Carreiras

| Educação

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está investigando 230 casos de alunos que teriam feito uso do sistema de cotas raciais, de maneira incorreta, para ingressar no ensino superior federal. Para analisar as suspeitas de fraude, a UFRJ criou a Comissão de Heteroidentificação que, segundo a instituição, também passará a analisar todas as autodeclarações a partir de 2020.

A instituição solicitava, no ato de matrícula, uma autodeclaração por parte dos estudantes que obtiveram a vaga a partir das cotas raciais. Em junho deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública, com pedido de liminar, para que a UFRJ suspendesse a matrícula de uma aluna branca que ingressou na instituição através do sistema de cotas. 

##RECOMENDA##

“Em todo o país, vêm sendo noticiados diversos casos de falsidade na autodeclaração, o que vem dando causa à propositura de ações visando a nulidade do respectivo ingresso, por motivo de fraude”, declararam, na época, Renato Machado, Ana Padilha e Sérgio Suiama, procuradores regionais dos Direitos do Cidadão e autores da ação. 

Por meio de nota, a UFRJ declarou que vai passar a analisar todas as autodeclarações de candidatos a partir de 2020. “Ainda neste ano, [será criada] uma outra comissão que analisará todas as autodeclarações de candidatos de cotas raciais para acesso aos cursos de graduação da UFRJ no primeiro semestre de 2020, logo depois das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Sistema de Seleção Unificada (Sisu)”. 

Ainda no primeiro semestre de 2019, cartazes, com fotos e nomes de alunos suspeitos de terem fraudado o sistema de cotas, foram expostos em prédios da Faculdade de Direito da UFRJ.  Os casos da instituição fluminense não são isolados. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a comissão avaliadora convocou os 1.336 alunos novatos que se autodeclararam pretos, pardos ou indígenas. Desses, 574, ou seja 43% do total de alunos ingressantes pelo sistema de cotas raciais, foram desligados da instituição por fraude no processo. Por meio de nota, a UFRGS informou que “podem ter ocorrido eliminações por outros critérios, como o socioeconômico”. 

Em julho de 2019, o LeiaJá produziu uma série de reportagens que aborda o sistema cotista. Intitulado “Para que servem as cotas?”, o especial conta com onze matérias que contam desde a criação de leis de cotas no Brasil, até a importância dessas ferramentas para quem teve menos oportunidades de estudo. 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nessa quarta-feira (16), os Cartões de Confirmação de Inscrição dos candidatos que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) este ano. Em 24 horas, quase metade dos inscritos já havia consultado os locais de prova, a maioria deles moradores da região Nordeste.

Dos 5,1 milhões de candidatos com inscrição válida, 2.487.765 já acessaram seus cartões, o que representa 48,7% do total. O documento contém, além das datas e locais de prova, dados pessoais, confirmação de atendimento especial para quem solicitou e a prova estrangeira escolhida.

##RECOMENDA##

Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, Piauí, Pernambuco, Sergipe, Ceará e Bahia, no Nordeste, são os Estados onde mais pessoas visualizaram o cartão. Já os locais que menos consultaram foram Amazonas, Amapá, Distrito Federal e Roraima.

Uma das recomendações que o Inep faz para os participantes, faltando poucos dias para realização do primeiro dia de prova, é consultar o local e saber como vai chegar até lá, para evitar atrasos imprevistos e acabar perdendo o Enem. As provas do Exame serão realizadas nos dias 3 e 10 de novembro.  

O Ministério da Educação (MEC) divulgou uma nota na qual informa que, a partir desta quinta-feira (17), vai liberar R$ 43 milhões para investimento em 96 construções em andamento das instituições federais de ensino superior.

De acordo com o órgão, 14,3 milhões serão para construir 54 obras com execução em 75% ou mais. Já o restante será para 42 intervenções que já foram iniciadas e que contém um menor percentual de andamento.

##RECOMENDA##

As principais obras incluem o Complexo de Saúde da Universidade Federal de Lavras (UFLA), localizada em Minas Gerais, o Núcleo Integrado de Pesquisas e Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e o Instituto de Ciências Básicas da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Segundo o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima, o órgão mantém um diálogo constante com os reitores das universidades. “O objetivo é potencializar as obras que beneficiem os estudantes e sejam fontes potenciais de recursos”, explicou no comunicado divulgado no site do MEC.

Até às 19h desta quarta-feira (16), cerca de 2 milhões de estudantes já haviam consultado seus locais de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Isso significa que 39% dos 5,1 milhões de inscritos acessaram seus cartões de confirmação de inscrição no primeiro dia de consulta. Neste ano, as provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro. 

Os participantes do Enem podem ter acesso aos cartões através da página do participante ou do aplicativo ENEM-INEP, disponível para download em aparelhos com os sistemas operacionais Android e IOS. Estudantes que precisem comprovar sua participação no exame podem expedir uma declaração, que também está disponível na Página do Participante.

##RECOMENDA##

O documento é personalizado, deve ser levado nos dois dias de prova e entregue ao aplicador do exame na porta da sala. As declarações para o primeiro dia de provas já estão disponíveis e o Inep não fornece essas declarações após a aplicação do certame.

LeiaJá também

--> Locais de prova do Enem já estão disponíveis

--> Enem: veja como recuperar senha e cadastrar novo e-mail

--> Mais de um milhão de Feras já sabem onde vão fazer o Enem

A Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgaram, na tarde desta quarta-feira (16), um comunicado contendo os nomes dos coordenadores da Banca Examinadora do XXX Exame de Ordem Unificado. Também foram anunciados os professores indicados pela OAB para avaliar o banco de questões da Fundação Getúlio Vargas, conforme dispõe o art. 10 do Provimento 144, de 13 de junho de 2011, e suas alterações posteriores constantes do Provimento 156, de 1º de novembro de 2013.

Confira a lista

##RECOMENDA##

Coordenadores

Doutor Alexandre de Souza Agra Belmonte – Direito Processual do Trabalho

Doutor Alexandre de Souza Agra Belmonte – Direito do Trabalho;

Doutor Alexandre Ferreira de Assumpção Alves – Direito Empresarial;

Procurador do Município do Rio de Janeiro Antonio Carlos de Sá - Direito Processual Civil;

Doutor Daniel Bucar Cervásio – Direito Civil;

Doutora Daniela Trejos Vargas – Direito Internacional;

Desembargador Elton Martinez Carvalho Leme – Direito Ambiental;

Doutor Emerson Garcia – Direito Constitucional;

Doutor Firly Nascimento Filho – Estatuto da Advocacia e da OAB e Ética;

Doutor José Ricardo Cunha – Direitos Humanos;

Doutor José Ricardo Cunha – Filosofia do Direito.

Doutora Márcia Michele Garcia Duarte – Direito do Consumidor;

Doutor Marco Antonio Rodrigues - Direito Processual Civil;

Desembargador Federal Marcus Abraham – Direito Tributário;

Procurador do Município de Niterói Michell Maron – Estatuto da Criança e do Adolescente;

Promotora de Justiça Paula Basílio – Direito Penal;

Promotora de Justiça Paula Basílio – Direito Processual Penal;

Desembargador Ricardo Couto de Castro – Direito Administrativo;

Juiz de Direito Sandro Pitthan Espíndola – Estatuto da Criança e do Adolescente; e

Mestre Sérgio Pyrrho – Direito Tributário.

Professores avaliadores do banco de questões

Mestre Ana Carolina Guilherme Coêlho - Estatuto da Criança e do Adolescente;

Doutora Ana Paula Correia de Albuquerque da Costa - Direitos Humanos;

Doutor André Luiz Cavalcanti Cabral - Direito Empresarial;

Doutor Bruno de Souza Cavalcante - Direito Civil;

Mestre Claudia Bossay Assumpção Fassa - Direito do Consumidor;

Mestre Edson Bernardo Andrade Reis Neto - Direito Processual do Trabalho;

Doutor Fábio Jun Capucho - Direito Administrativo;

Mestre José Marcelo Ferreira Costa - Direito Ambiental;

Doutor Kleber Cazzaro - Direito Processual Civil;

Doutora Luciana Faisca Nahas - Estatuto da Criança e do Adolescente;

Doutor Marcelo Campos Galuppo - Filosofia do Direito;

Mestre Marcos César Gonçalves de Oliveira - Direito Administrativo;

Doutor Marcos Roberto de Lima Aguirre - EOAB/Ética;

Doutora Maria Stela Campos da Silva - Direito Tributário;

Mestre Mauro Joselito Bordin - Direito do Trabalho;

Doutor Milton Gustavo Vasconcelos Barbosa – Direito Penal e Direito Processual Penal;

Doutora Renata Christiana Vieira Maia - Direito Processual Civil;

Mestre Rodrigo Mioto dos Santos - Direito Internacional;

Mestre Rosane Beatriz Jachimovski Danilevicz - Direito Constitucional;

Mestre Sérgio Madureira Vaz - Direito Empresarial;

Mestre Smith Robert Barreni - Direito Tributário;

Doutora Valena Jacob Chaves Mesquita - Direito do Trabalho.

A primeira fase do XXX Exame da OAB será realizada neste domingo (20) em todo o Brasil. Bacharéis em direito e estudantes dos últimos períodos da graduação devem responder a 80 questões com conteúdos vistos durante toda a formação. A aprovação em todas as etapas do Exame permite que os graduados possam exercer a função de advogados em todo o Brasil.

Em coletiva de imprensa, o Ministério da Educação (MEC) anunciou, nesta quarta-feira (16), que 643 municípios declararam interesse em aderir ao modelo de escolas cívico-militares. Em Pernambuco, 30 municípios manifestaram desejo de receber o projeto, que prevê a implementação do modelo em escolas que ofereçam o ensino fundamental, tenham entre 500 e mil alunos e estejam em situação de vulnerabilidade social, além de ter Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb) abaixo da média do estado.

O Governo de Pernambuco não demonstrou interesse em participar do projeto, como publicado anteriormente pelo LeiaJá. Com previsão de que apenas 54 escolas recebam o modelo na primeira etapa, o ministro da educação, Abraham Weintraub, destacou que a pasta deve ter dificuldade em selecionar os municípios. “Até o dia 15 de novembro estaremos divulgando os municípios escolhidos a receberem as escolas cívico-militares”, contou. “Não houve falta de demanda, pelo contrário: mais de 10% dos municípios brasileiros querem aderir ao modelo”, concluiu. 

##RECOMENDA##

No nordeste, o estado de Alagoas demonstrou apoio ao modelo após o fim do prazo e, segundo Weintraub, o caso deste estado e de São Paulo e Rio de Janeiro, na mesma condição, deve ser analisado tecnicamente. O ministro destacou o estado do Rio Grande do Norte, que não aderiu ao modelo, mas teve 49 municípios interessados. Minas Gerais, por outro lado, teve 140 solicitações de municípios.

Até a publicação desta matéria a lista com os municípios interessados em Pernambuco não havia sido divulgada.

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) emitiu uma nota, nesta quarta-feira (16), onde ratifica o posicionamento contrário em relação ao programa Future-se, criado pelo Ministério da Educação (MEC), para captação de recursos pelas próprias instituições de ensino federais. Para a UFRPE o programa não garante a autonomia e a qualidade reconhecida das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES).

Um dos pontos criticados é a questão da Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, baseada na Lei de Inovação, de 2016, que marca a atuação da iniciativa privada dentro das universidades e institutos federais. Para que ela seja efetiva, a UFRPE pede que as receitas captadas por convênios, parcerias e outras formas de arrecadação não sejam vinculadas ao teto de orçamento da União. “Vale ressaltar que esse é um entrave para as universidades para o qual o Future-se não traz solução”, afirma a nota.

##RECOMENDA##

Ainda de acordo com a publicação o Future-se mostra desconhecer o que já vem sendo feito nas instituições brasileiras, sobretudo em relação ao processo de internacionalização e os planos construídos internamente, com conselhos, fóruns e todas as limitações de orçamento. “Neste sentido, é importante um diálogo sobre as atuais dificuldades enfrentadas pelas IFES, visando maximizar a política de internacionalização”, diz o trecho.

O Future-se foi anunciado em julho deste ano pelo MEC e permite que as universidades e institutos federais façam parcerias com empresas privadas para a criação de um fundo de financiamento e também prevê a atuação de Organizações Sociais na gestão das IFES, ponto que gera maior discordância entre professores, alunos e profissionais da educação.

Confira abaixo a nota completa da Universidade Federal Rural de Pernambuco em relação ao Future-se:

"A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) - Instituição centenária com tradição em ensino, extensão e pesquisa no estado e no País – conta com ampla capacidade de inovação e contribui para a superação dos problemas sociais, ambientais e econômicos, participando diretamente no desenvolvimento socioambiental, tecnológico e político regional e nacional. Frente à proposição de um novo programa pelo Ministério da Educação para o Ensino Superior – o Future-se - e da importância de posicionar a UFRPE pelo legado conquistado em seus 107 anos de história, esta Universidade apresenta uma análise crítica de sua Comunidade, uma instituição baseada em princípios mais fundamentais como o direito à Universidade Pública, Gratuita, de Qualidade, Inclusiva, Socialmente Referenciada e, acima de tudo, AUTÔNOMA.

O Programa Future-se, que declara pretender avançar nas áreas de gestão, empreendedorismo e governança - sem mecanismos claros de controle social e de transparência -, não garante a preservação da autonomia das universidades e manutenção de sua natureza pública, ao incluir novas instituições e formas de financiamento e indicar uma centralização administrativa e de gestão que não será realizada pelas universidades.

O eixo que trata de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação se baseia principalmente na implementação da Lei de Inovação (Lei 13.243/2016). A referida Lei constitui um marco legal da iniciativa privada dentro das IFES. Reconhecemos a importância da ampla implementação dessa Lei, porém para que ela seja explorada economicamente pelas universidades, se faz necessária a não vinculação das receitas próprias (convênios, parcerias e outras forma de arrecadação) ao teto do orçamento geral da união. Vale ressaltar que esse é um entrave para as universidades para o qual o Future-se não traz solução.

O documento do Future-se mostra um amplo desconhecimento do que já é feito nas IFES do país em relação à internacionalização. Muitas universidades trabalham a partir de planos de internacionalização, construídos internamente em fóruns e conselhos, com limitações orçamentárias. O programa não esclarece sobre a disciplina da política de internacionalização da organização e gestão dos processos. Neste sentido, é importante um diálogo sobre as atuais dificuldades enfrentadas pelas IFES, visando maximizar a política de internacionalização.

O Programa Future-se propõe a revogação ou mudança de pelo menos 16 leis constitucionais que tratam de aspectos diversos, como aplicações de crédito (recursos públicos em investimentos de riscos, como os fundos imobiliários), a participação de lucros (partilha de lucros – iniciativa pública/privada), financiamento (questões orçamentárias), incentivos fiscais, plano de carreira (contrato de dedicação exclusiva), conduta do servidor público (conflito de interesse), dentre outros o que indica a amplitude das mudanças propostas que vai da alteração da natureza das IFES à perda de autonomia universitária em diversos aspectos, desde gestão até políticas de internacionalização.

As universidades públicas, consagradamente, já atuam em gestão, inovação, pesquisa, empreendedorismo, internacionalização e governança. Com isso, o programa Future-se não sugere alternativas que conduzam as IFES a um Futuro de desenvolvimento promissor e com garantias estáveis para sua manutenção, através de investimentos essenciais para sua existência que são de obrigação do Estado, de acordo com a nossa Carta Magna.

Dessa forma, a Universidade Federal Rural de Pernambuco se posiciona contrária ao Programa Future-se".

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, na tarde desta quarta-feira (16), que 643 municípios manifestaram interesse em aderir ao modelo de escolas cívico-militares proposto pela pasta. Com apoio de 15 estados e do Distrito Federal (DF), o projeto prevê a implementação do modelo, em caráter piloto, em 54 escolas que devem receber investimentos de R$ 1 milhão cada. 

Para o ministro da educação, Abraham Weintraub, o resultado é um sucesso. “Esse número representa mais de 10% no número de municípios do Brasil, que manifestaram interesse [...]  Até o dia 15 de novembro, estaremos divulgando os municípios escolhidos a receberem as escolas cívico-militares nessa primeira etapa”, contou, em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira (16). Segundo a pasta, os militares vão atuar nas áreas administrativas e didático-pedagógicas.

##RECOMENDA##

Os prefeitos tiveram até o último dia 11 de outubro para manifestar interesse e, ainda de acordo com Weintraub, governadores dos estados de Alagoas, São Paulo e Rio de Janeiro decidiram aderir ao modelo após o prazo estipulado pelo MEC. O ministro disse que os casos devem ser analisados com “olhar técnico”. 

O projeto de escolas cívico-militares prevê a implementação do modelo, até 2023, em 216 escolas que ofereçam o ensino fundamental, tenham entre 500 e mil alunos e estejam em situação de vulnerabilidade social, além de ter Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (Ideb) abaixo da média estadual. Um outro requisito é que a comunidade aprove a mudança, por meio de votação ou consulta pública.

Até a publicação desta matéria, a lista completa com os municípios interessados não tinha sido divulgada. 

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), mais de um milhão de candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já visualizaram os locais onde vão fazer as provas, marcadas para os dias 03 e 10 de novembro.

O Cartão de Confirmação de Inscrição foi liberado para consulta às 09:30 desta quarta-feira(16) e já contabilizou mais de 1.019.292 acessos. Além do site do Inep, os candidatos podem ter acesso ao local de prova também pelo aplicativo do Enem, disponível nas lojas de aplicativos dos smartphones.

##RECOMENDA##

O documento traz o local, o horário e dias das provas, bem como informações pessoais do participante, como cpf, inscrição, língua estrangeira escolhida, nome social, caso tenho optado, entre outros dados.  

Mais de 5 milhões de pessoas se inscreveram no Enem em 2019. Para acessar o cartão de inscrição clique aqui.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou um vídeo para ajudar os estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 a recuperar a senha e a cadastrar um novo e-mail, se for necessário, para terem acesso à Página do Participante. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro. Cerca de 5,1 milhões de estudantes estão inscritos no Enem 2019.

Todos os inscritos precisarão dessas informações para acessar, por exemplo, o local onde farão as provas, que será divulgado amanhã (16), e o resultado do exame.

##RECOMENDA##

Para recuperar a senha criada na hora da inscrição, basta acessar a Página do Participante e seguir as instruções que aparecerão na tela, de selecionar figuras e informar o CPF (Cadastro de Pessoa Física). Logo em seguida, quem não tiver a senha em mãos deverá clicar na opção Esqueci Minha Senha, que aparecerá no canto inferior direito.

Senha

O candidato poderá selecionar a opção de enviar a senha para o e-mail cadastrado também na hora da inscrição ou de fornecer um novo e-mail. Caso faça a segunda opção, deverá informar uma série de dados solicitados. Se algum dado fornecido estiver incorreto e o participante não conseguir prosseguir, basta reiniciar o processo.

Para entrar em contato com o Ministério da Educação (MEC), é possível usar o autoatendimento ou entrar em contato pelo  0800-616161.

O Enem 2019 será realizado em 1.727 municípios brasileiros. Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior.

Os estudantes podem, ainda, concorrer a bolsas de estudo pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e a financiamentos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

LeiaJá também

-> Locais de prova do Enem já estão disponíveis

O Instituto de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta quarta-feira (16), os locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os estudantes poderão conferir onde realizarão as questões de Ciências Humanas, Ciências da Natureza, matemática e redação por meio do Cartão de Inscrição, disponibilizado na página do participante, na internet.

Além do site, os feras também poderão conferir as informações sobre os locais de prova por meio do aplicativo do Enem disponibilizado nas lojas virtuais da Google Play e Apple Store. No documento de candidatura, estão disponíveis o número de inscrição do candidato e local de prova, com endereço e número da sala. 

##RECOMENDA##

Com 180 questões divididas em quatro áreas do conhecimento, o Enem será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro, em todo o Brasil. Para ajudar os feras durante todo o processo de preparação para o Exame, o Vai Cair no Enem, produzido em parceria com o LeiaJá, traz conteúdos exclusivos sobre assuntos cobrados na prova. Aulas dinâmicas e exclusivas podem ser conferidas no Instagram @vaicairnoenem e no youtube.com/vaicairnoenem.

O Brasil ocupa, hoje, a penúltima posição no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), exame coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para avaliar a educação em 40 países. O desafio de melhorar os índices educacionais do país, no entanto, enfrentam diversos obstáculos, como a falta de interesse de estudantes jovens pela carreira de professor: uma pesquisa que também foi realizada pela OCDE constatou que entre 2006 e 2015, a taxa de adolescentes brasileiros com 15 anos de idade que desejam seguir a carreira de professor caiu de 7,5% para 2,4%. 

Nesta terça (15), dia em que é celebrado o Dia do Professor, o LeiaJá ouviu profissionais com mais de 20 anos de docência para entender como eles avaliam os rumos que a educação brasileira e a carreira de professor seguiu nas últimas décadas e o que a categoria deseja para o futuro. 

##RECOMENDA##

“A escola pública segue a mesma”

André Luiz Vitorino de Souza tem 34 anos de carreira como professor de Biologia nos ensinos fundamental, médio e superior. Ao decidir qual profissão seguiria, décadas atrás, ele conta que o que o moveu em direção às salas de aula foi a percepção de que o Brasil necessita de mais pessoas ensinando para poder se desenvolver. “Eu percebi que o país precisava muito de profissionais de educação, foi por perceber uma necessidade social. Como eu gostava muito de biologia, segui por aí”, disse. 

Em sua percepção, houve alguns avanços nos rumos e na estrutura da educação e da carreira docente durante os seus anos de trabalho até agora, mas sem apresentar melhoras muito significativas, fazendo com que, para André, a situação do trabalho com ensino seja a mesma de 30 anos atrás: precarização. 

“Houve avanços, o ensino superior entrou pelo interior [dos Estados], a escola pública deu uma ligeira melhorada, algumas já têm ar-condicionado e quadro piloto, na época em que eu comecei tudo isso era mais raro. No entanto, a escola pública segue a mesma de sempre e a particular também”, afirmou o professor.

Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

Na avaliação de André, apesar dos avanços que houve em algumas escolas no que diz respeito à estrutura, o exercício da profissão vem ficando mais difícil com o passar do tempo. “Hoje é mais difícil exercer o ofício, o respeito de aluno por professor está abalado e a sociedade, ao avesso. A violência escolar tem piorado, antes o aluno vinha mais educado de casa e hoje a gente tem que fazer junto educação de casa e do colégio. Nunca tive problemas (com violência) mas conheço muitos colegas que já (tiveram)”, contou ele. 

Perguntado sobre as razões que vê para a queda do interesse de estudantes jovens pela docência, o professor afirma que “a propaganda de que é uma profissão qualquer e a remuneração é muito baixa” contribuem para esse cenário de desinteresse pelo ensino. 

André também destaca o acúmulo de dificuldades que os alunos têm para aprender ao longo dos anos de escola como um dos problemas que derrubam os índices de educação do Brasil cada vez mais para baixo. “No ensino fundamental é onde está a dificuldade maior. No médio, o aluno já traz vícios e no ensino superior há uma cultura de fazer o curso de qualquer jeito. Pouquíssimos vão pra faculdade para estudar de fato. Se fossem, teríamos alunos melhores, instituições melhores e profissionais melhores”, afirmou o professor. 

Ensino e empreendedorismo lado a lado

Erotides Marinho é diretor de uma escola e se tornou professor de matemática há 35 anos, oficialmente. Mas desde cedo já percebia que gostava de ajudar as pessoas a aprender e dava aula aos colegas para ajudá-los, mesmo sem pensar em ser professor naquela época. Marinho começou de vez sua carreira na educação durante a década de 80, quando ainda cursava engenharia. 

“O que me motivou, e tem sido assim até hoje, é ver como transferir conhecimento para o outro é algo libertário, que ao mesmo tempo traz uma alegria diferenciada para quem aprende. Surgiu a oportunidade de ensinar em cursinho e aí eu vi que poderia tentar com as habilidades que eu já tinha desenvolvido dando aula particular em casa”, explicou Marinho, como é conhecido o professor. 

 

Foto: Lara Torres/LeiaJáImagens

Ele explica que sua experiência ajudando os colegas na escola o ajudou nessa nova fase. “Já deu, logo de início, muito certo, porque eu já vinha com uma bagagem de entender como as pessoas aprendiam. Eu via que aquilo dava certo e eu comecei a me desenvolver aí. Havia uma crise na engenharia e eu comecei a migrar para a educação. Com apenas cinco anos de sala de aula, eu já tinha sido convidado para ser diretor de ensino de uma rede educacional cheia de professores de primeira linha”, contou Marinho, que fez a maior parte de sua carreira no ensino médio, cursinhos, matérias isoladas e preparação para concursos públicos. 

O professor explica que se tornar diretor foi um grande desafio pois, na época, ainda era muito jovem e estava trabalhando com profissionais mais experientes que ele. Alguns anos depois, Marinho foi convidado para ser sócio da escola. “Quando me foi dada a condição de me tornar sócio, tive que assumir as responsabilidades na mão. Quando encabecei, vi que eram desafios muito grandes e também muito convidativos e atrativos. Empreender, multiplicar isso seria muito bom porque víamos resultado de transformação de vidas. Decidi mergulhar nessa área, empreender em desenvolvimento humano através de mecanismos facilitadores para uma educação diferenciada”, contou o diretor.

Nesse sentido, Marinho fala de sua experiência e aponta o empreendedorismo na educação como um caminho possível para profissionais de educação que também têm conhecimentos sobre gestão e desejam iniciar um projeto pedagógico.

[@#video#@] 

No que diz respeito à situação educacional dos últimos anos no ensino público e privado e focando na carreira fora de uma lógica de empreendedor, Marinho analisa que o quadro de qualidade educacional e as condições de trabalho docente têm sofrido mudanças radicais para pior.

“O agravamento de problemas na educação tem crescido tanto em intensidade como em diversidade. Muitas famílias estão passando por uma progressiva disfunção, e essa carga termina sendo transferida para o professor, que não foi preparado academicamente para lidar com tal sobrecarga”, afirmou o diretor. 

Na avaliação de Marinho, há também “uma crescente banalização da absorção do conhecimento escolar” que leva a “crises de respeitabilidade às figuras de autoridade”. A causa desse problema, para o diretor, são os “direitos desenfreados dos estudantes, respaldados por familiares, que neutralizam de forma impactante a capacidade de gerar modelagem evolutiva através da educação” e, segundo ele, têm levado muitos professores a mudar de área ou ir migrar para funções que não exigem contato direto com o estudante em sala. 

A reversão dessa situação, de acordo com Marinho, deve aliar “um investimento realista, maciço no professor com ferramentas como inteligência emocional, neurociência, otimização dos currículos” com investimentos na valorização da figura do professor, “estabelecer níveis de exigência adequados para que se possa alcançar a qualificação de professor” e  “atrelar, via legislação, a participação dos familiares passando por cursos de capacitação em gestão familiar”. 

“Nossas conquistas estão ameaçadas pelo governo Bolsonaro”

Carmem Dolores Alves faz parte do Fórum Municipal Popular de Educação, é da Sociedade das Mulheres Negras de Pernambuco - Uiala Mukaji, onde atua como pesquisadora e militante de uma educação antirracista. Ela se aposentou depois de uma carreira construída na Rede Municipal de Ensino do Recife e, atualmente, dá aulas no ensino superior. 

A carreira de Carmem no ensino teve início cedo, quando ela tinha 15 anos e foi convidada a dar aulas a crianças com deficiência e outras necessidades especiais em decorrência de paralisia cerebral. “Depois passei no concurso da rede municipal e trabalhei como professora, gestora, coordenadora e fui da equipe de formação”, contou ela. 

Na opinião de Carmem, apesar de haver problemas e precariedade também na rede privada de ensino, a situação das escolas e da carreira docente é mais grave - e vem piorando - no ensino público. “O professor recebe uma exigência muito grande, além de ensinar, acabamos assumindo a tarefa de educar, que não é nossa tarefa principal. A falta de materiais, salas de aula inadequadas e carga de trabalho sobre humana porque o salário é precarizado, então o professor tem que trabalhar três ou dois horários, isso faz com que não dê tempo de preparar material, planejar a aula, trazer algo diferente. As salas estão cada vez mais lotadas, e a violência, a falta de apoio e sensibilidade da prefeitura do Recife faz com que muitos professores adoeçam no seu trabalho”, conta a professora. 

Carmem explica que, na busca da categoria por valorização da carreira, as maiores demandas dos professores hoje estão diretamente ligadas à garantia de direitos já instituídos por lei. “O Plano Nacional da Educação determinou determinou que o professor da educação básica iria ganhar pela sua formação, se você tiver doutorado, por exemplo, deveria ganhar igual a um professor da universidade, mas isso não acontece. A educação básica e infantil, que é a base, não é valorizada. O professor faz um mestrado, um doutorado, e não recebe por esse curso”, explicou ela. 

Foto: Cortesia

A professora também cita o não cumprimento do piso salarial determinado por lei federal anualmente, a falta de garantia da aula-atividade, tempo reservado para que os professores possam preparar aulas e planejar o projeto pedagógico e a não-inclusão de gratificações salariais por dedicação exclusiva na aposentadoria dos professores da rede pública. A falta de uma boa rede de atendimento de saúde e o adoecimento mental e vocal frequentes devido às condições de trabalho e a falta de liberação dos professores para que possam estudar e melhorar sua formação também não passam despercebidas pela categoria. 

Para Carmem, a instituição desses direitos são conquistas muito importantes dos professores, mas que nunca foram integralmente garantidos e estão ameaçadas devido a questões políticas. “No entanto, todas essas nossas conquistas estão ameaçadas pelo governo Bolsonaro, que infelizmente escolheu os professores e a educação como inimigos. Tenta, inclusive, influenciar a sociedade a essa postura. A sociedade acha que o professor é vagabundo, não quer trabalhar e é inimigo devido a esse discurso pela escola sem partido, dizendo que o professor doutrina os estudantes são posturas que nos afetam, abalam e nos deixa desgostosos da nossa profissão. Você não pode ensinar sem contextualizar a realidade, como eu vou falar de Pernambuco sem falar da população indígena e sem detalhar as condições dessa população?” questiona a professora. 

Na análise de Carmem, a maior dificuldade que os jovens que desejam seguir carreira no ensino enfrentam “é lidar com esse processo de desvalorização e criminalização da profissão”. Ela explica que o professor “trabalha tanto em dois esforços porque o trabalho não é só na escola. Você tem que se formar, se atualizar e se informar, então tudo leva a um esforço sobre-humano para pouca recompensa financeira e reconhecimento social. O grande desafio é lidar com essa contradição do interesse pelo compromisso histórico de ensinar com a desvalorização galopante da nossa profissão”, contou Carmem.

Mas nem tudo é tristeza no dia-a-dia profissional dos professores. Questionada sobre qual é a maior gratificação que teve em todos esses anos trabalhando em sala de aula, Carmem apontou a consciência de que contribuiu para que muitas pessoas mudassem de vida e pudessem ter uma carreira através da dedicação aos estudos. “Sou uma professora com compromisso político e social, sou daquelas que se precisar faço visitas à casa do estudante e converso com a família. Através da minha persistência, compromisso e animação eu contribuí para que muita gente seguisse o caminho dos estudos, pudesse acreditar na superação e que é possível uma pessoa pobre, em um bairro pobre, conseguir estudar. Com certeza a professora, diretora e gestora Carmem Dolores contribuiu muito para mudar a vida de muitos jovens”, disse ela. 

A professora analisa que, para melhorar o quadro de rejeição dos jovens à carreira de professor, é necessário e urgente criar medidas e políticas públicas de valorização profissional na educação. “Essa carreira precisa ser mais prestigiada socialmente, reconhecida pelos poderes públicos. Nós não podemos ter um presidente da república que considera o professor seu inimigo e considera a profissão como sendo exercida por pessoas que vão repassar outras coisas que não seja conhecimento. Infelizmente, na atual conjuntura, é desanimador ser professor no Brasil. Resolvi antecipar minha aposentadoria em função da falta de valorização profissional”, afirmou ela.

“O governo dá com uma mão e tira com a outra” 

Fernando Melo é presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Pernambuco (Sintepe). Ele afirma que a valorização é sempre utilizada como bandeira política e eleitoral, mas que essas afirmações por parte dos candidatos em campanha normalmente fica apenas no discurso e promessas que não se cumprem. Fernando explica que mesmo questões básicas de garantia do pagamento do reajuste no piso salarial dos professores gera a necessidade anual dos professores irem brigar com o governo por meio de paralisações e greves. 

“Esse ano, os professores que ganhavam abaixo do valor determinado em 1º de janeiro só tiveram os salários atualizados em setembro, pago em outubro com valor retroativo a janeiro. Já os que ganhavam acima lutam pela atualização salarial em respeito ao plano de carreira. Nessa briga, o governo dá com uma mão e tira com a outra, alegando que não pode ajustar os salários por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou o professor e sindicalista, que também citou questões como a aula-atividade, a sobrecarga de trabalho, estrutura das escolas e a baixa remuneração como problemas que afetam negativamente a categoria. 

“Falta estrutura tecnológica na maioria das escolas. Existem aquelas escolas que são postas na vitrine de propaganda do Governo e muitas outras em situação precária, sem segurança, sem internet, nem espaço adequado. Tudo isso causa estresse e leva ao adoecimento mental de muitos professores”, explicou Fernando. 

LeiaJá também

--> Professora ajuda aluna a superar bullying e virar docente

--> 'Profissão professor': desafios dos educadores brasileiros

-->  Mestres: relembre os professores da TV e do cinema

A redação é uma das etapas mais temidas para o candidato que irá realizar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), visto que ela avalia o texto dissertativo-argumentativo em cinco competências que o participante deve dominar.

A primeira consiste no candidato demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa. Já na segunda, ele deve compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema. Na terceira, o aluno deve selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. Na quarta, deve demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação e na quinta e última, é necessário elaborar uma proposta de intervenção para o problema abordado. 

##RECOMENDA##

Tantas competências podem fazer com que o fera considere quase impossível conseguir tirar a nota máxima na redação do Exame, no entanto, o professor de linguagens e redação Vinícius Oliveira de Lima (@profviniciusoliveira), que é o único docente do Brasil com redação nota mil no Manual do Enem, revelou ao LeiaJá cinco dicas importantes para que os candidatos alcancem o feito. Confira:

Repertório nas áreas de conhecimento

É importante que o estudante demonstre repertório nas áreas de conhecimento apresentando dados, fatos e alusões históricas. “Escrever uma redação sem mostrar conhecimento é um problema, pois a segunda competência avalia a capacidade que o aluno tem de demonstrar o conhecimento que possui”, declara Oliveira. 

Para o estudante que não tem um repertório e encontra dificuldade para construir um texto, o docente dá uma orientação importante. “O candidato pode utilizar ideias que sirvam para diversos temas, como por exemplo, as dos contratualistas da filosofia: John Locke, Thomas Hobbes e Jean Jacques Rousseau”, explica. Os três contratualistas falam sobre assuntos como contrato social, vida em sociedade, problemas sociais, conflitos sociais.

Utilizar palavras que possuem juízo de valor

De acordo com Oliveira, os candidatos possuem muita dificuldade em opinar sobre um determinado tema, principalmente se ele for relacionado ao meio ambiente, o que não é bom. “Uma forma simples do aluno garantir que está sendo argumentativo é utilizar algumas palavras com juízo de valor, como indiferente, negligente, impróprio, inadequado.”, comenta. Ainda segundo o professor, estas palavras expressam opinião e forçam o aluno a ser argumentativo. 

Utilizar conectivos nos parágrafos

De acordo com Oliveira, caso o estudante não utilize conectivos no topo dos parágrafos, perde 40 pontos na quarta competência na correção da prova.  “Pode parecer bobo, mas os candidatos esquecem que deve haver conectivo no início do parágrafo, declara.

Durante a introdução, o candidato não tem como colocar conectivos, no entanto, é necessário que coloque nos parágrafos que vierem a seguir, por isso o professor indica quais termos podem ser utilizados. “No segundo parágrafo, ele pode começar com ‘a princípio ou em primeiro plano’, já no terceiro, pode ser ‘de outra parte ou ademais’ e na conclusão, ele pode utilizar ‘assim’ ou ‘portanto’”, explica.

Introdução com antecipação argumentativa e retomada

Na introdução, o aluno deve dar uma dica de quais serão os argumentos trazidos ao longo do texto para que ele se torne organizado. “Vão ser dois argumentos que devem ser trabalhados ao decorrer do desenvolvimento, o que não deixa o texto previsível, mas organizado”, fala o professor.

Ainda para manter a organização, o estudante pode apostar na retomada, que é quando o escritor da redação expõe uma ideia na introdução e ela aparece outras vezes no texto. “Quando o aluno coloca uma ideia no início da introdução, ela tem que ser retomada na conclusão.”, expõe Oliveira.

Proposta de intervenção com detalhamento

É na conclusão que o participante deve desenvolver uma proposta de intervenção, na qual, de acordo com o professor, é necessário que sejam utilizadas palavras como forma de detalhamento desta proposta. “Se o candidato utilizar termos como ‘com urgência’ e ‘com prioridade’, estará mostrando o modo em que a ação será feita e isso já serve como detalhamento.”, fala.

Veja na íntegra a redação do professor Vinícius Oliveira de Lima, que alcançou nota mil no Enem edição 2016:

Tolerância na prática 

A Constituição Federal de 1988 – norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro – assegura a todos a liberdade de crença. Entretanto, os frequentes casos de intolerância religiosa mostram que os indivíduos ainda não experimentam esse direito na prática. Com efeito, um diálogo entre sociedade e Estado sobre os caminhos para combater a intolerância religiosa é medida que se impõe. 

Em primeiro plano, é necessário que a sociedade não seja uma reprodução da casa colonial , como disserta Gilberto Freyre em “Casa-grande e Senzala”. O autor ensina que a realidade do Brasil até o século XIX estava compactada no interior da casa-grande , cuja religião oficial era católica , e as demais crenças – sobretudo africanas – eram marginalizadas e se mantiveram vivas porque os negros lhes deram aparência cristã , conhecida hoje por sincretismo religioso. No entanto, não é razoável que ainda haja uma religião que subjugue as outras, o que deve , pois, ser repudiado em um Estado laico, a fim de que se combata a intolerância de crença. 

De outra parte , o sociólogo Zygmunt Bauman defende , na obra “Modernidade Líquida”, que o individualismo é uma das principais características – e o maior conflito – da pós – modernidade , e , consequentemente , parcela da população tende a ser incapaz de tolerar diferenças. Esse problema assume contornos específicos no Brasil , onde , apesar do multiculturalismo, há quem exija do outro a mesma postura religiosa e seja intolerante àqueles que dela divergem. Nesse sentido, um caminho possível para combater a rejeição à diversidade de crença é desconstruir o principal problema da pós-modernidade, segundo Zygmunt Bauman: o individualismo. 

Urge , portanto, que indivíduos e instituições públicas cooperem para mitigar a intolerância religiosa. Cabe aos cidadãos repudiar a inferiorização das crenças e dos costumes presentes no território brasileiro, por meio de debates nas mídias sociais capazes de desconstruir a prevalência de uma religião sobre as demais. Ao Ministério Público, por sua vez, compete promover as ações judiciais pertinentes contra atitudes individualistas ofensivas à diversidade de crença. Assim, observada a ação conjunta entre população e poder público, alçará o país a verdadeira posição de Estado Democrático de Direito.

O programa desta terça-feira (15) do Vai Cair no Enem já está no ar. Nesta edição, a digital influencer recebe o professor Diogo Didier, que discute quais temas de redação podem ser cobrados no Exame Nacional do Ensino Médio. A aula especial traz também explicações e detalhadas sobre as apostas cotadas para uma das provas mais importantes do Enem.

O Vai Cair no Enem é produzido em parceria com o LeiaJá e conta com o apoio da UNINASSAU. Confira o vídeo abaixo do aulão exclusivo.

##RECOMENDA##

Nesta terça-feira (15), o Vai Cair no Enem, produzido em parceria com o LeiaJá, irá realizar uma transmissão ao vivo com professores sobre as dicas finais para o Exame Nacional do Ensino Médio. A live será exibida às 20h, pelo perfil no Instagram da plataforma de estudos e pelo canal no YouTube.

O encontro trará os docentes de biologia Ramon Gadelha, André Luiz Vitorino, Luiz Phillipe Simões e Tayrine Rocha; de química, Josinaldo Lins e Berg Figueiredo; e história, Mardock, Hilton Rosas e Luiz Neto. A transmissão também contará com os professores de Linguagens e redação Josicleide Guilhermino, Lourdes Ribeiro e Edu Sival. Além disso, estarão presentes Carlos Júnior, Ricardo Rocha, Antonio Junior e Dino Rangel, de física, matemática, filosofia e sociologia e geografia, respectivamente.

##RECOMENDA##

Além de celebrar o Dia dos Professores, o encontro também será a oportunidade de sanar as dúvidas dos estudantes, já que os docentes aproveitarão o momento para dar as dicas finais antes da prova do Enem. O Exame será realizado nos próximos dias 3 e 10 de novembro, em todo o Brasil, e contará com disciplinas das áreas de Ciências Humanas e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Linguagens, matemática e redação.

Tanto a live quanto demais conteúdos referentes ao Enem podem ser conferidos no @vaicairnoenem e no youtube.com/vaicairnoenem.

No próximo dia 22, na Livraria Jaqueira, Bairro do Recife, acontecerá uma palestra gratuita com a professora de design thinking Bete Regueira Fraga. Capitaneado por Bete, o evento vai abordar a criatividade e aprendizagem socioemocional. Além do bate-papo, que vai das 19h às 21h, haverá no auditório sorteios e uma participação especial da banda Pohlmann.

Os interessados na ministração de Bete Regueira Fraga poderão se inscrever no site Sympla. Promovido pela plataforma Educo, que tem como propósito ajudar os pais a educarem os filhos, o encontro marcará também a segunda fase do projeto, com o lançamento de um novo site, sem contar com o início das assinaturas e de uma parceria com as escolas. 

##RECOMENDA##

No dia do evento, instrutores do Ello Criativo irão desenvolver atividades com crianças de três a 12 anos. 

Serviço

Palestra "Como potencializar a criatividade e explorar a aprendizagem socioemocional"

22 de outubro (terça-feira) | Das 19h às 21h

Livraria Jaqueira Paço Alfândega - Rua Madre de Deus, s/n, Bairro do Recife

Entrada gratuita

A dura realidade enfrentada por profissionais do ensino no Brasil, que envolve violência, baixa remuneração e altos índices de adoecimento mental, vem fazendo a quantidade de jovens interessados na carreira de professor cair. Dados levantados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 2018 apontaram que o número de jovens com 15 anos que querem seguir a carreira de professor no Brasil é de apenas 2,4%, contra 7,5% registrados 10 anos antes. 

Em meio a um cenário tão desanimador, bons professores que estão atentos às necessidades de seus alunos podem ser importantes para inspirar crianças, adolescentes e jovens que consideram levar a vida ajudando outras pessoas a construir conhecimento. Foi o que aconteceu com Josicleide Guilhermino, hoje com 30 anos, que decidiu ser professora de língua portuguesa ainda na adolescência, em grande parte por causa do apoio de sua professora, Fátima, como era conhecida por Guilhermino. 

##RECOMENDA##

O início de tudo

Maria de Fátima de Oliveira Silva tem 53 anos de idade e 26 de carreira. Josicleide estudava na Escola Estadual Maciel Pinheiro, no Recife, e foi aluna de Fátima nos anos de ensino médio. Ela explicou que sua decisão por seguir a mesma carreira que sua mentora começou como uma forma de enfrentar a realidade em que vivia. Sua professora foi uma importante aliada nesse processo. 

“[A decisão de ser professora veio] Inicialmente como um meio de rebeldia ao sistema. Quando se é adolescente, a gente acha que pode mudar o mundo de forma abrupta e, na minha cabeça, ainda imatura, lá pelos 15, 16 anos. Entrei no ensino médio sem muita perspectiva de futuro, realidade comum na escola pública e na comunidade periférica de onde vim”, conta Josicleide, que também sofria com uma auto-estima muito baixa devido à baixa renda de sua família e ao bullying que sofreu.  

“Meu timbre de voz sempre foi muito grave, o que contrastava com meu tipo físico, franzino, então recebia muitos apelidos. Eu implorava a Deus na hora da chamada pra professora me olhar e assim eu não ter que usar a voz para responder à chamada. No Ensino Médio me deparei com uma professora que fez diferença porque me notou”. A professora em questão era Fátima. 

“Eu tive outros professores igualmente bons, mas a professora Fátima me mostrou uma outra perspectiva da carreira docente. Ela não deixava de criticar os aspectos negativos, em termos de salários, condições de trabalho, mas ainda mantinha nos olhos e acreditava no que fazia. Me incentivava a ler; escrever e isso derrubou uma barreira que eu havia construído em torno de mim. Minha autoestima ia sendo trabalhada porque eu me sentia importante. Ela dizia que eu tinha potencial e de tanto me dizer, eu passei a acreditar também” contou Josicleide. 

Conforme os anos passaram no ensino médio, a certeza de que queria ser professora também, inspirada por Fátima, cresceu e se concretizou na jovem estudante. “Eu queria fazer o que ela fazia: dar aulas e ir além, fazer diferença na vida dos alunos, principalmente da rede pública, mostrando que era possível sonhar”, contou a, hoje, professora. 

O caminho que a conduziria à realização de seu sonho, no entanto, tinha ainda outra dificuldade: o vestibular. “Faltava uma boa base. Muitos conteúdos, de diversas disciplinas não pude ver por motivos diversos: falta de professor, material didático... Tentei três anos”, explicou Josicleide. Após seu ingresso na universidade, a aluna acabou se distanciando da professora que havia lhe apoiado e inspirado, mas os caminhos delas terminaram se cruzando outra vez. 

“Nos reencontramos na universidade: eu cursando Letras e ela fazendo uma pós-graduação. Criamos um vínculo de amizade que perdura até hoje e atualmente fazemos parte de um ‘clube do livro’. Ela usa meu vigor e eu a vasta experiência dela”, afirmou Josicleide, de modo bem humorado e sorridente. 

A aluna destaque entre os demais

De acordo com Fátima, que construiu toda a sua carreira em escolas públicas, é aposentada por um de seus vínculos empregatícios com o Estado de Pernambuco e há dez anos trabalha na Escola Estadual Pintor Lauro Villares, no bairro dos Torrões, no Recife, o empenho de Josicleide, junto à sua bagagem de conhecimentos e senso crítico a tornaram uma aluna de destaque, diferente da maior parte da sua turma. 

“Ela estudou comigo na Escola Estadual Maciel Pinheiro em 2006. Na escola pública, infelizmente é um percentual pequeno de alunos de destaque; às vezes você encontra pedrinhas preciosas e tentamos fazer com que eles prosperem. Josicleide tinha dificuldades financeiras e na família, a mãe dividia cadernos para os filhos poderem estudar. A maioria das famílias não dão valor à educação e muitos alunos não têm interesse porque nunca viram ninguém prosperar por meio dela”, explicou Fátima. 

A professora salientou que sua ex-aluna estudava em dois turnos e também fazia estágio, sendo uma menina jovem e cheia de objetivos. O senso crítico de Josicleide, característica importante e muito valorizada por Fátima, também não passou despercebido. “Sempre tento fazer meus alunos serem críticos, entender que a opressão não vai durar para sempre e buscar quebrar isso. Falava a Josicleide e falo aos demais que eles têm que entender a linguagem do opressor para lutar contra ele e estudar para que sejam cidadãos críticos em suas profissões. Mesmo no ensino médio, o aluno geralmente não fala e se posiciona em sala, mas Josicleide tinha apoio da família dando estímulo para a educação transformar a vida dela. Eu via que essa menina ia prosperar em qualquer que fosse a área”, contou a professora.

Durante um aulão realizado apenas por mulheres pelos Caras de Pau do Vestibular, cursinho preparatório para provas de vestibulares em que a professora Josicleide Guilhermino trabalha, em setembro, a docente relata como sua relação com sua ex-professora proporcionou que ela estivesse mudando a vida de jovens nas salas de aula atualmente. Confira abaixo o vídeo.

O papel da professora contra o bullying

Perguntada sobre como conseguiu ajudar Josicleide a superar as agressões promovidas por outros alunos, Fátima explica que ao detectar uma situação de bullying, a primeira atitude para auxiliar a vítima é ajudá-la a reencontrar sua auto-estima e conversar com o agressor para que ele aprenda a exercitar a empatia. 

“Primeiro você mostra que de perto ninguém é normal e tenta estimular os bons sentimentos do aluno mostrando o que essa pessoa tem de melhor. Em Josicleide, era a capacidade intelectual. Quando ela não estava na sala, eu pegava grupos de alunos para mostrar que temos que cultivar respeito e não fazer ao outro o que você não quer para si, explicou Fátima. 

No entanto, ela ressalta que às vezes não são apenas outros estudantes que causam problemas à auto-estima de um aluno. “Quando Josicleide sofria isso e dizia que ia ser professora, alguns professores disseram: 'meus pêsames você vai ser pobre para o resto da vida' e ela ficava triste. Eu tentava dar todo o afeto, carinho, abraçar essa aluna”, lembra a docente. 

Uma carreira de sonhos

Hoje, tendo como colega de profissão e amiga aquela que um dia foi sua aluna, Fátima segue dando apoio para que Josicleide não pare e siga se especializando, apesar das dificuldades, em busca de seus sonhos. 

“Ela quer fazer mestrado, fico incentivando que faça, ela tem muitas condições de ser uma excelente professora também na universidade. Cada vez mais os estudantes querem menos ser professores, mas ela ama muito o que faz. Josicleide é um orgulho para mim, eu sou uma pessoa realizada por ter tido esses alunos que valorizaram a educação, pois meu sonho como professora é ver reduzir a desigualdade social”, explicou Fátima.

LeiaJá também

--> 'Profissão professor': desafios dos educadores brasileiros

--> 'Rankear' alunos por desempenho prejudica, diz professor

Na prova de Matemática e Suas Tecnologias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), as questões que abordam probabilidade representam cerca de 6% do total de questões, segundo estudo realizado pelo Sistema de Ensino Poliedro, de 2009 a 2017. Sendo um dos tópicos mais cobrados pela prova, é primordial dominar os termos e responder muitas questões para garantir que aprendeu tudo sobre o assunto. 

Para ajudar o fera a descobrir seu nível de conhecimento sobre este tópico tão importante, o LeiaJá e o Vai Cair No Enem prepararam um quiz, com ajuda dos professores de matemática Alberto César e Yago Henrique. Confira: 

##RECOMENDA##

[@#video#@]

LeiaJá também

--> Não estudou para o Enem? Tenha calma, porque há esperança

--> Vestibulares: aprenda com alunos aprovados em 1° lugar

O Governo de Pernambuco realiza processo seletivo destinado às Residências Médicas e à Área Profissional da Saúde 2020. Segundo edital do certame, são oferecidas 1.510 vagas para a pós-graduação distribuídas em mais de 20 instituições que promoverão a qualificação na modalidade de ensino em serviço.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, do total de oportunidades, 866 são para residência médica e 644 para a área profissional de saúde. Para a realização das formações, estão sendo investidos R$ 124 milhões.

##RECOMENDA##

O processo seletivo constará de análise curricular e prova objetiva no dia 8 de dezembro deste ano. Já o resultado está previsto para 24 de janeiro e as atividades iniciarão no dia 2 de março.

Os interessados deverão se inscrever do dia 28 de outubro a 17 de novembro por meio do site da banca organizadora do certame. A taxa de participação varia de R$ 290 a R$ 490, conforme a área pretendida.

Segundo os editais da seleção, os residentes receberão remunerações mensais no valor de R$ R$ 3.330,43. Outros detalhes informativos devem ser obtidos no site da organização do processo seletivo e pelos seguintes contatos: iaupe.residenciamedica2020@gmail.com ou pelos telefones (81) 3033-7394 / 3033-7397.

Já está disponível o aplicativo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).  A ferramenta contém informações pessoais dos candidatos, além de detalhes como datas e horários da prova, opção de língua estrangeira, atendimentos específicos e especializados, recursos de acessibilidade e, a partir do dia 26, os feras ainda terão os informes sobre locais de aplicação da prova.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o app podem ser encontrado na App Store (iOS) e na Play Store (Android). Também por meio da ferramenta, os candidatos poderão acessar, após o Enem, o gabarito e o resultado final do processo seletivo.

##RECOMENDA##

As provas da edição deste ano serão realizadas nos dias 3 e 10 de novembro. Para mais informações, acesse o site do Exame.

Páginas

Leia Concursos

Procure os
Concursos

Inscrições  Inscrições: Até 13/12/2019
Salário  Salário: pré-estabelecido no plano de carreira dos Professores Docentes I e II
Inscrições  Inscrições: Até 02/11/2019
Provas  Provas: 19/09/2019
Salário  Salário: R$ 9.616,18
Inscrições  Inscrições: Até 31/10/2019
Salário  Salário: R$ 11.069,17
Inscrições  Inscrições: Até 29/10/2019
Salário  Salário: entre R$ 4.382,84 e R$7.139,16
Inscrições  Inscrições: Até 25/10/2019
Salário  Salário: R$ 998 a R$ 4.728
Inscrições  Inscrições: Até 21/10/2019
Salário  Salário: R$ 1.950,46

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando