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O tempo deve mudar em São Paulo a partir desta terça-feira (5). Pela manhã, o sol aparece e a temperatura sobe rápido na capital paulista, com forte calor. Mas pancadas de chuva devem atingir a cidade à tarde e à noite. E as temperaturas vão cair nesta quarta-feira (6).

Segundo a Climatempo, o forte aquecimento e o avanço de áreas de instabilidade pelo Estado ajudam a espalhar nuvens carregadas que provocam pancadas de chuva. Os termômetros devem variar entre 21ºC e 35ºC nesta terça. "Não dá para descartar o risco de temporais", diz a empresa, em nota.

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De acordo com os meteorologistas da Climatempo, os maiores volumes de chuva serão observados na faixa que vai do Vale do Ribeira ao Vale do Paraíba, incluindo a região metropolitana de São Paulo, Sorocaba e o litoral.

Previsão para os próximos dias

A previsão para a esta semana é de chuva todos os dias. O tempo quente e úmido predominará com variação de nebulosidade e chuva. Porém, a temperatura não subirá tanto e o calor diminuirá.

Para esta quarta, a Climatempo prevê mínima de 18ºC e máxima de 24ºC. Na quinta-feira, 7, as temperaturas devem variar entre 17ºC e 27ºC; já na sexta-feira, 7, de 18ºC a 26ºC.

Veja como amenizar os efeitos dos alagamentos:

Evite transitar em ruas alagadas;

Se a chuva causou inundações, não se aventure a enfrentar correntezas;

Fique em lugar seguro. Se precisar, peça ajuda;

Mantenha-se longe da rede elétrica e não pare debaixo de árvores. Abrigue-se em casas e prédios;

Planeje suas viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas;

Em caso de dúvida sobre vias bloqueadas, ligue para a central de atendimento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) através do número 1188 ou entre no site da CET para saber como está o trânsito nas principais vias.

Um forte temporal na região de Poços de Caldas, Minas Gerais, causou a queda de um bondinho teleférico. Informações preliminares do Corpo de Bombeiros apontam que apenas uma pessoa ficou ferida. O acidente aconteceu na tarde desta quinta-feira (5).

Ao Correio Braziliense, o Tenente Souza, do Corpo de Bombeiros da cidade, apontou que a vítima é um funcionário responsável pela manutenção do veículo. O temporal que cai sobre a cidade veio acompanhado de granizo. Os Bombeiros seguem fazendo as operações necessárias.

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O primeiro treino da seleção brasileira em Miami, em preparação para o amistoso com a Colômbia, foi realizado nesta segunda-feira em um gramado coberto, em razão da chuva e do avanço do furacão Dorian, na costa leste dos Estados Unidos.

A atividade foi realizada num gramado de futebol americano, no CT do Miami Dolphins. A seleção, por sinal, foi recepcionada pelo brasileiro Durval Queiroz Neto, jogador da equipe norte-americana. Ele bateu fotos com Neymar, ganhou uma camisa da seleção e deu de presente ao atacante uma bola de futebol americano.

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Sobre um campo sintético, em ginásio protegido por uma lona, o técnico Tite reuniu 19 jogadores, que fizeram apenas trabalho físico, de cunho regenerativo. Participaram das atividades os jogadores Lucas Freitas, do Flamengo, e Igor Gomes, do São Paulo. O zagueiro Thiago Silva ficou no hotel.

O grupo, com reforços, que devem chegar entre a noite desta segunda e a madrugada de terça, voltará aos trabalhos nesta terça. Tite deve começar a esboçar a formação titular para o duelo com a Colômbia, marcado para as 21h30 (horário de Brasília) de sexta-feira, no Hard Rock Stadium.

Depois deste amistoso, a seleção enfrentará novamente o Peru, rival da final da Copa América, dia 10, novamente nos Estados Unidos, mas desta vez em Los Angeles.

A forte chuva que caiu durante toda a madrugada desta segunda-feira (2) resultou em diversos pontos de alagamento e dificultou a mobilidade da população da Região Metropolitana do Recife (RMR). Aliada à alta da maré, em 12 horas choveu o acumulado de 40 mm, de acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac).

O local mais castigado pelas águas foi o Porto do Recife, na área Central, que registrou cerca de 63 mm. Através de um informe hidrometeorológico, a entidade garantiu que "a tendência é de diminuição das chuvas para as próximas horas", e reiterou que a população siga as orientações da Defesa Civil de cada município. 

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Avenida Agamenon Magalhães/ Ítalo Olímpio/ LeiaJá Imagens

Confira os contatos da Defesa Civil de alguns municípios

Recife - 0800 081 3400

Olinda - 0800 281 2112

Jaboatão dos Guararapes - 0800 281 2099

Cabo de Santo Agostinho - 0800 281 8531

O aposentado Valdecy Luiz de França, de 72 anos, mostra um caderno de folhas amassadas com vários números anotados. São páginas e páginas de sequências numéricas que, ao primeiro olhar, não parecem fazer muito sentido. Tratam-se de protocolos das reclamações que já fez à Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Há cerca de três meses Valdecy não sabe o que é ter água nas torneiras em sua casa no bairro de Jardim Primavera, em Camaragibe, Região Metropolitana do Recife (RMR).

Na mesma semana em que Valdecy adicionou novos protocolos ao caderno, ele soube que a conta de água e esgoto ficou mais cara. Desde a última segunda-feira (12), está valendo o reajuste de 6,72% na tarifa em todo o estado de Pernambuco. O aumento foi aprovado no mês de julho pela Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe).

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Valdecy faz parte dos moradores das partes altas de Camaragibe, que estão sofrendo com o desabastecimento de água há tempos. Há relatos de falta de água ou descumprimento do calendário em locais como Vila da Fábrica, Vale das Pedreiras, Vila da Inabi e Santa Mônica. 

O que mais frustra o aposentado são as promessas feitas pela Compesa e que não se cumprem. Nas diversas ligações que faz à companhia, sempre são passadas datas para o abastecimento e, quando chega o dia e a água não aparece, nova data é divulgada.

O LeiaJá telefonou para o serviço de atendimento da Compesa. O atendente informou que faltava água na rua do aposentado por causa de um problema no conjunto moto-bomba da Estação Elevatória de Camaragibe. Segundo a Compesa, a estação funciona com duas bombas, mas uma está quebrada. Por causa disso, não estaria havendo pressão suficiente para levar água às ruas mais íngremes. Previsão passada por telefone para o equipamento estar consertado: 23 de agosto. A partir do reparo, o abastecimento seguiria o calendário de cada localidade.

Mas Valdecy rebate: “Eles já falaram isso antes. Disseram que consertaria 12 de julho, aí não chegou água, depois disseram dia 19, depois 26, aí disseram 2 de agosto, depois 6…”, ele contabiliza. E assim, o aposentado começa a se sentir enrolado.

Desde junho o LeiaJá acompanha a situação em Jardim Primavera. Naquele mês, a assessoria da Compesa apresentou um problema diferente para a falta de água. “O abastecimento (...) está sendo afetado devido a um estouramento próximo ao Shopping Camará”, disse. A retomada da distribuição estava prevista para 22 de junho. Nunca se cumpriu.

Na última semana, a assessoria da Compesa foi novamente cobrada. Ela respondeu ter finalizado na quarta-feira (21) a manutenção emergencial em uma Estação Elevatória de uma das unidades operacionais do sistema de abastecimento de São Lourenço da Mata, na RMR. “O sistema já voltou a operar e está em fase de enchimento do reservatório. A água será liberada ainda hoje”, afirmou por nota na quarta-feira (14) passada. Até o momento, nada de água na rua de Valdecy.

A espera infindável começa a tirar o sossego das pessoas. “Bate uma saudade do barulho da água chegando”, lamenta Joana Maria, também moradora de Jardim Primavera. Devido à situação, os moradores começaram a aproveitar a água da chuva. Joana diz que as famílias estão colocando cloro na água coletada e utilizando para banho, lavar louça, lavar roupa…

Na quarta-feira, Valdecy esteve na sede da Compesa em Camaragibe. Diz ter conversado com um funcionário de nome Evandro, que garantiu que a água chegaria no dia seguinte e, caso não chegasse, ele poderia voltar lá para cobrar. Pois bem, não chegou. O aposentado diz ter voltado e sido mal recebido. “Uma atendente discutiu comigo. Me tratou mal. Disse que talvez Evandro nem fosse aparecer, que talvez estivesse em Olinda. Eu disse ‘vou esperar’”. De fato, Evandro apareceu. Já a água? Nada. Valdecy também sempre liga para Arpe. Ele lembra que a primeira ligação foi no dia 15 de junho, quando a falta de água já preocupava. A agência responde que vai cobrar uma solução à Compesa. 

A casa de Valdecy tem reservatórios que acumulam, ao todo, cinco mil litros de água. Como ele diz, agora está só na ‘laminha’. Diante das contas pagas, dos telefonemas que nada resolvem e da aflição que só quem não tem água há meses sabe como é, ele se sente impotente. Nos próximos dias, ele deve levar o caso ao Procon-PE e ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) enquanto paga 6,72% a mais para juntar água da chuva.

Águas de Camaragibe

No dia 5 de agosto, foi lançado o programa Águas de Camaragibe, uma parceria da Prefeitura e da Compesa. O objetivo é realizar ações de esforço hídrico e diminuição do racionamento na cidade, além de um mutirão para tapar 95 buracos abertos na cidade. 

Inicialmente, a Compesa irá avaliar os terrenos da Comunidade Bondade de Deus e verificar as condições para instalações do sistema hidráulico. Receberão ações do projeto as seguintes localidades: Bairro Novo, Alberto Maia, Alto da Boa Vista, Vila da Fábrica, Carmelitas, Jardim Primavera, Jardim Teresopólis, Loteamento São Paulo e São Pedro, Timbi, UR-7 Várzea, Várzea, Santa Mônica, Tabatinga, Tabatinga Baixa, Santana, Centro, Céu Azul, Córrego do Desastre, Vila da Fábrica e Vila da Inabi.

Olinda

Em audiência judicial realizada em julho deste ano, o MPPE cobrou melhorias à Compesa devido às constantes irregularidades na distribuição para o município de Olinda. O juiz determinou que a Compesa apresente um cronograma com previsões de melhorias progressivas no racionamento das áreas mais críticas. A promotora cobrou que o calendário seja cumprindo, nem que para isso sejam enviados caminhões-pipas às localidades. Na mesma ação, foi requerido que a empresa anule as faturas não pagas referentes aos meses em que não houve fornecimento efetivo de água aos clientes.

A chuva de meteoros Perseidas alcançará o seu ápice de atividade na madrugada desta terça-feira, 13. O fenômeno, que ocorre anualmente, teve início em 17 de julho e seguirá até o dia 26 de agosto.

A chuva de meteoros ilumina o céu quando a Terra encontra com fragmentos cósmicos deixados pelo cometa Swift-Tuttle.

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Entre 15 a 20 meteoros podem ser vistos por hora durante o pico do fenômeno nesta terça. A Lua cheia, no entanto, pode ofuscar a visualização do espetáculo.

Como contemplar a chuva de meteoros

A melhor maneira de ver a chuva de meteoros é buscar um local com vista clara para o céu. Idealmente, locais com céu escuro, longe das luzes da cidade.

A chuva de meteoros tende a ser mais visível depois da meia-noite e antes do amanhecer.

É possível contemplar o fenômeno a olho nu. Binóculos ou telescópios podem limitar o campo de visão. A agência espacial americana (Nasa) também deve fazer a transmissão do fenômeno.

Os processos químicos das chuvas podem ser cobrados na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O certame será realizado nos dias 3 e 10 de novembro deste ano.

Para explicar como a prova pode apresentar questões sobre chuvas, o professor de química Berg Figueiredo preparou uma aula exclusiva para o programa Vai Cair No Enem, produzido pelo LeiaJá. Lembrando que os candidatos também podem ficar muito bem informados seguindo o Instagram @vaicairnoenem; a plataforma reúne dicas, exercícios, desafios, vídeos, entre outros conteúdos voltados ao Exame. Confira, a seguir, o programa desta semana:

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--> Acompanhe outros conteúdos no site do Vai Cair No Enem

A equipe da Defesa Civil do Cabo repôs, na manhã desta sexta-feira (2), lonas de proteção em locais de riscos e que sofrem com deslizamentos de barreiras. Nas últimas 24h foram registradas 77 mm de chuva no município, o maior da Região Metropolitana do Recife.

Pela manhã, a equipe esteve na Rua do Dendê, na Charnequinha, para atender a ocorrência da queda de um muro sobre parte de uma residência (ninguém ficou ferido). 

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Foram seis ocorrências envolvendo pequenos deslizamentos e rachaduras em barreiras nos bairros da Charnequinha, São Francisco e Vila Nova, todas sem vítimas. Considerando a perspectiva do volume pluviométrico, medido nas últimas horas no município, a Defesa Civil continua à disposição da população, seguindo o cronograma de atividades.

 

*Com informações da assessoria

Os dias de chuva pedem aconchego, comidinhas, companhia (ou não) e uma boa programação na televisão. Por mais que os canais por assinatura ofereçam na grade os clássicos do cinema, os serviços de streaming estão saindo na frente com uma infinidade de opções nos seus catálogos.

Animação, aventura, drama, comédia, entre outros gêneros, caem muito bem quando fica impossível sair de casa quando a chuva toma conta do clima. Pensando nisso, o LeiaJá listou alguns filmes para os dias chuvosos. Prepare a pipoca, fique atento ao barulho da chuva na janela e confira as opções cinematográficas.

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Uma Família de Dois - Filme disponível na Amazon Prime Video

Histórias Cruzadas Filme disponível na Netflix

Extraordinário - Filme disponível na Amazon Prime Video

Toy Story 3 - Filme disponível na Netflix

Um Senhor Estagiário - Filme disponível na Amazon Prime Video

Girl - Filme disponível na Netflix

Tully - Filme disponível na Amazon

Sequestrando Stella - Filme disponível na Netflix

Após longos dias de chuvas na Região Metropolitana, a Prefeitura de Paulista está disponibilizando pontos de arrecadação de donativos destinados aos moradores prejudicados pelo temporal. Ao todo, sete escolas, as secretarias de Educação e Segurança Cidadã, além da Defesa Civil da cidade estão recebendo doações.

Confira os endereços para as doações

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Escola Agamenon Magalhães - bairro de Fragoso, 53402-020

Escola Margarida Sampaio - Rua da Palma, 1147, Nossa Senhora da Conceição

Escola Gelda Amorim - Avenida Lindolfo Collor, Paratibe

Escola Frei  Guido - Avenida João Paulo II, 212, Mirueira

Escola Carlos Wilson - Rua Paudalho, 10 A, Janga

Escola Irmã Assunta - Av. Rui Barbosa, 217, Maria Farinha

Escola Maria das Neves - Rua Quarenta e Sete, 7 - S/N, Jardim Paulista

Secretaria de Educação - Av. Mal. Floriano Peixoto, Centro de Paulista

Secretaria de Segurança Cidadã e Defesa Civil - Rua da Imperatriz, 30, Centro de Paulista



*Com informações da assessoria

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Após o desabamento, e a consequente morte de cinco pessoas, a barreira do Córrego da Areia, em Abreu e Lima, no Grande Recife, ainda sofre risco de novos deslizamentos. Mesmo assim, moradores garantem que não vão sair das residências. De acordo com a Defesa Civil do município, desde quarta-feira (24), equipes interditam imóveis próximos ao acidente.

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Segundo o representante da Defesa Civil de Abreu e Lima, Júnior Lopes, 48 famílias ficaram desalojadas e foram para casa de parentes, pois recusaram-se a seguir para o abrigo municipal. Ele informou que oito equipes, formadas por engenheiros, técnicos e assistentes sociais avaliam as condições de segurança dos populares e monitoram as áreas de risco.  

“A gente tem como sair não. Vai ficar no meio da rua é? Vou permanecer na casa”, apontou Reginaldo Nóbrega, morador do local há cerca de 35 anos. Natanael Fernandes, há nove anos no Córrego da Areia, também revelou que não tem intenção, nem condições financeiras para deixar o imóvel.

O auxílio oferecido aos desabrigados pela prefeitura é de R$ 150, entretanto, autoridades estudam aumentar o valor. Os moradores relataram que ainda não receberam a quantia, apenas a ordem de retirada. “Lutei tanto pelas minhas casas, agora veem dizer que só tenho direito a R$ 150. Como vou comportar minha família numa casa com esse valor?", questionou Marcelo de Lima, marido de uma grávida de seis meses e pai de três filhos.

Por volta das 23h30 da quarta-feira (24), os bombeiros encontraram o corpo de Maria Eduarda da Silva, de 21 anos, no deslizamento de Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife (RMR). A vítima estava grávida de oito meses. Com mais essa confirmação, o Grande Recife chegou à marca de 12 mortes em dia de fortes chuvas.

Maria Eduarda era da mesma família em que outras três pessoas morreram soterradas e uma mulher e um homem foram socorridos. O vizinho da família também morreu no local.

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Além da gestante, as vítimas no bairro de Caetés, em Abreu e Lima, foram Mariana, 18 anos, o irmão Luiz Henrique, 15, e o pai Silvano, 49. Na casa vizinha, faleceu Adalmir, 53. A esposa de Silvano foi retirada do local consciente, mas com fracos sinais vitais. Segundo informações, Sivonaldo, irmão de Silvano, também foi socorrido, mas passa bem.

Os outros cinco óbitos foram registrados no Recife e em Olinda. No Recife, Josafá Barbosa da Costa, 34 anos, morreu após uma árvore cair em residência de Dois Unidos, Zona Norte da Capital. Também na capital, Natalicio Vicente da Silva, 69, e Ivonete Maria da Silva, 63, faleceram em Passarinho, Zona Norte da capital. Olinda registrou as mortes de Abraão Batista da Silva, 25, e Iraci Maria da Conceição, 78, em Águas Compridas, além de Diego e Elisângela, no bairro também chamado Passarinho.

Na RMR e na Zona da Mata, municípios decretaram situação de emergência por causa das chuvas. Segundo a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), durante as precipitações houve interrupção de sistemas localizados no Cabo de Santo Agostinho, Recife e Palusta e desabastecimento temporário em Ipojuca e na comunidade de Muribequinha, em Jaboatão dos Guararapes. Famílias foram desalojadas nas localidades atingidas pela água.

Entre as 19h da terça-feira (23) e às 7h desta quarta (24), choveu 245 mm em Olinda. De acordo com a Apac, a média histórica para o mês de julho na cidade é de 370 mm. Com isso, o município registrou o equivalente a 20 dias de chuva nas últimas 12 horas. Até agora, oficialmente, há o registro de quatro mortes no território de Olinda em decorrência dos incidentes gerados por essas chuvas atípicas. 

As mortes foram confirmadas, uma na Rua Aquarela, em Águas Compridas, duas na Av. Leopoldino Canuto de Melo, em Caixa D´Água, e uma no Alto Sol Nascente, este último de  decorrência a um deslocamento de terra, que atingiu o barraco e originou uma descarga elétrica clandestina, onde a vítima morava.

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As equipes da Defesa Civil estão nas áreas de risco realizando ações de prevenção. Um gabinete de crise foi instaurado com o prefeito, vice e representantes de todas as secretarias municipais. Em caso de necessidade, os telefones para contato com a Defesa Civil de Olinda são 3429.9838 e o WhastApp 99266.5307. Todos funcionam os sete dias da semana, 24 horas por dia.

A situação na cidade da Região Metropolitana do Recife é tão caótica que a Secretaria de Infraestrutura de Olinda teve que disponibilizar um barco a motor para transportar os moradores ilhados entre os bairros de Jardim Atlântico, Jardim Fragoso e redondezas. Também foram deslocados caminhões para realizar a mudança de pessoas que desejem abrigo em casa de familiares e amigos.

Até o momento foram contabilizados o total de 110 pessoas desabrigadas. Sendo assim, 70 pessoas estão alojadas na Escola Municipal Pro Menor, as outras 40 pessoas estão no estádio Grito da República, ambos abrigos localizados no bairro de Rio Doce. A Defesa Civil de Olinda montou 4 abrigos provisórios na cidade. 

Pontos de Abrigo

Estádio Grito da República - Rio Doce; (Av. Cel. Frederico Lundgren, 1180)

Escola Pró-Menor - Rio Doce; (R. C 6, 15 - Rio Doce, Olinda - PE)

Escola Vereador José Mendes, na Estrada do Passarinho (R. do Passarinho, 1 - Passarinho)

Escola Metodista - Alto da Bondade (R. Da Linha, 2500)

A situação na cidade da Região Metropolitana do Recife é tão caótica que a Secretaria de Infraestrutura de Olinda teve que disponibilizar um barco a motor para transportar os moradores ilhados entre os bairros de Jardim Atlântico, Jardim Fragoso e redondezas. Também foram deslocados caminhões para realizar a mudança de pessoas que desejem abrigo em casa de familiares e amigos.

 

*Com informações da assessoria

As chuvas que caem com força no Recife e Região Metropolitana têm feito vítimas fatais, principalmente nas últimas horas. Diante do problema, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) emitiu uma nota prestando apoio à população que vem sendo vítima das fortes enchentes.

Além disso, a sigla cobra que haja uma apuração da responsabilidade pelas mortes. “Lamentamos pelas vítimas e nos solidarizamos com a dor das famílias que perderam seus entes queridos. O PSOL defende que seja apurada a responsabilidade por tais mortes”, diz.

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“As autoridades dos governos Estadual e Municipais devem ser convocadas para esclarecerem quais as providências deixaram de ser tomadas – e que levaram ao desastre - como, também, quais as providências que serão tomadas daqui por diante para evitar outras tragédias”, complementa o PSOL.

Diante da situação, o partido também fez uma crítica quanto ao modo de governo nos município pernambucanos. “Estamos vendo cidades cada vez mais voltadas para uma minoria da população, com a ausência de políticas públicas que beneficiem as comunidades e famílias que vivem em situação de risco”, pontua.

“O problema causado pelas chuvas são tragédias anunciadas e o poder público fecha os olhos para a necessidade de mapear as áreas de risco e investir em prevenção. O PSOL através dos seus mandatos parlamentares, da sua direção e militância irá cobrar das autoridades responsáveis as medidas necessárias. Acompanharemos todos os acontecimentos e nos colocamos à disposição das comunidades afetadas e das áreas de risco”, finaliza o partido.

 

O alto volume de chuva nos últimos dias impacta diretamente os rios de Pernambuco. De acordo com a Secretaria Executiva De Defesa Civil do Estado, a parte do Rio Capibaribe no município de São Lourenço da Mata voltou a subir. Atualmente, a cota está aproximadamente 40cm acima da cota de alerta. Na cidade de paudalho, o rio está subindo lentamente - ambas cidades estão situadas na Região Metropolitana do Recife.

Já nas cidades de Toritama e Limoeiro, no Agreste de Pernambuco, os níveis estão estáveis. Já o rio tracunhaém encontra-se subindo e, até a tarde desta quarta-feira (24), encontrava-se com 17cm acima da cota de alerta, em Nazaré da Mata, município da Zona da Mata do Estado. O rio capibaribe mirim encontra-se subindo e já ultrapassou em 38cm a cota de inundação.

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Outro rio que pode apresentar risco para a população que o cerca é o rio siriji, que está 47cm acima da cota de alerta e subindo lentamente. O rio una, no município de barreiros, o nível encontra-se subindo, mas distante da cota de alerta.

Os números atualizados do Corpo de Bombeiros confirmam que onze pessoas foram mortas em decorrência dos deslizamentos de barreiras. São quatro mortes em Recife e Abreu e Lima, além de três mortes em Olinda. A previsão da Agência Pernambucana de Águas e Climas é de que as chuvas continuarão ao longo desta quarta (24) e quinta-feira (25), na Região Metropolitana do Recife e na Zona da Mata.

De acordo com a APAC, desde a última sexta-feira (19), essas regiões vem sofrendo com chuvas moderadas a fortes. “Os modelos atmosféricos indicam que a atmosfera deve permanecer com estabilidade nas próximas 24h, reduzindo a precipitação para o dia 25 (quinta-feira)”, pontua o órgão.

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O diagnóstico do evento das últimas 24 horas pode ser analisado pelos dados através de imagens do radar meteorológico disponibilizadas no site da Agência Pernambucana de Águas e Climas. Os maiores acumulados foram registrados nos municípios de Paulista (176mm), Olinda (170mm), Recife (141mm) e São Lourenço da Mata (73,6mm) - todas essas cidades são da Região Metropolitana do Recife. 

Na Zona da Mata de Pernambuco, os municípios que mais acumularam foram Paudalho (53,2mm), Barreiros (46mm), Palmares (23mm) e Vitória de Santo Antão (19,6mm).

Com o terreno encharcado o risco de deslizamento torna-se ainda maior. Por isso, A Secretaria Executiva De Defesa Civil Do Estado orienta as pessoas que residem em áreas de risco para que deixem os locais até que a situação seja normalizada. O órgão afirma que continuará acompanhando todas as demandas através da central de operações pelos fones 3181-2490 e 199.

Uma barreira deslizou próximo a BR 101, no bairro da Guabiraba, localizado na Zona Norte do Recife, em decorrência das chuvas que atingem a Região Metropolitana desde a terça-feira (23). O momento do deslizamento foi registrado por populares que perceberam a fragilidade da barreira.

Nas imagens é possível ver que os escombros derrubaram um motociclista e quase atingiu um veículo que passava na rodovia. Por toda a manhã, desta quarta-feira (24), motoristas encontraram dificuldade para transitar na rodovia, pois, um intenso alagamento foi registrado.

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Além das dificuldades de mobilidade no trânsito, outra preocupação dos motoristas quando chove no Recife é o cuidado para não perder a placa de identificação do veículo em algum ponto de alagamento. Esta quarta-feira (24), amanheceu com diversos pontos alagados na Região Metropolitana do Recife (RMR), por isso, condutores devem ficar atentos à integridade do veículo.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) indica que conduzir o automóvel sem uma das placas - frontal ou traseira - é considerada uma infração gravíssima. Nesse caso, o habilitado perde sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), deve pagar a multa de R$ 293,47 e o veículo ainda é encaminhado para o depósito do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran).

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O órgão lembra que é necessária uma inspeção para o emplacamento. Tal serviço está disponibilizado sem agendamento, nos dias uteis entre 24 de julho até 6 de agosto.

Os terminais integrados (TI) de ônibus de Pelópidas Silveira, em Paulista, e o de Igarassu, ambos na Região Metropolitana do Recife (RMR), estão com o funcionamento comprometido na manhã desta quarta-feira (24) em decorrência das chuvas. Segundo o Grande Recife Consórcio de Transporte, os ônibus estão deixando o terminal, mas não conseguem retornar.

Os veículos têm enfrentado congestionamento e pontos de alagamento. Segundo o Grande Recife, há pontos de alagamento na PE-15, na altura da Cidade Tabajara; na BR-101, próximo ao bairro da Guabiraba; e na Avenida Caxangá, em frente ao TI CDU e no cruzamento com a BR-101.

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Equipes do consórcio estão nas ruas fazendo monitoramento do funcionamento do transporte público. Não há perspectiva de fechamento dos terminais.

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Porcos foram carregados pela forte correnteza do Rio Beberibe, nesta quarta-feira (24), em decorrência da chuva que cai na Região Metropolitana do Recife (RMR). Nas imagens registradas no bairro da Campina do Barreto, na Zona Norte do município, o nível do rio aparece acima do normal.

Populares filmaram o momento em que os porcos aparecem sendo arrastados pela correnteza, enquanto tentam se equilibrar em uma estrutura. Um deles chegou a cair no rio.

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