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A deputada federal Joice Hasselmann (PSL) mal iniciou seu mandato na Câmara Federal e já acumula uma série de polêmicas. No seu primeiro discurso no plenário, a parlamentar se confundiu e chegou a perguntar “quem matou Bolsonaro?”. Alguns internautas não deixaram passar batido e rebateram perguntando até mesmo onde seria o velório. 

Desta vez, nesta terça-feira (19), ao comemorar por meio do Twitter, a entrega do pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), Hasselmann cometeu outra gafe. “O Brasil será um paraíso para os bandidos”, escreveu. 

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O polêmico deputado federal Sargento Fahur (PSL), após defender que presos de facções rivais fiquem na mesma cela, saiu com mais uma sobre o sistema prisional: ele quer o fim das visitas íntimas dentro das prisões.

"Sou a favor do fim da visita íntima para presos e presas. Se queem fazer sexo que façam entre eles. Chega de dar moral e mordomias para quem não respeita a sociedade", disparou por meio do Twitter.   

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Fahur vem afirmando que seu mandato é pela família e pelo cidadão de bem. "Tudo o que for a favor de bandido vou ser contra. Quero ajudar e preservar a família brasileira", salientou. 

O deputado federal eleito Alexandre Frota (PSL) pode até ter fechado a sua conta no Twitter após tantas polêmicas, mas em seu perfil no Facebook, ele continua a falar sobre diversos temas que dividem opiniões. Desta vez, o ex-ator pornô comentou o decreto que vai permitir que o cidadão tenha a posse de arma de fogo.   

“E no meio desses debates vejo muita gente dizendo: "você compra arma com um salário de 998 reais? Primeiro que nessa pergunta tem duas canalhices: uma apontando o dedo pro Bolsonaro pelo aumento, que foi limitado em lei pela Dilma. E ao mesmo tempo querem dizer, com essa pergunta, que o trabalhador não terá como adquirir a arma”, escreveu.   

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Frota pediu um basta na atuação dos criminosos. “É simples: o que está sendo garantido é o direito constitucional de respeito e garantia à propriedade privada, pois até hoje o vagabundo entra na sua casa, rende sua família inteira e destrói tudo aquilo que você levou anos para adquirir. Chega de dar espaço pra bandido. Parabéns, Bolsonaro. Estamos juntos nessa”, ressaltou.   

Em outra postagem, ele defendeu a promoção do filho do vice-presidente do Brasil, General Mourão. “Esclarecendo o caso do filho do Mourão: ele é profissional de carreira e tem 18 anos de banco. Não há nada de errado nele ter sido indicado pro cargo”, justificou. 

Os dias não têm sido fáceis para o ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício Queiroz. Ele contou ao jornal O Estado de S.Paulo que, após toda a exposição que enfrentou também envolvendo sua família, piorou de saúde e chegou a evacuar sangue. Durante a entrevista, também disse que está sendo tratado como “o pior bandido do mundo”. 

“Após a exposição de minha família e minha, como se eu fosse o pior bandido do mundo, fiquei muito mal de saúde e comecei a evacuar sangue. Fui até ao psiquiatra, pois vomitava muito e não conseguia dormir”, detalhou.

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Queiroz ficou conhecido nacionalmente após a descoberta de movimentações atípicas de R$ 1,2 milhão em sua conta, apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Segundo ele, o dinheiro era referente aos seus negócios com venda de carros.   

Ao Estado de S.Paulo, o também policial militar da reserva disse que está “muito a fim” de esclarecer todo o ocorrido. “Mas não contava com essa doença. Nunca imaginei que tinha câncer”, expôs. Ele ainda contou que as dores o teriam impossibilitado de ir até os depoimentos marcados pelo Ministério Público. No entanto, Queiroz não revelou  a data de quando irá falar com a Justiça. 

O ex-assessor de Flávio foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno no intestino, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A partir do dia 21 de janeiro, ele fará sessões de quimioterapias que podem durar de três a seis meses. 

Após um vídeo compartilhado nas redes sociais do vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o serviço de inteligência da Polícia Federal (PF) investiga uma suposta ameaça contra o capitão da reserva. No vídeo, um homem que não faz questão de esconder o rosto e que segura duas pistolas avisa: “Bolsonaro, tu vai entrar na bala. O Ronaldinho Fenômeno voltou", diz em referência a usar um corte de cabelo utilizado pelo ex-jogador da seleção brasileira. 

Para os agentes da PF, a maior possibilidade é que o ameaçador seja bandido de alguma façção criminosa. A investigação tem como finalidade descobrir se é apenas um criminosos em busca de fama ou se faz realmente parte de um plano de ataque contra o capitão da reserva. 

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Sobre o vídeo, Carlos Bolsonaro falou que bandido “deita e rola” na legislação brasileira. “Subestimar este tipo de ameaça diária contra todo brasileiro e tratá-los como vítimas é combustível do caos em nosso país. Bandido no Brasil deita e rola em cima de nossas leis e da Justiça. Se Deus quiser, isso acabará em breve”, escreveu.

Confira o vídeo:

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Ao jornal O Globo, antes mesmo do filho de Bolsonaro falar sobre a ameaça, o futuro ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, disse ter sido informado sobre um suposto plano de ataque terrorista contra Bolsonaro, no entanto não entrou em detalhes sobre o assunto. 

Nesta semana, Carlos relembrou a facada que o capitão da reserva levou durante ato de campanha em Minas Gerais, na cidade de Juiz de Fora. “Só para jamair cair no esquecimento: quem mandou matar Jair Bolsonaro? Que foi um alinhado do Psol e auxiliar do PT, todos já sabem”, indagou por meio das redes sociais. 

Ao anunciar o novo secretário de Segurança Pública do estado de São Paulo, general João Camilo Pires de Campos, nesta terça-feira (13), o governador eleito do Estado, João Doria (PSDB), foi direto ao garantir que criminosos não terão “moleza” em seu mandato. O ex-prefeito da cidade disse que a polícia vai estar na rua e os bandidos na cadeia. 

“Aqui em São Paulo o bandido não vai ter moleza. Direitos humanos é proteger as famílias, proteger a propriedade, proteger aqueles que são brasileiros de bem, que não são criminosos. Proteger, amparar e apoiar os policiais da Polícia Civil e da Polícia Militar de São Paulo”, pontuou.

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O tucano também falou que criminoso será tratado como criminoso em qualquer circunstância. “Será mobilizado e preso e se necessário ao reagir, entre a vida de um policial e a do bandido, eu como governador determino que vamos salvar a vida do policial e que o bandido vá para o cemitério para ser bem claro, bem claro”, avisou. 

Em entrevista coletiva, o general João Campos afirmou que não se pode esperar uma tropa levar tiro para “responder” em caso de ataque de criminosos. “Esse tema [de policiais que matam suspeitos] está em estudo e deve ser amadurecido. Porque não se pode admitir uma tropa ter que levar um tiro para que possa responder. No meu entendimento é ameaça, mas [o assunto] merece ser colocado em amadurecimento", declarou.

Ele ainda salientou que sua gestão será serena e segura.  “Cada caso é um caso. Eu sou a favor daquilo que o governador diz que um policial tem que ser valorizado e o policial tem que ser amparado pelo Estado”. 

O polêmico deputado federal eleito Alexandre Frota gravou um vídeo para falar sobre a sua “revolta” pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continuar cumprindo pena em uma cela especial na sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. “Eu não concordo e milhões de brasileiros também não. No que depender de mim, esse bandido vai para a penitenciária comum. Hoje ele é um cidadão comum e diga-se de passagem um condenado”. 

O ex-ator pornô disse que o ex-presidente não deveria ser tratado com nenhuma regalia e o chamou de analfabeto. “Lula preso especial por quê? Só porque foi presidente? Foi presidente, mas foi o maior corrupto. Tinha era que ser tratado pior que os presos comuns porque roubou uma nação inteira e traiu o povo brasileiro. Analfabeto desgraçado”, disparou. 

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Frota falou que a cela especial é um direito previsto na legislação brasileira, mas logo justificou que o caso dele era enquadrado no chamado “jeitinho brasileiro”. Ele ainda criticou o fato do líder petista ter alguns benefícios como TV, ar condicionado e receber “três boas refeições”. 

“[Lula] Só poderia receber visitas as quartas, mas recebe todo dia se preciso. Além de tirar as segundas-feiras para receber Haddad, Gleisi Hoffmann e os chefes petistas para ficar confabulando. Um entra e sai que parece a casa da mãe Joana. Lula transformou em seu escritório político a sala da PF e alguém acredita aqui que Lula não tem celular se em todos os presídios do Brasil o que mais tem é preso e celular?”, indagou.  

O novo integrante da Câmara dos Deputados a partir de 2019 ainda disse esperar que o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) seja firme e tolerância zero no caso do petista. “Tínhamos que construir, na verdade, um presídio militar onde Lula, Zé Dirceu, Sérgio Cabral e toda corja vivesse lá cumprindo suas penas sem direito a conversão, saidinhas, indultos e visitas íntimas”. 

A partir de 1º de janeiro de 2019,  também vai ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados um então candidato que se posiciona de forma dura quando se trata de combater a criminalidade: o sargento da reserva da Polícia Militar Gilson Cardoso Fahur (PSD), que se intitula como o “exterminador de vagabundos”. Gilson Fahur, 54 anos, foi o deputado federal mais votado no Paraná com aproximadamente 315 mil votos válidos.

Em diversas declarações durante entrevistas, Fahur polemizou ao tratar sobre “bandidos”. Ele é dono de frases como “quero pegar essa raça e exterminar”, “gostaria de cortar umas cabeças de vagabundos”, “já matei em legítima defesa uns doze vagabundos” e também “não tem esse negócio de tiro na mão ou na perna, tem que acertar no peito ou na cabeça”. 

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Apoiador do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL), Fahur é católico, casado e atuou por 35 anos como policial militar rodoviário. Ele garantiu que não vai decepcionar todos que votaram nele. 

O sargento da reserva também já falou que bandido bom é bandido morto. “Não gostou? Paciência, porque eu penso assim, até porque já conheci a maldade de alguns seres humanos, que de humanos não tem nada”, escreveu nas redes sociais.

Está circulando nas redes sociais um vídeo em que o candidato à Presidência pelo Podemos, Álvaro Dias aparece chamando o adversário Jair Bolsonaro (PSL) de "vagabundo" e "bandido". Além disso, na gravação o senador diz que Bolsonaro “está quase morto”. A lista de adjetivos negativos para o adversário foi proferida, segundo o vídeo, durante agenda de Álvaro no Paraná. No momento, um eleitor pedia para que o presidenciável se aliasse a Jair Bolsonaro.

“Deus me livre, vocês querem destruir o Brasil?”, respondeu Álvaro. “Isso é um bandido. Trinta anos [na política] e só fez para ele e para família. Ele está quase morto, não ganha de ninguém do 2º turno”, disparou. 

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Mais adiante, Álvaro Dia continua: “malandro das praias cariocas não vai fazer nada pelo Paraná não. Ele é vagabundo, se não fosse a facada ele estaria destruído”. 

O vídeo foi republicado no Twitter pelo filho de Bolsonaro e candidato a senador pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro (PSL), que rebate as declarações de Álvaro. “Muito triste saber que @alvarodias_ pensa isso de Bolsonaro. Não imaginava que fazia tanta força para nos tratar bem em público e fingir ser alguém que não é”, alfinetou. “Grande decepção! Espero que seus eleitores tenham menos ódio no coração e ajudem o Brasil a se livrar do PT já no 1° turno”, completou. 

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O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu desembarcou no Recife para lançar, nesta quarta-feira (19), o livro “Zé Dirceu Memórias - volume 1”. Antes, na terça (18), em coletiva de imprensa, ele - que foi condenado a mais de 30 anos na Operação Lava Jato - falou sobre a prisão.

Anteriormente, o considerado mais poderoso ministro do então presidente Lula já havia sido condenado no processo do mensalão. “Em 48 horas virei bandido”, disse.

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Dirceu, ao contar sua trajetória política, garantiu que nunca tinha sido investigado antes. “Nunca teve nenhuma denúncia ao meu respeito, nada”, falou. “Eu não só virei bandido como fui cassado sem prova e condenado sem prova. Eu cumpri a pena e recomecei a minha vida de novo em 2005. Lutei, andei pelo país, pelo mundo. Tive que trabalhar para sustentar a minha defesa e a luta política, trabalhei como advogado consultor”, expôs com detalhes. 

Dirceu chegou a dizer que cumpriu a sua pena e que saiu da prisão para participar novamente da vida política do país. “Durante toda a prisão, eu fiz meu blog, sempre encontrei uma maneira de me comunicar, de escrever, de participar da luta, mas fui preso de novo pela Lava Jato e de novo comecei a minha vida do zero. Fiquei preso um anos e nove meses”, salientou, dizendo que escreveu o livro na cadeia. 

O ex-ministro ainda falou que estudou muito no período que passou na prisão e que tentou manter sua saúde física e mental porque toda sua família teria sido “afetada gravemente”. “E eu saí por decisão do Supremo e recomeço a minha vida de novo. Estou recomeçando a minha vida de novo percorrendo o país e participando da luta política”.

Ele disse, no entanto, que não é dirigente do PT e que tampouco participa de campanha. “Como cidadão quero ajudar o Brasil se encontrar de novo porque o Brasil está sem rumo. O que posso dizer é que me sinto muito bem, eu não tenho ressentimento, mágoa e nem acho que sou injustiçado, simplesmente eu sei que estamos na luta política sem tréguas e que se transformou no Brasil em uma luta política que os fins justificam os meios, então se pode usar os instrumentos jurídicos e policiais para perseguir como a ditadura fez, só que agora é mais grave”.

Dirceu continuou tecendo críticas ao falar que na ditadura se sabia que era uma ditadura. “Você lutava contra ela, agora não. Agora querem dizer que é uma democracia, mas o país está escorregando no autoritarismo cada vez mais”.

 Um assaltante foi baleado na noite da segunda-feira (27) durante um roubo a ônibus no Grande Recife. De acordo com a Polícia Militar, um passageiro que estava no ônibus que fazia a linha Camaragibe/Derby reagiu ao assalto e baleou um dos bandidos. Os dois assaltantes estavam descendo na Estação BRT Riacho do Cavouco, na Avenida Caxangá, na Zona Oeste do Recife, quando um deles foi atingido pelo disparo. 

O tiro acertou o maxilar e transfixou a nuca do adolescente de 17 anos que foi socorrido para o Hospital da Restauração (HR), no bairro do Derby, área central do Recife. Segundo a PM, ele não corre risco de morte. O passageiro que efetuou os disparos não foi identificado. A Polícia Civil informou que vai se pronunciar sobre o caso quando houver mais informações.

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Segundo a Polícia Militar, de janeiro a julho deste ano 528 ônibus foram roubados. Nos sete primeiros meses do ano passado o número foi de 979. Ainda segundo a PM, a Força-Tarefa Coletivos já prendeu 161 assaltantes de ônibus este ano, sendo 22 somente no mês de julho. 

O terceiro bloco do debate presidencial realizado pela RedeTV, que aconteceu nessa sexta-feira (17), foi o mais polêmico da noite. No momento em que o pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) escolheu a presidenciável Marina Silva (Rede) para fazer a sua pergunta pessoal, em rede nacional, Bolsonaro aproveitou para detonar Lula chamando-o de “bandido”. 

“Primeiro, quero deixar bem claro, quando eu cheguei havia um púlpito que ninguém ia ocupar aquele espaço, mas estava escrito Luiz Inácio Lula da Silva, então junto à direção fiz o questionamento e quero agradecer à RedeTV por ter retirado o púlpito do Lula. Não podemos dar espaço aqui para um bandido condenado por corrupção frequentar esse debate”, detonou. 

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Após o embate entre Bolsonaro e Marina, o mediador Boris Casoy esclareceu que o espaço que seria destinado a Lula foi removido após a Justiça Eleitoral negar a participação do petista no evento e a organização consultar todos os participantes. “A única objeção à retirada do púlpito foi do candidato Guilherme Boulos”, contou o jornalista. 

Antes do encontro, Boulos chegou a comentar o púlpito vazio afirmando ser uma injustiça. “Ter a cadeira vazia demonstra que tem uma ausência e que está sendo cometida uma injustiça”, declarou. 

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Sérgio Banhos rejeitou o pedido do PT para autorizar Lula a participar do debate. Na nova decisão, Banhos reafirmou que a prisão de Lula está relacionada a questões criminais, que não podem ser analisadas pela Justiça Eleitoral. Como candidato registrado no TSE, o PT afirma que Lula tem direito de participar do debate.

Um homem que é considerado como um dos maiores ladrões de cargas de Goiás foi preso, nesta terça-feira (24), enquanto tentava fazer uma cirurgia para mudar o rosto. A prisão aconteceu no Setor Marista, em Goiânia. Rodrigo Fernandes Goulão de Almeida, de 30 anos, estava foragido da Justiça.

De acordo com a Polícia Civil, Rodrigo é responsável pelo roubo de 300 mil litros de combustíveis só neste ano. “Tendo em vista que todos os roubos eles ameaças com arma e levam o motorista para cativeiro, ele é considerado de periculosidade”, disse o delegado responsável pelo caso, Alex Vasconcelos, em entrevista ao G1.

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Ao ser detido em uma clínica, Rodrigo apresentou um documento falso. Segundo o delegado, em abril deste ano o suspeito fugiu para Redenção, no Pará, e fez vários procedimentos estéticos. “Ele fez próteses capilares, procedimentos na face, não sabemos ao certo quantos, a fim de burlar a ação policial, dificultar o reconhecimento, visto que estava foragido desde abril”, afirmou. 

No veículo em que o homem estava a polícia localizou placas de caminhões clonados. O suspeito vai responder pelos crimes de roubo, organização criminosa, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

O líder nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), o pré-candidato a presidente do Brasil Guilherme Boulos (PSOL), chegou de forma discreta para cumprir o momento mais simbólico de sua agenda no Recife: um debate na “Ocupação Marielle Franco”, localizada na Praça da Independência, na área central do Recife. 

Para um público pequeno que teve acesso ao prédio, Boulos primeiramente escutou em silêncio e de forma discreta as colocações dos líderes sociais e dos representantes de entidades diversas. No entanto, durante o debate sobre a “criminalização” dos movimentos sociais e a democratização da mídia local, o psolista aumentou o tom da voz ao detonar o presidente Michel Temer (MDB).

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A polêmica afirmação foi feita quando Boulos discursava sobre a importância de fortalecer o sistema estatal e público de comunicação que, segundo ele, abre espaço para várias vozes. “Nós temos que fortalecer a comunicação comunitária. É uma vergonha que quem tem a rádio comunitária para falar em um bairro seja perseguido pela Polícia Federal enquanto Temer, que é um bandido, está sentado na cadeira principal do Palácio do Planalto”, disparou.  

O presidenciável também falou que os grandes meios de comunicação “foram fundamentais” para o golpe parlamentar de 2016. “Que ajudaram a dar o golpe com o dinheiro público do governo, que foi golpeado. Se isso não servir como fato para a gente não repetir, vira a Síndrome de Estocolmo, a síndrome de quem gosta de apanhar. Toma porrada e depois vai lá. Não dá para ser assim”. 

O pré-candidato salientou que o jornalismo se rende à forma de financiamento. "Por isso, é tão necessária a comunicação pública e a comunicação comunitária independente porque não está atrelada a esse financiamento”, pontuou. Boulos ainda falou que a comunicação empresarial e privada zela pelos interesses da publicidade. 

“A Rede Globo não se autofinancia, nem nenhuma mídia no Brasil oligopólica se autofinancia. Ela é financiada pela propaganda e, como diz o velho ditado, quem paga a banda escolhe a música. Se são as grandes empreiteiras, se são os bancos, se são os grandes poderes econômicos que financiam os meios de comunicação, vai ser difícil colocar matérias que enfrentem os financiadores”. 

Um vídeo viralizou nas redes sociais com o discurso de um vereador do município de Alfenas, em Minas Gerais, por criticar a ação de uma policial que matou um ladrão em frente à escola da filha em Suzano, na Grande São Paulo. O assalto aconteceu no último sábado (12). A cabo da PM Kátia da Silva chegou a ser homenageada pela corporação durante um evento com a presença do governador Marcio França (PSB). 

Em seu pronunciamento, durante sessão da câmara municipal, Vagner Tarcísio (PT), mais conhecido como Guinho, disse que achou a homenagem um “absurdo”. “Eu achei um absurdo o Estado de São Paulo, não sei qual a cidade, fazer uma homenagem a uma policial que matou uma pessoa, isso aí é muito feio para o nosso país, é muito feio para o nosso estado”. 

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O parlamentar falou que não se sabe se o assaltante iria matar alguém. “Mesmo que o rapaz tivesse atirado em uma pessoa ainda não seria correto ela atirar no rapaz e matar conforme matou”. 

“Acho que pelo treinamento que a Polícia Militar tem, ela tinha condição de tentar impedir aquele assalto sem ter matado o rapaz porque eles são treinados. Se o rapaz resolvesse ou atirar aí sim ela poderia ter matado o rapaz em legítima defesa, mas em momento algum ele fez algum disparo ou disse que ia disparar”, declarou Guinho. 

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Guinho continuou argumentando. “Se o assaltante ia matar aquela pessoa ou não ía, nós não sabemos, eu acho que se a policial é treinada, se ela tem um treinamento para evitar que o crime aconteça, no mínimo, o que ela tinha que fazer era tentar evitar o assalto não matando o rapaz do jeito que ela matou, até porque o rapaz não atirou, o rapaz apontou a arma, lógico, é de praxe do assaltante usar uma arma para praticar o assalto”, argumentou. 

“Ela [a policial] não fez nenhuma tentativa, ela simplesmente assassinou aquele rapaz que tem mãe, que tem pai, que talvez tem filho, tem vó e tem avô. Fazer uma homenagem para quem mata, isso, no mínimo, é apologia ao crime, está incentivando as pessoas a assinarem uma a outra”. 

Após toda a polêmica, nesta quarta-feira (16), a Câmara Municipal de Alfenas publicou uma nota de esclarecimento no site oficial da Casa afirmando que “não compactuam” com os argumentos do vereador. O texto ainda diz que a policial agiu em defesa da coletividade. 

Leia a nota na íntegra: 

“O Presidente da Câmara Municipal de Alfenas e seus demais Vereadores, com exceção do Vereador Vagner Tarcísio de Morais (Guinho), esclarecem que não compactuam com os argumentos expostos por este vereador em Reunião Ordinária no dia 14 de maio. Inclusive, durante a reunião alguns vereadores já haviam manifestado apoio à PM.

A Câmara Municipal de Alfenas entende que a Cabo Katia da Silva Sastre agiu no estrito cumprimento do dever legal e em defesa da coletividade, portanto merece o respeito de todos os demais vereadores diante do fato ocorrido em Suzano (SP)”. 

 

As imagens de uma câmara de segurança viralizaram nas redes sociais após uma mãe, que é policial militar, reagir a um assalto e matar um bandido, na manhã deste sábado (12), no bairro Jardim dos Ipês, em São Paulo. No vídeo, é possível ver mulheres e crianças aguardando a abertura dos portões de uma escola quando o assaltante se aproximou já mostrando um revólver calibre 38.

No momento em que ele revistava um funcionário da escola, a mãe de uma das alunas sacou uma arma e o atingiu com mais de um tiro. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, todos aguardavam para prestigiar a festa do Dia das Mães. O homem foi encaminhado à Santa Casa da cidade, mas não resistiu.

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Sem papas na língua, o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSC) foi direto ao falar sobre Lula durante um ato a favor da prisão do ex-presidente, que aconteceu em Copacabana, no Rio de Janeiro. O filho do pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) disparou por meio de um vídeo: “Lula na cadeia porque lugar de bandido não é atrás de voto e, sim, atrás das grades”. 

Flávio falou que o líder petista deve ser preso não pode medo dele ser candidato a presidente, mas porque errou. “Acho que o Lula tem que tomar uma surra seja nas urnas, seja da lei porque ele errou e um criminoso tem que cumprir o que a lei estabelece como pena, não é passar mão na cabeça de marginal. Não é uma lei diferente para um cidadão e diferente para outro. A lei é para todos ou deveria ser”, declarou.

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O deputado disse que há milhares de brasileiros indignados que não aguentam mais ver tantos “vagabundos conseguindo se dar bem” burlando a lei. “Pagando advogado que cobram milhões para defendê-los porque tem conchavo na Corte mais alta do país”.

Ele pediu que os ministros do STF cumpram com a Constituição Federal e mantenham a coerência. “Que o Supremo continue entendendo que a prisão em segunda instância é possível sim e não aguardar o trânsito em julgado. Se o Supremo mudar o seu entendimento milhares de marginais, além de Lula, vão se sentir a sensação de impunidade mais forte do que nunca. Eu quero muito estar errado, mas talvez alguns [ministros] ainda estejam querendo pagar uma conta com o Lula com o habeas corpus”. 

O irmão de Flávio, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PSC), também participou do protesto afirmando que “a ideologia da esquerda” tem denominado todo o setor da sociedade levando adiante destruição. “É impossível falar de corrupção sem falar de ideologia. A ideologia é tão importante quanto a corrupção. Vivemos em um momento ideológico no pais onde é extremamente preocupante a ideologia de esquerda, que tem dominado todo o setor da sociedade e levado adiante tudo o que nos destrói”, pontuou.

Uma publicação de um internauta chamado Diego Leiras e compartilhado pela pré-candidata a presidente do Brasil Manuela D’ Ávila (PCdoB), nesta sexta-feira (16), está polemizando nas redes sociais. O cidadão, sem tocar no nome da vereadora assassinada Marielle Franco (PSOL), fez uma comparação indireta entre a morte de Jesus e da parlamentar carioca indagando porque tanta comoção se ambos “defendiam bandidos”. 

O internauta chegou a ressaltar que não entendia o motivo para tantas passeatas e ainda foi direto: “Fica defendendo os direitos humanos, dá nisso”, em referência à atuação da vereadora, que iniciou sua militância em direitos humanos após perder uma amiga vítima de bala perdida em um tiroteio entre policiais e traficantes no Complexo da Maré. 

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D’ Ávila, apesar de compartilhar a polêmica postagem em seu facebook, nada comentou apenas utilizou o recurso “se sentindo pensativa”. Os internautas repercutem a comparação e as opiniões são as mais diversas. “Não importa quem ela era, se negra ou branca, é um homicídio. Agora, comparar a morte de uma vereadora com a morte de Jesus não acho correto”, disse uma seguidora. 

 

Nesta segunda-feira (29), Luciano Huck, que continua sendo especulado para ser candidato a presidente do país, criticou e desautorizou um vídeo que está circulando nas redes sociais no qual o locutor chama o ex-presidente Lula de “bandido” e o pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSC) de “maluco” e ainda expõe o apresentador como candidato. Huck desaprovou a linguagem utilizada pelo locutor para se referir aos dois.

Em publicação no Facebook, Huck falou que recebeu a peça por meio do WhatsApp, que não sabe quem é o autor do vídeo, e reforçou que não é candidato. “Mais uma vez reforço que não sou candidato. Agradeço pelo carinho e entusiasmo de quem produziu o material, mas é importante registrar que não fui consultado, que desconhecia a iniciativa e que ela não foi autorizada por mim. Além disso, vale pontuar que reprovo a linguagem utilizada contra os reais pré-candidatos que aparecem no vídeo”, destacou.

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O locutor, na gravação de 2 minutos e 26 segundos, diz que o marido de Angélica pensa em ser candidato e faz um questionamento: “Você quer ter alguém melhor para votar em 2018 ou prefere escolher entre os mesmos bandidos, malucos e despreparados de sempre?, a medida que as imagens mostram as fotos dos já postos como pré-candidatos.

No final, faz mais uma pergunta se dirigindo aos eleitores. “Quer poder votar nele [Huck] em 2018 ou prefere ficar entre o bandido do Lula e o maluco do Bolsomito?”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao comentar uma declaração da senadora da República Gleisi Hoffmann (PT), que polemizou ao afirmar “para prender Lula, vai ter que matar gente”, o deputado federal Marco Feliciano (PSC) criticou a fala da também presidente do PT e detonou o ex-presidente Lula. Ele também fez uma comparação questionando qual seria a reação se a frase tivesse sido dita por ele ou pelo pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSC). 

“Veja como funciona a mente de um esquerdista psicopata radical. A senadora [Gleisi] está dizendo que para prender um corrupto, que para prender um bandido, um ladrão, vai ter que matar gente. Imagina se fosse Bolsonaro dizendo essas palavras? Imagina se fosse eu, pastor Marco Feliciano dizendo essas palavras?”, indagou por meio de vídeo publicado em sua página do Facebook nesta quarta (24). Feliciano também falou que afirmações desse tipo são “extremamente graves” por incitar o ódio e cobrou por providências. 

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O parlamentar provocou os defensores de Lula. “Ei, petistas, menos mimimi, Lula na cadeia, chega de corrupção, vamos para as urnas este ano eleger um novo governante e que o brasileiro não caia mais nessa conversa de pão e circo, nessa conversa de mimimi, nesse politicamente correto. Que o brasileiro não caia mais nesse discurso vitimista onde eles nos acusam daquilo que eles fazem e nos chamam daquilo que eles são. Esses sim são radicais, que incitam a violência e a intolerância”, disparou. 

“Estou pedindo a Deus que conscientize aqueles que perderam prestígio, que perderam apoio popular, de que seu tempo passou e de que não dá para perpetuar um regime como esse que estaria transformando nosso país em um governo bolivariano. Olha os exemplos que a esquerda deixou pelo mundo. Olha seus rastros de sangue e de miséria quer seja na União Soviética, quer seja em Cuba, quer seja na recente Venezuela. Deus olhou para o Brasil”, frisou. 

 

 

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