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A reabertura do Restaurante Universitário (RU) do Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) não será no próximo dia 16, conforme anunciado pela instituição de ensino anteriormente. O prazo agora passou para a próxima segunda-feira (22).

De acordo com a UFPE, o adiamento se deu por causa das chuvas que atingiram o estabelecimento na última sexta-feira (12). “Atingiram a cozinha do Restaurante Universitário (RU) do Campus Recife, onde os trabalhos de recuperação das cobertas estavam sendo finalizados, prejudicando alguns equipamentos e a instalação elétrica, que estava sendo trocada. Apesar dos esforços para sanar os problemas desde a tarde de sexta, quando a chuva cessou, até a manhã de hoje (15), infelizmente não será possível a reabertura do RU nesta terça-feira (16), como estava previsto”, justificou a Universidade.

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Nesta terça (16) e quarta-feira (17), serão realizados testes na parte elétrica para que não aconteçam problemas durante a reabertura do restaurante. A UFPE também garante que os estudantes serão ressarcidos pelos dias de inatividade do RU, com valores sendo depositados em suas contas na quarta-feira.

O restaurante está fechado desde 19 de março devido a problemas estruturais e diante de empecilhos com a antiga empresa que administrava o espaço. O valor pago por refeição era de R$ 3. Agora, a UFPE estima que mais de 4 mil refeições diárias serão servidas sem custo para os estudantes.

Na próxima terça-feira (16), será reaberto o Restaurante Universitário (RU) do Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Pelo menos é o que promete a instituição de ensino, após o estabelecimento ficar fechado por problemas estruturais e de vínculo com a antiga empresa que oferecia os serviços de alimentação.

De acordo com a UFPE, estão sendo realizados serviços de recuperação de cobertas e de revisão nas instalações elétricas e hidráulicas. A previsão é que, durante abril, sejam servidas 4 mil refeições diárias entre café da manhã, almoço e jantar, sem custo para os alunos. Em maio, o quantitativo de atendimentos deverá passar para 4,3 mil.

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Antes do fechamento do RU, a quantidade média de refeições servidas era de 4,7 mil por dia, sendo 2.330 com isenção total e 2.370 com isenção parcial. O valor pago era de R$ 3.

“Terão direito à isenção total no RU, neste momento, os estudantes do Programa de Moradia Estudantil e aqueles que recebem bolsas dos níveis 1, 2, 3 e 4, bem como os alunos em situação de vulnerabilidade identificados pela Proaes que não recebem auxílio financeiro. A UFPE só voltará a servir refeições com cobrança parcial do valor com a abertura do segundo restaurante no antigo prédio da Sudene, o que deve ocorrer no mês de outubro”, informa a Universidade.

Os estudantes que pagavam o valor de R$ 3 por refeição devem realizar inscrição na Diretoria de Assistência Estudantil (DAE) até o dia 26 deste mês. Dessa forma, eles poderão se candidatar à isenção total da alimentação. “A solicitação não implica em concessão automática, uma vez que será analisada a condição de vulnerabilidade socioeconômica do estudante pela equipe de Assistência de Estudantil da DAE. A lista com os nomes dos beneficiados será divulgada até 9 de maio”, conclui a UFPE.

Pelo menos até outubro deste ano, o Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) não servirá refeições com cobrança parcial. Comunicada nesta segunda-feira (1º), a medida serve para o Campus Recife da instituição de ensino, cujo RU segue fechado; a reabertura do estabelecimento está prevista para 16 de abril.

Segundo a Universidade, as refeições com cobranças parciais apenas voltarão a ficar disponíveis com a abertura de um segundo restaurante, que deverá ser inaugurado em outubro no antigo prédio da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), no bairro da Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife. O valor parcial pago pela comida era de R$ 3.

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Por outro lado, a UFPE promete aumentar a quantidade de refeições com isenções integrais de pagamento. “A Pró-Reitoria para Assuntos Estudantis (Proaes) informa que o Restaurante Universitário do Campus Recife aumentará o número de isenções integrais de pagamento a partir da sua reabertura prevista para o próximo dia 16. No primeiro mês, serão servidas, diariamente, 4 mil refeições sem qualquer custo para os estudantes. Do segundo mês em diante, o número diário subirá para 4,3 mil. Antes do fechamento, em média, eram servidas 4,7 mil refeições por dia, sendo 2.330 com isenção total e 2.370 com isenção parcial”, informou a UFPE.

A instituição de ensino também detalhou quem terá direito à isenção total: “Terão os estudantes do Programa de Moradia Estudantil e aqueles que recebem bolsas dos níveis 1, 2, 3 e 4, bem como os alunos em situação de vulnerabilidade identificados pela Proaes que não recebem auxílio financeiro”.

Diante do fechamento temporário do RU, que passou por problemas estruturais e dificuldades com a empresa que oferecia o serviço de alimentação, estudantes estão sendo ressarcidos. Já são 21 dias em que o Restaurante Universitário segue fechado. Segundo a UFPE, são “R$ 23,53/dia para os beneficiados pelo Programa de Moradia (já receberam pelo equivalente a dez dias) e R$ 18,31/dia para os que recebem bolsa nível”. As quantias, de acordo com a Universidade, deverão ser depositadas até a próxima sexta-feira (5).

A Proaes promete divulgar, ainda nesta segunda-feira, a relação dos estudantes que recebem bolsa, além dos isentos do RU não bolsistas “que tiveram suas solicitações analisadas, conforme os critérios estabelecidos pela comissão de estudantes”. “Eles terão que preencher, até amanhã (2), o formulário que estará anexo a essa lista”, acrescentou a Universidade.

Quem tem direito à isenção parcial precisa preencher outro formulário, que deverá ser disponibilizado a partir do meio dia da próxima sexta-feira, por meio do site da Proaes. Ele servirá para solicitação do ressarcimento no valor de R$ 18,31 por dia. “Cada caso será analisado para comprovação da condição de vulnerabilidade e frequência ao RU”, garantiu a UFPE.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) prorrogou o prazo de previsão para a reabertura do Restaurante Universitário (RU) do Campus Recife. A princípio, o espaço voltaria a funcionar no dia 1º de abril, mas a instituição de ensino resolveu ampliar para o dia 16 do mesmo mês.

“A prorrogação ocorreu porque os trabalhos de correção na estrutura do restaurante precisaram ser ampliados para as áreas de salão e administrativa, além de ajustes de caixa d’água e na rede de esgoto. O serviço na cozinha está em fase de conclusão e os outros estão sendo solucionados pela empresa de engenharia Multicomp”, informou a Universidade por meio da sua assessoria de comunicação.

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A decisão pela prorrogação se deu após reunião, realizada nessa quinta-feira (28), entre a equipe da Proaes, das Pró-Reitorias de Planejamento, Orçamento e Finanças (Proplan) e de Gestão Administrativa (Progest) e representantes das empresas Multicomp e Verde Mar, “a nova responsável pelas refeições, em substituição à Casa de Farinha”.

O RU enfrentou problemas estruturais, além da paralisação dos funcionários da Casa de Farinha, que exigiam pagamentos salariais. Diante disso, o estabelecimento segue fechado desde 18 de março. Mais informações sobre o restaurante podem ser obtidas pelos telefones (81) 2126-8192/8193.

Projeto de extensão da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Grupo de Apoio Preparatório (GAP Prepara) realizará dois aulões. Os encontros focam nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e contarão com entradas gratuitas.

Os eventos serão realizados nos dias 23 e 30 deste mês, das 9h às 11h30, na sala A7 do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Campus Recife da instituição de ensino. Os interessados em participar devem se inscrever pela internet enquanto houver vagas.

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O Campus Recife da UFPE fica na Avenida Professor Moraes Rego, 1235, bairro da Cidade Universitária, Zona Oeste da cidade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (81) 99594-5634.  

 

O Restaurante Universitário da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Campus Recife, voltou a enfrentar problemas nesta quarta-feira (13). De acordo com a Administração Central da instituição de ensino, uma falha no fornecimento de água atrasou o café da manhã e impossibilitou o preparo do almoço. Além disso, a UFPE anunciou o fechamento temporário do estabelecimento.

A direção do RU garante que o jantar de hoje está garantido. Já a partir da segunda-feira (18), o restaurante ficará fechado por 15 dias, “período necessário para a saída da atual empresa terceirizada e instalação da nova contratada, que ficará operando no restaurante até que seja concluído o processo licitatório em andamento para contratação da fornecedora do serviço”.

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A atual empresa em questão é a Casa de Farinha; nessa terça-feira (12), seus funcionários paralisaram as atividades interrompendo os serviços do RU em protesto por pagamentos salariais. A UFPE argumentou que não repassou a verba por falta da documentação necessária para a disponibilização do valor, cuja quantia não foi revelada.

“Em relação à paralisação de ontem dos funcionários da Casa de Farinha, a UFPE destaca que o pagamento da empresa terceirizada ocorrerá tão logo sejam apresentados os documentos exigidos para a transferência dos recursos. O contrato com a Casa de Farinha será encerrado na próxima sexta-feira. A empresa, em contato com a Reitoria, garantiu que fornecerá as três refeições diárias até essa data”, informou a UFPE.

Ainda no que diz respeito ao fechamento temporário do RU a partir da próxima segunda-feira, a Universidade promete que os 600 estudantes beneficiados pelo “Programa de Moradia Estudantil – que inclui estudantes das casas e aqueles beneficiados com o auxílio moradia – receberão, durante os 15 dias de fechamento do RU, a quantia de R$ 23,53 por dia útil para ajudar no custeio das refeições”.

Por meio de nota, a Casa de Farinha se posicionou sobre o caso: "A Casa de Farinha, responsável pelo fornecimento de refeições no Restaurante Universitário da Universidade Federal de Pernambuco, informa que um problema na bomba hidráulica, cuja manutenção é de responsabilidade da Universidade Federal de Pernambuco desde maio de 2016, está impactando o serviço desde o dia 11 de março. A empresa está aguardando uma solução por parte da instituição. A empresa espera que até a próxima semana, tudo seja restabelecido, inclusive questões salariais que estão sendo tratadas com o sindicato da categoria".

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) inaugura um novo modelo de acesso ao Campus Recife, a partir do dia 20 de fevereiro. Com esse sistema, seis totens e duas cabines estáticas serão instalados, com câmeras de vigilância 24 horas e sistema personalizado de intrusão.

O acesso ao campus ficará liberado das 5h às 23h, com monitoramento dos veículos sendo realizados pelas câmeras. Ao final do expediente, os totens liberam as cancelas que fecham acesso à Universidade, sendo apenas pessoas autorizadas passíveis a entrada.

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O projeto foi desenvolvido pela Diretoria de Projetos e Tecnologia em Segurança e pela Diretoria de Fiscalização e Controle Urbano, ambas vinculadas à Superintendência de Segurança Institucional (SSI), em parceria com a Superintendência de Infraestrutura da Universidade.

Mais informações: SSI (81) 2126.8061 / 8062


Já está disponível no site da Comissão de Vestibulares e Concursos (CVEST), a lista com os nomes dos 4.076 candidatos aprovados no vestibular 2018.1 do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE).  Os quatro primeiros colocados entre cursos técnicos e superiores presenciais foram conhecidos na manhã desta quinta-feira (28), no Campus Recife.  

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Flavson Sena, 27, conseguiu conquistar o primeiro lugar no curso de Refrigeração e Climatização, com a nota 64,77. Vindo de Rio Formoso, município localizado no interior de Pernambuco, o jovem que trabalha como call center durante o dia e estudava quando chegava em casa, decidiu tentar uma vaga e foi aprovado pelo PROEJA, que é o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica, na Modalidade de Jovens e Adultos, que tem por objetivo oferecer oportunidade da conclusão da educação básica, juntamente com a formação profissional àqueles que não tiveram acesso ao ensino médio.

"É uma surpresa muito boa. Estou feliz pelo resultado, mas não esperava o primeiro lugar. É muito gratificante saber que fui aprovado em primeiro lugar e sem fazer nenhum cursinho. Estudei sozinho, vendo vídeo aula, lendo livros", explica Flavson.  

Ele conta que é a primeira vez que tenta uma vaga no IFPE e que quis aproveitar a oportunidade. "Eu estava tranquilo na hora da prova. Fiz tudo com muita calma porque já participei de outro seletivo, estudei muito e por causa do nervosismo acabei não conseguindo terminar a prova", relembra.  

Como agora o candidato mora no Recife, a chance de ingressar no ensino superior ficou muito mais fácil. "Quando eu morava no interior, via bastante gente vindo para cá. Mas como é distante, acaba dificultando esse acesso aos estudos. Na primeira chance que tive, agarrei com as duas mãos", celebra Flavson.  

De acordo com o IFPE, o curso técnico em Química do Campus Recife na modalidade integrado foi o mais concorrido. Foram 39,22 candidatos por vaga. O primeiro lugar ficou com Aimê Santos que teve a nota mais alta obtida entre todos os candidatos do processo seletivo, de 94, 10.  

"Quando você estuda para aprender e não para passar, você acaba se dando bem. Se a base for boa nas séries iniciais, você não vai ter dificuldade. O negócio mesmo é pensar no futuro. Eu não me preparei especificamente para a prova. Vim fazer o IFPE por experiência e esse é o meu primeiro vestibular, mas acho que nada é impossível para ninguém. Independente se você seja da capital ou do interior. Você fazendo a sua parte, tudo é possível", acredita Aimê.

  

Já Ricardo Pinheiro, do curso técnico em Computação Gráfica do Campus Olinda, teve a pontuação mais alta entre os que disputaram vagas para cursos subsequentes: 82,06. "Eu vejo isso como uma realização. É algo que não foi da noite para o dia. Foi construído aos poucos para chegar até aqui. Por isso eu aconselho que as pessoas saibam bem qual o curso escolher, façam um planejamento para os estudos e construam esse conhecimento meses antes da prova. É preciso se organizar bem", aconselha Ricardo.  

Flavson completa dizendo que "as pessoas confiam nelas mesmas, tentar fazer o máximo possível, se esforçar para estudar, buscar conhecimentos para tentar fazer a melhor prova possível porque realmente é uma chance única".  

Por fim, Elaine Wenna Torres Oliveira, foi aprovada para o curso de Gestão de Turismo, com a maior pontuação entre os candidatos às vagas de cursos superiores: 84,98.  A lista também foi fixada no bloco F do Campus Recife. Os interessados também podem entrar em contato através do e-mail cvest2017@reitoria.ifpe.edu.br ou do telefone (81)2125.1724. 

Matrículas - A partir de agora, os selecionados devem ficar atentos aos prazos de matrículas que variam de acordo com cada um dos 16 campi da instituição e iniciam no próximo dia 3 de janeiro.  

De acordo com o IFPE, no manual do candidato também consta a lista de documentos que devem ser apresentados por todos os aprovados no ato da matrícula, além dos itens comprobatórios que também devem ser levados por quem se inscreveu como cotista, e segue disponível na página da CVEST (cvest.ifpe.edu.br).   

O IFPE ainda informou que para o segundo semestre de 2018, está também prevista a realização de um novo processo seletivo, contemplando cerca de 2000 vagas para cursos técnicos e 384 para cursos superiores. Para concorrer a estas últimas, os interessados deverão se inscrever através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), que utiliza a nota obtida pelo candidato na prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

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Depois do fim da paralisação dos rodoviários do Recife e Região Metropolitana, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) divulgou um comunicado para a comunidade acadêmica. Todas as atividades serão normalizadas nesta quinta-feira (6) na unidade da capital pernambucana.

Nos últimos dias, a instituição de ensino suspendeu aulas no Camus Recife por causa da greve que paralisou o transporte coletivo. De acordo com a UFPE, em breve será anunciado o calendário acadêmico ajustado. 

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Em novo comunicado divulgado nas redes sociais, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) anunciou que as aulas continuam suspensas nesta terça-feira (4). A suspensão é válida apenas para o Campus Recife da instituição de ensino.

Assim como nesta segunda-feira (3), não haverá aula por causa da paralisação dos rodoviários que afeta o Recife e Região Metropolitana. A categoria cobra melhores salários. A UFPE reforça, no entanto, que as demais atividades acadêmicas e administrativas serão normalizadas. 

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Por meio das redes sociais, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) divulgou um comunicado importante para alunos, servidores e professores. O expediente desta segunda-feira (3) no Campus Recife foi suspenso, incluindo as atividades acadêmicas e administrativas.

De acordo com a UFPE, a suspensão ocorre por causa da “paralisação dos serviços de ônibus” prevista para esta segunda-feira no Recife e Região Metropolitana. Além disso, por consequência, o Restaurante Universitário não funcionará na capital pernambucana.

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A UFPE informou ainda que o expediente será normal nas unidades de Caruaru e Vitória de Santo Antão. Sobre os rodoviários, eles protestam por melhores salários e cobram boas condições de trabalho. 

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O movimento UFPE Livre, que se mostra contrário às ocupações da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), promete realizar algumas atividades nesta segunda-feira (31). Em sua página oficial no Facebook, o grupo programou um ato, em frente à Biblioteca Central do Campus Recife da instituição de ensino, a partir das 10h.

Na ocasião, os estudantes do movimento farão cartazes, faixas e formarão uma conversa sobre o ato, além de discutir as ocupações com outros estudantes. Também está programado um manifesto contra as ocupações, por meio de uma caminhada cujo trajeto só será definido nesta segunda-feira, mas o destino final será o Restaurante Universitário.

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Formado por alunos da própria Universidade, o movimento UFPE Livre diz que as ocupações prejudicam o direito de ir e vir da comunidade acadêmica. O grupo procura deixar claro que não é nem a favor e nem contra a PEC do teto.

As ocupações, no entanto, combatem à PEC e lutam contra possíveis cortes financeiros na educação. Atualmente, dois centros estão ocupados no Campus Recife da UFPE: CE e CAC.  

Eleitores que foram ao Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), neste domingo (30), encontraram um clima de muita tranquilidade. Mesmo com mudança no local de votação, pois o Centro de Educação (CE) está ocupado por estudantes em protesto contra a PEC do teto, o público conseguiu se direcionar sem problemas para o Departamento de Hotelaria e Turismo, escolhido para receber os eleitores do CE.

Próximo ao CE, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) colocou uma faixa informando a alteração, além de posicionar fiscais para orientar os eleitores sobre o novo local de votação. A fiscal Silvania Barbosa da Silva afirmou que o público não teve transtorno para encontrar o Departamento de Hotelaria e Turismo, que fica a cerca de 100 metros do CE. “A movimentação está muito tranquila e as pessoas quando chegam aqui, a gente passa toda a informação. Alguns eleitores não sabiam e, quando viam a faixa, se dirigiam a nós para se informar”, comentou a fiscal.

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A agente de saúde Macilene Alves, que foi votar no CE e precisou se direcionar ao Departamento de Hotelaria, elogiou o atendimento do TRE-PE e disse que os próprios estudantes que participam da ocupação a ajudaram. “Fui muito bem informada e até os alunos me ajudaram, explicando onde é o novo prédio e os motivos que os levaram a fazer a ocupação. A única dificuldade é que não existe uma placa mostrando onde é o Departamento de Hotelaria, mas rapidamente achei o prédio”, declarou a eleitora.

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A reportagem do LeiaJá presenciou, por diversos momentos, ocupantes do CE orientando os eleitores sobre o processo de votação. O grupo também realizou uma panfletagem para explicar os motivos do protesto e por que são contra a PEC do teto. Em entrevista ao LeiaJá, um integrante da comissão de comunicação social da ocupação do Centro de Educação, que preferiu não se identificar, explicou que os estudantes acompanharam a votação desde o início da manhã. “A gente tem panfletos explicativos sobre os motivos ocupação e cartas manifesto, que estão sendo distribuídas para a comunidade. Estamos explicando aos eleitores onde fica o novo prédio de votação e, às vezes, alguns estudantes levam o eleitor até lá. Nós também chamamos a sociedade civil para a Universidade, porque a gente quer fazer uma ocupação aberta, trazendo a população para este espaço, que é público e de todos”, explicou o estudante.

O integrante da comissão ainda revelou que a aceitação dos eleitores está sendo clara e que muitos se mostram favoráveis à ocupação. A psicóloga Maria Diniz é um deles: “Os alunos me orientaram sobre o novo prédio de votação e tudo ocorreu de forma muita tranquila. Sou totalmente a favor da ocupação e também sou contra a PEC 241. Estou em total sintonia com os estudantes”, declarou a eleitora.

O administrador Cobadias Batista também é favorável às ocupações. “Sou totalmente a favor e fui muito bem recebido. Esses estudantes são verdadeiros heróis”, disse o administrador. O LeiaJá não registrou eleitores contrários à ocupação até o fechamento desta matéria.

Além da mudança no Campus Recife da UFPE, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) informou, antes deste domingo de eleições municipais, que os eleitores do Centro de Ensino de Graduação (Cegoe) – na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) - votariam em um novo espaço. Eles tiveram que se dirigir para a Faculdade Ceagre II, também no Campus Recife da UFRPE. De acordo com a assessoria de imprensa do TRE-PE, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção tiveram o auxílio de veículos para ajudar no transporte do Cegoe à Ceagre. Quase 8 mil pessoas tiveram mudanças nos locais de votação.

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O Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) segue sendo palco de inúmeros protestos contra a PEC 241. Depois das ocupações dos Centros de Educação (CE) e de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), um novo prédio foi ocupado, no final da tarde desta quinta-feira (27).

De acordo com a página UFPE na Luta, o Centro de Artes e Comunicação (CAC) foi ocupado, mas muitos integrantes preferem não ser identificados. Vídeo publicado pela página mostra os ocupantes, de forma pacífica, entoando cânticos de protesto. A ocupação do CAC também foi confirmada ao LeiaJá por estudantes da instituição de ensino. 

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A grande maioria das ocupações combate possíveis cortes financeiros na educação, a partir da instalação da PEC 241. O próprio reitor da UFPE, Anísio Brasileiro, se posicionou de forma contrária ao teto dos gastos públicos, alegando que a proposta tem sérios riscos para a Universidade.

Mas há quem não está de acordo com as ocupações. O movimento UFPE Livre, também composto por estudantes da instituição de ensino, não concorda com as intervenções, sob a alegação de que elas atrapalham o direito de ir e vir. Porém, movimento faz questão de informar que não é nem contra e nem a favor da PEC. 

As ocupações contra a PEC 241 estão ganhando cada vez mais força. Nesta terça-feira (25), o Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), no Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), foi ocupado por estudantes contrários ao teto dos gastos públicos. Esse é o segundo prédio ocupado na instituição de ensino.

No CFCH, os ocupantes evitam mostrar os rostos. Muitos cobrem as faces com camisas e não querem, por enquanto, conversar com a imprensa, alegando que o ato está no início e que há algumas decisões para serem tomadas. Entrentanto, revelaram ao LeiaJá que a ocupação é por tempo indeterminado.

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O primeiro espaço a ser ocupado no Campus Recife foi o Centro de Educação (CE). Nesse caso, os estudantes também afirmam que o ato é por tempo indeterminado, o que vai de encontro ao limite estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC). O ministro Mendonça Filho pediu que as unidades sejam desocupadas em todo o Brasil, até o dia 31 deste mês, para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cujas provas estão marcadas para os dias 5 e 6 de novembro.

Mendonça Filho prometeu cancelar as provas do Enem nos locais onde as ocupações persistirem, entretanto, muitos representantes dos grupos estudantis afirmam que os prédios continuarão ocupados como forma de protesto. A principal pauta dos manifestantes é impedir cortes dos investimentos na educação. 

De acordo com a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), mais de 80 universidades estão ocupadas no País. Levando em consideração escolas e institutos federais, são mais de mil unidades ocupadas em forma de protesto.

Com informações de Renato Torres

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A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) suspendeu, nesta segunda-feira (24), as atividades do Campus Recife. A paralisação começa às 17h, sob a justificativa de que existe dificuldade de acesso à unidade.

De acordo com a UFPE, a decisão vale também para a Faculdade de Direito do Recife, no Centro da cidade. Por causa da suspensão na capital pernambucana, a Pró-Reitoria para Assuntos Acadêmicos (Proacad) pede que os professores desconsiderem frequências e avaliações.

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Durante toda a manhã de hoje, técnicos-administrativos e estudantes promoveram atos de protesto no Campus Recife da instituição de ensino. Eles são contra a PEC 241, que estabelece tetos de gastos no setor públicos. Além disso, a unidade vive sua primeira ocupação estudantil também contra a PEC, realizada no Centro de Educação (CE).

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Estudantes de diferentes cursos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) se reuniram, nesta segunda-feira (24), em protesto contra a PEC 241. Os alunos circularam em várias áreas do Campus Recife, mas é no Centro de Educação (CE) onde teve início a primeira ocupação da instituição de ensino. 

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Os grupos se dividem entre o comando unificado da UFPE e o Movimento Nacional de Estudantes de Pedagogia. Eles também apoiam professores, bem como os técnicos administrativos que deflagraram greve hoje. Além de combaterem o teto dos gastos públicos, os estudantes também são contra a reformulação do ensino médio. 

No que diz respeito à ocupação em si, mais de 50 pessoas estão no CE. De acordo com representantes que não quiseram se identificar, a ocupação ficará por tempo indeterminado e as aulas serão voltadas para atividades conjuntas durante toda a semana. Eles também reforçaram que a ocupação não tem vínculo com movimentos políticos. De acordo com a mais recente atualização da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), mais de mil unidades, entre escolas, institutos federais e universidades, estão ocupadas por grupos estudantis que protestam contra a PEC 241. 

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De forma tranquila, dezenas de estudantes ocupam um dos pátios do Campus Recife do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), no bairro da Cidade Universitária. A ocupação, que combate a PEC 241 e a reforma do ensino médio, teve início na manhã desta quinta-feira (20), liderada pela União dos Estudantes Secundaristas de Pernambuco (Uespe).

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No início desta tarde, algumas barracas foram montadas para dar forma à ocupação. Entretanto, o número de participantes antes das 14h ainda era pequeno, mas a previsão é que outros integrantes do movimento fortaleçam o ato até o final do dia. De acordo com a secretária geral da Uespe, Taylinne Silva, pelo menos 200 estudantes deverão ocupar a reitoria do IFPE ainda hoje.

Segundo Taylinne, a meta do movimento é que outras ocupações se estendam nas unidades do IFPE. Antes da ocupação da unidade recifense, estudantes resolveram ingressar no Campus Pesqueira, Sertão do Estado. “No ano passado, aconteceram várias ocupações em São Paulo, mostrando que os alunos estão ligados, que querem mudança. Em Pernambuco, a gente não tinha uma situação para que nós pudéssemos ocupar, agora temos essa PEC 241 e a proposta da reformulação do ensino médio. Tivemos uma assembleia e conseguimos 800 votos pela ocupação”, contou a secretária da Uespe.

Taylinne ainda adiantou que a ocupação deve continuar até esta sexta-feira (22). Nesta quinta-feira, o grupo promove debates que refletem acerca da educação brasileira e como cortes de recursos podem atrapalhar a vida dos estudantes. Os ocupantes do IFPE usam cartazes e prometem realizar amanhã um grande protesto em frente ao Campus Recife.     

Nesta quinta-feira (6), três dias após sofrer uma tentativa de roubo e estupro dentro do Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a estudante do Departamento de Hotelaria e Turismo, que preferiu não se identificar, reclamou da falta de assistência e acompanhamento psicológico que deveriam ser prestados pela instituição. O caso aconteceu na segunda-feira (3), por volta das 18h, quando a aluna estava caminhando nas imediações da pista de cooper da universidade e foi surpreendida com um homem armado com uma faca. Ele anunciou o assalto e a assediou. 

Em entrevista ao Portal LeiaJá, a vítima denunciou que, apesar dos seguranças da instituição no momento do ocorrido terem prestado a assistência inicial, a UFPE se omitiu e se calou diante da gravidade da situação. "Eles tentaram me ligar uma única vez e, quando a ligação caiu, nunca mais retornaram. Eu estou me sentindo totalmente desamparada", falou.

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A estudante lamenta que não tem ido às aulas todos os dias, apenas quando alguém pode levá-la e trazê-la até sua casa. "Eu não consigo mais andar naquele Campus sozinha, eles até colocaram mais carros de segurança, mas todo mundo sabe que isso é temporário", pontuou. A vítima detalha ainda que não houve nem um pedido de desculpas por parte da instituição. "Pessoas entraram em contato comigo, jornais, quase todos os meus professores, alguns nem meu número tinham e a UFPE, que é culpada pelo meu assédio, nem sequer falou comigo".

Abalada com os traumas que restaram como consequências da falta de segurança dentro da universidade, a vítima diz que está tentando trancar o curso e, caso não consiga, pode abandonar a instituição. "Não tem como continuar naquele lugar, infelizmente é a verdade, eles se calaram diante disso", afirmou. Para ela, que diz ter tido sorte por conseguir escapar, a situação não será a última e, até acontecer com uma outra aluna, nada será feito.

Além do silêncio da UFPE, a estudante ainda criticou o comportamento de alguns seguranças da universidade que minimizaram a situação às escolhas do caminho feito pela garota dentro do Campus Recife. Ela conta que escutou comentários infelizes por parte da segurança, questionando o motivo de não sair mais cedo de casa ou de trocar o caminho (por ser esquisito e perigoso). "Eu só consigo sair da minha casa às 18h porque tenho que esperar a minha mãe chegar do trabalho para poder ficar com a minha filha. Não tenho dinheiro para contratar ninguém e até hoje a UFPE não cedeu nenhum auxílio de creche", contou.

Ainda na segunda-feira (3), por meio de nota, a assessoria de comunicação da UFPE informou que o Gabinete do Reitor estava tentando contatá-la para prestar solidariedade e oferecer assistência psicossocial. Apesar disso, até a publicação desta reportagem, a estudante diz que nada foi feito. Por telefone, a assessoria da instituição explicou informalmente que eles entraram em contato com a estudante no dia seguinte, mas ela não atendeu. Segundo a assessoria, quando a menina retornou, o reitor não estava no momento, ou seja, foram vários desencontros. A UFPE explica que "ela pode nos procurar e se dirigir ao Gabinete do Reitor ou diretamente na Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis". 

Coincidemente ou não, nesta quinta-feira (6), após a reportagem do Portal LeiaJá entrar em contato com o setor de comunicação da universidade para solicitar um posicionamento da instituição, a estudante recebeu uma ligação da UFPE e foi informada de que eles poderiam disponibilizar terapia e mediação com os professores sobre as faltas recentes. "Gostaria que os problemas da segurança fossem resolvidos, além de algum auxílio creche ou uma bolsa para eu poder ter estrutura de continuar nessa faculdade", contou a vítima.                       

O caso

"Quando eu cheguei na UFPE, eu fiz o caminho que sempre faço e vi que tinha um homem encostado em uma parede. Quando eu estava atravessando a ponte perto da pista de cooper, esse homem colocou uma faca na minha cintura e mandou eu ficar calada. Quando eu vi que, mais na frente, tinham pessoas passando, eu consegui me soltar e ele segurou meu braço e depois ele puxou meu cabelo, minha bolsa e minha blusa".

A vítima registrou um Boletim de Ocorrência on-line e se dirigiu à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Avenida Caxangá, na Zona Oeste da Cidade, para realizar um exame de corpo de delito. "Não conseguimos ir até o fim do atendimento por causa da quantidade de gente no hospital. Ela estava muito abalada e não quis esperar", lamentou Camila Lima, que também estuda na UFPE e ajudou a vítima nos procedimentos junto aos profissionais de segurança.

Segundo o superintendente de Segurança Institucional da universidade, uma licitação já está em andamento para que sejam instaladas 200 câmeras de segurança com infravermelho para serem postas em locais mais escuros.

De acordo com o gestor de segurança, a estimativa é que entre dezembro de 2016 e o final do primeiro semestre de 2017, o equipamento seja instalado.  A Universidade está, por meio da Superintendência de Infraestrutura, providenciando a instalação de postes e de lâmpadas ao longo da pista cooper e em outras áreas do campus que precisam de reforço na iluminação. 

Um levantamento apresentado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) aponta que os números de ocorrências relacionadas à segurança tiveram redução de 50%. Os dados levantados pela Superintendência de Segurança Institucional (SSI) correspondem ao mês de agosto de 2015 e do presente ano.

A instituição aponta a Operação Campus Seguro como sendo a principal responsável pela redução de casos. Se comparado o mês de agosto de 2015 com o mesmo período deste ano, houve redução de 50% no número de ocorrências relacionadas à segurança dentro do Campus Recife.

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A UFPE ainda explica que realiza um trabalho integrado da Superintendência de Segurança Institucional da UFPE, da Secretaria de Defesa Social (SDS) e do 12º Batalhão da Polícia Militar (PM). Essas autoridades realizam o monitoramento das ações de segurança no campus para o estudo e a melhoria das ações. Já a UFPE realiza filmagens das operações dentro da instituição com a finalidade de analisar o trabalho da segurança e estudar como podem ser feitas as melhorias, como uma etapa de estudo. 

Além disso, a universidade aponta que todo o material do monitoramento realizado no campus é repassado para o 12º Batalhão da Polícia Militar para que a PM possa trabalhar de maneira integrada com a Polícia Civil, conhecendo o perfil do campus. Junto a isso, as denúncias feitas por membros da comunidade acadêmica para a SSl são repassadas para a Delegacia da Várzea, como forma de um trabalho integrado. Essas denúncias podem ser feitas através dos telefones (81) 2126.8061 / 8062.

Roubo e tentativa de estupro

Apesar da redução no número de incidentes na universidade, no campus situado na Zona Oeste do Recife, a insegurança permanece em outro prédio da univerisdade. Na última segunda-feira (19), uma estudante da Faculdade de Direito do Recife, pertencente à UFPE, situada no bairro da Boa Vista, Área Central do Recife, foi vítima de roubo e tentativa de estupro no estacionamento do prédio. O fato deixou os estudantes ainda mais amedrontados, clamando por mais segurança no local. 

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