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Vinte ONGs que trabalham no apoio a pacientes com câncer participam do Projeto Driblando o Câncer, uma campanha nacional de mobilização contra o câncer, que realiza um jogo de futebol solidário, de celebridades, no dia 15 de dezembro, às 14h00, no Corinthians, Parque São Jorge.

“Objetivo do Projeto é chamar a atenção da opinião pública para a grave incidência do câncer no país, que vitima 600 mil brasileiros por ano e mata 240 mil. E o nosso intuito é unir todos os times de futebol para uma ação conjunta contra o câncer porque essa doença não escolhe time, raça, cor ou credo. Atinge a todos os cidadãos, de forma indiscriminada e cruel”, alerta Gil Santos, presidente da Craques Master, empresa realizadora do evento.

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Artistas, celebridade, médicos e anônimos estão se unindo ao Driblando o Câncer. Já estão confirmadas as participações no jogo de Cafu, Müller, Veloso, BiroBiro, Júnior (Pentacampeao), Aloísio (seleção brasileira), Luizão(Seleçao), Amaral(Seleçao), Edilson (seleçao),Gustavo Nery, Pavao(São Paulo), Zenon(Corintians), Zé Carlos (seleçao brasileira), Diney(Corintians), César Sampaio (Seleçao), Gilmar (Palmeiras ), Ademir da Guia (Divino) Jamelli (seleção brasileira) e Ronaldão (tetracampeão). Vários jogadores, de outros times, estão sendo convidados.

 Adriana Restum, influencer e empresária da Planet Girl, coordena o jogo preliminar feminino, que acontece antes do jogo oficial. Já estão confirmadas para jogar Sabrina Sato, Mary Alexandre, Suzy Cortez (Miss Bumbum World 2019) entre outras celebridades.

Câncer pode tornar-se a primeira causa de morte no país

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a incidência do câncer vai crescer e poderá se tornar a principal causa de morte no mundo. No Brasil, além do cenário também se confirmar, ainda há o desafio de uma população envelhecida, aliada a sistemas de saúde – tanto público, quanto privados – enfraquecidos financeiramente, o que, por vezes, inviabiliza tratamentos avançados, como é o caso das terapias alvo e da imunoterapia.

O diagnóstico precoce pode salvar muitas vidas. Quando diagnosticado em estágio inicial, o câncer tem 90% de chance de cura, além de permitir tratamentos menos invasivos e agressivos e maior possibilidade de salvar o paciente.

Segundo a comissão organizadora do Projeto, DRIBLANDO O CÂNCER objetiva alertar para a prevenção primária estimulando hábitos saudáveis de vida que incluem atividade física regular e alimentação de qualidade. Foca na necessidade do diagnóstico precoce para salvar vidas, pois 90% dos cânceres podem ser curados quando detectados precocemente. E reivindica priorização do câncer nas políticas públicas.

Serviço

Jogo solidário DRIBLANDO O CÂNCER

15 DE DEZEMBRO, 14h00 Corinthians - Parque São Jorge – Rua São Jorge, 777 Vila Moreira, São Paulo – SP

Para adquirir os ingressos ou combos – Clique aqui

Ingresso arquibancada R$ 10,00

Ingresso cadeira R$ 20,00

Kit 1 – Kit camiseta + Ingresso (arquibancada) R$ 60,00

Kit 2 – Kit camiseta + Ingresso (cadeira) R$ 70,00

Os bailarinos da companhia Exíbela vão participar do 18° Campeonato Brasileiro de Dança Esportiva em Cadeira de Rodas, em Juiz de Fora, Minas Gerais. Apoiados pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), o grupo formado por quatro dançarinos estará ao lado dos melhores atletas brasileiros da modalidade, entre os dias 18 e 19 de outubro.

Com ritmos que envolvem samba, jive, rumba, valsa e dança do Boto, Sérgio Júnior, Maria Iris, Wanderley Oliveira e Andreza Cardoso competirão nas categorias “Single”, quando o usuário de cadeira de rodas dança sozinho; “Combi”, formação da dupla composta por um cadeirante e um andante; e na Freestyle, que é um estilo livre.

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A competição nacional tem como intuito fomentar a inclusão e a diversidade, a partir da técnica e da arte da dança. O bailarino Sérgio, de 31 anos, tem paralisia cerebral e, com a cadeira motorizada, utiliza a dança como forma de expressão, além de adquirir movimentos que ele não tinha antes. “A arte trouxe mais benefícios para ele do que as fisioterapias e isso me deixa muito orgulhosa, pois se sente mais motivado e valorizado”, conta a mãe do atleta, Rose Vasconcelos.

Pela segunda vez participando da competição nacional, Sérgio busca uma boa colocação para poder participar do mundial, em 2020, na Rússia. “Tenho uma responsabilidade e uma dedicação que não tinha há dez anos. Minha expectativa para o campeonato é a melhor possível. Pretendo trazer o título para o Pará, assim como chegar a ser campeão mundial no ano que vem. Não me vejo sem a modalidade, pretendo continuar a praticar para o resto da minha vida”, disse o atleta.

Voltada para a inclusão da pessoa com deficiência, a dança esportiva tem conquistado cada vez mais espaço, pois contribui também na reabilitação e socialização das pessoas envolvidas. “Fico honrado em poder contribuir com os dançarinos que, através da dança, continuam a sua paixão independentemente das suas capacidades. Estaremos na torcida, tenho certeza que eles irão trazer os melhores resultados para o Estado”, acredita o titular da Seel, Arlindo Silva.

Para a professora e dançarina, Maria Iris, além de promover a cultura da dança, o campeonato almeja também a inclusão dos cadeirantes no esporte, proporcionando alegria. “Quando conheci a dança esportiva foi tudo novo e uma das experiências mais incríveis que tive. O trabalho, que é desenvolvido na Companhia, leva alegria para os outros e isso para mim é gratificante. As conquistas são consequências, mas iremos disputar para ganhar, por isso estou feliz em poder participar da competição”, frisa Maria Iris.

A disputa é promovida pela Confederação Brasileira de Dança em Cadeira de Rodas (CBDCR), responsável pela realização anual do evento, o que tem contribuído para a difusão da modalidade no Brasil. No mesmo período e em conjunto com o campeonato, ocorre a 18° Mostra Nacional de Dança Artística.

Da assessoria da Seel.

A polícia da Bulgária prendeu nesta quarta-feira seis torcedores sob acusação de racismo durante a partida entre a seleção local e a Inglaterra, disputada na segunda-feira, na cidade búlgara de Sofia, pelas Eliminatórias da Eurocopa-2020. As autoridades informaram também que identificaram 15 pessoas envolvidas nas demonstrações de preconceito, o que incluía gestos nazistas.

"Seis pessoas foram presas durante a operação da polícia de Sofia depois que foi apurado que eles eram alguns dos perpetradores dos atos de desordem", anunciou o Ministério do Interior da Bulgária, em comunicado. "Dos 15 torcedores identificados, nove já contam com informações obtidas pela polícia, incluindo reconhecimento facial."

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De acordo com o ministério, as evidências coletadas na apuração serão encaminhadas à Promotoria de Sofia. "Não toleramos este tipo de comportamento. Todos que violarem a ordem pública será investigado, alguns já foram presos e ações serão tomadas contra todos", disse Georgi Hadzhiev, comissário sênior do departamento de polícia da capital búlgara.

Os episódios racistas aconteceram durante a goleada de 6 a 0 da Inglaterra sobre a seleção da Bulgária, pela fase de grupos das Eliminatórias da Euro. O jogo foi interrompido por duas vezes no primeiro tempo por causa de cânticos racistas e saudações nazistas dos torcedores da equipe da casa.

Durante a primeira paralisação, o locutor advertiu que a partida poderia ser encerrada se os abusos racistas não parassem, cumprindo o primeiro passo do protocolo antirracismo da Uefa. Durante a segunda pausa, dezenas de torcedores da Bulgária responsáveis pelos cânticos saíram do estádio.

Os atos racistas foram condenados por políticos e dirigentes esportivos da Inglaterra e até pelo primeiro-ministro da Bulgária, que pediu a demissão do presidente da Federação de Futebol da Bulgária. Pressionado, Borislav Mihailov anunciou sua renúncia ao cargo na terça-feira.

PEDIDO DE DESCULPAS - Técnico da seleção da Bulgária, Krasimir Balakov pediu desculpas ao time inglês por conta dos gestos racistas - alguns eram cânticos que imitavam macacos. "Eu condeno fortemente e rejeito o racismo como forma de conduta que é contraditória às relações humanas na modernidade. Este é um preconceito que vem do passado e precisa ser erradicado para sempre", afirmou o treinador, em comunicado.

"Quero dizer algo bem claro: diante destes insultos, eu, como treinador da seleção nacional, peço desculpas aos jogadores da seleção inglesa e a todos que se sentiram ofendidos", disse Balakov. Os episódios racistas serão investigados pela Uefa, que já indicou que deve aplicar punição severa na federação búlgara.

As seleções peruana e uruguaia empataram por 1 a 1 nesta terça-feira (15), em amistoso disputado no Estádio Nacional de Lima e marcado pela reação da equipe visitante, que conseguiu arrancar a igualdade mesmo estando com um jogador a menos durante toda a etapa final.

As seleções já haviam se enfrentado em outro amistoso nesta Data Fifa, na última sexta-feira (11), quando os uruguaios haviam triunfado por 1 a 0, no Estádio Centenário, em Montevidéu, com o gol marcado por Brian Rodríguez.

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Esse, portanto, foi o terceiro duelo entre as seleções em 2019, pois as equipes tinham se enfrentado pelas quartas de final da Copa América, com o Peru avançado de fase na disputa de pênaltis após empate por 0 a 0 na Fonte Nova, em Salvador.

Atuando em casa, o Peru iniciou o amistoso desta terça-feira com Cueva, do Santos, e Guerrero, do Internacional, como titulares, mas foi dominado pela seleção uruguaia, que quase abriu o placar com Lozano logo nos minutos iniciais - o jogador do mexicano Santos Laguna acertou a trave em sua finalização.

Mas o controle uruguaio se esvaiu com a expulsão de Martín Cáceres por reclamação com a arbitragem, aos 26 minutos. Logo depois, aos 34, o Peru aproveitou a vantagem numérica para abrir o placar. Na jogada, Advíncula fez bela jogada individual e cruzou para Christofer González finalizar às redes, de cabeça.

O Uruguai, porém, cresceu no segundo tempo do amistoso, a partir das mudanças realizadas pelo técnico Oscar Tabarez, que deram mais organização e ofensividade à sua seleção. Mesmo com um a menos, se lançou ao ataque, enquanto o Peru recuou. E o gol de empate saiu aos 35 minutos. Viña cruzou para Darwin Núñez marcar de cabeça. O jovem atacante, de 20 anos, haviam entrado em campo aos 35 minutos, tendo ido às redes logo na sua estreia pela seleção uruguaia.

Na Data Fifa de novembro, o Uruguai tem um amistoso agendado contra a Hungria, no dia 15, em Budapeste. Já o Peru duelará com a Colômbia, no dia 14, em Miami, e contra o Chile, no dia 19, em Lima.

Os Jogos Mundiais Militares, cuja 7ª edição começa na próxima sexta (18) em Wuhan (China), foram organizados pela primeira vez por ocasião da celebração dos 50 anos do término da 2ª Guerra Mundial.

Desde sua primeira edição, em Roma (Itália), o evento tem como sua principal bandeira a promoção da paz. Para alcançar este objetivo reúne componentes de diferentes forças armadas, que muitas vezes são divididos por barreiras ideológicas e políticas, para se unirem em nome da amizade, diz o Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM), que tem papel importante na organização dos jogos.

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Brasil dos Jogos

O Brasil esteve presente em todas as edições do Jogos Mundiais Militares. Se, em 1995, o país ocupou uma modesta 36ª posição no quadro de medalhas, atualmente pode ser considerado uma das grandes forças da competição.

Esta mudança de patamar aconteceu em 2011, quando a delegação brasileira garantiu a primeira posição do quadro de medalhas com 114 conquistas (45 ouros, 33 pratas e 36 bronzes). Nesta oportunidade a sede foi a cidade do Rio de Janeiro.

Os Jogos de 2011 receberam 4.218 atletas representando 111 países. Os 10 dias do evento contaram com disputas em 20 modalidades, sendo que 6 delas eram tipicamente militares.

Quatro anos depois o Brasil voltou a ter uma campanha de destaque. Conquistou o total de 84 medalhas (34 ouros, 26 pratas e 24 bronzes) e garantiu a segunda posição no quadro de medalhas. Este histórico recente cria muita expectativa em relação à campanha brasileira nos Jogos de Wuhan.

Expectativa

Para a edição 2019 dos Jogos Mundiais Militares foi estabelecida como meta a manutenção do Brasil entre as três maiores potências desportivas militares entre todas as nações que integram o CISM. O evento também é visto, pelo Ministério da Defesa, como “uma importante etapa na preparação de nossos atletas militares para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020”.

Na cerimônia na qual se despediu da delegação brasileira que representará o Brasil na China, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, afirmou que os Jogos Mundiais Militares são “uma contribuição que as Forças Armadas dão ao desporto no Brasil".

Nos Jogos de Wuhan, o Brasil será representado por 350 atletas das três forças e de forças auxiliares, como policiais militares e bombeiros.

Paulo Henrique Ganso e Oswaldo de Oliveira foram advertidos, nesta segunda-feira, pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pelo bate-boca ocorrido na partida do Fluminense contra o Santos, em 26 de setembro, válida pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Por ser réu primário, o meia do time carioca está liberado para encarar o Athletico-PR na próxima quinta-feira (16), às 21h, no Maracanã.

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Já o treinador, que perdeu o emprego após a confusão, foi punido com dois jogos de suspensão pelo gesto obsceno feito em direção a torcedores na saída do gramado. Apesar de não ser mais funcionário do clube, Oswaldo foi defendido por advogados do Fluminense no julgamento.

Os zagueiros Digão e Frazan, também do Fluminense, expulsos na partida, foram julgados pela 1ª Comissão Disciplinar do Tribunal e foram punidos com um jogo de suspensão, já cumprido automaticamente contra o Grêmio. Marinho, atacante do Santos, outro que recebeu cartão vermelho na partida, foi absolvido.

O Fluminense soma cinco partidas de invencibilidade, com três vitórias (Bahia, Botafogo e Grêmio) e dois empates (Cruzeiro e Santos) no campeonato Brasileiro. Com isso, o clube tricolor se afastou da zona de rebaixamento, com 29 pontos, em 14º lugar.

A Ponte Preta segurou o empate sem gols diante do Atlético Goianiense, nesta segunda-feira, em pleno estádio Antônio Accioly, pela 29ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. No entanto, o time campineiro pode ver a distanciar para o G4 aumentar.

Há três jogos sem perder, a Ponte Preta terminou a noite na oitava posição, com 40 pontos, contra 43 do Coritiba, que ainda entrará em campo na rodada - o time paranaense pega o São Bento. Já o Atlético-GO, que anunciou nesta segunda a contratação do técnico Eduardo Barroca, ex-Botafogo, está em terceiro, com 48.

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O primeiro tempo foi de poucas emoções. A Ponte Preta propôs um jogo mais truncado, e conseguiu anular o Atlético. O time campineiro segurou o rival, que pouco criou, mas ficou aquém do esperado, já que, até por se tratar de um confronto direto, precisaria buscar o resultado positivo para se aproximar do G4.

Comandado de forma interina por Eduardo Souza, o Atlético teve de contornar as vaias e os pedidos por Matheuzinho vindos das arquibancadas. O time goiano criou apenas uma chance, em cabeceio de Aylon, que parou em uma defesa fácil de Ygor Vinhas. O lance que mais chamou a atenção foi o cartão amarelo recebido pelo técnico Gilson Kleina, que o tirou do próximo compromisso da Ponte Preta na Série B.

O segundo tempo foi totalmente diferente. O Atlético se abriu e saiu em busca da vitória. Mike tentou duas vezes, e em uma delas ficou na defesa de Ygor Vinhas. A Ponte Preta começou aos poucos a ter mais volume de jogo e pressionar, mas antes acabou sofrendo um susto.

Aos 21 minutos, Mike fez linda jogada e deixou com Moacir. O volante soltou o pé para defesa milagrosa de Ygor Vinhas. A resposta da Ponte Preta foi imediata. Roger recebeu livre de marcação e buscou o ângulo de Kozlinski. A bola passou muito perto, fazendo com que alguns torcedores comemorassem o gol que não saiu.

Antes do apito final, o time campineiro quase colocou tudo a perder. Marquinhos entrou forte em Mike e acabou expulso. Com um a mais, o Atlético pressionou, mas não chegou ao gol. Já a Ponte ainda obrigou Kozlinski a defender uma última tentativa, no arremate de Araos.

Na próxima rodada, o Atlético-GO enfrentará o Botafogo-SP na quinta-feira, às 19h15, no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto. No sábado, a Ponte Preta pega o Bragantino, às 16h30, no Moisés Lucarelli, em Campinas.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-GO 0 X 0 PONTE PRETA

ATLÉTICO-GO - Maurício Kozlinski; Reginaldo, Lucas Rocha, Gilvan e Nicolas; André Castro (Matheuzinho), Moacir e Jorginho; Jairinho (Victor Paraíba), Aylon (Rodrigo Rodrigues) e Mike. Técnico: Eduardo Souza (Interino).

PONTE PRETA - Ygor Vinhas; Diego Renan, Renan Fonseca, Airton e Guilherme Guedes; Washington, Camilo (Araos), Lucas Mineiro (Edson), Renato Cajá (Gerson Magrão) e Marquinhos; Roger. Técnico: Gilson Kleina.

ÁRBITRO - Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE).

CARTÕES AMARELOS - Jorginho, Gilvan e Mike (Atlético-GO); Lucas Mineiro e Gilson Kleina (Ponte Preta).

CARTÃO VERMELHO - Marquinhos (Ponte Preta).

RENDA - R$ 38.290,00.

PÚBLICO - 2.251 pagantes.

LOCAL - Estádio Antônio Accioly, em Goiânia (GO).

Se engana quem pensa que a carreira de Petr Cech como goleiro acabou. Ele apenas mudou de esporte e fez sua estreia no hóquei no gelo neste domingo (13) pela equipe do Guildford Phoenix, da Inglaterra. E logo na estreia ele foi escolhido como melhor em campo.

Ídolo de Chelsea e Arsenal, o arqueiro provou seu talento com gol e bola menor. A estreia de Cech como goleiro de hóquei terminou com duas defesas de pênaltis, uma defesa de shout-out e pôr fim a escolha de homem do jogo.

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O jogo ficou empatado em 2x2 e terminou com pênalti defendido pelo goleiro. A equipe de Cech atua em uma liga inferior na Inglaterra. Aos 37 anos de idade o goleiro parece ter encontrado um novo caminho a seguir na carreira.

Confira alguns lances:

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Desde que se tornou a primeira mulher com dois cinturões do UFC, todos os holofotes estão sobre Amanda Nunes. A brasileira, campeã dos pesos pena e galo, se considera a maior lutadora da organização e tem a convicção de que nenhuma adversária é capaz de tirar os seus títulos.

Para seguir fazendo história e garantindo o nome do Brasil na lista de campeões do Ultimate, Amanda tem pela frente uma revanche contra a holandesa Germaine de Randamie, marcada para 14 de dezembro, no UFC 245, em Las Vegas.

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Em entrevista ao Estado, ela revela quais são as estratégias para seguir com os seus cinturões, como está a sua relação com Dana White e os seus próximos planos para a vida pessoal e profissional.

Você se considera a maior lutadora do UFC?

Sim. É provado que eu sou a maior lutadora do UFC. Eu fico muito feliz em estar levando o nome do Brasil e continuar seguindo no topo da organização.

Ninguém é capaz de tirar os cinturões das suas mãos?

Ninguém vai tirar os meus cinturões. Eu acredito que estou evoluindo e aprendendo com os meus erros para ninguém conseguir enxergar eles nas lutas ou fazer estratégias para me vencer. Estou me policiando e repito que ninguém vai tirar esses títulos de mim.

Sente que está realizada após se tornar a primeira mulher com dois títulos da organização?

Realmente estou me sentindo realizada. Eu trabalhei bastante para chegar nesse momento e hoje estou colhendo os frutos de toda a dedicação e entrega ao esporte. Hoje posso dividir com vocês esse momento da minha vida que é muito importante.

Você já está se preparando para enfrentar a Germaine de Randamie?

Ainda preciso sentar com meus coaches [treinadores] e fazer a estratégia, pensar em tudo direitinho. Mas eu estou muito bem, me sentindo bem. O mais importante é que eu estou feliz e a felicidade traz a tranquilidade que você precisa para encarar qualquer problema na vida. Estou muito bem para essa luta.

Agora que você vai defender o cinturão dos galos, como está em relação ao peso?

Eu subi um pouco de peso depois da luta com a Cyborg, então descer de categoria é um problema para mim, mas eu faço um trabalho para "apertar" um pouco a dieta. Não posso comer tanto arroz, feijão e farinha. Chocolate também é um ponto fraco, sou chocólatra, mas dá para organizar tudo direitinho e chegar bem.

Quantas lutas ainda restam no seu contrato com o UFC?

Eu apenas posso falar que estou bem com o UFC e afirmar que sempre vou lutar pelo UFC.

O seu desejo é sempre lutar pelo UFC, mas já pensa na aposentadoria?

Eu vou lutar até quando o meu corpo aguentar. É o meu corpo que vai me falar quando eu preciso parar. Por enquanto, eu estou bem.

Como define a sua relação com o Dana White?

Eu defino a minha relação com o Dana como pai e filha. Nós sempre fomos próximos, mesmo antes dos cinturões. Teve um momento que a nossa relação deu uma estremecida, mas nós conversamos e colocamos tudo no lugar. É realmente como pai e filha e eu acredito que a conversa é a chave de tudo. Se você conseguir conversar, você chega longe e consegue colocar tudo no lugar. Está tudo bem agora.

Apesar da Cris Cyborg ter acertado a saída do UFC, acredita que ainda vai enfrentá-la?

Vou enfrentar se ela retornar para o UFC, porque eu sempre vou ser lutadora do UFC. Se ela voltar eu tenho certeza que estarei aberta para lutar novamente.

Atualmente você mora nos Estados Unidos e não vem com frequência para o Brasil. Pretende mudar essa rotina?

Agora eu estou retornando mais para o Brasil e ficando boa parte do meu tempo com a minha família. Eu pretendo aproximar ainda mais essa relação. Mas não me vejo morando no Brasil novamente. Eu tenho uma vida, rotina e estrutura lá fora.

Você e a Nina Ansaroff já haviam falado sobre o planejamento para ter um filho. Pretende dar uma pausa na carreira quando isso acontecer?

Nina faz parte de tudo o que está acontecendo na minha vida. Ela também é lutadora e entende bastante. Ela é quem está do meu lado para tudo e me apoia. Nós estamos felizes. Temos planos para o futuro e logo vocês vão ver uma "Amandinha" correndo por aí. Foi ela quem decidiu dar uma pausa na carreira e juntas estamos passando por esse processo de ter um filho. Posso te falar que é bem legal e diferente. Tem muita coisa envolvida, como psicólogo e hormônios. Realmente é muita coisa.

Tem uma data específica para o término do tratamento da Nina Ansaroff?

Ela já está no final do tratamento. Está tudo perfeito. Daqui para o final do ano nós vamos saber. Acredito que antes da minha luta eu já sei se ela está grávida ou não. E esse resultado é mais uma motivação para mim. Quero que meu filho ou filha veja as minhas lutas.

Depois do encerramento da sequência positiva de três vitórias no Campeonato Brasileiro com o empate sem gols contra o Internacional neste domingo (13), o Santos, garante o técnico Jorge Sampaoli, irá voltar a ter um desempenho favorável e engatar uma nova leva de bons resultados.

O treinador argentino considera que a campanha do líder Flamengo destoa das demais equipes, inclusive do Santos, lembrou do período ruim que seu time passou recentemente e disse que a ideia é conquistar a pontuação máxima possível sem pensar, ainda, no desfecho do campeonato.

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"Vencemos Vasco, Palmeiras, empatamos com o Inter, agora temos Ceará, Corinthians e Atlético-MG. Toda partida tem um sacrifício. Todos estão preparados para competir. Temos de respeitar os adversários. Flamengo está tendo um rendimento superlativo. Eles se preparam para este tipo de coisa também", avaliou Sampaoli.

"Vamos ver pelo que brigar em novembro. Tivemos um período ruim, vimos abrirem vantagem. Agora estamos tentando retomar pouco a pouco e seguir buscando", acrescentou o treinador.

Com o empate no Sul, o Santos soma 48 pontos e voltou a ocupar a terceira posição porque o Palmeiras, com o triunfo sobre o Botafogo, retomou o segundo posto, com dois pontos a mais. A diferença para o líder Flamengo aumentou para dez pontos.

O elenco do Santos se reapresenta na manhã desta segunda, no CT Rei Pelé. O treinamento terá apenas reservas em campo. Os titulares farão um trabalho regenerativo.

Haverá outras duas atividades antes do próximo duelo com o Ceará, marcado para quinta-feira, às 19h15, na Vila Belmiro, pela 26ª rodada do Brasileiro.

Um dia depois de Eliud Kipchoge se tornar o primeiro homem a correr uma maratona em menos de 2 horas (1h59min41s), outro atleta do Quênia alcançou uma marca histórica. Brigid Kosgei correu os 42,2km da Maratona de Chicago em 2h14min04s e obteve a melhor marca de todos os tempos na maratona feminina.

Kosgei, de 25 anos, superou a marca anterior de 2h15min25s estabelecida pela britânica Paula Radcliffe em 2003 na Maratona de Londres. A ex-competidora estava assistindo à corrida e saudou a nova detentora do recorde mundial e que havia vencido em Chicago no ano passado com o tempo de 2h18min35s.

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"Estou me sentindo bem e feliz porque não era esperado que eu corresse dessa maneira", disse, surpresa, a nova recordista. "Havia um pouco de vento, mas nada que prejudicasse o meu desempenho. Ainda tive o apoio da torcida, que me incentivou do início ao fim, o que me ajudou muito", adicionou.

Kosgei fechou os primeiros 5 quilômetros em 15min28s, um ritmo impressionante. A partir do décimo quilômetro ela passou a dosar as energias e, só nos últimos 5 quilômetros voltou a acelerar, o que a ajudou a quebrar o recorde mundial.

A etíope Ababel Yeshaneh, que fez 2h20min51, levou a prata em Chicago, e o bronze ficou com Gelete Burka, também da Etiópia, que terminou o percurso em 2h20min55.

A maratona de Chicago integra o circuito promovido pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês). Portanto, o recorde mundial de Kosgei foi homologado, o que não aconteceu com Kipchoqe porque a façanha do queniano foi obtida no "INEOS 1:59 Challenge", evento preparado especialmente para a tentativa em Viena, na Áustria.

MASCULINO - Quênia também colocou um competidor no lugar mais alto do pódio entre os homens. Lawrence Cherono finalizou a prova em Chicago em 2h05min45 e levou o ouro. Os etíopes Dejene Debela (2h05min46) e Asefa Mengstu (2h05min48) ficaram com a prata e o bronze, respectivamente.

"De repente, quando chegamos a 41 quilômetros, os outros corredores não estavam me pressionando novamente", afirmou Cherono. "Decidi chutar e senti que ainda estava tendo energia suficiente para dar o sprint. Tentei a sorte e deu certo."

Cherono venceu a Maratona de Boston em abril. Ele ostenta oito vitórias em maratonas na carreira. O atual campeão Mo Farah, que estabeleceu o recorde europeu no ano passado, terminou em nono, com o tempo de 2h09min58s.

A brasileira Beatriz Ferreira fez bonito e conquistou, na madrugada deste domingo (13), o ouro no Mundial de Boxe, que está sendo disputado na Rússia, na categoria leve (até 60 quilos). Com decisão unânime dos jurados, ela superou a chinesa Cong Wang em combate realizado na cidade de Ulan-Ude, sagrando-se a segunda brasileira a ganhar o título na história.

A atleta de 26 anos repetiu o feito da pioneira Roseli Feitosa, que também foi campeã do mundo em 2010, só que na categoria meio-pesado (81 kg). Agora, Bia acumula 24 medalhas em 25 competições das quais participou desde o início da carreira e desde 2017 não sabe o que é ficar de fora de um pódio. Em agosto, nos Jogos Pan-Americanos de Lima, ela também foi a primeira brasileira campeã do evento entre as mulheres no boxe.

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Durante toda a luta deste domingo, que teve a duração de três rounds de três minutos, seguindo o padrão olímpico, a baiana, mais baixa e veloz que a oponente, mostrou muito mais iniciativa que a asiática, o que fez com que, ao final do embate, fosse declarada vencedora por cinco votos a zero na avaliação do júri.

Bia começou na nobre arte aos quatro anos de idade na garagem de casa, onde seu pai, Raimundo, mais conhecido no boxe como Sergipe, dava aulas para crianças carentes da região.

Para chegar à decisão deste domingo, ela derrotou Keamogetse Kenosi, de Botsuana, por nocaute técnico no segundo assalto; a venezuelana Omailyn Alcalápor, após decisão unânime nas oitavas de final, e bateu a russa Natalia Shadrina em decisão dividida.

A medalha de ouro conquistada neste domingo, no entanto, não garante Bia Ferreira na Olimpíada de Tóquio no ano que vem, uma vez que A Associação Internacional de Boxe (AIBA) não é reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) após investigações, crise financeira e afastamento do presidente. Com isso, Bia terá de buscar a vaga olímpica no Pré-Olímpico da Américas de Buenos Aires, Argentina, em março, ou no Pré-Olímpico Mundial, em maio.

Agora campeã do mundo, a soteropolitana segue para a China, onde, ao lado de Graciele Jesus e Jucielen Cerqueira, vai disputar o Mundial Militar.

O zagueiro Marquinhos reconheceu a atuação ruim da seleção brasileira no empate por 1 a 1 com a Nigéria, neste domingo (13), no em amistoso internacional realizado em Cingapura. Com o resultado, time comandado por Tite já acumula quatro partidas sem vitória após a conquista da Copa América, em julho.

A equipe nacional repetiu o placar da última quinta-feira, quando também na cidade-estado asiática não conseguiu superar a seleção de Senegal. Antes, em setembro, já havia empatado com a Colômbia (2 a 2) e sido derrota pelo Peru (1 a 0), com ambas as partidas sediadas nos Estados Unidos.

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"O problema da ausência ofensiva parte do coletivo. Nesses dois amistosos (Senegal e Nigéria), enfrentamos seleções com um porte físico forte, que deixam poucos espaços e jogam com intensidade. Deveríamos circular mais o jogo, fazer a triangulação. Caímos no jogo deles", lamentou Mo zagueiro do PSG, em entrevista à TV Globo.

"Fizemos dois jogos de testes para ver as formações. É um período para se testar, mas precisamos o mais rápido possível encontrar o nosso padrão. Os times tinham dificuldade de entrar na nossa defesa. Estamos tendo um pouco de vulnerabilidade", admitiu.

Para o volante Casemiro, autor do único gol brasileiro no amistoso deste domingo, a Seleção teve dois tempos distintos. O jogador do Real Madrid reconheceu que o primeiro tempo foi ruim, mas avaliou que o time melhorou na etapa final.

"Falando de resultado, claro que nunca é favorável, principalmente pela qualidade técnica do nosso time. Ainda mais se tratando de Brasil, queremos buscar a vitória. O resultado não é bom, mas dentro do que apresentamos hoje, na minha opinião, a atuação foi boa. O resultado não é bom, mas a segunda parte foi boa sim", apontou.

Se já era destaque do Brasil na ginástica artística por já ser medalhista olímpico, Arthur Nory agora pode encher o peito e gritar: "Sou campeão do mundo". Neste domingo, o paulista de Campinas conquistou o ouro na barra fixa do Mundial da modalidade, disputado em Stuttgart.

Com uma apresentação quase perfeita, o atleta de 26 anos aterrissou com uma expressão de extrema felicidade pelo próprio desempenho, que acabou lhe rendendo a nota de 14,900 pontos e o lugar mais alto no pódio na última competição do evento, iniciado em 4 de outubro. O croata Tin Srbic (14,666) e o russo Artur Dalaloyan (14,533) completaram o pódio.

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Com o primeiro ouro em mundiais na carreira, Nory engorda seu currículo, que já contava com uma medalha de bronze conquistada no solo na Olimpíada do Rio-2016, se credenciando de vez como um dos favoritos na disputada da barra fixa para Tóquio-2020.

A vitória em Stuttgart pode representar uma virada na trajetória do atleta, que sequer era cotado para o ouro no Mundial e havia sido superado pelo compatriota Chico Barreto nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em julho deste ano. Antes, em maio, teve diagnosticado um problema crônico no joelho, o que fez com que modificasse sua rotina de treinamentos.

Neste domingo, com um 14,600, Nory passou à final deixando para trás nomes como o holandês Epke Zonderland, um dos grandes favoritos, que acabou caindo nesta fase. No momento crucial, foi o quinto a se apresentar, melhorando sua nota obtida na etapa anterior em três décimos, e teve de esperar que sua marca não fosse superada. No fim, a torcida funcionou e o brasileiro pôde, enfim, comemorar o feito.

Com a láurea, o atleta se junta a Daiane dos Santos, Arthur Zanetti e Diego Hypolito no rol dos brasileiros que já se sagraram campeões do mundo na ginástica.

A norte-americana Simone Biles quebrou o recorde de maior número de medalhas de todos os tempos obtido por qualquer ginasta no Mundial de Ginástica Artística. Ela garantiu mais dois ouros neste domingo (13), um no solo e outro na trave, na atual edição do evento que está sendo realizada em Stuttgart, na Alemanha. Nos mesmos eventos, a brasileira Flávia Saraiva ficou em quarto e sétimo lugar, respectivamente.

Com mais essas duas láureas, Biles soma 25 medalhas na competição. A melhor marca anterior era do ginasta bielo-russo Vitaly Scherbo, com 23 conquistas. Ela já havia conquistado o ouro por equipes na última terça-feira; no individual geral, na quinta-feira, e no salto neste sábado. Das 25 medalhas, 19 são ouro, contra 12 de Scherbo.

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No domingo, a ginasta de 22 anos conseguiu uma nota 15,066 na trave após uma rotina quase perfeita, optando por uma desmontagem mais simples do que o duplo-duplo - um giro duplo dentro de um backflip duplo - realizado no início do campeonato. Já tanto a prata como o bronze ficaram com a China: Liu Tingting fez 14,433 e Li Shijia, com um somatório de 14,300.

E o desempenho da americana poderia ser ainda mais espetacular não fosse o quinto lugar nas barras assimétricas, no sábado, que acabou com as chances de Biles ganhar uma medalha em todos os seis eventos dos quais participou, O feito já havia sido alcançado por ela no ano passado, em seu retorno ao Mundial depois de optar por um ano sabático em 2017.

A representante do Brasil nas duas provas foi Flávia Saraiva. A atleta carioca ficou muito perto de um pódio no solo ao obter uma nota 13,966 em sua apresentação e ficou a míseros 0,100 de faturar uma medalha de bronze.

"Cada atleta tem seu potencial. Dei o meu melhor. Competição é competição. Agora é voltar para casa e trabalhar cada décimo para melhorar. Sempre têm passadas melhores, mais difíceis para se fazer - comentou Flávia, em entrevista ao canal SporTV.

Na disputa da trave, Flávia, de 20 anos, caiu logo na primeira tentativa de acrobacia, mas ficou com a sexta colocação após uma bela apresentação na última série, fechando seu somatório em 13,400.

Segundo lugar no GP do Japão de Fórmula 1, realizado na madrugada deste domingo (13), Sebastian Vettel lamentou seu mau desempenho no início da prova, o que, para ele, foi determinante para que perdesse a prova, da qual largou como pole position: "Foi uma péssima largada".

O tetracampeão, acelerou seu carro antes da autorização para largar. Sentindo que tinha errado, ele teve de segurar novamente a arrancada. Quando tentou sair novamente, Valtteri Bottas, da Mercedes, fez a ultrapassagem. O finlandês acabaria sendo o vencedor da prova.

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"As luzes estavam acesas havia muito tempo, mas foi um erro meu, perdi a inércia e foi pior do que um começo ruim, foi um começo muito ruim e depois foi difícil porque a Mercedes foi muito rápida e tinha mais ritmo do que nós", explicou o piloto, que teve de segurar a pressão de Lewis Hamilton para manter o segundo posto no final da corrida.

"Não foi um bom dia, não tivemos ritmo, o segundo lugar acabou sendo razoável. Pena o que aconteceu com Charles (Leclerc), pois poderíamos ter desafiado as Mercedes um pouco mais", acrescentou o alemão, sobre o ainda pior domingo vivido por seu colega de escuderia.

O monegasco largou em segundo no grid e também foi ultrapassado por Bottas. Para piorar sua situação, terminou num modesto sétimo lugar após se enroscar com a Red Bull de Max Verstappen enquanto o holandês tentava uma ultrapassagem, cair para o sexto posto e ainda terminar punido pela direção da prova em 15 segundos, o que lhe custou uma posição, cedida ao australiano Daniel Ricciardo.

Terminado o GP e com sua punição decretada, Leclerc foi ao Twitter para se desculpar com Verstappen e admitir a falha. "Foi erro meu. Arruinou a corrida de Max e nos colocou em má situação para o restante da prova", postou o piloto da Ferrari.

Com a presença do presidente Jair Bolsonaro no estádio do Pacaembu, o Palmeiras derrotou o Botafogo por 1 a 0 na noite deste sábado (12), mas poderia ter deixado o local com um resultado bem melhor, diante das diversas chances de gol perdidas. Pelo menos, o time alviverde conseguiu se manter na caça ao líder Flamengo e passou provisoriamente a ocupar a vice-liderança da tabela, desbancando o Santos.

Com o resultado, o Palmeiras chegou aos 50 pontos, três a mais que o Santos e cinco a menos que o Flamengo. O Santos visitará o Internacional e o Flamengo vai enfrentar o Athletico-PR, em Curitiba, neste domingo, no complemento desta 25ª rodada. Já o Botafogo estacionou nos 30 pontos, no 12º lugar, ainda sem contar com o técnico Alberto Valentim na beira do gramado.

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Bolsonaro foi ao Pacaembu para acompanhar seus dois times de coração. Ele já disse algumas vezes que torce para o Palmeiras em São Paulo e Botafogo no Rio. Mas, antes de a bola rolar, arriscou que o time alviverde venceria por 3 a 0, deixando clara sua preferência entre os dois clubes. Não foi o resultado que ele imaginava, mas como todo palmeirense, deve ter deixado o Pacaembu satisfeito.

Já o torcedor do Botafogo teve poucos momentos de alegria ou expectativa positiva no Pacaembu. Antes da bola rolar, botafoguenses gritaram: "É Sandy e Júnior", fazendo referência ao show no Allianz Parque que fez com que a partida fosse transferida para o Pacaembu. Aos 5 minutos, Leonardo Valencia acertou um forte chute de fora da área e mandou por cima do gol de Fernando Prass. E esses foram os momentos de euforia dos visitantes. No resto do tempo, o Palmeiras foi quem ditou o ritmo de jogo e dominou a partida.

Bruno Henrique arriscou primeiro, de fora da área, e mandou por cima do gol. O Palmeiras tinha dificuldades para abrir a defesa alvinegra. O empate seria um ótimo resultado para os cariocas. Então, o jeito encontrado pelos palmeirenses foi apostar em quem menos se esperava como elemento surpresa no ataque. Aos 14, Thiago Santos tabelou com Scarpa e com categoria entrou na área, tirou de Diego Cavalieri e mandou para as redes. Um belo gol que arrancou aplausos do presidente Jair Bolsonaro. E, provavelmente, um dos mais bonitos na carreira do volante, que não é de fazer muitos gols.

O Palmeiras ainda teve mais uma chance de ampliar a vantagem no primeiro tempo, mas Deyverson não conseguiu aproveitar. Aliás, o atacante, que voltou ao time graças a lesão de Luiz Adriano, demonstrou muita vontade e claramente estava ansioso para marcar e tentar amenizar as críticas da torcida. Ele foi o único jogador que teve o nome vaiado durante o anúncio da escalação pelo sistema de som.

Na etapa final, a pressão palmeirense foi ainda maior. Parecia uma bliz alviverde e Prass praticamente assistiu ao jogo. Bruno Henrique, Dudu, Scarpa... Todo mundo tentou marcar mais um, para evitar surpresas nos minutos finais. Mano cansou de ver Deyverson correndo para lá e para cá, sem objetividade, e decidiu apostar em Henrique Dourado, que quase marcou de cabeça, mas desviou para fora.

O cenário do jogo foi o mesmo até os minutos finais: o Botafogo, sem criatividade e sem força ofensiva, e o Palmeiras, pressionando e errando no último lance. Bruno Henrique chegou a marcar um gol, mas o árbitro assinalou o correto impedimento. Aos 47, Henrique Dourado saiu cara a cara com Cavalieri e chutou rasteiro para uma grande defesa do goleiro. E lá se foi mais uma chance perdida, que, para a sorte dos palmeirenses, não custou tão caro. O time conseguiu voltar a vencer e avisou ao Flamengo e Santos que não está fora da briga pelo título do Brasileiro.

FICHA TÉCNICA:

PALMEIRAS 1 x 0 BOTAFOGO

PALMEIRAS - Fernando Prass; Marcos Rocha, Luan, Vitor Hugo e Diogo Barbosa; Thiago Santos (Matheus Fernandes), Bruno Henrique, Gustavo Scarpa e Zé Rafael (Lucas Lima); Dudu e Deyverson (Henrique Dourado). Técnico: Mano Menezes.

BOTAFOGO - Diego Cavalieri; Fernando, Joel Carli, Gabriel e Gilson (Igor Cássio); Alan Santos (Marcos Vinícius), Gustavo Bocheca e João Paulo (Yuri); Leonardo Valencia, Vinícus Tanque e Luiz Fernando. Técnico: Bruno Lazaroni (interino).

GOL - Thiago Santos, aos 14 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS - Fernando, Thiago Santos, Luan e Joel Carli.

ÁRBITRO - Anderson Daronco (RS).

RENDA - R$ 578.605,00.

PÚBLICO - 19.028 pagantes.

LOCAL - Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).

O LGBTQ+Queimado Solidário, ação desenvolvida pela comunidade LGBTQ+ do Recife, tem o intuito de angariar mantimentos para abrigos e institutos. A segunda edição, que aconteceu em Boa Viagem, reuniu mais de 27kg alimentos e a expectativa é de que o apoio cresça nas próximas edições.

Cerca de 60 pessoas entre membros, e apoiadores, da comunidade LGBTQ+ do Recife, se reuniram no dia 6 de outubro, na praia de Boa Viagem, para fazer parte da ação. Além de diversão com o jogo de queimado, os presentes reuniram 27,5Kg de alimentos, 29 peças de roupas, brinquedos e produtos de higiene pessoal. As doações serão encaminhadas para o Instituto Transviver e o Orfanato Lar do Neném.

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“É de uma grande importância estarmos juntos em um momento tão difícil no qual estamos passando atualmente, então a união da comunidade LGBTQ+ se faz necessária, além de ajudarmos juntos instituições em situação precárias”, afirma Victor Calado, um os organizadores do evento.

A próxima edição do Queimado Solidário será realizada no dia 27 de outubro, em Boa Viagem. A recolha de doações e o jogo de queimado iniciam as 13h30.

 

 

O jovem jogador de futsal de 25 anos, Lucas Oliveira, morreu após sofrer uma colisão com um veículo enquanto dirigia sua moto. Ele deixa a esposa, que está grávida de quatro meses. O acidente aconteceu no Guarujá, litoral paulista, nesta quinta-feira (10). As informações são do G1.

Lucas foi atendido pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do acidente. O motorista do veículo, um idoso de 61 anos sofreu ferimentos leves e foi encaminhado para um pronto socorro nas proximidades.

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Lucas Oliveira já atuou por União Suzano Atlético Clube e, também, a Associação Desportiva Guarujá. Foto: Reprodução/Facebook

Nas redes sociais, a esposa de Lucas, Ana karolline, gravida de quatro meses, informou que o enterro irá acontecer às 10h da manhã desta sexta-feira (11), no Guarujá. O velório teve inicio às 20h de quinta-feira.

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Mais importante do que foi planejado inicialmente pelas equipes, o primeiro treino livre do GP do Japão de Fórmula 1 contou com a liderança do finlandês Valtteri Bottas na noite desta quinta-feira (manhã de sexta, no horário local). A atividade se tornou fundamental para os times porque a organização da F-1 cancelou o 3º treino livre e adiou a classificação de sábado para domingo em razão do tufão Hagibis, que atingirá o Japão neste fim de semana.

Sob um clima seco, sem contratempos, o piloto da Mercedes foi o mais veloz desta sessão inicial do GP japonês, ao registrar o tempo de 1min28s731. Lewis Hamilton, líder do campeonato e grande favorito ao título, foi o segundo mais rápido, com 1min28s807. O bom desempenho da dupla aumentou ainda mais o favoritismo da Mercedes.

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Neste fim de semana, o time alemão poderá confirmar por antecipação o título do Mundial de Construtores. A primeira posição garante à equipe vencedora uma premiação estimada em 100 milhões de euros (cerca de R$ 452 milhões).

O que mais chamou a atenção quanto à performance dos carros da Mercedes nesta primeira sessão em Suzuka foi a diferença para a Ferrari, que ainda sonha com o título de pilotos. O alemão Sebastian Vettel, o melhor do time italiano neste primeiro treino livre, ficou quase um segundo atrás da marca registrada por Bottas, com 1min29s720. O monegasco Charles Leclerc, com 1min29s912, veio logo atrás.

Depois dos carros da Mercedes e da Ferrari, veio a Red Bull, como de costume. O holandês Max Verstappen anotou o quinto melhor tempo da sessão, com 1min20s046, e o tailandês Alexander Albon, em sexto, marcou 1min30s375.

O Top 10 do treino contou ainda com o espanhol Carlos Sainz Jr., da McLaren (1min30s702), o mexicano Sergio Pérez (1min30s810) e o canadense Lance Stroll (1min30s959), ambos da Racing Point, e o britânico Lando Norris, da McLaren (1min31s001).

A atividade, realizada sobre pista seca, não contou com sustos ou acidentes. Apenas dois pilotos sofreram com contratempos. Carlos Sainz teve uma pane no motor da sua McLaren logo ao entrar na pista. E o italiano Antonio Giovinazzi, da Alfa Romeo, não conseguiu sair dos boxes em razão de uma falha mecânica.

Os pilotos voltam para a pista nesta sexta para o segundo e último treino livre do GP japonês. Pelo horário de Brasília, a sessão terá início às 2 horas da madrugada.

TREINO CANCELADO - Pouco antes do fim do primeiro treino livre em Suzuka, a organização da Fórmula 1 anunciou o cancelamento do treino classificatório, realizado costumeiramente aos sábados. De acordo com a previsão meteorológica, o tufão Hagibis deve atingir o país asiático justamente neste dia.

Como consequência, a F-1 decidiu cancelar todas as atividades agendadas para o sábado, incluindo o terceiro treino livre, a classificação e as entrevistas de pilotos e dirigentes das equipes. O circuito será fechado no sábado por segurança. "A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a Fórmula 1 apoiam esta decisão visando a segurança dos torcedores, competidores e todos os demais no Circuito de Suzuka", informou a F-1.

Com esta decisão, o treino classificatório foi adiado para a manhã de domingo, às 10 horas (local), equivalente às 22 horas de sábado no horário de Brasília. O cronograma da corrida não foi afetado: a largada está marcada para as 14h10 (2h10 da manhã, de Brasília).

Não é a primeira vez que fenômenos climáticos afetam a programação do GP do Japão. O mais recente deles aconteceu em 2014, quando uma chuva forte atingiu a pista de Suzuka durante a realização da corrida. Antes disso, em 2004 e 2010, o treino de classificação para o grid foi adiado para o domingo, ocorrendo na manhã do mesmo dia do GP por causa do tempo ruim que impediu a disputa do qualificatório no sábado.

As costas leste e oeste do país asiático serão atingidas por chuvas torrenciais de sexta-feira até a passagem do tufão, confirmada para o sábado, e a Agência Meteorológica do Japão alertou que o fenômeno poderá provocar inundações e ocasionar a formação de ondas e marés altas.

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