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Nesta quarta-feira (24), a Comissão Organizadora da Consulta à Comunidade Acadêmica para escolha de reitor e vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) homologou as cinco chapas inscritas. A disputa é direcionada para mandato no quadriênio 2019-2023.

De acordo com a instituição de ensino, cinco candidatos apresentaram seus nomes para as eleições. Confira em ordem alfabética: Alfredo Macedo Gomes, Daniel Álvares Rodrigues, Edilson Fernandes de Souza, Florisbela de Arruda Câmara e Siqueira Campos e Jeronymo José Libonati.

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Na próxima sexta-feira (26), será realizada uma reunião com os candidatos para definir as regras da propaganda eleitoral. “Os candidatos podem iniciar a campanha já no dia 26, após a reunião. A Consulta à Comunidade Acadêmica se destina a elaborar a lista tríplice de nomes para a escolha do reitor e vice-reitor da UFPE para o quadriênio 2019-2023”, informou a Universidade.

Segundo a UFPE, até 3 de maio devem ser designados os mesários. A consulta será dividida em dois turnos, sendo o primeiro no dia 29 de maio e o segundo no dia 12 de junho.

A previsão é que a apuração e divulgação dos resultados sejam realizadas nos mesmos dias das consultas. O relatório final da Consulta à Comunidade Acadêmica ao Conselho Universitário será enviado no dia 2 de julho.

Alfredo Macedo Gomes (candidato a reitor) e Moacyr Cunha de Araújo Filho (candidato a vice-reitor) – nº 55

Daniel Álvares Rodrigues (candidato a reitor) e Roberta Ramos Marques (candidata a vice-reitora) – nº 54

Edilson Fernandes de Souza (candidato a reitor) e Sandro Cozza Sayão (candidato a vice-reitor) – nº 50 

Florisbela de Arruda Câmara e Siqueira Campos (candidata a reitora) e André Luís de Medeiros Santos (candidato a vice-reitor) – nº 53

Jeronymo José Libonati (candidato a reitor) e José Luiz de Lima Filho (candidato a vice-reitor) – nº 59

Currículos dos candidatos a reitor e a vice-reitor

Alfredo Macedo Gomes é graduado em Psicologia (1990) e mestre em Sociologia pela UFPE (1995). O docente possui doutorado em Educação (PhD) pela University of Bristol (2000), no Reino Unido, e realizou estágio pós-doutoral junto ao Centre for Globalization, Societies and Education, também pela University of Bristol (2010-2011). É diretor do Centro de Educação (CE)

Moacyr Cunha de Araújo Filho é formado em Engenharia Civil pela UFPE (1985), com mestrado em Hidráulica e Saneamento pela USP (1991) e doutorado (1996) em Physique et Chimie de l´Environnement pelo Institut National Polytechnique de Toulouse, na França. É professor do Departamento de Oceanografia.

Daniel Álvares Rodrigues é graduado em Direito pela Unicap (1988), possui mestrado em Educação pela UFPE (1996) e doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (2007). Foi diretor do Centro de Educação da UFPE, no período de 2012 a 2016 e coordena o grupo de pesquisa GepMarx (antigo Gema).

Roberta Ramos Marques possui graduação em Letras pela UFPE (1996), mestrado (2000) e doutorado (2008) em Teoria da Literatura pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE. A docente participa da coordenação e das pesquisas do Acervo Recordança, desde 2003.

Edilson Fernandes de Souza é graduado em Educação Física pela Universidade Castelo Branco (1991), possui mestrado em Educação Física e Cultura pela Universidade Gama Filho (1995), doutorado em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (1998) e pós-doutorado em Sociologia pela Universidade do Porto, em Portugal. Foi pró-reitor de Extensão.

Sandro Cozza Sayão é formado em Ciências pela Universidade Federal do Rio Grande (Furg) (1996), tem mestrado em Educação Ambiental pela FURG (1999) e em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) (2001) e doutorado em Filosofia pela PUC-RS (2006).

Florisbela de Arruda Câmara e Siqueira Campos é graduada em Nutrição pela UFPE (1978) e possui mestrado (1983) e doutorado (1999) em Nutrição (1983), ambos pela UFPE. Foi diretora do Centro Acadêmico de Vitória (CAV) da UFPE, de 2006 a 2015. Ela é atualmente vice-reitora da Universidade.

André Luís de Medeiros Santos é formado em Ciência da Computação pela UFPE (1989), possui mestrado em Ciência da Computação pela UFPE (1991) e doutorado em Computing Science pela University of Glasgow (1995), na Escócia. É diretor do Centro de Informática (CIn).

Jeronymo José Libonati é graduado em Ciências Econômicas (1986) e em Ciências Contábeis (1991), ambos pela Faculdade de Ciências Humanas Esuda. Possui mestrado (1996) e doutorado (2002), ambos em Controladoria e Contabilidade, pela USP. É diretor do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA).

José Luiz de Lima Filho é formado em Medicina pela UFPE (1983), possui doutorado em Bioquímica e Microbiologia, pela University of St Andrews (1987), na Escócia. É professor do Departamento de Bioquímica e Biofísica e diretor do Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (Lika) da UFPE.

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) lançou edital para a seleção de 16 vagas dentro do mestrado em Educação da instituição. As inscrições começam nesta quinta-feira (25) e vão até 9 de maio. Das 16 vagas, 12 são para ampla concorrência e 4 para ações afirmativas. A taxa de inscrição custa R$ 150. 

Os interessados devem criar projetos de acordo com uma das linhas de pesquisa: Formação de Professores e Práticas Educativas e Educação e Processos Inclusivos.

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As inscrições devem ser feitas na Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Educação, no Centro de Educação (CEDUC/UFRR), dentro do campus Paricarana no período de 8h às 12h e das 14h às 18h, ou por meio do SEDEX. É permitido solicitar a isenção do valor da taxa de inscrição entre 25 a 26 de abril, por meio de documentação específica disponível no edital. 

Seleção 

O processo seletivo será composto por 4 etapas: uma Prova escrita dissertativa de conhecimentos na área de Educação, uma avaliação do Pré-projeto de Pesquisa, análise de currículo e defesa de Projeto. Mais detalhes podem ser conferidos no edital.

 

Momento do ano em que há datas significativas para a literatura nacional e internacional, o mês de abril é dedicado ao livro. Em todo o mundo, o Dia do Livro é comemorado em 22 de abril, bem como no dia 12 de abril é lembrado, aqui no Brasil, o Dia Nacional do Livro Infantil. A data celebra o nascimento do escritor paulistano Monteiro Lobato (1882-1948), autor de obras lendárias da literatura infantil brasileira como Caçadas de Pedrinho e Hans Staden, Histórias de tia Nastácia, Memórias da Emília e Peter Pan, entre outros. Reconheceu alguns dos personagens citados? Eles fizeram parte do seriado de TV chamado “O Sítio do Pica-Pau Amarelo” onde a história folclórica se consagrou e atravessou gerações. 

Assim como Monteiro Lobato, muitos outros escritores têm um espaço relevante na Contação de histórias para crianças. Ziraldo, Ruth Rocha e Cecília Meireles são alguns dos nomes que integram a literatura infantil no Brasil.

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É certo que a educação está diretamente ligada ao hábito da leitura. E que ler é um dos grandes desafios educacionais. Em um país em que pouco se lê, ainda há esperanças quando se trata das crianças que têm uma maior motivação para ler um livro. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ibope em 2018 por encomenda do Instituto Pró-Livro, 42% dos adolescentes entre 11 e 13 anos são os que mais leem por gosto, seguido por crianças de 5 a 10 anos (40%).

Mas como tornar os livros ainda mais interessante para os pequenos, os incentivando a serem futuros leitores? A prática da contação de histórias pode funcionar como um grande atrativo, visto que por meio da escuta os pequenos podem ter uma visão de mundo, conhecendo outras culturas, através da literatura.

Guga Bezerra contando histórias para as crianças. Foto: Laura GalvãoGuga Bezerra é contador de histórias e gestor cultural há uma década. Ele considera que o hábito da leitura também pode ser criado junto à narração literária. “A contação de histórias é uma prática de comunicação muito antiga que fortalece o contato com a palavra desde os primeiros anos da infância. É muito importante dizer que esse momento com a criança é enriquecedor, pois potencializa o olhar social e a identidade cultural, traz conhecimentos e é um incentivo à leitura” diz o gestor, que também realiza projetos educacionais em bibliotecas públicas.

Sob o ponto de vista escolar, a pedagoga e contadora de histórias Roma Júlia acredita que a literatura precisa estar em um lugar maior dentro da sala de aula “A leitura é um momento em que a criança pode viajar e entender o mundo. A escola precisa mostrar para a criança que ler é bom e não criar um processo de obrigar a criança a ler”, defende Roma, que é profissional da educação há 12 anos.

Foi a partir da sala de aula que a pedagoga iniciou a técnica de narração literária “A sala de aula que me levou à contação de histórias. Um educador leitor pode ter alunos leitores, assim como um pai e uma mãe leitores também podem influenciar o filho a ser leitor. E assim a gente constrói uma sociedade leitora” pontua.

Buscando unir técnicas de fomento à leitura na primeira infância, Guga Bezerra e Roma Júlia listam dez maneiras eficientes para atrair à criança para a leitura:

1. Criar o hábito da leitura em família (a criança se guia pelos exemplos em casa);

2. Ler bons livros com as crianças;

3. Levar as crianças para espaços de leitura ou bibliotecas (essa é uma forma de integrar a criança no mundo dos livros);

4. Criar histórias junto à criança.

5. Soltar a imaginação na hora de contar histórias, mudando o tom de voz ou até mesmo criando expressões para os personagens;

6. Criar uma rotina com os livros, reservar dias e horários para leitura;

7. Dialogar e ouvir a criança após as leituras para descobrir o gosto literário dela;

8. Apresentar tipos variados de livros, bem como os assuntos abordados. 

9. Permitir que a criança tenha contato com os livros em diferentes formatos, fazendo a leitura ao seu modo;

10. Ouvir as histórias imaginárias da criança.

 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou o PL 3632/15, que sugere obrigar estudantes de graduação do ensino superior bolsistas do estado a prestar serviços de divulgação, formação e informação científica e educacional em instituições públicas de educação básica. Na prática, a proposta exige que os universitários deem aulas a estudantes do ensino básico. A proposta ainda será votada no plenário da câmara.

De acordo com a nota oficial da câmara, “os serviços deverão ser prestados por no mínimo duas horas semanais, pelo tempo que durar a bolsa. A proposta exclui dessa obrigação os alunos que recebem bolsa de iniciação à docência, de assistência estudantil e de formação de professores, além do estudante que já desenvolve trabalho em escola pública em razão de atividades curriculares, de extensão ou profissionais”. Para entrar em vigor, a regra dependerá ainda de uma regulamentação por parte do governo federal, em articulação com os sistemas estaduais e municipais de ensino. Será necessário definir, por exemplo, o número de alunos participantes e as formas de participação dos bolsistas nas atividades das escolas.

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"É um projeto tão importante. Que o estudante financiado com 100% de dinheiro público, esse estudante oferecer duas horas por semana do seu conhecimento científico. Não é possível que não tenhamos aqui o mínimo de compreensão do que significa alguém estudar com o dinheiro de toda sociedade e oferecer como contrapartida duas horas por semana às escolas, para dizer que aprendeu isso e que gostaria de transmitir a você. Conhecimento é assim”, defendeu o relator da CCJ, deputado Rubens Bueno (Cidadania-PR).

Para outros parlamentares, contudo, a proposta pode, além de prejudicar os estudantes mais pobres, incentivar que as escolas utilizem o trabalho dos bolsistas como mão de obra mais barata e menos qualificada. "Porque o [aluno] que tem tempo sobrando, o que só estuda, para ele tudo bem 2 horas por semana. E o que não tem tempo? E o que está prestando serviço dentro da própria universidade? O principal investimento do Brasil num bolsista é que ele tenha bons frutos educacionais e devolva também depois de formado. Agora, o estudante que está aqui com uma bolsa de 400 reais e que tem de trabalhar porque, se não, não paga nem o ônibus, em muitos sentidos, uma certa demagogia em cima dos pobres”, argumentou a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

Com informações de Agência Câmara de Notícias

Considerada um dos momentos mais importantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a redação possui peso forte na nota final dos candidatos. Inevitavelmente, os estudantes precisam dedicar boa parte do tempo de estudos a produções textuais, leitura e escrita a mão.

Na última edição do Enem, realizada em 2018, dos mais de 4 milhões de participantes, apenas 55 candidatos alcançaram mil, a nota máxima da prova. O tema cobrado foi “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet".

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Neste ano, as provas do Enem serão realizadas os dias 3 e 10 de novembro. Os feras enfrentarão a redação no primeiro domingo do Exame. Atenta à preparação dos candidatos, a coordenadora de redação do Curso Poliedro, Gabriela de Araújo, produziu dicas que podem ajudar os participantes a chegarem à nota mil. Confira:

1- Produza redações semanalmente

 Considere a preparação de um texto dissertativo-argumentativo, nos moldes solicitados pelo Enem, em sua rotina semanal. Dominar técnicas de escrita e conseguir uma boa apresentação do tema e de argumentos é fator-chave para ter um texto exemplar. “É essencial praticar com as redações de temas solicitados nos anos anteriores, com a finalidade de conhecer o perfil da prova e estar ainda mais preparado”, indica Gabriela.

2 - Mantenha-se informado

 Para discorrer de maneira satisfatória sobre o tema solicitado no Enem, é necessário estar bem informado em relação aos assuntos da atualidade e às visões críticas sobre os acontecimentos mais recentes. Segundo a coordenadora de Redação do Curso Poliedro, temas relacionados às questões culturais, memória e cidadania têm chances de aparecer, bem como assuntos de ecologia, sustentabilidade e energias renováveis.

Ela explica que a base é sempre a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o uso racional dos recursos ambientais para se pensar em um futuro mais respeitoso e digno. “Estudar atualidades auxilia a ter cada vez mais elementos que facilitarão a compreensão da dinâmica social, o que o ajudará a entender e a discorrer a respeito de qualquer tema”, indica.

3 - Entenda a norma culta

 A redação do Enem exige que o candidato domine a modalidade formal da Língua Portuguesa. Portanto, é de suma importância saber diferenciar os registros orais dos escritos. Desse modo, é preciso evitar no texto as marcas de oralidade, que são as expressões informais usadas no cotidiano – a não ser que sejam propositalmente inseridas.

Acertar em acentuação, pontuação e concordância é fator decisivo para não perder pontos e obter uma boa nota. Por isso, esteja atento às correções feitas em suas redações por professores, estude as regras gramaticais e tente não errar no próximo texto.

4 - Aprenda a criar uma boa proposta de intervenção

 Uma das competências avaliadas no Enem é a proposta de intervenção. Sozinha, essa competência vale até 200 pontos na média geral da dissertação-argumentativa. O candidato deve refletir e argumentar sobre o tema apresentado, sugerindo uma solução benéfica para a sociedade. E esses argumentos, segundo Gabriela, não podem ser superficiais. O estudante deve utilizar elementos externos no texto.  

5 – Utilize o tempo indicado para produzir os textos

Mais do que a preocupação com o tema da dissertação, o estudante deve empenhar-se em organizar sua produção e planejar o texto. Neste sentido, treinar o tempo que será destinado à redação no contexto da prova é fundamental.

 6- Acostume-se com o espaço da dissertação  

 Um dos pontos importantes é habituar-se ao limite de 30 linhas proposto, sabendo construir uma boa argumentação e conclusão dentro deste espaço. É necessário estar atento ao espaço disponível para a escrita e ao objetivo do texto.

 7- Tenha um repertório cultural amplo

 Utilizar citações da música e literatura nacional pode ajudar o estudante a fazer uma analogia ao tema e elaborar uma boa argumentação.

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De 17 a 19 de maio, a partir das 19h, no Adamastor, em Guarulhos, será a realizada a Experimenta Educação de Guarulhos, que terá o concurso de startups Pitch4Gru. A ideia do evento é fortalecer a atmosfera empreendedora e tecnóloga da cidade. As inscrições devem ser feitas até o dia 6 de maio, no site experimenta.guarulhos.sp.gov.br.

Os participantes do Pitch4Gru terão a oportunidade de apresentar suas ideias, buscando apoio financeiro e a expansão dos negócios. A startup vencedora do concurso se classifica para a fase final do 19º Concurso Acelera Startup, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e que reunirá as 300 startups de maior destaque no país, entre mais de 15 mil participantes.

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Em em seu terceiro ano, o evento Experimenta Educação de Guarulhos deve mobilizar estudantes, pesquisadores, universitários, empreendedores, investidores e o público conectado à tecnologia.

por Junior Coneglian

A Faculdade UNINASSAU João Pessoa promove a Mostra Campus 2019 dos dias 15 a 17 de maio, com o objetivo de trazer os alunos do ensino médio para o ambiente da graduação. O evento acontece na própria Instituição com atividades voltadas a todos os cursos ofertados, como palestras, estandes e visitas às estruturas.

Nos dias 15 e 16 será das 8h às 17h e no dia 17 das 8h às 12h, esse ano os organizadores estimam a participação de cerca de cinco mil estudantes. A missão desse evento é orientar os estudantes que ainda não escolheram que área seguir, visando sanar todas as dúvidas, tendo visitas aos laboratórios, explicação de como funciona, um teste vocacional presencial.

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Para o diretor regional da UNINASSAU João Pessoa Rogério Xavier “A instituição abre portas para os alunos conhecerem a faculdade, como funciona os cursos de uma forma mais descontraída e a inclusão do ensino médio em um espaço de graduação”, afirma.

Estudantes de escolas públicas e privadas são selecionados através de uma ficha de inscrição. A depender da localização a Instituição disponibiliza transportes para os alunos.

Serviço

Av. Presidente Epitácio Pessoa, 1201- Estados, João Pessoa PB

Telefone: (83) 2107-5959

Local: Prédio da Faculdade

Horário: 8h às 17h e de 8h às 12h

*Da assessoria de imprensa

Os métodos práticos para aprender inglês são o tema do segundo programa da temporada do "Espaço e Comunidade", uma produção da TV UNG.

Para falar sobre o assunto, a atração recebe o professor de inglês Getulio Tamid, que usa o método Communicative Approach (Método Comunicativo). Na entrevista é abordado o método, os tipos de fluência, a paixão que a língua gera em quem começa a estudar o idioma e as dificuldades de aprendizado.

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Segundo Tamid, estudar um idioma à distância pode ser positivo se houver dedicação. "O ser humano é movido a estímulo. Um dos grandes desafios de quem estuda online é se sentir estimulado", conta. "A importância de estudar um idioma para o mundo acadêmico e dos negócios é grande, especialmente o inglês americano", complementa o professor.

Confira o "Espaço e Comunidade" sobre metódos práticos para aprender inglês:

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por Valéria Campello

O mundo vive uma revolução tecnológica e estas mudanças já atingiram a arquitetura e o design. De olho no mercado, algumas startups já investem neste setor visando oferecer serviços inteligentes e com novas ideias. Estes empreendimentos estarão em debate no 4º Congresso Brasileiro de Arquitetura e Design, que acontece nos dias 26 e 27 de abril, no Centro de Convenções de Pernambuco.

As empresas startups nascem a partir de uma ideia inovadora, buscando otimizar trabalhos e mudar a forma de realizar algumas atividades. Isso não é diferente nas startups voltadas para a arquitetura e para o design. Estas empresas se destacam por apresentarem novas ideias para construir de forma inteligente, aproveitando da melhor forma o espaço disponível para cada projeto.

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Estas startups estarão no foco do debate durante o primeiro dia do congresso e contará com a presença de Erika Moura e Renata Lima, fundadoras da Casa Pla, e de Renata Sellaro, da Databizz. “Vai ser uma grande oportunidade para que possamos conversar um pouco sobre estes novos negócios e as ideias inovadoras que as startups trazem para o mercado da Arquitetura e do Design. Além disso, também queremos estimular a mente empreendedora do público, incentivando-os a pensar diferente”, destaca a coordenadora dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, no Recife, Andréa Reis.

O 4º Congresso brasileiro de Arquitetura e Design faz parte do 3º Congresso Brasileiro de Exatas, que é promovido pela UNINASSAU e o Grupo Ser Educacional. Os interessados em participar poderão realizar as inscrições através do site eventos.sereduc.com.

*da assessoria de imprensa

 

O Vestibular Solidário, preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vinculado à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), realizará um aulão no dia 27 deste mês. Na ocasião, serão discutidos assuntos relacionados aos direitos humanos nos âmbitos das Ciências Humanas e Linguagens. Pessoas travestis e trans não precisam pagar ingresso.

O evento será realizado das 9h às 14h, no auditório do Centro de Educação (CE) da UFPE. A entrada custa R$ 5.

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Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o Vestibular Solidário por meio do Instagram. O CE fica no Campus Recife da Universidade, localizado na Avenida Professor Moraes Rego, 1235, bairro da Cidade Universitária.

 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) reforçou, nesta terça-feira (23), a lista de documentos aceitos para recursos de quem teve o pedido de isenção de taxa negado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os recursos são recebidos pelo órgão até a próxima sexta-feira (26), por meio da Página do Participante.

Durante o procedimento, os candidatos precisam incluir documentos listados no anexo III do edital do Exame. “Os documentos são aceitos nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2MB. Os resultados dos recursos serão divulgados no dia 2 de maio. O Inep alerta que todos os interessados em fazer o Enem 2019, isentos ou não, devem voltar ao Sistema Enem para fazer inscrição, entre 6 e 17 de maio. As provas serão aplicadas em 3 e 10 de novembro”, informou o Instituto. A taxa de inscrição do Enem custa R$ 85.

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A seguir, o Inep destaca as três situações que possibilitam isenção da taxa, além dos documentos necessários. Confira:

Beneficiários da Lei nº 12.799

• Documento de identificação (Cédula de Identidade) do participante e dos demais membros que compõem o núcleo familiar.

• Declaração que comprove a realização de todo o ensino médio em escola do sistema público de ensino do Brasil (municipal, estadual ou federal) ou histórico escolar do ensino médio, com assinatura e carimbo da escola. No caso de participante bolsista, deve ser incluída a declaração da escola que comprove a condição de bolsista integral em todo o ensino médio.

• Comprovante da renda declarada, referente ao mês corrente ou, no máximo, a três meses anteriores. Documentos aceitos:

- Comprovante de pagamento, como holerite ou contracheque, recibo de pagamento por serviços prestados, envelope de pagamento ou declaração do empregador. 

- Declaração original, assinada pelo próprio interessado, para os autônomos e trabalhadores em atividades informais, contendo as seguintes informações: nome, atividade que desenvolve, local onde a executa, telefone, há quanto tempo a exerce e renda bruta mensal em reais.

- Extrato de rendimentos fornecido pelo INSS ou por outras fontes, referente à aposentadoria, auxílio-doença, pensão, pecúlio, auxílio-reclusão e previdência privada. Na falta destes, extrato bancário identificado, com o valor do crédito do benefício. 

- Recibo de comissões, aluguéis, pró-labores e outros. - Recibo de seguro-desemprego e do FGTS. 

- Rescisão do último contrato de trabalho. 

- Comprovante do valor da pensão alimentícia. Na falta deste extrato ou declaração de quem a concede, especificando o valor. 

- Comprovantes de benefícios concedidos por programas sociais, como bolsa-família. 

- Declaração original da pessoa que concede ajuda financeira ao interessado, pagamento de despesas com escola ou de outras despesas, contendo as seguintes informações: nome, endereço, telefone, valor concedido e finalidade. 

- Comprovante de residência no Brasil (conta de água, energia elétrica, gás, telefone, carnê de IPTU, correspondências oficiais ou bancárias).

Beneficiários do Decreto nº 6.135

• Cópia do cartão com o Número de Identificação Social (NIS) válido, no qual está inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou documento com o Número de Identificação Social (NIS) válido, no qual está inscrito no CadÚnico.

• Nome completo e CPF da mãe do participante.

Concluintes do ensino médio de escola pública

• Declaração escolar que comprove que o participante está cursando a última série do ensino médio em 2019, em qualquer modalidade de ensino, em escola da rede pública, declarada ao Censo Escolar da Educação Básica. 

 

Atenção

 

 

O Inep ainda alerta que o “período de recursos também vale para a justificativa de ausência no Enem 2018”. O candidato também precisa apresentar documentos, diferentes dos já anexados na época de justificativa. Essa documentação deverá comprovar a ausência. Veja a relação dos documentos.

 

Desde o início da gestão Jair Bolsonaro, o Ministério da Educação (MEC) protagonizou uma "guerra cultural" no governo - da obrigatoriedade para alunos cantarem o Hino Nacional à revisão do golpe de 1964 em livros de História - e a segunda demissão no primeiro escalão do governo federal. Professor da Escola de Educação da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o brasileiro Paulo Blikstein alerta que o aprendizado dos alunos foi esquecido no debate.

Um dos fundadores de um centro de empreendedorismo e inovação educacional, com foco em iniciativas brasileiras, Blikstein diz que há uma "falsa dicotomia" entre gastar muito com educação e gastar melhor. Para o professor, não é preciso escolher entre um e outro.

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O que a indicação do ministro Abraham Weintraub, com experiência na área de Previdência, indica para o futuro da pasta?

Infelizmente, por enquanto as indicações foram quase todas fora da área de educação. Um gestor genérico vai precisar de seis meses para começar a entender gestão educacional. Então isso equivale a andar mais devagar. O ministro precisa interromper a agenda ideológica que parou o MEC por cem dias e começar a agenda do aprendizado. O MEC é um dos ministérios mais complexos e exige gestão especializada. É necessário conhecer a escola, a universidade, as redes municipais e estaduais. O sucesso do ministro vai depender, ironicamente, de deixar-se de lado as bandeiras da campanha.

Quais os riscos e os desafios?

Em vez de ouvir planos estruturantes de longo prazo nesses cem dias, ouvimos que os adolescentes não têm de receber educação sexual, que o professor tem de andar armado, que o livro de História tem de ser revisto, que a escola tem de ser militarizada. Só factoides e ações sem embasamento empírico, dados, evidência. O desafio do (novo) ministro é parar esse negócio. Não é isso que se espera do MEC. O que se espera é um programa de longo prazo e execução, com competência, desses programas. Senão, há um sério risco de desorganização profunda do sistema, e quem paga a conta são os nossos alunos.

É possível um consenso entre educadores e os seguidores da ideias de Olavo de Carvalho?

Opiniões divergentes são importantes na democracia. Se o Olavo de Carvalho e os seguidores dele têm opinião, têm de ser ouvidos. Mas eu não conheço nenhum plano do Olavo de Carvalho que diga, com base em estudos de educação, 'Está aqui um plano de longo prazo para a educação brasileira, sobre como nós vamos formar professores, escrever currículos, como financiar o sistema, de onde virá o dinheiro'. Nunca ouvi nada disso. Se o foco (do ministro) é aumentar a qualidade da educação, não é a agenda que ele tem de ouvir. Ele tem de olhar os especialistas, os pesquisadores, as pessoas que entendem de educação. Tem de usar a pesquisa empírica, dados, evidências, as melhores práticas. O último ministro desprezou tudo isso.

O que pode servir de inspiração para o País?

Antes até de comparar com outros países, nós temos de olhar para as experiências que deram certo no Brasil, como o Ceará e a cidade de Sobral. Ali, os municípios que melhoram a educação recebem mais dinheiro do Estado. Acho isso uma excelente ideia, e não vejo porque isso não está no Brasil todo. Em termos internacionais, nenhum país resolve o problema da educação sem elevar o status da profissão de professor. E isso não é só salário. É o apoio à formação. Por exemplo, na Finlândia, a formação tem quatro ou cinco anos, toda financiada pelo governo. Só os melhores do ensino médio são selecionados (para a Licenciatura). E isso também envolve as condições de trabalho na escola. Parece óbvio, mas são três coisas importantíssimas: bom salário, boa formação e boas condições de trabalho.

As melhores práticas internacionais estão em consonância com a discussão das bases curriculares para o ensino básico?

O MEC deveria seguir o caminho que foi traçado até agora, principalmente seguir com a implementação da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Apesar de suas limitações, ela faz parte de uma política de estabelecimento de um plano mínimo de ensino garantido a todos os alunos do Brasil. Esse é um ótimo objetivo. Mas eu pensaria na BNCC como um projeto de longo prazo. Países que fizeram projetos semelhantes demoraram de cinco a dez anos para colocar o documento em prática, e tiveram vários ciclos de redação. O gasto por aluno no Brasil aumentou mas ainda é pequeno. Além disso, precisamos voltar a olhar para a escola pública como o grande projeto brasileiro. Na maioria dos países da OCDE, o rico e o pobre vão para a mesma escola pública. Isso faz com que a sociedade como um todo queira melhorar a educação pública. No Brasil, estamos caminhando para um cenário de escolas de elite em bolhas de século 21 e escolas públicas que não saem do século 19. É uma desigualdade obscena.

O presidente Jair Bolsonaro já disse que o problema da Educação no País não passa pelo montante de recursos que a área recebe, e sim pela forma como o dinheiro é gasto. O que o senhor pensa sobre isso?

Há uma falsa dicotomia entre o nível e a qualidade do investimento. É uma falácia dizer que temos dinheiro suficiente, que é só mal gasto. São as duas coisas: é preciso ter mais investimento e precisa ser de qualidade. O Brasil é a oitava economia do mundo, e não pode ter a 30.ª melhor educação. A gente tem de ser ambicioso nisso.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em nota técnica enviada nesta segunda-feira (22) ao Congresso Nacional, o Ministério Público Federal contestou o Projeto de Lei que pretende acabar com as cotas raciais. Segundo o órgão, o sistema de cotas é importante para o acesso à educação e no enfrentamento ao racismo, bem como às desigualdades sociais no país.

A nota foi assinada pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e pelo Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), entidades vinculadas ao Ministério Público. No documento, o órgão contra argumenta a proposta enviada pela deputada Professora Dayane Pimentel (PSL), ao dizer que o princípio da igualdade, tal qual está na constituição, exige a promoção de políticas públicas de ação afirmativa por parte do estado.

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Ao apresentar o projeto de número 1531/2019, a parlamentar destacou que "Se os brasileiros devem ser tratados com igualdade jurídica, pretos, pardos e indígenas não deveriam ser destinatários de políticas públicas que criam, artificialmente, divisões entre brasileiros, com potencialidade de criar indevidamente conflitos sociais desnecessários".

O Ministério Público também apontou indicadores que mostram que apesar de ser maioria na população brasileira, os negros apresentam altos índices de analfabetismo, de escolaridade, de remuneração salarial e de acesso à educação básica e superior. “Ao vedar os preconceitos de raça, sexo, cor, idade, e outras formas de discriminação – não pode ser visto como um empecilho para a instituição de medidas que favoreçam grupos e segmentos que são costumeiramente discriminados” explicou a instituição.

Confira nota completa do MPF clicando aqui.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) abriu uma sindicância investigativa após denúncia de que dois funcionários teriam cometido fraude à licitação que deve contratar a gráfica Valid S.A para imprimir as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019. A denúncia foi feita pela gráfica Plural, que perdeu o pregão que terminou em um contrato de R$ 143 milhões.

Segundo o jornal O Globo, a Plural teria adquirido uma gravação de um funcionário da gráfica vencedora afirmando que dois funcionários do Inep garantiram que a empresa passaria por todas as diligências necessárias sem problemas. Essas diligências foram realizadas no mês de março, após a gráfica que imprimia o Enem desde 2009, a RR Donnelley, declarar falência.

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A Plural denunciou, ainda, que a gráfica que faliu estava transferindo o esquema de favorecimento dela para a gráfica que ganhou o pregão, com contratação de novos funcionários e instalações “maquiadas”. Segundo o jornal O Globo, foram das instalações da gráfica Plural que as provas do Enem 2009 foram roubadas.

O pregão que sofreu as denúncias da Plural foi vencido pela empresa na fase de preços. Ela foi desclassificada, porém, por não cumprir um dos critérios necessários para a impressão das provas: ter outro parque gráfico para ser utilizado em emergências. O segundo lugar também foi desclassificado, classificando, por fim, a Valid.

A Polícia Federal confirmou o recebimento da denúncia, mas não alegou a sua veracidade. Em nota, a Valid informou que as denúncias são anônimas e que ela possui todos os itens necessários para vencer o pregão e que cumpriu tudo o que era requerido no edital. O Inep, por sua vez, disse que abriu sindicância de caráter sigiloso para investigar a denúncia.

O curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade UNINASSAU Fortaleza promove, de 22 a 26 de abril e no dia 10 de maio, a Semana da Comunicação Social, com oficinas profissionalizantes gratuitas para estudantes do curso e população. As programações acontecem na sede Doroteias, a partir das 18h30, e não necessita inscrição.

Como programação, a Semana da Comunicação traz os temas “A revolução da Comunicação”; “Como se tornar um freelancer de sucesso no mundo publicitário”; “Moda e Publicidade no Dragão Fashion Brasil”; “Atendimento publicitário como peça estratégica”; “Spots publicitários: passagem sonora e a importância de um ouvido crítico e pensante”; e “Marketing gastronômico”. Os convidados para ministrar as oficinas são os profissionais Jimmy Lucas, Thathiama Araújo, Suiany Freitas, Nero Pimentel, Cláudio Silveira, Thiago Nascimento, Cecília Rodrigues, Elias Hissa, Daniel Parente, Rafaella Albuquerque e Izakeline Ribeiro.

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De acordo com o coordenador do curso de Publicidade da UNINASSAU, Marx Costa, as oficinas profissionalizantes têm o objetivo de aprofundar temas que estão em evidência no mercado, além de aprimorar o currículo. “São qualificações que irão oportunizar novos aprendizados e troca de experiências com profissionais atuantes no mercado. Além disso, será um momento para a população tirar dúvidas sobre essa carreira e conhecer nossa Instituição”, disse.

Confira abaixo a programação completa:

22 de abril – A revolução da comunicação

23 de abril – Como se tornar um freelancer de sucesso no mundo publicitário

24 de abril – Moda e Publicidade no mundo Dragão Fashion Brasil

25 de abril – Atendimento publicitário como peça estratégica

26 de abril – Spot publicitário: importância de um ouvido crítico e pensante

10 de maio – Marketing gastronômico

Local: UNINASSAU Doroteias – Av. Aguanambi (Bloco E – Sala 512)  

A Faculdade UNINASSAU Caruaru realiza, de 22 a 26 deste mês, a Semana de Oficinas Profissionalizantes do semestre 2019.1. As atividades têm como objetivo proporcionar aos estudantes qualificação em diversas áreas e são gratuitas. O evento abrange todos os cursos ofertados na Instituição de Ensino Superior (IES) e todos os universitários podem participar. Os estudantes estão automaticamente inscritos dentro das oficinas, seguindo a programação divulgada pelas coordenações de curso em sala de aula.   

Dentre os temas que as oficinas ministradas abordarão, estão: Prática Psicológica e Ação clínica na contemporaneidade: um olhar da hermenêutica Heiddegeriana para o sofrimento no contexto dos serviços básicos de saúde; Fitotarápicos no conceito da ANVISA: trabalhando a RDC 26/14; Administração financeira de eventos; Oratória: A arte de falar em público; Avaliação nutricional nas fases da vida; Atuação do nutricionista no SUS.

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A diretora da UNINASSAU Caruaru, Aislane Belo, destaca que as oficinas profissionalizantes são uma oportunidade de o estudante familiarizar-se ainda mais com a teoria vista em sala de aula. “Os conteúdos que serão trabalhados em seu campo de atuação profissional. Assim, podemos aliar ainda mais o teórico e o prático, levando o corpo discente a reflexões e práticas de abordagens que verão também na sua vida profissional”, afirma.

Da assessoria

Começam nesta segunda-feira (22) as inscrições para o concurso público do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), destinado à contratação de cargos para Técnico-Administrativo em Educação. Os salários variam entre R$ 2,4 mil e R$ 4,1 mil.  

Para participar, candidatos precisam ter ensino médio, ensino médio profissionalizante ou ensino superior dentro da área exigida. Ao todo são 26 vagas disponíveis para os cargos de Técnico de Laboratório/ Área - Mecatrônica (1); Auditor (1); Contador (1); Médico/Área - Psiquiatria (1); Odontólogo (1); Relações Públicas (1); Técnico de Laboratório/ Área - Ciências da Natureza (3); Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais (17). 

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As provas serão aplicadas na cidade de São Paulo e ao serem contratados, os funcionários irão atuar nas unidades no IFSP em Araraquara, Avaré, Barretos, Birigu Boituva, Bragança Paulista, Campinas, Campos do Jordão, Capivari, Caraguatatuba, Catanduva, Cubatão, Guarulhos, Hortolândia, Ilha Solteira, Itapetininga, Itaquaquecetuba, Jacareí, Jundiaí, Matão, Piracicaba, Pirituba, Presidente Epitácio, Registro, Salto, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Miguel Paulista, São Paulo, São Roque, Sertãozinho, Sorocaba, Suzano, Tupã e Votuporanga. 

As inscrições seguem até o dia 22 de maio e devem ser feitas no site do IFSP. Ao fazer a inscrição, será cobrada uma taxa de R$ 90 e R$ 120, a depender do nível de escolaridade.  

Mais informações podem ser conferidas no edital do concurso.

Com o objetivo de sanar as dúvidas de alunos do ensino médio sobre como funciona um curso de graduação, entender melhor as áreas que pretendem seguir e os desafios da vida universitária, a UNIVERITAS – Centro Universitário Universus Veritas promove a II Mostra Campus, nos próximos dias 09 e 10 de maio.

A edição deste ano tem expectativa de receber 4 mil alunos e vai contar com stands de cursos, lanche, food trucks, visita guiada pelos próprios alunos da unidade, gincanas, sorteios de brindes e presença de programa de rádio ao vivo.

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Para a diretora da unidade, Adriana Garcia, a imersão do estudante visitante será grande neste ano. “Muitos adolescentes querem ser veterinários, por exemplo, mas não imaginam que o desafio vai além de cuidar de um pet, assim como quem pretende cursar gastronomia não imagina que o curso também tem teoria, não só a prática numa cozinha. Essa experiência didática será bem explicativa para alunos de terceiro ano que têm dúvidas”, explica a diretora.

Apesar do evento receber visitantes de escolas cadastradas, é um momento onde coordenadores, professores, alunos, marketing, imprensa, comercial e administrativo da universidade estarão voltados para abraçar o público em geral.

O evento ocorre nos dias 09 e 10 de maio, das 08h às 18h. O público interessado em se juntar aos convidados e ter uma visita guiada pode enviar um e-mail para caio.caetano@univeritas.com.

*Da assessoria de imprensa

Aqueles que não foram aprovados no pedido de isenção de taxa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 têm mais uma oportunidade para tentar o benefício a partir das 10h desta segunda-feira (22) com o início do prazo de recursos. O recurso serve para que os candidatos anexem documentos que comprovem que eles se encaixam nos perfis traçados pelo Ministério da Educação (MEC) para o abatimento.

Em 2019, são considerados aptos à isenção aqueles que estejam cursando ensino médio em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar; que tenham feito todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenha renda por pessoa menor que 1,5 salário mínimo e aqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica com família de baixa renda e renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

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O prazo para recurso fica aberto até a sexta-feira (26) e o resultado deve ser divulgado no dia 2 de maio, antes do início das inscrições na prova, datado entre o dia 6 e 17 do mesmo mês. Todos os candidatos, aprovados ou não pela taxa de isenção, devem fazer a inscrição normalmente no prazo aberto para todos os alunos na página do participante. Saiba todas as datas importantes para o Enem clicando aqui.

Um temporal que atingiu Brasília no fim de semana alagou parte do Instituto de Ciências Humanas Norte (ICC) da Universidade de Brasília (UnB) e fez as aulas serem suspensas nesta segunda-feira (22). Pelas redes sociais, alunos publicaram imagens do alagamento que atingiu o subsolo do prédio de ciências humanas e parte da Faculdade de Tecnologia da instituição.

Por meio das redes sociais, a UnB afirmou que a estrutura dos prédios não sofreu danos e disse que, mesmo com a limpeza dos bueiros da instituição, a força da enxurrada sobrecarregou o sistema de drenagem do prédio. A segunda-feira será voltada para a limpeza do espaço e, por causa disso, as aulas no prédio ICC Norte estão suspensas.

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Confira, na íntegra, a nota divulgada pela instituição:

"A Administração da Universidade de Brasília informa que está acompanhando, com atenção, as consequências da forte chuva que caiu na tarde deste domingo, 21 de abril. A reitora Márcia Abrahão, o chefe de Gabinete, Paulo César Marques, o prefeito da UnB, Valdeci Reis, e a secretária de Infraestrutura, Helena Zanella, estiveram no campus da Asa Norte no fim do dia, acompanhados de especialistas da área de engenharia e técnicos da Prefeitura. Eles percorreram o prédio do ICC e a Faculdade de Tecnologia, dois dos locais mais atingidos.

Uma avaliação inicial não identificou danos à estrutura. Embora os bueiros do campus estivessem limpos e em bom funcionamento, a força da enxurrada, vinda da Asa Norte, ocasionou a sobrecarga do sistema de drenagem.

O bloco B do subsolo do ICC Norte ficará interditado para limpeza. As atividades que ocorrem no local estarão suspensas até o término do serviço. Nos demais locais da Universidade, as atividades ocorrerão normalmente. A Administração e os diretores das unidades acadêmicas e administrativas farão um levantamento mais completo dos danos materiais decorrentes da chuva.”

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Inscrições  Inscrições: Até 13/05/2019
Salário  Salário: As remunerações são de R$ 2.446,96 para os níveis médio e R$ 4.180,66 para o superior
Inscrições  Inscrições: Até 13/05/2019
Salário  Salário: Salário previsto para os aprovados passa de R$ 24 mil
Inscrições  Inscrições: Até 11/05/2019
Salário  Salário: Os salários são de R$ 1.350,63
Inscrições  Inscrições: Até 07/05/2019
Salário  Salário: Os salários vão de R$ 2.147,85 a R$ 10.902,71
Inscrições  Inscrições: Até 06/05/2019
Salário  Salário: Variam entre R$ 1.863 e 4.657,50
Inscrições  Inscrições: Até 03/05/2019
Salário  Salário: Os salários vão de R$ 1.049,40 a R$ 2.361,90
Inscrições  Inscrições: Até 25/04/2019
Salário  Salário: Professor Auxiliar 20h e 40h: R$ 50,00; Professor Assistente 20h e 40h: R$ 60,00; Professor Adjunto 20h e 40h: R$ 70,00.

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