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O livro “Doce Pernambuco” será lançado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) neste sábado (24), dentro do projeto Tengo Lengo Tengo, no Museu Cais do Sertão. Antes dos autógrafos, Lody conversa com o escritor Frederico de Oliveira Toscano, autor do título vencedor do Prêmio Jabuti de 2015: À francesa – A Belle Époque do comer e do beber no Recife, editado pela Cepe. O debate intitulado “Um papo doce” acontecerá a partir das 17h.

O 10º título de Lody focado no tema açúcar foi prefaciado por uma das maiores autoridades em antropologia da alimentação, Xavier Medina, presidente da Associação Internacional de Antropologia da Alimentação, sediada em Barcelona. A partir de uma abordagem histórica e etnocultural, em “Doce Pernambuco” o autor transcorre sobre o que chama de civilização do açúcar, especiaria desejada e rara no início dos caminhos que uniam Ocidente e Oriente. O antropólogo conta que o grama do ingrediente equivalia ao do ouro, de forma que chegava a ser ofertado como presente nobre.

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Nos 25 capítulos das 251 páginas Lody enumera cada uma dessas delícias do acervo gastronômico de Pernambuco, verdadeiros patrimônios como o alfenim, que o autor considera uma verdadeira expressão em arte popular feita de açúcar.

Doce Pernambuco, contextualiza historicamente essa cultura, Lody discorre sobre a civilização do açúcar como ação coordenada pelos elementos: histórico, econômico, social, ecológico e cultural, que resultam na formação e no comportamento, identificando o homem brasileiro e, em especial, o homem nordestino.

De acordo com o pesquisador, para a população do Nordeste há uma construção de imaginários e de maneiras de ver o mundo e de se auto representar que transita pelos engenhos, que expõe desde o melado ou o mel de engenho até o açúcar moreno-mascavo.

Sobre o autor:

Raul Lody é antropólogo, museólogo, professor e pesquisador. Especialista em antropologia da alimentação com projetos de pesquisas no Brasil e no exterior, criador do Grupo de Antropologia da Alimentação (Fundação Gilberto Freyre), do Museu da Gastronomia Baiana. O Açúcar está fortemente presente na obra de Raul Lody, com nove títulos publicados sobre a temática: Caminhos do açúcar; Vocabulário do açúcar; À mesa com Gilberto Freyre; A doçaria tradicional de Pelotas; A cozinha pernambucana em Gilberto Freyre; Do mucambo à casa-grande; Desenhos e pinturas de Gilberto; Freyre(Companhia Editora Nacional, 2007); e o mais recente que é o Museu Virtual do Açúcar, além de ter sido o organizador do Dicionário do doceiro brasileiro.

Serviço

Lançamento do livro “Doce Pernambuco”

Sábado (24) | 17h

Museu Cais do Sertão (Avenida Alfredo Lisboa, s/n, Recife Antigo)

Livro: R$ 40 impresso; R$ 12 e-book

A 19ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que acontece a partir do próximo dia 30, no Riocentro, pretende ajudar na grande missão dos professores de levar cultura aos estudantes por meio da leitura. A Bienal preparou o Fórum de Educação, a ser realizado nos dias 2 e 3 de setembro. “A gente resolveu que era necessário investir também no professor”, disse à Agência Brasil a diretora da Bienal, Tatiana Zaccaro.

O fórum é focado no profissional de sala de aula, no professor, no educador, “para que ele possa levar para dentro da escola o que ele vai aprender na Bienal, para disseminar a importância do hábito da leitura”, disse Tatiana.

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As inscrições já estão abertas. Para ajudar o professor a educar em um mundo em transformação, estão programadas palestras, entre outros, do monge zen budista Haemin Sunim; do educador português José Pacheco, e do ex-judoca, fundador e presidente do Instituto Reação, Flávio Canto.

Jovens

Para os adolescentes, foi preparado um espaço denominado Arena #SemFiltro, o antigo Arena Jovem, onde os jovens poderão ter encontros com escritores, youtubers e personalidades admirados por essa geração conectada nas redes sociais. O ambiente tem acesso próprio e traz uma diversidade de assuntos que permeiam a vida dos adolescentes. Haverá mesas para debates sobre esperança, fé, amor, poesia, biografias, games, filmes, empoderamento, beleza, humor, LGBTQIA+, entre outros.

Na última edição da Bienal, em 2017, a procura pelos debates de interesse dos jovens cresceu 344% em relação à edição de 2015, enquanto a capacidade subiu de 90 para 400 lugares no mesmo período.

Pela primeira vez, todo o conteúdo da Bienal vai ser captado e disponibilizado em um canal específico, para que os debates com mais de 300 autores nacionais e estrangeiros em mais de 120 horas de programação não se percam, disse Tatiana. “A programação está incrível e pode ser acessada no site da Bienal”, disse a diretora.

Boulevard

No espaço lançado este ano e denominado Boulevard do Livro, editoras de todos os portes vão mostrar seus títulos em cerca de 16 estandes mobiliados de 15 metros quadrados cada.

Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), Marcos da Veiga Pereira, algumas editoras, principalmente as sediadas fora do estado do Rio de Janeiro, não teriam condições financeiras de participar da Bienal durante todos os dias. Com o Boulevard do Livro, elas têm a oportunidade de expor seus catálogos. Ali, eles contam com promotor próprio e com “operação comercial e logística de um parceiro muito conceituado”.

Tatiana Zaccaro disse que a expectativa é que a visitação do público fique em torno de 600 mil pessoas durante os dez dias do evento. “Mas acaba sempre passando”, estimou. Na 18ª edição, em 2017, foram registrados 640 mil visitantes. Cada um deles deixou o evento com, pelo menos, seis livros. Este ano, 5,5 milhões de exemplares estarão disponíveis para venda.

Segundo os organizadores, a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro é um dos quatro maiores eventos da capital fluminense. Os outros são o réveillon, o carnaval e o Rock in Rio.

O festival literário funcionará de 30 de agosto a 8 de setembro, no horário de 9h às 21h, nos dias de semana; de 9h às 22h, na sexta-feira; e de 10h às 22h, nos finais de semana. Os bilhetes têm valor de R$ 30, inteira, e R$ 15, meia entrada.

A Biblioteca Nacional de Israel revelou, nesta quarta-feira, os escritos que estavam faltando do escritor judeu theco Franz Kafka e encerrou mais de uma década de uma saga judicial sobre sua propriedade.

Antes de sua morte em 1924, o autor conhecido por "O Processo", romance emblemático sobre o labirinto do sistema judicial, e "A Metamorfose", havia pedido a seu amigo Max Brod que destruísse todas as suas cartas e escritos.

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Em 1939, Max Brod, que nasceu em Praga e era igualmente judeu, abandonou a Tchecoslováquia ocupada pelos nazistas por Tel Aviv, com os papéis de Kafka em uma mala.

Brod publicou depois muitas obras e contribuiu para a fama póstuma de Kafka, uma das principais figuras literárias do século XX.

A morte de Brod em 1968 deu início a uma "história kafkaniana" em relação a esses arquivos, resumiu nesta quarta-feira a porta-voz da Biblioteca Nacional de Israel, Vered Lion-Yerushalmi.

O tesouro foi dividido e uma parte foi roubada antes de ser colocada à venda na Alemanha. Desde março de 2018, a Biblioteca Nacional se esforçou para reunir a coleção e mantê-la em Israel, disse seu presidente, David Blumberg, em uma entrevista coletiva.

"A Biblioteca Nacional reivindicou a transferência dos arquivos porque era isso que Brod desejava em seu testamento", disse ele. "Começamos um processo que durou 11 anos e que terminou há duas semanas".

Em maio, após a decisão de um tribunal alemão, Berlim entregou milhares de documentos e manuscritos que haviam sido roubados há dez anos em Tel Aviv para serem vendidos aos arquivos literários alemães de Marbach e colecionadores particulares.

Outras peças destes arquivos estavam na geladeira de um apartamento em ruínas em Tel Aviv, assim como em cofres bancários da cidade.

Um último esconderijo era um cofre localizado na sede principal do grande banco suíço UBS, em Zurique. Uma recente decisão da justiça suíça permitiu que a Biblioteca Nacional de Israel acessasse este último elo perdido para encerrar a saga.

A maioria dos documentos recuperados já havia sido publicada por Brod, mas a correspondência entre os dois amigos e as demais notas, diários íntimos e reflexões de Kafka lançaram uma luz valiosa sobre a sua personalidade, estimou Stefan Litt, arquivista da biblioteca e conservador de sua coleção de ciências humanas.

Primeira e única autora afro-americana a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, Toni Morrison morreu aos 88 anos, após uma breve doença - informou a família em um comunicado divulgado nesta terça-feira (6).

"Apesar de sua morte representar uma tremenda perda, estamos gratos por ela ter tido uma vida longa e bem vivida", afirmou a família.

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A escritora faleceu na segunda (5), no Centro Médico Montefiore, em Nova York.

Morrison escreveu 11 romances em uma brilhante carreira literária e premiada que durou mais de seis décadas.

Ganhou o Prêmio Pulitzer e o American Book Award em 1988 por seu romance de 1987 "Amada". Ambientada após a Guerra Civil americana na década de 1860, a história era centrada em uma escrava que fugiu de Kentucky para o estado livre de Ohio.

O livro mais tarde foi transformado em um filme estrelado por Danny Glover e Oprah Winfrey com o título de "Bem-amada".

Morrison recebeu vários outros prêmios, incluindo o Prêmio Nobel de Literatura em 1993.

À época, a Academia sueca celebrou, em sua obra, "uma poderosa imaginação, uma expressividade poética e o quadro vivo de uma face essencial da realidade americana".

Em 1996, foi homenageada com a Medalha de Honra da National Book Foundation. Em 2012, o então presidente Barack Obama lhe entregou a Medalha Presidencial da Liberdade e, em 2016, Morrison recebeu o prêmio PEN/Saul Bellow pelo conjunto de sua obra na literatura de ficção americana.

"O olho mais azul", seu primeiro romance, foi publicado em 1970. Ela prosseguiu com "Sula" em 1973 e, depois, publicou outros nove romances. Entre eles, "Voltar para casa", de 2012, e "Deus ajude essa criança", de 2015.

Também passou um tempo como editora na Random House e lecionou na Universidade de Princeton. Foi a primeira negra a receber uma cátedra na renomada instituição, um santuário por muito tempo reservado aos homens brancos.

Morrison também escreveu vários ensaios, como "Playing in the Dark", no qual descortina o lugar do escravo na construção - por oposição - da identidade do branco americano. A autora destaca que, durante muito tempo na ficção americana, os negros serviram de contraste para valorizar o herói branco.

- Defesa dos direitos civis

Filha da Grande Depressão, Chloé Anthony Wofford (sobrenome do fazendeiro branco proprietário de seus avós escravos) nasceu em 18 de fevereiro de 1931, em Lorain, perto de Cleveland, no estado de Ohio (norte dos EUA), em uma família trabalhadora de quatro irmãos.

Educada por um pai que detestava os brancos e por uma mãe alegre e acolhedora, Toni Morrison cresceu em um meio pobre e multicultural. Disse nunca ter tido consciência da segregação racial até partir, em 1949, para a Howard University, conhecida como a "Harvard Negra", em Washington.

Com uma formidável autoconfiança, seguiu seus estudos na Universidade de Cornell, onde defendeu sua tese sobre o suicídio de William Faulkner e de Virginia Woolf. Torna-se professora de Literatura no Texas, antes de voltar para Washington.

Em 1958, casa-se com Harold Morrison, um estudante de Arquitetura de origem jamaicana. Separam-se em 1964, e ela e seus dois filhos, de 3 anos e de 3 meses, vão viver em Nova York.

No momento em que a América ferve, em meio à luta pelos direitos civis, ela se torna editora na Random House e milita pela causa negra, publicando as biografias de Mohammed Ali e de Angela Davis.

Reeditada várias vezes, sua antologia de escritores negros "The Black Book" (1974) estimula toda uma geração de autores a fazer ouvir sua voz.

Movida "pela alegria, e não pela decepção" e dotada de uma força de vontade e de um humor à toda prova, Toni Morrison publica "O olho mais azul" aos 39 anos. Nele, conta a história de uma adolescente negra, uma de suas colegas, que sonha com a beleza das bonecas de olhos azuis e que afunda na loucura, após ser violentada e de engravidar do pai.

"Eu não tinha nada além da minha imaginação, um terrível senso de ironia e um enorme respeito pelas palavras", conta ela.

O reconhecimento chega em 1977 com "Canção de Salomão", e o triunfo mundial, em 1985, com "Amada". Ganhador do Pulitzer, este livro conta a história de uma antiga escrava que matou a filha para que ela não repetisse sua trajetória. Em 2006, foi considerado pelo jornal "The New York Times" o "melhor romance dos últimos 25 anos".

Acostumada com os debates polêmicos, em 1998, em meio ao "escândalo Monica Lewinsky", afirma que Bill Clinton é o "primeiro presidente negro" americano.

"Foi tratado como um negro na rua, já culpado, já criminoso", explicaria essa democrata convicta alguns anos depois.

Ardorosa apoiadora de Barack Obama, no dia seguinte à vitória do republicano Donald Trump na eleição à presidência dos EUA, em 2016, publica na revista "New Yorker" o artigo intitulado "Mourning for Whiteness" ("Luto pela brancura", em tradução livre).

Se, no início, ela se concentra em escrever "para os negros", sua escrita mestiça, folclórica, quer, em um segundo momento, ultrapassar a "obsessão da cor" para atingir o leitor no que ele tem de universal.

"Eu amaria escrever sobre os negros sem ter de dizer que são negros. Exatamente como os brancos escrevem sobre os brancos", gostava de repetir, com sua voz grave, entrecortada pelo riso franco.

Toni Morrison, a primeira afro-americana a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, morreu após uma breve doença, informou a família em um comunicado divulgado nesta terça-feira.

Ela tinha 88 anos. "Apesar de sua morte representar uma tremenda perda, estamos gratos por ela ter tido uma vida longa e bem vivida", afirmou a família.

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Edward Snowden, o ex-analista da Agência de Segurança Nacional americana (NSA, na sigla em inglês) que fugiu para a Rússia depois de vazar informações sobre o programa de vigilância em massa do governo dos Estados Unidos, publicará suas memórias - informou a editora nesta quinta-feira (1º).

O livro "Permanent Record" estará à venda a partir de 17 de setembro e será publicado mundialmente pela Macmillan Publishers.

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Snowden, que trabalhava para a CIA, além da NSA, vive na Rússia desde 2013, após ter vazado milhares de papéis secretos para a imprensa. Esses documentos expuseram o alcance da vigilância dos Estados Unidos depois dos ataques do 11 de Setembro.

Enquanto seus defensores o elogiam por defender a privacidade, os Estados Unidos o acusam de pôr a segurança nacional em risco.

Snowden enfrenta acusações de espionagem nos Estados Unidos, pelas quais pode ser condenado a passar décadas na prisão.

"Aos 29 anos, Edward Snowden decidiu desistir de seu futuro para o bem de seu país", disse o CEO da Macmillan Publishers nos Estados Unidos, John Sargent, em um comunicado.

"Ele demonstrou enorme valor em fazer isso e, gostando, ou não, é uma incrível história americana", acrescentou.

"Não há dúvida de que o mundo é um lugar melhor e mais privado, graças às suas ações", completou.

Em sua conta no Twitter, Snowden postou uma mensagem, informando ter escrito um livro, e incluiu um vídeo dele.

"Tudo o que fazemos hoje é para sempre, não porque queremos lembrar, mas porque não temos o direito de esquecer", diz ele no vídeo.

"Ajudar a criar este sistema é do que mais me arrependo", conclui.

Entre os dias 2 e 4 de agosto, o Centro Cultural São Paulo recebe a 3ª edição do Festival de Literatura Pop, mais conhecido como Flipop. O evento conta com a presença de 57 autores brasileiros e estrangeiro e reúne 14 editoras.

Os autores que participam do evento vão discutir temas como a importância da representatividade, k-pop, afrofuturismo, publicações independentes, entre outros. Entre os convidados, estão duas estrangeiras, a americana Erin Beaty, autora de "O Beijo Traiçoeiro" e "A Missão Traiçoeira", e a canadense Kristen Ciccarelli, autora das obras "A Caçadora de Dragões" e "A Rainha Aprisionada". O Flipop também receberá Jarid Arraes, Thalita Rebouças, Pedro Bandeira, Luisa Geisler, Duda Porto de Souza, Samir Machado de Machado, Eric Novello, Iris Figueiredo, Luly Trigo e Socorro Acioli, entre outros.

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Em paralelo ao evento literário, acontece a mostra "Pop Cinema", com uma seleção de filmes sobre a adolescência e que vão debater assuntos como sexualidade, educação emocional e consciência negra na juventude. A programação completa de ambos os eventos está no site do Flipop.

Serviço

3º Festival de Literatura Pop (Flipop)

Quando: de 2 a 4 de agosto

Onde: Centro Cultural São Paulo - Rua Vergueiro 1000, Paraíso, São Paulo - SP

Ingressos: www.ingressorapido.com.br

R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia entrada)

A modelo trans Rafaela Belluci promete contar detalhes da vida pessoal em sua biografia. Sem data prevista para lançar o livro, Rafaela vai abordar temas que movimentaram sua vida, como tráfico de pessoas, festas privadas e relacionamentos com jogadores.

Relatando encontros com os craques do futebol, Rafaela afirma que não vai citar nomes. Em 2006, a loira engatou um romance secreto com um jogador da seleção italiana. De acordo com Rafaela, os leitores ficarão sabendo das fantasias sexuais que ela fazia com os famosos.

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Entre as pessoas que passaram na vida de Rafaela, está um empresário que chegou a ser preso pela operação Lava Jato. A biografia também revelará as experiências de Rafaela em 12 países da Europa, 67 cidades brasileiras e alguns países da América Latina.

O escritor italiano Andrea Camilleri, "pai" do comissário Montalbano, faleceu nesta quarta-feira (17) aos 93 anos, anunciou o hospital onde ele estava internado em estado crítico desde uma parada cardíaca em junho.

"Seu estado, ainda crítico nos últimos dias, piorou nas últimas horas, comprometendo suas funções vitais", anunciou o hospital de Roma em um comunicado, acrescentando que o funeral será realizado de forma privada.

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A Itália, porém, espera poder prestar uma última homenagem a esse "papa" do romance policial.

Foi sob a sua caneta que nasceu, em 1994, o famoso comissário Montalbano, amador de boa comida e uma das principais figuras do romance policial europeu.

Diretor de teatro e de televisão e roteirista, Andrea Camilleri, se tornou conhecido como romancista tardiamente, mas o sucesso foi avassalador.

O anúncio da morte deste ex-militante comunista provocou uma chuva de homenagens unânimes em toda a Itália e nas redes sociais, onde a mensagem "Ciao Maestro" ("Adeus, Mestre") estava em alta.

"Esta é uma triste notícia para a Sicília, que perde seu filho, e para a Itália, que vê partir um magnífico mestre da vida. Adeus Andrea Camilleri, vamos sentir sua falta", declarou o vice-primeiro-ministro Luigi Di Maio (M5S, antissistema).

O outro vice-primeiro-ministro, Matteo Salvini (extrema direita), elogiou "o incansável narrador de sua Sicília".

"Uma voz única e maravilhosa desaparece", escreveu Nicola Zingaretti, líder do Partido Democrata (centro-esquerda) e irmão de Luca Zingaretti, o ator que interpreta o comissário Montalbano na televisão. "Perdemos muito mais que um grande escritor. Restará para nós a beleza de suas histórias".

"Ele ofereceu a Sicília ao mundo", disse o ministro da Justiça, Alfonso Bonafede, ele próprio um siciliano.

A história da cirandeira Lia de Itamaracá compõe as páginas do livro que carrega o nome da artista. O perfil traçado pelo jornalista pernambucano Marcelo Henrique Andrade será lançado no próximo sábado (13), na Fenearte, que nesta edição homenageia a Ciranda. A sessão de autógrafos do autor e da homenageada acontecerá no Salão Janete Costa, a partir das 17h.

No material de 136 páginas, o jornalista reuniu depoimentos da cirandeira, de familiares e artistas pernambucanos, além de falas de profissionais da imprensa e de especialistas na área de cultura e música. Os relatos relembram o começo da carreira de Lia, ainda na década de 70, quando lançou o primeiro LP. Em um dos capítulos, o autor abriu espaço para a polêmica em torno da música Essa Ciranda quem me deu foi Lia, do cirandeiro Antônio Baracho, também homenageado na Fenearte.

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Os textos ainda entram na vida íntima de Maria Madalena Correia do Nascimento, o nome de batismo da cantora. Uma das histórias reconta o dia em que a casa dela foi incendiada. A relação com a filha adotiva Chica e o romance com o marido Toinho também estão narrados na biografia.

O livro-reportagem Lia de Itamaracá é o resultado de 30 meses de uma pesquisa de mestrado em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba. “É um trabalho literário composto de fragmentos reais. É uma espécie de grande reportagem dividida em capítulos. Ao lado de Lia, selecionei os momentos mais marcantes e impactantes da vida e da carreira dela”, explica o jornalista Marcelo Henrique Andrade.

A obra também reúne fotografias de Ytallo Barreto e de fotógrafos parceiros, que registraram a trajetória da Rainha da Ciranda ao longo de mais de 60 anos de carreira. Em janeiro, trechos desse trabalho também foram publicados numa edição comemorativa pelos 75 anos da cirandeira. A venda do livro-reportagem será revertida para a reconstrução do Centro Cultural Estrela de Lia, na Ilha de Itamaracá.

Serviço

Lançamento do livro Lia de Itamaracá na 20ª Fenearte 

13 de julho | 17h

Salão Janete Costa - Centro de Convenções de Pernambuco

Preço do exemplar: R$ 40

*Da assessoria

O cartunista e ilustrador argentino Guillermo Mordillo morreu, aos 86 anos, na ilha espanhola de Maiorca, confirmaram nesta segunda-feira seus representantes.

"Lamentamos muito anunciar que o senhor Mordillo faleceu na noite de 29 a 30 de junho", disse à AFP um porta-voz da Rubinstein, agência que administra seus direitos internacionais.

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Seus desenhos eram impregnados de um humor negro que ele definia como "a ternura do medo".

Um dos cartuns mais tuitados após o anúncio de sua morte ilustra seu estilo: um homem preso pela polícia em sua casa por ter pintado o telhado com ondas cor-de-rosa em um bairro de residências uniformes e de um cinza deprimente.

"As pessoas às vezes me perguntam como surgem as ideias. Para mim, está claro: as ideias são como borboletas, elas voam de uma forma fugaz e eu tento capturá-las", disse ele em uma entrevista em 2011.

Mordillo nasceu em Buenos Aires em 1932, no mesmo ano que seu compatriota Quino e o francês Sempé, com quem era frequentemente comparado.

Filho de imigrantes espanhóis, morou em Lima e Nova York antes de se mudar para Paris em 1963, quando foi catapultado para o sucesso.

Como não era fluente em francês, seus desenhos eram silenciosos, sem comentários ou diálogos, um estilo que se tornou sua marca registrada.

Seus trabalhos apareceram em importantes revistas francesas, como Paris Match ou Marie Claire.

Sua popularidade não se limitou à França. Também conquistou a Espanha e teve "um sucesso astronômico na Inglaterra e na Alemanha", lembra Glénat, seu editor na França.

"Recebemos muitas condolências por meio das redes sociais, o que reflete sua popularidade e respeito mundial por pessoas de todas as idades", disseram Peter e Geraldine Radzim, do estúdio em Mônaco Art Petrus.

O cartunista argentino, que também ilustrou livros infantis e cartões de felicitações, disse em algumas entrevistas que sua vocação despertou quando ele viu a "Branca de Neve" da Disney no cinema.

Ele ficou especialmente impressionado com os grandes narizes dos sete anões do filme e integrou esse recurso em seus próprios trabalhos.

Segundo Art Petrus, o seu funeral será na quinta-feira em Maiorca.

São muitas as produções da literatura e do cinema que abordam o universo LGBT, e a experiência para o leitor/espectador é completa quando a narrativa de um livro ganha sua versão para a telona.

Por isso, no Dia do Orgulho LGBT, comemorado nesta sexta-feira (28), o LeiaJá selecionou cinco produções que abordam a diversidade e cujas histórias foram inspiradas nas páginas de livros.

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1. "Me Chame Pelo Seu Nome"

O livro homônimo do escritor André Aciman conta a história de Elio, um jovem que está passando as férias na Itália quando Oliver, um ajudante de seu pai, vai passar uma temporada com a família. A vida de Elio munda quando ele descobre ter um setimento especial por Oliver. Nas telonas, o filme conduzido com delicadeza pelo diretor Luca Guadagnino é protagonizado por Timothée Chalamet e Armie Hammer. A produção ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 2018.

 

2. "A Linha da Beleza"

Escrito pelo inglês Alan Hollinghurst e publicado em 2004, o livro conta a história do jovem Nick, que vai morar de favor na casa dos pais de seu melhor amigo, em plena revolução sexual dos anos 1980 e as influências cotidianas da era Thatcher. Envolvido com a diferente realidade daquela família, ele passa a frequentar festas e o meio político enquanto questiona o seu papel no mundo. A BBC adaptou o livro para uma minissérie de quatro capítulos, estrelada pelo ator Dan Stevens, da série "Downton Abbey" (2010-2015).

 

3. "A Garota Dinamarquesa"

O livro de Daniel Ebershoff mostra a vida de Lili Elbe, uma das primeiras a se submeter a série de cirurgias de redesignação sexual na década de 1920. No filme, o pintor Einar (Eddie Redmayne) é casado com Gerda (Alicia Vikander) e começa a mudar a própria aparência, transformando-se em uma mulher, e passa a se chamar de Lili. Apoiado pela mulher, Einar/Lili passa pela arriscada cirurgia e cai em depressão ao tentar se transformar por completo em Lili.

 

4. "Boy Erased"

O filme inspirado no livro de Garrard Conley foi envolvido em uma polêmica. É que no início deste ano, a estreia da produção nos cinemas brasileiros foi cancelada. Na época, pelo Twitter, o autor se pronunciou alegando censura. A produtora Universal Pictures respondeu aos fãs que as salas de cinema não faziam parte da estretégia de divulgação do filme no Brasil. O livro e DVD foram lançados posteriormente. "Boy Eresad" narra a saga de Jared, um rapaz gay, filho de um pastor, que é obrigado pela família a fazer terapia para "curar" sua homossexualidade. A produção tem no elenco Nicole Kidman, Russell Crowe, Lucas Hedges e Troye Sivan.

 

5. "Com Amor, Simon"

Filme e livro são um dos mais queridos pelos adolescentes que se identificam com as desventuras de Simon, um jovem que tem a vida perfeita, mas que esconde de todos um segredo: gostar de rapazes. Ele começa a se corresponder por e-mail com um colega da escola e logo se apaixona pelo rapaz, mas sem saber sua verdadeira identidade. O ator Nick Robinson interpreta Simon na versão cinematográfica da obra de Becky Albertalli.

Neste sábado (22), acontece a Poc Con, primeira feira de quadrinho e artes gráficas protagonizada por artistas LGBTQ+. O evento acontece na Zona Sul de São Paulo e reúne mais de 70 quadrinistas.

A feira foi idealizada pelos artistas Mario César e Rafael Bastos Reis para dar mais visibilidade aos talentos LGBTQ+ das artes gráficas em um evento aberto ao público. "Tinha vontade de fazer esta feira há um tempo, porque eu notava em outras feiras que participei, como o FIQ!, a CCXP e na Bienal de Quadrinhos de Curitiba, como vem surgindo novos autores LGBTQ+ de quadrinhos nos últimos anos. E aí, eu conheci o Rafael, e ele me falou que tinha vontade de montar uma feira assim também. Então resolvemos juntar forças pra tirar a ideia do papel", conta César.

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Foram mais de 345 inscrições, mas forma selecionados 71 artistas para o evento. Os organizadores fizeram uma rigorosa triagem. "Escolhemos os artistas pensando em ter todas as siglas bem representadas e pensando também na diversidade racial e de gênero. Ficamos felizes de conseguirmos mais autoras femininas do que homens na seleção final", revela César.

Serviço

Poc Con - Feira LGBTQ+ de Quadrinhos e Artes Gráficas

Quando: 22 de junho, sábado, das 10h às 19h

Onde: Osaka Naniwa-Kai – Rua Domingos de Morais, 1581 – Vila Mariana – SP

Entrada Gratuita

Maurício de Souza, o criador da Turma da Mônica, está sempre disposto a aumentar a turminha. A inclusão social faz parte disso e já é uma realidade nos quadrinhos mais famosos do Brasil. A galera já conta com personagens cadeirante, autista, deficiente visual e com síndrome de Down. Essa família, em breve, vai aumentar com mais um personagem, dessa vez, homossexual.

Quem revelou a possibilidade da chegada de um personagem gay na Turma da Mônica foi Mauro de Sousa, filho de Maurício que também trabalha com ele. Em entrevista ao UOL, ele contou que a novidade está em análise: "Estamos estudando tudo, em que turma ele entraria, como seria... Logo, logo ele vai existir".

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Recentemente, os fãs da Turma da Mônica se encantaram com uma publicação de Maurício de Sousa no Instagram. Ele publicou uma foto ao lado de Mauro e seu marido e os seguidores ficaram impressionados com o carinho existente na família. Mauro contou que o pai é bastante interessado em aprender mais sobre o universo LGBT e que sempre busca informações, inclusive, conversando com o filho e seus amigos a respeito.

Em julho, a cantora Rita Lee chega às livrarias com seu novo livro infantil, Amiga Ursa, uma história triste, mas com final feliz. A história é inspirada na ursa Rowena a quem Rita conheceu pessoalmente antes do lançamento do livro.

Rowena, que costumava se chamar Marsha, é conhecida como a 'ursa mais triste do mundo'. Ela foi vítima de tráfico de animais e levada de sua terra natal, Sibéria, para circos e zoológicos nos quais sofreu maus tratos. Resgatada por organizações de defesa dos direitos animais, a ursa veio parar no Brasil e aqui foi rebatizada como Rowena.

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Em Amiga Ursa, Rita Lee também é personagem, a Vovó Ritinha. Antes da chegada do livros às livrarias, a cantora e escritora foi ao encontro de sua musa inspiradora. Rita cantou para Rowena que logo se aproximou e acabou ganhando suco e biscoitos com mel. Em entrevista a Guilherme Samora, a cantora falou sobre o momento. "Ter encontrado com Rowena foi um dos dias mais especiais da minha vida".

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Considerado o primeiro livro brasileiro sobre desenho tipográfico a tratar o assunto em detalhes, "O Mecotipo - Método de Ensino de Desenho Coletivo de Caracteres Tipográficos" ganha edição comemorativa de 10 anos apresentando conteúdo atualizado e ampliado. A autoria é do mestre em design, fundador da Tipos do aCaso e idealizador dos cursos de Design Gráfico e de Produto da AESO-Barros Melo, Leonardo Buggy. O lançamento acontecerá nesta quinta-feira (13), às 16h, no Centro Cultural Barros Melo, na Cidade Alta, em Olinda.

A obra foi lançada, originalmente, em 2007 e rapidamente tornou-se referência na área, ajudando na aplicação de experiências em sala de aula, como também auxiliando no ingresso de profissionais no universo da tipografia. A segunda edição do livro foi produzida com financiamento coletivo resultante de campanha que atingiu o dobro da meta inicial e mobilizou designers de todo Brasil.

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"A união de várias pessoas em prol de um ideal é o coração deste livro e motor de todas as ações que eu tenho promovido em torno da tipografia desde 2007. Dezesseis designers, entre estudantes, professores e profissionais de mercado, trabalharam em conjunto para criar e diagramar a obra com fontes digitais brasileiras. Um esforço coletivo ímpar, que produziu este projeto gráfico impactante e inovador", detalha Buggy.

Entre as novidades da nova versão está o método renovado com exercícios; síntese duas vezes maior, repleta de novas informações e referências; e sistema de avaliação. Durante o evento, o autor fica disponível para assinar dedicatórias nos exemplares à venda. A programação também conta com palestra sobre os novos conhecimentos da criação e desenvolvimento de tipos, ministrada por Buggy, além de coquetel para networking entre os presentes.

Serviço

Leonardo Buggy lança livro em Olinda

13 de junho (quinta-feira) | 16h

Centro Cultural Barros Melo, Rua de São Bento, nº 200, Varadouro, Olinda

Entrada gratuita

*Da assessoria

Setenta anos depois de sua publicação, o livro escrito pelo britânico George Orwell "1984" continua fascinando os leitores, em particular os mais jovens, fãs de distopias e mergulhados nas redes sociais.

"Alguns alunos ainda ficam escandalizados com o livro (...), outros consideram fascinante", conta o professor de Inglês Michael Callanan, que trabalha na escola Parmiter, de Watford, no noroeste de Londres.

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"É o paradoxo desse livro. Embora tenha 70 anos, mantém sua atualidade", acrescenta este professor que participa da organização do Prêmio Orwell da Juventude, destinado a estimular os jovens a manifestarem suas opiniões políticas.

Escrito em 1948 - origem do título do livro, apenas com a inversão dos últimos dois números - e publicado em 8 de junho de 1949, "1984" descreve um futuro, no qual o Partido reina em um país totalitário sob o olhar inquisidor do "Big Brother". O passado é reescrito e uma nova língua impede todo e qualquer pensamento crítico.

Para Jean Seaton, diretora da Fundação George Orwell, que perpetua a memória do escritor falecido em 1950 aos 46 anos, sua obra é "incrivelmente visionária".

Esta professora de História da Mídia na Universidade de Westminster compara os "dois minutos de ódio" do livro, um ritual em que a população é incitada a odiar o "Inimigo do Povo", às "pessoas vertendo seu ódio nas redes sociais".

- Impulsionado por Trump -

Em sete décadas, o livro nunca desapareceu da cena editorial e até registrou picos de vendas.

Em 2017, o fato de uma assessora de Donald Trump usar a expressão "fatos alternativos" - um termo empregado em "1984" - deu grande impulso e visibilidade ao livro, provocando novas reimpressões. Desde sua publicação, a obra já vendeu 30 milhões de exemplares nos Estados Unidos e, naquele ano, as vendas aumentaram 165% em relação a 2016, disse à AFP a editora Penguin Books.

No Reino Unido, as vendas dispararam em 2013, após as revelações do ex-analista americano Edward Snowden sobre a vigilância do governo americano promovida pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês).

O professor Callanan afirma que, "nos últimos dois anos, com o auge de Trump, um número significativo de estudantes se preocupou muito com a direção que o mundo está tomando".

Já Seaton aponta que o livro marca "mesmo aqueles que não o leram" por sua influência na cultura pop - dos filmes à música, passando pelos videogames.

Quando abrem o livro pela primeira vez, os alunos de Callanan "reconhecem imediatamente algumas coisas", como o "Big Brother", a "novilíngua", ou a "polícia do pensamento". São "fórmulas de Orwell que estão de acordo com nosso tempo e que os jovens entenderam", completou o professor.

"1984" se mantém como um clássico, porque "as pessoas leem quando jovem e, depois, releem mais velhos, adquirindo uma compreensão diferente das coisas", observa Seaton.

"As pessoas o leem buscando pistas sobre o que deveriam temer hoje em dia", acrescenta.

A livraria Saraiva e o Grupo Ativista Literário para Mulheres Ansiosas (C.A.L.M.A.) promovem, neste sábado (8), na loja do Shopping Recife, a leitura do livro 'Hibisco Roxo' (Companhia das Letras), da autora Chimamanda Ngozi Adichie. O evento é gratuito e será realizado às 15h.

O livro conta a história de Kambili, uma adolescente que mostra como a religiosidade católica de seu pai, famoso industrial nigeriano, destrói lentamente a vida da família. Enquanto narra as aventuras e desventuras de Kambili e de sua família, o romance também apresenta um retrato contundente e original da Nigéria atual.

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Com o objetivo de criar um espaço seguro para reunir mulheres ansiosas com desejo de praticar a autodescoberta, desenvolver senso crítico e estimular o sentimento de acolhimento por meio da leitura, o Grupo C.A.L.M.A. organiza encontros mensais com temas diferentes para que experiências e sentimentos possam ser compartilhados.

Serviço

Clube da Leitura C.A.L.M.A sobre o livro Hibisco Roxo

Neste sábado | 15h

Livraria Saraiva do Shopping Recife

Rua Padre Carapuceiro, 777 - Boa Viagem

Entrada gratuita

*Da assessoria

Nesta sexta-feira (07), foi lançado o Centro de Entretenimento Familiar - Estação Turma da Mônica. O evento contou com a presença do cartunista e empresário Maurício de Sousa, responsável pela criação dos personagens da turminha, em quadrinhos.

Olinda é a primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. A intenção é a de que sejam implantadas outras unidades pelo Brasil.

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O espaço funcionará no terceiro piso do Shopping Patteo Olinda, de terça a sexta-feira, das 14h às 22h; aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 21h. Os valores para curtir a Estação Turma da Mônica são de R$ 69 (inteira) e R$ 34,50 (meia-entrada). Confira os detalhes no vídeo a seguir:

Para homenagear os 30 anos da morte do escritor Paulo Leminski, a Saraiva preparou uma curadoria especial com os livros do autor. Até o próximo domingo (9), os títulos estarão disponíveis no site da livraria.

A seleção conta com alguns dos principais livros de Leminski, como Distraídos Venceremos, Vida - 4 biografias, O bicho alfabeto, Afrodite - Quadrinhos eróticos, Guerra dentro da gente e Toda poesia.

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