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| Ciência e Saúde

Estudo feito em conjunto pelo Instituto Locomotiva e a Semana da Acessibilidade Surda revela a existência, no Brasil, de 10,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva. Desse total, 2,3 milhões têm deficiência severa. A surdez atinge 54% de homens e 46% de mulheres. A predominância é na faixa de 60 anos de idade ou mais (57%). Nove por cento das pessoas com deficiência auditiva nasceram com essa condição e 91% adquiriram ao longo da vida, sendo que metade foi antes dos 50 anos. Entre os que apresentam deficiência auditiva severa, 15% já nasceram surdos. Do total pesquisado, 87% não usam aparelhos auditivos.

“A deficiência auditiva é uma deficiência que se agrava com o passar dos anos. E como o Brasil está passando por um processo de envelhecimento da população, hoje já temos 59 milhões de brasileiros com mais de 50 anos e, em 2050, vamos chegar com mais de 98 milhões de brasileiros com mais de 50 anos de idade, essa é uma tendência que só vai crescer”, disse Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva. Completou que a “sociedade, claramente, não está preparada para isso”.

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Nesse cenário de envelhecimento crescente da população brasileira, Meirelles destacou que oferecer condições de inclusão para as pessoas com deficiência auditiva é cada vez mais importante, “porque o número dessas pessoas só vai crescer”.

Dificuldades

Dois em cada três brasileiros relataram enfrentar dificuldades nas atividades do cotidiano. “Com isso, eles se divertem menos, têm menos chance no mercado de trabalho, não têm as mesmas oportunidades educacionais que os ouvintes têm”. A falta de acolhimento e inclusão limitam o acesso dos surdos às oportunidades básicas, como educação (somente 7% têm ensino superior completo; 15% frequentaram até o ensino médio, 46% até o fundamental e 32% não possuem grau de instrução).

Vinte por cento das pessoas com deficiência auditiva idosos não conseguem sair sozinhas, só 37% estão no mercado de trabalho e 87% não usam aparelhos auditivos. “Porque é muito caro e inacessível para a maioria dessa população”, disse Meirelles. “E como a população surda teve menos oportunidade de estudar do que a população ouvinte, como tem mais dificuldade no mercado de trabalho do que a população ouvinte, o dinheiro para conseguir o aparelho é ainda mais difícil. Esse conjunto de preconceitos que existe na sociedade acaba criando um círculo vicioso que não possibilita que os surdos e os ouvintes tenham as mesmas oportunidades de se dar bem na vida.”

“Quando comecei no meu trabalho, as pessoas pensavam que eu não era capaz de fazer as coisas. Demorou demais para que elas acreditassem que eu tinha capacidades, mas às vezes ainda me olham com discriminação e desconfiança por eu ser quem sou”, afirmou uma mulher com deficiência auditiva de 30 anos, entrevistada em São Paulo.

Autônomos

Entre os tipos de ocupação desempenhada pelas pessoas com deficiência auditivo com 18 anos de idade ou mais destacam-se empregado no setor privado (43%) e trabalhador por conta própria (37%). Segundo Renato Meirelles, “essas pessoas desistiram de arrumar emprego e passaram a empreender para garantir o seu sustento”.

A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 5 de setembro passado, com 1,5 mil brasileiros surdos e ouvintes. No total, o Brasil possui 50,30 pessoas com deficiência. Nove em cada dez brasileiros afirmaram ser favoráveis aos direitos das pessoas com deficiência.

A pesquisa mostra que a maior parcela de pessoas com deficiência auditiva está na Região Sudeste (42%), seguida pelo Nordeste (26%) e Sul (19%). Já as regiões Centro-Oeste e Norte detêm os menores percentuais de surdos (6% e 7%, respectivamente). Das pessoas com deficiência auditiva, 28% declararam ter também algum tipo de deficiência visual e 2%, deficiência intelectual.

Uma parcela de 14% dos brasileiros com problemas auditivos disseram não se sentir à vontade e poder falar sobre quase tudo com a família; 40% sentem isso em relação a amigos, contra 11% e 34% da população de forma geral. A sondagem revela, ainda, que pessoas com deficiência auditiva severa têm três vezes mais chance de sofrerem discriminação em serviços de saúde do que pessoas ouvintes.

Mundo

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) existem 500 milhões de surdos no mundo e, até 2050, haverá pelo menos 1 bilhão em todo o globo.

 

São muitos os casos de pessoas beneficiadas pela doação de órgãos e que tiveram uma segunda chance de seguir com suas vidas. Mas isso só foi possível graças a atitude solidária de quem escoheu ser um doador. Embora haja campanhas e eventos em todo o país para conscientizar e mostrar como é possível salvar o maior número de vidas por meio da iniciativa da doação, muitos ainda não sabem como proceder para que sua vontade seja cumprida após a morte.

Segundo a médica Ilka Boin, responsável pelo transplante de fígado da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o ideal é que os parentes estejam cientes da vontade de doação da pessoa morta. "Quem tem a intenção de ser doador deve conversar com a família e se a pessoa quiser também pode deixar isso testamentado em cartório para não restar dúvida", explica Ilka.

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A médica que também é membro do Departamento de Transplante Hepático da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) ressalta que, em geral, os familiares trazem a resolução aos médicos no ato do óbito. "Normalmente a família já vem com a vontade expressa e não fica aquela coisa angustiada de dúvida se a pessoa queria ou não doar seus órgãos e tecidos", declara.

Apesar de não existir um cadastro específico de doadores tampouco valerem os registros em documentos de identidade, carteiras de habilitação e carteirinhas de doador, a lei 9.434/97 regulamenta o tema. Muitas dúvidas surgem diante dos casos nos quais a doação de órgãos é feita por famílias de menores de idade ou incapazes. "No caso de menores de idade e outras pessoas civilmente incapazes, retirada de órgãos e tecidos só será realizada mediante autorização expressa de ambos os pais ou responsáveis legais", explica o advogado Douglas Madeira.

É importante ressaltar que a doação é um ato de amor ao próximo e que não haverá responsabilidade da família do doador caso o receptor não tenha seu problema de saúde sanado, como esclarece Madeira que é sócio do escritório Ávila Ribeiro e Fujii Sociedade de Advogados de Campinas-SP. "Se a solução à saúde do transplantado infelizmente não vir a se cumprir, estaríamos diante de um grande infortúnio, ao qual não caberia fundamentar responsabilidade a ninguém senão ao acaso", destaca.

Um doador pode salvar até nove vidas. Considerado uma referência mundial no assunto, o Brasil teve no primeiro trimestre de 2019 o número de 1.448 transplantes de rins, 512 transplantes de fígado, 3.400 transplantes de córneas e 742 de medula óssea, segundo dados são da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos.

Pelo menos 26 pessoas morreram nos Estados Unidos por doenças pulmonares associadas ao uso do cigarro eletrônico, informaram nesta quinta-feira (10) as autoridades da área de saúde.

Foram reportados 1.299 doentes com problemas de saúde associados ao uso desses vaporizadores em todo país, segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), confirmando o que as autoridades classificaram como epidemia apesar das advertências sanitárias. Há uma semana, as autoridades apresentaram um relatório com 18 mortes e 1.080 pacientes.

Os primeiros casos foram registrados em março e abril deste ano, mas somente a partir de julho é que as autoridades passaram a notar a relação entre o uso dos cigarros eletrônicos com o crescimento no número de atendimentos por problemas pulmonares.

O cigarro eletrônico contém um líquido que, quando aquecido, gera vapor a ser inalado. A maior parte dos pacientes (75%) comunicou o uso dos vaporizadores com um aromatizador que contém THC, o principal composto psicoativo presente na cannabis.

Um ou mais elementos que fazem parte dos aromatizadores são suspeitos de causar as doenças, mas os testes nos laboratórios ainda não determinaram quais deles.

Várias cidades e estados do país estão considerando ou já aprovaram proibições contra cigarros eletrônicos, em alguns casos absolutos e em outros, apenas para recargas aromatizadas com fragrâncias que não sejam de tabaco (como hortelã, mentol, frutas), para desencorajar o interesse dos jovens nesse produto.

Cerca de 3,6 milhões de estudantes do ensino médio usaram esse tipo de produto nos Estados Unidos em 2018; um aumento de 1,5 milhão em relação ao ano anterior. Os executivos da indústria do tabaco estão tentando evitar a proibição absoluta deste produto que foi considerado como o futuro do setor.

Já o governo de Donald Trump quer proibir a partir de outubro todos os produtos, exceto os feitos apenas com tabaco.

O dia 11 de outubro é a data em que se celebra o Dia Mundial da Obesidade, e na campanha deste ano, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e a Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica trazem a mensagem sobre a importância do combate à discriminação por causa do peso e de tratar o assunto com respeito. "Obesidade Eu Trato com Respeito", é o tema da campanha.

“É fundamental aumentar a conscientização sobre prevalência, gravidade e diversidade do estigma do peso. Os retratos da obesidade na mídia frequentemente reforçam estereótipos imprecisos e negativos sobre as pessoas obesas, o que pode levar ao estigma do peso. As campanhas pedem uma movimentação para acabar com o uso de linguagem e imagens estigmatizantes e retratar a obesidade de maneira justa, precisa e informativa”, dizem as entidades.

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Além de reduzir a qualidade de vida, a obesidade é fator de risco e agravante de doenças como diabetes, doenças cardiovasculares, asma, gordura no fígado e até alguns tipos de câncer. O tratamento deve ser contínuo e acompanhado por profissionais capacitados para que o quadro não piore com o passar dos anos.

A data foi proclamada em 2015 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para apoiar soluções que ajudem as pessoas a alcançar e manter um peso saudável e estimular políticas de combate a esse problema de saúde pública. Cerca de 13% da população adulta do mundo é obesa. No Brasil, mais da metade dos brasileiros, 55,7%, estão com excesso de peso e a prevalência da obesidade é de 19,8%.

O Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária anunciou nesta quinta-feira (10) que foi alcançado o objetivo de arrecadar os 14 bilhões de dólares necessários para o combate a estas doenças nos próximos três anos.

Este dinheiro está destinado a salvar cerca de 16 milhões de vidas adicionais - 32 milhões já foram - e evitar 234 milhões de novas infecções até 2023.

O Fundo, criado em 2002, também registrou a chegada de novos contribuintes. Os países da África contribuíram o dobro que na ocasião anterior.

No entanto, a Rússia e a América Latina não responderam ao chamado do fundo e se destacaram por sua ausência.

Peter Sands, diretor-executivo do fundo, declarou que está "muito orgulhoso" pelo dinheiro arrecadado. "Amanhã focaremos em qual é a melhor maneira de utilizá-lo", disse.

 

Em alusão ao Outubro Rosa, que existe desde 1997, o projeto Maria Bonita, criado para atender mulheres vítimas do câncer, realizou uma ação na Villa Toscana, casa de eventos no centro de Belém. Massagens terapêuticas, terapias alternativas e apresentação teatral marcaram um dia de muito entretenimento e informações.

Houve também palestras sobre autoestima, nutrição, atividades físicas e direitos do paciente oncológico. Fabize Moinhos, idealizadora do projeto, criado em dezembro do ano passado, explicou que a iniciativa surgiu depois que ela observou os efeitos colaterais do tratamento oncológico. Segundo Fabize, ela precisava fazer alguma coisa para ajudar as mulheres que estavam na mesma condição de saúde, mas com poucos recursos para enfrentar os desafios em busca da cura. Hoje o projeto conta com a colaboração de 30 voluntários.

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São muitos os efeitos colaterais do tratamento oncológico, entre eles estão a perda total ou parcial de cabelos e pelos e as manchas na pele. “Esses sintomas têm apelo significativo para essas mulheres. Eles afetam diretamente a autoestima, despertam a curiosidade e olhares desconfortáveis, rejeição e preconceito”, disse Fabize, destacando que a baixa autoestima pode acelerar processos depressivos, que interferem negativamente no tratamento oncológico e na busca pela cura.

“Devemos pensar que a luta pela vida, a busca por qualidade de atendimento, acesso ao tratamento e serviços a paciente oncológica é de cada um de nós”, afirmou Fabize. Ela explica que atitudes preventivas e diagnóstico precoce aumentam as chances de cura.

Quem tiver interesse em conhecer mais sobre o projeto pode entrar em contato pelos números (91) 98048-1074 ou (81) 99804.4894 (whatsapp) ou pelas redes sociais Facebook/Instagram: Fabize Muinhos (Projeto Maria Bonita) @fabizemuinhos @projetomariabonitabelem.

 

No dia 11 de outubro, é comemorado o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada oito adultos no mundo, um é obeso. Os dados são alarmantes, já que, segundo a pesquisa, em 2025, aproximadamente, 2,3 milhões de pessoas estejam com sobrepeso.

 Na opinião da nutricionista da Clínica-Escola da Universidade UNG, Flavia Terciano, a obesidade é um problema de saúde pública. “Em todos os casos, o ideal é procurar um nutricionista. Dá para emagrecer sem recorrer a extremismos nutricionais”, aponta.

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 Confira as orientações da nutricionista para quem deseja perder peso:

 - Aumente o consumo de alimentos in natura: frutas, legumes, verduras. Além de darem saciedade, você terá uma alimentação muito mais rica em nutrientes;

 - Reduza o consumo de frituras e alimentos gordurosos. O excesso pode contribuir para o ganho de peso, além de ser prejudicial para o sistema cardiovascular;

 - Respeite seus sinais de fome e saciedade.  Nosso organismo emite sinais quando estamos com fome. Assim como devemos respeitar nosso sinal de satisfação e não consumir mais do que o necessário. Para isso, podemos nos alimentar devagar, mastigando bem os alimentos e saboreando nossa refeição;

 - Evite o consumo exagerado de doces. O açúcar em excesso pode contribuir para o aumento de peso e elevação da glicemia;

 - Evite líquidos durante as refeições, podem atrapalhar a digestão;

 - Realize atividades físicas, mas, lembre-se, somente com acompanhamento de um profissional habilitado em Educação Física;

 - Opte por alimentos diversificados ao montar seu prato, quanto mais colorido melhor;

 - Hidrate-se. Você deve ingerir líquidos ao longo do seu dia. De preferência à água, que pode ser saborizada;

 - Crie o hábito de realizar suas refeições em casa, elabore pratos novos e, quando se alimentar na rua, opte por locais onde há comida caseira e self-service.

 

Atendimento nutricional:

 A Universidade oferece atendimentos individuais que podem ser realizados em qualquer época do ano, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h. Os interessados devem se inscrever enviando um e-mail para clinica.nutricao@ung.br, ou comparecer pessoalmente na Clínica-Escola de Nutrição, das 10h às 12h ou das 15h às 19h, portando RG e CPF, para realizar a triagem inicial e agendamento das consultas. Para outras informações, entrar em contato pelo telefone (11) 2464-1738.

 

*Da Assessoria de Imprensa

Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, até o final de agosto de 2019, foram registrados 1,4 milhão de casos prováveis de dengue, quase 600% a mais que o mesmo período de 2018. Destes, 1.111 casos considerados graves e 591 óbitos, sendo 90 no Estado de São Paulo. Este é um dado preocupante, pois o período de maior ocorrência é o verão, com a época de chuvas, que ainda não começou.

De acordo com Maíra Rosa Apostólico, enfermeira, doutora em ciências e docente e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade UNIVERITAS/UNG, “na rede pública ainda não existe disponibilidade de vacina. Há uma opção na rede privada, oferecida em três doses anuais e que é recomendada apenas para pessoas que já tiveram um dos sorotipos”, explica.

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 Quais são os tipos de dengue?  O que diferencia cada tipo de dengue?

São quatro tipos de dengue (sorotipos 1, 2, 3 e 4). Todos apresentam os mesmos sintomas e uma mesma pessoa pode ter cada um dos quatro tipos uma vez. Embora a cada infecção, a pessoa se torne imune àquele sorotipo, a gravidade dos sintomas aumenta, podendo ocorrer a dengue na sua forma mais grave, com a ocorrência de hemorragias. Todos são suscetíveis a contrair a dengue, mas crianças e idosos têm maior risco de complicações. As doenças crônicas tornam o quadro mais grave e a maior letalidade da doença está entre pessoas acima de 60 anos.

 Quais são os principais sinais e sintomas da dengue?

A infecção pode ser de assintomática a grave. O diagnóstico é primeiramente clínico e pode ser complementado por exames de sangue, quando se observam a queda abrupta de plaquetas e aumento progressivo do hematócrito. A forma grave inclui: vômitos, dor abdominal intensa e sangramento de mucosas. Os principais sintomas são: febre alta (38.5ºC) de início abrupto e difícil diferenciação; dores musculares intensas; dor ao movimentar os olhos; mal-estar; falta de apetite; dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo.

 A partir de quanto tempo, a pessoa depois de ser picada pelo mosquito, apresenta os sintomas?

Em geral, após a picada, os sintomas aparecem em 5 a 6 dias, mas pode variar de 3 a 15 dias. Importante lembrar que na primeira fase da doença que vai desde antes da febre até o 6o dia da doença, a pessoa infectada transmite o vírus para o mosquito. Depois disso, o mosquito infectado passa a transmitir a doença após 8 a 12 dias e vive cerca de 30 dias. A fêmea do mosquito coloca 40 ovos a cada 3 dias e o mosquito nasce em 7 dias.

Quais são as formas de tratamento?

O tratamento é sintomático, pois em geral, a cura é espontânea e ocorre em 10 dias. Portanto, deve-se cuidar da febre, dores no corpo e observar sinais de agravamento. É indicada a hidratação, alimentação leve, repouso. Não fazer automedicação e não deve ser usado qualquer analgésico a base de aspirina ou ácido acetilsalicílico, pelo risco hemorrágico.

 Os casos mais graves de dengue exigem tratamentos diferentes?

Sim, casos mais graves, quando existe a presença de um dos sintomas, deve-se procurar imediatamente o serviço de saúde para o suporte adequado. O tratamento também é sintomático, no sentido de manter a estabilidade do organismo e evitar as complicações fatais.

 Como prevenir?

Uso de repelentes e inseticidas recomendados e aprovados pela ANVISA;

Repelentes e inseticidas naturais (velas, incensos, limpadores) não tem eficácia comprovada e não são reconhecidos pela ANVISA;

Repelentes tópicos cosméticos tem uso seguro e podem ser usados em gestantes e crianças maiores de dois anos, ou a critério médico;

Inseticidas em spray ou aerossol e repelentes ambientais para afastar os mosquitos indicados pela ANVISA também podem ser usados;

Devem-se obedecer todas as recomendações de uso do rótulo dos produtos;

Arejar e ventilar a casa, pois o mosquito não tolera luz;

Usar calças e mangas longas em locais sabidamente infestados pelo mosquito;

Usar telas em janelas e portas.

 

* Da Assessoria de Imprensa

Para livrar o gado de picadas de moscas - que formam feridas e transmitem doenças - pesquisadores do Centro de Pesquisas Agrícolas de Aichi, no Japão, desenvolveram uma estratégia um tanto inusitada. Eles pintaram vacas e as disfarçaram de zebras. Como resultado, perceberam que o número de ataques reduziu em cerca de 50%, segundo a revista científica PLOS One.

Segundo o levantamento publicado no último dia 3, as seis vacas pintadas com listras brancas levaram 60 mordidas em 30 minutos. Enquanto os animais não maquiados sofreram 110 vezes no mesmo período.

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A pesquisa comandada por Tomoki Kojima descobriu que é difícil para as moscas pousarem em superfícies em preto e branco, pois, a polarização da luz prejudica sua percepção. Com isso, os insetos não conseguem desacelerar adequadamente na hora de pousar no gado.

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Nesse mês, o mundo inteiro se volta para o Outubro Rosa com a intenção de relembrar a população da importância dos exames que detectam o câncer de mama em estágios iniciais. Com isso, é possível aumentar as chances de cura e reduzir as mortes causadas pela doença.

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O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres, no mundo todo, depois do câncer de pele não melanoma. Representa cerca de 25% de todos os casos novos. Há registro de 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer) mostram que, em 2019, 59.700 mulheres devem desenvolver câncer de mama no Brasil. A Região Norte deve registrar 1.730 casos novos até o final de 2019, sendo 740 novos casos no Pará e 360 em Belém.

Como em quase todo o mundo, a incidência brasileira do câncer de mama vem aumentando ano a ano a uma taxa de cerca de 2% anuais. Mulheres entre 40 e 69 anos são as principais vítimas de câncer de mama.

O câncer é uma doença que resulta da interação entre fatores ambientais e genéticos do individuo. Entretanto, uma parcela pequena dos tumores malignos são considerados hereditários (até 10%). A maioria está relacionada à exposição a fatores ambientais.

A mamografia é o exame capaz de detectar o câncer de mama quando ele ainda está na fase inicial. “O autoexame é essencial para a mulher conhecer o próprio corpo e reconhecer se há algo de errado, mas não substitui a mamografia. Um tumor só pode ser sentido quando já está maior, a pessoa só consegue palpar nódulos com cerca de um centímetro ou mais. Já a mamografia é capaz de identificar tumores a partir de 2 a 3mm”, explica o mastologista Fábio Botelho.

Quem vê a bailarina Gemille Sales nem imagina o que ela já passou. Sempre com um sorriso no rosto, Gemille é daquelas pessoas que gostam de conversar e o otimismo está em tudo o que fala. “Quero passar sempre uma expressão positiva para as pessoas”, diz. E nem um câncer de mama a fez mudar.

No ano passado, ela foi diagnosticada com a doença. Gemille lembra que fez os exames de rastreamento em junho de 2017 e não tinha nada. Em fevereiro de 2018, ela percebeu um nódulo no seio, mas só procurou médicos em março. O diagnóstco foi confirmado em abril de 2018. A operação foi em junho, seguida de quimioterapia.

“Venho de uma família de cardíacos, acreditava que ia morrer do coração um dia, mas fui surpreendida pelo câncer de mama. A notícia foi inesperada e forte. Mas sempre enfrentei sempre pensando positivo”, garante.

“O câncer me ensinou que a gente não sabe o dia de amanhã. Sempre me cobrava demais, tinha que dar conta de tudo, era ansiosa demais. Hoje, sou mais calma, não me cobro excessivamente, mas vivo intensamente o hoje e não adio mais o que eu sinto vontade de fazer, meus sonhos. Se quero viajar, não espero pelo próximo ano, já programo e vou”, ensina.

“Ter que conviver com o câncer de mama não me limitou, apenas tenho cuidados especiais. Eu procuro levar uma vida normal. Eu quero mostrar para todo mundo que minha vida não parou por causa do câncer”, afirma.

Gemille tem dois filhos: Adriel, de 17 anos e Leonardo de 5. “Eu procuro levar uma vida normal. Eu quero mostrar para todo mundo que minha vida não parou por causa do câncer”, afirma.

Desde jovem, a advogada Ludmilla Bordalo sabia que o câncer era presente na família. O pai, Carlos José Soares, de 75 anos, já teve câncer de laringe. A mãe, Elizabeth Viana Ferreira Soares, de 73 anos, teve câncer de pulmão. Além de três tias maternas e a avó paterna, que também tiveram câncer, e uma irmã que teve câncer de intestino.

Por todo esse histórico, nunca se descuidou. Mas, depois do nascimento da filha, passou um ano sem fazer os preventivos. No dia das mães de 2018, ela percebeu um nódulo na mama. Mas hoje, considera a descoberta um presente, pois pode confirmar o diagnóstico e se tratar no começo da doença. “Precisei insistir com o médico para localizar o nódulo, mostrei o local e só então, ele conseguiu identificar e confirmar o tumor”, conta.

O diagnóstico oficial com resultado da biópsia foi no dia 22 de maio de 2018, aniversário da filha Isadora. Ela fez mastectomia dupla, com reconstrução, na mesma cirurgia e no dia 18 de junho, começou o tratamento quimioterápico. Foram 16 sessões de quimioterapia. A última foi no dia 5 de novembro.

Ela só lamenta que no tratamento teve que parar de fazer o que mais gostava: praticar kitesurf. Ludmilla conta que ela e o marido perderam uma viagem que já estava programada, em que fariam a travessia dos Lençóis Maranhenses até o Ceará, de kitesurf. “Seria uma expedição de dez dias. Mas os amigos fizeram uma homenagearam durante a viagem, escreveram o meu nome com as pranchas e foi emocionante. Agora, estou pronta para recomeçar”, comemora.

Com reportagem de Dina Santos, da assessoria do Centro de Centro de Tratamento Oncológico - CTO.

Criar um cachorro pode estar associado a uma vida mais longa e melhores resultados cardiovasculares, de acordo com estudo publicado na revista Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes. Os resultados se mostraram expressivos em pessoas que vivem só e sofreram ataque cardíaco e derrame cerebral.

Estudos anteriores já mostraram que criar cachorro alivia isolamento social, aumenta atividade física e também baixa pressão sanguínea. Partindo disso, os pesquisadores da Uppsala University, na Suécia, tentaram descobrir se também poderia haver impacto nos resultados cardiovasculares.

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Os cientistas compararam a saúde de pessoas que tinham e não tinham cachorro após um ataque cardíaco ou um derrame. Os dados foram coletados por meio do Registro Nacional de Pacientes da Suécia. Foram examinados suecos de idade entre 40 e 85 anos que foram internados entre 2001 e 2012.

O estudo identificou que pessoas que sofreram ataque cardíaco e viviam sozinhas tinham 33% menos chance de morrer após sair do hospital se eles tinham um cachorro. Para as vítimas de derrame que criavam cachorro, o risco de morte era 27% menor.

Para os pesquisadores, o baixo risco de morte nesses grupos poderia ser explicado pelo aumento de atividade física e diminuição da depressão e solidão, questões já relacionadas com cachorros em estudos anteriores.

Os cientistas acreditam, entretanto, que mais pesquisas são necessárias antes de prescrever animais de estimação como forma de prevenção. "Além disso, do ponto de vista do bem-estar animal, os cães só devem ser adquiridos por pessoas que sentem ter a capacidade e o conhecimento para dar uma boa vida ao animal", diz Glenn Levine, um dos autores da pesquisa.

A lista com os nomes e registros de médicos intercambistas do Projeto Mais Médicos para o Brasil está publicada na edição desta terça-feira (8) do Diário Oficial da União.

De acordo com a Portaria nº 28, de 7 de outubro de 2019, da Secretaria de Atenção Primária à Saúde, fica concedido registro único para o exercício da medicina, no âmbito do Projeto Mais Médicos para o Brasil, aos médicos intercambistas.

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A portaria determina também a expedição das carteiras de identificação de todos que atenderam os requisitos legais para as atividades do projeto previstas no projeto. O documento informa ainda o local onde o médico vai trabalhar.

De acordo com o Ministério da Saúde, o projeto é parte do esforço do governo federal, com apoio de estados e municípios, para "a melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Além de levar mais médicos para regiões onde há escassez ou ausência desses profissionais, o programa prevê, ainda, mais investimentos para construção, reforma e ampliação de Unidades Básicas de Saúde (UBS), além de novas vagas de graduação, e residência médica para qualificar a formação desses profissionais".

Segundo a pasta, o Mais Médicos para o Brasil se soma a um conjunto de ações e iniciativas do governo objetivando o fortalecimento da Atenção Básica do país.

Acesse aqui a portaria com os nomes e locais.

Os estudos no campo do Cosmos de James Peebles, por um lado, e de Michel Mayor e Didier Queloz, por outro, foram premiados nesta terça-feira (8), em Estocolmo com o do Nobel da Física. Eles dividirão o prêmio equivalente a R$ 3,72 milhões. Peebles é canadense e os outros dois cientistas nasceram na Suíça.

Phillip James Edwin Peebles é um físico de 84 anos. Nascido no Canadá, tem também nacionalidade norte-americana. Michel Mayor é um astrônomo suíço de 77 anos. Em 1995, descobriu o primeiro planeta extra-solar, o 51 Pegasi.

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Didier Queloz, que descobriu com Michel Mayor o Pegasi, tem 53 anos. Os astrônomos usaram o método de velocidade radial no Observatório de Genebra. Foi essa descoberta que deu aos três o Nobel de Física.

Nobel de Medicina sai para dois americanos e um inglês

O Prêmio Nobel de Medicina de 2019 foi concedido aos cientistas William G. Kaelin Jr., Sir Peter J. Ratcliffe e Gregg L. Semenza “pelas suas descobertas de como as células sentem e se adaptam à disponibilidade de oxigênio”. O anúncio foi feito ontem (7) em Estocolmo, na Suécia.

Na página oficial do Twitter, a organização do Nobel anuncia os três vencedores com um trabalho que “revela os mecanismos moleculares que demonstram como as células se adaptam às variações no fornecimento de oxigênio”.

Os vencedores são dois norte-americanos e um inglês. William Kaelin, nascido em 1957, em Nova Iorque, é especialista em medicina interna e oncologia. Gregg Semenza, também nascido em Nova Iorque, em 1955, é pediatra e o britânico Peter Ratcliffe, nascido em Lacashirem, em 1954, é perito em nefrologia.

Lista dos vencecedores últimos 10 anos do Prêmio Nobel de Medicina, atribuído nesta segunda-feira (7) aos americanos William Kaelin e Gregg Semenza e ao britânico Peter Ratcliffe pela Assembleia Nobel do Instituto Karolinska de Estocolmo.

2019: William Kaelin e Gregg Semenza (Estados Unidos) e Peter Ratcliffe (Reino Unido) por suas pesquisas sobre a adaptação das células ao aporte variável de oxigênio, o que permite lutar contra la anemia y el cáncer.

2018: James P. Allison (Estados Unidos) e Tasuku Honju (Japão) por suas pesquisas sobre a imunoterapia especialmente eficaz no tratamento de casos de câncer agressivos.

2017: Jeffrey C. Hall, Michael Rosbash e Michael W. Young (Estados Unidos) por suas descobertas sobre o relógio biológico interno que controla os ciclos de vigília-sono dos seres humanos.

2016: Yoshinori Ohsumi (Japão) por suas pequisas sobre a autofagia, cruciais para entender como se renovam as células e a resposta do corpo à fome e às infecções.

2015: William Campbell (de origem irlandesa), Satoshi Omura (Japão) e Tu Youyou (China) por terem desenvolvido tratamentos contra infecções parasitárias e malária.

2014: John O'Keefe (Estados Unidos/Reino Unido) e May-Britt e Edvard Moser (Noruega) por suas investigações sobre o "GPS interno" do cérebro, que pode permitir avanços no conhecimento do Alzheimer.

2013: James Rothman, Randy Schekman e Thomas Südhof (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre os transportes intracelulares, que ajudam a conhecer de modo mais eficaz doenças como a diabetes.

2012: Shinya Yamanaka (Japão) e John Gurdon (Reino Unido) por suas pesquisas sobre a reversibilidade das células-tronco, que permite criar todo tipo de tecido do corpo humano.

2011: Bruce Beutler (Estados Unidos), Jules Hoffmann (França) e Ralph Steinman (Canadá), por seus estudos sobre o sistema imunológico que permite ao organismo humano se defender de infecções, favorecendo a vacinação e a luta contra doenças como o câncer.

2010: Robert Edwards (Reino Unido), pai do primeiro bebê de proveta, por sua contribuição ao desenvolvimento da fecundação in vitro.

A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo começa nesta segunda-feira (7) em todos os postos de saúde do país. Dois grupos de pessoas estão no alvo da nova campanha. O primeiro grupo é formado por crianças de seis meses até menores de 5 anos, cuja a vacinação vai desta segunda-feira até 25 de outubro, com o Dia D no dia 19.

O segundo grupo, com faixa etária de 20 a 29 anos e que não estão com a caderneta de imunização em dia, a vacinação está prevista para iniciar no dia 18 de novembro. A meta do Ministério da Saúde é vacinar 2,6 milhões de crianças na faixa prioritária e 13,6 milhões adultos. Para isso, a pasta garantiu a maior compra de vacinas contra o sarampo dos últimos 10 anos. Ao todo, 60,2 milhões de doses da tríplice viral foram adquiridas para garantir o combate à doença nos municípios.

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“Vacina é um direito da criança. Ela não consegue ir sozinha a uma unidade de saúde para se vacinar. Pais, responsáveis, avós chequem a carteira de vacinação como ato de respeito e de amor”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Se estiver incompleta, leve a criança para tomar a segunda dose. Se a criança não tiver tomado nenhuma, ela deve tomar a primeira dose e, na sequência, a segunda”, explicou o ministro.

Para incentivar a vacinação de crianças, o ministério disponibilizará R$ 206 milhões destinados aos municípios que cumprirem duas metas estabelecidas pelo ministério. “Para receber esse recurso adicional, os gestores terão que informar mensalmente o estoque das vacinas poliomielite, tríplice viral e pentavalente e atingir 95% de cobertura vacinal contra o sarampo em crianças de 1 a 5 anos de idade com a primeira dose da vacina tríplice viral”.

Desde o início do ano, a pasta distribuiu 25,5 milhões de doses da vacina tríplice viral para garantir a todos os estados a vacinação de rotina, as ações de interrupção da transmissão do vírus e a dose extra chamada de dose zero a todas as crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias.

Vacinar contra o sarampo é importante para evitar complicações como cegueira e infecções generalizadas que podem levar a óbito. Por isso, o governo federal em parceria com os estados e municípios estão unindo esforços para vacinar 39,9 milhões de brasileiros, 20% da população, que hoje estão suscetíveis ao vírus do sarampo, de acordo com o Ministério da Saúde. Apesar da faixa etária de 20 a 29 anos concentrar a maior parte desses brasileiros (35%), são os menores de 5 anos o grupo mais suscetível para complicações do sarampo.

Dados

No levantemtno divulgado até o dia 28 de agosto, o Brasil registrou 5.404 casos confirmados de sarampo e seis mortes, sendo quatro delas de pacientes menores de 1 ano. Dos casos confirmados nesse período, 97% (5.228) estão concentrados em 173 municípios do estado de São Paulo, principalmente na região metropolitana. Os outros 176 casos foram registrados em 18 estados: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Paraná, Piauí, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Pará Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Goiás, Bahia, Sergipe e Distrito Federal.

*Com informações do Ministério da Saúde

Em parceria com os governos estaduais, distrital e municipais, o Ministério da Saúde inicia, na próxima segunda-feira (7), a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. Na primeira fase, que vai até o dia 25 de outubro, o público-alvo serão as crianças com idade entre 6 meses e 4 anos e 29 dias.

A segunda etapa, de 18 a 30 de novembro, terá foco na população com idade entre 20 e 29 anos. Em entrevista coletiva, o ministro titular da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que a prioridade para este grupo justifica-se porque, como provavelmente não receberam a segunda dose da vacina, seus filhos acabam apresentando um sistema imunológico mais vulnerável à doença. Além dos dois períodos, a campanha também destaca o dia 19 de outubro como o Dia D, para mobilização nacional.

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Levantamento do governo federal mostra que, até o dia 28 de agosto, 5.404 casos de sarampo foram confirmados em todo o país. Além disso, houve o registro de seis óbitos, sendo quatro deles de pacientes menores de 1 ano.

A unidade federativa com maior incidência é São Paulo (15,11 a cada 100 mil habitantes), que concentra 97% dos casos e é seguida por Bahia (6,64) e Sergipe (5,86). Embora apresente índice de 0,21, o Pará preocupa, devido à sua cobertura vacinal, que é, atualmente, de 76%, disse Mandetta. O Amapá apresenta a segunda cobertura mais baixa, de 77%, perdendo para a Bahia, com 80%, e o Maranhão e o Piauí, ambos com 83%.

De acordo com informações da pasta, foram adquiridos, para este ano, 60,2 milhões de doses da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Para o ano que vem, a encomenda foi de 65,4 milhões de doses.

Em 2020, o ministério dará continuidade à campanha. A imunização será dividida em três etapas e incluirá pessoas com idade de 50 a 59 anos. Ao todo, espera-se que a vacinação atinja 39 milhões de brasileiros, que equivalem a 20% da população.

"Nós sabemos que as crianças de 6 meses a 1 ano de idade são as que respondem clinicamente pior ao sarampo. Acabam desenvolvendo um quadro de pneumonia muito grave, e os óbitos acabam tendo uma prevalência maior nessa faixa etária. Então, o clássico é vacinar aos 12 meses e aos 15 meses. Quem fez isso com seus filhos abaixo de 5 anos fez o correto, a criança está coberta e não há necessidade de aplicar mais uma dose. Aqueles que só deram uma dose aos 12 meses e não deram a segunda devem ir agora para fazer a segunda dose, porque uma dose só não dá sistema imunológico competente para enfrentar um surto de sarampo", afirmou o ministro.

"O que é a novidade à qual as pessoas devem estar atentas? De 6 meses a 1 ano, quando não era recomendada a primeira dose, estamos fazendo a chamada dose 0. Vacinar os bebês e depois, aos 12 meses, fazer a dose regulamentar, como se fosse a primeira, e a segunda. Essas crianças a gente vai blindar mais, porque elas são as principais vítimas fatais do sarampo", acrescentou, ressaltando que o governo está cogitando voltar a aplicar a vacina oral contra sarampo, que ficou vulgarmente conhecida como a "vacina de gotinha".

Na entrevista, dirigentes do ministério destacaram que os municípios que fortalecerem suas ações de imunização ganharão um bônus de recursos, que totaliza R$ 206 milhões. Para receber o incremento, as prefeituras deverão cumprir duas metas.

"Àqueles que atingirem entre 90% e 95% [de cobertura vacinal] – nossa meta é de 95% – daremos mais um incentivo, um plus, porque ele fez mais esforço para chegar àquilo. Se atingir de 95% para cima, tirar nota 10, recebe 100% desse incentivo, para que possamos ajudar as cidades a cumprir um dever básico, que é de atenção primária de prevenção. O custo de uma vacina é tão baixo, e o custo de uma internação de uma criança na UTI [unidade de terapia intensiva], de uma vida, não tem preço. É um ato de amor e de respeito à criança. Já está pacificado. Não é uma questão de direito de pai e mãe, é um direito da criança ", esclareceu o ministro.

Para serem contemplados, os municípios terão ainda de monitorar e informar o governo do estado e o Ministério da Saúde sobre seus estoques da vacina tríplice viral, pentavalente e poliomielite ao estado e ao ministério. O total do recurso vai variar conforme a unidade federativa. As maiores parcelas estão reservadas para São Paulo (R$ 44,7 milhões), Minas Gerais (R$ 20,9 milhões), Rio de Janeiro (16,6 milhões) e Bahia (R$ 15,2 milhões).

Caroline Martins, que representou no evento a Secretaria de Atenção Primária à Saúde, disse que os postos de saúde devem aproveitar cada oportunidade que tiverem para perguntar aos usuários do serviço se a sua vacina contra o sarampo e a dos familiares estão em dia.

Ela recomenda também que as unidades de saúde mantenham as salas de vacinação abertas durante todo seu horário de funcionamento, inclusive as que já estão com expediente estendido. "Horário de almoço, à noite. É importante manter funcionando. Evitar complicações e barreiras na vacinação, ou seja, evitar que o usuário que procura a vacinação tenha que voltar inúmeras vezes por estar sem o comprovante de residência ou sem algum documento de identificação. Fazer isso de maneira responsável, mas de maneira a evitar criar uma complicação a cada vez que vai procurar a vacinação", afirmou.

No total, a campanha dispõe de um investimento de R$ 19 milhões para as ações de comunicação, que constituem o Movimento Vacina Brasil. Entre os objetivos, está o combate às fake news (notícias falsas), que disseminam inverdades sobre os efeitos das vacinas e que são, segundo o ministro Luiz Henrique Mandetta, um fenômeno "global", não ficando restrito ao Brasil.

Causado por um vírus, o sarampo é uma doença infecciosa grave, que pode levar à morte. A transmissão ocorre por via aérea, ou seja, quando a pessoa infectada tosse, fala ou respira próximo de outras pessoas.

Mesmo quando o paciente não vai a óbito, há possibilidade de a infecção ocasionar sequelas irreversíveis. Quando a doença ocorre na infância, o doente pode desenvolver pneumonia, encefalite aguda e otite média aguda, que pode gerar perda auditiva permanente.

Os sintomas do sarampo são febre acompanhada de tosse, irritação nos olhos, coriza (nariz escorrendo ou entupido) e mal-estar intenso. Quando o quadro completa de três a cinco dias, podem aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas do paciente.

A prevenção ao sarampo, feita por meio da vacinação, é fundamental, já que não há tratamento para a doença. O tipo da vacina varia conforme a idade da pessoa que irá tomá-la, e a situação epidemiológica da região onde vive, ou seja, é necessário levar em conta a incidência da doença no local. Quando há um surto, por exemplo, a dose aplicada pode ser do tipo dupla viral, que protege contra sarampo e rubéola.

Há, ainda, as variedades tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela, mais conhecida como catapora). As vacinas estão disponíveis em unidades públicas e privadas de vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece doses gratuitamente, em mais de 36 mil salas de vacinação, localizadas em postos de saúde de todo o Brasil.

O governo brasileiro recomenda que pessoas na faixa entre 12 meses e 29 anos de idade recebam duas doses da vacina. Para a população com idade entre 30 a 49 anos, a indicação é de uma dose.

Recentemente, o Brasil perdeu o certificado de eliminação da doença. Na semana passada, passaram a apresentar semelhante condição quatro países da Europa: Reino Unido, Grécia, República Tcheca e Albânia. De acordo com o Ministério da Saúde, no primeiro semestre deste ano, Cazaquistão, Geórgia, Rússia e Ucrânia concentraram 78% dos casos registrados na Europa.

Fim de ano vem aí: verão, praia, corpos expostos, azaração. Tem muita gente que, quando percebe que faltam dois ou três meses para as festas de fim de ano e para as férias escolares, corre para as academias para tentar implementar o “Projeto Verão”, expressão que significa ficar em forma para exibir o corpo na praia ou na piscina. O LeiaJá traz histórias de quem é fiel cliente desses locais e de quem apenas escolhe a planilha de treinos em momentos específicos do ano.

Para a consultora de viagens Débora Camillo, de 30 anos, frequentar a academia traz motivação e bem estar, o que ela considera mais importante do que a busca por um corpo esculpido. “Apesar de odiar academia, eu comecei a treinar e espero ir durante as quatro estações”, comenta. Otimista na sequência que pode lhe trazer mais benefícios à saúde, Débora ressalta que está disposta a seguir à risca as exigências do esporte, mesmo com as dores decorrentes da malhação. “Sigo firme na dieta e no treino apesar das dores nas pernas e braços percebo uma felicidade que compensa, anima e motiva a continuar”, enseja.

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Frequentador assíduo das academias há cerca de 18 anos, o microempresário Paulo Almeida conta que fez sua matrícula buscando largar o vício do cigarro. “Depois de algumas tentativas frustradas, larguei o cigarro praticando musculação, foi uma forma que eu encontrei para me manter longe do vício”, explica. Hoje com 40 anos de idade, Almeida não se vê longe dos treinos que lhe trouxeram uma melhor qualidade de vida. “Não lembro de ter ficado tanto tempo afastado dos treinos, não devo ter ficado mais de 20 dias seguidos sem treinar”, declara o microempresário. Apesar de não ser especialista na matéria, o esportista considera que é necessário paciência para alcançar os resultados. “É preciso atentar à mudança do entendimento pois quem entra na academia só pela questão estética corre o risco é muito provável que esta pessoa vai parar”, destaca Almeida que conclui. “Com 40 anos estou melhor do que quando eu tinha 18”, diverte-se.

Para o professor de Educação Física e Personal Trainer Alex Vaz, é importante que o aluno fique atento a problemas como lesões de ligamentos e lesões cardíacas, que podem surgir em quem está há algum tempo sem praticar esportes. “O recomendado é que a pessoa não queira fazer tudo em um dia só na intenção de tirar o atraso do tempo parado”, aconselha. Segundo o especialista, o ideal é iniciar as atividades de maneira moderada. “Comece devagar, a sugestão são caminhadas de 20 a 30 minutos nos primeiros dias pois assim não há sobrecarga do corpo e se respeita o limite”, ensina. Sobre o interesse das pessoas no “Projeto Verão”, Vaz não vê nenhum problema. “Começar uma atividade física a qualquer tempo traz benefícios para a saúde, porém é a rotina de exercícios que trará reais benefícios; procure algo que você realmente goste para que seja algo prazeroso e assim a atividade física será um hábito na sua vida”, declara.

Por causa da ação do homem, começou a ser observado em vários locais do mundo um tipo de raio “invertido”, que em vez de descer das nuvens e tocar no solo, parte de uma estrutura alta na superfície, tais como torres de telecomunicações, se propagando em direção às nuvens.

No Brasil, esses raios estão sendo observados em locais como na região da Avenida Paulista e no Pico do Jaraguá, em São Paulo, onde há muitas torres instaladas. Só no Pico do Jaraguá, a frequência desse tipo de raios costuma ser de 40 a 50 ocorrências por ano. A maior parte dos raios ascendentes (invertidos) no Brasil ocorre principalmente na transição da primavera para o verão e do verão para o outono.

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O estudo é feito no Brasil, nos Estados Unidos e na África do Sul. No Brasil, ele vem sendo tocado por pesquisadores do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Em entrevista à Agência Brasil, Marcelo Magalhães Fares Saba, pesquisador do Inpe e coordenador do projeto, disse que esse tipo de raio passou a existir à medida que o homem foi colocando ou construindo estruturas altas na superfície terrestre como torres de telecomunicações, torres de celular ou arranha-céus.

“Normalmente os raios saem de cima para baixo, saem da nuvem e vem para o solo. Estávamos procurando no Brasil algum lugar em que os raios acontecessem de forma contrária, saíssem do solo e fossem para a nuvem. O raio sempre começa com uma descarga, que vai se alongando até chegar no solo ou ele começaria no solo, o que é mais surpreendente. Nesse caso, você tem uma torre alta, um prédio alto, e na ponta desse prédio ou dessa torre se inicia a descarga. Para isso precisamos ter uma nuvem de tempestade por perto”, explicou Saba. 

Para a observação desses raios “invertidos”, os pesquisadores utilizaram câmeras fotográficas digitais e de vídeo de alta velocidade, além de medidores de campo elétrico e de luminosidade e uma câmera de ultra alta velocidade. Os resultados dessas observações e análises indicaram que os raios descendentes positivos  - aqueles que tocam o solo e que deixam um saldo de carga negativa na nuvem – é que permitem a incidência dos raios ascendentes (ou invertidos). 

A primeira vez que um raio ascendente foi observado e filmado no Brasil foi em 2012, no Pico do Jaraguá. Os pesquisadores descobriram que para que esses raios ocorram no Brasil é preciso ocorrer antes um raio descendente. “O processo que temos visto é que, quando o raio normal cai no solo, ele deixa uma falta de cargas positivas na nuvem, ou seja, introduz cargas negativas na nuvem. Essas cargas negativas na nuvem, se a perturbação for rápida e suficiente, eles provocam na torre um súbito aumento do campo elétrico e essa mudança rápida no campo elétrico do alto da torre é que produz o início da descarga para cima”, explicou Saba. 

Também é preciso, segundo ele, que ocorra um tipo de nuvem grande e horizontal, que produz os raios chamados positivos. “Esse raio positivo, quando toca o solo, ele deixa um excesso de carga positiva na Terra e um excesso de carga negativa na nuvem”, falou. 

Segundo Saba, os raios ascendentes não apresentam risco de atingir humanos, já que são originados na ponta das torres de energia ou de telecomunicações. Mas podem causar danos à estrutura dessas torres.

O câncer de mama não é uma doença exclusiva em humanos, e o que muita gente não sabe é que ela, também, pode atingir os animais. Para o professor do curso de Medicina Veterinária da Universidade UNIVERITAS/UNG, Renato Dalcin, os tumores de mama são os neoplasmas mais frequentes em fêmeas caninas, enquanto em gatas é o terceiro tipo de tumor mais diagnosticado. “Machos de ambas as espécies raramente apresentam essa enfermidade, apenas (1%). Sua etiologia é multifatorial, estando envolvidos fatores genéticos, ambientais, nutricionais e hormonais”, explica.

Qual o animal está mais propício em ter o câncer de mama?

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A incidência de tumores malignos, com capacidade de disseminação para outros órgãos, nas fêmeas caninas é de aproximadamente 70%, os carcinomas de diversos subtipos são os mais prevalentes. Em gatas, cerca de 90% são malignos. Quando malignos, podem se disseminar para sítios metastáticos como linfonodos regionais e pulmão, principalmente. Cadelas de meia idade a idosas e gatas com idades entre 10 a 12 anos, não castradas. As raças de maior incidência são Poodle, Shih Tzu, Dachshund, Yorkshire, Maltês, Cocker Spaniel, Pastor Alemão, Boxer. Em felinos a raça siamês apresenta uma maior ocorrência.

Como identificar? 

Os tumores podem se apresentar como nódulos de tamanhos variados, ulcerados ou não, com ou sem reação inflamatória ou invasão linfática. A presença de múltiplos tumores, acometendo uma ou várias glândulas mamárias é frequente em fêmeas caninas, cerca de 70%. As glândulas mamárias inguinais (M5) e abdominais caudais (M4) são as mais acometidas, possivelmente pela maior quantidade de tecido mamário presente nessas mamas.

Diagnóstico e prevenção.

O diagnóstico é feito por meio do histórico, exame físico geral da paciente e exame físico específico das cadeias mamárias, por inspeção e palpação individual. A palpação dos linfonodos deve ser realizada durante avaliação da paciente. Deve-se realizar exame radiográfico de tórax para pesquisa de metástase em três projeções e estadiamento clínico, além de ultrassonografia abdominal. Exame histopatológico é fundamental para determinação do diagnóstico definitivo e avaliação do grau tumoral.

A castração antes do primeiro ciclo estral é a melhor forma de prevenção ou diminuição da indecência do câncer de mama, bem como a não utilização de contraceptivos. No entanto, em algumas raças, a castração precoce pode implicar no aumento de outras doenças como ósseas, musculares e em órgãos sexuais. Assim, a realização da ovariohisterectomia (OSH, castração), imediatamente após o primeiro estro (cio), pode ser a escolha mais segura. Além disso, a descoberta precoce da neoplasia favorece a diminuição do risco de metástase.

Quais os tratamentos existentes? 

O tratamento cirúrgico é o tratamento de eleição dos neoplasmas mamários, com exceção do carcinoma inflamatório, o qual se relaciona com prognóstico ruim e baixa sobrevida. A ressecção cirúrgica pode ser curativa em muitas fêmeas caninas com tumores mamários, permite o diagnóstico histopatológico e em determinados pacientes é utilizada como tratamento paliativo para promover melhora na qualidade de vida.

A escolha da técnica deve ser baseada no tamanho tumoral, estadiamento clínico, drenagem linfática e localização do tumor, sendo priorizada a mastectomia radical unilateral (remoção de toda a cadeia mamaria, indicada no caso de diversos tumores ou na prevenção de recidiva), ou bilateral (felinas, todas as situações).

O procedimento para remoção da cadeia mamária contralateral, em caso de cadelas nas quais fora realizada mastectomia radical unilateral, deve ser realizado após quatro semanas da primeira cirurgia. A OSH (castração) pode ser realizada quando o tumor for removido e antes da remoção total da mana, para evitar que células tumorais caiam na cavidade abdominal. Embora a OSH não vá prevenir o futuro desenvolvimento de tumores mamários, evitará doenças uterinas e eliminará a influência hormonal feminina sobre os tumores existentes.

Hospital Veterinário da UNG e o serviço à comunidade:

O Hospital Veterinário da Universidade UNIVERITAS/UNG (HOVET-UNG), presta o serviço de atendimento clínico-cirúrgico para neoplasias mamárias, sendo esta doença em questão a de maior predominância no serviço. Nestes casos é priorizada a mastectomia radical unilateral em dois tempos em cadelas e mastectomia radical bilateral em gatas, associadas à OSH, após a realização de exames hematológicos (hemograma, perfil renal e hepático), radiográfico e ultrassonográfico (para pesquisa de metástase) e cardiológico (pré-anestésico), para maior segurança das pacientes acometidas, além do estímulo à castração eletiva em pacientes jovens para prevenção da doença.

O Hospital Veterinário da UNIVERITAS/UNG fica localizado, na Rua Anthon Philips, 446 - Vila Herminia, Guarulhos. Mais informações: (11) 2423-7601.

* Da Assessoria de Imprensa

A Universidade UNIVERITAS/UNG está com vagas abertas para sessões de pilates na Clínica-Escola de Fisioterapia da Instituição. As aulas são realizadas pelos estudantes do curso de Fisioterapia da Instituição, supervisionados pelos professores. O atendimento acontece de segunda a quinta-feira, das 13h às 18h30.  

Cada atendimento tem duração de 50 minutos e não há limites de aulas a serem efetuadas, pois o método visa à manutenção da qualidade de vida. De acordo com a professora de pilates da clínica-escola da UNIVERITAS/UNG, Amanda Gouveia Castro, não há restrição de idade nem gênero, porém, é na avaliação que o profissional vai identificar se a pessoa tem condições de praticar os exercícios, pois exige concentração, calma e precisão para realizar os movimentos. “Dependendo da patologia, orientamos o paciente a passar pela ortopedia antes do início das aulas” explica. 

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Aula de pilates. Foto: Divulgação

O pilates é um conjunto de exercícios que trabalha o corpo do indivíduo como um todo, visando alongamento, fortalecimento, equilíbrio, coordenação motora, concentração e respiração. Ele pode ser realizado para condicionamento físico, prevenção ou reabilitação. 

O Studio de Pilates da Universidade UNIVERITAS/UNG fica localizado na Rua Soldado Basílio Pinto de Almeida, s/n, Centro, Guarulhos, São Paulo. 

Serviço:

Clínica-Escola de Fisioterapia
Local: Rua Soldado Basílio Pinto de Almeida, s/n, Centro, Guarulhos
Telefone: (11) 2464-1778
Valor por sessão: R$ 25,00

 

*Da Assessoria de Imprensa

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