientista político Adriano Oliveira faz uma avaliação sobre a Reforma da Previdência, que ontem passou na Comissão especial da Câmara e que agora segue para o Plenário. Para ele, essa notícia é muito boa para a economia que, entre outros, terá mudanças como o controle do gasto público. Entretanto, salienta que isso não significa um crescimento econômico imediato, tendo o Ministro da Economia, Paulo Guedes, que ficar atento para não se tornar um ministro de uma única tecla. Ele precisa focar no aumento dos empregos e das políticas sociais, uma vez que o país é bastante desigual.</p><p>Outro detalhe apontado por Adriano é o responsável pela aprovação da Reforma. O país passa por um processo de parlamentarização, devido à figura forte de Rodrigo Maia (PFL), presidente da Câmara dos Deputados. Bolsonaro gera desconfiança no parlamento o que, consequentemente, torna frágil a articulação política e abre espaço para Maia.</p><p>O programa Descomplicando a Política é exibido na fanpage do Leia Já, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>No podcast desta segunda-feira (01), o cientista político Adriano Oliveira, baseado nas manifestações que aconteceram em várias cidades ontem (30), faz uma análise sobre a relação de força entre o ministro da justiça Sérgio Moro e o presidente da república Jair Bolsonaro (PSL). Para Adriano, não é interessante para Bolsonaro ter a figura de Moro forte, já que ele poderia ser um adversário importante para o peito de 2022, para o qual o presidente já deu sinais de que gostaria de participar.</p><p>Em uma futura eleição, Bolsonaro, Moro e o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), dividiriam o mesmo eleitorado, aquele que representa o antipetismo.&nbsp;</p><p>Outra questão apontada por Adriano é a repercussão dos diálogos vazados pelo site The Intercept Brasil, que cada vez mais lançam dúvidas acerca das provas e consequente prisão do ex-presidente Lula, assim como a Operação Lava Jato como um todo. Para o cientista, vários cenários podem acontecer, principalmente porque em um governo liderado por um presidente como Bolsonaro a incerteza está presente sempre.</p><p>O programa Descomplicando a Política é exibido na fanpage do Leia Já, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>No podcast desta sexta-feira (28), o cientista político Adriano Oliveira fala sobre o caso do sargento da Força Aérea Brasileira (FAB), que foi preso em Sevilha, na Espanha, transportando 39kg de cocaína. O sargento estava em uma aeronave oficial que iria dar suporte ao Presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). Adriano Oliveira ressalta que, desde a defesa de sua tese de doutorado, ele fala que o tráfico de drogas no Brasil domina territórios. Promovendo a corrupção de agentes públicos, além de conseguir capturar jovens para o comércio das drogas, entre outros fatores.&nbsp;</p><p>O cientista político destaca também que a Operação Lava Jato, criada em 2014, tem como principal objetivo o combate a corrupção. Mas, segundo ele, problemas como tráfico de drogas e a segurança pública são deixados de lado. Logo, ele complementa que a operação não deveria apenas se voltar para o combate à corrupção pública, mas também reconhecer que o combate às drogas e as milícias, precisam ser enfrentados de imediato. &nbsp;</p><p>O programa Descomplicando a Política é exibido na fanpage do Leia Já, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>Devido aos festejos juninos, o primeiro podcast dessa semana vai ao ar hoje, terça-feira (25). No programa, o cientista político Adriano&nbsp;Oliveira analisa a semana, que traz a expectativa de mais revelações pelo site The Intercept Brasil, acerca de diálogos entre o Ministro da Justiça, Sérgio Moro e atores do Ministério Público. Na época das conversas Moro atuava como juiz da Lava Jato, e, segundo as informações passadas pelo site, articulava o desejo condenar alguns personagens específicos da operação, como o ex-presidente Lula.&nbsp;</p><p>As informações colocam Moro em julgamento, deixando-o nas mãos do Intercept, que vem soltando os diálogos paulatinamente, o que vem minando a imagem do ministro para a opinião pública. Segundo Adriano, a figura fraca de Moro pode beneficiar uma possível reeleição de Bolsonaro (PSL) em 2022, que perderia um forte concorrente - caso os diálogos não tivessem sido divulgados.</p><p>Outro ponto discutido pelo cientista é a relação do presidente com o congresso, que cada vez fica mais frágil, principalmente porque Bolsonaro se recusa a manter um diálogo com a casa.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de&nbsp;podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; line-height: 20.0px; font: 15.0px 'Segoe UI'; color: #212121}
span.s1 {font-kerning: none}
span.s2 {font-kerning: none; background-color: #ffee94}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>Devido aos festejos juninos, o segundo podcast dessa semana vai ao ar hoje, quinta-feira (20). No programa, o cientista político Adriano&nbsp;Oliveira analisa o depoimento dado pelo Ministro da Justiça Sergio Moro no Senado ontem, acerca das conversas vazadas pelo site Intercept. Segundo Adriano, Moro apostou na falta de lembrança das conversas o que teve um resultado positivo no depoimento como um todo - apesar do fato de que algumas perguntas não tiveram respostas.</p><p>Entretanto, ele ainda não está salvo. Principalmente porque muitos diálogos não foram divulgados ainda, o que traz uma ansiedade acerca dos temas que serão abordados no futuro. Esses podem afetar a popularidade dele e da Operação Lava Jato.</p><p>Moro e Bolsonaro estão disputando espaço com a direita, o que pode influenciar as eleições de 2022. Para Adriano, Bolsonaro precisa avaliar se quer a figura de Moro forte ou fraca, visando o próximo pleito.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de&nbsp;podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>&nbsp;</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; line-height: 20.0px; font: 15.0px 'Segoe UI'; color: #212121; -webkit-text-stroke: #212121}
span.s1 {font-kerning: none}
span.s2 {font-kerning: none; background-color: #ffee94}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>Nesta segunda-feira (10), o cientista político Adriano Oliveira comenta sobre <a href="http://www.leiaja.com/politica/2019/06/09/lava-jato-atuou-para-mudar-res... divulgados ontem (09) pelo site The Intercept</a>, que mostram uma intencionalidade da Lava Jato, intencionalidade esta que o analista político explica detalhadamente em seu podcast, trazendo questionamentos sobre a posição de Ministro da Justiça e Sérgio Moro neste ambiente político.&nbsp;</p><p>Segundo Adriano, as informações divulgadas podem trazer questionamentos acerca da operação, que contribui para a saída do PT do poder e causou instabilidade no sistema politico. Adriano também ressalta que vem afirmando recentemente em seus podcasts que esta operação colaborou com o nascimento do Bolsonarismo.&nbsp;</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; line-height: 14.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>Nesta sexta-feira (07), o cientista político Adriano Oliveira fala em seu podcast sobre assuntos de grande repercussão nessas últimas duas semanas, como a Reforma da Previdência. Um tema de grande importância, pois permite a recuperação econômica e o equilíbrio fiscal do estado. O analista destaca que a Reforma da Previdência proposta por Paulo Guedes precisa dos seus ajustes.&nbsp;</p><p>No podcast é discutida a questão dos governadores, principalmente do Nordeste, que não assumem a defesa da Reforma, porém, os mesmos têm a ciência que a Reforma será necessária no ambiente que vivemos, em que muitos estados encontram-se falidos.&nbsp;</p><p>Muitas pessoas acusam os governadores e prefeitos de oportunismo eleitoral - oportunismo este, que Adriano explica detalhadamente em seu podcast, e ressalta que entende os diferentes pontos de vistas, porém deixando claro que esse tópico tem a responsabilidade do presidente (PSL), que ganhou a candidatura ao declarar a Reforma da presidência.&nbsp; Adriano aborda esses, entre outros assuntos atuais do meio político em seu podcast.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.&nbsp;</p><p>Confira mais uma análise a seguir:</p><p>&nbsp;</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

<p>Nesta segunda-feira (03), o cientista político Adriano Oliveira fala em seu podcast sobre o posicionamento do ex-candidato à Presidência da República, Fernando Haddad, sobre a participação do movimento Lula Livre nas manifestação que estão sendo realizadas em prol da educação. Essa opinião diverge do que foi dito pela presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, que definiu que em movimentos relacionados ao corte de verba, ligados ao governo Bolsonaro as manifestações ao Lula Livre devem permanecer sim.</p><p>De acordo com Adriano Oliveira, as manifestações devem ser apartidárias, ou seja, partidos políticos não devem se envolver. Uma vez que partidos políticos no Brasil sofrem grande rejeição. Ele ressalta ainda que a Java jato reforçou a descrença dos eleitores com os partidos políticos.</p><p>O programa Descomplicando a política é exibido na fanpage do LeiaJá, em vídeo, toda terça-feira, a partir das 19h. Além disso, também é apresentado em duas edições no formato de podcast, as segundas e sextas-feiras.</p><p>Confira mais uma análise a seguir:&nbsp;</p><p>
<style type="text/css">
p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px 'Swiss 721 SWA'}</style>
</p> <iframe allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen width="350" height="50" src="https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/5fbc59e8b8b00ec07528... scrolling="no" frameborder="0"></iframe>

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando