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A música pernambucana foi inspiração para a criação de novos drinks da Ekäut Lab. Feitos com as cervejas da Ekäut, os BeerDrinks foram inspirados em canções de grandes artistas da terra como Alceu Valença, Reginaldo Rossi, Nação Zumbi e Devotos, e já estão disponíveis.

Ao todo, foram criados seis drinks, assinados por Luciano Guimarães, sócio do Pina Cocktails. Dois deles foram batizados como la Belle de Jour e Morena Tropicana, em homenagem ao compositor Alceu Valença. O primeiro é feito com a cerveja Munick Helles, da Ekäut, Vodka e Monin Cranberry. Já o segundo, é composto pela Extra Stout, Vocka e Monin Spicy.

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A música A Praieira, da Nação Zumbi, batiza um drink de Sour (cerveja levemente ácida com adição de frutas da região), Gin, limão, lasca de gengibre e Monin Amêndoas. Já o Punk Hard Core, inspirado na banda Devotos, é feito de American IPA, Whisky, Vermouth Tinto e Limão.

Fechando a lista, os dois últimos drinks foram baseados em Reginaldo Rossi e Luiz Gonzaga. Leviana, em homenagem ao primeiro, é composto por vodca, suco de maçã, limão, lasca de maçã com canela e a cerveja Wirbier; e Serena do Mar, inspirado no Rei do baião, é feito de gin, maracujá, Monin Banana Verde e WitBier. Os valores das bebidas variam entre R$ 20 e R$ 25 e elas podem ser encontradas na Ekäut Lab, que fica na Av. Conselheiro Aguiar, 3572.

 

 

Bem antes do Brasil ser ‘Brasil’ como conhecemos, ela já era queridinha dos habitantes originais dessas terras. Citada na carta de Pero Vaz de Caminha e, muitos anos mais tarde, no clássico Casa Grande e Senzala, do escritor Gilberto Freyre, esse tubérculo ficou conhecido em solo nacional por diferentes nomes: macaxeira, mandioca, aipim; e há séculos vem fazendo parte da alimentação de famílias espalhadas por todo o território brasileiro.

A macaxeira, como é chamada no Nordeste, é produzida em todo o país, durante o ano inteiro. O Brasil, aliás, é o segundo maior produtor do alimento no mundo, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). De tão presente no dia a dia dos brasileiros, e de tão importante, ela já foi até mote para um discurso presidencial; em 2015, quando a ex-presidenta Dilma Roussef classificou a raiz como sendo “uma das maiores conquistas deste país”, na cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais Indígenas.

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Mas, para além da mesa, a macaxeira é mesmo uma importante herança cultural, compartilhada pelos povos indígenas. A raiz foi um dos primeiros produtos apresentados pelos povos originários aos portugueses, quando de sua chegada em idos de 1500, e os forasteiros logo se encantaram com a versatilidade e sabor do alimento.

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Antes mesmo da chegada dos estrangeiros, os habitantes dessas terras já lidavam com o tubérculo tendo ‘domesticado’ a planta. Os indígenas amazônicos, através de suas técnicas e expertise, desenvolveram inúmeras variedades da raiz (há mais de quatro mil catalogadas) e descobriram várias maneiras de consumi-la. Maneiras, essas, que o brasileiro usa em seu cotidiano até os dias atuais. Da macaxeira se faz pratos salgados, doces, farinha, tapioca, mel, vinagre, cachaça, cerveja (produzida em Pernambuco) e até vinho (produzido no Pará por Raquel e Mariane Tupinambá). Ela também é usada para consumo animal e até para a produção de cosméticos, como shampoos e hidratantes corporais, além de tijolos ecológicos na construção civil.

Sem contar no impacto que o cultivo do tubérculo representa na economia nacional. Segundo a Embrapa, para cada dois hectares de macaxeira plantados, um emprego direto é gerado. Só no estado da Bahia, 335 mil hectares são usados no plantio do tubérculo. Da produção total, 90% é representada pela agricultura familiar. Os povos indígenas, que nos legou tal tradição, continuam se dedicando ao cultivo da mandioca. Na aldeia Ekeruá, localizada em Avaí, São Paulo, os Terena fizeram do plantio uma forma de subsistência e independência, assim como seus antepassados.

Migrantes do estado do Mato Grosso do Sul, os índios dessa etnia reinventaram o cultivo da raiz, sem desmatamento e resgatando técnicas tradicionais como o murundum - que consiste na formação de 'montinhos' de terra para ajudar na colheita manual e proteger o solo contra a erosão. Dessa maneira, eles deixaram de trabalhar para outros proprietários de terra, sob um pagamento mínimo - segundo o último Censo, feito pelo IBGE em 2010, 83% dos 897 mil indígenas brasileiros recebiam até um salário mínimo ou não tinham rendimentos -, virando donos de sua própria produção e mudando sua realidade econômica, promovendo uma maior independência para os seus.

Da etnia dos Terena saiu a primeira chef indígena do país. Kalymaracaya veio da aldeia Bananal, no Mato Grosso do Sul, ainda pequena pra estudar em Campo Grande. Nas férias, ela acompanhava a avó e a mãe na cozinha e aprendeu com elas os segredos da culinária tradicional. Mais tarde, ela decidiu que usaria em seu trabalho os saberes e sabores da sua aldeia para que assim pudesse ensinar sobre sua cultura além de fortalecê-la.

Na estreia de Kalymaracaya como chef, ela não poderia ter outro ingrediente como protagonista que não a mandioca. Ela preparou o Hî-Hî, um bolinho feito da raiz envolto em folha de bananeira. A plateia era formada por não-índios e a aceitação do prato foi um sucesso absoluto. A chef explicou, em entrevista exclusiva ao LeiaJá, o motivo da escolha: "A mandioca representa a nossa comida brasileira e a gente come tudo com a mandioca. É o alimento mais brasileiro que existe".

Depois da primeira experiência, a chef passou a ministrar palestras e cursos nos quais ensina o preparo de receitas com ingredientes tradicionais de sua etnia, além de falar um pouco sobre outros aspecto de seu povo. "As pessoas têm pouco conhecimento do que é uma tribo indígena e às vezes fazem até perguntas absurdas. Como chef eu falo da gastronomia e da cultura, ensino um pouco do idioma Terena, das pinturas". Além de salvaguardar suas tradições através da culinária, Kalymaracaya também atua como secretária do Conselho Comunitário Urbano Indígena de Campo Grande (CCUI), no qual trabalha por melhorias em diferentes áreas sociais para a comunidade indígena.

 

Receita

O Hî-Hî, tradicional prato dos Terena, "parece uma pamonha", como diz a chef Kalymaracaya, mas é, na verdade, um bolinho de macaxeira que pode ser acompanhado por carne vermelha, frango, mel, melado e até doce de mamão. A chef ensinou como preparar a delícia. Confira.

 

Ingredientes:

1.500 Kg de mandioca ouro (amarela) crua “in natura” sem o pavio

10 folhas de bananeiras inteiras

3 Pano de algodão

6 folhas de bocaiuva (espécie de palmeira) ou 1 rolo de barbante

3 litros de água

Modo de preparo

Limpe bem as folhas de bananeira, retire os talos e passe as folhas na chama do fogo. Rale a mandioca na parte mais fina do ralador, adicione 1 litro de água e mexa bem, separe um pano de algodão, você vai espremer todo o líquido da mandioca, deve repetir o processo até retirar todo o amido da mandioca e deixá-la seca.

A mandioca espremida vai formar uma massa seca, coloque três colheres de sopa na folha de bananeira e enrole, precisa ficar no modelo retangular, amarre com a folha de bocaiúva, ou barbante. Depois de todos eles fechados, em uma panela coloque 2 litros de água e disponha-os, o tempo de cocção é de 30 minutos em fogo alto.

Fotos: Pixabay/Divulgação/Reprodução Instagram/Sérgio Araújo

A hamburgueria My Burguer adicionou uma novidade voltada ao público vegano, em seu cardápio. O novo sanduíche da casa, o 4Vegan é feito com quatro ingredientes 100% veganos e já está disponível para os clientes.

Elaborada pelo mestre hamburgueiro, George Rodrigues, e pela nutricionista e chef Luciana Leocadio, a receita traz em sua composição quatro ingredientes sem qualquer tipo de fonte animal. O sanduíche é composto por hambúrguer feito de cogumelos, cenoura, abobrinha, semente de girassol e vegetais; ketchup fe cenoura, beterraba, páprica e melado de cana; queijo cheddar de semente de girassol fermentada naturalmente; e o pão australiano.

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O público pode encontrar o 4Vegan pelo valor de R$ 22,90, nas unidades da lanchonete localizadas em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, e em Casa Forte, Zona Norte, além do delivery.

A quarta edição do Recife Cofee reúne 35 cafeterias do Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Porto de Galinhas e Petrolina, a partir do dia 2 de maio. Antes, em 28 de abril, um evento de lançamento com oficinas, palestras e distribuição de cafezinhos, no Café na Rua, promete preparar o público com o que está por vir.

Produzido pela Associação dos Empresários de Cafeterias de Especialidade de Pernambuco, o festival tem a proposta de fortalecer o mercado de cafeterias autorais no Estado. Nesta edição, a expectativa da organização é colocar 55 mil pessoas para circularem entre os estabelecimentos participantes.

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Só no Recife, participam as cafeterias A vida é bela, Café com dengo, Café do Bonde, Café do Brejo, Café Lumiére, Cordel Cafés e Ernesto Café, entre outras. Para participar, a loja precisa ter um barista profissional especializado em extrair as melhores características do café. Informações sobre as participantes podem ser vistas no site do evento.

Serviço

Lançamento do festival Recife Coffee 2019

28 de abril  | 9h às 16h

Café na Rua (Av. Rio Branco, Bairro do Recife)

 

"O brasileiro precisa ser estudado". Essa frase é dita todas as vezes que algo muito inusitado surge pelas mãos do povo brasileiro. Mas o que vem chamando a atenção das pessoas nos últimos dias é uma combinação nada convencional feita pelo digital influencer Igor Rocha.

No Instagram, Igor compartilhou a receita do inusitado "Coxicake", salgado que passeia pelo universo da coxinha e cupcake. Disponibilizando todo o passo a passo na rede social, o rapaz usou menos de dez ingredientes para ter o resultado esperado. Para o recheio, Igor capricha no frango, além de colocar requeijão e bacon como cobertura, numa alusão ao que o cupcake normalmente é retratado.

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A novidade compartilhada rendeu diversos comentários dos internautas, sem contar no viral que se tornou em todas as redes sociais. No Facebook, por exemplo, a ideia da "Coxicake" repercutiu bastante. "Misericórdia, que perfeição", brincou um dos curtidores da página de humor LDRV. "Credo, que delícia", comentou outra pessoa.

Com quase dois milhões de seguidores no Instagram, Igor Rocha divide com os seus seguidores receitas simples para serem exploradas em casa, que vão de queijo empanado crocante a coxinha de churros.

Confira:

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No próximo domingo (21), famílias de todo o Brasil estarão trocando ovos de chocolate e guloseimas em uma das tradições mais festejadas do país. Porém, para aqueles que não querem descuidar do peso não precisam se abster do prazer de aproveitar essa parte da Páscoa. A ex-MasterChef e especialista em confeitaria Carolinne Oliveira, compartilhou uma receita fitness para quem não quer ou não pode deixar a dieta de lado.

Carolline criou ovos 'fit' substituindo alguns ingredientes originais, como o açúcar demerara, no lugar do cristal; e a batata doce. A estratégia é uma receita com baixo teor de carboidratos para quem não quer se arriscar no chocolate comum. Para ela, que também assina o canal do YouTube Just Carol, vale dar uma chance para a alternativa: "Quem fecha a cara para esse tipo de receita é quem realmente nunca experimentou. Basta provar para perder o trauma".

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Confira a receita e o modo de preparo.

Para a casquinha de chocolate:

– 500 gramas de chocolate meio amargo ou amargo (barra)

– Duas formas de ovo de páscoa de silicone (de qualquer tamanho)

Para o recheio de mousse de framboesa:

– 200g de chocolate branco

– 3 claras

– 2 batatas doces cozidas amassadas

– 200g de framboesa

– 2 colheres de açúcar demerara

Modo de preparo:

Derreter o chocolate em banho maria e pincele toda a forma do ovo, até que crie uma casquinha. Coloque na geladeira para endurecer.

Para o recheio: Faça uma mistura entre a framboesa e o açúcar demerara em fogo médio dentro de uma panela. Mexa até formar a calda. Derreta o chocolate branco separadamente em banho maria e acrescente na mistura junto com as batatas doces cozidas e amassadas. Bata as claras em neve e despeje na mistura, em seguida. Mexa ligeiramente e leve à geladeira por alguns até ficar morno para frio.

Depois que esfriar, recheie o ovo e una as duas partes, levando para a geladeira por mais 10min. E está pronto.

*Com informações da assessoria

 

O Outback vai celebrar a Páscoa com o seu próprio ovo de chocolate. O Chokkie aparece na rede de restaurantes pelo quarto ano e é inspirado na sobremesa Chocolate Thunder From Down Under. A embalagem é inspirada na cultura aborígene australiana.

Com 290 gramas, o ovo de chocolate é recheado com a receita original do brownie do Outback; baseado na sobremesa da casa, que traz meio ovo de chocolate meio amargo com uma combinação do brownie de nozes pecãs, creme trufado de chocolate branco e meio amargo e decorado com chocolate branco.

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Pelo quarto ano, os restaurantes da rede colocam o Chokkie como protagonista da Páscoa. O ovo é vendido pelo valor de R$ 49 e fica disponível enquanto durarem os estoques.

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A 18ª edição do Recife Restaurant Week pretende investir em menus fartos com ingredientes silvestres. Com o tema Do Campo à Mesa, o festival inicia sua programação, no Recife, no dia 17 de maio e vai até 9 de junho promovendo a culinária baseada em pratos típicos e da estação.

O objetivo desta edição é enfatizar a importância dos insumos frescos e de produtores locais. O Restaurant Week é um dos maiores festivais gastronômicos do mundo e está presente em mais de 12 cidades brasileiras. O evento tem como meta oferecer o melhor da gastronomia nacional e mundial a preços democráticos. Em breve, será divulgada a lista dos restaurantes participantes.  

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Para ajudar na união de sabores, a beer sommelière da Cervejaria Ambev Carolina Loureiro dá dicas de como apreciar uma boa cerveja junto com seu almoço de Páscoa, independente da preferência pela culinária do Sul do país, das receitas de Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais ou dos pratos nordestinos.

"Uma das coisas interessante nestas épocas é poder experimentar harmonizações com pratos tradicionais e marcantes, que nos trazem memórias familiares ou características dos locais onde vivemos", explica Carolina. "E é nesse momento que a cerveja e sua diversidade de ingredientes e sabores pode nos levar a uma experiência ainda mais especial", complementa.

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Conheça mais sobre a Páscoa em diversas regiões do país e opções de cervejas para harmonizar:

Bahia – O almoço de Páscoa na Bahia tem entre os seus pratos mais característicos as Moquecas, preparadas com azeite de dendê e leite de coco. "As moquecas harmonizam bem com IPAs ou Imperial IPAs, que são mais amargas e alcoólicas. Elas ajudam a limpar o paladar e suavizar a gordura do azeite de dendê e do leite de coco. Além de trazer um aroma mais cítrico, que combina muito bem com frutos do mar".

Pernambuco – Em Pernambuco é tradicional o preparo do Feijão de Coco nesta época, mais especificamente na sexta-feira. "Feito à base de leite de coco, coentro e cominho, o Feijão de Coco pode harmonizar muito bem com cervejas Blond Ale, pois as notas condimentadas desse estilo acabam por complementar os sabores do prato".

Rio de Janeiro e São Paulo – Nas duas capitais mais populosas do país, o almoço de Páscoa ainda tem o Bacalhau como grande estrela, sendo servido de diversas formas, seja em meio a uma salada, ao forno com batatas e pimentão e até como risoto. "O bacalhau é um peixe mais salgado, portanto o ideal neste caso são cervejas com notas mais cítricas e condimentadas, que vão atenuar o sal do peixe. Estilos belgas como Saison ou Witbier são os mais recomendados".

Minas Gerais – Um prato que permanece popular entre os mineiros nesta época é a tradicional Galinha ao Molho Pardo, normalmente acompanhada de arroz, angu e couve. "Este prato, especialmente pela presença do molho pardo, possui um sabor bem forte e marcante. Para trazer equilíbrio ao paladar, uma sugestão é harmonizá-lo com uma cerveja igualmente marcante, como uma Dubbel".

Santa Catarina – Em Santa Catarina, mais especificamente na capita Florianópolis, é comum o preparo da Tainha frita na banha de porco também durante o feriado de Páscoa. "Assim como peixe frito de uma forma geral, a tainha vai bem com cervejas leves e bem carbonatadas, pois essa característica é que vai ajudar a limpar o paladar, criando uma nova sensação para quem aprecia. American Lagers e até mesmo Weizenbier, que são as cervejas de trigo, são ideais".

Para quem não quer fugir do chocolate nesta época, Carolina Loureiro também tem dicas para unir as duas paixões nacionais. "Com o chocolate podemos pensar em três divisões básicas: Para os mais amargos, o ideal são as cervejas mais escuras, com perfil de torrefação, como Imperial Stout e Schwarzbier. Chocolate ao leite pede cervejas mais encorpadas, como as Bock e as Porter. E o chocolate branco pode ser harmonizado com as Fruit Beer, especialmente as que contam com frutas vermelhas, como as Fruit Lambic e as Brown Ale", finaliza.

*Com informações da assessoria

Estudantes da Universidade Federal do Pará (UFPA) organizaram um curso gratuito de produção de geleias artesanais como alternativa de gerar emprego em Belém. As aulas são dirigidas a feirantes e ocorrem no campus profissional do Guamá, no Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (ICSA), sempre às quartas-feiras, de 16 às 17h30.

Promovido por alunos do time Enactus da UFPA, por meio do projeto Fiero, o curso começou em 10 de abril e vai até 5 de maio, com capacitação prática e teórica para a produção de geleias sob a orientação de chefs e professores. O intuito é atrair a participação de pessoas desempregadas ou em situação de vulnerabilidade econômica que possuam interesse em gastronomia e confeitaria.

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Segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem mais de 12 milhões de desempregados no país. Diante desse cenário, o comércio de geleias apresenta uma possibilidade de sucesso.

O primeiro produto criado pelo projeto, o melaço de pimenta com laranja (feito com pimenta, laranja, sal, açúcar e limão), já possui mais de 96% de aceitação no mercado e 60% de margem de lucro. Desde 2016 mais de 50 feirantes já foram capacitados.

Amanda Tompson, estudante de Nutrição e uma das idealizadoras do projeto Fiero, destacou que um dos propósitos da iniciativa é gerar transformação social a partir de ações empreendedoras. Para ela, a experiência proporciona um aprendizado para todos os envolvidos. ”Nossa maior motivação foi apresentar um novo caminho, capaz de desenvolver uma linha de produtos alimentícios que atendesse a necessidade sustentável”, concluiu.

Seguindo a visão ambiental do projeto Fiero, a sustentabilidade representa um dos principais focos da iniciativa e é praticada por intermédio do aproveitamento integral dos alimentos que seriam descartados pela aparência desagradável. Segundo Amanda, o Fiero também objetiva formar líderes a fim de melhorar a qualidade de vida da comunidade. "Ao longo do curso, são abordados temas como higiene, segurança no trabalho, apresentação profissional e como se comportar nas relações comerciais”, disse.

Informações sobre o projeto Fiero podem ser obtidas peloo telefone (91) 98393-8879 ou pelo endereço eletrônico projetofiero@gmail.com.

Da Redação do LeiaJá Pará (Com apoio de Eva Pires).

 

O Brasil elegeu o novo Mister Mundial Universo, no concurso realizado em Arequipa, Peru, no último sábado (13). O vencedor foi o modelo e funkeiro Sérgio Fialho, que recebeu a faixa com o título e aproveitou o momento para fazer um protesto. O brasileiro posou segurando uma placa com o nome da ex-vereadora Marielle Franco.

Segundo Fialho, sua intenção era aproveitar o momento para mostrar o que vem acontecendo no seu país: "É importante mostrar para o mundo o que está acontecendo no Brasil. Em todo os lugares devemos ser mais politizados, saber o que está acontecendo no meio político é importante. Esse caso deve ser mais esclarecido e meu protesto tem esse objetivo”, disse o vencedor em seu discurso de coroação.

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Fialho levou a faixa desbancando os concorrentes na performance e adereços. Para o desfile de trajes típicos, o modelo usou um look carnavalesco com inspiração em adereços indígenas. A ideia era representar a cultura brasileira. Após a vitória, o modelo pretende conquistar o público pela sua música.

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Em clima de Páscoa, os restaurantes da Região Metropolitana do Recife resolveram investir em pratos especiais e exclusivos para a data. Com refeições a partir de R$ 30, o almoço da sexta-feira santa já está garantido. Crepe recheado de bacalhau, Cebiche de Lagosta e Filé de Pescada ao creme de champagne são algumas das opções. Confira:

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Bercy Village - O Chef Joca Pontes desenvolveu um crepe especial para a data. Chamado de “Crepe Pascal”, a iguaria é recheada com bacalhau, queijo mussarela e catupiry, creme de jerimum, azeitonas pretas e folhas de rúcula. O valor do prato é R$ 29,90 e estará disponível nas casas por tempo limitado no delivery e nos restaurantes a partir das 18h.

Ponte Nova – O “Santa Pescada” é composto de Filé de pescada amarela grelhada sobre arroz ao bisque de camarão, picadinho de aspargos verdes, cubinhos de tomates e farofa crocante de ervas. O valor do prato é R$ 64,00 e estará disponível na casa por tempo limitado. O restaurante funcionará na sexta-feira Santa no almoço, das 12h às 15h30 e jantar, das 19h às 00h e domingo de Páscoa das 12h às 15h30.

Villa Bistrô - Para a Semana Santa, o Joca Pontes, o chef da casa, oferecerá o “Pescado Mediterrâneo”, que consiste em Filé de pescada grelhada na manteiga sobre arroz ao creme de parmesão, regado ao molho pomodoro e amêndoas laminadas. O valor do prato é R$ 44 e estará disponível na casa por tempo limitado de segunda a sábado das 12h às 15h e a partir das 18h30 e aos domingos das 12h às 16h.

Chalé.92 - Entre as opções para a Semana Santa, o Filé de Pescada ao creme de champanhe com aspargos, é ideal por combinar a suavidade do champanhe com a leveza do peixe.

Beijupirá Reserva do Paiva – Uma dica para essa Páscoa é Camaranga, prato tradicional da casa composto por camarões flambados puxados na manteiga, com fatias de manga grelhada com especiarias. Além disso, outra pedida da casa é o Beijuqueca de Lagosta. O Beijupirá do Empório irá funcionar normalmente durante a Semana Santa, abrindo para o almoço e jantar de quinta a domingo das 12h às 00h.

Chicama – A sugestão no ‘Chicama’ é ‘Punta Sal’, prato que leva camarões e lambretas em salsa de vinho com ají amarillo e espaguete puxado na manteiga de ervas. Outras sugestões da casa é o Pescado Capitales e Pescado de Toro. O restaurante funcionará na sexta-feira, das 12h às 0h; no sábado e domingo, das 12h às 17h.

Chiwake – Entre as sugestões para a Semana Santa, o Cebiche de Lagosta e o Lima, que é composto por filé de peixe cozido em bisque de moquequinha e camarão grelhado. O restaurante vai funcionar normalmente no feriado da Páscoa. Para almoço, a casa abre de sexta a domingo, das 12h às 16h. Já para o jantar, o funcionamento será na sexta e no sábado, das 19h às 23h.

*Da assessoria de comunicação

Se tem uma bebida que é a cara do Brasil, é o café. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a produção dos cafés do país foi equivalente a 36% da produção mundial em 2018. No mesmo ano, o consumo interno da bebida quente aumentou em 4,80 %, com relação a 2017, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC).

Ainda de acordo com a ABIC, o maior consumo da bebida se dá nas residências, que representam 64% dos consumidores do café, mas um outro movimento vem acontecendo e crescendo exponencialmente com a abertura de cafeterias e outros estabelecimentos que estão investindo na oferta de cafés de alta qualidade, dentre outros serviços atrelados.

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Só no Recife, uma pesquisa feita pelo Observatório Empresarial do Sebrae - PE mapeou 109 cafeterias presentes na Região Metropolitana da cidade. E a aparição desses estabelecimentos vem acontecendo, também, em bairros periféricos, demonstrando que o café é quase uma unanimidade entre os recifenses. Sendo assim, o LeiaJá preparou um roteiro de cafeterias que abrem aos domingos para celebrar o Dia do Café, comemorado neste 14 de abril. Confira.

Clandestino Café

Ônibus por fora, cafeteria por dentro. A Clandestino transformou um ônibus Mercedes 1982, ex-militar, em um ambiente para degustar café e outros quitutes que o empreendimento oferece. A cafeteria fica 'estacionada' no pátio do Museu do Estado do Nordeste, nas Graças.

Serviço

Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 - Graças)

                     Quarta a domingo | 15h às 20h

 

Malakoff Café

Com espaço voltado ao ritmo mais pernambucano de todos, o frevo, o Malakoff oferece grande variedade de cafés e foi considerado uma das 20 melhores cafeterias do Brasil, em 2018.



Serviço

Paço do Frevo (Praça do Arsenal - Bairro do Recife)

Segunda a sexta | 12 às 20h

Sábado  e domingo | 14h às 18h

Pé de Café

Na Pé de Café, além de saborear a bebida, quente ou gelada, ainda é possível encontrar uma loja de plantas com diversos tipos de flores, minicactos e orquídeas, entre outros.

Serviço

Rua Guedes Pereira, 69 - Parnamirim

Domingo a domingo | 15h às 20h

 

A Vida é Bela Café

Além dos cafés, alguns, como os cappuccinos, com bordas cremosas de doce de leite, por exemplo, a casa oferece doces, quitutes e até uma receita de escondidinho vegano, com macaxeira e carne de jaca.

Serviço

Terça a sexta | 12h às 21h

Sábado e  domingo | 15h às 21h

Rua Francisco Lacerda, 394 - Várzea

Harina Café

No Harina, a proposta é se conectar, mas com os amigos e com o próprio café. Por isso, a casa não dispõe de wi-fi mas o cardápio conta com cafés premiados, croissants recheados e bolo de banana.

Serviço

Todos os dias | 7h às 21h

Rua França Pereira, 137 - Boa Viagem

Festivais

Alguns shoppings da cidade preparam festivais especiais para celebrar o Dia Café. No Shopping RioMar, em Boa Viagem, o Circuito do Café envolve mais de 11 cafeterias, que vão oferecer produtos diferenciados à base de café, até a próxima sexta (19). Além disso, o público também poderá assistir à palestras com baristas e especialistas. 

Já na Zona Norte da cidade, no Shopping Plaza Casa Forte, um festival acontece até o dia 28 de abril para festejar a bebida. Nesta edição, participam oito marcas diferentes com produtos a preços fixos que vão de R$ 10 a R$ 20.

Fotos: Reprodução/Instagram

Uma das receitas de sanduíche mais conhecidas ao redor do mundo, a do Big Mac, da lanchonete McDonald's, ganhou novas versões. O lanche, que é carro chefe da rede de fast food, dispõe agora de cinco receitas diferenciadas com direito a ingredientes inusitados, como mostarda de cerveja e molho sabor whisky. Os 'Novos Bigs' já estão disponíveis nas lojas.

Esta é a primeira vez que o McDonald's lança cinco novos sanduíches de uma só vez. Eles são releituras do tradicional hambúrguer e mesclam ingredientes 'comuns' a outros que fogem do padrão da rede, como a mostarda de cerveja, molho sabor whisky, pepperoni e pimenta biquinho. O preço sugerido para cada um é de R$ 28,90 na oferta média, que acompanha refrigerante e batata-frita. As novidades ficam no cardápio por tempo limitado.

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O objetivo dessa campanha de 'versões de si mesmo' é competir com as hamburguerias gourmet que vêm crescendo ao redor do Brasil. Os Novos Bigs chegam, segundo João Branco, Chief Marketing Officer do McDonald's, como uma maneira de democratizar as linhas diferenciadas de lanches da rede: “Podemos dizer que a linha é um ‘meio termo’ entre as ações promocionais que o McDonald’s vem desenvolvendo e as inovações da linha Signature. Faz parte da estratégia da rede trazer um cardápio cada vez mais democrático”, disse em entrevista à revista Exame.

Confira como são os Novos Bigs.

Big Fire: pão especial, dois hambúrgueres, molho pimenta biquinho, cebola, alface, queijo emmental, tomate e bacon.

Big Malt: pão especial, dois hambúrgueres, mostarda de cerveja, cebola crispy, alface, queijo emmental e bacon.

Big Four: pão, quatro hambúrgueres, pepperoni, maionese defumada, cebola crispy, mix folhas e queijo cheddar.

Big Beef & Chicken: pão, duas proteínas – sendo uma de carne e uma de frango, maionese, cebola caramelizada, alface, tomate e queijo cheddar.

Big Bourbon: pão, dois hambúrgueres, molho sabor whisky, molho cheddar melt, cebola crispy, picles e bacon.

 

Mas de 280 bares e restaurantes de Pernambuco integram a edição 2019 do Guia Abrasel. A publicação traz informações de estabelecimentos espalhados por todo o Estado, em português e inglês, e será disponibilizado gratuitamente para o público a partir da próxima segunda (15).

O Guia conta com índices intuitivos, separados por cidade e também por especialidade, como café, confeitaria, carnes, cozinha internacional, oriental e regional, entre outras. Para alguns restaurantes, além de informações básicas sobre serviço, ainda há observações como ambiente, espaço para eventos, estacionamento, adaptação para portadores de necessidades especiais, música ao vivo e serviço de wi-fi.

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O objetivo do Guia Abrasel é servir como um auxílio para os pernambucanos e turistas, com informações atualizadas sobre os estabelecimentos e atividades relacionadas ao lazer e turismo. O download gratuito desta edição poderá ser feito, a partir da próxima segunda (15), no Google Play Store e, posteriormente, no App Store.

Celebrando 20 anos de existência, o festival Comida di Buteco abre sua programação, em todo o país, nesta sexta (12). Até o dia cinco de maio, diversos comércios familiares, popularmente conhecido como 'butecos', estarão participando do festival, comercializando seus petiscos em busca do prêmio de Melhor Buteco do Brasil.

Nesta edição, participam estabelecimentos de 21 cidades, simultaneamente. Na primeira etapa, os botecos pré-selecionados apresentarão petiscos criados especialmente para a competição. Os pratos serão comercializados ao preço único de R$ 20, em alusão ao aniversário do festival. Nessa fase, o público e um corpo de jurados visita, vota e elege o campeão. São avaliados o petisco, atendimento, higiene e temperatura.

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Já na segunda etapa, em junho, uma comissão de jurados vai visitar os campeões de cada cidade, avaliando sua performance nas mesmas quatro categorias. Aí será escolhido o grande vencedor que receberá o título de Melhor Buteco do Brasil. Participam, apenas estabelecimentos em que o dono esteja sempre à frente do negócio, não pertencendo a redes ou franquias. O objetivo do festival é valorizar a cultura dos botecos e da cozinha raiz. Os locais participantes podem ser conferidos no site oficial da competição.

 

A época do ano que mais dá água na boca está chegando. A tradição de comer chocolate na Páscoa é mais do que difundida, e leva as pessoas a procurar inovações para o doce. Os sabores mais tradicionais são o amargo, branco e ao leite. Mas, todos os anos, os produtores se empenham na confecção de novas opções. A que está fazendo a cabeça das pessoas esse ano é o Ruby. A iguaria chegou ao Brasil este ano e promete ser tendência para 2019. 

De textura cremosa, 50% cacau e naturalmente rosa (sem adição de corantes artificiais), o Ruby é considerado o quarto sabor de chocolate no mundo e apresenta gostos doce e cítrico.

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Ficou curioso para saber mais sobre este tipo de chocolate? A doceira Lalynha Cortez ensina o passo a passo de como fazer um ovo de colher com chocolate Ruby. Confira:

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O próximo sábado (13) será dia de culinária tradicional no Pequeno Latifúndio. O local recebe a segunda edição do projeto Xepa Cult - Mostra de Gastronomia de Tradição pelo Consumo Consciente. O evento traz os saberes das mestras cozinheiras da nação Truká, em celebração à resistência dos índios pernambucanos.

Sendo o mês de abril aquele em que se comemora o Dia do Índio, o Xepa Cult tomou como tema para sua segunda edição os sabores e conhecimentos culinários dos indígenas pernambucanos. As convidadas são Selma Antônia da Silva e Gilmária Maria da Luz Silva, que vão preparar receitas representativas do repertório culinário do cotidiano do seu povo, os Truká, de Cabrobó.

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Além disso, o projeto promove a aula-espetáculo O Som do Barro, com Mestre Nado de Olinda, e a exibição dos curtas Abril Indígena e Da Pedra da Letra à Pedra na Mesa. A programação começa às 14h.

Serviço

Xepa Cult - edição dois

Sábado (13)  | 14h

Espaço Pequeno Latifúndio (Rua Gomes Pacheco, 426 - Espinheiro)

Gratuito

  A partir desta segunda-feira (8), o Plaza Shopping, na Zona Norte do Recife, promove a 2º edição do Circuito do Café. O festival conta com a participação de 8 marcas que irão oferecer combos com preços fixos de R$ 10 e R$ 20.

Nesta edição, a novidade é a inclusão de bebidas mistas no cardápio. Machiato, espumone, cappuccino quente e gelado são algumas das opções de bebidas. Participam do festival as marcas: Kopenhagen, Mutti, San Paolo, Deltaexpresso, FriSabor, São Braz Coffe Shop, The Brownie Factory e Vero Caffè e Vino.

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O ‘Circuito do Café’ segue até o dia 28 de abril. 

Serviço

Circuito do Café

8 a 28 de abril

Plaza Shopping (R. Dr. João Santos Filho, 255 - Parnamirim, Recife)

Combos de R$10 e R$20

Com o tema ‘Páscoa’, a segunda edição do Mini Chef Plaza acontece no próximo sábado (13), no Shopping Plaza, na Zona Norte do Recife. Na oficina, a criançada poderá explorar a imaginação e decorar seu próprio ovo de páscoa.

As sessões da oficina têm duração de 40 minutos e acontecem às 12h, 13h, 14h, 15h e 16h, cada uma com 20 crianças. As vagas são limitadas. Para participar é preciso ter a partir de 3 anos. No dia, é preciso chegar dez minutos antes. Não é preciso levar o ovo de chocolate de casa, pois já está incluso no valor do ingresso. No final da atividade, todas as crianças levarão para casa o ovo que customizarem com as guloseimas.

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Os ingressos custam R$ 20 e podem ser adquiridos no Ticket Simples. A oficina, que conta com apoio da Planeta Bombom, acontece em espaço situado na Praça de Alimentação, que fica no piso L5 do mall.

Serviço

Mini Chef Plaza – Páscoa

13 de abril| 12h, 13h, 14h, 15h e 16h

Praça de alimentação do Plaza Shopping (R. Dr. João Santos Filho, 255 - Parnamirim, Recife)

R$20

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