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Maurício de Souza, o criador da Turma da Mônica, está sempre disposto a aumentar a turminha. A inclusão social faz parte disso e já é uma realidade nos quadrinhos mais famosos do Brasil. A galera já conta com personagens cadeirante, autista, deficiente visual e com síndrome de Down. Essa família, em breve, vai aumentar com mais um personagem, dessa vez, homossexual.

Quem revelou a possibilidade da chegada de um personagem gay na Turma da Mônica foi Mauro de Sousa, filho de Maurício que também trabalha com ele. Em entrevista ao UOL, ele contou que a novidade está em análise: "Estamos estudando tudo, em que turma ele entraria, como seria... Logo, logo ele vai existir".

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Recentemente, os fãs da Turma da Mônica se encantaram com uma publicação de Maurício de Sousa no Instagram. Ele publicou uma foto ao lado de Mauro e seu marido e os seguidores ficaram impressionados com o carinho existente na família. Mauro contou que o pai é bastante interessado em aprender mais sobre o universo LGBT e que sempre busca informações, inclusive, conversando com o filho e seus amigos a respeito.

Em julho, a cantora Rita Lee chega às livrarias com seu novo livro infantil, Amiga Ursa, uma história triste, mas com final feliz. A história é inspirada na ursa Rowena a quem Rita conheceu pessoalmente antes do lançamento do livro.

Rowena, que costumava se chamar Marsha, é conhecida como a 'ursa mais triste do mundo'. Ela foi vítima de tráfico de animais e levada de sua terra natal, Sibéria, para circos e zoológicos nos quais sofreu maus tratos. Resgatada por organizações de defesa dos direitos animais, a ursa veio parar no Brasil e aqui foi rebatizada como Rowena.

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Em Amiga Ursa, Rita Lee também é personagem, a Vovó Ritinha. Antes da chegada do livros às livrarias, a cantora e escritora foi ao encontro de sua musa inspiradora. Rita cantou para Rowena que logo se aproximou e acabou ganhando suco e biscoitos com mel. Em entrevista a Guilherme Samora, a cantora falou sobre o momento. "Ter encontrado com Rowena foi um dos dias mais especiais da minha vida".

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Considerado o primeiro livro brasileiro sobre desenho tipográfico a tratar o assunto em detalhes, "O Mecotipo - Método de Ensino de Desenho Coletivo de Caracteres Tipográficos" ganha edição comemorativa de 10 anos apresentando conteúdo atualizado e ampliado. A autoria é do mestre em design, fundador da Tipos do aCaso e idealizador dos cursos de Design Gráfico e de Produto da AESO-Barros Melo, Leonardo Buggy. O lançamento acontecerá nesta quinta-feira (13), às 16h, no Centro Cultural Barros Melo, na Cidade Alta, em Olinda.

A obra foi lançada, originalmente, em 2007 e rapidamente tornou-se referência na área, ajudando na aplicação de experiências em sala de aula, como também auxiliando no ingresso de profissionais no universo da tipografia. A segunda edição do livro foi produzida com financiamento coletivo resultante de campanha que atingiu o dobro da meta inicial e mobilizou designers de todo Brasil.

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"A união de várias pessoas em prol de um ideal é o coração deste livro e motor de todas as ações que eu tenho promovido em torno da tipografia desde 2007. Dezesseis designers, entre estudantes, professores e profissionais de mercado, trabalharam em conjunto para criar e diagramar a obra com fontes digitais brasileiras. Um esforço coletivo ímpar, que produziu este projeto gráfico impactante e inovador", detalha Buggy.

Entre as novidades da nova versão está o método renovado com exercícios; síntese duas vezes maior, repleta de novas informações e referências; e sistema de avaliação. Durante o evento, o autor fica disponível para assinar dedicatórias nos exemplares à venda. A programação também conta com palestra sobre os novos conhecimentos da criação e desenvolvimento de tipos, ministrada por Buggy, além de coquetel para networking entre os presentes.

Serviço

Leonardo Buggy lança livro em Olinda

13 de junho (quinta-feira) | 16h

Centro Cultural Barros Melo, Rua de São Bento, nº 200, Varadouro, Olinda

Entrada gratuita

*Da assessoria

Setenta anos depois de sua publicação, o livro escrito pelo britânico George Orwell "1984" continua fascinando os leitores, em particular os mais jovens, fãs de distopias e mergulhados nas redes sociais.

"Alguns alunos ainda ficam escandalizados com o livro (...), outros consideram fascinante", conta o professor de Inglês Michael Callanan, que trabalha na escola Parmiter, de Watford, no noroeste de Londres.

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"É o paradoxo desse livro. Embora tenha 70 anos, mantém sua atualidade", acrescenta este professor que participa da organização do Prêmio Orwell da Juventude, destinado a estimular os jovens a manifestarem suas opiniões políticas.

Escrito em 1948 - origem do título do livro, apenas com a inversão dos últimos dois números - e publicado em 8 de junho de 1949, "1984" descreve um futuro, no qual o Partido reina em um país totalitário sob o olhar inquisidor do "Big Brother". O passado é reescrito e uma nova língua impede todo e qualquer pensamento crítico.

Para Jean Seaton, diretora da Fundação George Orwell, que perpetua a memória do escritor falecido em 1950 aos 46 anos, sua obra é "incrivelmente visionária".

Esta professora de História da Mídia na Universidade de Westminster compara os "dois minutos de ódio" do livro, um ritual em que a população é incitada a odiar o "Inimigo do Povo", às "pessoas vertendo seu ódio nas redes sociais".

- Impulsionado por Trump -

Em sete décadas, o livro nunca desapareceu da cena editorial e até registrou picos de vendas.

Em 2017, o fato de uma assessora de Donald Trump usar a expressão "fatos alternativos" - um termo empregado em "1984" - deu grande impulso e visibilidade ao livro, provocando novas reimpressões. Desde sua publicação, a obra já vendeu 30 milhões de exemplares nos Estados Unidos e, naquele ano, as vendas aumentaram 165% em relação a 2016, disse à AFP a editora Penguin Books.

No Reino Unido, as vendas dispararam em 2013, após as revelações do ex-analista americano Edward Snowden sobre a vigilância do governo americano promovida pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês).

O professor Callanan afirma que, "nos últimos dois anos, com o auge de Trump, um número significativo de estudantes se preocupou muito com a direção que o mundo está tomando".

Já Seaton aponta que o livro marca "mesmo aqueles que não o leram" por sua influência na cultura pop - dos filmes à música, passando pelos videogames.

Quando abrem o livro pela primeira vez, os alunos de Callanan "reconhecem imediatamente algumas coisas", como o "Big Brother", a "novilíngua", ou a "polícia do pensamento". São "fórmulas de Orwell que estão de acordo com nosso tempo e que os jovens entenderam", completou o professor.

"1984" se mantém como um clássico, porque "as pessoas leem quando jovem e, depois, releem mais velhos, adquirindo uma compreensão diferente das coisas", observa Seaton.

"As pessoas o leem buscando pistas sobre o que deveriam temer hoje em dia", acrescenta.

A livraria Saraiva e o Grupo Ativista Literário para Mulheres Ansiosas (C.A.L.M.A.) promovem, neste sábado (8), na loja do Shopping Recife, a leitura do livro 'Hibisco Roxo' (Companhia das Letras), da autora Chimamanda Ngozi Adichie. O evento é gratuito e será realizado às 15h.

O livro conta a história de Kambili, uma adolescente que mostra como a religiosidade católica de seu pai, famoso industrial nigeriano, destrói lentamente a vida da família. Enquanto narra as aventuras e desventuras de Kambili e de sua família, o romance também apresenta um retrato contundente e original da Nigéria atual.

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Com o objetivo de criar um espaço seguro para reunir mulheres ansiosas com desejo de praticar a autodescoberta, desenvolver senso crítico e estimular o sentimento de acolhimento por meio da leitura, o Grupo C.A.L.M.A. organiza encontros mensais com temas diferentes para que experiências e sentimentos possam ser compartilhados.

Serviço

Clube da Leitura C.A.L.M.A sobre o livro Hibisco Roxo

Neste sábado | 15h

Livraria Saraiva do Shopping Recife

Rua Padre Carapuceiro, 777 - Boa Viagem

Entrada gratuita

*Da assessoria

Nesta sexta-feira (07), foi lançado o Centro de Entretenimento Familiar - Estação Turma da Mônica. O evento contou com a presença do cartunista e empresário Maurício de Sousa, responsável pela criação dos personagens da turminha, em quadrinhos.

Olinda é a primeira cidade do Nordeste a receber o projeto. A intenção é a de que sejam implantadas outras unidades pelo Brasil.

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O espaço funcionará no terceiro piso do Shopping Patteo Olinda, de terça a sexta-feira, das 14h às 22h; aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 21h. Os valores para curtir a Estação Turma da Mônica são de R$ 69 (inteira) e R$ 34,50 (meia-entrada). Confira os detalhes no vídeo a seguir:

Para homenagear os 30 anos da morte do escritor Paulo Leminski, a Saraiva preparou uma curadoria especial com os livros do autor. Até o próximo domingo (9), os títulos estarão disponíveis no site da livraria.

A seleção conta com alguns dos principais livros de Leminski, como Distraídos Venceremos, Vida - 4 biografias, O bicho alfabeto, Afrodite - Quadrinhos eróticos, Guerra dentro da gente e Toda poesia.

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O escritor recifense Frederico Toscano lança, no próximo sábado (8), seu primeiro trabalho de ficção, o livro Carapaça Escura. O lançamento acontece no Café Castigliani, onde o autor recebe o público para uma tarde de autógrafos acompanhada de bate papo sobre a obra com o professor André de Sena. O evento começa às 16h.

Vencedor no terceiro lugar prêmio Jabuti com seu livro de estreia, na categoria Gastronomia, Toscano, agora, aposta em sua obra de ficção. Carapaça Escura traz 10 contos de terror, ambientados em cenários pernambucanos. As histórias passam pelo litoral e sertão, entrando em favelas e em casa abastadas, com fatos insólitos levados a contextos reais.

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No livro, o autor também faz uso do horror para promover críticas à sociedade atual, apesar de trabalhar diversas temporalidades como em contos que se passam na década de 1960. Carapaça Escura é um lançamento da editora Patuá, de São Paulo.

Serviço

Lançamento do livro Carapaça Escura

Sábado (8) - 16h

Café Castigliani (Estrada do Encanamento, 323 - Parnamirim)

 

A escritora Andrea Nunes lança, na próxima quinta (6), seu novo romance de espionagem Jogo de Cena. Ela recebe os leitores para uma noite de autógrafos no Museu do Estado de Pernambuco, às 19h.

Jogo de Cena é o terceiro título de Andrea Nunes, uma das poucas escritoras brasileiras a se dedicar ao gênero do suspense. No novo livro, ela conta como a pequena cidade de Mangueirinhas, no interior de Pernambuco, mudou de ares e de destino após o suposto suicídio do boticário francês Michel Simon. O evento foi seguido por violentos assassinatos atribuídos a seres do folclore e os eventos acabaram por abalar a tranquilidade da cidade e seus moradores.

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Além do lançamento marcado no Museu do Estado de Pernambuco, Andrea Nunes também promove uma noite de lançamento em João Pessoa, no dia 14 de junho. Na Paraíba ela recebe os leitores na Livraria Leitura, às 17h. O livro será lançado pela editora Cepe.

 

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Alunos de Psicologia da faculdade UNINASSAU, em Belém, criaram uma cartilha educativa com o objetivo de conscientizar e alertar pais e crianças contra o abuso sexual infantil. A cartilha foi distribuída em evento no domingo (19), no Parque Estadual do Utinga, na capital paraense, com uma peça teatral.

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A ideia da criação da cartilha partiu da professora Rose Daise Melo do Nascimento, da disciplina Tópicos Integradores. O trabalho teve como propósito fazer uma intervenção relacionada ao abuso sexual infantil.

Os alunos elaboraram um conteúdo com base na fauna paraense. O texto da cartilha foi feito pelas alunas Alessandra da Costa e Daniela Vivam, que criaram personagens desenhados por Renam Wendel.

Segundo a aluna Alessandra da Costa, a aceitação da cartilha foi de 100% e superou todas as expectativas da turma. Segundo ela, a única dificuldade foi financeira. O custo da impressão inviabilizou a produção de uma tiragem expressiva, observou.

Para Alessandra, idealizadora do projeto, a cartilha é de grande importância para a sociedade. “É necessário que tenhamos consciência de que a violência pode estar inserida no espaço doméstico, familiar e escolar. Dessa forma, a cartilha vai servir de instrumento de vigilância e na disseminação da informação a fim de contribuir com a orientação das ações na sociedade”, ressaltou a estudante.   

A atividade fez parte da programação em alusão ao Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças, 18 de maio. “Essa iniciativa é importante não só por ser pensada e organizada pelos estudantes, mas para mostrar que estamos preocupados enquanto participe dessa comunidade. É necessário incentivar as ações de políticas públicas e motivar as intervenções psicológicas porque essa violência pode desestruturar emocionalmente todo um ambiente familiar e deixar marcas nas vítimas sem dimensões”, finalizou o coordenador do curso de Psicologia da UNINASSAU Belém, Alex Miranda.

 

Para reforçar a campanha #livrodepresente também no Dia dos Namorados, a livraria Saraiva está promovendo a campanha Expresse o seu amor. O objetivo da ação é valorizar a pluralidade de sentimentos provocados pelo amor e estimular os casais a trocarem livros no dia deles.

Uma das estratégias da livraria para atrair os consumidores enamorados é a ação Livro Às Cegas. Nela, 10 obras literárias serão disponibilizadas sem terem os títulos mencionados nem as capas reveladas. O parceiro deverá escolher o livro para seu par a partir da sinopse da obra e ambos só descobrirão o escolhido na hora de abrir o presente.

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Além disso, a Saraiva preparou uma curadoria de livros com descontos de até 60% em títulos de romance, policial, biografia e terror, entre outros. Os preços começam a partir de R$ 29,90.

 

O repórter Mário Magalhães escreveu sobre os fatos mais marcantes do ano de 2018 e suas repercussões imediatas e futuras. O livro Sobre lutas e lágrimas - Uma biografia de 2018, traz alguns dos fatos mais marcantes acontecidos durante aqueles 12 meses e os sentimentos e ideias que advieram deles.

Na 'biografia', Mário aborda alguns dos fatos acontecidos em 2018 e as consequências deles. Ele começa com o réveillon da vereadora Marielle Franco, passa pelo seu assassinato e se encerra com a iminência da posse de Jair Bolsonaro. O livro também fala da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o atentado sofrido por Bolsonaro.

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O livro será lançado no dia 10 de junho, às 18h, na livraria Da Vinci, no Rio de Janeiro. Estão confirmadas, também, noites de autógrafos em São Paulo, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, no dia 11; e em Salvador, na Livraria Cultura do Salvador Shopping, no dia 13.

 

O jornalista Ricardo Boechat, falecido em fevereiro deste ano, acaba de ganhar uma homenagem. O livro Toca o Barco - Histórias de Ricardo Boechat, reúne 'causos' e histórias de pessoas que conviveram próximo a ele.

Ao todo, 32 colegas revelaram algumas das histórias compartilhadas com Boechat nos bastidores da televisão. Os textos são inéditos e assinados por José Simão, Ancelmo Gois, Leilane Neubarth, Datena, Tatiana Vasconcelos, Milton Neves e Rodolfo Schneider, entre outros.

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A publicação chega ao público em dois formatos, impresso e e-book e terá eventos de lançamento nas cidades do Rio de Janeiro, no dia 6 de junho; e São Paulo, em 11 de junho.











 

A Fundação Cultural Tancredo Neves do Estado do Pará (Centur) promoveu, na quinta-feira (30), um duplo lançamento de livros em homenagem ao centenário do escritor paraense Ildefonso Guimarães. A cerimônia é uma parceria da família do ficcionista com a Editora Paka-Tatu.

No evento foram lançados a segunda edição de “Senda Bruta”, que foi originalmente publicado por Ildefonso em 1965 e recebeu o prêmio Samuel Mac Dowell do Governo do Estado, organizado pela Academia Paraense de Letras; e o inédito “Ildefonso Guimarães – Ensaio do Centenário”, dos escritores José Arthur Bogéa, Paulo Maués Corrêa e Paulo Nunes.

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Nascido em Santarém, oeste do Pará, no dia 23 de janeiro de 1919, Ildefonso passou a maior parte de sua vida em Óbidos, cidade que o inspirou na escrita de diversas obras. O escritor também trabalhou como jornalista e fez parte da Academia Paraense de Letras desde 1966. Ele morreu aos 85 anos, em 2004, e faria 100 anos neste ano. Outros livros do autor são: “História sobre o Vulgar” (1961), “Os Dias Recurvos” (1984), “Contos Recontados” (1990), “Sombras do Entardecer” (2004) e “Crônicas de Rua” (2011).

Por Ana Luiza Imbelloni.

  O site Pottermore anunciou que o universo de um dos bruxos mais amados do universo nerd, Harry Porter, irá ganhar quatro histórias. Os livros serão publicado em formato digital.

As obras irão abordar matérias do currículo escolar de Hogwarts: Uma Jornada por Feitiços e Defesa Contra as Artes das Trevas; Uma Jornada por Poções e Herbologia; Uma Jornada por Adivinhação e Astronomia e Uma Jornada pelo Trato das Criaturas Mágicas.

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O primeiro livro será publicado no Pottermore em 27 de junho.

Assuero Gomes, médico e escritor, publica amanhã, sexta-feira (31), seu novo livro independente “Minhas Memórias da Igreja de Olinda e Recife”. O evento de lançamento da obra será realizado na sede do Sindicato dos Médicos de Pernambuco, no bairro da Boa Vista, às 19hrs.

A publicação de Gomes é consequência de mais de quatro décadas de experiências e vivências na Igreja Católica das cidades de Recife e Olinda. O livro também traz menções à Dom Hélder Câmara, ex-arcebispo das duas cidades e patrono brasileiro dos direitos humanos. Todo o valor arrecadado com a venda dos livros será revertida para a fazenda Esperança.

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O Sindicato dos Médicos de Pernambuco fica localizado na Av. João de Barros, 58, Boa Vista, na área central da capital pernambucana.

O escritor Fabrício Carpinejar vem ao Recife lançar seu novo livro. No dia 6 de junho, ele encontra os leitores para uma sessão de autógrafos de Minha Esposa Tem a Senha do Meu Celular. O encontro será na livraria Saraiva do Shopping RioMar às 19h30.

No novo livro, Carpinejar fala sobre relacionamento fechado dando ênfase a detalhes como lealdade e intimidade. O objetivo do autor é defender a monogamia e o romantismo em tempos de redes sociais e relacionamentos que começam a partir de aplicativos de namoro.

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Serviço

Sessão de autógrafos com Fabrício Carpinejar

6 de junho - 19h30

Livraria Saraiva - Shopping RioMar

Gratuito

 

A partir deste sábado (25), a Livraria Expressão Popular, no bairro da Boa Vista, na área Central do Recife, recebe a oficina “Literatura & Feminismos”. Com seis módulos, os encontros irão acontecer até outubro, sempre no último sábado de cada mês, das 14h às 18h.

Ministrada pela professora Cristiane Montarroyos, da UFPE, a oficina discute a produção literária feminina. Durante seis encontros, os participantes serão introduzidos à crítica literária feminista, com leitura comparada de livros escritos por mulheres.

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O projeto é uma realização do Sesc Santa Rita e a inscrição para os seis módulos devem ser realizadas no Ponto de Atendimento da unidade, no Sindicato dos Comerciários – Rua da Imperatriz, 67, Boa Vista. O investimento é de R$ 60, com desconto para trabalhadores do comércio e dependentes, que pagam R$ 30. Para se inscrever, é preciso apresentar cartão de usuário do Sesc. Quem não tiver o cartão pode adquirir na hora, no Ponto de Atendimento, ao custo de R$ 8 para o público geral mediante RG, CPF e foto 3 x 4. 

Serviço

Oficina “Literatura & Feminismos”

Livraria Expressão Popular (Rua São Gonçalo, 82, Boa Vista)

Sábado (25) | 14h às 18h

R$ 60

(81) 3224-7577

A escritora e ilustradora britânica Judith Kerr, autora do famoso livro infantil "Tigre que veio para o chá", que vendeu milhões de cópias em todo o mundo, morreu, aos 95 anos, anunciou sua editora nesta quinta-feira.

"Com grande tristeza, temos que anunciar a morte de nossa amada autora e ilustradora, Judith Kerr", anunciou a editora britânica Harper Collins no Twitter.

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Nascida em Berlim em 1923, Kerr fugiu da Alemanha com sua família no início da década de 1930, depois que um policial avisou seu pai, o proeminente escritor judeu Alfred Kerr, de que eles estavam sob a ameaça sob o crescente poder nazista.

Primeiro eles se refugiaram em Paris antes de se estabelecerem em Londres em 1936.

Autora de muitos clássicos da literatura infantil, como "Quando Hitler roubou o coelho cor de rosa" e "Mog o gato esquecido", Kerr morreu em casa na quarta-feira "depois de uma breve doença", informou sua editora.

Kerr, uma das escritoras mais queridas da literatura infantil no Reino Unido, continuou trabalhando até os 90 anos e no ano passado disse em uma entrevista à AFP que acelerara o ritmo de seu trabalho na velhice, inspirando-se em eventos de sua longa vida.

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O livro-reportagem "Encurralados na Ponte: O Massacre dos Garimpeiros de Serra Pelada", do jornalista e escritor Paulo Roberto Ferreira, será lançado nesta quarta-feira (22), a partir das 18 horas, na sede da Editora Paka-Tatu, localizada na rua Bernal do Couto, em Belém. A publicação traz atualizações sobre o massacre ocorrido em 29 de dezembro de 1987, quando garimpeiros protestavam na ponte rodoferroviária de Marabá, Sudeste do Pará, em busca de melhores condições de trabalho, e foram surpreendidos por violenta ação policial.

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Paulo Roberto, que acompanha os conflitos entre os garimpeiros e o governo federal desde 1984, voltou ao local do massacre 30 anos depois para apurar novos depoimentos de pessoas que sobreviveram à tragédia. A obra, de acordo com o jornalista, demonstra que o método usado no massacre de Eldorado do Carajás (1996) foi inaugurado com os garimpeiros nove anos antes: o encurralamento.

O jornalista revela também outros conflitos que ocorreram depois, inclusive no período do governo Fernando Henrique Cardoso, quando o Exército e a Polícia Federal ocuparam as ruas de Serra Pelada. Também mostra que as disputas entre garimpeiros e a mineradora Vale permanecem até hoje.

O livro trata ainda das desavenças entre as lideranças dos garimpeiros, que resultaram em mortes e golpes pelo controle da cooperativa. Segundo Paulo Roberto, todo o ouro extraído de Serra Pelada (quase 40 toneladas) não foi capaz de mudar o quadro de miséria que ainda predomina em Serra Pelada.

"É importante conhecer a história do massacre dos garimpeiros porque foi um episódio que ficou escondido devido a uma série de fatores. O primeiro foi que ocorreu nas vésperas do ano novo, época em que muitas pessoas viajam e não se ligam no noticiário. O segundo fator está relacionado à própria categoria garimpeira, um segmento que envolve muitos interesses, pois inclui trabalhadores avulsos, ou seja, fazem parte os grandes comerciantes (de Marabá, Imperatriz e até de Belém), que são os donos de barrancos, os meia-praças, que entravam com algum dinheiro (e portanto como sócios no negócio da extração do ouro) e a grande maioria, que eram os formigas, os carregadores de sacos de terra, que ganhavam por diária trabalhada. Muita gente ligada às organizações de defesa dos direitos humanos ficava cautelosa em defender uma causa que na maioria das vezes beneficiava prioritariamente os donos do capital", analisou o escritor.

Segundo Paulo Roberto, quando a tragédia aconteceu, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Sociedade Paraense de Defesa de Direitos Humanos (SDDH), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e os partidos de esquerda mostraram reações, mas não houve um acompanhamento e uma cobrança permanente, o que resultou no esquecimento do caso.

"A sociedade brasileira assiste estarrecida essa onda de eliminação das pessoas pelas milícias, o que representa um retrocesso em relação às conquistas obtidas com a Constituição Federal de 1988. Os conflitos no campo, com graves ameaças às lideranças dos trabalhadores rurais, também é algo preocupante. Daí a importância de se colocar na pauta nacional a necessidade de combate às formas autoritárias de solução de conflitos. O livro permite esse debate também", informou Paulo Roberto.

Por Ana Luiza Imbelloni.

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