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O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), chamou de "traidor" e "mentiroso" o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Os xingamentos do senador foram feitos pelo Twitter, em uma resposta ao governador, que disse ser atribuição do governo federal impedir a entrada de armas e de drogas no Brasil.

"Além de traidor, não seja também um mentiroso contumaz. Em 2019 a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal bateram recorde na apreensão de drogas. Não jogue nos ombros alheios a responsabilidade por sua incompetência. Tenha ao menos honestidade intelectual", tuitou Flávio Bolsonaro.

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Antes, também pelo Twitter, Witzel havia dito que há "falta de combatividade, em nível federal, do tráfico de drogas e armas", o que "acaba alimentando essa guerra insana que existe nos estados". "É preciso que o Governo Federal tenha uma visão estratégica e não continue sucateando a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal. Isso sem falar da imediata necessidade de mudança do conceito de Segurança Nacional e do uso das Forças Armadas nas fronteiras", escreveu Witzel.

O governador estava se referindo à morte da menina Ketellen Umbelino de Olivera Gomes, de 5 anos, baleada na tarde de ontem, 12, quando ia para a escola em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Duas pessoas morreram, incluindo uma menina de apenas 5 anos, após serem baleadas em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro. O crime aconteceu no início da tarde desta terça-feira (12), na Praça da Cohab, um dos pontos mais movimentados do bairro. Até a manhã desta quarta-feira (13) ninguém foi preso.

Ketellen Umbelino de Oliveira Gomes ia à escola com a mãe quando foi atingida pelo disparo. Um outro homem, ainda não identificado, também foi atingido e morreu na hora. Ketellen chegou a ser socorrida e levada ao Hospital Albert Schweitzer, onde passou por cirurgia, mas não resistiu.

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A Polícia Militar informou que testemunhas disseram que homens passavam em um carro pelo local quando efetuaram disparos. O caso é investigado pela Polícia Civil.

Um homem, de 34 anos, foi preso acusado de atirar contra os próprios filhos, de 9 e 15 anos, usando uma arma de airsoft. O crime foi cometido porque as crianças não queriam fazer as tarefas domésticas. O acusado responderá por tortura e teve a sua prisão preventiva decretada durante audiência de custódia. O caso aconteceu em Guarulhos, São Paulo.

O crime foi descoberto nesta última segunda-feira (11), pela professora da adolescente, que notou os ferimentos provocados pelas balas de airsoft. A partir disso a polícia foi acionada, juntamente com o Conselho Tutelar. Preso, o acusado aponta que só fez essa tortura com os filhos uma vez, mas existem lesões antigas que demonstram o contrário.

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A técnica de enfermagem de 31 anos, que é mãe das crianças, disse que não havia denunciado as torturas sofridas pelos seus filhos porque tinha medo do marido e de perder a guarda de uma das crianças que é adotada. Ela chegou a ser detida, mas foi liberada e está sendo investigada.

De acordo com o G1, o Conselho Tutelar informou que as vítimas ficarão sob a guarda dos avós maternos. O órgão aponta ainda que as vítimas estão passando por um "intenso sofrimento mental, bastante temerosas pelas atitudes violentas do pai". 

Um homem foi preso por estuprar a própria filha de 11 anos em Goiânia-GO. O suspeito estava em regime semiaberto por ter estuprado o enteado, irmão de sua filha, em 2013.

De acordo com a Polícia Civil, a mãe da criança compareceu à delegacia para fazer a denúncia. A mulher contou que o abuso ocorreu no domingo (10), enquanto ela e outros dois filhos estavam na igreja.

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O acusado foi condenado pelo crime anterior a 14 anos de prisão. Ele recebeu a progressão para o regime semiaberto em abril deste ano. 

O homem foi capturado no complexo prisional e levado à delegacia, onde confessou o crime e se disse arrependido. Ele também é suspeito de estuprar outras duas crianças da família.

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Dois policiais salvaram a vida de uma criança, de um ano e três meses, vítima de uma parada cardiorrespiratória, nesse domingo (10). O socorro providencial ocorreu próximo ao terminal de ônibus da Vila Tamandaré, no bairro de Areias, Zona Oeste do Recife, Grande Recife.

A mãe relatou que amamentava o filho quando percebeu que ele havia parado de respirar. Ela pediu ajuda aos vizinhos, que solicitaram auxílio do efetivo que fazia rondas pelo local.

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Já na residência, o sargento Paulo e o soldado Vilela realizaram técnicas de primeiros socorros e, após massagens cardíacas e ventilações, conseguiram reanimar o pequeno, que começou a chorar. Contudo, ele ainda sofreu uma crise convulsiva acompanhada de febre.

Junto com a mãe, a dupla seguiu para o Hospital Geral de Areias, onde a criança foi avaliada por uma equipe especializada. Os médicos afirmaram que as manobras realizadas pelos militares foram fundamentais para salvar o menino.

Uma menina de dez anos está grávida de oito meses do irmão, de 15. A gestação foi descoberta após a criança dar entrada em um hospital por causa de dores nas costas e abdominais. O fato ocorreu na Argentina.

 O caso está sendo investigado pela justiça de menores da Argentina. A denúncia foi realizada pelo Hospital de Pediatría Doctor Fernando Barreyro de Posadas, para onde a criança havia sido levada.

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 Segundo o jornal argentino Clarín, a criança não entendia muito bem a situação e disse ter sido abusada sexualmente pelo irmão uma única vez.

 A investigação aponta que a mãe da garota não sabia do abuso sexual. A juíza que acompanha o caso determinou que o adolescente fosse levado para um centro para menores infratores, mas, em seguida, foi decidido que ele permanecesse sob tutela de uma tia.

 A criança tem outros seis irmãos. Assistentes sociais visitaram a casa dela e constataram que não há superlotação e que eles vivem em boas condições.

Um vídeo viralizou nas redes sociais, na última sexta-feira (8), por mostrar uma criança fazendo um trabalho escolar em uma loja de eletrônicos no Shopping Recife, na Zona Sul da capital pernambucana. Nas imagens, o menino aparece escrevendo ao lado de um tablet e uma pessoa que narra o momento diz que ele está no local fazendo um trabalho de geografia, porque não tem acesso à internet ou um computador em casa.

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O vídeo logo ganhou repercussão e muitas pessoas apareceram dispostas a ajudar e querendo identificar o garoto. O perfil do Instagram 'Razões para acreditar' publicou as imagens para tentar localizar a criança e em menos de 20 horas após a publicação o vídeo já contava com mais de 900 mil visualizações. Além disso, descobriu-se também que ele se chama Guilherme, tem 10 anos e é aluno do 5º ano. 

A Samsung, marcada na postagem por diversos seguidores, comentou a publicação se disponibilizando para ajudar a família. Outros internautas também afirmaram que vão se mobilizar em prol do garoto. O perfil informou ainda que já está em contato com a família dele.

Reprodução / Instagram @razoesparaacreditar

Nesta segunda-feira (4), o Papai Noel chegou aos Correios da Avenida Guararapes, centro do Recife. A chegada do velhinho na empresa significa o início da campanha feita há 30 anos pela estatal - momento que as crianças podem enviar as cartinhas para que sejam apadrinhadas por alguma pessoa solidária. 

A expectativa dos Correios para a campanha deste ano é que mais de 35 mil crianças tenham o seu pedido atendido em Pernambuco. "Para os Correios já é Natal. Principalmente porque as cartinhas destinadas ao Papai Noel já estão aos montes e precisamos da ajuda de vocês para realizar o sonho dessas crianças", ressalta Deyse Ferraz, superintendente Estadual dos Correios em Pernambuco. 

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A esperança da empresa é que a meta estipulada seja quebrada, principalmente porque no ano passado mais de 27 mil cartas foram adotadas. As crianças que quiserem ter os seus desejos atendidos devem depositar as cartinhas até o dia 6 de dezembro, nos pontos de arrecadação dos Correios. Além de brinquedos, roupas e material escolar também pode ser pedido pelos pequenos.

As pessoas que quiserem se tornar um padrinho solidário terão até o dia 20 de dezembro para contribuir com a campanha. Os Correios garantem que até o dia 27 de dezembro as doações serão entregues aos seus respectivos donos.

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A psicóloga Heloísa Bolsonaro, esposa do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), perdeu o bebê que estava esperando após aborto espontâneo. Ela divulgou a notícia em sua conta no Instagram neste sábado (2). 

 Acompanhada do marido, Heloísa foi fazer sua segunda ultrassom transvaginal hoje. "Descobrimos que minha gestação de 9 semanas não evoluiu", ela escreveu.

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 Segundo a psicóloga, a gravidez foi descoberta no final de setembro e era a primeira tentativa do casal de ter um filho. "Ficamos super felizes, já nos sentíamos pais desde então. Nossa família estava em festa com a novidade", relatou.

 "Apesar de tristes, estamos em paz! Assim que possível, tentaremos mais uma vez trazer nosso filho ao mundo", acrescentou a psicóloga. 

 Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro também lamentou o ocorrido. "Obrigado pelas mensagens de carinho que já estamos recebendo", agradeceu.

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Uma criança de cinco anos ligou para a polícia solicitando um McLanche Feliz e recebeu o pedido, segundo a polícia. O caso ocorreu na cidade de Mesa, no estado americano do Arizona.

De acordo com o Departamento de Polícia de Mesa, um agente foi enviado à casa de Charlie para confirmar que não havia uma emergência. O policial também levou o lanche solicitado pelo garoto.

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Ainda segundo a polícia, Charlie foi ensinado em quais situações deve acionar o 911, o 190 dos Estados Unidos. Conforme a polícia, apesar do telefonema inusitado, não é incomum que crianças liguem para a corporação.

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O corpo de um recém-nascido, que morreu 12 horas após o parto, havia desaparecido da maternidade localizada em Aparecida de Goiânia, em Goiás, na última quinta-feira (24). Tempo depois, a secretaria municipal de saúde da cidade confirmou que o bebê foi incinerado por engano pela empresa responsável pelo recolhimento dos resíduos biológicos.

Os familiares confirmaram que o bebê nasceu na tarde da última quinta (24), no sétimo mês de gestação e morreu 12 horas depois por problemas respiratórios, segundo consta na certidão de óbito. Quando os pais foram buscar o corpo da criança, ainda na quinta-feira (24), ele não foi encontrado.

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A Secretaria de Saúde de Aparecida aponta que irá aplicar contra os responsáveis pelo erro todas as sanções cabíveis. Segundo publicação do Estado de Minas, a empresa responsável pela coleta do lixo disse que "não viola o resíduo hospitalar recolhido de seus clientes, que é armazenado em depósito específico de responsabilidade de cada hospital. A separação e acondicionamento do resíduo hospitalar é feito pela unidade de saúde", Pontua a empresa.

Os responsáveis pelo recolhimento dos resíduos biológicos asseguraram ainda que todos os produtos são encaminhados para tratamento térmico. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

Uma recém-nascida sofreu uma fratura craniana após cair de uma incubadora da UTI neonatal, na Maternidade Saúde da Criança, localizada em Belém, capital do Pará. Segundo as informações, a técnica de enfermagem responsável pela criança fechou apenas um lado da porta do equipamento.

Após almoçar, a mãe retornou à sala e percebeu uma movimentação atípica entre a técnica de enfermagem e uma médica. De acordo com o portal Yahoo, as profissionais tentaram agir como se nada houvesse ocorrido. No entanto, a mãe também percebeu um edema na cabeça da filha - na época com três meses - que foi encaminhada para uma tomografia. O caso ocorreu em maio deste ano, no entanto, as imagens só foram divulgadas esta semana.

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Um laudo do Instituto Médico Legal (IML), divulgado pelo Fantástico, conclui que a menina sofreu fratura craniana. Mesmo com a queda e a gravidade do ferimento, a criança não apresentou sequelas. Os pais pedem indenização à unidade de saúde.

Em nota, o hospital reforçou que cumpre todas as determinações técnicas necessárias para atender os pacientes. “Diante das matérias veiculadas em rede nacional, o Hospital e Maternidade Saúde da Criança vem a público esclarecer que se encontra absolutamente regular com todas as exigências legais para o seu pleno funcionamento, assim como sua equipe está treinada e atualizada com base nas mais modernas técnicas de atendimento médico”.

Após infringir o Estatuto da Crianças e do Adolescente (ECA) ao publicar a foto da filha, de 10 anos, segurando uma arma, o polêmico deputado estadual do Espírito Santo capitão Assumção parece ter se arrependido da postagem. Antes de excluir o registro, nessa sexta-feira (25), ele rebateu críticas de internautas.

A imagem da criança armada com uma pistola recebeu a seguinte legenda: "ensinando as nossas filhas o verdadeiro empoderamento! NUNCA SERÁ FEMINAZI!", seguida de emojis de faca e crânio.

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Ao ser advertido em um comentário com o artigo 242 da lei nº 8.069 do ECA, Assumção retrucou: "me prende". Segundo a decisão de 1990, "vender, fornecer ainda que gratuitamente ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente arma, munição ou explosivo" prevê a pena de três a seis anos de reclusão.

Em nota de repúdio, o Sindicato dos Advogados do Espírito Santo esclareceu: "empoderamento nunca terá relação com violência". A entidade solicitou que o Ministério Público e as autoridades responsáveis pelo cumprimento do ECA "tomem as medidas necessárias".

Fã ativo de Jair Bolsonaro e autodenominado "pró-vida", o deputado -aparentemente- sente prazer em se envolver em polêmicas. No mês passado, ele ofereceu R$ 10 mil a quem matasse um suspeito de feminicídio, durante um discurso na Assembleia Legislativa do Estado.

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Acusado do assassinato de cinco pessoas da família no último mês de abril, o norte-americano Kyle Alwood, de nove anos, será submetido a julgamento em seu país. O menino é o principal suspeito de matar seus dois meio-irmãos, um primo, o namorado da mãe e madrasta-avó na cidade de Goodfield, estado do Illinois (EUA).

A criança foi apontada por provocar um incêndio na própria casa, o que resultou na destruição do imóvel e na morte dos familiares. Em uma audiência de custódia realizada na última segunda-feira (21), ficou decidido que Alwood será julgado apenas por um magistrado, o que afastou a possibilidade do garoto ser submetido ao júri popular.

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Caso seja condenado, Alwood não deve ser detido. De acordo com informações do jornal Metro em sua versão virtual do Reino Unido, é possível que o menino passe os próximos cinco anos em liberdade condicional após a sentença que deve sair em novembro.

O estado do Illinois é uma das 33 unidades federativas dos Estados Unidos que não consideram idade mínima para criminosos.

A Polícia Civil do Paraná prendeu, na quinta-feira (24), um homem de 62 anos suspeito de abusar sexualmente de cinco crianças. De acordo com a polícia, ficou constatado que o idoso praticava o crime desde 1984.

 As investigações tiveram início em 2017, após uma criança de três anos demonstrar comportamento suspeito na escola. Conforme relato, a garota, que é neta do suspeito, esfregava as mãos em suas partes íntimas. A situação fez com que professoras acionassem os órgãos competentes. 

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 Durante investigação, a polícia descobriu que o idoso havia estuprado a neta e outras três pessoas da família ou próximas do convívio familiar. Três mulheres, já adultas, denunciaram terem sido estupradas pelo homem quando eram crianças.

 Segundo a polícia, o suspeito se aproximava com simpatia e se aproveitava da vulnerabilidade das vítimas. Ele negou todos os crimes, mas foi indiciado por abuso sexual de vulnerável.

Um homem de 25 anos foi preso, na quarta-feira (23), por tortura e cárcere privado após ter queimado as mãos, pés e barriga da própria filha de três anos em Manaus-AM. Segundo a polícia, ele queimou a criança com a justificativa de que ela estava sendo desobediente.

O crime ocorreu no dia 7 de outubro. O caso chegou até a delegacia três dias depois do ocorrido, quando o hospital que atendeu a menina denunciou o caso. A criança contou que as queimaduras foram causadas pelo pai.

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De acordo com a Polícia Civil, o acusado esquentou uma colher e queimou a filha. No momento do ocorrido, ele estava em casa com os três filhos enquanto a companheira estava no trabalho. A esposa descobriu o ocorrido ao voltar para casa.

Com medo de ser denunciado, o homem trancou todas as portas e manteve a esposa e as crianças sob cárcere privado durante três dias. Após ser libertada, a mulher procurou atendimento hospitalar para a filha.

O pai da criança foi indiciado por tortura e cárcere privado. Ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM).

O pequeno João Miguel, de 1 ano e 9 meses de vida, morreu na manhã desta quinta-feira (17), meses depois de seu pai ser preso por ter desviado R$ 1 milhão que seria usado para o tratamento da criança que havia sido diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal (AME).

O dinheiro desviado pelo pai havia sido arrecadado em uma "vaquinha virtual". Ao invés de ajudar no tratamento do filho, Mateus Henrique Leroy Alves, 37 anos, usou o dinheiro para viver uma vida de luxo em Salvador, na Bahia. Leroy acabou sendo preso em julho deste ano.

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Nesta quinta-feira (17), João Miguel saiu de Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais, com destino a Belo Horizonte, onde tomaria a segunda dose de um medicamento importante para o seu tratamento. No caminho o pequeno passou mal e morreu. 

A justiça francesa condenou, nesta quarta-feira (16), a cinco anos de prisão uma mãe que escondeu durante dois anos seu bebê no porta-malas de um carro, o que deixou a criança com danos irreversíveis.

Rosa Maria da Cruz, de 51 anos e mãe de outros três filhos, havia sido condenada em primeira instância em 2018 a cinco anos de prisão, três deles suspensos, mas apelou da sentença.

Um tribunal de apelação a condenou nesta quarta-feira a uma pena de cinco anos de prisão. Da Cruz enfrentava uma pena máxima de 20 anos.

O caso que chocou toda a França veio à tona em 2013, quando a mãe da garota, chamada Séréna, foi até uma oficina mecânica com o carro no qual mantinha sua filha escondida desde o nascimento, cerca de dois anos antes.

A bebê foi descoberta nua, coberta de excrementos e incapaz de manter a cabeça erguida no carro da mãe. Rosa escondia a existência do bebê de seus filhos e de seu marido.

O casal teve outros três filhos, entre 6 e 12 anos de idade, todos na escola e normalmente integrados à sociedade.

Séréna, que vive hoje com uma família de acolhida e em breve fará oito anos, sofre de um "déficit funcional de 80%", uma "síndrome do autismo certamente irreversível" relacionada às condições de seus 23 primeiros meses de vida, segundo avaliações.

A defesa alegou que Da Cruz sofreu uma "negação da gravidez", a terceira em quatro gestações, seguida de uma "negação de filho", argumento que a acusação rejeitou.

Um idoso de 70 anos foi preso ao sair de um motel com uma menina de 11 anos em Ji-Paraná-RO. A criança contou aos policiais que essa era a segunda vez que era levada ao motel pelo suspeito.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava ronda na BR-364 na tarde da terça-feira (15). Os policiais notaram uma caminhonete saindo do motel na beira da estrada. Ao notar a presença da viatura, a passageira, de baixa estatura, teria colocado um boné e se abaixado, chamando a atenção dos policiais.

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Durante abordagem, a polícia verificou que o automóvel era ocupado pelo idoso e pela criança. O motorista afirmou que teria levado a menor para conhecer o motel, sem ter praticado qualquer abuso sexual. A menina, entretanto, denunciou que aquela era a segunda vez que era abusada.

O idoso, que é vizinho da criança, costumava pagar parte das compras da família dela. Ele ameaçava parar de ajudar nas compras caso a menina o denunciasse.

Na primeira vez que a levou para o motel, ele tirou a roupa dela e tocou nas partes íntimas. Desta última vez, o suspeito também deu R$ 60 em espécie à criança para convencê-la a não falar sobre o ocorrido. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

Segundo a PRF, a mãe da criança considerou a situação um "exagero" e não compareceu à Unidade Operacional da PRF conforme solicitado. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Com mais de 3 mil seguidores no Instagram, o Capitão Guerra Mirim ganhou de presente de Dia das Crianças uma visita ao presidente Jair Bolsonaro, neste fim de semana.

Pedro, 6 anos, circulava neste domingo, 13, pelo Palácio da Alvorada ao lado do pai. Sob um calor de 31 graus, trajava um simulacro de farda completa do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), da Polícia Militar de Minas Gerais. Além das roupas, carregava duas armas de brinquedo, uma estilo pistola e outra semelhante a uma metralhadora.

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O pai, empresário do ramo de segurança em Belo Horizonte (MG), disse que a viagem a Brasília para encontrar o presidente foi um pedido do filho. "Ele tem todas as fardas da PM. Ontem ele estava vestindo uma do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE)", afirmou o pai, Rafael Almeida Guerra.

Pedro estava ainda com uma moto elétrica que também simula a que é usada por policiais. O pai disse que já investiu cerca de R$ 7 mil com as fardas e a moto. "Cada joguinho desse de farda é quase R$ 400", disse o pai.

Pedro e o pai devem ficar em Brasília até terça-feira, 15, para visitarem Bolsonaro no Palácio do Planalto. O Capitão Mirim já encontrou o presidente em outras oportunidades e usa uma foto ao lado do presidente no perfil do Instagram, com a frase "Amor eterno ao meu presidente". Há também fotos em que ele simula fazer a segurança do Palácio do Planalto ao lado de uma outra criança. O pai diz que o filho é apaixonado pelo trabalho da polícia.

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