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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) está com 65 vagas abertas para projetos de pesquisa no exterior. Serão selecionados estudantes e docentes para as viagens. As oportunidades são para apoio a projetos realizados em conjunto com entidades alemãs e francesas.

Entre os critérios exigidos para alguns dos programas, é preciso ter vínculo empregatício permanente com Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras e ser docente de programa de pós-graduação com nota igual ou superior a quatro na Avaliação Quadrienal 2017. Os candidatos serão selecionados para os programas Probral, Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil (Confecub) e Brafitec.

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No Probral, programa realizado em parceria com o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), o docente terá a oportunidade de fazer doutorado-sanduíche (com duração de seis mese a um ano), pós-doutorado, além de participarem como professores visitantes júnior e sênior. Os interessados têm até as 17h de 26 de julho para realizar a inscrição.

Já no programa Confecub, serão selecionados projetos conjuntos de pesquisa realizados com Instituições de Ensino Superior na França. Além do custeio, o programa financia missões de trabalho e estudo. As missões de estudo são para doutorado-sanduíche e estágio pós-doutoral. O prazo para inscrição vai até as 17h do dia 25 de julho.

Já a Brafitec tem parcerias universitárias de graduação entre o Brasil e a França na área de engenharia. A iniciativa incentiva a formação de recursos humanos e pesquisa por meio da mobilidade acadêmica e do intercâmbio científico entre IES com bolsas e aporte financeiro. Editais dos programas podem ser obtidos pelo site da Capes, na internet, onde também há os canais para as inscrições.

Estudar fora do país é o objetivo de muitos estudantes. Adquirir experiências, descobrir novas habilidades, conhecer novos lugares e gente nova… A lista quase não tem fim. Há quem acabe embarcando para o exterior sem muitas pretensões no que vai além da vida acadêmica e profissional, porém, acaba sendo surpreendida com uma experiência amorosa na nação estrangeira.

Para celebrar o Dia dos Namorados no Brasil, o LeiaJá conheceu intercambistas que, por coincidência, moram na Irlanda, e foram para o país europeu com pretensões acadêmicas, mas acabaram se rendendo ao amor. Sayonara Bittencourt, 25, estudava design na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e foi para a Dublin, capital da Irlanda, estudar Creative Digital Media, em 2015.

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Sayonara passou um ano estudando e conseguiu um emprego em terras européias. Depois de uma relação que não deu certo, ela decidiu criar um perfil em um aplicativo de relacionamentos, onde conheceu Andy Phelan. Ela conta que os dois tiveram encontros, foram passear, tomar sorvete e menos de um mês depois já estavam namorando. “Só que tinha um problema. Eu tinha de voltar para o Brasil cinco meses depois que conheci ele. Eu fiquei muito chateada porque não queria voltar para o Brasil”, relembra.

Por ter sido bolsista do governo brasileiro, Sayonara teve de permanecer no Brasil por um ano depois de voltar da Irlanda. Nesse período, ela conta como manteve o relacionamento a distância: “Foi difícil. Mas a gente tem a mente muito parecida. Toda semana, praticamente, a gente falava por videochamada e trocamos mensagens por aplicativos durante todo o dia”.

Sayonara conseguiu uma bolsa de estudos do governo irlandês e regressou ao país natal de Andy. “Quando eu voltei, ele estava no aeroporto com um buquê de girassóis! Foi a coisa mais fofa”, revela.

Com Ana Luiza Souza a história também foi parecida. Pernambucana, ela foi à Irlanda no fim de 2015 para estudar inglês por seis com o objetivo de melhorar o currículo. Ana conta que escolheu a Irlanda pelas relações amigáveis entre o Brasil e o país do hemisfério norte, sem contar que o visto de estudante também permite que alunos tenham part-time jobs (trabalhos de meio período/20 horas semanais).

Cathal e Ana Júlia vivem uma história de amor

Ao fim do curso, Ana passou dois meses de férias, quando conheceu Cathal Lynch. Ela contou ao LeiaJá que já pensava em renovar o curso de inglês por não achar que seus conhecimentos estavam bons o suficiente. Ela e Cathal se conheceram em um pub onde “a conversa foi fluindo, inicialmente porque ele ama futebol e começou a falar de times e jogadores brasileiros”. Mesmo sendo irlandês, Cathal morou e estudou nos Estados Unidos por nove anos e voltou para o seu país de origem mais ou menos na mesma época que Ana Luiza desembarcou.

Ter um intercâmbio acadêmico ou de voluntariado no currículo é extremamente importante. A experiência no exterior costuma agregar valor aos estudantes e, apesar de não ser imprescindível, é vista de forma positiva pelo mercado de trabalho. Estudar fora também permite ao intercambista conhecer pessoas e lugares novos, aumentando ainda mais sua rede de contatos.

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--> Malta é opção de intercâmbio para quem quer estudar fora

--> Pesquisa: 365 mil estudantes fizeram intercâmbio em 2018

Em 2017, Giovanna Ballerini Ribeiro Gomes fez seis meses de high school no Canadá. Antes, estudou inglês nos Estados Unidos. E teve a certeza de querer cursar o ensino superior fora do Brasil. "Sempre foi meu sonho", conta a estudante, agora com 18 anos, que faz parte de uma geração de alunos do País que, de modo crescente, vai para graduação no exterior.

Dos 365 mil brasileiros que em 2018 foram estudar no exterior, 50,4 mil buscaram graduação. Isso representa um aumento de 37,7% em relação a 2017 (36,6 mil). Os dados são da pesquisa Selo Belta 2019, encomendada pela Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta). E dos 50,4 mil estudantes que foram fazer graduação no exterior, 36,6% (um em cada três) eram de São Paulo.

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Os levantamentos da Belta, que responde por 75% do mercado, se dividem em duas partes: a primeira com agências e outra com estudantes (quantitativa). Na parte referente às agências, graduação no exterior subiu no ranking dos tipos de intercâmbio mais vendidos. Saiu da 7.ª posição (2016) para a 4.ª (em 2018). "Antes era um bicho de sete cabeças, hoje é mais acessível", afirma Maura Leão, presidente da Belta. "Se a família quer qualidade acadêmica, pode somar o custo de uma boa faculdade e acomodação lá fora e ainda tentar uma bolsa. Aí vê que de repente consegue pagar. Antes as pessoas não faziam essa conta", diz Maura, CEO do Yázigi Travel.

Saída da crise

Carla Gama, diretora-geral da Experimento Intercâmbio Cultural, ressalta que à medida em que a competição por empregos no Brasil se torna mais acirrada, cresce o interesse. "Os cursos estão mais acessíveis à classe média."

"Muitas pesquisas indicam que até 2030 uma parcela relevante das profissões que conhecemos deixará de existir e, de outro lado, o mercado vem migrando suas exigências, deixando de lado apenas diplomas, para exigir habilidades", afirma Abdul Nasser, professor da FGV In company e do Ibmec no Rio. "As famílias perceberam que investir em educação no exterior amplia os horizontes e possibilita a formação de um networking globalizado."

Para Daniela Ronchetti Perkins, diretora operacional da FPP Edu-Media no Brasil - empresa organizadora das feiras EduExpo e EduCanada -, os estudantes cada vez mais consideram que uma experiência no exterior vai ajudá-los em tempos de crise. "Muitos também têm a intenção de permanecer no exterior após a graduação. Por exemplo, o Canadá dá a oportunidade de o estudante ficar no país legalmente para trabalhar na área após a conclusão do curso."

"Comecei a pesquisa pelos Estados Unidos, mas fazer o curso não iria ajudar a imigrar. No Canadá, essa experiência contaria para um futuro processo (de imigração)", explica Bruno Cortez Sibella, de 34 anos, que buscava uma possibilidade de fazer sua vida fora do Brasil após ter sido demitido. Com o auxílio da Canada Intercambio, o paulista de Santo André fez Broadcast Television and Independent Production no Conestoga College.

Brasil

A preocupação com o futuro do Brasil também conta. "O contexto político-econômico é muito mencionado por quem nos procura", diz Laila Parada Worby, gerente da Crimson Education Brasil, empresa internacional de consultoria que trabalha com universidades de EUA e Inglaterra. "Alguns pais acreditam que esses cortes (de verba pelo governo federal) vão prejudicar muito o ensino no País."

As agências também vêm se especializando no recrutamento de estudantes em língua portuguesa. "As pessoas precisam de ajuda nos processos", diz Laila. Esse apoio ajudou a convencer a família de Giovanna Gomes, que embarca este ano para fazer Bioquímica na Universidade Central Florida. "Minha mãe nunca foi a maior fã da ideia de me ter tão longe assim."

"De 2017 para 2018, houve crescimento de 20% nas vendas. Em 2019, já podemos afirmar que temos aumento de 15%", diz o gerente Carlos Eduardo Madeira, da recém-criada STB Universidades. Outras agências também registraram acréscimo nas vendas. Na Experimento e na CI, ficou entre 15% e 20%. O mesmo ocorre com a Canadá Intercâmbio. A empresa tem perspectiva de crescer 20% na modalidade de graduação naquele país.

Sobre os países mais procurados, os EUA ainda estão no topo do ranking - com destaque para Exatas. "Eles têm cerca de 4,7 mil instituições de ensino superior e muitas oportunidades de bolsa", explica Maura Leão, da Belta.

Voluntariado

Ser estudante da América Latina, ter ótimas notas no colégio e na prova de proficiência em inglês, praticar esportes, fazer trabalho voluntário, ter determinada condição socioeconômica, tudo pode contar na hora de pedir bolsa a uma instituição de ensino superior nos Estados Unidos. "Acho bem democrático o processo de bolsas no Estados Unidos. Diferentes aspectos vão agregando para o aluno obter bolsa", explica Maura Leão, da Belta.

De acordo com Laila Parada Worby, gerente da Crimson Education Brasil, as instituições americanas tendem a ser mais generosas com bolsas. "Segundo a Fulbright Commission, são 600 universidades americanas que oferecem bolsas de mais de US$ 20 mil para alunos internacionais", conta. "No ano passado, 55% dos alunos atendidos pela Crimson receberam bolsa, sendo que nem todos solicitaram. A média de bolsa por aluno foi de US$ 25.131 por ano", diz.

No Canadá, a política muda de uma instituição para outra, então o estudante deve escolher em qual pretende estudar e entrar em contato para saber como proceder. O governo canadense também concede bolsas. Uma delas é a Elap (Programa de Futuros Líderes das Américas), que há dez anos mantém acordos com instituições latino-americanas. Entre 2009 e 2017, os brasileiros ficaram com um quarto das bolsas concedidas: 1.070.

Já o governo português não concede bolsas a estudantes internacionais. Mas as instituições de ensino podem escolher dar algum apoio financeiro - que nunca chega a 100%.

Maura Leão ressalta a importância de prestar a atenção às datas de inscrição. "O pedido de bolsa às vezes é em janeiro, mas as aulas vão começar só em setembro." Na França, por exemplo, as candidaturas para universidades públicas, realizadas pelo Campus France Brasil, costumam ir do meio de novembro até janeiro.

Portugal

A ida de brasileiros para estudar em Portugal só cresce: do ano letivo 2017/18 para 2018/19, a alta é de 32%, segundo a Direção Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência, que não dispõe do total só em cursos de graduação. "Mas a maioria, cerca de 70%, é para graduação", diz Cristiane Lazoti, diretora e fundadora da EduPortugal, entidade privada que capta alunos do Brasil para cerca de 40 instituições lusas de ensino superior.

Além disso, o país é atraente pelo idioma, pela cultura, por aceitar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o ingresso de algumas universidades e pelos bons preços das anuidades, como destaca Tomás Furtado de Souza, de 20 anos, aluno de Gastronomia no Politécnico de Coimbra desde 2018. "Minha primeira opção era o Canadá, mas os custos eram elevados", conta o jovem. "Gastaria mais ou menos o equivalente a R$ 100 mil por ano só com universidade." Pela graduação em Portugal, o aluno paga R$ 11 mil anuais.

Países onde o idioma oficial não é nem o português nem o inglês, como Alemanha, Holanda e França, também têm ganhado a procura de brasileiros, sobretudo via cursos na língua inglesa, com valores mais em conta. "Nunca me imaginei na Holanda, mas enviei currículo e me aceitaram", relata a paulistana Amanda Raith, de 18 anos, que começa neste ano na reconhecida University of Twente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Malta ou República de Malta é um pequeno país de pouco mais de 400 mil habitantes, localizado ao Sul da Europa, mais precisamente perto da Itália e banhado pelo Mar Mediterrâneo. Apesar da proximidade com a Itália, Malta chama atenção por ter o inglês como língua oficial, além do maltês. A beleza natural e a riqueza cultural maltesa também são elementos atraentes que fazem com que muitos brasileiros optem por estudar inglês no país.

Até meados de 2017, Malta era um território muito mais explorado pelos próprios europeus do que por pessoas de outras nacionalidades. Até então, não era permitido que estrangeiros trabalhassem enquanto estudassem no país. Atualmente, Malta ocupa o sexto lugar entre os seis destinos mais procurados pelos intercambistas brasileiros, segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta), publicada em abril de 2019.

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De acordo com a Associação, o fato de Malta ter implantado uma política que possibilita o intercambista estudar e trabalhar facilitou muito para que os estudantes escolhessem o país para aprender ou aprimorar o inglês. Marina Motta, gerente do departamento de Intercâmbio do STB (Student Travel Bureau) em Pernambuco, diz que a empresa envia cerca de 10% dos alunos de Recife para Malta. Ela acredita que é um destino que tem tudo para crescer ainda mais, tanto no intercâmbio, quanto no turismo.

 “Malta é um paraíso e atrai estudantes internacionais principalmente no verão europeu (julho a setembro) por suas praias e badalação. Os cursos de inglês podem ter duração a partir de duas semanas e aceitam alunos a partir dos 16 anos. Algumas escolas oferecem ainda programas voltados para maiores de 30 ou 40 anos. As acomodações podem ser em flats, alojamentos estudantis, ou mesmo casa de família”, conta Marina, que também já vivenciou uma experiência de uma semana em Malta.

Daniela Barreto é uma das alunas enviadas pelo STB à Malta. O lugar diferente, exótico e de clima mais ameno fez com que Daniela escolhesse Malta ao invés de outros países da Europa, como a Inglaterra (que recebe uma grande quantidade de intercambistas todos os anos).

Por sugestão da STB, a intercambista optou por estudar em uma escola na qual a faixa etária é de acima de 30 anos, o que para ela é um ponto positivo, pois assim pode conviver com pessoas da mesma idade e com interesses em comum. Além disso, Daniela escolheu hospedar-se em uma casa de família, para que pudesse ter uma experiência mais completa “É muito interessante esse contato com a pessoa do local. Você troca bastante informações, você tem a oportunidade de treinar o inglês na casa que você está, como também conhecer mais da cultura”.

A estudante está fazendo um curso de inglês de cinco semanas e afirma que aproveita para conhecer os pontos turísticos e históricos do lugar, que de tão bonitos, parecem ser "inacreditáveis". “O mar é incrivelmente bonito. Nas fotos, as pessoas acham que você usou um filtro, mas na verdade é aquilo mesmo, um mar muito bonito e com construções feitas em pedra calcária, então o contraste chama a atenção”, diz a estudante.

O mar de Malta, inclusive, é o grande protagonista da natureza maltesa. Por isso, o país também é chamado de arquipélago. Malta é dividida em três ilhas: Malta, Gozo e Comino. Existem outras ilhas, que, no entanto, não são habitáveis, mas todas elas têm uma rica história que são notáveis em suas paisagens rústicas, ao mesmo tempo românticas.

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia (SEECT), está com cinco editais abertos referentes ao Programa Gira Mundo Professores, que vai levar 104 professores para uma formação em três países: Finlândia, Israel e Espanha. A iniciativa desenvolve ações de melhorias para a educação, por meio da formação de educadores e gestores da Rede Estadual de Ensino do Estado da Paraíba.  As inscrições estão abertas e seguem até 31 de maio.

As 104 vagas estão divididas em 30 bolsas para Häme University of Applied Sciences (HAMK) e 30 bolsas para Tampere Universisty of Applied Sciences (TAMK), na Finlândia, 15 bolsas para o Kibbutz Lotan, em Israel, 15 bolsas para o Kibbutz Ketura e 14 para a Mondragon Unibertsitatea, na Espanha. Todas as instituições são parceiras do projeto.

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Podem participar os educadores que possuam vínculo efetivo com a Rede Estadual de Educação Básica; estejam lotados na SEECT sem afastamento de suas atividades laborais; estejam no efetivo exercício da função docente e em sala de aula, em qualquer etapa e modalidade de ensino, em cargo de comissão, coordenação, gestão escolar ou na própria SEECT; e os que não possuírem qualquer ilícito, penalidade ou afins junto à Secretaria.

Para se inscrever o candidato deve anexar os seguintes documentos no endereço eletrônico: RG; CPF;  Documento de comprovação de vínculo efetivo com a Rede Estadual de Ensino; Proposta de um Projeto de Desenvolvimento em até 1.500 palavras, sem qualquer identificação do autor da proposta no corpo do projeto ou no nome do arquivo anexado; Certificado ou resultado validado de teste de proficiência em Língua Espanhola e Inglesa, caso o professor já o tenha, sendo aceitos certificados do nível B1 e A2, respectivamente. Outras informações disponíveis no Portal do Governo.

 

O Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciências e Tecnologia do Japão abriu vagas para estudantes estrangeiros, incluindo brasileiros, que queiram estudar no país. As oportunidades são para cursos de graduação, escola técnica, pós-graduação e cursos profissionalizantes em diversas instituições japonesas.

As inscrições vão ser realizadas em maio, em datas diferentes para cada grupo interessado, somente para os candidatos do Distrito Federal, Goiás e Tocantins. Pessoas de outras regiões precisam ir até o consulado local. No Recife o consulado japonês fica na Rua Padre Carapuceiro, 733, bairro de Boa Viagem, no Empresarial Center I.

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Para os estudantes de ensino médio completo, que querem concorrer às vagas de graduação, curso profissionalizante ou técnico, e que terão até 24 anos completos em abril de 2020, as inscrições devem ser feitas de 3 a 28 de maio. Já para os que desejam uma bolsa para o programa de pesquisa em pós-graduação, o prazo é de 2 a 29 de maio. Nesse caso é preciso, além de ter concluído um curso superior, ter no máximo 34 anos em abril de 2020.

O processo seletivo inclui prova de língua japonesa, inglês, entrevista e avaliação de projetos de pesquisa, no caso dos graduados. O programa de bolsas inclui as passagens área de ida e volta, isenção das taxas referentes aos estudos e ajuda de custo mensal. Os estudantes escolhidos devem embarcar em abril do próximo ano.

Levantamento da Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio do Brasil (Belta) aponta que o mercado brasileiro de educação internacional cresceu 20,46% no ano passado. O percentual representa que a quantidade de estudantes que participaram de intercâmbios saiu de 302 mil para 365 mil.

De acordo com a pesquisa, a maioria dos estudantes começa a pesquisar oportunidades de intercâmbio pela internet. No entanto, segundo identificou a Belta, 67% deles concluíram a compra da viagem na loja física.

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Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Malta são os destinos mais procurados pelos intercambistas. "Malta aparece pela primeira vez entre os seis destinos mais procurados, porque implantou a política do intercambista ter a possibilidade de estudar e trabalhar. Um ganho para a ilha, para nós, e para todos do setor de viagem de estudos no exterior", destaca a presidente da Belta, Maura Leão, conforme informações da assessoria de imprensa da instituição.

A análise ainda apontou que inglês é o curso de idioma mais procurado. Graduações também aparecem em destaque durante a procura dos estudantes. "Um dos motivos de vermos essa ascensão dos cursos de graduação é a especialização maior das universidades do exterior em receber os brasileiros e também pela possibilidade desse aluno ir como intercambista esportivo. Várias instituições de ensino do exterior valorizam o esporte e por isso tivemos um aumento de 20% no número de jovens indo nesta modalidade de intercâmbio. Em números absolutos, 3 mil pessoas embarcaram para fazer graduação com bolsa parcial e/ou total devido ao esporte", comenta a presidente da Belta.

Gênero e idade

Ainda segundo a pesquisa, 60% das pessoas que fazem intercâmbios são mulheres e a maioria viaja sozinha. Outro recorte revela que pessoas acima dos 40 anos estão fazendo mais viagens, sejam por objetivo cultural ou educacional.

Motivações

De acordo com a Belta, há uma série de situações que incentivam os estudantes na hora de optar pelos intercâmbios. Em ordem de preferência estão os seguintes aspectos: câmbio favorável, país que fala a língua inglesa e que o local ofereça qualidade de vida.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou detalhes de uma oportunidade de intercâmbio para a Irlanda. Diretores, coordenadores e supervisores pedagógicos de escolas de educação básica, públicas ou privadas sem fins lucrativos, podem fazer especialização gratuita em educação, no Mary Immaculate College, em Limerick. Integrantes de colégios militares também podem ser beneficiados.

A qualificação será realizada de junho deste ano a maio de 2020. A intenção é promover a capacitação de profissionais que trabalham com gestão pedagógica. “As inscrições seguem até as 18h do dia 30 de maio, pelo horário de Brasília. Serão disponibilizadas até 30 vagas, sendo destinadas seis para cada região brasileira”, informou o Ministério da Educação (MEC).

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Os candidatos devem ter obtido nota mínima estabelecida para o teste de proficiência em língua inglesa, além de possuírem graduação em licenciatura, serem brasileiros ou estrangeiros com visto permanente no Brasil, entre outras exigências. “O interessado deve elaborar um projeto de trabalho para aperfeiçoamento da gestão pedagógica a partir da sua própria experiência profissional e da realidade socioeducacional da unidade escolar em que atua. Também é preciso possuir passaporte válido até setembro de 2020, no mínimo”, explicou o MEC.

Os concorrentes precisam atualizar o currículo na plataforma eletrônica da Capes. Nessa ferramenta, é necessário inserir informações sobre formação acadêmica e atuação profissional na educação básica, devendo em seguida acessar a página de inscrição, preencher o formulário e anexar a documentação solicitada.

Algumas das etapas do processo seletivo são verificação dos requisitos de participação, classificação dos candidatos conforme pontuação por meio de currículo e apresentação de projeto. De acordo com a Capes, os selecionados receberão passagem aérea de ida e volta, auxílio instalação no valor de 1.300 euros mensais, ajuda de custo de 400 euros, deslocamento na Irlanda, entre outros benefícios.

O curso terá duração de um ano. Já o prazo para realização do projeto é de até seis meses após o retorno do bolsista ao Brasil. Outros detalhes informativos podem ser vistos no edital do intercâmbio.

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação, está tentando fazer uma análise sobre participantes do Programa Ganhe o Mundo (PGM), iniciativa que promove intercâmbio gratuito para alunos de escolas estaduais. A ideia é pesquisar e identificar quem e quantos são os estudantes que foram do PGM e hoje estão em universidades locais.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) é uma das instituições de ensino que recebem a pesquisa. A UFRPE e UPE também contam com um questionário específico para estudantes universitários.

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No questionário, os alunos “poderão informar os dados pessoais básicos, se estão cursando graduação ou pós e qual o curso”. Essas informações serão armazenadas no banco de dados “para possíveis contatos, consultas e divulgação das ações de pós-intercâmbio”.

 

 

 

 

 

Recife receberá, no dia 10 de abril, a ‘Feira EducationUSA’, promovida pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos. Com entrada gratuita, o evento reunirá em sua programação cursos de inglês, informações sobre programas de pós-graduação e graduação em universidades, além de conversas entre o público e diretores de instituições de ensino americanas e representantes de iniciativas de intercâmbio.

O principal objetivo da feira é apresentar aos participantes informações sobre oportunidades de estudos nos Estados Unidos. Na capital pernambucana, o encontro será realizado no Radisson Hotel, localizado na Avenida Boa Viagem, 1906, Zona Sul recifense.

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O evento será realizado das 10h às 20h. Os interessados podem se inscrever gratuitamente no site da feira; na plataforma também é possível obter outras informações sobre a iniciativa.

Uma parceria entre o banco Santander e a Anderson School of Management da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), abriu inscrições para o programa W50, que pretende selecionar 45 mulheres para participarem de qualificação entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, na Califórnia.

A bolsa inclui deslocamento, hospedagem, curso e materiais a serem utilizados. Essa é a sétima edição do programa, exclusiva para mulheres que já possuam experiência no mercado de trabalho e com alto potencial, caracterizado pela sua motivação e compromisso com os objetivos pessoais e organizacionais.

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Gabriela Werner, uma das selecionadas na edição anterior, declara que foi uma oportunidade incrível. “Por uma semana aprendemos sobre governança, negócios e liderança com professores da UCLA, investidores de nível mundial e executivos de empresas como Netflix e Disney. Além dos conteúdos e vivências, saímos de lá com uma rede bem poderosa de mulheres executivas, investidores e líderes nas suas indústrias, em países como Brasil, México, Espanha, Inglaterra e Quênia. O resultado esperado é termos mais mulheres nos conselhos das empresas e sermos protagonistas”, comenta.

Para participar é necessário ter proficiência em inglês. As inscrições estão abertas até 29 de abril, através do site do programa W50.

O Programa Ganhe o Mundo (PGM) divulgou, nesta terça-feira (26), a lista de estudantes selecionados para o processo seletivo do projeto. Os alunos podem conferir os nomes, notas e solicitar revisão por meio do site do PGM

Os candidatos que desejarem entrar com recurso deverão fazê-lo até as 23h59 desta terça-feira (26), pelo mesmo site em que realizaram inscrição. Já os estudantes cursistas de alemão das Escolas Indígenas e do Colégio da Polícia Militar de Petrolina deverão preencher documento e encaminhá-lo para o e-mail programaganheomundointercambio@eduacao.pe.gov.br até as 22h.

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De acordo com a Secretraria de Educação de Pernambuco, a questão de número cinco da prova de espanhol foi anulada e a pontuação foi distribuída entre todos os estudantes do idioma. O resultado final será divulgado no dia 15 de abril.

A pasta ainda salientou que um grande número de estudantes foram desclassificados por não responderem corretamente o gabarito. Confira abaixo os gabaritos, folha de resposta, lista de pré-aprovados, além das formas consideradas incorretas de preenchimento das respostas.

Clique aqui para conferir a lista de aprovados na primeira etapa.

Clique aqui para conferir o gabarito de português e matemática.

Clique aqui para conferir o gabarito de alemão.

Clique aqui para conferir o gabarito de espanhol.

Clique aqui para conferir o gabarito de inglês.

Clique aqui para conferir a folha de respostas.

Clique aqui para saber quais as formas consideradas incorretas de preenchimento do gabarito.

Aprender um novo idioma sempre é desafiador. E o desafio aumenta se as palavras e expressões não são tão usuais no nosso cotidiano. A língua inglesa, por exemplo, está no nos rótulos das embalagens de produtos brasileiros, nas estações de metrô e até no nosso vocabulário usual. Mas e se você tivesse de aprender a se comunicar de maneira totalmente diferente para conquistar uma boa oportunidade?

Esse é o objetivo de muitos brasileiros que se preparam para estudar na Alemanha. E o país está em busca de profissionais. De acordo com um estudo feito pela Fundação Bertelsmann, o território alemão precisará receber 266 mil novos imigrantes por ano nas próximas quatro décadas para compensar o envelhecimento da população e cobrir as necessidades de mão de obra.

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O médico Miguel Rogério de Melo quer aproveitar o entusiasmo alemão com educação. Recentemente, ele foi para a Alemanha fazer um estágio de dois meses pela residência médica do Brasil. "Fui para a cidade de Jena, na Turíngia. O que o eu não esperava é que iria gostar tanto de lá. A segurança e qualidade de vida foram as coisas que mais me atraíram", enfatiza.

Na primeira experiência que teve com a medicina alemã, Melo aponta semelhanças e diferenças entre os países: "Têm várias diferenças, não falo só das doenças mais prevalentes lá serem diferentes daquelas que encontramos aqui. Mas como todo o sistema é estruturado, lá todos têm um "hausartz", que seria equivalente a um médico de família aqui do Brasil. Durante o estágio, tive contato com a medicina mais especializada e, ao contrário do Brasil, eles têm muitos recursos tecnológicos e o acesso era fácil".

Porém, para exercer a medicina na Alemanha, Melo terá de revalidar o diploma brasileiro, algo que espera fazer assim que conseguir aprender a falar o alemão.

Rubens Mascarenhas Neto ganhou uma bolsa para fazer pesquisa com o objetivo de se preparar para o doutorado no Lateinamerika-Institut da Freie Universität Berlin. Ele e o companheiro, Vinícius Zanoli, devem embarcar em junho.

"Eu tive a oportunidade de visitar algumas cidades alemãs como Berlim, Colônia e Munique (a última na Copa de 2014, mas não estava lá no dia do 7x1, risos) e fiquei muito interessado pela vida no país. Mas a ideia de ir para a Alemanha começou a tomar forma concreta depois que eu participei dos eventos organizados pelo DIWH, Goethe-Institut e o Consulado Alemão. Além da receptividade e simpatia, as palestras foram muito interessantes e honestas com relação às dores e delícias de viver em um país diferente", disse.

Rubens e Vinícius estão juntos há oito anos e são formados em Ciências Sociais pela Unicamp e mestres em Antropologia Social. Zanoli está terminando o doutorado em Ciências Sociais e também tem planos em território alemão. "Se tudo acontecer como planejado, vou tentar um pós-doutorado por lá no ano que vem. Sei que é um ambiente competitivo, mas que também é muito compensador, com valorização do profissional, bons salários e investimento na carreira do pesquisador", conta o brasileiro.

Sobre o aprendizado de um idioma aparentemente complicado como o alemão, Rubens tem se divertido: "É um desafio e uma delícia! É uma língua complexa, tanto quanto a nossa, e que tem uma sonoridade e escrita peculiares. À primeira vista o idioma parece ser muito distante e impossível de aprender, mas à medida que você se expõe à língua e começa a ouvir com atenção, é possível ir tomando gosto".

Para Zanoli, o novo idioma o surpreendeu: "Eu tinha todos os preconceitos que as pessoas têm com o alemão: de que é uma língua feia, de que é muito difícil de aprender. E o contato tem sido uma surpresa muito positiva. Estou gostando muito da língua. Antes achava o alemão uma língua estranha, agora diria que ela é excêntrica. A minha maior dificuldade são as muitas declinações da língua. E olha que eu nem aprendi todas ainda", afirma.

No Brasil, o Goethe-Institut organiza uma série de eventos que aproximam os brasileiros da vida alemã por meio de cursos de línguas, inclusive com imersão de especialistas em áreas como saúde, relações intra e interpessoais, exposições de artistas, pintores e grandes designers alemães. Uma vez ao ano, o instituto organiza um evento com palestras, aulas experimentais gratuitas de alemão e comidas típicas.

Quais são os desafios para viver na Alemanha?

Se você tem simpatia pelo país e sente o desejo de tentar uma oportunidade no mundo acadêmico ou no mercado de trabalho por lá, acompanhe a entrevista que o E+ fez com a diretora de cursos e exames do Goethe-Institut São Paulo, Sabine Wilmes.

Quais são os principais desafios do idioma para os brasileiros que querem viver na Alemanha?

O principal desafio está no fato de os brasileiros terem, em geral, pouco contato com o idioma. Por causa disso, as diferenças parecem chamar mais a atenção do que as semelhanças que existem, por exemplo, com a língua inglesa, que faz parte do cotidiano de grande parte das pessoas, e mesmo com o português, se pensarmos no grande número de palavras em alemão oriundas do latim. A pronúncia de alguns fonemas também pode oferecer dificuldade no início, mas falantes de português do Brasil conseguem aprendê-los, conforme aumentarem o contato com a língua e se dedicarem a aprimorar sua pronúncia.

Para quem pretende fazer um curso como pós-graduação ou mestrado, existem algumas dicas para se preparar?

O nível de proficiência exigido pode variar, dependendo da área de atuação e pesquisa. Para estudantes de exatas, por exemplo, costuma-se exigir um pouco menos do que de pós-graduandos da área de humanas. Além disso, todos necessitam de conhecimentos básicos de alemão para a vida cotidiana. Conhecer todos os detalhes sobre os programas de pós-graduação da universidade é importantíssimo. Pelo fato de o governo alemão incentivar a ida de estrangeiros para estudarem neste país, existe um órgão vinculado ao Ministério de Relações Exteriores da Alemanha dedicado a este tema, o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico, também conhecido pela sua sigla em alemão, DAAD (Deutscher Akademischer Austauschdienst).

Para quem já tem uma formação acadêmica no Brasil e pretende atuar em território alemão, o que é preciso?

Para trabalhar na Alemanha, assim como em qualquer outro país da Comunidade Europeia, precisa-se de um visto especial para este fim, o que não é necessário para quem tem passaporte europeu. Informações mais detalhadas podem ser facilmente obtidas na Embaixada e nos Consulados Gerais da Alemanha no Brasil.

Além do idioma, quais outras barreiras culturais os brasileiros poderão enfrentar na Alemanha?

As diferenças culturais não representam necessariamente barreiras, uma vez que brasileiros tendem a se confrontar constantemente com diferentes culturas dentro do próprio país. De qualquer maneira, quando se pretende viver ou passar um longo período em outro país, a adaptação é tanto mais fácil quanto for a sensibilidade de cada um para diferenças e semelhanças entre a sua e outras culturas. A disponibilidade para aceitar as diferenças sem as qualificar já é um passo importante neste processo. Diferenças existem em várias áreas, mas elas só se tornam barreiras se as pessoas não estiverem atentas a elas. Algo simples como a coleta seletiva de lixo pode ser uma grande dificuldade para uns e algo bastante familiar para outros, por exemplo. Meios de transporte com regras muito diferentes podem parecer complexos no início, mas normalmente são motivos de elogios por parte da maioria dos estrangeiros que vivem na Alemanha.

No próximo dia 16 de março, das 10h às 19h, estudantes interessados em realizar intercâmbios poderão conferir a 11ª edição da Feira de Intercâmbio Teen, realizada em São Paulo. O encontro tem o objetivo de ofertar oportunidades de viagens de estudos a adolescentes. A feira será realizada no Hotel Tivoli Mofarrej e tem entrada gratuita. Para participar, é preciso confirmar presença no site do evento.

O encontro é destinado a crianças e adolescentes de 7 a 17 anos e pretende divulgar informações sobre diversas modalidades de intercâmbio, como High School, intercâmbio de férias e preparação para estudar em universidades internacionais. Além da mostra de pacotes, os estudantes contarão com palestras sobre assuntos como tendências do cenário de educacional internacional e preparação para vestibulares no Brasil e no exterior.

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A feira contará com representantes de mais de 40 instituições de ensino de países como Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. Segundo a diretora de marketing e produtos da CI Intercâmbio e Viagem, Larissa Charnet, empresa que promove o evento, a ideia é passar segurança às famílias que pensam em enviar um adolescente para o exterior.“Com a Feira Teen, conseguimos reunir o maior número de informações e especialistas possíveis e ajudar o público a encontrar o intercâmbio que se encaixa melhor com cada objetivo familiar”, explica.

Serviço

11ª Edição da Feira de Intercâmbio Teen

Data: 16 de março

Local: Hotel Tivoli Mofarrej

Endereço: Alameda Santos, 1437 – Cerqueira César - São Paulo

Horário: das 10h às 19h

A Universidade de Pernambuco (UPE) recebe inscrições, até 7 de março, para o processo seletivo de bolsas Ibero-Americanas. As oportunidades são destinadas a estudantes de graduação, no âmbito do programa Santander Universidades.

No total, três bolsas são oferecidas. O intuito do edital é “proporcionar a oportunidade de mobilidade internacional de estudantes da graduação de instituições de ensino superior brasileiras, portuguesas, espanholas, argentinas, chilenas, colombianas, mexicanas, porto-riquenhas, peruanas e uruguaias, para incrementar a qualidade da formação desses alunos”.

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De acordo com o edital do programa de intercâmbio, os candidatos serão selecionados por meio de análise curricular e coeficiente de rendimento. Os aprovados receberão bolsa de 3 mil euros que deverão ser utilizados para cobrir os custos de transporte, alimentação e hospedagem.

As inscrições devem ser feitas pelo app Santander Universidades. Para mais informações, acesse o edital do processo seletivo.

O Programa Ganhe o Mundo Musical, que oferece intercâmbio para estudantes da rede estdual de ensino, mudou as datas do último processo seletivo. Em função da prorrogação das inscrições, o cronograma foi alterado e, agora, a avaliação escrita e audição pública serão realizadas no dia 18 de março, no Conservatório Pernambucano de Música (CPM), localizado no bairro da Boa Vista, área central do Recife.

Ao total, serão 60 estudantes aptos a fazer a terceira etapa do processo. Desse montante, apenas 20 serão selecionados, sendo dez vagas para o Canadá e outras dez para a Espanha. Os embarques estão previstos pra o segundo semestre deste ano. 

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Nesta fase, os candidatos farão uma prova escrita, contendo dez questões sobre pentagrama, notação musical, claves, compassos e alterações. O candidato terá uma hora para responder às alternativas. Às 14h, está marcada uma audiência pública, em que o estudante deverá executar uma peça pública de livre escolha para uma banca formada por cinco professores, sendo dois do CPM e três de outras instituições de ensino de música de Pernambuco.

Serão analisados os seguintes pontos de cada candidato: domínio técnico, expressividade, leitura e afinação. Valendo pontuação de zero a dez, a peça deverá ter, no máximo, três minutos. A banca poderá interromper, caso necessário, e deve seguir os itens expresso no edital. O resultado será divulgado em 1º de abril. Já os recursos podem ser aplicados nos dias 2 e 3 do mesmo mês. 

Os selecionados irão cursar um semestre letivo no modelo High School, com treinamento prático de canto ou instrumento para qual foram selecionados. 

Chamada pública da Assessoria de Relações Internacionais (Arinter) traz oportunidades de intercâmbio no Instituto Polítécnico de Bragança (IBP), em Portugal. O edital com todos os detalhes do processo seletivo - realizado em parceria com o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) - foi publicado nesta sexta-feira (22).

De acordo com a chamada, podem participar do intercâmbio estudantes de cursos superiores e de mestrado. Os aprovados não pagarão a taxa de semestralidade cobrada no IBP, mas deverão arcar com os valores das passagens, hospedagem, entre outros custos. Confira os cursos oferecidos

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Até 12 de abril, os candidatos devem enviar a documentação exigida na seleção para o e-mail arinter@reitoria.ifpe.edu.br. Alguns dos documentos solicitados são passaporte, histórico acadêmico e contrato de estudos.

A previsão é que os selecionados iniciem o intercâmbio no próximo semestre. Para mais informações, acesse o regulamento do processo seletivo.

 

Um total de 618 oportunidades. Esse é o quantitativo de vagas direcionadas a intercâmbios para profissionais da educação básica de escolas públicas brasileiras. Estados Unidos, Canadá e Irlanda são os destinos das viagens, conforme detalhou a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) nessa terça-feira (20).

Professores, coordenadores e supervisores pedagógicos podem ser beneficiados com os programas. “As inscrições, gratuitas, são feitas online com preenchimento de formulário e envio de documentos pela internet. Além da passagem área, os participantes terão direito, a uma ajuda de custo, seguro de saúde e alojamento”, informou a Capes.

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Para os Estados Unidos, estão previstas 486 vagas exclusivas para professores de inglês. Será realizado um curso de seis semanas em universidades americanas com foco no melhoramento do idioma. “Podem participar docentes da rede publicas estadual, municipal e distrital, em efetivo exercício da profissão. As inscrições vão até 17 de março”, detalhou a Coordenação, destacando que o intercâmbio ocorre no âmbito da Comissão Fulbright.

Outras 102 vagas são direcionadas a professores de todas as áreas. “Dividido em duas partes – a primeira em um curso básico de inglês e a outra em um curso de formação, voltado para gestão de sala de aula e aprendizagem centrada no aluno. O curso terá duração de oito semanas e as inscrições podem ser feitas até 26 de março”, consta no site oficial da Capes.

Trinta oportunidades estão previstas para a Irlanda, exclusivas para coordenadores e supervisores pedagógicos. Os interessados podem se inscrever até 26 de março para cursos de inglês, liderança e gestão pedagógica. No total, a duração será de 12 meses.

Confira, a seguir, os critérios seletivos para cada país e os canais de inscrição:

Canadá

Estados Unidos

Irlanda 

A EF Intercâmbio, empresa de educação internacional, está com inscrições abertas para o “EF Global Intern”, programa de estágio internacional que levará 15 universitários para diferentes unidades escolares ao redor do mundo. Ao todo, os estudantes irão estagiar fora do país durante 90 dias.

Para participar, os estudantes devem gravar um vídeo de até um minuto, respondendo em inglês a seguinte questão: “O que a missão E de ‘abrir o mundo por meio da educação’ significa para você?”. Os candidatos serão selecionados com base no vídeo enviado, proficiência em inglês e capacidade de adaptação a diferentes culturas.

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Toda a viagem será custeada pela EF e durante a estadia em diferentes países, os estudantes atuarão em projetos com os quais demonstrem afinidade. O estágio precisa ser concluído até 31 de janeiro de 2020

As inscrições são realizadas pelo site da EF até o dia 30 de abril. Para participar, os candidatos precisam ter 18 anos de idade a partir do início do programa. O resultado da seleção será divulgada até o dia 31 de maio.

 

Encerram no próximo dia 27 de fevereiro as inscrições para a 3º Edição do Programa Trainee da Pipefy, empresa de gerenciamento de gestão. Ao todo, 20 vagas são ofertadas.

Para concorrer a uma das vagas é necessário que os candidatos sejam recém-formados ou estejam cursando o último ano de faculdade; tenham inglês fluente; afinidade com tecnologia e experiências prévias de trabalho. O processo seletivo será composto por quatro etapas. Primeiramente, os currículos serão avaliados. Na segunda fase serão realizadas dinâmicas de grupo. Posteriormente, os candidatos passarão por entrevistas individuais com líderes da empresa. A quarta e última etapa consiste na divulgação dos resultados.

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Os selecionados passarão 30 dias no Vale do Silício, nos Estados Unidos, e poderão ingressar em universidades americanas. Além disso, a Pipefy oferece plano odontológico e de saúde, vale refeição ou alimentação, auxílio financeiro para aulas de inglês, vale transporte e seguro de vida. As inscrições são realizadas pelo site da Pipefy.

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