Cultura

| Artes Visuais

O artista plástico Marcelo Silveira vai levar sua mostra 'Compacto com pacto' ao interior do Estado. As cidades de Triunfo e Floresta recebem a exposição que conta com obras que dialogam com os dois municípios.

Em Triunfo, a mostra abriu as portas na última sexta (14), na galeria do Sesc. A mostra traz peças que passeiam pela tradição carnavalesca da cidade, os caretas, além de uma obra que dialoga com o trabalho de Seu Quadrado, artesão local que produz chicotes de couro.

##RECOMENDA##

Já em Floresta, a exposição chega no dia 20 de junho, na Galeria Casa Pedra Branca. Em ambas as cidades, o artista também apresenta a intervenção sonora Tudo Certo, produzida durante uma residência artística feita pelo artista em Belo Jardim no ano de 2017.

Serviço

Compacto com pacto

Até 3 de agosto

Triunfo

Praça Dr. Artur Viana Ribeiro, 59, Alto da Boa Vista, Triunfo – PE

segunda-feira a sábado | 8h às 12h e 13h às 21h

(87) 3846-1341

 

R. Antônio Henrique da Silva, s/n - São Cristóvão, Triunfo - PE

(87) 3846-2800

 

Floresta

Casa Pedra Branca

Praça Antônio Ferraz, 141 – Centro / Floresta

Um pequeno resumo do acervo fotográfico e o relato da história factual do centenário do Colégio Alfredo Dantas (CAD), a mais antiga instituição particular de ensino de Campina Grande, foi reunido na exposição "CAD 100 anos". A mostra, que acontece de 17 a 24 de junho, será exibida no Shopping Luíza Motta, no bairro Catolé, na cidade paraibana.

De acordo com o diretor do Alfredo Dantas, o professor Paulo Loureiro, o objetivo é expandir a mostra de significativos registros do CAD para toda comunidade campinense. "Durante 100 anos nós exercemos uma enorme importância na formação educacional de milhares de pessoas que passaram pela instituição, sejam alunos ou professores. Um pouco dessa história merece e deve ser compartilhada", afirmou.

##RECOMENDA##

"Durante esse período o CAD vem oferecendo, das mais diversas formas, uma valorosa contribuição à educação campinense, destacamos o papel dos professores que se dedicaram ao ensino e a formação de milhares de alunos, contribuindo de forma direta para o desenvolvimento da cidade de Campina Grande e da Paraíba", finalizou o diretor.

O Shopping fica aberto de segunda a sábado, das 9h às 20h, e no domingo, das 11h às 18h. Os interessados ainda podem acessar a exposição de forma virtual.

*Da assessoria

A exposição Tengo Lengo Tengo, que seria lançada nesta quarta-feira (13) no Museu Cais do Sertão, localizado na Avenida Alfredo Lisboa, foi adiada por conta das fortes chuvas que afetaram toda a Região Metropolitana do Recife

Em nota, a organização afirmou que a mostra acontecerá no próximo domingo (16), juntamente com o lançamento da biografia do padre João Câncio. Confira o comunicado na íntegra:

##RECOMENDA##

"Em virtude das fortes chuvas que acometeram o Estado, a Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco, anuncia o adiamento da exposição Tengo Lengo Tengo, e o lançamento da biografia do padre João Câncio, que aconteceria nesta quinta a noite no Cais do Sertão. A mostra e lançamento do livro acontecerão no domingo, às 14h, mesmo dia em que acontece a Missa do Vaqueiro, no Cais do Sertão."

O Villa Cozinha de Bistrô, localizado no Shopping Tacaruna, em Olinda, resolveu juntar gastronomia e artes plásticas. Inaugurada no último dia 6, a exposição "Eu Vi Lá", dos artistas Sandro Maciel e Fábio Rafael, segue até o próximo dia 30 com os trabalhos espalhados por todo o ambiente do restaurante.

Batizado "Nossos Artistas", o projeto abraçado pelo chef Joca Pontes recebeu a curadoria de Márcia Cabral. A mostra de Sandro e Fábio transporta uma narrativa contra a velocidade, e que são apresentadas através de pinturas oscilantes. 

##RECOMENDA##

Olindense, Sandro Maciel realiza os seus trabalhos inspirados no mundo lúdico de brincadeiras infantis, além de combinar imagens de paisagens de pontos de Pernambuco. Já Fábio Rafael atua nas mais diversas linguagens artísticas, como pintura, desenho, gravura, objetos, fotografias e performance. 

Serviço

Exposição "Eu Vi Lá"

Até 30 de junho | 19h

Villa Cozinha de Bistrô – Shopping Tacaruna

Paisagens do subúrbio do Recife, do sertão e agreste pernambucanos dão forma à exposição O Silêncio do Bairro, do artista plástico Maurício Arraes. A mostra fica em cartaz na Arte Plural Galeria até o dia 10 de agosto.

Com mais de 50 anos de experiência nas artes plásticas, Arraes passou os últimos três trabalhando em O Silêncio do Bairro. A mostra conta com 32 quadros que se pretendem a refletir espaços e pessoas do cotidiano de maneira diferente.

##RECOMENDA##

As obras se dividem entre pinturas em tela acrílica e desenhos, com quadros menores de 30x60 cm, até painéis de 1,70x1m. São várias cenas do dia a dia, com construções, figuras humanas, momentos corriqueiros na busca da revelação de sentimentos e emoções.

Desde sua venda pelo valor recorde de 450 milhões de dólares, o paradeiro de "Salvator Mundi", atribuída a Leonardo da Vinci, se tornou um dos maiores mistérios do mundo da arte.

Mas nesta segunda-feira, o marchand de Londres Kenny Schachter deu algumas pistas ao site Artnews: a pintura estaria no gigantesco iate do herdeiro da coroa saudita, príncipe Mohamed bin Salman.

##RECOMENDA##

Desde sua venda pelo preço recorde, em 2017 na Casa Christie's, a pintura jamais foi exibida em público, o que gerou especulações sobre seu proprietário, paradeiro e autenticidade.

Muitos especialistas em arte debatem se a obra é realmente de Leonardo ou se foi pintada por um de seus alunos.

Segundo o Wall Street Journal, a obra foi arrematada pelo príncipe saudita Badr bin Abdullah, que teria agido em nome do herdeiro da coroa, conhecido por suas iniciais MBS.

Riad jamais confirmou ou negou a informação.

Schachter escreveu que "nas turvas águas do Oriente Médio, nada é claro como o cristal", mas citando várias fontes, incluindo dois envolvidos na venda, o marchand garantiu que a pintura "foi levada no meio da noite, no avião de MBS, e colocada em seu iate".

Mais adiante, Schachter escreveu que a obra permanecerá a bordo do enorme iate até que seja levada à localidade de Al-Ula, que a Arábia Saudita pretende transformar em um polo cultural e turístico.

Em um cotidiano que acaba exigindo cada dia mais - desempenho, velocidade, comunicação -, onde o tempo parece ficar comprimido frente às crescentes demandas, cada indivíduo procura um refúgio, um lugar seguro de escape, onde o não-pensar possibilite um desacelerar, uma oxigenação que alimente e revigore os processos de existência e criação.

Foi nesse espaço que o artista contemporâneo Guto Barros se dedicou à produção de colagens, agora selecionadas e reunidas na exposição "Refugo", que será aberta ao público no dia 18 de junho, no ZV Tattoo e Galeria, que fica na Galeria Joana D'Arc, no Pina. Em "Refugo" - que conta com curadoria da artista visual e arteterapeuta Camila Sobreira e do artista visual e tatuador Nando Zevê - o público irá conhecer cerca de 60 obras.

##RECOMENDA##

As colagens, criadas por Guto entre 2016 e 2019, estarão lado a lado com projetos tatuáveis, adaptações da arte abstrata encontrada no trabalho de Barros, promovendo o diálogo da tatuagem enquanto linguagem das artes visuais - proposta do ZV Tattoo e Galeria. Apaixonado pelos grandes murais, telas e painéis, Augusto foi buscar nas colagens as pequenas dimensões que lhe desafiaram o criar. Sua matéria prima era o que sobrava de material e pensamento.

Escritor de Graffiti, mestre em Teoria da Arte, professor de História e Teoria da Arte e doutorando em Design, profundamente marcado pela vivência acadêmica, Guto encontrou nos procedimentos técnicos as ferramentas para o seu processo criativo do escape, do não pensar.

Ao mesmo tempo caótico e metódico, Augusto coleciona recortes de jornais e revistas - devidamente catalogados - onde sobrepõe imagens e experiências do inconsciente, produzindo o que hoje considera serem paisagens imaginárias. "O meu trabalho abstrato, já há alguns anos, tem essa vontade de ser mapa, de ser paisagem, por conta da minha relação com as minhas experiências de cidade, das minhas andadas, da minha vontade de fazer grafitti", conta.

E completa: "E eu gosto de imaginar espaços quando estou fazendo as minhas obras. Essas colagens elas remetem um pouco a caminho, pavimento, rotas. A paisagem remete um pouco à fuga, a sair dessa realidade e construir paisagens, mapas imaginários, relações imaginárias, e isso vai se alimentando".

Tatoo

A tatuagem entrou como linguagem do processo artístico de Augusto a partir do desejo de explorar o corpo enquanto território, plataforma de mapeamento e percepção dos espaços. "Os situacionistas propunham construir mapas de acordo com a realidade percebida por cada indivíduo e desejo muito conseguir traduzir esse tipo de experiência na tattoo", diz Barros, que começou a trabalhar na pele enquanto suporte para a criação artística no final de 2017.

Para "Refugo", o artista encarou ainda o desafio de adaptar o seu trabalho abstrato para a pele. As obras foram redesenhadas, a partir das colagens, pensando nas especificidades do corpo. "A abstração do meu trabalho, na colagem, exige uma adaptação para a tattoo. Tem elementos dessas imagens que têm a ver com a textura do papel, com a tela branca, e precisam ser adaptados para acompanhar a cor da pele, o desenho do corpo, o espaço onde vai ser aplicado", explica Guto.

A exposição "Refugo" ficará aberta ao público até XX de agosto, e o acesso é aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 14h às 21h. Quem se interessar em tatuar alguma das obras da exposição, deve agendar através do e-mail do artista.

Serviço

Abertura da exposição "Refugo", de Augusto Barros

18 de junho | 19h

Galeria Joana D'Arc, Avenida Herculano Bandeira, Pina

Visitação da exposição: até 18 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 14 às 21h

*Da assessoria

Quem transita pelas ruas do Recife, vez ou outra, se depara com muros coloridos repletos de desenhos. Mal imaginam que muitas dessas imagens falam sobre igualdade de gênero, empoderamento, feminismo e representatividade. Até recentemente dominado pelos homens, o grafite vem sendo tomado pelas mulheres, que através de suas obras exigem lugar de fala e buscam quebrar as barreiras impostas pela sociedade.

Uma dessas mulheres é Gabi Bruce, que está na cena há aproximadamente 18 anos e é uma das primeiras mulheres a ingressar no mundo do grafite no Recife. Quando começou, o mercado na capital pernambucana ainda era escasso e os poucos artistas que existiam eram, em sua maioria, homens.

##RECOMENDA##

“Éramos cinco mulheres e participávamos ativamente da rede de resistência solidária e dos mutirões de grafite. Além do grafite, tínhamos uma zine, que era o ‘Rosas Urbanas Zine’, em que a gente começou a reunir o trabalho não só da gente, de ilustração e poesia visual, mas de outras mulheres que produziam poesia periférica na cidade”, conta Gabi. O grupo de mulheres pioneiras do grafite do Recife também fundaram o ‘Rosas Urbanas Crew’, o primeiro coletivo feminino de Hip Hop do Recife, que reunia mulheres e meninas que grafitavam e dançavam break.

Crédito: Divulgação e Arthur Souza/LeiaJáImagens

Alguns anos depois, em 2009, também com intuito de unir mulheres, foi criado o coletivo ‘Cores Femininas’ pela artista Jouse Barata. “Eu me sentia muito só, quando eu ia pra rua não tinha muitas mulheres pintando comigo. Eu pintava sempre com os ‘caras’ e por essa coisa de estar só, eu decidi fazer um trabalho voltado mais para as mulheres”, explica Jouse. O projeto é uma extensão do ‘Cores do Amanhã’, Organização Não Governamental (ONG) idealizada por Jouse e mais três artistas, desenvolvida no bairro do Totó, próximo ao complexo prisional Aníbal Bruno, na Zona Oeste do Recife. A iniciativa oferece oficinas gratuitas como aulas de capoeira, artesanato e grafitagem, para crianças e adolescentes.

A estudante de Artes Visuais pela Universidade Federal de Pernambuco, Nathália Ferreira é fruto do ‘Cores Femininas’. A moradora de Vila Rica, em Jaboatão dos Guararapes, conheceu o projeto em 2014 e descobriu sua vocação para o grafite. “Ia ter o ‘Colorindo Recife’, um festival promovido pela Prefeitura do Recife, em que os grafiteiros são chamados para pintar vários espaços públicos da cidade e quem tava organizando era o ‘Cores do Amanhã’, no túnel do Pina. Quando eu cheguei lá tava todo mundo pintando, todos os artistas da cena, os novos, os antigos e eu fiquei maravilhada”, relembra Nathália. Atualmente, a estudante ministra, todos os sábados, aulas de graffiti na ONG.

Para expor sua marca e a luta contra o racismo, Nathália optou por trazer representatividade para suas obras e retratar só mulheres negras. Elas também não possuem olhos em reverência a entidades ligadas às tradições religiosas de matriz africana e indígena. Já Gabi, que está em residência artística em São Paulo há algum tempo, além de retratar mulheres negras, trata da mitologia dos iorubás, religião afro-indígena brasileira. Jouse, por sua vez, fez da pressão estética em cima da mulher sua assinatura: uma boneca de olhos azuis e cabelos vermelhos acompanhada de mensagens de valorização da mulher.

Como reconhecimento do seu trabalho, Jouse foi homenageada, em maio de 2019, na publicação ‘Mulheres que mudaram a história de Pernambuco’, da premiação ‘Olegária Mariano’. Este ano, Gabi também foi eleita ‘Melhor Grafiteira’ pelo Prêmio Sabotage, único do país que reconhece as pessoas que contribuem para o movimento Hip Hop de forma política e social.

Apesar da crescente inclusão de figuras femininas no grafite, Gabi conta que a cena ainda é fechada para as mulheres, que o território da arte urbana vem sendo conquistado ‘com unhas e dentes’ e que o mercado é racista, machista e xenofóbico. Para ela, a situação se agrava quando se é mulher e negra. “A gente vai produzindo aos trancos e barrancos. Na resistência, na inspiração e na transpiração, para se inserir nesses espaços, mas não de bom agrado. As portas não são abertas, a gente tem que arrombar”, lamenta.

[@#galeria#@]

O Museu do Louvre, na França, poderá ceder peças de sua coleção egípcia ao Museu Nacional, do Rio, destruído por um incêndio em setembro. O diretor da instituição brasileira, Alexander Kellner, esteve reunido na terça-feira (4) em Paris com o presidente do museu francês, Jean-Luc Martinez, de quem ouviu a promessa do empréstimo de longo prazo de peças.

"Ele se interessou muito pela situação do museu e prometeu, inclusive, nos fazer uma visita no ano que vem. Ele está muito interessado em saber como anda a reconstrução do Museu Nacional", contou Kellner. "E uma vez que a gente estiver pronto, ele já acenou para a possibilidade de um empréstimo de material do Louvre por longo termo. Estamos muito animados com isso."

##RECOMENDA##

Uma das maiores perdas no incêndio que destruiu a instituição foi justamente parte da coleção egípcia, listada entre as mais importantes do mundo e a maior da América Latina. Grande parte dela foi trazida ao País pelo primeiro imperador do Brasil, d. Pedro I.

De acordo com o catálogo do Museu Nacional, a maior parte do acervo egípcio foi comprada em um leilão, em 1826, pelo monarca. Não há registro preciso sobre a procedência das peças, mas acredita-se que elas tenham vindo de Tebas - onde hoje fica a região de Luxor, no sul do país africano.

Três múmias desta coleção eram consideradas particularmente importantes e se perderam: a de Hori, um alto funcionário da hierarquia egípcia que viveu por volta de 1.000 a.C.; a Harsiese, que também teria um cargo importante e viveu por volta de 650 a.C.; e uma múmia feminina datada do século 1.º, sobre a qual se tem poucas informações. O que a tornava rara e preciosa era a técnica usada para enfaixá-la, envolvendo braços, pernas e dedos das mãos individualmente. A peça considerada a mais importante da coleção, no entanto, era o esquife (caixão) da dama Sha-amun-em-su, ricamente trabalhado. Em 1876, quando visitou o Egito, o imperador dom Pedro II o ganhou de presente e o manteve em seu gabinete até a proclamação da República, em 1889, quando a peça passou a integrar a coleção do Museu Nacional.

Mas nem tudo da civilização antiga se perdeu. Nos meses seguintes ao incêndio, pesquisadores localizaram cerca de 200 itens da coleção egípcia que puderam ser resgatados.

"O material que querem emprestar é variável: peças egípcias, mas também greco-romanas, além de outras coisas que possam interessar a gente", disse Kellner. "É muito legal."

Até abril, o Museu Nacional também havia recebido R$ 150 mil do British Council e cerca de R$ 800 mil - que podem chegar a R$ 4,4 milhões - do governo da Alemanha. A reconstrução do espaço está estimada em cerca de R$ 100 milhões.

Incêndio

O acervo de 12 mil peças do Museu Nacional, ligado à Universidade Federal do Rio, foi consumido pelo fogo em 2 de setembro. Era o mais antigo centro de ciência do País, com 200 anos. O local reunia algumas das mais importantes peças da história natural do País, como Luzia, o esqueleto mais antigo já achado nas Américas.

Em abril, a Polícia Federal apresentou o laudo da investigação do incêndio e apontou como causa mais provável das chamas um curto-circuito em um de ar-condicionado, localizado no auditório do térreo do edifício. A conclusão dos peritos servirá como base ao inquérito da PF para apontar possíveis responsáveis, que poderão responder criminalmente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A parceria entre o fotógrafo mineiro Eustáquio Neves e o pernambucano Iezu Kaeru, que resultou no projeto O Jogo da Bola, inaugura uma exposição, nesta terça (4), em Diamantina, Minas Gerais. Após passar pelo Festival de Fotografia de Tiradentes, também em Minas, a mostra aporta na cidade patrimônio cultural da humanidade retratando o futebol de várzea de Pernambuco.

O projeto é resultado de uma pesquisa realizada em 20 comunidades do Recife, capital pernambucana, entre os anos de 2016 e 2017. Os fotógrafos registraram detalhes e particularidades do futebol de rua em uma verdadeira homenagem aos 'atletas' e campos de várzea.

##RECOMENDA##

Em Diamantina, a exposição fica em cartaz até o dia 4 de julho, na Galeria Martha Moura do teatro Santa Izabel. A instalação da mostra forma um simulacro de jogo de futebol, que proporciona um ambiente imersivo, convidando o visitante a sentir-se dentro de um campo.

Inaugura nesta terça (4), às 19h, a exposição Seres Imaginários e Outros Encantados. Assinada pelos artistas Mozart Santos, Nando Zevê e João Lin, a mostra fica em cartaz no Estúdio ZV Tattoo Galeria até o dia 13 de junho.

A mostra reúne mais de 50 obras e objetos que exploram a tradição dos famosos gabinetes de curiosidades, com suas coleções raras de seres encantados. Além disso, uma série de obras tatuáveis estará exposta junto a um bestiário criado em conjunto pelos três artistas que também atuam como tatuadores.

##RECOMENDA##

O público poderá visitar a exposição até o dia 13 de junho, no horário das 14h às 21h. Interessados em fazer agendamentos de grupos podem fazê-lo pelo telefone (81) 988051402.

Serviço

Seres Imaginários e Outros Encantados

Abertura

Terça (4) - 19h

Visitação

Até 13 de junho - 14h às 21h

Estúdio ZV Tattoo Galeria (Galeria Joana D'Arc - Pina)

 

No Brasil, 82% dos frequentadores de museus são das classes A e B, ou seja, integrantes de famílias com renda acima de R$ 9.980 por mês. É o que mostra uma pesquisa do instituto Oi Futuro, da empresa de telecomunicações do mesmo nome, e da consultoria Consumoteca, que ouviu 600 pessoas de todas as regiões do país.

A maioria dos brasileiros que não frequentam museus pertence à classe C (53%), isso significa que são pessoas de famílias em que o rendimento médio mensal está entre R$ 4.990 e R$ 9.980.

##RECOMENDA##

Metade das pessoas ouvidas na pesquisa afirmou frequentar museus pelo menos uma vez por ano. A outra metade os visita a cada dois anos. E entre os que os frequentadores mais gostam de ver nos museus, 52% responderam artefatos antigos, esqueletos e ossadas. Quadros e pinturas vêm em segundo lugar (46%), esculturas (28%), instalações artísticas (23%), fotografia (17%), videoarte (10%) e performances ao vivo (8%).

Com base nas respostas obtidas, os pesquisadores identificaram que o perfil de quem visita instituições museológicas mais de uma vez ao ano é composto por pessoas que se sentem envolvidas pelas histórias contadas por meio das exposições, além desse grupo se manter informado das recorrentes mudanças de programação dos espaços culturais.

Enquanto os não frequentadores, na maioria das vezes, não têm conhecimento de que além de acervos permanentes, os museus abrigam exposições temporárias ou mostras temáticas que dinamizam a programação. Os não frequentadores também tendem a considerar os equipamentos monótonos, o que na visão dos coordenadores da pesquisa pode ser explicado, em parte, pelo fato de que a maioria da população brasileira tem o primeiro contato com museus ao participar de visitas escolares.

A pesquisa também mostra que 58% dos brasileiros consideram que as instituições museológicas ainda são locais elitizados e pouco visitados e, entre os frequentadores, 57% consideram que o preço acessível é uma motivação na hora de escolher o que fazer em momentos de lazer. Desses, 77% preferem passar parte do tempo livre no cinema, 64% em restaurantes e 63% em parques. Os museus são a preferência de 49% dos que afirmam visitá-los regularmente.

Já 61% dos não frequentadores preferem sair para a casa de amigos, shopping (48%) e cinema (47%). Para eles, o fato de um lugar ser apropriado para se fazer um programa com toda a família é fundamental na hora de escolher uma atividade de lazer.

O Sesc Casa Amarela recebe, na próxima quinta (6), a exposição Para si: um processo de ser. Produzida por Laís Domingues, a mostra retrata em imagens o cotidiano das bordadeiras de Passira, no Agreste de Pernambuco, e fica em cartaz até o dia 30 de agosto.

A exposição faz parte do projeto 'Bordando o Feminino', idealizado em 2015, e é resultado de um intercâmbio cultural da artista na cidade, onde o ofício das mulheres sustenta a principal atividade econômica do município onde moram. Estarão expostas 15 fotografias bordadas e o público poderá, também, aprender um ponto de bordado em uma instalação interativa. 

##RECOMENDA##

Na abertura, na próxima quinta (6), além do vernissage, a estilista Thanina Godinho, que também participou do intercâmbio cultural ao lado de Laís, lança a coleção Filhas do Sol - Bordados de Passira. As 48 peças, de seis modelos diferentes, foram criadas com um grupo de artesãs locais durante a imersão.

Serviço

Exposição Para si: um processo de ser

Abertura

Quinta (6) - 18h

Visitação

Até 30 de agosto; Segunda a sexta - 9h às 19h

Sesc Casa Amarela (Av. Norte, 4490 - Mangabeira)

Gratuito

 

No dia 22 de junho, a Osaka Naniwa Kai, na Vila Mariana, São Paulo, recebe a primeira feira de ilustração compostas por artistas LGBTQ+. A POC CON será gratuita e acontece das 10h às 19h, antecedendo o dia da parada da diversidade de São Paulo.

O evento conta com 69 artistas que irão expor seus trabalhos em 50 mesas, além de editoras e lojistas que também participam da feira. A POC CON tem foco na visibilidade dos trabalhos da comunidade LGBTQ+, além de ser uma forma de reafirmar os direitos desta comunidade. A lista de artistas participantes pode ser conferida no site do projeto.

##RECOMENDA##

Quem tiver interesse em ajudar a custear o evento pode adquirir o Kit Gay POC CON, que conta com com pôster oficial, cartela de adesivos, botton, bolachas de chopp, ímã de geladeira e uma sacola e também podem ser adquiridos pelo site. Apesar de o vento ser gratuito, será feito um controle na entrada evitar problemas com a circulação do público.

Serviço

POC CON

22 de junho | 10h

Osaka Naniwa Kai (R. Domingos de Morais, 1581 - Vila Mariana, São Paulo)

Gratuito

  De 6 de junho a 3 de julho, a capital de Portugal, Lisboa poderá conhecer a obra do artista visual recifense Raoni Assis. A mostra ficará em cartaz na Fábrica Braço de Prata - centro cultural que ocupa as instalações de uma antiga sede militar, na Zona Oriental da cidade. Esta é a primeira vez que o artista expõe fora do Brasil.

Com uma composição marcada pelo traço forte e cheio de cores, a exposição foi intitulada ‘Marginal’. Algumas obras do artista são inspiradas por textos como “O Soneto do Desmantelo Azul”, de Carlos Pena Filho, “O Cântico Negro”, de José Regio, e “As três Flores da Esperança", do subcomandante Marcos.

##RECOMENDA##

Raoni já realizou diversas exposições individuais e coletivas no Brasil. Em 2014, ele foi o responsável pelo cartaz oficial da Sede Recife para Copa do Mundo da FIFA- Brasil e 2016 idealizou a identidade visual da decoração do Carnaval de Olinda.

Este é o último final de semana para conferir a mostra Agô, da fotógrafa Roberta Guimarães. A exposição fica aberta até o domingo (2), no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), das 14h às 17h.

Agô é o resultado de mais de três anos de pesquisa feita pela fotógrafa. Nesse período, ela visitou 14 terreiros de xangô de Pernambuco, resultando no livro O Sagrado, a pessoa e o orixá, lançado em 2013. Na exposição, ela apresenta imagens que mostram particularidades dos rituais, respeitando a tradição e religiosidade.

##RECOMENDA##

Ao todo, são 40 fotografias, além de vídeos e informações que têm como objetivo conduzir o olhar do visitante para a diversidade, combate ao preconceito e reafirmação dos direitos humanos. A curadoria é do antropólogo Raul Lody, um dos mais reconhecidos especialistas em cultura afro do país.

Serviço

Mostra Agô

Sábado (1º) e domingo (2) - 14h às 17h

Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 - Graças)

R$ 6 e R$ 3

 O Shopping Recife, localizado na Zona Sul da cidade, recebe a partir desta segunda-feira (27) uma exposição que homenageia o bairro de Boa Viagem. Pelo olhar do fotógrafo Bruno Recifense, 12 obras ficarão expostas no piso L1, próximo ao restaurante Tio Armênio.

O projeto faz parte do movimento Amigos de Boa Viagem, idealizado pelo empresário Paulo Muniz. “A ideia da mostra é chamar atenção para a beleza de Boa Viagem que deve ser cuidada e mantida. As fotos de Bruno Recifense inspiram e motivam uma luta por um bairro melhor”, diz Paulo.

##RECOMENDA##

As obras estarão disponíveis à venda e parte do valor será destinado ao Instituto Shopping Recife para apoio em projetos sociais. A exposição segue até o próximo domingo (2).

Serviço

Exposição fotográfica- Boa Viagem 

Segunda (27) a Domingo (2)

Shopping Recife (R. Padre Carapuceiro, 777 - Boa Viagem, Recife) 

*Com informações da assessoria

Quem resiste ao aconchego e às boas lembranças da casa da vovó? É isso que a exposição “Casa da Vó “, no Museu Histórico Municipal de Guarulhos, Grande São Paulo, recria em um cenário carinhoso, típico dessas casas. A mostra começa nesta sexta-feira (24), com entrada gratuita.

A exposição terá objetos e vestimentas da década de 1920, mobiliário antigo, álbuns de fotografias e porta-retratos da época. Os visitantes poderão tirar fotos dos objetos além de apreciar narrativas de vidas e narrar suas próprias histórias.

##RECOMENDA##

De acordo com Araci Borges, uma das idealizadoras do projeto, a intenção é que os visitantes possam interagir com o ambiente.  “Da mesma forma como uma visita à casa das avós mexe com nosso imaginário, nosso desejo foi criar um espaço interessante, no qual as pessoas também possam integrar os cenários enquanto conhecem um pouco mais sobre a história da cidade”, afirma Araci.

Serviço:

Museu Histórico Municipal (Casa da Vó)

Data: a partir do dia 24 de maio

Horário: das 9 às 17h

Local: Praça Cícero Miranda s/nº - Vila Galvão - Guarulhos

Classificação: livre

Entrada: gratuita

Até 30 de junho, o Museu da Imagem e do Som (MIS) recebe a exposição "Limbus", do fotógrafo brasileiro Gustavo Gusmão, 34 anos. Composta por 19 fotografias, a mostra é um projeto realizado nas Filipinas sobre seis mil pessoas que moram nos cemitérios da capital, Manila.

Curiosos e tristes ao mesmo tempo, os cemitérios são grandes comunidades à margem da sociedade. Com sua própria estrutura e funcionamento, esses lugares comportam pequenas moradias, escolinhas, mercadinhos, botecos e muitos barracos, em situação de extrema pobreza. "São várias faces do mesmo lugar. Na mostra, trouxe de tudo um pouco, desde as coisas mais difíceis até o que tem vida. O cemitério não é só tragédia e pobreza, também tem vida. Não quis focar apenas a tristeza, mas os dois lados da história", reflete Gusmão.

##RECOMENDA##

[@#galeria#@]

Apelidados de skeletons, zombies ou cemitery people, acredita-se que no maior deles, o North Manila Cemitery, moram aproximadamente duas mil pessoas. "O ambiente é um lugar de extrema pobreza e tem, ao mesmo tempo, vida e morte. Onde tem pobreza, tem enterro de pessoas, tem ossos humanos, mas também tem gente vivendo ali. Acho que a mensagem de tentar mostrar o que acontece nesse lugar e denunciar de alguma forma é o mais importante", conclui.

Os rostos que carregam traços da cultura brasileira são o tema da exposição fotográfica “Memórias”, que será inaugurada nesta segunda-feira (20) às 21h na Univeritas/UNG. As imagens foram produzidas por alunos do primeiro semestre do curso de Fotografia, sob orientação dos professores Maria Aparecida Ruiz e Daniel Herrera.

Os universitários entrevistaram os retratados e os depoimentos serão expostos junto às fotos impressas, que foram costuradas com um barbante vermelho para representar o sangue do povo brasileiro e seus laços.

##RECOMENDA##

“Propomos o desenvolvimento de retratos que valorizam os fragmentos de memórias dos entrevistados, enfocando a propensão da câmera fotográfica de combinar verossimilhança com metáfora, que sempre favoreceu o uso da fotografia no jogo de aparências que define o universo do retrato”, explica o professor Herrera.  “Foi importante analisar quem eram os retratados, gerando como resultado a produção física de um material no qual o foco são as memórias particulares”, afirma.

Serviço:

Exposição fotográfica “Memórias”

Quando: de 20 a 24 de maio

Onde: Saguão do Prédio E da Univeritas/UNG

Praça Tereza Cristina, 88, Centro de Guarulhos, SP

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando