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A Amazon lançou nesta quinta-feira (10), seu primeiro aplicativo do Amazon Music para a Apple TV. Com intenção de se fazer presente em mais dispositivos - e logo após o Spotify anunciar sua versão para o aparelho da maçã - a ferramenta inclui compatibilidade com o modelo 4K e o HD padrão. Para funcionar o app requer a versão tvOS 12.0 ou posterior e pode ser baixado na tvOS App Store, gratuitamente.

Parte do pacote Prime da Amazon (no Brasil), o Amazon Music oferece aos usuários acesso ao catálogo de músicas, listas de reprodução e estações da companhia. Há a opção de acompanhar as letras de cada canção no aplicativo, e os usuários que utilizarem a ferramenta usando o Apple TV também ainda podem acessar todas as músicas compradas e importadas que estão na biblioteca "Minhas músicas".

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O Amazon Music para Apple TV está disponível a partir de  hoje nos EUA, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Brasil, Canadá, França, Itália, Espanha, Alemanha, México, Japão e Índia.

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Nem só de Prime se fazem os lançamentos da Amazon. Para completar o pacote de novidades que a empresa está colocando no Brasil, está Alexa. A assistente virtual da companhia chega para dividir os holofotes da Siri e do Google Assistente ao ajudar o usuário a solicitar serviços e ações via comando de voz. 

E ela não vem sozinha. Para ajudar o serviço a funcionar corretamente os dispositivos Echo Dot e Echo Show 5, feitos para conectar a casa de forma inteligente, chegam na próxima semana para tornar a experiência ainda mais completa. De acordo com o comunicado feito pela Amazon marcas como Bose, LG, Sony, JBL, Yamaha, Intelbras e Positivo estão lançando dispositivos que funcionam com a Alexa ou possuem a assistente embutida.

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Além de chegar falando o idioma nativo dos brasileiros, a ferramenta, que vem com um modo de falar melhorado, mais coloquial, vai ajudar o usuário a pedir comida por apps como o iFood, chamar um carro pelo Uber, ouvir música pelo Spotify, sem precisar de um acesso manual. Ela também vai funcionar integrada com outros serviços da companhia como o Prime TV e Amazon Músic, que chegaram ao Brasil, em setembro

Os speakers Echo Dot e Echo Show 5 são vendidos a R$ 249 e R$ 449 (preço promocional de pré-lançamento), respectivamente, e o Amazon Echo estará disponível para clientes em novembro - ainda sem preço oficial. Eles, assim como outros produtos compatíveis com a Alexa, podem ser adquiridos pelo site da Amazon. 

O cantor de rock Marilyn Manson foi escalado para participar da terceira temporada de Deuses Americanos, série original da Amazon Prime Video. Segundo informações do Deadline, o cantor será Johan Wengren, vocalista da banda de death metal viking chamada Blood Death.

O personagem servirá como fonte de poder para Sr. Wednesday, interpretado por Ian McShane. A nova temporada ainda não possui data de estreia. Todos os episódios de Deuses Americanos estão disponíveis na plataforma streaming da Amazon.

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Por Suellen Elaine

 

A companhia americana Amazon afirmou nesta quarta-feira (28) que mais de 400 departamentos de polícia dos Estados Unidos se uniram a sua rede "Ring Neighbours", um programa de combate ao crime que utiliza os vídeos gravados pelo interfone residencial digital desenvolvido pela empresa que tem gerado preocupações com as liberdades civis.

O programa "Ring Neighbours" (em tradução livre, "Campainha de Vizinhos) representa uma parceria incomum entre a empresa de tecnologia e as agências de aplicação da lei naquele país, através da qual eles ofereceram dispositivos Ring gratuitamente ou com desconto para os residentes como parte dos esforços de prevenção ao crime.

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A Ring, fabricante de dispositivos comprada pela Amazon por 839 milhões de dólares, afirma que seu interfone com vídeo e suas aplicações associadas ajudam a melhorar a comunicação entre os moradores e seus respectivos departamentos de polícia.

A comunicação entre o morador e a polícia se dá através do compartilhamento das imagens obtidas pelo aparelho com as forças de segurança. "Hoje, 405 agências usam o Neighbors, que permitem aos agentes da ordem pública interagir com sua comunidade local", disse o diretor-executivo da Ring, Jamie Siminoff, em seu blog.

Isto inclui "divulgar informação importante sobre crimes e atos de segurança em suas vizinhanças" e "pedir ajuda em investigações ativas emitindo solicitações de gravações de vídeo", explicou Siminoff.

Mas o programa também gerou temores entre grupos de defesa das liberdades civis de maior vigilância da polícia sem garantias de como os dados são coletados e armazenados.

Jay Stanley, analista de políticas da União das Liberdades Civis dos Estados Unidos, disse que o programa corre o risco de gerar grandes quantidades de dados carregados na nuvem da Amazon, que podem ser acessados por autoridades sem proteção da privacidade.

"Você tem duas instituições poderosas, a Amazon e a polícia, que cooperam para aumentar a vigilância nas comunidades americanas, e isso é um pouco assustador e desconcertante", disse Stanley.

"E a Amazon tem policiais para promover a Ring, servindo como agentes de vendas financiados com dinheiro público", disse. Mas a Amazon respondeu ao que chamou de notícias "enganosas" sobre o programa.

"Queremos deixar as coisas claras: os clientes, não as autoridades, têm controle sobre seus vídeos", disse a empresa em comunicado enviado por e-mail.

A Amazon disse que os vídeos são compartilhados somente se um cliente der o seu consentimento ou se tornar público e se os responsáveis pela aplicação da lei "precisarem passar pela equipe do Ring quando fizerem uma solicitação de vídeo aos clientes".

A varejista americana Amazon está vendendo em sua plataforma milhares de produtos sem certificação de segurança ou aprovação das autoridades regulatórias dos Estados Unidos. É o que revelou uma reportagem do Wall Street Journal publicada ontem: o jornal identificou, dentro da loja online, mais de 4 mil produtos irregulares, incluindo brinquedos e medicamentos que eram vendidos sem os devidos avisos sobre os riscos de saúde a crianças.

Além disso, foram encontrados produtos declarados como inseguros por agências federais, itens sem rótulos e até mercadorias banidas por reguladores - entre eles, há o caso dos hoverboards (skates elétricos), febre há alguns anos nos EUA e no Brasil.

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Em postagem em seu blog, a Amazon afirmou exigir dos vendedores que os produtos oferecidos em sua plataforma estejam de acordo com "regulações e leis relevantes". A empresa também disse que usa ferramentas automatizadas para identificar itens irregulares.

A vasta maioria dos produtos não era vendida diretamente pela Amazon, mas sim por lojas terceiras que usam a plataforma da Amazon - legalmente, a empresa não é responsável pelos itens de lojistas vendidos no marketplace, nome dado ao serviço da plataforma que permite que terceiros comercializem produtos.

Exemplo

Um caso em junho de 2018 tornou-se um marco em relação ao tema: um hoverboard comprado no site da Amazon explodiu e incendiou a casa de uma família. A empresa não sofreu nenhum tipo de punição. "O papel da Amazon na transação era fornecer um mecanismo para facilitar a troca entre a parte interessada em vender o produto e o indivíduo que procurava comprá-lo", escreveu o juiz responsável pelo caso.

A investigação do jornal americano, porém, mostra a dificuldade da Amazon em fiscalizar milhões de fornecedores que expõe produtos em seu site. De acordo com o Wall Street Journal, após a reportagem, a Amazon removeu ou mudou a descrição de pelo menos metade dos produtos ilegais ou problemáticos.

A empresa disse ainda que usa sistemas de tecnologia para bloquear anúncios ilegais ou que não estejam em conformidade com suas regras. "Em 2018, nossos times bloquearam mais de 3 bilhões de anúncios suspeitos, antes mesmo que eles tenham chegado à loja", publicou a empresa em seu blog oficial, em resposta à reportagem do Wall Street Journal.

Não é a primeira vez, porém, que a Amazon tem problemas com seu serviço de parcerias: investigações anteriores levantaram que também havia produtos malfeitos, tóxicos ou com potencial de dano aos consumidores na plataforma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Hi!Tech dessa semana traz o maior crossover de redes sociais da internet: Orkut, pedindo ajuda no Twitter, para voltar para o Tinder. Além disso, notícias sobre a Amazon Prime, impostos de games e muito mais. Confira o vídeo!

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A Amazon resolveu começar bem a semana com dois dias de ofertas em seu site. O Amazon Day acontece nesta segunda (15) e terça-feira (16), com descontos de até 90% e frete grátis para todo o Brasil, em produtos selecionados. Livros, eletrônicos, jogos e até os kindles da empresa apresentam preços atrativos para os consumidores.

Entre os destaques estão o Nintendo NES Classic Edition, que sai de R$ 999 para R$ 299 e figura a lista dos mais procurados. A versão Kindle simples e Paperwhite aparecem ambas com R$ 100 de desconto no preço original, além de notebooks, FireTV e smartwatches da Xiaomi.

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Vale correr para o site porque muitos dos produtos oferecidos tem um limite de quantidade para serem vendidos, além de participarem das “ofertas do dia” do site e acabarem em poucas horas. 

Fãs de Senhor dos Anéis, uni-vos. Depois de anunciar uma série baseada na famosa trilogia de J. R. R. Tolkien, a Amazon fará também um game inspirado no universo de Lord of the Rings. O título já havia sido anunciado no ano passado pela Athlon Games, mas ninguém sabia quem seria o “desenvolvedor parceiro” que iria tocar o projeto. 

Agora, a Amazon Game Studios anunciou a parceria e que o game, que não tem relação com a série que está sendo produzida, será um MMO free-to-play para PC e consoles. O jogo será ambientado “muito antes dos eventos de O Senhor dos Anéis” e deverá levar os jogadores a explorar lugares, pessoas e criaturas da Terra-Média

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Ainda não sabemos quando a Amazon pretende lançar o MMO ou em quais plataformas ele poderá ser rodado, mas - para quem é fã - essa já é uma notícia que mostra que o mundo de Tolkien permanece cada vez mais vivo. 

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Enquanto os cinemas pretendem ficar lotados com a presença de pais e filhos durante o período das férias, os serviços de streaming estão com a meta de prender a atenção das pessoas que não querem enfrentar filas. Considerada como uma das melhores séries da atualidade, "Stranger Things" estreou sua terceira temporada nesta quinta-feira (4).

No intuito de que os assinantes maratonem os lançamentos disponíveis nos catálogos, as plataformas online prometem agitar o mês de julho. O LeiaJá selecionou alguns filmes e séries da Netflix e Amazon Prime Video que devem passar longe da busca desesperada durante as escolhas no que assistir.

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Crônicas de Arthdal (série) / Estreia dia 8 de julho na Netflix

All or Nothing: The Carolina Panthers (série) / Estreia dia 19 de julho na Amazon Prime Video

Saint Seya: Os Cavaleiros do Zodíaco (anime) / Estreia dia 19 de julho na Netflix

The Boys (série) / Estreia dia 26 de julho na Amazon Prime Video

La Casa de Papel (série) / Estreia dia 19 de julho na Netflix

Beautiful Boy (filme) / Estreia dia 15 de julho na Amazon Prime Video

Orange Is The New Black (série) / Estreia dia 26 de julho na Netflix

Kung Fu Panda: As Patas do Destino (série) / Estreia dia 5 de julho na Amazon Prime Video

Os líderes das gigantes de tecnologia terão de testemunhar no Congresso dos EUA, como parte de uma investigação se as empresas abusam de seu poder massivo de mercado, disse ontem o chefe do comitê da Câmara dos Deputados americana que lidera o inquérito.

A declaração surge um dia após fontes afirmarem que o Poder Executivo dos EUA está se preparando para uma investigação sobre Apple, Amazon, Google e Facebook. Se confirmado, será um inquérito amplo e sem precedentes em quatro das cinco maiores empresas do mundo.

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A investigação do poder legislativo foi iniciada na segunda-feira, com republicanos e democratas levantando preocupações sobre o poder exercido pelas empresas. "Será necessário que alguns líderes das empresas de tecnologia participem dessa conversa", disse David Cicilline, deputado democrata. "Espero que alguns deles testemunhem perante o comitê ou sejam entrevistados como parte da investigação."

Rebatida. Ontem, o presidente executivo da Apple Tim Cook, também comentou o caso. Ele negou que seja praticante de monopólio, dizendo que o iPhone controla apenas uma parte do mercado, mas não grande o suficiente para essa medida. "É justo que passemos por escrutínio", disse ele, em entrevista à emissora CBS News. "Mas não acho que seja razoável a conclusão de que a Apple é um monopólio."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A gigante de vendas online Amazon decidiu não se estabelecer em Nova York, mas seu dono, Jeff Bezos, parece interessado em se instalar na cidade: está em processo de comprar três apartamentos adjacentes por cerca de 80 milhões de dólares.

De acordo com The Wall Street Journal, o homem mais rico do mundo concluirá na terça-feira a assinatura de contratos para a aquisição de uma cobertura de luxo em um prédio localizado na Quinta Avenida de Manhattan e de dois apartamentos localizados logo abaixo.

Caso decida unir os três imóveis, Bezos poderá desfrutar de uma área total de 1.600 metros quadrados, com doze quartos, a apenas algumas ruas do mítico Empire State Building e do famoso Flatiron Building.

Por mais de US$ 80 milhões, o preço está longe do que foi pago pelo apartamento mais caro de Nova York, vendido em janeiro por US$ 238 milhões a Ken Griffin, CEO do Citadel.

O multibilionário Bezos, de 55 anos, compra essas propriedades pouco tempo depois de a empresa que ele fundou, a Amazon, desistir - em fevereiro - da ideia de instalar sua nova sede em Nova York.

Após se divorciar de Jeff Bezos, dono da Amazon e homem mais rico do mundo, a escritora Mackenzie Bezos se comprometeu a doar metade de sua fortuna, estimada em US$ 35 bilhões, para instituições de caridade.

Mackenzie assinou o "Giving Pledge", projeto criado por Bill Gates e Warren Buffet em que bilionários se comprometem a doar grande parte de suas fortunas. 

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"Há muitos recursos que cada um de nós podemos tirar de nossos cofres para compartilhar – tempo, atenção, conhecimento, paciência, criatividade, talento, esforço, humor, compaixão. Além de tudo que a vida me proporcionou, eu tenho uma quantidade desproporcional de dinheiro para compartilhar. Minha abordagem sobre a filantropia continuará a ser atenciosa. Vai levar tempo, e custar esforço e cuidado. Mas não vou esperar. E vou continuar até que o cofre esteja vazio", afirmou a escritora em carta à iniciativa.

Bezos faz parte de uma lista de 19 novas adesões à iniciativa, que inclui também o fundador do site Pinterest, Paul Sciarra, e o co-fundador da Coinbase, Brian Armstrong.

Para comemorar o Dia do Orgulho Nerd, também conhecido como Dia da Toalha e celebrado em todo 25 de maio, a Amazon divulgou uma lista com as dez cidades mais geeks do Brasil.

O ranking é resultado da compilação de dados de vendas nas cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, considerando a base per capita. A lista considera as vendas de diversos produtos geeks, incluindo livros, e-books, quadrinhos e comic books, brinquedos, jogos e videogames, além de itens de decoração e para a casa associados à cultura nerd.

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A plataforma online da empresa conta com muitos produtos relacionados, por exemplo, a Star Wars, Game of Thrones, Harry Potter, DC Comics e Marvel. Os dados coletados para o ranking contemplam produtos vendidos entre abril de 2018 e abril de 2019. São Caetano do Sul permanece no topo da lista pelo segundo ano consecutivo. Em 2017, o município ficou em terceiro lugar.

O levantamento da Amazon fez outras descobertas: a cidade de Vila Velha, no Espírito Santo, é para onde a empresa mais vendeu cards de Pokémon por habitante. Já a cidade de Bagé, no Rio Grande do Sul, foi a que adquiriu mais canecas de Game of Thrones no site, seguida por Presidente Prudente, em São Paulo.

A paixão pelos bonecos Funko! parece ser maior em Carapicuíba, cidade paulista líder em compras dos itens. A famosa Itu, também em São Paulo, foi a cidade com o maior número de aquisições de produtos de decoração dos heróis de Vingadores.

O dia 25 de maio foi escolhido como o Dia do Orgulho Nerd por vários motivos. Um deles é que foi nesse dia, em 1977, que o primeiro filme de Star Wars foi lançado. Mais tarde, a data também foi nomeada como Dia da Toalha em homenagem a Douglas Adams, autor da série de livros O Guia do Mochileiro das Galáxias - em que a toalha é item essencial.

Confira, a seguir, as dez cidades mais nerds do Brasil:

 

1. São Caetano do Sul/SP

2. Florianópolis/SC

3. Niterói/RJ

4. Santos/SP

5. Barueri/SP (aparece pela primeira vez)

6. Porto Alegre/RS

7. Brasília/DF

8. Curitiba/PR

9. Balneário Camboriú/SC

10. São Paulo/SP

Com expectativa de receber mais de oito mil pessoas, o Amazon Web Services (AWS) São Paulo deve acontecer no dia 27 de junho. O evento, voltado para desenvolvedores, arquitetos de soluções, líderes de TI e outros profissionais de tecnologia, terá 40 sessões com especialistas da AWS e alguns dos principais clientes da companhia para discutir cases de sucesso e tendências de mercado.

Entre os assuntos abordados estão aplicações para Machine Learning, Inteligência Artificial, Arquitetura sem Servidor (Serverless), Computação, Bancos de Dados, Segurança e Conformidade.

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Os interessados também poderão participar do Startup Launge, que terá sessões com as 10 principais startups do Brasil discutindo como a tecnologia em nuvem impacta novos negócios e o ecossistema empreendedor. A inscrição é gratuita e pode ser feita no site do evento.

A Amazon relatou nesta quinta-feira que seus lucros no primeiro trimestre duplicaram, superando 3,6 bilhões de dólares, graças ao auge do comércio eletrônico e da receita de serviços na nuvem.

A receita total da gigante tecnológica subiu 17%, a 59,7 bilhões, de acordo com a publicação, que superou as estimativas da maioria dos analistas.

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A empresa, com sede em Seattle, disse que a receita com vendas digitais subiram 10%, enquanto o montante pela assinatura de serviços e armazenamento na nuvem, a Amazon Web Services, aumentou 40%, alcançando 4,3 bilhões e 7,7 bilhões de dólares, respectivamente.

As ações da Amazon subiram menos de 1%, a 1.915 dólares, nas negociações após o fechamento dos mercados.

A Amazon lançou uma novidade para quem prefere ler mídias digitais. Seu novo Kindle básico chega às lojas com uma das mudanças mais pedidas pelos usuários, a iluminação ajustável. Apesar de atender aos apelos de seus leitores, a empresa acabou deixando o valor mais próximo do modelo Paperwhite, porém com menos funcionalidades.

O novo modelo continua com uma tela de 167 ppi, inferior ao Paperwhite e ao Oasis e, assim como seu antecessor, também não é à prova d'água. Seu armazenamento também é inferior aos outros Kindles da marca, suportando apenas 4GB de conteúdo.

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Para o lançamento a Amazon liberou 3 meses de Kindle Unlimited grátis para quem adquirir o aparelho, que aparece por R$ 349, no site oficial. O valor do model lançado em 2016, permanece por R$ 299.

A gigante Amazon passou a exigir de seus motoristas entregadores que tirem uma selfie antes de continuar o serviço. O intuito da medida é evitar que várias pessoas compartilhem a mesma conta Amazon Flex, aplicativo de motoristas da empresa e seus clientes não sejam atendidos por estranhos.

Os requisitos são exigidos apenas aos motoristas Flex que têm horários flexíveis e recebem US$ 18 a US$ 25 por hora. Por trabalharem como contratados independentes, esses entregadores usando seus próprios carros para as entregas, o que poderia facilitar as fraudes.

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A empresa também notificou os motoristas através do aplicativo Flex, informando que seus dados biométricos poderiam ser coletados a qualquer momento “para confirmar sua identidade de tempos em tempos” antes de solicitar as selfies.

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Após a revista Billboard publicar que a Amazon, empresa de comércio eletrônico, pode lançar nos próximos dias uma plataforma de música gratuita, as ações da Spotify, líder do setor, caíram 4%.

A gigante do e-commerce já tem um serviço voltado para música, o Prime Music, que faz parte de seu serviço de assinatura Amazon Prime. Mas, segundo reportagem, a empresa passaria a oferecer gratuitamente o serviço de música, com anúncios, por meio de seu alto-falante ativado por voz, Echo.

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A Spotify tem mais de 200 milhões de usuários ativos, mas a novidade da concorrente, que ainda está bem abaixo da líder do setor, pode alavancar o consumo do streaming da Amazon.

O nome de Lorena Bobbit sempre é associado a um riso contido ou a uma piadinha, mas pouco se sabe de seu passado de abusos domésticos que a levou ao ato de cortar o pênis de seu marido.

Vinte e cinco anos depois, ela, que agora se chama Lorena Gallo, conta sua história em um documentário da Amazon.

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"Eu sabia que cicatrizes seriam abertas, que sofreria um pouco de ansiedade ao reviver estas memórias dolorosas que eu havia praticamente enterrado", afirma à AFP a mulher de 48 anos nascida no Equador. "Mas eu fiz porque acredito que como mulher, mãe e sobrevivente era meu dever usar a voz que muitas vítimas de violência doméstica não têm".

O caso de Lorena e John Wayne Bobbitt gerou manchetes em todo o planeta.

Em 23 de junho de 1993, Lorena mutilou com uma faca o pênis de seu marido enquanto ele dormia depois que, segundo ela, a estuprou. Era a história perfeita para a imprensa sensacionalista e para as piadas.

Mas também abriu o caminho para um debate até então ignorado.

"Meu caso ajudou a desestigmatizar a violência doméstica, o abuso sexual e o estupro dentro do casamento", afirma Lorena.

E levou à aprovação em 1994 de uma lei nos Estados Unidos sobre violência contra a mulher.

As estatísticas no país, no entanto, ainda são alarmantes: uma em cada três mulheres é abusada física ou sexualmente em algum momento de suas vidas; quatro mulheres são assassinadas a cada dia por seu companheiro; uma mulher é maltratada a cada 15 segundos.

O documentário de Joshua Rofé, produzido pelo vencedor do Oscar Jordan Peele, foi exibido em janeiro no Festival de Sundance, quando movimentos como o #MeToo e Time's Up ainda organizam protestos contra o abuso sexual em Hollywood.

"Muitas vítimas conseguiram falar, praticamente sem tabu, e por isso agradeço mil vezes a Deus", comemora.

- "John não está em minha mente" -

Quando Rofé apresentou a proposta do documentário, Lorena já havia "enterrado" muitas recordações.

"Eu não queria fazer", conta Lorena. "Eu tinha cuidado porque até agora o enfoque era sempre John, a ação (a mutilação), muito sensacionalista, ignorando o que eu sofri, e isso me desagradava muito".

Em quatro episódios de uma hora, Rofé percorre de maneira cuidadosa a vida de Lorena: da jovem que se mudou de Caracas, onde sua família morava, para Virginia, Estados Unidos, onde ainda vive. Fala sobre seu casamento, o início dos abusos, a amputação do pênis, o julgamento... até os dias de hoje.

"Este é talvez o caso mais infame sobre uma pessoa que age a partir do trauma, onde ela é a vítima e ninguém se pergunta o que levou esta pessoa a fazer o que fez", explica à AFP o diretor, que registrou, além do relato de Lorena, o de seu ex-marido John Wayne, que até hoje nega os maus-tratos.

"É um mentiroso patológico", afirma Lorena, sempre de maneira calma. "Como é possível que continue mentindo? Ele foi preso por abuso doméstico, no por mim, mas por outras mulheres".

Rofé também conversou com os policiais que investigaram o incidente, os advogados, o promotor, jornalistas e ativistas.

O documentário exibe trechos do julgamento, dos depoimentos das testemunhas. Também aborda a vida midiática de Bobbitt, que inclui uma passagem pela pornografia e uma operação para aumentar o pênis que havia sido reconstruído. Mostra ainda o assédio da imprensa a Lorena, como ela tentou retomar sua vida, com o novo marido e sua filha de 13 anos.

"Você perdoa, mas não esquece", disse, antes de explicar: "John não está em minha mente, não acontece assim de repente, eu não vivo pensando nele".

Lorena foi julgada e absolvida por ter atuado sob um estado de perturbação mental temporária.

Católica praticante, tem uma ONG, a Lorena's Red Wagon, dedicada a combater o abuso. Ela passa dias em abrigos, onde não hesita em falar sobre seu passado para ajudar outras mulheres que são vítimas. Ela considera o trabalho terapêutico.

"Quanto mais falo, mais ajudo", revela.

Lorena não tem arrependimentos.

"Como se arrepender de algo que você não tem o controle? Eu não queria estar na situação, não era algo que eu procurava nem é agradável".

"Eu posso contar a qualquer pessoa, e eu fui uma das que se salvou, há muitas que não sobrevivem".

E retoma o discurso de luta: "Meu caso ajudou muito, mas ainda há muito por fazer".

Ela afirma que as leis devem mudar e cita como exemplo o fato de um agressor sexual ter a possibilidade de comprar uma arma de fogo.

"John Wayne Bobbit certamente tem uma e não é piada".

A Amazon cancelou seus planos para construir uma nova sede em Nova York, nos EUA, depois de sofrer uma forte oposição política local. A gigante do varejo, que anunciou seu projeto para levantar um novo campus secundário no final do ano passado, disse que a reação política a levou a reconsiderar.

"Depois de muita reflexão e deliberação, decidimos não avançar com nossos planos de construir uma sede para a Amazon em Long Island City, Queens", disse a empresa em um comunicado.

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"Enquanto as pesquisas mostram que 70% dos nova-iorquinos apoiam nossos planos e investimentos, vários políticos estaduais e locais deixaram claro que se opõem à nossa presença e não trabalharão conosco para construir o tipo de relacionamento que é necessário seguir adiante", completou a Amazon.

A gigante de tecnologia estava planejando construir um campus à beira-mar em Long Island City, no Queens, onde empregaria 25 mil pessoas e receberia US $3 bilhões em subsídios e benefícios fiscais do estado e da cidade. O projeto foi apoiado pelo prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, e pelo governador, Andrew Cuomo.

Os políticos e ativistas locais, por outro lado, criticaram o projeto. A Amazon informou que não vai reabrir o processo de licitação, mas vai proceder como planejado com a sede no norte da Virgínia e um centro de logística em Nashville, Tennessee.

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