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Nesta terça-feira (23), o Sport TV contou com a participação de Jaqueline, bicampeã olímpica de vôlei, para dar um palpite sobre a final da Superliga entre Sesi-SP e Taubaté. Enquanto era entrevistada ao vivo, Jaque desmaiou ao ter uma queda de pressão.

A partida foi interrompida e Jaque, que é esposa do líbero Murilo, foi socorrida na beira da quadra do ginásio da Vila Leopoldina. Segundo o médico do Sesi-SP, Sérgio Xavier, a queda de pressão que ocasionou o desmaio da jogadora foi por conta do forte calor que estava no local.

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Jaqueline foi levada ao hospital e ficou de fora da comemoração da vitória do Sesi, time de Murilo, por 3 a 0 sobre o Taubaté.

Confira o vídeo:

A dupla pernambucana de vôlei de praia Breno e Jefferson conquistou a medalha de ouro no Circuito Paraibano na categoria sub-17. Gabi e Camila foram pratas no sub-19 e Carol e Tamiris no sub-21. O evento aconteceu nos dias 20 e 21 de abril.

Os atletas fazem parte do programa Recife Esportes de Rendimento. O projeto lançado pela Prefeitura do Recife em 2017 tem surtido efeito. As conquistas realizadas pelos atletas é a prva disso.

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As duplas Carol e Tamiris, do Sub-21 feminino; Breno e Jefferson, no Sub-17 masculino; e Denilson e Wesley Cristiano, do Sub-21 masculino, conquistaram o ouro no Circuito Pernambucano de Vôlei de Praia na semana passada.

Em 2018, Arthur e Wesley Luiz foram prata na etapa Recife da Copa Nordeste de Vôlei de Praia, disputada em julho em Natal; o atleta Arthur Vieira conquistou a segunda colocação na categoria Sub-19, enquanto que a dupla formada por Wesley Luiz e Dudu ficou com a medalha de bronze e Wesley Cristiano e Denílson conquistaram o bronze no Sub-19. Além disso, os atletas Breno e Lucélio terminaram o ano na liderança do ranking estadual após vencerem duas fases do Circuito Pernambuco de Vôlei de Praia.

Com informações da assessoria

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta segunda-feira (22) que o técnico Renan Dal Zotto convocou mais quatro jogadores para a seleção masculina. O treinador chamou o oposto Wallace, o ponteiro Maurício Borges e o central Maurício Souza, do Sesc RJ e o central Isac, do Sada Cruzeiro, visando as competições da temporada 2019.

Os quatro jogadores chamados nesta segunda fazem parte de times que foram eliminados nas semifinais da Superliga Masculina. E eles têm apresentação marcada para a próxima segunda-feira no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ).

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Esses jogadores vão se juntar a outros 11 atletas que já trabalham no CT da CBV. São eles: os levantadores Carísio, Cachopa e Thiaguinho, os opostos Rafael Araújo e Felipe Roque, os centrais Flávio e Matheus, os ponteiros Kadu, Honorato e Rodriguinho e o líbero Maique.

Lá, os jogadores vêm treinando sob o comando do auxiliar Marcelo Fronckowiak, pois Renan, o técnico da seleção, também dirige o EMS Taubaté Funvic, que decide a Superliga contra o Sesi-SP - o primeiro duelo da série melhor de cinco jogos vai ser realizado nesta terça-feira, em São Paulo.

Em 2019, a seleção masculina de vôlei tem uma agenda cheia, com participação na Liga das Nações, no Pré-Olímpico, no Campeonato Sul-Americano e na Copa do Mundo.

A seleção brasileira feminina de vôlei se apresentou nesta segunda-feira no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ) e já foram apresentados cinco pedidos de dispensa. 



Antes mesmo da convocação, as centrais Adenzia (Scandicci-ITA) e Thaisa (Hinode Barueri) já haviam comunicado o desinteresse em defender a seleção. Após o anúncio da lista de convocadas, a levantadora Dani Lins (Hinode Barueri) e também as líberos Camila Brait (Osasco-Audax) e Tássia Silva (Sesi Vôlei Bauru) pediram dispensa.

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A levantadora Dani Lins pediu dispensa da Seleção - Foto: Wikimedia

Para o início dos treinos que visam a disputa da Liga das Nações, do Campeonato Sul-Americano, do Pré-Olímpico e da Copa do Mundo, foram convocadas as levantadoras Roberta Ratzke (Sesc RJ) e Juma Silva (Hinode Barueri); a oposta Tandara Caixeta (Guangdong Evergrande); as ponteiras Amanda (Hinode Barueri), Drussyla Costa (Sesc RJ) e Gabi Cândido (Sesi Vôlei Bauru); as centrais Bia (Sesc RJ), Milka Medeiros (Hinode Barueri) e Lara Nobre (Fluminense); Natinha (Hinode Barueri) e, além de outras três jogadoras convidadas para participar das atividades preparatórias: a oposta Lorenne (Osasco-Audax) e as ponteiras Tainara Santos (Hinode Barueri) e Julia Bergmann (sem clube).

Além das jogadoras convocadas, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) apresentou também os profissionais que formarão a comissão técnica, que tem o comando do técnico tri-campeão olímpico José Roberto Guimarães: o supervisor Bernardo Villano, os preparadores físicos José Elias Proença e Caíque Botelho, o assistente Wagner Coppini (Wagão), o médico Júlio Nardelli, o fisioterapeuta Fernando Fernandes, o estatístico Luciano Tavares, os auxiliares de quadra Fabiano Marques e Alexandre Gomes, o médico fisiologista João Olyntho Neto e o nutrólogo Philippe Queiroz.

O primeiro desafio da seleção bi-campeã olímpica é a Liga das Nações, competição que substitui o Grand Prix da modalidade e que começa no dia 21 de maio. A equipe também tem pela frente o campeonato Sul Americano das seleções, o torneio pré-olímpico e a Copa do Mundo de Vôlei. 

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou nesta quinta-feira os nomes das primeiras jogadoras convocadas pelo técnico José Roberto Guimarães para a seleção brasileira. A listagem visa a disputa da Liga das Nações, do Campeonato Sul-Americano, do Pré-Olímpico para os Jogos de Tóquio-2020 e para a Copa do Mundo, competições que ocorrerão ao longo desta temporada.

Nesta primeira convocação foram incluídas as levantadoras Dani Lins, Roberta e Juma, a oposta Tandara, as ponteiras Amanda, Drussyla e Gabi Cândido, as centrais Bia, Milka e Lara e as líberos Camila Brait, Natinha e Tássia.

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A CBV confirmou que a apresentação deste primeiro grupo de atletas chamadas está marcada para a próxima segunda-feira, em Saquarema (RJ), onde fica o Centro de Desenvolvimento de Vôlei (CDV) da entidade.

Além destas convocadas anunciadas nesta quinta-feira, foram convidadas para participar deste próximo período de treinamentos do time nacional a oposta Lorenne, do Osasco-Audax, e as ponteiras Julia Bergmann (Hinode Barueri) e Tainara Santos, atualmente sem clube.

Confira a lista de jogadoras convocadas:

Levantadoras:

Dani Lins (Hinode Barueri)

Roberta Ratzke (Sesc-RJ)

Juma Silva (Hinode Barueri)

Opostas:

Tandara Caixeta (Guangdong Evergrande)

Centrais:

Ana Beatriz Silva (Bia) (Sesc-RJ)

Milka Medeiros (Hinode Barueri)

Lara Nobre (Fluminense)

Ponteiras:

Drussyla Costa (Sesc-RJ)

Amanda Francisco (Hinode Barueri)

Gabriela Cândido (Sesi Vôlei Bauru)

Líberos:

Camila Brait (Osasco-Audax)

Natália Pereira Araújo (Natinha) (Hinode Barueri)

Tássia Silva (Sesi Vôlei Bauru)

O Flamengo voltará a jogar na elite do vôlei na próxima temporada. Nesta quinta-feira, a equipe carioca garantiu presença na Superliga Feminina 2019/2020 ao derrotar o Maringá/AmaVôlei (PR) por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 25/16 e 25/17, no ginásio da AABB da Lagoa, no Rio, pelas semifinais da divisão de acesso, a Superliga B.

Como o Flamengo já havia vencido o primeiro confronto, fechou a série melhor de três jogos por 2 a 0, assegurando vaga na decisão e na elite do vôlei feminino. E o seu adversário na final, marcada para 13 de abril, sairá do duelo entre os paulistas Vôlei Valinhos e Bradesco Esportes, de Osasco. O time de Valinhos ganhou o primeiro duelo e será mandante no segundo, nesta sexta-feira.

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"A felicidade é muito grande, cheguei no Flamengo aos 19 anos. Tenho uma longa história aqui, foi onde aprendi a amar o voleibol. Fico muito feliz em saber que aqui ainda há espaço para sonho. Assumi esse projeto com convicção de que conseguiríamos evoluir e continuar fazendo um grande trabalho. Deixo um legado aqui para o clube", comentou Alexandre Ferrante, técnico da equipe feminina do Flamengo.

O Flamengo fez história na Superliga Feminina na temporada 2000/2001, quando foi campeão com um time que contava no seu elenco com Leila e Virna. O time agora finalista foi apresentado em julho de 2018 e precisou disputar a Superliga C para garantir a vaga na segunda divisão.

Na Superliga B, o Flamengo teve a segunda melhor campanha da primeira fase, depois passando pelo FEAC/AFC Franca, do interior paulista, nas quartas de final. Agora, então, conseguiu o acesso e vai buscar o título.

Na temporada 2019/2020 da Superliga, o Flamengo realizará o clássico Fla-Flu, pois o rival das Laranjeiras participa do torneio, tendo sido eliminado e ficado na sétima posição na atual edição do torneio.

Bernardinho se envolveu na noite de terça-feira em uma polêmica com a atacante Tiffany, primeira jogadora transexual a atuar na Superliga Feminina de Vôlei, no jogo em que seu time, o Sesc-RJ, foi eliminado pelo Sesi-Bauru nas quartas de final da competição. No Rio de Janeiro, a equipe carioca perdeu por 3 sets a 1 e ficou de fora das semifinais pela primeira vez desde que o treinador começou o projeto há 22 anos, sendo que vinha de 14 finais consecutivas. Mas foi uma frase que disse após um ponto de Tiffany que chamou mais a atenção: "Um homem, é foda!".

A imagem de Bernardinho pronunciando a frase em tom de desabafo foi flagrada por uma câmera da transmissão ao vivo da TV e reproduzida algumas horas depois, já na madrugada desta quarta-feira, em uma postagem no Instagram do time Angels Volley Brazil, equipe LGBT criada há 11 anos. "Transfóbicos e homofóbicos não vão passar sem serem apontados na nossa página! Pode ser o papa do vôlei… Vamos desmascarar todos! Parabéns para o time feminino do Vôlei Bauru, mulheres incríveis que ganharam jogando por merecimento e sem nenhuma vantagem", postou a equipe.

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Após uma enxurrada de críticas, logo pela manhã o ex-treinador das seleções feminina e masculina de vôlei se desculpou na mesma postagem do Angels Volley Brazil.

"Peço desculpas a todos. Não foi minha intenção de forma alguma ofendê-la. Me referia ao gesto técnico e ao controle físico que ela tem, comum aos jogadores do masculino e que a maior parte das jogadoras não tem. Sempre trabalhei e tentei ajudar com meu trabalho diversos jogadores e jogadoras sem qualquer tipo de preconceito. À Tiffany dou meus parabéns pela grande atuação e conquista e a todos que se sentiram ofendidos reitero minhas desculpas, pois jamais foi minha intenção", escreveu Bernardinho.

Em quadra, Tiffany foi a principal pontuadora da partida com 28 pontos. O Sesi-Bauru passou pelo Sesc-RJ por 2 a 1 na série melhor-de-três das quartas de final e agora terá pela frente o Praia Clube, de Uberlândia (MG), atual campeão da Superliga Feminina.

A central Thaisa, bicampeã olímpica, precisou se reinventar após uma grave lesão no joelho esquerdo. Ela teve de reaprender a bloquear, usa uma joelheira especial na perna para proteger o local a cada salto que dá, seja no jogo ou em treino, e agora colhe os frutos de todo esforço. Nesta terça-feira, quer ajudar o Hinode Barueri a se classificar para a semifinal da Superliga Feminina de Vôlei diante do Osasco-Audax, em casa - a série está empatada por 1 a 1 e quem vencer avança.

A tarefa é complicada, mas ela entrará na quadra do ginásio José Correa, em Barueri (SP), motivada por um recorde: superou a barreira dos mil pontos de bloqueio na história da competição. "Essa marca representa até muito mais do que se eu não tivesse passado pela situação que passei. Foi com muito treino, tentando manter a cabeça no lugar para conseguir ajustar. Talvez essa marca dos mil bloqueios antes não tivesse tanto significado como agora", festejou.

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Thaisa explica que seu joelho é valgo, ou seja, vai um pouquinho para dentro nos movimentos de salto. "E minha lesão foi justamente por esse movimento, ele foi para dentro e estourou meu menisco e fez um buraco na minha cartilagem", relembra a atleta, que precisou passar por uma cirurgia em junho de 2017. Foi um período de sacrifício e dificuldades, mas ela sabia que tinha condições de retomar a carreira em alto nível.

"Voltei a jogar a Superliga com muita dificuldade de deslocamento. A mecânica do meu corpo mudou completamente e estava muito difícil de ajustar. Teve jogos que eu saía chorando para o vestiário e falava: ‘Eu não sei o que está acontecendo, acho que estou bem, mas algo está errado’. Aí via que estava protegendo a perna. Fico feliz pela dificuldade que passei, com a ajuda de todos, mas também me dedicando, matando um leão por dia, para conseguir voltar a ser quem eu era", disse.

Aos poucos, Thaisa foi conseguindo evoluir e melhorando nos fundamentos. O ataque já está muito bom e os bloqueios vêm sendo aprimorados, até pela dinâmica diferente para completar a ação. "O bloqueio você depende de ter velocidade e conseguir ajustar a corrida. No ataque você tem um movimento mais cadenciado. No bloqueio você vai na velocidade da bola. Eu não conseguia perceber, mas estava protegendo minha perna, tentado sempre cair com a outra. Só consegui ver isso no vídeo, a gente não tem noção, porque o corpo faz isso automaticamente. Foi duro, mas aos poucos estou conseguindo ajustar para chegar lá".

Perfeccionista, Thaisa acha que pode render ainda mais. A marca superior a mil pontos de bloqueio na Superliga é só um estímulo a mais para a atleta. "Aos poucos eu venho ganhando confiança. As pessoas falam: ‘Você está bem’. Eu falo: ‘Ainda falta, tem de melhorar’. Sempre fui assim. Se saio com 28 pontos, lamento não ter feito 30, fico pensando na bola que errei. A tônica do atleta de alto rendimento é assim: nunca estar satisfeito com o próprio desempenho", admitiu.

Uma peça que ajudou a mudar sua vida após a lesão é a joelheira que utiliza para proteger o joelho operado. "As meninas falam que já faz parte do meu corpo, que é um pedaço de mim. Eu corro e faço aquecimento sem, mas no treino e jogo, para saltar, preciso usá-la. E ela é super confortável. É leve, quase não sinto. As pessoas acham que pode incomodar, mas não, muito pelo contrário. Ela me dá uma estabilidade, joga meu joelho para fora, protegendo, e isso me dá uma segurança absurda. Além disso ela não limita movimento. Tem de levantar um troféu para ela. Se não tivesse essa joelheira, não sei se eu conseguiria voltar ao mesmo nível que estou agora", revelou a central.

Com a cabeça na partida contra o Osasco-Audax, Thaisa quer ajudar o Hinode Barueri a avançar. O time não tem a tradição do adversário, mas em quadra e com a força da torcida, pode surpreender. "O favoritismo está lá com elas. O Hinode está apenas no segundo ano na Superliga e o Osasco já está há muito tempo, esteve em muitas finais, eu mesma já disputei quando atuei lá. Disputar os playoffs é isso aí, sempre jogo duro", disse.

Apenas dois dias depois de romper com André Stein, o campeão olímpico Alison tem um novo parceiro na briga por uma vaga nos Jogos de Tóquio-2020, no Japão. O "Mamute" vai encarar a disputa por um lugar na Olimpíada ao lado de Álvaro Filho, que estava formando dupla com Ricardo, medalha de ouro em Atenas-2004, na Grécia. A estreia da nova dupla só deve acontecer na etapa quatro estrelas de Xiamen, na China, pelo Circuito Mundial, no final de abril.

De acordo com Alisson, o convite a Álvaro Filho veio após reuniões com a comissão técnica e conversas com alguns treinadores. Mas uma indicação em especial, de Ricardo, pesou muito para a decisão. "Eu e Brachola (Leandro, técnico) conversamos bastante, falamos com alguns técnicos também, trocando informações, porque a decisão não era fácil e o tempo estava correndo. Mas foi depois de uma conversa com o Ricardo que tomamos a decisão. Tenho muito respeito e admiração por ele e a atitude que teve, poucos teriam", revelou.

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"Ricardo elogiou muito Álvaro e falou que abria mão da dupla para que Álvaro jogasse comigo. Ricardo disse que tem certeza de que faremos um time forte. É alguém muito especial, mais do que um ídolo do esporte, uma referência e um exemplo para mim. Álvaro é um jogador de muito talento, com bastante experiência, e vamos fortes para essa corrida olímpica. Treinar, treinar, dar o nosso melhor", continuou Alison, medalha de ouro nos Jogos do Rio-2016 e prata em Londres-2012.

Álvaro Filho, vice-campeão do Mundial de 2013 ao lado de Ricardo, agradeceu o convite e disse que o momento é de "viver um dia de cada vez". "Estou muito feliz pelo convite, em poder formar essa parceria com o Alison, alguém que admiro muito não apenas pelas conquistas, mas também pelas atitudes. Lembro da cirurgia que ele fez, do que ele passou e do que teve que superar, do poder de superação e da recuperação inspiradora que foi coroada com o ouro olímpico. Aprendi muito com Ricardo, hoje é mais do que parceiro, é mais do que um amigo... Essa atitude dele é algo louvável, que mostra o seu 'tamanho', seu caráter e a maneira como pensa o vôlei de praia. Ele é o padrinho desse time", disse.

Alison e André Stein vão colocar um ponto final na história da 'Dupla Capixaba' que buscava uma vaga Jogos de Tóquio-2020. No último fim de semana a dupla esteve na etapa 4 Estrelas do Circuito Mundial em Doha (Catar). Com alguns resultados abaixo do esperado André acabou tomando a decisão de encerrar a dupla e destacou 'o respeito e a amizade' com o 'Mamute' e com o técnico Leandro Andreão, o 'Brachola'.

“Não foi uma decisão fácil. Tínhamos muitas expectativas, um projeto bem planejado, mas, infelizmente, não conseguimos os resultados. Não foi por falta de empenho, de treino e dedicação. Estamos começando a corrida olímpica e, pensando no sonho que temos, de estar no Japão no ano que vem, acho que a hora de tomar essa decisão era agora. Tenho muito respeito e carinho pelo Alison, pelo Leandro, a amizade entre nós sai ainda mais fortalecida após esse período”, disse André.

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O Itambé/Minas (MG) vai representar o Brasil no Mundial de Clubes de vôlei, em dezembro, na China. A equipe mineira assegurou a classificação ao faturar o título do Campeonato Sul-Americano feminino neste sábado ao derrotar na final o Dentil/Praia Clube (MG), atual campeão da Superliga, por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/16 e 26/24. O duelo foi disputado na Arena Minas, em Belo Horizonte.

Com o resultado, o time comandado pelo técnico Stefano Lavarini selou a conquista sem perder um set sequer na competição internacional. Antes de triunfar sobre o rival brasileiro, o Minas bateu o Club Olympic, da Bolívia, o Boca Juniors e o San Lorenzo, ambos da Argentina.

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"Grande título, contra um grande time. Fizemos um grande jogo contra o Praia, que teve um saque muito forte e acreditou. Tiveram todas as oportunidades de ganhar o jogo, mas a gente ficou atento nas situações da partida e buscamos desenvolver bem o nosso jogo. Depois conseguimos impor o nosso saque/passe e trabalhamos muito bem os contra-ataques. Enfim, foi um excelente jogo, tivemos uma postura firme e merecemos o resultado", comemorou Lavarini.

Individualmente, o Minas também foi premiado neste sábado. Capitã da equipe, a central Carol Gattaz, foi eleita a melhor jogadora do torneio. E a levantadora Macris, a ponteira Gabi, a oposta Bruna e a líbero Leia foram eleitas para integrar a seleção da competição.

A ponteira Fernanda Garay e a central Fabiana, ambas do Dentil/Praia Clube, também integraram a seleção do Sul-Americano.

Técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Renan Dal Zotto agora vai dividir as suas atenções com outra função no esporte. Nesta quinta-feira (21), ele foi anunciado como novo treinador do EMS Taubaté Funvic, time do interior paulista que participa da Superliga.

Renan esteve em Taubaté na semana passada, quando acompanhou a disputa das finais da Copa Libertadores na cidade. O time da casa foi o quarto colocado no torneio, tendo perdido para o argentino Bolívar, que foi o campeão do torneio, nas semifinais, e o Sesi-SP, na disputa pelo terceiro lugar.

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Embora tenha anunciado a contratação, o Taubaté não revelou quando Renan iniciará o seu trabalho em substituição ao argentino Daniel Castellani, que conquistou dois títulos estaduais, mas foi demitido após a participação no torneio continental.

"É com imensa satisfação que nós da EMS Taubaté FUNVIC comunicamos que já temos nosso novo comandante. Trata-se do multicampeão e atual técnico da Seleção Brasileira Masculina de Vôlei, Renan Dal Zotto. Mais informações sobre a transição de comando e início dos trabalhos serão oferecidas em momento oportuno", anunciou a equipe em nota oficial.

O Taubaté o terceiro colocado na classificação da Superliga Masculina, atrás de Cruzeiro e Sesi-SP.

Dominante no vôlei nacional nos últimos anos, o Sada Cruzeiro conquistou mais um título. Neste domingo, o time se tornou campeão pela quarta vez da Copa Brasil ao derrotar na final o Fiat/Minas por 3 sets a 0, com parciais de 29/27, 25/22 e 25/22, na decisão realizada no ginásio Jones Minosso, em Lages (SC).

Os outros títulos do Cruzeiro na Copa Brasil foram em 2014, 2016 e 2018, sendo que agora o time se tornou o primeiro bicampeão consecutivo do torneio ao mata-mata ao triunfar em uma decisão que envolveu equipes mineiras.

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"No final, em um jogo equilibrado, difícil, ganhou o time que é mais cascudo e está mais acostumado a decidir. Os meninos do time do Minas têm muito valor. O Davy, o Felipe Roque, o Cledenilson, o Maique, todos têm muito talento, mas eles ainda não têm essa vivência de jogar uma final e isso pesa. Na hora de decidir, faz a diferença. Mais uma vez mostramos que somos um bom time, mas, na hora que vale, nosso time é melhor ainda", afirmou Serginho.

Na campanha do título da Copa Brasil, para a qual se classificou ao ser o segundo colocado do primeiro turno da Superliga, o Cruzeiro estreou com vitória por 3 a 1 sobre o Vôlei UM Itapetininga (SP). Depois, nas semifinais, passou pelo Copel Telecom Maringá Vôlei (PR), também por 3 a 1. Na final, o oposto Evandro foi o principal destaque do Cruzeiro ao marcar 13 pontos.

O capitão Filipe destacou a importância do Cruzeiro conquistar o título após passar por grande reformulação para a temporada 2018/2019 do vôlei. "Nosso time passou por grandes mudanças nesta temporada, mas a sede de vencer e a vontade de estar no primeiro lugar do pódio permanecem. Este título é resultado do trabalho do grupo, que se supera a cada dia. A equipe toda está de parabéns, muita gente duvidou do nosso time, por todas as mudanças que tivemos, mas mostramos que continuamos no topo", disse.

Em busca de vencer pela segunda vez o Aberto da Austrália, Rafael Nadal bateu o checo Tomas Berdych, neste domingo (20), em Melbourne, por 3 sets a 0, parciais de 6/0, 6/1 e 7/6 (7/4). O espanhol, 17 vezes campeão de Grand Slams, avançou às quartas de final da competição.

O único título de Nadal no torneio aconteceu em 2009, mas é a 11ª vez que ele alcança essa fase na Austrália. Para repetir o feito na atual edição, o ex-número 1 do mundo, atual segundo colocado no ranking da ATP, ganhou os primeiros nove games disputados, início arrasador que permitiu ao espanhol abrir 2 a 0. O espanhol fechou o jogo ao superar Berdych no tie break do terceiro set, o mais acirrado da partida.

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O adversário de Nadal será o norte-americano Frances Tiafoe, que superou batalha travada por 3h39 contra o búlgaro Grigor Dimitrov. O jogo terminou com o placar de 3 sets a 2, parciais de 7/5, 7/6 (8/6), 6/7 (1/7) e 7/5.

Vai ser a primeira vez que Nadal e Tiafoe vão se enfrentar. O jovem norte-americano, que completou 21 anos neste domingo, avançou às quartas de final de um Grand Slam pela primeira vez na carreira.

Em outro duelo pelas oitavas de final, o espanhol Roberto Bautista superou o croata Marin Cilic por 3 sets a 2, parciais de 6/7 (6/8), 6/3, 6/2, 4/6 e 6/4. Nas quartas, o vencedor do confronto vai enfrentar o suíço Roger Federer ou o grego Stefanos Tsitsipas, adversários neste domingo.

O Minas conseguiu uma histórica vitória neste sábado. Diante do poderoso Eczacibasi Vitra Istanbul, triunfou por 3 sets a 2, com parciais de 22/25, 26/24, 25/13, 23/25 e 15/12, e se classificou para a decisão do Mundial Feminino de Clubes de Vôlei, que está sendo realizado em Shaoxing, na China.

Esta é a segunda participação do Minas no Mundial e também a segunda vez que o time se classifica à final, sendo que em 1992 foi batido na decisão pelo italiano Teodora Ravenna. Agora, neste domingo, terá pela frente o vencedor da outra semifinal, entre o Praia Clube e o Vakifbank Istanbul, que será realizada ainda neste sábado.

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Até este sábado, o Minas vinha oscilando nas suas partidas na China. A equipe estreou no Mundial com um sofrido triunfo por 3 a 2 sobre o francês Volero Cannet, fez 3 a 1 no Zhejiang WVC e, já classificado às semifinais, poupou algumas titulares na derrota por 3 a 0 para o Vakifbank Istanbul.

Já o Eczacibasi tinha desempenho praticamente perfeito no Mundial. Afinal, havia triunfado nas três partidas que realizou na fase de grupos, derrotando Altay VC, do Casaquistão, e Supreme Chonburi, da Tailândia, ambos por 3 a 0, e batendo o Praia por 3 a 1. Neste sábado, porém, o time turco, campeão mundial em 2015 e 2016, parou no Minas.

Para derrotar o forte adversário, a equipe de Belo Horizonte contou com uma espetacular atuação de Natália, que terminou a partida com 31 pontos. Gabi também se destacou pelo Minas com 19, enquanto a sérvia Tijana Boskovic, com 27, e a norte-americana Jordan Larson, com 20, foram as maiores pontuadoras da equipe turca.

O equilíbrio marcou o primeiro set da partida, mas quase sempre com o Eczacibasi em vantagem, que chegou a ser de cinco pontos. E apesar da luta do Minas, a equipe turca triunfou por 25 a 22. O segundo set parecia encaminhado para nova vitória do Eczacibasi, que chegou a abrir 24 a 19. Mas aí o Minas conseguiu uma impressionante virada, com sete pontos consecutivos, para ganhar por 26 a 24.

Cheio de confiança, o time de Belo Horizonte foi avassalador no terceiro set. Se impôs diante do oponente turco, exibiu volume de jogo e fechou o terceiro set em 25 a 13. Mas embora atuando bem, o Minas passou a cometer alguns erros no quarto set e acabou permitindo as reação do Eczacibasi, que conseguiu se recuperar no quarto set para triunfar por 25 a 23.

No tie-break, o Minas largou na frente, mas também encontrou dificuldades contra um adversário que possui estrelas do vôlei mundial e chegou a encostar no placar. Mas o time conseguiu fechar a parcial em 15/12 com um ataque de Gabi, assegurando a sua passagem à final do Mundial.

Já classificadas para as semifinais, as equipes brasileiras foram derrotadas nesta sexta-feira na rodada final da fase de grupos do Mundial de Clubes de vôlei. Na cidade chinesa de Shaoxing, o Dentil/Praia Clube e o Minas Tênis Clube foram superados por rivais turcos, que são os favoritos a ficar com o título.

O Praia Clube, de Uberlândia (MG), foi o primeiro a entrar em quadra nesta sexta. A equipe convidada da organização e atual campeã da Superliga caiu diante do Eczacibasi Vitra Istanbul, de virada, pelo placar de 3 sets a 1, com parciais de 27/25, 21/25, 11/25 e 21/25.

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A central Ana Carolina e a oposta Nicole Fawcett foram os destaques da equipe do Brasil, com dez pontos cada. Mas a dupla acabou ofuscada pelos desempenhos decisivos de Jordan Larson, responsável por 23 pontos, e Tijana Boskovic, com 17.

Com o resultado, o time turco, que é comandado pelo técnico brasileiro Marco Aurélio Motta, chegou à terceira vitória em três jogos. Perdeu apenas um set, justamente para o Praia Clube, que veio a ficar em segundo na chave, com seis pontos. E as turcas garantiram a primeira colocação do Grupo B, com nove pontos.

Assim, o Eczacibasi assegurou o confronto com outro time brasileiro, na semifinal. O time da Turquia vai enfrentar o Minas neste sábado, às 10 horas (horário de Brasília).

O time brasileiro também encerrou sua participação na fase de grupos com derrota. Nesta sexta, foi batido pelo Vakifbank Istanbul por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 30/28 e 25/18. Ting Zhu, com 18 pontos, e Milena Rasic, com 12, foram as maiores pontuadoras do jogo, em favor da equipe turca. Pelo time do Brasil, Gabi Guimarães (14) e Bruna Honorio (9) foram os destaques.

Atual campeão mundial, o Vakifbank ficou em primeiro lugar no Grupo A, com nove pontos, sem perder um set sequer. E o Minas terminou a fase de grupos na segunda colocação, com cinco. O Vakifbank vai duelar com o Praia Clube na primeira semifinal deste sábado, às 7 horas (de Brasília).

O time de voleibol masculino da Univeritas/UNG, de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, venceu por 3 x 1 a equipe da faculdade cearense Ateneu na partida de estreia dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBS), ocorrida em Maringá, no Paraná.

A disputa começou equilibrada, mas no decorrer do jogo a equipe da Univeritas/UNG se destacou com resultados parciais de 25 a 21, 25 a 20, 23 a 25 e 25 a 22.

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Na avaliação do técnico Zeco, o jogo foi bem disputado e o time do Ceará é bastante experiente. “A vitória na estreia foi muito importante para a continuação, pois nesta fase se classifica apenas o primeiro colocado de cada grupo”, afirmou.

Foi um torneio de tiro curto, apenas duas partidas em dois dia, mas muito importante para o vôlei pernambucano. Após vencer a Associação K2 (GO), na quarta (25), o Náutico-UNINASSAU/VMelko encarou a Associação Francana (SP), nesta quinta (26), pela Superliga C de vôlei feminino.

A partida aconteceu na quadra do Bloco A da UNINASSAU, no bairro das Graças, que estava lotada. Quem vencesse seria o classificado à Série B 2019 do grupo A. No primeiro set, as donas da casa começaram com tudo e abriram cinco pontos de vantagem. As paulistas responderam e chegaram a empatar, mas deu Náutico-UNINASSAU por 25 a 18.

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A torcida se inflamou, mas a partir daí a Associação Francana cresceu no jogo e conseguiu uma virada espetacular: 25 x 20 no segundo set, 25 x 17 no terceiro e 25 x 19 no quarto, fechando a partida por 3 sets a 1. Com a vitória, o time paulista subiu e disputará a Série B no ano que vem.

O atual campeão Sada Cruzeiro enfrenta às 19h30 desta quarta-feira, o Vôlei Renata na abertura da 25ª edição da Superliga de vôlei masculino. São 12 times no masculino, que já entram em ação a partir de agora, e 12 no feminino, em um torneio que começa apenas no dia 13 de novembro, para acompanhar o calendário internacional da modalidade. O Mundial feminino acabou no sábado no Japão enquanto o masculino foi realizado semanas antes, entre os dias 9 e 30 de setembro.

A principal novidade desta edição da Superliga é o retorno da decisão no formato de playoff. Se a final deste ano foi realizada em dois jogos, com golden set para definir o campeão, no ano que vem será em melhor de três partidas no feminino e cinco no masculino, um pedido antigo das equipes que participam do torneio.

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"Temos como principal mudança a volta dos playoffs. Tivemos novamente a condição de finalizar a temporada com isso, então teremos melhor de três jogos nas quartas de finais, cinco jogos nas semifinais e cinco na final, algo que não acontece há mais de dez anos", explica Renato D’Avila, superintendente de competições de quadra da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

Vale lembrar que a Superliga de vôlei chegou a ser decidida em jogo único, por exigência da televisão, e isso muitas vezes incomodava os torcedores. Mas, depois de muita negociação, a CBV conseguiu promover o retorno dos playoffs. "A gente acredita que isso acrescente uma boa dose de emoção na fase final, pois é uma coisa que os clubes queriam há um bom tempo e conseguimos viabilizar", conta D’Ávila.

A competição masculina terá a participação de Sada Cruzeiro (MG), Sesi-SP, Sesc RJ, EMS Taubaté Funvic (SP), Fiat/Minas (MG), Vôlei Renata (SP), Corinthians-Guarulhos (SP), Caramuru Vôlei (PR), Copel Telecom Maringá Vôlei (PR) e São Judas Voleibol (SP), além de duas equipes que vieram da Superliga Série B: São Francisco Saúde/Vôlei Ribeirão (SP) e Vôlei UM Itapetininga (SP).

D’Avila lembra que a competição fará o uso da tecnologia para suas fases mais agudas. "Nós mantivemos a condição de ter o sistema de desafio, que tira dúvida das bolas marcadas pela arbitragem. As equipes podem desafiar e isso faz o jogo ser mais correto e ter decisões mais acertadas. Esse desafio vai ser utilizado somente a partir das semifinais", afirma.

TRANSMISSÃO - Outro ponto importante é a transmissão televisiva. A CBV tem o objetivo de transmitir todas as partidas da competição em um futuro próximo e fará isso na tevê aberta, fechada e por streaming, no site Globoesporte.com e Canal Vôlei Brasil, da CBV, em parceria com a TV Nsports.

"A gente considera que é uma temporada com uma cobertura muito maior. Teremos várias transmissões via streaming, além da tevê aberta com a Gazeta e na fechada com o SporTV. Estamos chegando muito perto de ter uma cobertura de 100% dos jogos, que é uma meta ambiciosa que a gente pretende alcançar, seja nesta temporada ou na próxima", diz D’Ávila.

A partida desta noite, que será disputada no ginásio do Taquaral, em Campinas, é válida pela sexta rodada da Superliga masculina. O jogo foi antecipado, pois os mineiros do Sada Cruzeiro, campeão das cinco últimas edições, vão disputar o Mundial de Clubes, entre 26 de novembro e 2 de dezembro. O torneio será na Polônia.

As brasileiras Maria Elisa e Carolina Solberg conquistaram neste domingo a medalha de bronze da etapa de Las Vegas, nos Estados Unidos, pelo Circuito Mundial do vôlei de praia. A partida contra as compatriotas Ana Patrícia/Rebecca acabou encerrada no segundo set, após uma entorse no tornozelo esquerdo de Ana Patrícia.

A lesão aconteceu no segundo set, quando a partida estava empatada por 16/16 - Ana Patrícia e Rebecca haviam vencido a primeira parcial por 21 a 19. A bloqueadora mineira de 1,94 metro ainda tentou retornar para o duelo, mas não conseguiu seguir em quadra. Assim, o placar oficial terminou com vitória por 2 sets a 1 (desistência do time B).

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Logo após a lesão, Maria Elisa e Carol imediatamente prestaram auxílio e ampararam Ana Patrícia. A defensora carioca comentou a medalha e lamentou a lesão da adversária.

"A gente nunca quer que nenhum atleta se machuque. É uma situação muito difícil, infelizmente aconteceu com ela e definiu o resultado da partida. Fizemos um jogo duríssimo ontem (na semifinal), disputado ponto a ponto, queríamos demais disputar a final, mas não conseguimos. Viemos para a disputa de bronze muito focadas, sabíamos que seria outro duelo muito forte, a Rebecca e a Ana Patrícia estão embaladas, perdemos o primeiro set mas estávamos na disputa do segundo. Queríamos muito essa medalha, não da forma como aconteceu, mas bola pra frente. Estamos felizes por estar no pódio do Circuito Mundial novamente", disse Maria Elisa após o final do jogo.

O bronze na etapa de Las Vegas rende 640 pontos no ranking do Circuito Mundial, além de cerca de R$ 37 mil em premiação. Já Ana e Rebecca somam 560 pontos e recebem cerca de R$ 29 mil. Foi o quinto confronto entre os times, com cinco vitórias de Maria Elisa/Carol.

"É uma medalha importante para nós, Maria e eu tivemos uma ótima temporada. Perdemos algumas disputas de bronze no ano, então queríamos muito vencer hoje. Sempre são jogos duros contra Ana e Rebecca, nos enfrentamos no Circuito Brasileiro muitas vezes. Infelizmente acabou acontecendo a lesão, é triste, mas faz parte do nosso esporte. Espero que ela se recupere rápido e possamos fazer outros jogos em breve", disse Carol Solberg.

Com o resultado de Las Vegas, as duplas brasileiras já somam cinco medalhas na temporada 2018/2019, que começou em setembro, após o World Tour Finals.

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