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Um turista brasileiro, cuja identidade não foi revelada, sofreu um acidente na ilha de Capri, na Itália, e teve que esperar seis horas para ser transportado para um hospital devido à ausência de uma ambulância e a não chegada do helicóptero de emergência. A demora no resgate provocou uma polêmica em relação à política do sistema de saúde da região.

A denúncia foi feita neste sábado (10) pelo chefe de Saúde de Capri, Bruno d'Orazi, o qual explicou que a vítima foi atingida por uma bicicleta elétrica nessa sexta-feira (9), por volta das 21h (horário local), mas só chegou no hospital Cardarelli de Nápoles às 3h da madrugada de hoje. "A ausência da ambulância para a ajuda determinou a permanência prolongada de um paciente ferido gravemente e intubado, esperando para ser transferido para Nápoles, enquanto a ambulância estava dando auxílio a um código vermelho em outro lugar", explicou.

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Desta forma, o brasileiro precisou aguardar o retorno do veículo para ser levado ao heliporto. Ao chegar lá, no entanto, o helicóptero não estava no local porque "foi parado por razões técnicas em Nápoles". Somente depois de muito tempo, o homem foi levado ao hospital por meio de uma ambulância aquática e está internado em estado grave. A negligência médica provocou polêmica e protesto em Anacapri, onde o turista estava hospedado.

O presidente da associação hoteleira Federalberghi da região, Sergio Gargiulo, propôs uma mobilização para fechar a ilha, "apertar as atividades econômicas mesmo em meados de agosto, quando a ilha está cheia de turistas, porque o direito à saúde dos moradores e dos próprios turistas é muito mais importante que os negócios".

O executivo ainda fez um apelo à ministra da Saúde Giulia Grillo e à região da Campânia para realizarem uma intervenção com urgência no sistema de saúde local. "Não é possível que uma ilha como Capri que dá tanto à nossa região, que é um emblema no mundo da beleza da Itália, seja deixada do ponto de vista da saúde, que seus cidadãos sejam considerados série B e que nem eles nem seus convidados estão protegidos", acrescentou Gargiulo.

Após as críticas, a administração municipal de Capri anunciou que disponibilizará três ambulâncias para ficar de plantão na alta temporada, a partir da próxima segunda-feira (12) até o dia 30 de setembro. "O resultado alcançado hoje é a primeira etapa de um caminho sério e silencioso de compromisso e trabalho, que a nova administração municipal está realizando e que deve levar à superação das questões críticas quando a situação se deteriorar", afirmou o prefeito de Capri, Marino Lembo. 

Da Ansa

Há dois meses, o governo federal tem atrasado os pagamentos das obras do programa de habitação popular Minha Casa Minha Vida, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). De acordo com as construtoras, os repasses em atraso chegam a R$ 500 milhões, atingem 512 empresas e 200 mil funcionários, responsáveis pelo andamento de 900 empreendimentos.

"Amanhã (esta quarta, 7) é o dia da folha de pagamento e a maioria das empresas não vai conseguir honrar os salários dos funcionários", disse José Carlos Martins, presidente da Cbic. Segundo ele, além da dificuldade em pagar a funcionários, as construtoras estão recorrendo a empréstimos para pagar a fornecedores e não quebrar. Obras em empreendimentos de todo o País foram paradas à espera dos pagamentos, principalmente as tocadas por empresas de menor porte, afirmou Martins.

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Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) afirmou que "vem cumprindo rigorosamente a destinação de recursos à área de habitação popular", de acordo com o volume de recursos que tem recebido. O MDR, no entanto, admitiu que pediu ao Ministério da Economia ampliação dos recursos para honrar os pagamentos no segundo semestre, "ciente do ritmo de execução do programa e do cenário macroeconômico do País". A solicitação foi feita em abril e reforçada em junho. "Junto à Casa Civil e ao Ministério da Economia, o MDR tem trabalhado para viabilizar esta ampliação do limite orçamentário e financeiro, o que possibilitará a execução adequada do programa".

Orçamento. Para o mês de agosto, o MDR tem R$ 239 milhões, dos quais R$ 160 milhões vão para o Minha Casa e devem ser liberados até sexta-feira. O valor é insuficiente para o que está atrasado e as despesas com o programa, que giram em torno de a R$ 350 milhões por mês.

Os atrasos comprometem principalmente as construtoras que atuam na chamada faixa 1, destinada a famílias com renda de até R$ 1,8 mil mensais. Nesse segmento, 90% do valor do imóvel são subsidiados com recursos do Orçamento, por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Segundo o MDR, no primeiro semestre do ano, do total de R$ 2,54 bilhões investidos no programa, R$ 2,09 bilhões - ou quase 80% do total - foram para a faixa 1.

Há, porém, atrasos também nas faixas 1,5 e 2, nas quais o subsídio é menor. Nesses segmentos, o FGTS banca 90% do desconto e do subsídio e a União, os outros 10%. Mas, sem os recursos do Tesouro, as operações são travadas porque o FGTS não pode bancar a totalidade para depois ser ressarcido. A prática, um dos tipos de pedaladas fiscais, foi recorrente no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, que foi afastada depois de cometer irregularidades contábeis.

De acordo com o ministério, para as faixas 1,5 e 2, foram repassados no primeiro semestre R$ 395 milhões ao FGTS.

Em maio, a equipe econômica liberou um extra de R$ 800 milhões para o Minha Casa, mas os pagamentos foram mantidos em dia apenas até junho. O ministro de Desenvolvimento Regional (MDR), Gustavo Canuto, já tinha adiantado que os recursos adicionais só dariam para bancar as obras no primeiro semestre do ano, mas prometeu outro R$ 1 bilhão para honrar os desembolsos que já estavam programados. Isso fez com que as construtoras continuassem os investimentos, que agora estão sob risco.

O governo chegou a fechar um acordo com o Congresso, em meio à votação do crédito extra para o cumprimento da chamada regra de ouro (que proíbe o financiamento para o pagamento de despesas correntes). Do total de R$ 248,9 bilhões, R$ 1 bilhão seria para o Minha Casa.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sindicato dos Servidores de Nível Superior do Poder Executivo do Estado do Rio Grande do Sul (Sintergs) protocolou nesta sexta-feira (26) no Tribunal de Justiça (TJ-RS) um pedido de prisão do governador Eduardo Leite (PSDB) por descumprimento de decisão judicial.

O sindicato argumenta que o pedido se deve ao não pagamento dos salários dos servidores estaduais do Executivo e das autarquias até o último dia útil do mês trabalhado. Em nota, o Palácio Piratini afirma que Eduardo Leite vai se manifestar quando receber a intimação.

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O texto argumenta ainda que "o atraso no pagamento dos salários ocorre há quase quatro anos e é uma situação alheia à vontade do governador". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Passageiros do metrô do Recife sofreram na manhã desta segunda-feira (10), após falhas elétricas em duas composições. Os usuários de um dos trens danificados chegaram a descer e seguir ao destino pelos trilhos, o que aumentou o tempo para a normalização do sistema.

Por volta das 7h12, um trem próximo à Estação Ipiranga apresentou problemas elétricos. Foi necessário 'desenergizar' e energizar novamente o trecho até a Estação Terminal do Recife. Por volta das 7h23, o sistema foi reestabelecido e o trem recolhido ao pátio da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

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Após o retorno do sistema, outra composição apresentou a mesma falha nas proximidades da Estação Joana Bezerra, e só foi recolhida às 8h. Os passageiros desceram e seguiram viagem caminhando pelos trilhos, o que aumentou o tempo de normalização e é contraindicado pela CBTU.

A casa de um confeiteiro foi alvo de tiros após ele atrasar a entrega de um bolo em São José, na Grande Florianópolis (SC). O atentado teria ocorrido na tarde do último domingo (21) na Rua Concórdia, no bairro da Bela Vista.

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Segundo o site NSC Total, o confeiteiro relatou uma discussão com uma cliente, que reclamava do atraso na entrega de um bolo. A mulher foi vista acompanhada de um homem, que seria o autor dos disparos com uma pistola 9mm. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

A Polícia Militar e o Instituto Geral de Perícias (IGP) estiveram no local, mas até esta segunda-feira (22) ninguém havia sido preso.

O técnico Jorge Sampaoli confirmou ter devolvido seu salário ao Santos após tomar conhecimento que o grupo de jogadores ainda não recebeu os vencimentos de fevereiro, que deveriam ter sido quitados no começo de março. O treinador apontou que o pagamento precisa ser feito simultaneamente a todos os funcionários do clube.

Inicialmente, a diretoria do Santos quitou apenas os vencimentos dos membros da comissão técnica, mas não efetuou o pagamento dos salários e dos direitos de imagem do elenco santista.

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"Sobre os salários, qualquer um teria feito o mesmo. Todos devem receber na mesma data", afirmou Sampaoli, após a derrota por 4 a 0 para o Botafogo, em Ribeirão Preto, na noite de quarta-feira, pela rodada final da primeira fase do Campeonato Paulista.

O treinador argentino foi questionado se no fim de 2018, quando negociou para assumir o Santos, se tinha conhecimento dos problemas financeiros do clube. O treinador afirmou que só estava preocupado em conhecer o elenco e declarou que os dirigentes precisam estar no mesmo nível de grandeza do time.

"Não tinha motivo para saber da condição financeira do clube. Cheguei com o conhecimento do elenco, das necessidades que a equipe tinha. É uma realidade que o clube tem de resolver. o Santos é um clube de grande história, e os dirigentes tem de estar à altura", afirmou.

No início da sua passagem pelo Santos, Sampaoli já havia realizado outras críticas públicas contra a diretoria, reclamando da demora para a chegada de reforços. Posteriormente, boa parte dos seus pedidos foram atendidos.

Mais de 10,6 milhões de livros literários que foram escolhidos por professores de escolas públicas do País para serem usados pelos alunos ao longo deste ano ainda não foram comprados pelo Ministério da Educação (MEC). O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão responsável pela compra dos exemplares, lançou edital no ano passado que previa a compra de 58 milhões de obras - o maior volume desde 2001 e depois de quatro anos sem nenhuma aquisição. No entanto, até essa segunda-feira (4), quando as aulas na maioria das redes de ensino já teve início, parte dos contratos com as editoras não foi nem ao menos assinado.

Para que os livros chegassem nas mãos dos alunos no início do ano letivo, o edital previa que os contratos fossem firmados até o fim do ano passado. Das 256 editoras que tiveram obras selecionadas, 96 ainda aguardam a assinatura para começar a imprimir os exemplares e depois distribuí-los. O MEC diz que, por causa da grande quantidade de editoras e obras participantes, muito maior do que o padrão de outros editais do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), não conseguiu finalizar toda a contratação em 2018.

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O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a demora nas nomeações para a chefia do FNDE atrasou a contratação ainda mais do que o previsto inicialmente. Os ocupantes dos principais cargos do órgão (presidente, diretores, coordenadores) foram exonerados em 11 de janeiro, após a divulgação de erro em outro edital do PNLD, e ainda não foram nomeados os novos dirigentes. Servidores disseram que a maioria dos contratos ficou pronta ainda no início de janeiro, mas não há responsáveis para assiná-los.

Em nota, o ministério disse que "a autarquia já possui dirigentes nomeados necessários para o normal andamento dos contratos". No entanto, uma consulta no Diário Oficial da União mostra que nenhuma editora selecionada pelo edital teve a contratação efetuada neste ano.

Outro entrave para a contratação das editoras é que, como a compra estava prevista para ser efetuada no ano passado, o FNDE agora precisa de autorização do ministério para a liberação de um orçamento maior do que o previsto para 2019 no programa do livro - a aquisição dos livros restantes custa cerca de R$ 58,1 milhões. Questionado, o MEC não informou se já liberou orçamento.

Expectativa

O edital foi lançado no ano passado depois de as escolas públicas do País ficarem quatro anos sem receber livros literários comprados pelo governo federal. Em 2014, na gestão de Dilma Rousseff foi encerrado o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), que garantia a compra e entrega das obras.

Foi só em 2017 que o governo Michel Temer anunciou que voltaria a entregar livros literários em 2019, com duas novidades: pela primeira vez, os professores é quem iriam escolher as obras e os exemplares não iriam apenas para o acervo das bibliotecas escolares, mas cada aluno receberia dois livros que poderia levar para casa.

"As mudanças foram comemoradas porque a criança levaria o livro para casa, poderia ler com os pais, primos, irmãos. Ou seja, iria ampliar o número de leitores de um único livro. Também atende a uma recomendação já comprovada por pesquisas, que a criança com hábito de leitura em casa, que tem contato com livros, aprende mais fácil a ler e escrever", disse Alessio Costa Lima, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Ele lamentou que o recurso educacional não esteja presente durante todo o ano letivo.

O edital colocou para escolha dos professores mais de 700 títulos para as turmas de educação infantil (creche e pré-escola), anos iniciais do fundamental (do 1º ao 5º ano) e ensino médio. Alunos do 4º e 5º anos do fundamental e do médio iriam receber dois títulos, um por semestre, e depois os devolveriam ao final do ano.

O MEC diz que ainda não é possível falar que houve atraso na distribuição dos livros. "Como a previsão do FNDE é de que as obras literárias sejam disponíveis para entrega ainda em fevereiro, não há como se caracterizar um atraso. Até porque, diferente das obras didáticas, que necessariamente precisam estar nas mãos dos estudantes no início do ano, o acervo literário é utilizado em momentos específicos, o que permite maior flexibilidade do tempo para sua disponibilização".

Questionado se há uma previsão de assinatura dos contratos e entrega dos livros, o ministério não respondeu.

Produção

Há uma preocupação de que com a demora na assinatura dos contratos desses 10,6 milhões de livros, eles só cheguem aos alunos no segundo semestre. Após a contratação, as editoras têm um prazo de até quatro meses para a produção dos exemplares e a distribuição.

"A gente solicita urgência na solução desse problema porque não afeta só as editoras, mas a educação. Houve um planejamento de aula por parte dos professores. Eles escolheram os livros, planejaram usá-los. Quanto mais tempo demorar para resolver, mais afeta o desempenho escolar", diz Raquel Menezes, presidente da Liga Brasileira de Editoras (Libre).

Donos do editoras temem ainda um prejuízo com a demora na contratação. Candido Graneiro, dono da editora Palavras, teve quatro obras selecionadas, totalizando uma tiragem de 290 mil exemplares, mas ainda não conseguiu assinar o contrato. "Na expectativa de que fosse ser contratado logo, já fiz um acordo com uma gráfica e dei um sinal de R$ 90 mil. Outras editoras fizeram o mesmo, as gráficas estão esperando esse serviço. Houve uma expectativa em todo o mercado livreiro", disse.

Edital

O Estado revelou que, em 2 de janeiro, foram publicadas mudanças no edital para os livros didáticos que seriam entregues em 2020 nas escolas de ensino fundamental. No fim do dia, o MEC informou que as alterações seriam anuladas e culpou a gestão anterior, já que o edital datava de 28 de dezembro. O ex-ministro da Educação e agora secretário da Educação em São Paulo, Rossieli Soares, negou que as alterações tenham sido feitas por sua gestão.

A publicação das alterações no Diário Oficial da União ocorreram após a posse do presidente Jair Bolsonaro, no mesmo dia da nomeação do novo ministro. Além disso, integrantes da atual equipe estavam trabalhando dentro do MEC na transição desde o início de dezembro. O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, exonerou o chefe do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rogério Fernando Lot, e outros nove comissionados da autarquia.

As máquinas de terraplenagem trabalham no arruamento do que será a nova vila de Bento Rodrigues, destruída pelo rompimento da barragem da Samarco, na localidade que é subdistrito de Camargos, em Mariana, a 148 quilômetros de Belo Horizonte, em 5 de novembro de 2015. As casas dos 620 desalojados, cerca de 230 famílias, porém, só devem estar prontas no segundo semestre de 2020.

Até lá, os moradores vão continuar morando de aluguel, espalhados por Mariana, e recebendo ajuda financeira equivalente a um salário mínimo, mais 20% desse valor por dependente e uma cesta básica.

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"Dá uns R$ 1,5 mil, não dá para nada", afirmou o comerciante José do Nascimento de Jesus, de 73 anos, presidente da Associação Comunitária de Bento Rodrigues. "Aquilo foi o presente de aniversário que me deram", disse Zezinho de Bento, como é conhecido na região.

Ele nasceu no dia 3 de novembro. Morando em um apartamento alugado em Mariana, que tem três quartos, com suíte, sala, cozinha e dois banheiros, Zezinho de Bento é o representante dos moradores desalojados e o encarregado do grupo dos atingidos pela barragem de fiscalizar a obra da nova vila. O terreno escolhido tem 384 hectares e está a cerca de 13 quilômetros da vila destruída. "Fica no alto do morro e bem mais perto de Mariana", disse ele.

Para a agente de saúde Cláudia de Fátima Alves, de 37 anos, solteira, também da comissão de desalojados, os antigos moradores estão com esperança de que logo possam estar nas novas casas. "A obra agora está andando", disse Cláudia, que morava na Rua São Bento, 415, na vila. "Vamos ver se vai mesmo ser cumprido o cronograma."

Fantasma

No vale devastado pelo rompimento da barragem, que deixou 19 mortos, as casas hoje formam uma vila fantasma, com mato crescendo por dentro e marcas da tragédia expostas por todo lado. Na parte mais alta, as casas ainda têm paredes em pé e muitas ainda com teto. Mas na parte mais baixa, perto do lago dos diques de contenção, cacos de paredes são só esqueletos amarelados de barro. Numa delas, com marcas do lodo ainda grudado de alto a baixo, um fogão aparece acima da fachada da frente da casa de esquina - abaixo do telhado.

A entrada na área é controlada pela Defesa Civil e representantes da associação comunitária. Segundo fontes que cuidam do local, poucos dos antigos moradores retornam à vila destruída. Uma estrada de terra, poeirenta, leva de Mariana a Bento, passando por uma área privada, com acesso controlado por vigias em guaritas. "Alguns vão lá, principalmente nos fins de semana", disse Zezinho de Bento. "Eu não gosto de ir." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Mais de 32 horas após a abertura do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), uma das principais formas de entrada nas universidades públicas brsileiras, milhares de alunos continuam se queixando de problemas na plataforma disponibilizada pelo Ministério da Educação (MEC). 

Apesar de mais de 400 mil inscrições já terem sido confirmadas pela pasta, muitos passaram por uma manhã de tentativas frustradas. Alguns não conseguiam entrar no site, outros, não visualizavam a imagem de segurança necessária para login e outros, quando passavam das duas "primeiras fases", não conseguiam carregar a lista de vagas.

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Ainda na noite da terça-feira, o MEC informou que o grande volume de acessos foi causador da instabilidade. “O sistema, que nas edições anteriores recebia de 25 a 30 mil acessos simultâneos, registrou hoje picos de até 350 mil acessos simultâneos”, afirmou, em nota. A sugestão dada pelo órgão foi de que os concorrentes tentassem atualizar a página de inscrição antes de preencher os dados.

O LeiaJa.com entrou em contato com o Ministério da Educação para perguntar sobre possíveis medidas a serem tomadas ou possível adiamento do fim das inscrições, mas ainda aguarda respostas. 

Um ataque de malware aparentemente originado fora dos Estados Unidos atrasou a distribuição de vários jornais importantes no país.

O jornal LA Times afirmou no sábado que o ataque, que inicialmente foi considerado como uma interrupção do servidor, atingiu uma rede de computadores na Tribune Publishing, que está conectada ao processo de produção e impressão de vários jornais em todo o país.

Como resultado, a entrega das edições de sábado do LA Times e do San Diego Union Tribune sofreu atrasos.

O cibertaque também atingiu a distribuição das edições da costa oeste do New York Times e do Wall Street Journal, impressas na gráfica do LA Times.

O relatório elaborado sobre o incidente afirma que que não pode fornecer números concretos sobre quantos assinantes foram impactados, mas a maioria dos assinantes do LA Times recebeu seus jornais na manhã de sábado, embora com várias horas de atraso.

"Acreditamos que a intenção do ataque foi desabilitar nossa infraestrutura, mais especificamente os servidores, invés do roubo de informações", comentou o LA Times citando uma fonte com conhecimento da situação.

O jornal citou autoridades dizendo que era cedo demais para saber se foi realizado por atores estatais ou não estatais.

"Estamos cientes dos relatos de um potencial incidente cibernético que afetou várias agências de notícias e estamos trabalhando com nosso governo e parceiros da indústria para entender melhor a situação", declarou o Departamento de Segurança Interna em um comunicado.

Pela quarta vez, profissionais de saúde do Hospital da Restauração (HR) e outros hospitais públicos interditam a Avenida Agamenon Magalhães, no centro do Recife, nesta quarta-feira (12). Durante o ato, houve uma confusão entre os manifestantes e uma suposta policial civil.

A mulher que se identificou como policial tentava passar com o carro na via interditada pelo protesto. Ela saiu do carro e agrediu pelo menos uma manifestante, precisando ser contida pelos guardas municipais e agentes de trânsito. Mesmo sendo separada dos manifestantes, a mulher ainda conseguiu dar um tapa e derrubar um celular da mão de um participante do protesto.

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Um guarda de trânsito contou que a alegação da mulher era de que precisava ir ao seu local de trabalho no aeroporto do Recife, onde funciona a Delegacia do Turista. O guarda convenceu a mulher exaltada a entrar em seu veículo e pegar um desvio. Os manifestantes afirmaram não ter visto algo que comprovasse que a mulher era policial, mas um batedor disse ter visto uma carteira dela da Polícia Civil.

Outras pessoas que passavam pelo local também criticaram a manifestação, que já foi realizada na última quinta, sexta e segunda-feira. Os profissionais de saúde afirmam que não há prazo para o ato ser encerrado e que ele deve se repetir ao longo dos dias enquanto a situação não for resolvida. A via principal sentido Boa Viagem está interditada e o trânsito é desviado pela Rua Joaquim Nabuco.

O grupo é formado por profissionais como técnicos de enfermagem, enfermeiros, nutricionistas e assistentes sociais que integram o regime de plantão extra dos hospitais do Estado. “Desde agosto estamos esperando o pagamento. Queremos nossos direitos, temos pagado a passagem de ônibus do nosso bolso. Estamos fazendo uma luta pacífica”, diz a técnica em enfermagem do HR Helena Ferreira.

Os profissionais recebem R$ 105 por plantão de doze horas. Eles só podem realizar 15 plantões por mês. “Houve um acordo com a Secretaria da Saúde e a Secretaria da Fazenda. Nos dois primeiros meses, eles pagaram, mas a partir daí o acordo foi quebrado”, critica o técnico José Henrique da Silva, do Hospital Agamenon Magalhães. Uma comissão pretende fazer cobrança na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) ainda nesta manhã.

Durante a manifestação, um agente da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) criticou a ausência da Polícia Militar (PM) no local para dar apoio. “Solicitamos a presença há muito tempo. Isso é prevaricação”, criticou. Procurada, a Polícia Militar (PM) afirmou que o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciods) foi acionado às 8h49 e às 8h53 enviou uma viatura. Ela, entretanto, teria ficado presa no trânsito. Uma segunda viatura também segue ao local.

Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde informou ter finalizado o pagamento de profissionais do HR na terça-feira (11). Auditorias estão sendo realizadas para a realização dos pagamentos dos outros meses. Conforme a pasta, o depósito é feito, geralmente, após 60 dias do período trabalhado.

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As queixas por atraso nos trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e Metrô de São Paulo tiveram um aumento de 25% de janeiro a outubro deste ano em comparação com a mesma época do ano passado.

Em um ano, o número de reclamações subiu de 384 para 479, de acordo com os dados do SMS-Denúncias, serviço para recebimentos de informações de passageiros via mensagem de celular.

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A CPTM registrou 357 reclamações por atraso entre janeiro e outubro deste ano, uma alta de 35% em comparação as 264 queixas do ano passado. O Metrô registrou um crescimento de 2% no mesmo período, de 120 para 122 relatos.

Em comunicado, a CPTM afirmou que "o aumento no número de usuários impactou no tempo de embarque e desembarque nos horários de pico e no número de reclamações. Entre janeiro e outubro de 2018, foram transportados 720.236.355 usuários - um crescimento de 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado".

Já o Metrô informou que "sobre as reclamações de atrasos ou anormalidades detectadas via SMS em 2017 e 2018, em torno de 120 ou 122, esses valores só reforçam o reconhecimento e a percepção extremamente positiva do usuário sobre a qualidade e agilidade do sistema, já que representa 0,000012% dos mais de 1 bilhão de passageiros transportados por ano pelo Metrô".

O delegado de Polícia Civil de São José do Egito, no Sertão de Pernambuco, enviou um ofício para a Câmara Municipal da Cidade, na quarta-feira (5), informando que a delegacia recebeu ordem de despejo. Segundo o delegado Paulo Henrique de Medeiros, a partir do dia 17 os atendimentos e servidores da delegacia serão transferidos para Afogados da Ingazeira.

O LeiaJá aguarda resposta da Secretaria de Defesa Social (SDS) sobre o fechamento da delegacia. O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) diz que a ordem de despejo se deve por causa do não pagamento do aluguel do imóvel.

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De acordo com o Sinpol, o governo ficou um ano sem pagar o aluguel e só saldou a dívida após o locador acionar a Justiça. Em seguida, o Estado voltou a atrasar os pagamentos, o que levou o dono do imóvel a pedir a interrupção da prorrogação automática do contrato, que se encerra no próximo dia 14.

O presidente do sindicato, Áureo Cisneiros defende que o fato é fruto do descaso do governo. "O pior é que os maiores prejudicados serão os próprios Policiais Civis, que trabalharão imersos em ainda mais improviso, e principalmente o povo daquela cidade, que precisará se deslocar em mais de 40 quilômetros caso precise registrar um simples boletim de ocorrência. Além disso, os casos de roubos, furtos e assassinatos ocorridos em São José do Egito precisarão esperar o deslocamento das equipes que estarão em Afogados da Ingazeira, o que causará um prejuízo inestimável às investigações", diz Áureo Cisneiros.

Enquanto o despejo não ocorre, soluções ainda estão sendo pensadas. Representantes de uma faculdade instalada na cidade se reunirão com a chefia de polícia para discutir o oferecimento de um terreno ao lado da instituição. A proposta é que seja construída uma sede para a Delegacia de Polícia Civil de São José do Egito em regime de comodato.

 

O Sport vive um momento complicado na temporada. Dentro de campo, o Leão luta para permanecer na Série A do Campeonato Brasileiro. Do lado de fora, a crise financeira se instalou nas dependências do clube. 

Em entrevista à ESPN, o Sindicato dos Atletas Profissionais de Pernambuco afirmou que foi realizado um encontro entre o orgão e os jogadores do Sport para tratar de problemas de atrasos salariais no clube. A informação foi concedida pelo presidente do Sindicato, Ramon Ramos. 

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Segundo Ramos, a iniciativa partiu dos jogadores do Sport, que solicitaram o adiantamento do valor referente ao direito de arena. O pagamento sempre é feito ao final de cada temporada. O direito consiste no repasse de 5% aos sindicatos da verba proviniente das competições para uso das imagens dos jogadores. 

"Por lei, fazemos o repasse em dezembro, ao final da temporada, mas dessa vez aceitamos fazer um adiantamento a pedido dos jogadores do Sport, que estão há três meses sem receber salários em carteira", disse Ramos. "Decidimos adiantar o valor referente ao primeiro turno, ou seja, pelas 19 rodadas iniciais da competição. Vamos pagar o restante no final da competição", continuou. 

De acordo com o presidente do Sindicato, os jogadores do Sport não quiseram que o clube fosse notificado formalmente pelo orgão. "Queria mesmo pedir o adiantamento e esperar o clube se acertar. Há uma promessa de quitar a dívida até o final do ano e o Sport, apesar da atual fase, sempre teve fama de pagar em dia", declarou. 

Em resposta à ESPN, o Sport se manifestou sobre a situação via sua assessoria de imprensa. "A diretoria do Sport Club do Recife reconhece o débito com os seus atletas e espera regularizar os salários com o elenco o mais rápido possível. O Sport é reconhecido por ser um time que sempre honrou seus compromissos, mas vem enfrentando na temporada dificuldades oriundas da crise econômica no País, que também compromete outros clubes brasileiros".

O segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado neste domingo (11), será decisivo para os estudantes que irão resolver as 90 questões de matemática e ciências da natureza. Evitar chegar atrasado no local da prova é um dos principais fatores que aceleram a ansiedade do candidato.

Pensando nisso, diversos inscritos buscaram formas de não perder a última etapa do Enem, na Região Metropolitana do Recife. Os últimos minutos antes do fechamento dos portões do bloco G da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), área central da cidade, foram marcados por uma série de alunos cruzando os portões por meio de bicicleta.

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Um dos estudantes chegou pouco menos de três minutos antes do fechamento dos portões com uma "bike itaú", popularmente alugada na cidade. Outros, vieram de moto e não tiveram tempo nem de tirar o capacete antes de entrar no local de aplicação. 

Pouco antes de encerrar a entrada dos feras, às 12h (horário local), e às 13h (horário de Brasília), as bikes foram sinônimos de salvação para quem deseja disputar uma vaga na tão sonhada faculdade.

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Mais de 24 horas depois de fechada a última urna eletrônica, no Acre, às 19h de domingo, 7, pelo horário de Brasília, a apuração dos votos ainda não foi concluída no Brasil. E por apenas uma seção, segundo informação do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Portanto, mesmo que a definição dos candidatos à Presidência que irão disputar o segundo turno tenha, matematicamente, ocorrido ontem mesmo, poucas horas após o fim do pleito, e que não seja mais possível nenhuma troca de posição entre todos os concorrentes, os números ainda não são definitivos.

Com 459.489 seções eleitorais do País apuradas, os candidatos do PSL, Jair Bolsonaro, com 46,03% dos votos válidos, e do PT, Fernando Haddad, com 29,28% dos votos, foram os dois mais bem colocados na corrida, conforme os números da apuração dos votos atualizados até agora. Em números absolutos, Bolsonaro teve 49.276.897 votos e Haddad, 31.341.997.

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Em terceiro lugar, ficou Ciro Gomes (PDT), com 12,47% dos votos e Geraldo Alckmin (PSDB) ficou em quarto, com 4,76%. João Amoedo (Novo) obteve 2,50% e Cabo Daciolo (Patriota), 1,26%. Na sequência, Henrique Meirelles (PMDB) teve 1,20%; Marina Silva, 1,00%; e Álvaro Dias (Podemos) tinha 0,80%. Guilherme Boulos (PSOL) aparecia com 0,58%. Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL) registraram 0,05%, 0,04% e 0,03%, respectivamente.

Todos os porcentuais acima se referem aos votos válidos. Os votos em branco representaram 2,65% do total e nulos, 6,14%. Abstenções foram 20,33% do total - em números absolutos, atingiu 29.940.621. Do total de 147.306.295 eleitores aptos a votar, 117.364.414 (79,67%) compareceram.

Os contratos em atraso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) atingiram número recorde. De 727.522 em fase de amortização em junho, 416.137 (57,1%) estão com atraso de pelo menos um dia. A dívida oficial cresceu mais de 30 vezes em três anos. Segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o rombo em prestações atrasadas atual é de R$ 20 bilhões, podendo triplicar nos próximos anos. Em 2015, segundo auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), esse número era de R$ 625 milhões.

Órgão responsável pela política, o Comitê Gestor do Fies (CG-Fies) pretende discutir um novo modelo de renegociação em outubro. A ideia é adotar parcelas menores e mais tempo para quitar a dívida. Dos atrasados, 75% já passam dos 90 dias sem pagar, apresentando maior risco para o governo. É o caso de Fabiana Boldrin, de 43 anos, formada há dois em Recursos Humanos, que nunca trabalhou na área. "A ideia que passam é de que você começaria a pagar em dois anos e, até lá, já estaria trabalhando. Para mim, nunca aconteceu."

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Ela está desempregada desde maio e pagou apenas uma parcela do financiamento, que hoje está no valor de R$ 106,95. O prazo final para quitar a dívida é 2024. "É um valor baixo, você fica empurrando aos poucos, na expectativa de que vai ser mais fácil de pagar. Fica com restrição no nome, mas não é algo que me impede de grandes coisas, como arrumar emprego", explica. "Mas se você deixar de pagar uma mensalidade escolar, seu filho não estuda. Então, você acaba não priorizando (o Financiamento Estudantil)."

Mudanças

Criado em 1999, o Fies teve uma explosão de contratos em 2010, quando os juros caíram de 6,5% para 3,4% ao ano, abaixo da inflação. Além disso, o financiamento passou a ser obtido a qualquer momento, a exigência de fiador foi relaxada e o prazo de quitação, alongado. Muitas faculdades passaram a incentivar alunos já matriculados a não pagar a própria mensalidade, mas a entrar no Fies, transferindo o risco de inadimplência para o governo. Em 2015, uma série de medidas começou a mudar novamente o programa e a focar em determinados cursos e regiões. Os financiamentos vêm caindo. O primeiro semestre de 2018 registrou o menor número de novas contratações desde 2011.

"Os alunos que estão entrando agora na fase de amortização são aqueles que contrataram o Fies antigo", explica Pedro Pedrosa, diretor de gestão de fundos do FNDE. Para Sólon Caldas, diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), esses atrasos não significam falha no desenho do programa, mas sim "reflexo da crise econômica que o Brasil está atravessando e do aumento significativo no número de desempregados".

Já Renato Pedrosa, coordenador do Laboratório de Estudos em Educação Superior da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), critica o modelo anterior. "O governo fez um financiamento sem garantia e com juros baixos. Você só conseguiria fazer isso se a taxa de sucesso fosse muito alta", afirma. "Não foi feita uma análise de risco nem uma avaliação contínua do sistema."

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) afirma que "os números refletem a falta de sustentabilidade do modelo antigo do Fies (da gestão anterior) e reforçam a importância da mudança para o Novo Fies, iniciado em 2018". "Nele, o governo federal deixa de ser responsável único pela inadimplência dos estudantes."

Renegociação

Para recuperar débitos, o Comitê Gestor do Fies vai discutir, no início do próximo mês, um novo modelo de renegociação. Hoje, o estudante que não paga as parcelas do financiamento só tem a opção de quitar a dívida à vista. Caso ele não pague, pode ter o nome "negativado", como é o caso de Fabiana. "O Banco do Brasil sempre me fala que, até quitar a dívida, eu vou continuar com restrição no nome", afirma.

Segundo Pedrosa, o Fies apresenta atualmente um insucesso muito grande em renegociação. "Uma vez que o aluno atrasa um pouquinho, significa que ele não vai pagar nunca", comenta o diretor. "Quase ninguém vem quitar a dívida à vista, o que mostra que nós precisamos de uma regra mais amigável para o estudante. Vamos discutir uma regra que traga esse aluno de volta para adimplência, dando um novo prazo e fazendo uma obrigação de pagamento bem baixa." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um homem de 47 anos foi preso por inventar um alerta de bomba no Aeroporto Internacional de Gatwick, em Londres, para não perder um voo. Atrasado, o bibliotecário Jacob Meir Abdellak fez o alerta por telefone oito minutos antes do horário previsto para a decolagem. O homem ainda estava a caminho do aeroporto quando fez a ligação.

A decolagem foi atrasada em uma hora e meia, até que a suspeita de bomba fosse anulada. Mesmo assim, Jacob chegou atrasado e não conseguiu embarcar. Onze dias depois, em 22 de maio, o homem tentou embarcar novamente e foi preso. A polícia havia rastreado o número pelo qual havia sido feito o falso alerta de bomba. Segundo a "Sky News", nesta semana, ele foi condenado a 10 meses de prisão.

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A operação aérea dos principais aeroportos de São Paulo foi prejudicada na manhã deste sábado (16) por uma falha no sistema de radar de aproximação da aeronáutica. Segundo a Infraero, houve uma "instabilidade no sistema de trafego aéreo do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), órgão da Força Aérea Brasileira responsável por manejar e orientar os voos nos aeroportos brasileiros.

No Aeroporto de Guarulhos, pelo menos 8 voos foram alternados e desviados para outros aeroportos e 11 decolagens atrasaram, segundo a assessoria.

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Pelo jeito, as coisas estão pegando fogo nos bastidores de O Outro Lado do Paraíso. De acordo com o colunista Leo Dias, do jornal O Dia, Marieta Severo não gostou nada do atraso de Bianca Bin, que vive Clara, para as gravações da novela e deu uma bronca nela:

- Quem você pensa que é? Eu tenho 40 anos de TV e nunca fiz isso com meus colegas de trabalho!, teria dito a atriz.

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Tenso! Parece história de novela, né? Mas foi verdade, segundo o colunista. E, pelo jeito, a situação também fica complicada na novela. Afinal, a cena final em que a personagem da veterana, Sophia, tem um AVC finalmente chegará. Segundo Patrícia Kogut, a vilã ficará tensa ao encontrar Xodó, vivido por Anderson Tomazini, enquanto estiver sendo julgada. A ocasião, iniciada por Raquel, a quem Erika Januza dá vida, rolará da seguinte forma:

- Vamos dar início ao julgamento de Sophia Montserrat, acusada de quatro assassinatos. A saber: Laerte Rodrigues [Raphael Vianna], Vanessa Moreira [Fernanda Nizzato], Josimar Flores, vulgo Rato [César Ferrario], e Mariano de Assis [Juliano Cazarré]. A ré se declara inocente ou culpada?

Ao perceber a presença de Xodó no julgamento, Sophia indagará ao seu advogado, Maurício, interpretado por Paulo Betti:

- O que aquele rapaz faz aqui?

- É testemunha da acusação - responderá ele.

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