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Gutemberg Alves de Santana é um ex-vendedor de quentinhas da Região Metropolitana do Recife que, hoje, tem um patrimônio avaliado em R$ 4 milhões. Depois de enfrentar inúmeros desafios, Gutemberg fundou o “Sabor da Casa”, empreendimento especializado na fabricação de bolos de rolo, referência da culinária pernambucana. O LeiaJá contou a história do empreendedor

Para ajudar outras pessoas com o mesmo espírito empreendedor, o dono do 'Sabor da Casa' está criando o Instituto Begs, com o objetivo de qualificar donos de negócios que estejam passando por dificuldades e empreendedores que querem abrir a primeira empresa. Com apoio de advogados, contadores e especialistas em licitação, o instituto do ex-vendedor de quentinhas quer dar oportunidade àqueles que almejam mudar de vida.

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Ainda de acordo com Gutemberg, o propósito é que a consultoria seja realizada de forma gratuita. Mais informações podem ser obtidas através do Instagram do Sabor da Casa.

Nesta segunda-feira (17), será realizado o Pós NRA Recife, no Teatro RioMar, localizado dentro do RioMar Recife, no bairro do Pina, Zona Sul da cidade. O evento faz menção ao National Restaurant Association (NRA Show), realizado no último mês de maio nos Estados Unidos. A ação, que começará às 15h, tem o objetivo de reunir empreendedores da área de alimentação.

Participarão do evento os palestrantes Janice Mendes, diretora Executiva na GS&Malls; o consultor Luiz Marinho, colunista do portal Mercado & Consumo; a nutricionista Cristina Souza, diretora executiva e fundadora da GS&Libbra; e Márcia Chilio, sócia-diretora da GS&Libbra.

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Diante do mercado favorável para os setor de alimentação fora do lar, os especialistas irão trazer os principais insights da convenção internacional. A ideia é mostrar o que pode ser usado no mercado brasileiro, além de comida e serviço. Em 2018, o setor movimentou R$ 205 bilhões.

O encontro é voltado para donos de restaurantes, cafeterias, lanchonetes e negócios em alimentação. Os ingressos custam R$ 50, à venda no site do teatro e na bilheteria.

O programa Vem Ser S/A dessa quarta-feira (12), apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevistou o empresário e humorista Murilo Gun. Graduado em administração pela Universidade de Pernambuco (UPE), Gun ministra palestras sobre criatividade e empreendedorismo.

Durante a conversa com Janguiê, Murilo contou suas experiências no Vale do Silício. Gun foi um dos 80 empreendedores mundiais selecionados para morar por dez semanas no NASA Research Park, no Vale do Silício, estudando inovação e criatividade na Singularity University.  Segundo Gun, a criatividade é uma habilidade essencial para quem quer empreender.

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Ficou curioso? Confira a conversa no Vem Ser S/A, transmitido no Facebook e YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJá. Veja o programa:

 

Existem inúmeras oportunidades de empreender, mas qual é a melhor área para os jovens abrirem o próprio negócio, já que muitas vezes falta dinheiro para investir? Os brasileiros na faixa dos 18 a 24 anos são os mais atingidos pelo desemprego, com uma taxa de 27,3%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O administrador e especialista em desenvolvimento de novos negócios Alessandro Silveira explica que a tecnologia deve ser o ponto de partida da maioria dos projetos que o empreendedor pretende desenvolver. “O jovem deve buscar áreas que não serão ‘extintas’ pelo avanço tecnológico, como alimentação, informação, mercado pet e serviços ligados às necessidades básicas. É claro que existem mercados de nicho onde o digital faz pouca ou nenhuma diferença, mas serão cada vez mais raros”, afirma.

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Silveira acrescenta que a internet possibilita a abertura de negócios sem a necessidade de um grande investimento inicial. “Contudo, se a ideia precisar de investimentos maiores do que a capacidade financeira do jovem empreendedor, ele tem a opção de buscar ajuda por meio de financiamento bancário e programas de incentivo à inovação como os desenvolvidos por instituições como o Senai”, orienta.

No entanto, o sucesso do empreendimento dependerá se o jovem se apaixonar pelo problema em vez da solução. “Se você se apaixona pelo problema, a todo momento vai ajustar seu produto ou serviço para melhor atender à necessidade e expectativa do cliente. Mas se você se apaixonar cegamente pela ideia que criou, pode não enxergar pontos de correção de rota durante a jornada, fazendo com que vá direto para o precipício, como aconteceu com grandes marcas como a Kodak e a Blockbuster”, pontua Silveira.

Para o especialista, estar atento aos problemas do cotidiano também ajuda a identificar chances de empreender. “Oportunidades existem onde falta eficiência, onde há dor ou desperdício. As empresas que tive a oportunidade de liderar ou criar sempre foram focadas em preencher as lacunas existentes no mercado. Neste ambiente de ‘falhas’, existem as melhores oportunidades e as menores barreiras de entrada. Novamente me volto para o digital, para o online, e para os aplicativos que ainda podem revolucionar e muito nosso modo de viver”, avalia.

 

 'Saia do lugar que limita sua visão' é a frase que marca o discurso do empreendedor Gutemberg Alves de Santana / Foto: Chico Peixoto/LeiaJáImagens

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A dor de um pai sem alimento para próprio filho findou em lágrimas. Tomado pela tristeza e cabisbaixo em seu humilde lar, o homem, após um duro dia de trabalho pela sobrevivência, carregava naquele momento a incapacidade de suprir a necessidade de um familiar. Por mais lamentável que fosse, a cena era acompanhada com atenção e dose de espanto por uma criança de apenas oito anos, que não entendia o choro angustiante do pai. O garoto, então, questionou a mãe o motivo das lágrimas. “Ele não tinha dinheiro para comprar leite para seu irmão mais novo”, respondeu a mulher.

Apesar de amargo, o episódio instigou sonhos. Fez de um garoto um homem determinado a mudar vidas: a dele e a das pessoas que estavam ao seu redor. Marcante, a cena banhada a lágrimas foi o motor propulsor para Gutemberg Alves de Santana, hoje com 31 anos, compreender que poderia, a base de muita luta, despedaçar a realidade de pobreza da sua família. Nascido no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife, Berg, chamado assim pelos amigos, dividiu a infância com a responsabilidade de superar a condição ruim em que vivia a sua família. Ainda na adolescência, ele começou a trabalhar, desenvolvendo um espírito empreendedor que mais na frente transformaria um vendedor de quentinhas em um empresário que hoje comemora um patrimônio avaliado em R$ 4 milhões.

Gutemberg, fundador da ‘Sabor da Casa’, empresa especializada na produção de bolos de rolo, hoje desfruta da doçura de deus produtos, saboreia uma vida confortável e, ainda assim, se mantém com os pés no chão. Ele sabe de onde veio. Assim como as lágrimas de seu pai - um cuidador de carros em uma boate situada na cidade de Paulista, Região Metropolitana do Recife -, Berg provou adversidades ao longo da vida, experimentou frustrações, chorou, mas hoje degusta do sucesso.

Berg orgulha-se ao mostrar a variedade de produtos do seu empreendimento / Foto: Chico Peixoto/LeiaJáImagens

“Lembro muito das coisas. Às vezes a gente não tinha o que comer e meu pai chegava de madrugada com galeto e farofa que a dona da boate dava a ele. Ele acordava todo mundo para comer. Lembro que meu pai estava chorando e fui perguntar a minha mãe por que ele estava daquela forma. Ela disse que ele não tinha dinheiro para comprar leite para o meu irmão mais novo. Hoje quando a gente pensa como adulto, percebemos que é uma cena muito forte. Sempre digo: saia do lugar que limita sua visão. De certa forma, aquilo me corroeu por dentro”, recorda Gutemberg, não com ar de tristeza, mas certo de que as dificuldades impulsionaram sua vontade de vencer.

O vendedor de quentinhas especializado em cobranças

Berg e três irmãos viviam com os pais de favor na casa de uma avó, no humilde bairro da Guabiraba. Sua mãe, analfabeta, trabalhava como empregada doméstica, mas o que recebia era insuficiente para atender aos anseios da família. Cuidando de carros e retirando areia de rios para construções, o pai de Gutemberg dedica-se exclusivamente aos trabalhos, pressionado pela necessidade de garantir o sustento dos seus dependentes. Depois de um tempo, a família ganhou um terreno no mesmo bairro, onde posteriormente seria construída uma residência simples.

Os pais de Gutemberg “viviam” pela sobrevivência. A pobreza os obrigava a trabalhar para botar comida na mesa. Contudo, eles faziam questão que os filhos frequentassem a escola, que para eles seria o caminho cujo trajeto resultaria em uma vida mais confortável para a família.

A mãe de Berg, Luzineide Maria Florenço, hoje com 50 anos, resolveu pedir demissão da função de empregada doméstica. Antes da decisão, juntou dinheiro que seria suficiente para a criação do primeiro empreendimento da família: sua casa transformou-se em um ponto de vendas de quentinhas, como são conhecidos pratos de comidas servidos geralmente no horário do almoço.

 

Mãe de Gutemberg, Dona Luzineide faz questão de continuar com seu restaurante, onde comercializa quentinhas no bairro da Guabiraba, Zona Norte do Recife / Foto: Chico Peixoto/LeiaJáImagens

“Certo dia, quando cheguei da escola, presenciei a casa da minha mãe cheia de mesas e ela estava vendendo almoços. Tinha uns 12 anos na época. Fiquei meio que perdido, mas percebi que a hora era aquela. Foi assim que aprendi a cozinhar com minha mãe. Quando ela montou esse negócio, comecei a desenvolver meu lado comercial fazendo contas: calculei o que ela gastava e o que apurava. Como ela conseguiu criar o negócio sem ter experiência, percebi que eu também poderia fazer algo melhor. Inicialmente, ela vendia cerca de 50 almoços por dia. Então tive a ideia de vender quentinhas no Terminal Integrado da Macaxeira – ponto de circulação de ônibus localizado na Zona Norte do Recife –“, relembra Gutemberg.

Cinco horas da manhã Berg saia de casa rumo ao terminal. Não levava almoços de cara, mas ostentava a habilidade de oferecer os produtos aos trabalhadores do TI. “No primeiro dia só vendi um. Mas, a comida da minha mãe, quem come uma vez volta a comer. O primeiro cliente gostou tanto que espalhou para os outros funcionários. Eu anotava os pedidos, voltava para minha casa e passava para minha mãe, e depois levava para os clientes. No segundo dia vendi cinco, no terceiro dez. Uns seis meses depois tripliquei a venda de almoços da minha mãe. Passei um ano e meio vendendo quentinhas no terminal. Fiquei tão amigo dos motoristas e cobradores que já não pagava passagem para andar de ônibus”, brinca Berg. Cada quentinha era comercializada por R$ 3,50. Depois das vendas de Gutemberg, a mãe dele passou a entregar 150 quentinhas diariamente.

Do trabalho em parceria com a mãe, Berg recebia R$ 100 mensais. No período, passou a estudar à tarde, já que a manhã era dedicada ao comércio de almoços. O dinheiro lucrado por Berg era investido em cursos de capacitação, que mais tarde serviram como ótimos aliados na sua formação escolar.

Dona Luzicleide relembra com nostalgia da desenvoltura do filho. “Ele era um ótimo vendedor e principalmente cobrador. Ficava em cima dos clientes que deixavam para pagar depois. Ele não voltava para casa sem dinheiro”, recorda Luzicleide, aos risos. “Eu pegava o camarada pela palavra. Se ele falava ‘passe aqui de tarde que eu te pago’, à tarde eu estava lá no pé dele esperando”, conta Berg, de maneira descontraída.

“Olha a cocada”! Berg contrata seu primeiro funcionário

Próximo da comunidade onde Gutemberg vivia com sua família, o pai dele passou a trabalhar em uma borracharia. Inclusive, borracheiro foi outra função que o rapaz desempenhou ao lado do pai na juventude. Na mesma localidade, uma grande empresa de água mineral inaugurou uma produção, o que despertou em Berg a ideia de um novo empreendimento.

Com quase 14 anos, Gutemberg passou a vender cocadas para os clientes que almoçavam no comércio de quentinhas da sua mãe. No mesmo período, graças a um favor de uma funcionária e de um gerente da empresa de água, o garoto teve a ideia de instalar um fiteiro dentro da companhia. “O objetivo do ponto fixo era atender aos pedidos dos funcionários que não podiam sair da empresa. Vendia cocada, pipoca, confeito, refrigerante... Nessa época passei a estudar à noite”, relata.

Gutemberg comprava as cocadas a R$ 0,15 a um idoso que residia em uma comunidade da Zona Norte do Recife; posteriormente, o produto era comercializado para a clientela ao preço de R$ 0,30.

De acordo com o empreendedor, como muitos caminhões que transportavam os botijões de água mineral ficavam fora da empresa, era necessário fazer com que os produtos do fiteiro, em especial as cocadas, chegassem aos caminhoneiros. “Foi aí que contratei minha primeira funcionária. Essa amiga ficava no fiteiro, enquanto eu circulava na fábrica e fora dela para oferecer as cocadas. Comercializava umas cem cocadas por dia. Dava para a funcionária em torno de R$ 15”, revela Gutemberg.

Apesar de lucrativa, a rotina intensa de trabalho, de certa forma, passou a atrapalhar o interesse de Berg pela vida escolar. Ele parou na sétima série, aos 15 anos. Contudo, ele tinha o sonho de ingressar no Exército Brasileiro; então, resolveu entrar em um supletivo, onde após três anos, conseguiu finalizar o ensino médio. Aos 19 anos, Berg ingressou na carreira militar, mesma época em que entregou o ponto do fiteiro.

Da carreia militar à criação da fábrica de bolos de rolo

Segundo o empreendedor, o Exército foi fundamental na sua formação como pessoa. Berg se destacou nas atividades militares pela sua dedicação às funções, bem como pelo porte físico e pelas provas físicas. “Corria bem, já era atleta na escola. Comecei a vencer corridas, ganhei o prêmio de melhor militar do batalhão”, conta.

Depois de um tempo, Gutemberg engajou na carreira militar. Em 2011, aos 23 anos, paralelamente ao Exército, ingressou em uma universidade, onde cursou gestão e tecnologia de logística.

Além da faculdade, o rapaz apostava nos estudos em prol da aprovação em concursos militares. Na época, além do salário de R$ 890 oriundos do Exército, Gutemberg comercializada rodas para carros, complementando a renda que servia para bancar as mensalidades da faculdade.

Em 2014, ele formou-se na universidade e conseguiu aprovação para a Polícia Militar da Paraíba e para o Curso de Formação de Oficiais no Ceará. Porém, Berg rejeitou as aprovações depois de desenvolver um trabalho de conclusão de curso voltado à abertura de uma empresa. “Não desmerecendo quem é funcionário, mas coloquei na minha cabeça que não trabalharia para ninguém”, diz Gutemberg.

De acordo com o empresário, em abril de 2014, ele e seu pai tinham um bom equilíbrio financeiro. Na época, animado com o trabalho da faculdade, Berg resolveu criar uma fábrica de bolos de rolo, porque entendia que o produto seria rentável por ter se tornado patrimônio do Estado. Outro aspecto que pesou foi o fato de sua avó ter revelado que queria aprender a fazer bolo de rolo. Quando ela faleceu, Gutemberg recordou esse desejo e decidiu investir na abertura do empreendimento.

Berg, já estabilizado em termos financeiros, adquiriu um terreno localizado no bairro de Passarinho, Zona Norte do Recife. Próximo ao local, existia um galpão que poderia ser agregado ao espaço, ao preço de R$ 120 mil. “Tinha uns R$ 50 mil juntos. Fechei por R$ 100 mil a compra do galpão, passei um cheque de R$ 50 mil e o restante parcelei em dez vezes. Consegui quitar com a fábrica funcionando”, relembra.

Berg particiou da reforma do espaço que abrigou a primeira fábrica dua sua empresa / Foto: Arquivo pessoal

Na época, Gutemberg convidou um amigo de infância, que carregava experiência de uma empresa alimentícia, para ser seu sócio na criação da ‘Sabor da Casa’. A primeira fábrica tinha 300 metros quadrados.

“No dia 1º de julho de 2014 formalizei a empresa ‘Sabor da Casa’. Fui sem medo de errar. Dia 31 de julho de 2014 fui exonerado, deixei de ser militar. O que pesou para essa escolha foi o desafio: na carreira militar eu sabia onde meu salário ia terminar, na fábrica não. Iniciamos com quatro pessoas: eu, meu sócio na época, minha esposa e a dele. Nos dois primeiros meses, nós cuidávamos de tudo; aprendi a fazer bolo de rolo assistindo vídeos e meu sócio, por já ter experiência, tocava a produção. Ele sabia fazer tudo”, conta.

Dois meses depois, a empresa contratou três funcionários. O sócio ficou responsável pela produção, enquanto Gutemberg ia às ruas para vender o produto, principalmente em padarias da Zona Sul do Recife. Ele oferecia os bolos, os clientes gostavam e compravam. No período, a empresa vendia em torno de 200 quilos de bolo de rolo por dia.

Com oito meses de empresa, foi instalada a primeira loja da marca, no aeroporto de Fortaleza. A mensalidade custava R$ 7 mil mensais, valor que já representava 10% do faturamento da empresa como um todo. “O primeiro mês de funcionamento do quiosque foi excepcional: R$ 60 mil de faturamento. Então, a fábrica passou a vender mais, chegaram novos funcionários e desenvolvemos novos produtos”, conta o empresário.

Em setembro de 2015, a sociedade foi desfeita e Gutemberg precisou seguir sozinho na gestão da companhia. Na época, a ‘Sabor da Casa’ já possuía, além do quiosque em Fortaleza, dois pontos de vendas em João Pessoa-PB e um em Fernando de Noronha-PE. No entanto, o ponto cearense estava próximo de encerrar o contrato; Gutemberg não conseguiu licitação e deixou de comercializar os produtos na região.

O fracasso bateu à porta. A vontade permitiu uma reviravolta

Com o fim da sociedade, vários problemas surgiram diante da empresa. Gutemberg perdeu uma funcionária especializada na venda direta aos clientes, fato que prejudicou profundamente o andamento da produção. “Passei a enfrentar a crise da loja fechada com os funcionários dentro parados, já que a produção diminuiu bastante. Perdi pontos de vendas aqui da região. Nessa época, as vendas caíram 80%. Achei que a empresa ia fechar. Nem carro eu tinha mais, voltei a andar de ônibus”, revela o empresário.

A companhia chegou a dever quase R$ 330 mil. “Foi a maior dívida da minha vida”, confessa Gutemberg. Ele cogitou, inclusive, vender tudo que tinha, já que no mesmo período recebeu uma proposta para trabalhar como chefe de segurança de um centro de compras. “Eu confesso que, nessa época, entrei em um período pré-depressivo. Me isolei, devia bastante”, conta.

Depois de passar pela entrevista no centro de compras, Gutemberg voltou para a fábrica. Exausto, deitou no chão e dormiu. Ouça o relato:

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O “sonho acordado” fez com que Gutemberg erguesse a cabeça e se jogasse de volta ao mercado. Ele selecionou todos os contatos de clientes e fornecedores, conversou com cada um, e os convenceu que o bolo de rolo é um produto rentável. As vendas voltaram. “Seis meses depois zerei todas as dívidas explicando a situação da empresa, ao mesmo tempo em que pedia uma nova chance com fornecedores”, relembra o empreendedor.

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‘Sabor da Casa’, uma doce conquista

O ex-vendedor de quentinhas conquistou sonhos. Resistiu aos desafios do empreendedorismo, superou crises e estabilizou a fábrica de bolos de rolo. Hoje, a 'Sabor da Casa' ostenta, além da iguaria nordestina, mais de 70 produtos entre doces e salgados.

A fábrica continua no bairro de Guabiraba, mas agora em um terreno de 1.900 metros. São, ao todo, 34 funcionários, responsáveis pela produção de uma tonelada de bolo de rolo por dia. O preço do produto pode variar de R$ 8 a R$ 47, dependendo do tamanho e modo de preparo.

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De acordo com Gutemberg, o faturamento mensal da empresa gira em torno de R$ 400 mil. A marca conta com 14 lojas próprias distribuídas em Recife-PE, João Pessoa-PB, Natal-RN, Belém-PA, Aracaju-SE, Goiânia-GO, Porto de Galinhas-PE, Maceió-AL e Fortaleza-CE.

A trajetória empreendedora de Gutemberg inspira os mais jovens. Seu irmão, Yurimberg Florenço de Santama, 26 anos, orgulha-se ao recordar dos episódios de dificuldade que foram deixados para trás graças à perseverança do empreendedor. “A batalha da gente é muito grande, a história também é muito linda. Estamos conquistando sonhos com muito sacrifício e assim nós vamos lutando. Meu irmão é um exemplo muito grande, me espelho muito nele”, diz Yurimberg, responsável pelo setor de produção.

João Vitor Florenço, batedor de massa, é funcionário do empreendimento desde a inauguração. Ele presenciou as fases boas e ruins do negócio. “Agradeço a Deus por tudo que conquistamos até hoje. Berg foi um sofredor, lutou muito para chegar aonde chegou. Ele é uma inspiração para mim, daqui eu penso em fazer muitas coisas, como uma faculdade”, finaliza o funcionário.

Gutemberg quer mais. Sonha em instalar ao menos uma loja da marca em cada capital brasileira. Além disso, almeja levar o bolo de rolo para fora do Brasil. O empreendedor também compartilha sua história de sucesso em palestras, bem como idealiza a criação de uma entidade especializada em orientar futuros empresários ou gestores que estão passando por momentos difíceis em suas empresas.

A instituição sem fins lucrativos Junior Achievement Pernambuco anunciou mais uma vez a realização do Miniempresa, projeto que tem como função ensinar planejamento e desenvolvimento de uma empresa na prática aos jovens. A previsão é de que a 19ª edição do programa beneficie mais de mil alunos do segundo ano do ensino médio de escolas do Agreste pernambucano e da Região Metropolitana do Recife.

As aulas serão ministradas por 200 profissionais habilitados espalhados em dez cidades diferentes ao longo dos sábados. O intuito de toda a capacitação é fazer com que os estudantes se familiarizem com conceitos como livre iniciativa, mercado, comercialização, produção, fluxo de caixa, encargos e impostos.

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Entre os eventos planejados para a formação dos jovens estão uma Gincana de Miniempresa, marcada para o próximo sábado (8) no Clube Português, Zona Norte do Recife, e a comercialização de produtos em um centro de compras da capital pernambucana.

Todos eles devem montar uma miniempresa, planejando, produzindo e vendendo produtos, apurando resultados, bancando a infraestrutura e pagando com valores simbólicos os envolvidos, como funcionários e acionistas. Segundo a Junior Achievement Pernambuco, mais de 150 mil alunos já passaram pelo projeto.

De acordo com o cronograma, os jovens das cidades de Recife, Olinda, Paulista, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Belo Jardim, Caruaru, Vitória de Santo Antão, Gravatá e Limoeiro, terão 18 momentos diferentes de aprendizado e construção durante a capacitação, que findará em uma formatura no dia 4 de novembro, no Teatro Guararapes, na cidade de Olinda, na RMR.

O programa Vem Ser S/A desta quarta-feira (05), apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevista Marc Tawil, jornalista, empreendedor e head da Tawil Comunicação.

Na conversa, Marc fala um pouco sobre a própria trajetória de sucesso desde a infância e lembra os motivos que o levaram até o mercado da comunicação, iniciando sua carreira no jornalismo ainda aos 19 anos, no Estado de São Paulo, e criando uma agência de comunicação corporativa híbrida de sucesso anos depois.

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O empreendedor também comentou sobre o conceito de Networking 4.0, que trabalha na construção de relações entre seres humanos para geração de negócios alinhados com a transformação digital. Confira a conversa ao vivo no Vem Ser S/A, transmitido a partir das 20h, no Facebook e YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

Quem nunca pegou piolhos na infância? Dificilmente alguém vai responder que não teve. A pediculose, doença provocada pela infestação de piolhos é um tormento na vida de muitas crianças e nos próprios pais que usam de diversos métodos para a eliminação dos parasitas. O piolho causa coceiras, irritação no coro cabeludo e até inflamações. Há quem faça do tratamento da doença, porém, uma chance de empreender.

A novidade é que no Brasil há empresas especializadas em tratar pessoas com pediculose. A primeira empresa do Brasil é a PiolhoLess que atua em São Paulo, oferecendo um serviço de remoção dos piolhos e lêndeas de forma 100% natural em apenas duas sessões. O valor das sessões custa R$ 350.

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A dona da empresa é a Mariana Cobo, mexicana e advogada que chegou no país há dois anos, devido à transferência do trabalho do esposo. Aqui, ela visava encontrar oportunidades de crescimento próprio por meio do empreendedorismo, e pensou na possibilidade de criar algo inovador no país. A ideia do tratamento para a pediculose surgiu ao perceber que aqui no Brasil não havia esse tipo de negócio, diferentemente de outros países onde a empresária morou. “É um serviço maravilhoso porque realmente ajuda as famílias. Então quando eu chego no Brasil, decido fundar a PiolhoLess porque vi que é um negócio comprovado no exterior, em outros países funciona super bem. E eu via que aqui todo mundo tirava piolho em casa e não resolvia”, declara. 

O tratamento feito pela PiolhoLess consiste em duas sessões, cada uma com 1h30 de duração, não tendo limite de idade. Pode, inclusive, ser usado em mulheres grávidas. A primeira etapa é feita com um aspirador específico que suga boa parte dos parasitas através de uma mangueira própria. O processo dura 20 minutos “Nessa aspiração, sai a maioria dos piolhos mesmo, uns 90%. Então a criança vai pra casa na primeira sessão sem piolhos” explica.

Na segunda e última etapa é usado um produto feito com óleos naturais desenvolvido exclusivamente para a empresa, no qual a ajuda a tirar as lêndeas do coro cabeludo com um pente fino de metal "Esse produto também ajuda a acalmar os sintomas da pediculose, que seria a coceira, a irritação e inflamação do coro cabeludo".

Mariana ressalta a importância de se manter a limpeza da casa, pois pode influenciar no tratamento. “O piolho fica em um ambiente, fica no sofá, no carro, na cama ou nas roupas. Então essas famílias têm que fazer uma limpeza bem cuidadosa para evitar uma reinfestação”, destaca. 

A PiolhoLess também promove uma campanha preventiva, no qual são realizadas visitas em instituições educacionais que solicitam vistorias para saber se há crianças com pediculose nas escolas. "Conseguimos revistar umas 200 crianças e a gente elabora uma lista super discreta das crianças que achamos lêndeas. Só as lêndeas, porque o piolho é muito difícil de enxergar. A lista é entregue aos professores para serem encaminhada aos pais das crianças", explica.

Atualmente, a empresa tem quatro funcionários e está em processo de expansão. Mariana contou que uma segunda unidade será aberta, visto que, segundo ela, a empresa está fazendo sucesso.

Recomendações da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

A Dra. Clarissa Prati, Assessora do Departamento de Dermatologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), diz que a pediculose é mais comum nas crianças em ambientes escolares, principalmente nas meninas que geralmente usam cabelos longos. A doutora salienta que a transmissão ocorre com mais frequência no outono e inverno. 

Segundo Clarissa, o mais importante no tratamento é remover as lêndeas "Mais importante do que tirar os piolhos é a remoção das lêndeas. Se no tratamento isso é deixado de lado, o piolho volta novamente" esclarece.

A dermatologista também indica que o uso do pente fino é uma forma muito eficaz no tratamento caseiro, pois ele força a retirada das lêndeas. 

O programa Vem Ser S/A desta quarta-feira (29), apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevista o empresário, especializado em produtividade e alta performance e autor best seller Christian Barbosa, que já chegou a ser conhecido como “homem do tempo” por ajudar as pessoas a controlar o seu tempo e sua produtividade.

Durante a conversa com Janguiê, Christian contou do sonho de criança de ter uma empresa e de como se tornou, aos 15 anos, o profissional mais jovem da Microsoft, trazendo essa experiência para montagem da própria empresa poucos meses depois.

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Christian é autor de oito livros. O mais recente deles, Tríade do Tempo, fala sobre o “método tríade”, que, dividido em cinco grandes etapas, utilizou-se das estatísticas para traçar técnicas que otimizem o tempo.

Ficou curioso? Confira a conversa ao vivo no Vem Ser S/A, transmitido a partir das 20h, no Facebook e YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

Empreendedores brasileiros que desejam investir em Portugal terão a oportunidade de participar de um evento no Recife, no dia 19 de junho. Por meio de uma parceria entre a BeBraga Porto International Mobility Consulting e a Sol Comunicação, o Urbano Vitalino Advogados vai promover um ciclo de palestras com o tema "Como investir em Portugal?". As inscrições já estão abertas e podem ser feitas online.

Participam das palestras o doutor Ivo Amaral, do escritório Urbano Vitalino, que abordará o tema "Empreendedores e o Golden Visa para Portugal", e Lígia Ribeiro, CEO da Invest Portugal, agência de captação de investimentos externos do país europeu, que traz uma conversa sobre como funciona o mercado e o melhor caminho para realizar investimentos em Portugal.

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 O evento será realizado no Porto Digital, localizado na Rua do Apolo, no bairro do Recife, e está marcado para começar às 18h30. As vagas são limitadas e custam R$ 60.

O Brasil enfrenta um momento de acentuada crise econômica que afeta diretamente o mercado de trabalho. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o número de desempregados no país chega a 13,4 milhões de pessoas. Com a falta de empregos em alta, empreender tem sido uma alternativa bastante utilizada pelos que não conseguem ingressar no mercado de trabalho. Especialistas dão dicas de como criar seu próprio negócio em momentos de crise.

Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) revelam que a taxa de desocupação no país é de 12,7%. Os setores mais afetados com o desemprego foram os de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais.

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A falta de emprego faz os profissionais buscarem alternativas ao mercado de trabalho, uma delas é empreender. De acordo com dados do Serasa Experian de Nascimentos de Empresas, o Brasil criou 2,5 milhões de novas empresas em 2018. Ainda segundo o levantamento, o número de Microempreendedores Individuais (MEI’s) representa 81,4% desse total.

Para a coordenadora de Design de Soluções do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Roberta Andrade, as pessoas que pretendem abrir o seu primeiro negócio devem identificar as necessidades do seu público alvo. “É fundamental para quem quer criar seu próprio negócio nesse momento, descobrir a necessidade que o mercado possui. Abrir um negócio é buscar a resolução de um problema ou buscar atender algo que hoje é uma lacuna no tipo de público que o empreendedor quer atingir. Então, é preciso entender as necessidades e dificuldades do seu cliente para desenvolver um produto”, pontua.

Ainda segundo a especialista, fazer uma análise de mercado é fundamental para identificar as falhas e os acertos do seu futuro empreendimento. “Estar atento no que existe hoje na concorrência, olhar o que está acontecendo em outras cidades, em outros países. Alguns modelos de mercados ainda não são explorados no seu território. Outro ponto a ser analisado é a plataforma online. Hoje os consumidores estão conectados, o empreendedor tem que estar presente digitalmente para os seus clientes com facilidades para acesso aos seus serviços, como venda e divulgação do seu material pelas redes sociais. Pensar na questão online e saber como o uso da tecnologia pode te ajudar a reduzir os custos e melhorar na qualidade do seu produto”, afirma.

De acordo com o economista Rafael Ramos, conhecer as demandas do setor no qual pretende-se investir é essencial para o sucesso da empresa. “Ideal é sempre fazer o plano de negócios, contendo uma análise de mercado para saber qual setor está propício para investimento ou não; para saber se o setor está saturado ou não; para saber qual é a melhor opção e as variáveis importantes do mercado”, ressalta.

O especialista ainda alertou sobre a importância da análise de mercado, afirmando que “cerca de 80% das empresas que não fazem planos de negócios estruturados acabam fechando em dois anos”.

Confira a história do microempreendedor Suenildo Lira, que após sofrer com o desemprego, resolveu empreender e hoje tem o pequeno trailer “Parada Certa”, localizado na Avenida Guararapes, Centro do Recife, onde vende cuscuz recheado.

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O brasileiro é conhecido pela criatividade e pela aposta em diferentes tipos de ideias no campo empresarial. O empreendedorismo faz parte da essência do povo. Visando essa característica, empreendedores visionários criaram o Instituto Latino–Americano de Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento Sustentável - Instituto Êxito, cujo principal foco é a criação e desenvolvimento do espírito empreendedor nos jovens brasileiros, principalmente os carentes e de escolas públicas.

Com abrangência nacional, e trabalhando com diferentes frentes, o Instituto terá uma plataforma com cursos on-line e investirá nas ideias e startups de empreendedores que se beneficiarem em qualquer atividade da entidade, além de outras iniciativas. 

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O lançamento do Instituto Êxito aconteceu na última quarta-feira (22), em São Paulo, e contou com a presença de grandes nomes do empreendedorismo nacional, como Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel, Antônio Carbonari Netto, fundador da Anhanguera Educacional, João Appolinário, fundador da Polishop e Janguiê Diniz, controlador do grupo Ser Educacional, e presidente do Instituto. 

Confira mais detalhes no vídeo:

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O Instituto Latino-Americano de Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento Sustentável - Instituto Êxito de Empreendedorismo teve sua cerimônia de lançamento realizada na noite desta quarta-feira (22), em São Paulo. A entidade foi fundada por 34 empreendedores visionários e hoje já conta com mais de 100 associados, todos em prol de um objetivo central: fazer do empreendedorismo a turbina para alavancar vidas e histórias.

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Por acreditar que os empreendedores brasileiros podem contribuir com a troca de conhecimento e experiências para que os jovens, especialmente os carentes e de escolas públicas, se desenvolvam e descubram o “dom” empreendedor que existe neles, o Instituto Êxito foi criado com a filosofia de que, independente da classe social e econômica, qualquer pessoa pode transformar suas ideias em negócios bem-sucedidos, melhorando, assim, a realidade e a comunidade na qual vive. Seus pilares, de cunho totalmente social, são pautados na trabalhabilidade, geração de riquezas, renda e empregos com investimentos no desenvolvimento pessoal e profissional de estudantes carentes e profissionais que tenham o interesse em se qualificar e empreender. “Nós estamos engajados em contribuir para a transformação social que o Brasil precisa. Os jovens potenciais empreendedores, principalmente os carentes, estão no eixo central dos projetos”, explicou o presidente do Instituto e controlador do grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz.

Estiveram presentes na cerimônia de lançamento do Instituto Êxito grandes nomes do empreendedorismo nacional, Alberto Júnior, fundador do Grupo Life Brasil; Antônio Carbonari Netto, fundador da Anhanguera Educacional; Cândido Pinheiro Júnior, vice-presidente do Hapvida; Celso Niskier, presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES); Fábio Coelho, presidente do Google Brasil; Fernando Seabra, diretor da Fiesp; Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel; João Appolinário, fundador da Polishop; João Kepler, empreendedor e investidor-anjo; José Olympio Pereira, presidente do Banco Credit Suisse no Brasil; Marcelo Chucre, fundador e presidente da Linha Direta; Rafael Furlanetti, sócio diretor Institucional da XP Investimentos; entre outros grandes nomes do empreendedorismo.

O Instituto foi idealizado para despertar o dom empreendedor que existe em cada um, por meio da identificação de habilidades e competências que são necessárias para o seu desenvolvimento pleno “Esse trabalho, de cunho totalmente social, já nasce grande e vem com um time que está totalmente empenhado em ajudar aqueles que precisam. Estamos juntos nessa empreitada e queremos fazer esses talentos que existem nos quatro cantos do país serem vistos e prosperarem”, destacou, durante a cerimônia, o presidente da Polishop, João Appolinário. A iniciativa disponibiliza aos jovens carentes uma ampla plataforma que conterá cursos on-line, com o objetivo de ajudar o desenvolvimento pessoal e profissional de cada participante e visando despertar a trabalhabilidade. “Com o uso de diversas soluções tecnológicas desenvolvidas para o Instituto, seremos capazes de alcançar o maior número de pessoas possíveis, gerando mais transformação e desenvolvimento para uma sociedade empreendedora e sustentável”, pontuou o Diretor da Startup Ecosystem da Fiesp e presidente do Conselho Consultivo do Instituto, Fernando Seabra.

Parceria

A cerimônia de lançamento do Instituto Êxito contou com a assinatura do primeiro convênio da entidade, celebrado com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). O termo de cooperação visa desenvolver e estimular o empreendedorismo nas instituições de educação superior associadas à ABMES. “A parceria com o Instituto Êxito vai oportunizar, para os nossos associados, iniciativas inovadoras para estimular a educação empreendedora em suas IES, preparando melhor os estudantes para o mundo dos negócios”, garantiu o presidente da ABMES, Celso Niskier.

Investimento e incentivo

Além da plataforma de cursos on-line, o Instituto atuará com incentivo e investimento aos projetos e empreendedores participantes, em várias frentes. O Fundo de Investimento, cujos recursos captados junto aos sócios fundadores e contribuintes, possibilitará aportes financeiros em ideias e startups de empreendedores que se beneficiarem em qualquer atividade do Instituto. O microcrédito do empreendedorismo com juros sociais fornecerá o apoio financeiro essencial no desenvolvimento dos projetos, para dar tranquilidade e suporte na criação e implementação dos mesmos.

Haverá, ainda, outras iniciativas, como a Aceleradora de Startups, que funcionará como uma incubadora para acelerar pessoas e empreendimentos; a Biblioteca do Empreendedor, que reunirá uma série de livros com o selo do Instituto Êxito; a Revista Empreenda com Êxito, para disseminar a cultura empreendedora; o Game Trilha do Empreendedor, que vai conduzir os jovens empreendedores em como empreender com sucesso e terá pílulas de aprendizagem e um torneio nacional de empreendedorismo usando o game digital; o “Bate-papo com o Mestre Empreendedor”, que ocorrerá mensalmente no auditório do Instituto Êxito com transmissão on-line pela TV Êxito e reunirá a cada edição um empreendedor de trajetória bem-sucedida para falar sobre as experiências do seu negócio; além do Prêmio Êxito do Empreendedorismo Latino-Americano, que irá auxiliar no fomento do espírito empreendedor no Brasil e na América Latina.

Os detalhes para se tornar um sócio colaborador do Instituto ou um beneficiário dos serviços podem ser conferidos no site www.institutoexito.com.br.

No programa Vem Ser S/A desta quarta-feira (22), o apresentador, Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevista com Marcelo Cherto, especialista em Franchising e um dos fundadores da Associação Brasileira de Franchising (ABF), entidade civil responsável por divulgar franquias de uma novas empresa, além de selecionar franqueados para expansões.

No programa, Marcelo vai contar sobre a sua trajetória desde estudante de direito no estado de São Paulo até a posição que ocupa hoje. Ele vai falar, ainda, sobre como funciona a nova técnica de franquias e dar dicas para quem quer empreender na área. A entrevista será transmitida às 20h, no Facebook e Youtube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJá.

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A Escola Conecta, localizada no bairro da Madalena, no Recife, promoveu, nesta segunda-feira (20), o “Seminário Conecta de Empreendedorismo e Carreira”. O evento contou com palestras de grandes empreendedores da cena brasileira, como o fundador e presidente do Grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz, e o Head do centro de inovação Overdrives, Luiz Gomes.

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Na ocasião, os palestrantes relataram suas experiências pessoais com negócios e como o empreendedorismo e a tecnologia estão atrelados ao mercado de trabalho. “A educação é o principal pilar de qualquer empreendedor. Trabalhar muito e estudar muito é a chave para fazer o seu negócio dar certo. Além disso, é preciso estar atento às inovações do mercado de trabalho e da nossa sociedade, que é disruptiva e está constantemente em mudança”, disse Janguiê Diniz.

O publicitário e especialista em marketing digital Bruno Pinheiro, que ministrou a palestra “As possibilidades de empreender no universo digital”, destacou os principais pontos para empreender na internet. “A internet é uma fonte inesgotável de recursos, é uma fonte inesgotável de dinheiro e oportunidades. Estar atento às inovações do mercado pode ajudar a saber por que mudanças passarão cada profissão. A tecnologia é a matéria prima do presente e do futuro, quem domina a tecnologia está um passo à frente para ter sucesso profissional”, pontuou o especialista. Pinheiro já formou mais de 17 mil alunos com o método 'NOS', um treinamento de seis passos para a criação de um negócio online de sucesso.

Para o Head do centro de inovação Overdrives, Luiz Gomes, as oportunidades do mercado estão em constante mudanças e é necessário identificar ideais de negócios com grande potencial mercadológico. “No Overdrives, nós investimos em ideias que podem dar certo, nós aperfeiçoamos o desempenho de outras empresas. Então, acredite na sua ideia, esteja atento às mudanças do mercado e empreenda”, ressaltou.

Também participou do evento o CEO e fundador da Edulabzz, empresa desenvolvedora de tecnologias educacionais, Lucas Moraes, que falou sobre inovação educacional no mundo dos games. “Ser um gamer também é uma profissão, existe muita gente hoje ganhando dinheiro com isso. Nós desenvolvemos jogos educacionais que, além da diversão, proporcionam aprendizado aos jogadores”, destacou.

A diretora geral da Escola Conecta, Sandra Janguiê, afirmou que o evento ofereceu “orientações para aqueles que desejam aprender como usar a criatividade para elaboras projetos empreendedores”.  Ainda segundo a gestora, também foi abordado “a questão do futuro do trabalho, ressaltando o que os jovens devem considerar na hora de pensar suas carreiras”, concluiu. Após as palestras, os estudantes participaram de uma Arena de Jogos de Empresas, coordenado pela Edulabzz.

O programa Vem Ser S/A desta quarta-feira (15), apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevista a CEO da Atom S/A, empresa que facilita trâmites e ensina aqueles que estão interessados no mercado de investimentos em ações.

O programa vai tentar desmistificar a crença de que só aqueles que têm muito dinheiro podem investir na bolsa. A especialista em investimentos vai dar dicas importantes sobre como aplicar dinheiro e contar um pouco sobre a trajetória que traçou da faculdade até a presidência da ATOM.

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O Vem Ser S/A é transmitido a partir das 20h, no Facebook e YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

O Brasil é um lugar repleto de oportunidades para empreender e de um povo altamente guerreiro e criativo. Partindo deste princípio, um grupo de 34 empreendedores visionários se uniu para criar o Instituto Latino – Americano de Empreendedorismo, Inovação e Desenvolvimento Sustentável - Instituto Êxito. O lançamento oficial acontece na próxima quarta-feira (22), no auditório da Be.Academy, em São Paulo, às 19h, e reunirá empreendedores de vários segmentos, jornalistas e especialistas no assunto.

Por acreditar que os empreendedores brasileiros podem contribuir com a troca de conhecimento e experiências para que os jovens, especialmente os carentes e de escolas públicas, se desenvolvam e descubram o “dom” empreendedor que existe neles, o Instituto Êxito foi criado com a filosofia de que, independente da classe social e econômica, qualquer pessoa pode transformar suas ideias em negócios bem-sucedidos, melhorando, assim, a realidade e a comunidade na qual vive. Seus pilares são pautados na trabalhabilidade, geração de riquezas, renda e empregos com investimentos no desenvolvimento pessoal e profissional de estudantes carentes e profissionais que tenham o interesse em se qualificar e empreender.

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O corpo de fundadores, diretores e conselheiros do Instituto traz grandes nomes do empreendedorismo brasileiro, como o presidente da VTEX, Alfredo Soares; o fundador da Anhanguera Educacional, Antônio Carbonari Netto; o fundador e presidente do Fundo Iron Capital, Bruno Guedes Pereira; o fundador e presidente do Centro Universitário Unicarioca, Celso Niskier; o vice-presidente do Hapvida, Cândido Pinheiro de Lima; o presidente do Bank Of America/Merrill Lynch, Eduardo Alcalay; o presidente do Google Brasil, Fábio Coelho; o diretor da Fiespe, Fernando Seabra; o fundador e presidente da Samba Tech, Gustavo Caetano; o fundador e presidente da JR Diesel, Geraldo Rufino; o fundador da Universidade Anhembi Morumbi, Gabriel Mário Rodrigues; o fundador e presidente do Fundo de Investimentos Bossa Nova, João Kepler; o fundador e presidente da Polishop, João Appolinário; o fundador e controlador do grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz (este eleito o primeiro presidente do Instituto); o presidente do Banco Credit Suisse no Brasil, José Olympio Pereira; o fundador e presidente da Carmen Steffens, Mário Spaniol; o diretor da XP Investimentos, Rafael Furlanetti, dentre outros.

A idealização das atividades do Instituto se resume em “despertar o dom empreendedor que existe em cada um”, por meio da identificação de habilidades e competências que são necessárias para o seu desenvolvimento pleno, conforme destaca o primeiro presidente do Instituto, Janguiê Diniz. “Eu sempre estudei em escolas públicas, pois sou oriundo de uma família pobre que não teve oportunidade de estudar, nem de empreender. Entretanto, foi graças à educação, ao trabalho incansável, à resiliência e ao empreendedorismo que eu consegui conquistar muita coisa. Chegou a hora de ajudar os jovens a despertar o dom empreendedor que existe neles e mostrar que, apesar das dificuldades, obstáculos e adversidades que surgem no caminho, a educação e o empreendedorismo são capazes de mudar vidas, histórias e destinos, assim como mudaram a minha vida”, pontua.

O Instituto atuará em âmbito nacional e, posteriormente, internacional, com a realização de cursos on-line, congressos, seminários, palestras, debates, conferências, workshops, oficinas, reuniões, estudos, fóruns, hackathons, mentorias, entre outras ações, sendo grande parte delas gratuitas e direcionadas aos jovens carentes. Os programas de desenvolvimento pessoal e profissional são voltados para um público amplo, inserido em cinco categorias. A primeira categoria é para todos aqueles jovens, especialmente de escolas públicas, que querem criar empresas e buscam uma forma de despertar seu próprio potencial para colocar suas ideias em prática. A segunda categoria engloba aqueles jovens que não pretendem criar empresas, mas, que pretendem ser empreendedores em suas atividades como profissionais liberais, autônomos, etc., e precisam de qualificação. A terceira categoria reúne aqueles jovens que não pretendem criar empresas com fins lucrativos, mas, instituições sem fins lucrativos, Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) ou ONGs, para gerar bem-estar social, procurando buscar soluções para os diversos problemas sociais, ambientais, étnicos, culturais, etc. A quarta categoria compreende aqueles jovens que não pretendem criar empresas, mas que pretendem atuar empreendedoramente, visando criar novos produtos, serviços, tecnologias, estratégias e negócios, na qualidade de empregado ou prestador de serviços da companhia em que trabalha ou presta serviços, ou seja, que pretende ser empreendedor internamente, ou intraempreendedor. E a quinta categoria reúne todos os que já se consolidaram, ou que começaram a se consolidar em suas profissões ou em seus empreendimentos, mas que necessitam se reciclar, se aperfeiçoar e renovar seus conhecimentos, estratégias e ideias.

O Instituto disponibilizará aos jovens carentes uma ampla plataforma que conterá centenas de cursos on-line, objetivando ajudar o desenvolvimento pessoal e profissional de cada jovem participante e visando despertar a trabalhabilidade para que ele seja empreendedor de si mesmo e possa gerar riqueza, renda e empregos. “O Brasil precisa de pessoas que acreditam e incentivam nossos jovens. Percebo que o Instituto Êxito traduz bem isso, afinal de contas, ele já foi idealizado com a premissa de ajudar o próximo, levando capacitação e conhecimento para quem realmente precisa”, acrescenta o presidente do Banco Credit Suisse no Brasil, José Olympio Pereira.

O objetivo do programa está em ajudar os potenciais empreendedores de instituições de ensino públicas a adquirirem habilidades e competências. Os primeiros cursos serão: 1) Empreendedorismo com Êxito – Curso Básico de Desenvolvimento das Habilidades para Empreender no Século XXI, de autoria de boa parte dos nossos fundadores; 2) Passos para o Sucesso – curso on-line sobre desenvolvimento pessoal e profissional, composto por nove módulos, de autoria de Janguiê Diniz; 3) A Arte de Empreender – Manual para Empreender e para Gerir Empresas de Sucesso – curso on-line sobre empreendedorismo, composto por 27 módulos, também de autoria de Diniz; entre outros.

Entre os diferencias do Êxito, estão as ações de cunho social. “Todo e qualquer participante de um dos nossos cursos, seminários ou qualquer atividade gratuita terá que dar uma contrapartida social. Exemplificando, o potencial empreendedor que for beneficiado com um módulo de um curso oferecido só poderá ter acesso ao segundo se comprovar que efetuou determinada atividade social ou humanitária, como plantar árvores, ajudar uma creche ou um asilo e assim por diante, criando uma grande rede de solidariedade humanitária e social”, esclarece o fundador e conselheiro do Instituto, Cândido Pinheiro, vice-presidente do Hapvida.

O Instituto emprega em seu DNA uma forte interação com as mídias sociais, haja vista o grande potencial de alcance e de força que essas redes de compartilhamento possuem. “Muitas das ações que o Instituto irá desenvolver terão uma forte apropriação das redes sociais, considerando o poder que impacto e a repercussão positiva que as ações poderão gerar. Nós acreditamos que as redes de compartilhamento são grandes ferramentas de difusão das atividades que os membros do Instituto irão realizar. Também será uma maneira de envolver as pessoas nos projetos e expandir o real espírito por trás dos projetos desenvolvidos, que é o de trazer sempre melhorias para o próximo”, complementa o vice-presidente do Instituto, João Kepler.

Na cartela de ideias revolucionárias que serão realizadas, estão ainda o Fundo de Investimento, que será um fundo cujos recursos captados junto aos sócios fundadores e contribuintes vão possibilitar o investimento em ideias e startups de empreendedores que se beneficiarem em qualquer atividade do Instituto; a Aceleradora de Startups, que funcionará como uma incubadora para acelerar pessoas e empreendimentos; a Biblioteca do Empreendedor, que reunirá uma série de livros com o selo do Instituto Êxito; a Revista Empreenda com Êxito, para disseminar a cultura empreendedora; o Game Trilha do Empreendedor, que vai conduzir os jovens empreendedores em como empreender com sucesso e terá pílulas de aprendizagem e um torneio nacional de empreendedorismo usando o game digital; o “Bate-papo com o Mestre Empreendedor”, que ocorrerá mensalmente, on-line ou presencialmente no auditório do Instituto Êxito e reunirá a cada edição um empreendedor de trajetória bem-sucedida para falar sobre as experiências do seu negócio; além do Prêmio Êxito do Empreendedorismo Latino-Americano, que irá auxiliar no fomento do espírito empreendedor no Brasil e na América Latina.

O Instituto Êxito também traz em sua esfera de atuação o microcrédito do empreendedorismo. A necessidade de orientação, mentoria e treinamento está no escopo inicial do projeto, mas o apoio financeiro é essencial no desenvolvimento dos projetos, para dar tranquilidade e suporte na criação e implementação dos mesmos. O conselheiro do Instituto, Antônio Carbonari Netto, ressalta alguns tópicos dessa realidade que muitos empreendedores enfrentam. “A dificuldade de financiamento a pequenos aspirantes a empreendedores, a carência de fiadores ou mesmo de garantia aos empréstimos, além de altos juros, tornam quase impossível que os negócios possam ser desenvolvidos com levantamento de recursos por meio de bancos. O projeto de microcrédito do empreendedorismo com juros sociais a ser implementado pelo Instituto traz uma nova visão e novas oportunidades aos jovens empreendedores”, explica.

“Enxergo que, por reunir ideias comuns em prol de um bem maior, que é o de incentivar e desenvolver o espírito empreendedor do povo brasileiro, o Instituto conseguiu agrupar empreendedores de diferentes linhas de atuação e isto vai contribuir para que as pessoas, sobretudo os jovens, possam desenvolver as habilidades e competências necessárias para se tornarem empreendedores de sucesso! Isto tem sido o aspecto mais desafiador e atrativo do projeto. Ter a possibilidade de participar, de alguma maneira, da realização dos sonhos de muitos, que nesse caso é ver os seus empreendimentos funcionando com sucesso, é algo muito gratificante”, finaliza o conselheiro João Appolinário, presidente da Polishop.

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Os alunos da UNAMA - Universidade da Amazônia participaram da I Jornada de Trabalhabilidade realizada pelo Núcleo de Trabalhabilidade da instituição. O evento ocorreu na noite de terça-feira (7), no campus Alcindo Cacela, em Belém.

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Quem tinha dúvidas sobre como conseguir organizar as finanças, quais as exigências do mercado de trabalho na atualidade e como desenvolver um bom marketing pessoal, pôde aprender com os palestrantes que atuam nessas áreas. A finalidade da jornada foi proporcionar aos alunos visão sobre como devem se posicionar no mercado de trabalho. 

Regina Teixeira, coordenadora do Núcleo de Trabalhabilidade, explicou que o conceito em voga não é mais empregabilidade, mas sim a trabalhabilidade. "Na empregabilidade eu quero só um emprego. Aa trabalhabilidade, não, ela vai nos proporcionar a oportunidade de entender que nós somos uma empresa e que nós temos que ser empreendedores. É ensinar aos nossos alunos a empreender, a serem criativos, a visualizar que a profissão dele não é só trabalhar numa empresa, mas que ele pode ser dono de uma empresa, que ele pode ser um profissional liberal e que ele precisa deter conhecimento de diversas áreas", afirmou.

Para Fabíola Cereja, administradora financeira, o planejamento financeiro tem que começar de forma pessoal e não adianta pensar em planejamento financeiro sem educação financeira. "Já tenho que pensar desde agora como é que eu vou me capitalizar para no futuro conseguir alcançar esses objetivos. É muito importante a gente traçar primeiro um objetivo, o que realmente eu quero com o meu dinheiro. Hoje a tecnologia ajuda muito. A gente tem várias planilhas disponíveis em aplicativos de celular que dá para fazer controle dos gastos diários e identificar onde os recursos financeiros estão sendo drenados", explicou.

Os alunos também aprenderam sobre a importância da Logística nas empresas com José Tomaz, Engenheiro Civil, que falou explicou que a sobrevivência de uma empresa do varejo, industria ou atacado depende da utilização da logística. 

Márcia Tuma, pedagoga e administradora, falou sobre o papel dos colaboradores nas organizações. "Hoje o ser humano é o ativo das organizações, por conta disso ele ficou em evidência. A globalização trouxe muitas exigências para as pessoas de hoje, as competências, eu tenho que ter competência para ser empregável, para além de conseguir um emprego me tornar fixo nele. O mercado passou a ter também a trabalhabilidade, que é o momento que você tem o poder para gerar renda, se você tem carteira assinada ou não. Essa é uma das diferenças principais que o nosso aluno tem que ter, porque para um ou para o outro de qualquer maneira ele se insere no mercado", detalhou Márcia.

Terezinha Barbagelata, professora de Letras Espanhol, disse que o mercado de trabalho, hoje, exige que o trabalhador seja no mínimo bilingue. "Para que o aluno possa possa ter sucesso na empregabilidade e na trabalhabilidade ele precisa de um outro idioma, porque sabendo de um outro idioma ele consegue competir nesse mercado de trabalho", explicou.

Os alunos parabenizaram o evento. "Eu achei uma palestra superinteressante. Gostei bastante", disse Jhuly Souza, aluna do 7º semestre de Biologia.

 

Nos dias 10 e 11 de maio, o Mar Hotel Recife sedia o Congresso de Direito e Novas Tecnologias promovido pelo pelo Grupo Ser Educacional. O evento é voltado estudantes da área e traz debates sobre constituição e desafios dos direitos humanos na pós modernidade.

Na manhã desta sexta (10), estiveram presentes Bruno Baptista, presidente da OAB Pernambuco, professores de direito das intituições UNINABUCO e UNINASSAU, além da palestra da advogada e especialista em direito digital, Gisele Truzzi, que também recebeu a Medalha Jusrista Tobias Barreto. Gisele, que atua no direito digital há 14 anos, considera o recebimento da medalha como um "marco na carreira", principalmente por ter sido aqui, em Pernambuco.

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A advogada Gisele Truzzi recebeu a Medalha Jurista Tobias Barreto

"Ser homenageada aqui no Recife e sabendo da grandiosidade dessa medalha, me deixou muito honrada e feliz. É como se eles tivessem um reconhecimento do nosso trabalho na nossa profissão, que é tão difícil nos dias de hoje", declara a advogada, que também falou sobre direito aplicado nas startups, empresas inovadoras que trabalham com tecnologia.

Gisele acredita que é importante falar sobre direito no âmbito das startups, pois, segundo ela, muitas vezes os empreendedores não têm tanta noção jurídica do que é importante pra eles quando abrem uma empresa desse tipo.

"A minha ideia aqui hoje foi dar orientações sobre os principais problemas que surgem em relação as startups e falar da importância de se ter alguns documentos essenciais e bem fundamentados, bem como uma orientação jurídica sólida pra esse tipo de empeendimento" esclarece Gisele.

Também esteve no congresso, o ministro do STJ e doutor em Direito Civil, Paulo de Tarso Sanseverino que participou do talk show interativo sobre "Os direitos autorais na Era Digital". Ao LeiaJá, o ministro falou a respeito do impacto das novas tecnologias sobre o direito.

"Nós vivemos em plena revolução tecnológica que está se ampliando com a inteligência artificial e nós temos que ter mecanismos para a proteção da pessoa", disse. O ministro lembrou que no Brasil já existem instrumentos normativos, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Sobre a relevância de estar em um evento como esse, o jusrista lembra que essa é uma grande oportnidade de trocar experiências com estudantes de direito que, para ele, são o futuro do Brasil.

O congresso continua neste sábado (11), a partir das 8h30, com um painel que irá receber outros profissionais da área. Ao final do evento, os alunos receberão um certificado de 30 horas.

O programa Vem Ser S/A desta quarta-feira (8), apresentado por Janguiê Diniz, Controlador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional, entrevista a sócia e diretora comercial do Reclame Aqui, Gisele Paula. O Vem Ser S/A é transmitido a partir das 20h, no Facebook e YouTube de Janguiê Diniz, além dos canais do LeiaJa.com.

Gisele Paula conversa sobre como o relacionamento com o cliente funciona após o avanço das redes sociais e também sobre a importância da reputação para uma marca. Mais de 700 mil pessoas visitam a página do Reclame Aqui diariamente.

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A diretora comercial conversou um pouco sobre sobre como o hub de reputação conseguiu se tornar monetizado, ajudando as empresas a melhorar a reputação com o B2B e gerando um faturamento que já chama atenção de investidores de fora. Por meio desses investimentos, hoje, cerca de 180 colaboradores trabalham no local.

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