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O Brasil somou nesta quinta-feira sete vitórias em oito jogos no torneio feminino da etapa quatro estrelas de Varsóvia, na Polônia, pelo Circuito Mundial de Vôlei de Praia. Ágatha/Duda, Ana Patrícia/Rebecca e Carol Solberg/Maria Elisa venceram seus dois jogos, avançando direto às oitavas de final. Talita/Taiana teve um triunfo e um revés e vai disputar a repescagem.

Os adversários das oitavas de final serão definidos após a repescagem nesta sexta-feira, quando também serão disputadas as partidas pelas quartas de final do feminino. As semifinais, disputas de bronze e ouro ficam previstas para sábado. Brasil e Estados Unidos são os únicos países com três times já garantidos na próxima fase.

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Carol Solberg e Maria Elisa estrearam com vitória sobre as eslovacas Dubovcova/Strbova por 2 sets a 0 (21/17 e 21/15). No duelo pelo primeiro lugar do Grupo D, vitória sobre as canadenses Wilkerson e Bansley por 2 a 0 (21/13 e 21/18), garantindo vaga nas oitavas. "Conseguimos fazer o que temos de melhor, que é o saque, junto com uma tática boa que nos proporcionou boas defesas. Temos que continuar agredindo porque só existem times bons. Vamos dar nosso melhor para buscar a vaga nas quartas de final, e depois pensar nos próximos passos", disse Maria Elisa.

Ana Patrícia/Rebecca, cabeça de chave 1 do torneio, venceu na estreia as polonesas Ceynowa/Kloda por 2 sets a 0 (21/15 e 21/11). Na segunda rodada, pela liderança do Grupo A, novo triunfo por 2 a 0 (21/13 e 21/19) sobre as espanholas Elsa Baquerizo e Liliana Fernández.

No Grupo B, Ágatha e Duda estrearam com triunfo sobre as polonesas Brzostek/Wachowicz por 2 sets a 0 (21/16 e 21/9). Em seguida, vitória sobre as italianas Marta Menegatti/Viktoria Orsi Toth por 2 a 1 (23/21, 19/21 e 15/8).

Talita e Taiana perderam para as suíças Nina Betschart e Tanja Huberli: 2 sets a 0 (21/18 e 21/18), pelo Grupo C. A dupla brasileira conseguiu se recuperar no duelo seguinte ao bater as francesas Chamereau/Jupiter por 2 a 0 (21/10 e 21/15), avançando em terceiro na chave, indo à repescagem.

MASCULINO - Os times brasileiros estrearam com vitórias. Alison/Álvaro Filho, Evandro/Bruno Schmidt e Pedro Solberg/Vitor Felipe venceram nesta quinta-feira e disputam a liderança de suas chaves nesta sexta-feira. Além do final da fase de grupos, a repescagem também ocorre nesta sexta-feira. Oitavas e quartas de final ficam para o sábado, enquanto que semifinais e disputas de medalhas acontecem no domingo.

Alison e Álvaro Filho venceram os canadenses Grant O'Gorman e Ben Saxton por 2 sets a 0 (21/13 e 21/19). Eles disputarão a primeira posição do Grupo C contra os russos Krasilnikov/Stoyanovskiy.

Evandro e Bruno Schmidt superaram os alemães Bergmann/Harms por 2 sets a 0 (21/19 e 21/18). A disputa do primeiro lugar do Grupo F e vaga às oitavas de final será contra os vice-campeões olímpicos Daniele Lupo e Paolo Nicolai, da Itália.

Pelo Grupo A, Pedro Solberg e Vitor Felipe derrotaram os russos Nikita Liamin e Taras Myskiv por 2 sets a 0 (21/19 e 21/16). Eles enfrentarão nesta sexta-feira os poloneses Fijalek/Bryl.

O Brasil alcançou, neste domingo, a sua terceira vitória em três jogos na primeira semana da Liga das Nações. Em Katowice, na Polônia, os brasileiros superaram os donos da casa e atuais bicampeões mundiais por 3 sets a 1, com parciais de 22/25, 25/12, 25/21 e 25/17, de virada, em 1h48min.

Na última sexta, os brasileiros estrearam na disputa passando pelos Estados Unidos (3 a 0) e no sábado foi a vez de enfrentar os australianos, com triunfo por 3 a 2. Neste domingo, após um início um tanto desorganizado e sem destaques individuais, o que lhes o primeiro set, os brasileiros reagiram, mais uma vez com boa atuação do cubano naturalizado brasileiro Leal.

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A equipe chegou ao triunfo que dá tranquilidade para o time treinado pelo interino Marcelo Fronckowiak - Renan Dal Zotto cumpriu seu terceiro de quatro jogos de suspensão em pena imposta pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) - na sequência da competição de seleções.

A disputa pela Liga das Nações prossegue nas próximas quatro semanas, pela ordem, com sedes em Tóquio (Japão), Gondomar (Portugal), Cuiabá e Brasília. Ao todo, são 15 rodadas nesta fase de classificação antes de definir as seleções que seguem à fase final. Na madrugada de sexta-feira, às 3h40, o Brasil volta à quadra para encarar o Irã.

A partida deste domingo em Katowice começou bem equilibrada, com as equipes se alternando nos pontos até que a seleção brasileira abriu uma vantagem de 12 a 8. Porém, com o Brasil sofrendo na recepção do saque balanceado da equipe da casa, os poloneses pularam na frente e seguiram no comando da parcial até o fim, fechando em 25 a 22, em erro de saque de Cachopa após 31 minutos.

No set seguinte, a equipe visitante começou a impor seu jogo e, novamente contando com boa presença do ponta cubano naturalizado brasileiro Leal, que estreara no time no sábado, na vitória ante a Austrália por 3 a 2, acabou deslanchando de vez no confronto. Em poucos instantes, o Brasil abriu 16 a 8 no placar, concretizando um passeio que ficou em 25 a 15 após 26 minutos.

A virada no terceiro set confirmou o predomínio brasileiro, mas não sem antes exibir uma contenda equilibrada até o placar de 15 a 15. Foi quando, com pontos de Leal, Lucão e Isac, a atual campeã olímpica abriu uma boa vantagem e a manteve até o fim, para fechar em 25 a 21, em 30 minutos, com um lance de dois toques do polonês Lomacz acusado pela arbitragem.

Com um trabalho de bloqueio dos mais eficientes (13 contra apenas seis dos donos da casa) e ótima atuação de Lucarelli, Wallace e Leal, a equipe comandada por Marcelo Fronckowiak permaneceu atenta aos detalhes do jogo, liderando a parcial com um 15 a 9. Após uma breve tentativa de reação polonesa, os brasileiros precisaram de minutos para concluir o jogo em 25 a 17 em bela cravada de Lucão.

A seleção brasileira feminina de vôlei estreou com vitória na segunda semana da Liga das Nações. Nesta terça-feira, em Apeldoorn, teve atuação irregular, mas mesmo assim conseguiu vencer a anfitriã Holanda por 3 sets a 2, com parciais de 21/25, 30/28, 25/20, 18/25 e 15/11.

O time nacional volta à quadra nesta quarta-feira para enfrentar a Polônia, a partir das 11h30 (de Brasília). Na semana passada, o Brasil atuou em Brasília, com dois triunfos, sobre China e Rússia, e uma derrota, para a República Dominicana.

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O técnico José Roberto Guimarães iniciou a partida com Macris, Paula Borgo, Mara, Bia, Gabi, Amanda e Leia, a líbero, como titulares. Mas o Brasil não foi bem no primeiro set, ao cometer muitos erros em todos os fundamentos. As holandesas aproveitaram e fecharam a parcial em 25 a 21.

As duas equipes foram irregulares no segundo set. O Brasil chegou a abrir 14 a 10, mas não manteve o ritmo e viu as adversárias empatarem. Com bloqueio bem postado e Gabi bem nas bolas decisivas, a seleção chegou a abrir 21 a 18, mas, por causa de erros na recepção, as holandesas viraram para 24 a 22. Gabi e Tainara conseguiram nova reviravolta no placar e as brasileiras fecharam em 30 a 28.

Os times melhoraram de produção no terceiro set e se revezaram na liderança do placar. As anfitriãs só conseguiram uma boa vantagem quando marcaram 11 a 8. Com saque agressivo e jogadas rápidas de meio e bloqueio, a Holanda marcou 16 a 11 e seguiu em vantagem até 19 a 14. Mas, a partir daí, as holandesas passaram a errar todos os ataques e ainda tiveram de conviver com o ótimo saque de Paula Borgo. O Brasil ganhou dez pontos, enquanto o time holandês só conseguiu um. Final do terceiro set: 25 a 20 para o Brasil.

A seleção brasileira voltou a jogar mal no quarto set. Mesmo assim conseguiu equilibrar o placar até 9 a 9. A Holanda, com destaque para Jasper, aproveitou a instabilidade brasileira para marcar 16 a 11. O time de Zé Roberto deu a impressão de que reagiria, quando chegou a 19 a 16, mas voltou a acumular falhas em todos os fundamentos. A Holanda aproveitou e fez 25 a 18.

Para se ter uma ideia da irregularidade brasileira, as holandesas cometeram 35 erros nos quatro primeiros sets, enquanto o time de Zé Roberto falhou 22 vezes. Mas a grande atuação de Gabi no tie-break garantiu mais uma vitória para o Brasil. A capitã marcou seis pontos e liderou a seleção no triunfo por 15 a 11. O ponto final saiu no belo ace de Lorenne.

As holandesas Juliet Lohuis, com 28 acertos, e Nicole Oude Luttikhuis, com 21, foram as maiores pontuadoras do jogo. Já Ana Beatriz fez 18 pontos pelo Brasil.

AGENDA - Depois de encarar a Bulgária, quinta-feira, a seleção brasileira seguirá para Lincoln, nos Estados Unidos, onde terá pela frente Alemanha, Coreia do Sul e as anfitriãs norte-americanas entre 4 e 6 de junho. Na quarta semana desta fase, entre 11 e 13 de junho, o time comandado por Zé Roberto jogará em Tóquio, no Japão, e terá pela frente as donas da casa, a Tailândia e a Sérvia. Já na quinta e última semana da fase classificatória, que ocorrerá entre 18 e 20 de junho, em Ancara, na Turquia, o Brasil pegará a Turquia, a Itália e a Bélgica.

O estágio final da competição, em Nanquim, na China, entre 3 e 7 de julho, contará com a seleção anfitriã e os cinco times mais bem colocados ao final da fase classificatória.

Com o retorno de Lucarelli, a seleção brasileira masculina de vôlei enfrentou menor dificuldade para superar o Canadá na noite desta sexta-feira, no mesmo ginásio do Taquaral, em Campinas (SP), que recebeu o amistoso de quarta. Desta vez, os brasileiros venceram por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/14 e 25/19.

Na quarta, o time comandado pelo técnico Renan Dal Zotto havia sofrido para bater os canadenses. E precisou de cinco sets para vencer por 3 a 2. As partidas servem de preparação para a estreia do Brasil na Liga das Nações, no dia 31, na Polônia.

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O destaque da noite foi o retorno de Lucarelli, ausente da seleção ao longo da temporada passada em razão de problemas físicos. Nesta sexta, ele anotou 11 pontos e foi o maior pontuador da equipe nacional. Outro destaque foi o central Flávio, com dez pontos.

Ao fim da partida, Flávio celebrou a sua boa estreia com a camisa da seleção principal. "Rola um friozinho na barriga, confesso, mas é normal. Depois fui acostumando, me sentindo bem, todos me apoiaram, e no decorrer do jogo fui ficando mais solto, mais relaxado. Foi um bom jogo, a equipe está de parabéns, crescemos da primeira para a segunda e saímos com uma boa vitória por 3 a 0 sobre uma equipe forte como o Canadá", comentou o jogador, campeão mundial pela equipe sub-23.

Nesta sexta, Renan escalou a equipe com o levantador Fernando Cachopa, o oposto Wallace, os centrais Flávio e Lucão, os ponteiros Lucarelli e Douglas e os líberos Thales e Maique. Ao longo do amistoso, entraram em quadra o levantador Thiaguinho e o oposto Alan.

Fernando Cachopa foi uma das surpresas da partida. No amistoso de quarta, ele sentiu uma lesão no ombro esquerdo no final do quarto set e foi substituído. Avaliado, foi aprovado para voltar a competir nesta sexta.

"A cada dia o nosso time vem pegando mais entrosamento, conhecendo melhor um ao outro, principalmente da minha parte. A cada treino vai afinando um pouco mais, hoje diminuímos um pouco os erros em relação a primeira partida e foi melhor. Ainda temos o que melhorar, temos uma semana para evoluir e vamos com tudo para a Liga das Nações", comentou o levantador.

Agora a seleção brasileira viaja na próxima segunda-feira direto para Katowice, na Polônia, onde estreia na Liga das Nações. O primeiro desafio será no dia 31, contra a seleção dos Estados Unidos.

Em sua estreia na temporada, a seleção brasileira masculina de vôlei sofreu na noite desta quarta-feira, mas derrotou o Canadá por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 25/17, 21/25, 25/20 e 15/10. O amistoso, disputado no ginásio do Taquaral, em Campinas, foi o primeiro teste da equipe Renan Dal Zotto neste ano.

As duas seleções voltam a se enfrentar na noite de sexta-feira, novamente em Brasília, encerrando esta série de dois amistosos de preparação para a Liga das Nações. Os brasileiros vão estrear na competição, que substituiu a Liga Mundial no ano passado, no dia 31 deste mês.

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Para este segundo duelo, Renan já tem uma preocupação. O levantador Fernando Cachopa sentiu uma lesão no ombro esquerdo no final do quarto set e foi substituído. Ele será reavaliado nesta quinta-feira.

"Não preocupa, fiquei com medo na hora, mas fiz uma avaliação com fisioterapeuta e médico. Me deram um remédio e vamos ver como vai acordar amanhã, mas acho que não vai ser nada preocupante", disse o jogador, reserva do levantador Bruninho, em entrevista ao canal Sportv. O titular só deve se apresentar para o início da Liga das Nações.

Buscando ritmo de jogo, a seleção brasileira oscilou ao longo dos cinco sets da partida e demonstrou certa falta de entrosamento em seu primeiro desafio numa temporada que deve ser pesada para jogadores e comissão técnica, em razão da Copa do Mundo, do Pré-Olímpico e também dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru.

Por isso, o ponteiro Wallace fez avaliação positiva deste primeiro jogo da equipe no ano. "Às vezes achamos que o Canadá não tem expressão, mas é um time chato de jogar. Sabíamos que daria trabalho. Ainda estamos nos entrosando. Mas foi um bom passo. Ganhar é sempre bom. E o caminho é longo ainda", disse Wallace.

Na Liga das Nações, o ponteiro terá um forte concorrente na briga por um lugar entre os titulares. O cubano naturalizado brasileiro Leal joga na mesma posição e foi incluído nesta convocação, a primeira de um estrangeiro na história da seleção.

Apesar da concorrência, Wallace garantiu que o reforço será bem recebido pela equipe. "Vai ser um bom teste, ver se ele consegue se adaptar aos treinamentos e ao time, mas ele vai ser bem recebido. O trabalho que ele mostrar nos treinos é que vai fazer ele jogar ou não", disse o ponteiro, antes de brincar com o novato na seleção. "Vai ter bastante roupa para ele lavar. Mas é isso que a gente faz com os novatos."

Um dos jogadores com maior destaque no vôlei brasileiro nas últimas décadas, o levantador Marcelinho, aos 44 anos, anunciou nesta quarta-feira a sua aposentadoria do esporte. Foram 26 anos em quadra como profissional, sendo que em 11 deles vestiu a camisa da seleção brasileira e colecionou conquistas como a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, na China, e os ouros no Mundial de 2006 e nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro.

Por clubes, o levantador passou pelos maiores do Brasil e da Europa - na Itália, Suíça e Grécia. Depois de defender o Corinthians/Guarulhos (SP) na atual edição da Superliga, Marcelinho anunciou a aposentadoria do vôlei.

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"Eu já vinha amadurecendo essa decisão nos últimos anos. Olhando a minha carreira, não faltou nada. Tive saúde para jogar em alto nível, sou realizado e muito feliz com tudo o que construí. Esse é o momento certo de parar", afirmou o jogador, que completa 45 anos em novembro.

Sobre o futuro, Marcelinho - que também foi campeão pela seleção da Copa do Mundo, da Copa dos Campeões e da Liga Mundial (cinco vezes) - cogita seguir no vôlei como treinador. Além disso, pensa em trabalhar com a esposa e em montar um projeto para trabalhar com crianças.

"Acho que tenho perfil para treinador. Preciso parar, me organizar, mas é um caminho possível, de preferência no Rio de Janeiro, para ficar perto da minha família. Gostaria de trabalhar com a minha esposa, nas escolas que ela administra, trabalhando com a criançada, e de repente montar um projeto de vôlei. O vôlei me deu tudo, me fez ser quem sou e agora começa uma nova etapa da minha vida", completou.

A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) anunciou nesta segunda-feira a relação de duplas participantes da próxima edição do Mundial de Vôlei de Praia e confirmou que o Brasil vai ser representado por oito parcerias, sendo quatro em cada naipe, na próxima edição do torneio, marcada para ser realizado de 28 de junho a 7 de julho, em Hamburgo, na Alemanha.

As duplas masculinas do Brasil que vão jogar o Mundial serão Evandro/Bruno Schmidt, André/George, Alison/Álvaro Filho e Pedro Solberg/Vitor Felipe. A definição dessas parcerias também indica as intensas mudanças que se deram recentemente no vôlei de praia brasileiro.

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Afinal, Evandro e André, agora separados, foram campeões mundiais em 2017, na última edição do torneio. Além disso, Bruno Schmidt e Alison, medalhistas de ouro olímpicos no Rio-2016, também jogarão em Hamburgo, mas com parceiros diferentes.

Na versão feminina do Mundial, a principal atração do Brasil será a dupla composta por Ágatha, medalhista de prata na Olimpíada do Rio, e Duda, que em 2018 foi eleita melhor atleta de vôlei de praia do mundo. As outras parcerias do País na competição vão ser: Barbara Seixas/Fernanda Berti, Maria Elisa/Carol Solberg, Ana Patrícia/Rebecca.

Além do Brasil, apenas os Estados Unidos também serão representados por quatro duplas em cada naipe do Mundial. No total, serão 48 parcerias em cada torneio, sendo que a FIVB distribuiu 45 vagas através do seu ranking mundial e de competições continentais. Nas próximas semanas, mais três parcerias masculina e feminina receberão convites dos organizadores.

Após 17 anos, o Minas voltou a ser campeão da Superliga Feminina de Vôlei. Com uma vitória por 3 sets a 1, com parciais de 17/25, 25/23, 25/14 e 28/26, sobre o Praia Clube, no ginásio Sabiazinho, na noite desta sexta-feira, em Uberlândia, a equipe de Belo Horizonte conquistou título após dominar toda a temporada - foram apenas quatro derrotas. O tradicional time mineiro retomou o domínio do torneio feminino após quase duas décadas de espera, encerrando a decisão de melhor de três jogos em 2 a 0.

A vitória dá ao Minas seu terceiro título nacional. Antes, o time da capital mineira havia vencido nas temporadas de 1992/1993, quando a competição ainda se chamava Liga Nacional, e de 2001/2002. Campeão na temporada passada, o Praia, por outro lado, amarga seu segundo vice - também caiu na decisão em 2015/2016, para o Rio de Janeiro.

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O título coroa uma temporada quase perfeita do Minas. Com um investimento alto, montou um time que ganhou quase tudo que disputou: foi campeão da Copa Brasil, do Sul-Americano e, agora, da Superliga. Ainda ficou com o vice do Mundial de Clubes.

Um dos destaques do jogo foi a central Carol Gattaz, que teve superar fortes cãibras no terceiro set, mas retornou para marcou o último ponto do jogo. "Isso resume a força do grupo. Nosso grupo foi assim o tempo inteiro. Essa superação foi do grupo. Sempre estivemos juntas. Não estava conseguindo voltar. Não consigo expressar em palavras a emoção do título", disse Gattaz.

A equipe do Praia, que buscava o bicampeonato, sentiu falta de jogadoras importantes, como Fernanda Garay e Francine, ambas contundidas. "A equipe do Minas merecia. Foi constante na temporada inteira", disse a central Fabiana.

Nesta terça-feira (23), o Sport TV contou com a participação de Jaqueline, bicampeã olímpica de vôlei, para dar um palpite sobre a final da Superliga entre Sesi-SP e Taubaté. Enquanto era entrevistada ao vivo, Jaque desmaiou ao ter uma queda de pressão.

A partida foi interrompida e Jaque, que é esposa do líbero Murilo, foi socorrida na beira da quadra do ginásio da Vila Leopoldina. Segundo o médico do Sesi-SP, Sérgio Xavier, a queda de pressão que ocasionou o desmaio da jogadora foi por conta do forte calor que estava no local.

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Jaqueline foi levada ao hospital e ficou de fora da comemoração da vitória do Sesi, time de Murilo, por 3 a 0 sobre o Taubaté.

Confira o vídeo:

A dupla pernambucana de vôlei de praia Breno e Jefferson conquistou a medalha de ouro no Circuito Paraibano na categoria sub-17. Gabi e Camila foram pratas no sub-19 e Carol e Tamiris no sub-21. O evento aconteceu nos dias 20 e 21 de abril.

Os atletas fazem parte do programa Recife Esportes de Rendimento. O projeto lançado pela Prefeitura do Recife em 2017 tem surtido efeito. As conquistas realizadas pelos atletas é a prva disso.

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As duplas Carol e Tamiris, do Sub-21 feminino; Breno e Jefferson, no Sub-17 masculino; e Denilson e Wesley Cristiano, do Sub-21 masculino, conquistaram o ouro no Circuito Pernambucano de Vôlei de Praia na semana passada.

Em 2018, Arthur e Wesley Luiz foram prata na etapa Recife da Copa Nordeste de Vôlei de Praia, disputada em julho em Natal; o atleta Arthur Vieira conquistou a segunda colocação na categoria Sub-19, enquanto que a dupla formada por Wesley Luiz e Dudu ficou com a medalha de bronze e Wesley Cristiano e Denílson conquistaram o bronze no Sub-19. Além disso, os atletas Breno e Lucélio terminaram o ano na liderança do ranking estadual após vencerem duas fases do Circuito Pernambuco de Vôlei de Praia.

Com informações da assessoria

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta segunda-feira (22) que o técnico Renan Dal Zotto convocou mais quatro jogadores para a seleção masculina. O treinador chamou o oposto Wallace, o ponteiro Maurício Borges e o central Maurício Souza, do Sesc RJ e o central Isac, do Sada Cruzeiro, visando as competições da temporada 2019.

Os quatro jogadores chamados nesta segunda fazem parte de times que foram eliminados nas semifinais da Superliga Masculina. E eles têm apresentação marcada para a próxima segunda-feira no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ).

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Esses jogadores vão se juntar a outros 11 atletas que já trabalham no CT da CBV. São eles: os levantadores Carísio, Cachopa e Thiaguinho, os opostos Rafael Araújo e Felipe Roque, os centrais Flávio e Matheus, os ponteiros Kadu, Honorato e Rodriguinho e o líbero Maique.

Lá, os jogadores vêm treinando sob o comando do auxiliar Marcelo Fronckowiak, pois Renan, o técnico da seleção, também dirige o EMS Taubaté Funvic, que decide a Superliga contra o Sesi-SP - o primeiro duelo da série melhor de cinco jogos vai ser realizado nesta terça-feira, em São Paulo.

Em 2019, a seleção masculina de vôlei tem uma agenda cheia, com participação na Liga das Nações, no Pré-Olímpico, no Campeonato Sul-Americano e na Copa do Mundo.

A seleção brasileira feminina de vôlei se apresentou nesta segunda-feira no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ) e já foram apresentados cinco pedidos de dispensa. 



Antes mesmo da convocação, as centrais Adenzia (Scandicci-ITA) e Thaisa (Hinode Barueri) já haviam comunicado o desinteresse em defender a seleção. Após o anúncio da lista de convocadas, a levantadora Dani Lins (Hinode Barueri) e também as líberos Camila Brait (Osasco-Audax) e Tássia Silva (Sesi Vôlei Bauru) pediram dispensa.

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A levantadora Dani Lins pediu dispensa da Seleção - Foto: Wikimedia

Para o início dos treinos que visam a disputa da Liga das Nações, do Campeonato Sul-Americano, do Pré-Olímpico e da Copa do Mundo, foram convocadas as levantadoras Roberta Ratzke (Sesc RJ) e Juma Silva (Hinode Barueri); a oposta Tandara Caixeta (Guangdong Evergrande); as ponteiras Amanda (Hinode Barueri), Drussyla Costa (Sesc RJ) e Gabi Cândido (Sesi Vôlei Bauru); as centrais Bia (Sesc RJ), Milka Medeiros (Hinode Barueri) e Lara Nobre (Fluminense); Natinha (Hinode Barueri) e, além de outras três jogadoras convidadas para participar das atividades preparatórias: a oposta Lorenne (Osasco-Audax) e as ponteiras Tainara Santos (Hinode Barueri) e Julia Bergmann (sem clube).

Além das jogadoras convocadas, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) apresentou também os profissionais que formarão a comissão técnica, que tem o comando do técnico tri-campeão olímpico José Roberto Guimarães: o supervisor Bernardo Villano, os preparadores físicos José Elias Proença e Caíque Botelho, o assistente Wagner Coppini (Wagão), o médico Júlio Nardelli, o fisioterapeuta Fernando Fernandes, o estatístico Luciano Tavares, os auxiliares de quadra Fabiano Marques e Alexandre Gomes, o médico fisiologista João Olyntho Neto e o nutrólogo Philippe Queiroz.

O primeiro desafio da seleção bi-campeã olímpica é a Liga das Nações, competição que substitui o Grand Prix da modalidade e que começa no dia 21 de maio. A equipe também tem pela frente o campeonato Sul Americano das seleções, o torneio pré-olímpico e a Copa do Mundo de Vôlei. 

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou nesta quinta-feira os nomes das primeiras jogadoras convocadas pelo técnico José Roberto Guimarães para a seleção brasileira. A listagem visa a disputa da Liga das Nações, do Campeonato Sul-Americano, do Pré-Olímpico para os Jogos de Tóquio-2020 e para a Copa do Mundo, competições que ocorrerão ao longo desta temporada.

Nesta primeira convocação foram incluídas as levantadoras Dani Lins, Roberta e Juma, a oposta Tandara, as ponteiras Amanda, Drussyla e Gabi Cândido, as centrais Bia, Milka e Lara e as líberos Camila Brait, Natinha e Tássia.

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A CBV confirmou que a apresentação deste primeiro grupo de atletas chamadas está marcada para a próxima segunda-feira, em Saquarema (RJ), onde fica o Centro de Desenvolvimento de Vôlei (CDV) da entidade.

Além destas convocadas anunciadas nesta quinta-feira, foram convidadas para participar deste próximo período de treinamentos do time nacional a oposta Lorenne, do Osasco-Audax, e as ponteiras Julia Bergmann (Hinode Barueri) e Tainara Santos, atualmente sem clube.

Confira a lista de jogadoras convocadas:

Levantadoras:

Dani Lins (Hinode Barueri)

Roberta Ratzke (Sesc-RJ)

Juma Silva (Hinode Barueri)

Opostas:

Tandara Caixeta (Guangdong Evergrande)

Centrais:

Ana Beatriz Silva (Bia) (Sesc-RJ)

Milka Medeiros (Hinode Barueri)

Lara Nobre (Fluminense)

Ponteiras:

Drussyla Costa (Sesc-RJ)

Amanda Francisco (Hinode Barueri)

Gabriela Cândido (Sesi Vôlei Bauru)

Líberos:

Camila Brait (Osasco-Audax)

Natália Pereira Araújo (Natinha) (Hinode Barueri)

Tássia Silva (Sesi Vôlei Bauru)

O Flamengo voltará a jogar na elite do vôlei na próxima temporada. Nesta quinta-feira, a equipe carioca garantiu presença na Superliga Feminina 2019/2020 ao derrotar o Maringá/AmaVôlei (PR) por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/16 e 25/17, no ginásio da AABB da Lagoa, no Rio, pelas semifinais da divisão de acesso, a Superliga B.

Como o Flamengo já havia vencido o primeiro confronto, fechou a série melhor de três jogos por 2 a 0, assegurando vaga na decisão e na elite do vôlei feminino. E o seu adversário na final, marcada para 13 de abril, sairá do duelo entre os paulistas Vôlei Valinhos e Bradesco Esportes, de Osasco. O time de Valinhos ganhou o primeiro duelo e será mandante no segundo, nesta sexta-feira.

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"A felicidade é muito grande, cheguei no Flamengo aos 19 anos. Tenho uma longa história aqui, foi onde aprendi a amar o voleibol. Fico muito feliz em saber que aqui ainda há espaço para sonho. Assumi esse projeto com convicção de que conseguiríamos evoluir e continuar fazendo um grande trabalho. Deixo um legado aqui para o clube", comentou Alexandre Ferrante, técnico da equipe feminina do Flamengo.

O Flamengo fez história na Superliga Feminina na temporada 2000/2001, quando foi campeão com um time que contava no seu elenco com Leila e Virna. O time agora finalista foi apresentado em julho de 2018 e precisou disputar a Superliga C para garantir a vaga na segunda divisão.

Na Superliga B, o Flamengo teve a segunda melhor campanha da primeira fase, depois passando pelo FEAC/AFC Franca, do interior paulista, nas quartas de final. Agora, então, conseguiu o acesso e vai buscar o título.

Na temporada 2019/2020 da Superliga, o Flamengo realizará o clássico Fla-Flu, pois o rival das Laranjeiras participa do torneio, tendo sido eliminado e ficado na sétima posição na atual edição do torneio.

Bernardinho se envolveu na noite de terça-feira em uma polêmica com a atacante Tiffany, primeira jogadora transexual a atuar na Superliga Feminina de Vôlei, no jogo em que seu time, o Sesc-RJ, foi eliminado pelo Sesi-Bauru nas quartas de final da competição. No Rio de Janeiro, a equipe carioca perdeu por 3 sets a 1 e ficou de fora das semifinais pela primeira vez desde que o treinador começou o projeto há 22 anos, sendo que vinha de 14 finais consecutivas. Mas foi uma frase que disse após um ponto de Tiffany que chamou mais a atenção: "Um homem, é foda!".

A imagem de Bernardinho pronunciando a frase em tom de desabafo foi flagrada por uma câmera da transmissão ao vivo da TV e reproduzida algumas horas depois, já na madrugada desta quarta-feira, em uma postagem no Instagram do time Angels Volley Brazil, equipe LGBT criada há 11 anos. "Transfóbicos e homofóbicos não vão passar sem serem apontados na nossa página! Pode ser o papa do vôlei… Vamos desmascarar todos! Parabéns para o time feminino do Vôlei Bauru, mulheres incríveis que ganharam jogando por merecimento e sem nenhuma vantagem", postou a equipe.

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Após uma enxurrada de críticas, logo pela manhã o ex-treinador das seleções feminina e masculina de vôlei se desculpou na mesma postagem do Angels Volley Brazil.

"Peço desculpas a todos. Não foi minha intenção de forma alguma ofendê-la. Me referia ao gesto técnico e ao controle físico que ela tem, comum aos jogadores do masculino e que a maior parte das jogadoras não tem. Sempre trabalhei e tentei ajudar com meu trabalho diversos jogadores e jogadoras sem qualquer tipo de preconceito. À Tiffany dou meus parabéns pela grande atuação e conquista e a todos que se sentiram ofendidos reitero minhas desculpas, pois jamais foi minha intenção", escreveu Bernardinho.

Em quadra, Tiffany foi a principal pontuadora da partida com 28 pontos. O Sesi-Bauru passou pelo Sesc-RJ por 2 a 1 na série melhor-de-três das quartas de final e agora terá pela frente o Praia Clube, de Uberlândia (MG), atual campeão da Superliga Feminina.

A central Thaisa, bicampeã olímpica, precisou se reinventar após uma grave lesão no joelho esquerdo. Ela teve de reaprender a bloquear, usa uma joelheira especial na perna para proteger o local a cada salto que dá, seja no jogo ou em treino, e agora colhe os frutos de todo esforço. Nesta terça-feira, quer ajudar o Hinode Barueri a se classificar para a semifinal da Superliga Feminina de Vôlei diante do Osasco-Audax, em casa - a série está empatada por 1 a 1 e quem vencer avança.

A tarefa é complicada, mas ela entrará na quadra do ginásio José Correa, em Barueri (SP), motivada por um recorde: superou a barreira dos mil pontos de bloqueio na história da competição. "Essa marca representa até muito mais do que se eu não tivesse passado pela situação que passei. Foi com muito treino, tentando manter a cabeça no lugar para conseguir ajustar. Talvez essa marca dos mil bloqueios antes não tivesse tanto significado como agora", festejou.

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Thaisa explica que seu joelho é valgo, ou seja, vai um pouquinho para dentro nos movimentos de salto. "E minha lesão foi justamente por esse movimento, ele foi para dentro e estourou meu menisco e fez um buraco na minha cartilagem", relembra a atleta, que precisou passar por uma cirurgia em junho de 2017. Foi um período de sacrifício e dificuldades, mas ela sabia que tinha condições de retomar a carreira em alto nível.

"Voltei a jogar a Superliga com muita dificuldade de deslocamento. A mecânica do meu corpo mudou completamente e estava muito difícil de ajustar. Teve jogos que eu saía chorando para o vestiário e falava: ‘Eu não sei o que está acontecendo, acho que estou bem, mas algo está errado’. Aí via que estava protegendo a perna. Fico feliz pela dificuldade que passei, com a ajuda de todos, mas também me dedicando, matando um leão por dia, para conseguir voltar a ser quem eu era", disse.

Aos poucos, Thaisa foi conseguindo evoluir e melhorando nos fundamentos. O ataque já está muito bom e os bloqueios vêm sendo aprimorados, até pela dinâmica diferente para completar a ação. "O bloqueio você depende de ter velocidade e conseguir ajustar a corrida. No ataque você tem um movimento mais cadenciado. No bloqueio você vai na velocidade da bola. Eu não conseguia perceber, mas estava protegendo minha perna, tentado sempre cair com a outra. Só consegui ver isso no vídeo, a gente não tem noção, porque o corpo faz isso automaticamente. Foi duro, mas aos poucos estou conseguindo ajustar para chegar lá".

Perfeccionista, Thaisa acha que pode render ainda mais. A marca superior a mil pontos de bloqueio na Superliga é só um estímulo a mais para a atleta. "Aos poucos eu venho ganhando confiança. As pessoas falam: ‘Você está bem’. Eu falo: ‘Ainda falta, tem de melhorar’. Sempre fui assim. Se saio com 28 pontos, lamento não ter feito 30, fico pensando na bola que errei. A tônica do atleta de alto rendimento é assim: nunca estar satisfeito com o próprio desempenho", admitiu.

Uma peça que ajudou a mudar sua vida após a lesão é a joelheira que utiliza para proteger o joelho operado. "As meninas falam que já faz parte do meu corpo, que é um pedaço de mim. Eu corro e faço aquecimento sem, mas no treino e jogo, para saltar, preciso usá-la. E ela é super confortável. É leve, quase não sinto. As pessoas acham que pode incomodar, mas não, muito pelo contrário. Ela me dá uma estabilidade, joga meu joelho para fora, protegendo, e isso me dá uma segurança absurda. Além disso ela não limita movimento. Tem de levantar um troféu para ela. Se não tivesse essa joelheira, não sei se eu conseguiria voltar ao mesmo nível que estou agora", revelou a central.

Com a cabeça na partida contra o Osasco-Audax, Thaisa quer ajudar o Hinode Barueri a avançar. O time não tem a tradição do adversário, mas em quadra e com a força da torcida, pode surpreender. "O favoritismo está lá com elas. O Hinode está apenas no segundo ano na Superliga e o Osasco já está há muito tempo, esteve em muitas finais, eu mesma já disputei quando atuei lá. Disputar os playoffs é isso aí, sempre jogo duro", disse.

Apenas dois dias depois de romper com André Stein, o campeão olímpico Alison tem um novo parceiro na briga por uma vaga nos Jogos de Tóquio-2020, no Japão. O "Mamute" vai encarar a disputa por um lugar na Olimpíada ao lado de Álvaro Filho, que estava formando dupla com Ricardo, medalha de ouro em Atenas-2004, na Grécia. A estreia da nova dupla só deve acontecer na etapa quatro estrelas de Xiamen, na China, pelo Circuito Mundial, no final de abril.

De acordo com Alisson, o convite a Álvaro Filho veio após reuniões com a comissão técnica e conversas com alguns treinadores. Mas uma indicação em especial, de Ricardo, pesou muito para a decisão. "Eu e Brachola (Leandro, técnico) conversamos bastante, falamos com alguns técnicos também, trocando informações, porque a decisão não era fácil e o tempo estava correndo. Mas foi depois de uma conversa com o Ricardo que tomamos a decisão. Tenho muito respeito e admiração por ele e a atitude que teve, poucos teriam", revelou.

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"Ricardo elogiou muito Álvaro e falou que abria mão da dupla para que Álvaro jogasse comigo. Ricardo disse que tem certeza de que faremos um time forte. É alguém muito especial, mais do que um ídolo do esporte, uma referência e um exemplo para mim. Álvaro é um jogador de muito talento, com bastante experiência, e vamos fortes para essa corrida olímpica. Treinar, treinar, dar o nosso melhor", continuou Alison, medalha de ouro nos Jogos do Rio-2016 e prata em Londres-2012.

Álvaro Filho, vice-campeão do Mundial de 2013 ao lado de Ricardo, agradeceu o convite e disse que o momento é de "viver um dia de cada vez". "Estou muito feliz pelo convite, em poder formar essa parceria com o Alison, alguém que admiro muito não apenas pelas conquistas, mas também pelas atitudes. Lembro da cirurgia que ele fez, do que ele passou e do que teve que superar, do poder de superação e da recuperação inspiradora que foi coroada com o ouro olímpico. Aprendi muito com Ricardo, hoje é mais do que parceiro, é mais do que um amigo... Essa atitude dele é algo louvável, que mostra o seu 'tamanho', seu caráter e a maneira como pensa o vôlei de praia. Ele é o padrinho desse time", disse.

Alison e André Stein vão colocar um ponto final na história da 'Dupla Capixaba' que buscava uma vaga Jogos de Tóquio-2020. No último fim de semana a dupla esteve na etapa 4 Estrelas do Circuito Mundial em Doha (Catar). Com alguns resultados abaixo do esperado André acabou tomando a decisão de encerrar a dupla e destacou 'o respeito e a amizade' com o 'Mamute' e com o técnico Leandro Andreão, o 'Brachola'.

“Não foi uma decisão fácil. Tínhamos muitas expectativas, um projeto bem planejado, mas, infelizmente, não conseguimos os resultados. Não foi por falta de empenho, de treino e dedicação. Estamos começando a corrida olímpica e, pensando no sonho que temos, de estar no Japão no ano que vem, acho que a hora de tomar essa decisão era agora. Tenho muito respeito e carinho pelo Alison, pelo Leandro, a amizade entre nós sai ainda mais fortalecida após esse período”, disse André.

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O Itambé/Minas (MG) vai representar o Brasil no Mundial de Clubes de vôlei, em dezembro, na China. A equipe mineira assegurou a classificação ao faturar o título do Campeonato Sul-Americano feminino neste sábado ao derrotar na final o Dentil/Praia Clube (MG), atual campeão da Superliga, por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/16 e 26/24. O duelo foi disputado na Arena Minas, em Belo Horizonte.

Com o resultado, o time comandado pelo técnico Stefano Lavarini selou a conquista sem perder um set sequer na competição internacional. Antes de triunfar sobre o rival brasileiro, o Minas bateu o Club Olympic, da Bolívia, o Boca Juniors e o San Lorenzo, ambos da Argentina.

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"Grande título, contra um grande time. Fizemos um grande jogo contra o Praia, que teve um saque muito forte e acreditou. Tiveram todas as oportunidades de ganhar o jogo, mas a gente ficou atento nas situações da partida e buscamos desenvolver bem o nosso jogo. Depois conseguimos impor o nosso saque/passe e trabalhamos muito bem os contra-ataques. Enfim, foi um excelente jogo, tivemos uma postura firme e merecemos o resultado", comemorou Lavarini.

Individualmente, o Minas também foi premiado neste sábado. Capitã da equipe, a central Carol Gattaz, foi eleita a melhor jogadora do torneio. E a levantadora Macris, a ponteira Gabi, a oposta Bruna e a líbero Leia foram eleitas para integrar a seleção da competição.

A ponteira Fernanda Garay e a central Fabiana, ambas do Dentil/Praia Clube, também integraram a seleção do Sul-Americano.

Técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Renan Dal Zotto agora vai dividir as suas atenções com outra função no esporte. Nesta quinta-feira (21), ele foi anunciado como novo treinador do EMS Taubaté Funvic, time do interior paulista que participa da Superliga.

Renan esteve em Taubaté na semana passada, quando acompanhou a disputa das finais da Copa Libertadores na cidade. O time da casa foi o quarto colocado no torneio, tendo perdido para o argentino Bolívar, que foi o campeão do torneio, nas semifinais, e o Sesi-SP, na disputa pelo terceiro lugar.

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Embora tenha anunciado a contratação, o Taubaté não revelou quando Renan iniciará o seu trabalho em substituição ao argentino Daniel Castellani, que conquistou dois títulos estaduais, mas foi demitido após a participação no torneio continental.

"É com imensa satisfação que nós da EMS Taubaté FUNVIC comunicamos que já temos nosso novo comandante. Trata-se do multicampeão e atual técnico da Seleção Brasileira Masculina de Vôlei, Renan Dal Zotto. Mais informações sobre a transição de comando e início dos trabalhos serão oferecidas em momento oportuno", anunciou a equipe em nota oficial.

O Taubaté o terceiro colocado na classificação da Superliga Masculina, atrás de Cruzeiro e Sesi-SP.

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