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O programa Vai Cair No Enem, produzido em parceria com o LeiaJá, reúne aulas exclusivas para os candidatos do Exame Nacional do Ensino. Nesta semana, biologia é a disciplina abordada.

Os professores André Luiz e André Maia mostram, em uma aula dinâmica, como a prova pode cobrar assuntos relacionados a répteis. Os feras também podem acompanhar o Instagram @vaicairnoenem, onde há notícias, questões, desafios, dicas rápidas e muitos outros conteúdos. Confira, a seguir, o programa desta semana:

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O edital de abertura do XXX Exame de Ordem Unificado acaba de ser divulgado, na tarde desta quinta-feira (22), pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. As inscrições poderão ser feitas a partir das 17h de hoje até 30 de agosto de 2019, também às 17h. O último dia para pagamento da taxa de inscrição, que é feita exclusivamente pelo site da Fundação Getúlio Vargas, que aplica a prova, é 26 de setembro. 

As inscrições são realizadas exclusivamente via internet no site da FGV (Fundação Getulio Vargas), que aplica a prova. A primeira fase está programada para o dia 20 de outubro, já a segunda fase será realizada no dia 1º de dezembro de 2019.

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) reabriu as inscrições para vagas remanescentes do exame Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras), que avalia proficiência da língua portuguesa usada como língua estrangeira. As inscrições estão abertas até domingo (25).

Ao se inscrever, o participante tem até segunda-feira (26) para realizar o pagamento da taxa de inscrição, que varia de acordo com o local de aplicação. A cobrança máxima permitida no Brasil é de R$ 200,00. No exterior, o valor é cobrado por instituições privadas vinculadas ao Itamaraty e custam até U$ 100 dólares.

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No ato da inscrição, o candidato pode escolher o país em que deseja prestar a prova, bem como o local que está disponível de acordo com o limite de vagas.

De acordo com o edital, o exame consiste em uma parte escrita de produção textual e outra parte oral, cujo obletivo é avaliar o desempenho na compreensão da língua portuguesa. A aplicação está prevista para 16 de outubro. 

A inscrição é feita totalmente online no site da Celpe-Bras. Saiba mais detalhes no edital.

Ana Flor Fernandes Rodrigues, 23, aluna do curso de pedagogia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), será a primeira travesti a se formar educadora pela instituição. Em 69 anos de funcionamento da UFPE, o exemplo de Ana Flor abre espaço para reflexões sobre discriminações e os lugares em que a comunidade LGBTQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros) está começando a ocupar no Brasil.

 Ao ser a primeira travestia a ser formada pelo Centro de Educação da UFPE (CE), a jovem recifense Ana Flor diz que este marco a faz pensar na dimensão na desigualdade ainda existente no país e que este é apenas um caminho para que outras pessoas tenham a oportunidade de chegar a esse e a outros setores da educação. "Anseio que mais travestis venham para a educação e que possamos construir estratégias de disputas e rupturas de um campo que, quase sempre, se faz minado", completa.

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Segundo a Diretoria LGBT da instituição, antes de Ana Flor, houve uma universitária travesti que cursou alguns períodos do curso de pedagogia, mas que não chegou a se formar, pois precisou se mudar para São Paulo. De acordo com Luciana Vieira, diretora da Diretoria LGBT, o impacto da conquista de Ana Flor vai muito além do curso de pedagogia. "É um marco histórico que faz abalar as estruturas retrógadas de um país violentamente homofóbico. Só de conseguir concluir um curso e ocupar lugares que historicamente foram formados por pessoas brancas e Cis, já contribui para uma sociedade mais igualitária", celebra.

A violência homofóbica a qual Luciana se refere diz respeito aos dados alarmantes que faz do país o lugar que mais mata transexuais, segundo dados da organização não governamental (ONG) austríaca Transgender Europe.

Para Ana Flor, a univesidade não é o ambiente mais seguro para a população LGBT e ela por si só não transforma vidas. "Enquanto a universidade for uma possibilidade, nós precisamos disputá-la. Desde suas estruturas, até sua forma de construir conhecimento", acredita. 

E é por meio da docência que Ana Flor vinslumbra outros projetos do mundo e também de vida. "Tenho 23 anos e espero continuar escrevendo, pesquisando, convidando mais meninas e torcendo para que elas consigam ter acesso, ingressar e permanecer no ensino superior. E não quero com isso dizer que é 'fácil', mas que é possível e que podemos", finaliza.

Nesta quinta-feira (22), é comemorado o Dia do Folclore no Brasil, tema que pode ser abordado nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que acontecem nos dias 3 e 10 de novembro. O folclore é conhecido principalmente por meio de lendas urbanas e personagens como o Saci Pererê, Curupira, Lobisomem, mas gastronomia, brincadeiras, festas e outras manifestações também são considerados folclore.

A palavra folclore vem do termo em inglês folklore, no qual folk significa povo e lore conhecimento, portanto, o significado de folclore pode ser entendido como conhecimento popular. “É importante saber que o nosso folclore é diversificado de forma muito natural, pois é fruto do miscigenado povo brasileiro”, comenta o professor de História, Luís Henrique.

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De acordo com Luís, durante o Enem é comum que o folclore seja uma temática dentro das questões de Ciências Humanas e suas tecnologias e surja como representação da cultura popular ou do patrimônio. No entanto, pode ser visto também na prova de Linguagens, Códigos e suas tecnologias, visto que danças, cores, mitos e narrativas podem aparecer nas questões deste caderno.

Para o também professor História, José Carlos Mardock, é importante pensar no folclore como expressão de um povo e um termômetro que identifica e regionaliza práticas. “´O Carnaval, por exemplo, pertence ao país, mas você tem um Carnaval diferente em Olinda, Rio de Janeiro e São Paulo”, comenta.

Mardock deu alguns exemplos de manifestações folclóricas. Veja:

Festas Juninas

As festas juninas, que possuem grande peso na Região Nordeste, são expressões populares dos bailes franceses e austríacos com raízes desde as regiões nórdicas, a cultura egípcia, a nórdica francesa e as indígenas. No Brasil, as festas ganharam novas características com um novo colorido e ritmo. As festas juninas são compostas por danças, quadrilhas e brincadeiras.

Boi Caprichoso e Boi Garantido

 

Modalidade do Festival Folclórico de Paratins, a disputa entre o Boi Caprichoso e Boi Garantido reúne grande parte da população do Amazonas. Os desfiles dos dois personagens abordam diversas temáticas, principalmente a cultura regional: como os rituais indígenas, as danças tribais, costumes dos ribeirinhos e as lendas, representados por meio de encenações, alegorias lendas, bonecos e trajes.

Açaí

Pexels

O açaí, pequena fruta arredondada e de coloração escura, provém do açaizeiro, árvore comum na Região Amazônica. O alimento, que ganhou notoriedade em todo Brasil e em outras regiões do país sendo servido acompanhado de elementos gastronômicos como granola, leite condensado, açúcar, entre outros, é uma bebida típica da Região Norte, portanto, mesmo que possua uma nova roupagem, pertence a uma localidade que é a sua verdadeira identidade e o caracteriza como folclore.

Pipa

Pixabay

Comum nas brincadeiras da criançada, a pipa é uma expressão social de uma comunidade ingênua e que não possui recursos para comprar brinquedos caros, portanto eles mesmos confeccionam os seus. A brincadeira deriva da observação das comunidades rurais a olharem os pássaros e o desejo de controlá-los.

Chimarrão

Pixabay

Bebida típica da Região Sul do Brasil, o chimarrão surgiu em meados do século XIX e é o resultado de uma junção de hábitos europeus com indígenas. A bebida, que foi criada por índios ao misturar água quente com ervas encontradas na região. No Rio Grande do Sul é comum ver pessoas bebendo chimarrão em momentos de descontração conhecidos como “roda de mate”, o que é praticamente um ritual para muitos gaúchos.

 

Está em curso, no Ministério da Educação (MEC), a aprovação de cursos de graduação de Direito na modalidade on-line. A informação foi publicada no jornal Valor Econômico nesta quarta-feira (21). Segundo o veículo, cinco instituições que solicitaram permissão para este tipo de graduação receberam, nos últimos dias, comunicados do MEC. As instituições foram avisadas de que os respectivos cursos haviam sido pré-selecionados e que receberão visita de avaliadores.

Há uma pressão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que esta modalidade e a abertura de novos cursos presenciais não sejam aprovados no país. No último dia 14 de agosto, o secretário-geral da OAB, José Alberto Simonetti, e o diretor tesoureiro da OAB, José Augusto Araújo de Noronha, estiveram com o ministro da Educação Abraham Weintraub, solicitando a suspensão de novos cursos de direito pelo prazo de 5 anos. A proposta foi escrita pelo presidente da OAB Pernambuco, Bruno Baptista

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No documento entregue pela OAB ao Ministério da Educação, conta que, só neste ano, 121 cursos de Direito foram autorizados, totalizando 14.891 vagas anuais. Atualmente são 1.684 cursos jurídicos em funcionamento no Brasil.

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Nos últimos cinco anos, a prova de Matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem cobrado dos candidatos habilidades para solucionar problemas envolvendo porcentagem. De acordo com estudo desenvolvido pelo Sistema de Ensino Poliedro, questões que abordam o assunto, junto com matemática financeira, corresponderam a 11% da prova neste período.

“Sua recorrência ocorre devido a proposta da prova em contextualizar situações-problema do cotidiano, e como trata-se de uma ferramenta presente no dia a dia, acaba aparecendo frequentemente”, explica o professor de matemática Júlio César Cocão.

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Conceitualmente, a porcentagem é uma fração em que o denominador é igual a cem. Faz parte da vida de todo mundo, porque está ligada ao cálculo de preços, descontos, lucros. Por exemplo, uma pessoa que teve um desconto de 10% em uma peça de roupa que custa R$ 50 sai da loja pagando R$ 45.

Os estudantes devem estar preparados para solucionar problemas simples como o citado, mas também com temáticas mais complexas que envolvam lucros, juros, probabilidade e não só em quesitos de matemática, como também nas provas de física, química e biologia. “É uma ferramenta de cálculo importante, como em genética, por exemplo”, diz o professor Cocão.

A prática facilita o aprendizado. Pegar provas anteriores para ir se familiarizando com o formato específico do Enem, que geralmente traz um texto com todos os dados exigidos para a resolução, é o ideal. “A porcentagem de algo representa uma fração do mesmo. Então pode ser resolvido pela razão entre a PARTE pelo TODO, como pela proporção, através de uma Regra de Três Simples, diretamente proporcional”, orienta o professor de matemática, Júlio Cocão.

Veja um modelo de questão e tente solucionar. 

Uma academia de ginástica é frequentada por 400 alunos, dos quais 20% são homens. Depois de uma promoção, o número de alunas aumenta e a porcentagem de homens cai para 16%. Quantas mulheres começaram a frequentar a academia depois da promoção?

a) 100
b) 20
c) 80
d) 75
e) 60

        Resolução

0,2 (20%) . 400 = 80 homens

Logo 320 mulheres (0,8 = 80%)

Após a promoção:

Por uma Regra de Três Simples ...

80 --- 16% (H)

 x  ---  84% (M)

16x = 6.720

x = 420

420 - 320 = 100 mulheres a mais

A resposta então é letra A.

Confira um vídeo do professor Gabriel Lira resolvendo mais uma questão:

 

 

A redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é o grande peso que pode definir a aprovação do candidato e, consequentemente, a entrada no ensino superior. Entre um dos grandes desafios de escrever um texto que contemple as diversas exigências da organizadora do Enem, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), está a escrita de uma boa conclusão.

O edital do Enem indica que o candidato deve abranger, em seu texto, cinco competências. São elas: demonstrar domínio na modalidade formal de escrita da Língua Portuguesa; compreender a proposta da redação e aplicar os conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Porém, a proposta de intervenção e última etapa do texto pode ser um desafio, já que exige do estudante poder de síntese. Para ajudar quem busca entender como fazer uma boa conclusão, a reportagem do LeiaJá entrevistou os professores de redação Eduardo Pereira e Felipe Rodrigues e listou os sete passos essenciais para a construção de um bom desfecho do texto, garantidor de nota mil. Confira abaixo.

1)  Focar na estrutura dissertativa-argumentativa

É importante que o estudante tenha em mente o tipo de texto cobrado pelo Exame Nacional do Ensino Médio. “Essa estrutura é a obrigação de fazer um fechamento textual, assim como reiterar os elementos do texto e chegar numa proposta de fechamento”, explica Felipe Rodrigues. 

2) Criar uma proposta de intervenção

“A criação de uma proposta de intervenção é, basicamente, o estudante explicar quem é que faz, o que é feito, como fazer e para quem vai ser feito”, explica Rodrigues. Já o professor Eduardo Pereira salienta que é necessário o estudante saber bem a ação a ser realizada para atenuar o problema imposto no desenvolvimento. “A depender da ação, os agentes vão variar. Por exemplo, se é uma ação que envolve transporte público, vai dizer respeito às prefeituras municipais, mas se porventura envolver BRs [rodovias federais], aí já entra Ministério dos Transportes e Governo Federal. Aí é importante que o aluno entenda as três esferas: federal, estadual e municipal e como o Estado atua em cada uma delas. O Estado é apenas um dos agentes possíveis, não é o único”, diz.

3) Retomar a tese na conclusão

Para uma boa conclusão, segundo o professor Felipe Rodrigues, é essencial que o estudante retome a tese. A dica, inclusive, faz parte das competências exigidas pelo Inep no edital do Enem. “O aluno vai voltar falando dessas teses, que geralmente são duas, e aí ele vai na conclusão dizendo que todas as teses são realistas, são verdades. Só tem que ter cuidado porque essa tese não pode ser óbvia”, aconselha o docente.

4) Interligar a proposta de conclusão às duas teses

A proposta de conclusão deve concatenar as duas teses. “Essas teses têm que ser resolutas, mas não precisam ser resolvidas por completo. Entretanto, as propostas, pelo menos iniciais, têm que ser verdadeiras, acontecer. Que a criação da proposta obrigatória aconteça de verdade”, aconselha o professor Rodrigues. Já o docente Eduardo Pereira também aconselha a firmeza nos argumentos conclusivos. “A proposta deve ser factível. Se for uma proposta de sonho, utópica, não vai funcionar”, garante.

5) Fechamento textual

Felipe Rodrigues aconselha que a conclusão tenha uma espécie de “arremate” final e marque o desfecho do texto. Essa finalização pode ser, segundo o docente, com um filósofo e uma frase marcante. “Esse fechamento, por exemplo, pode ser dado com a alusão a um filósofo ou uma rápida paráfrase de um livro para dizer assim: ‘olha, acabou aqui, eu ‘tô’ filosofando e o texto finalizou’. Esse fechamento é super importante porque tem gente que  só joga a proposta de intervenção na conclusão e esquece do tipo dissertativo-argumentativo, que exige essa finalização.

 6) Leitura e criatividade

Dois pontos essenciais para a construção de um bom texto para o professor Felipe Rodrigues são a prática da leitura e a estimulação da criatividade. “Acho que ser criativo é essencial”, arremata. 

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A menos de três meses do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a maratona de estudos é intensa. Para ajudar o fera com os conteúdos cobrados pela prova, os professores Tiago Xavier e Felipe Rodrigues falam sobre como o estudante pode utilizar o enunciado das questões como ferramenta para responder a prova. De acordo com o professor Tiago, ter atenção ao ler o que a questão pede é primordial. 

Para o professor Felipe Rodrigues, a dica é ler, antes da questão, o enunciado. “É interessante que o aluno leia o que é solicitado para depois ler a questão em si, para ganhar tempo”. Segundo o professor, é preciso ter atenção a esses advérbios de modo - como “assim” e “possivelmente” - que podem confundir os estudantes na hora de marcar a alternativa solicitada. 

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Outra dica dos professores diz respeito à ordem que o fera responde as questões. Dar atenção, primeiro, às questões mais fáceis pode dar ao fera tempo extra para responder as questões médias e difíceis. Consumir outros conteúdos literários, como livros, revistas e até HQs, também pode auxiliar o estudante na hora de ler a questão e interpretar o enunciado. 

Exceto

Muito comum nos enunciados de provas e simulados, a palavra pode gerar dúvidas no fera. Ela significa que, de todas as afirmações, apenas uma delas está correta ou errada. Também pode ser apresentada como “a não ser”. Observe o exemplo abaixo:

“De acordo com o texto, existe uma conexão entre a falta de saneamento básico e a proliferação de doenças. As alternativas abaixo apresentam soluções para a falta de saneamento, exceto: [...]” 

O enunciado, em outras palavras, pede para que o fera encontre e marque a única alternativa que não apresenta uma solução para o programa mencionado. 

Respectivamente

O termo quer dizer que as informações devem estar na ordem mencionada anteriormente. É comum que ele apareça em enunciados da seguinte forma:

“...nessas condições, quantos gramas de prata e de cobre, respectivamente, devem ser fundidos?

A) 29,25 e 0,75

B) ....”

Nesta questão, o primeiro valor das alternativas, apresentado na “a” como 29,25, refere-se à prata, que foi mencionada primeiro, logo no início do enunciado, enquanto o segundo valor, 0,75, refere-se ao cobre, mencionado logo depois. Ainda de acordo com o professor Tiago Xavier, a interpretação dos enunciados deve receber atenção especial para que o fera consiga responder exatamente aquilo que a questão pede.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) suspendeu 24 bolsas de iniciação científica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O anúncio foi feito nesta quarta-feira (21) pela instituição. As bolsas suspensas atingiram os três programas institucionais associados à iniciação científica. 

Ao total, foram descontinuadas oito bolsas ligadas ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), sete do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti) e nove do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica Para o Ensino Médio (Pibic-EM).

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Segundo informações da UFPE, a suspensão, que atingiu todas as instituições de ensino e pesquisa realizadoras de iniciação científica em associação com o CNPq, ocorreu no dia 15 de agosto, no prazo que as instituições dispunham para cadastrar os novos bolsistas.

De acordo com nota divulgada pelo CNPq, a suspensão foi aplicada devido a falta de recursos orçamentários para manutenção do total de bolsas de iniciação científica destinadas aos alunos vinculados aos programas. Até então, não existem informações sobre a manutenção das bolsas do CNPq nos meses seguintes. As bolsas cortadas estavam vagas e ainda seriam preenchidas.

A Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres), vinculada ao Governo de Pernambuco, divulgou detalhes de um aulão virtual focado em redação e português. No próximo sábado (24), às 9h, reeducandas da Colônia Penal Feminina de Abreu e Lima (CPFAL), na Região Metropolitana do Recife, contarão com explicações da professora Fernanda Pessoa.

De acordo com a Seres, a ação pretende reforçar o aprendizado de 40 detentas que passarão pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para pessoas privadas de liberdade, previsto para novembro ou dezembro deste ano, ainda sem datas definidas. Elas terão acesso a um telão que exibirá a aula, ao vivo, da professora de redação.

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O aulão é promovido pela Secretaria de Educação de Pernambuco, com o apoio da Seres. A exibição será realizada na escola instalada nas dependências da unidade prisional, enquanto que Fernanda Pessoa estará em uma instituição de ensino localizada na cidade de Paulista, também na RMR, conduzindo a explanação presencial para outros estudantes que também farão o Enem.

 

Novo diretor pode ser nomeado pelo Ministério da Educação (MEC), para assumir a diretoria do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) do Rio de Janeiro. A decisão só será divulgada após o resultado da apuração de denúncias sobre possíveis irregularidades no processo eleitoral do Cefet. Por enquanto, a pasta mantém o nome de Maurício Aires Vieira no cargo.

Declaração foi dada em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (20), na sede do MEC. O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Ariosto Antunes, disse que escolha de Maurício Aires não se trata de uma intervenção, conforme fora reivindicado pela comunidade acadêmica nesta segunda-feira (19), no Campus Maracanã. “Essa designação não significa o caráter permanente. Tem caráter temporário, até que se conclua a análise do processo e apuração dos fatos”, afirmou.

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Ainda segundo o secretário, decisão busca assegurar imparcialidade para afastar qualquer influência sobre o processo eleitoral. As eleições para diretor do Cefet ocorreram em abril desde ano, no qual teve como vencedor Maurício Saladnha Motta, tendo a maioria dos votos. Sérgio Roberto Araújo, que ficou em segundo lugar, questionou o desfecho e levou ao MEC a contestação. Em 16 de agosto, a pasta resolveu nomear Maurício Aires.

O Cefet se colocou contra a medida do MEC por meio de uma manifestação organizada por professores e alunos da instituição, que segundo eles, foram pegos de surpresa com a nomeação de Maurício Aires. Também foi reiterado pelo Cefet que a eleição foi realizada de forma democrática, negando qualquer tipo de irregularidade.

A partir desta quarta-feira (21), o Observatório de Línguas Estrangeiras do Colégio de Aplicação (CAp) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife, está com inscrições abertas para o Curso Regular de Língua Inglesa para Iniciantes. O curso, que possui 20 vagas, é aberto para a comunidade interna e externa da instituição, que podem realizar as inscrições até a próxima segunda-feira (26), na setor de Escolaridade do Colégio de Aplicação, das 9h às 14h.

As aulas começam no dia 14 de setembro e serão realizadas aos sábados, no período das 8h às 10h.

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Interessados em realizar inscrição devem portar cópia da carteira de identidade (RG) e fazer o pagamento de uma taxa única no valor de R$250,00. As matrículas serão confirmadas por ordem de chegada até o preenchimento das vagas. O curso tem duração de oito meses com material didático incluso.

consulta pública do Future-se registrou 55.764 pessoas cadastradas até a tarde desta terça-feira (20), segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC). O programa foi lançado no dia 17 de julho. A consulta pública terminaria no dia 15 de agosto, mas foi prorrogada até o dia 29 de agosto. 

Segundo o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima, o prazo foi estendido por mais duas semanas para que mais pessoas possam participar. De acordo com o MEC, o Future-se quer promover maior autonomia financeira em universidades e institutos federais, com incentivo à captação de recursos próprios e ao empreendedorismo. As instituições de ensino podem aderir de forma voluntária e o programa vai ajudar a complementar a renda, não diminuindo os repasses da União.

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Conforme o Ministério, a consulta pública serve para especialistas e população opinarem sobre o projeto e as contribuições serão utilizadas na elaboração do projeto final, que será enviado ao Congresso Nacional.

O curso ‘Foco Humanas’, sediado no Recife, realizará uma aula temática com o tema “Ditadura Civil-Militar no Brasil”. Focado na preparação dos candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o evento conta com inscrições gratuitas, que podem ser feitas pela internet enquanto as vagas estiverem disponíveis.

A aula será realizada na próxima sexta-feira (23), das 16h30 às 18h30, no próprio preparatório. O endereço é Rua Carlos Porto Carneiro, 34, bairro do Derby, área central do Recife.

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Luís Henrique, professor de história, é um dos educadores que apresentarão os conteúdos da aula aos participantes. Para mais informações, acesse o site de inscrições do evento.

No dia 24 deste mês, universidades federais do Nordeste e a Universidade Soka de Tóquio, do Japão, firmarão uma parceria que tem como pilares as pautas ‘educação’, ‘tecnologias sociais’ e ‘sustentabilidade’. O encontro que concretizará o acordo será realizado no Recife.

A ideia da parceria surgiu da visita de reitores das instituições de ensino locais ao Instituto Soka, em Manaus-AM, onde são valorizados princípios humanísticos da educação. Como as universidades brasileiras enfrentam sérios problemas financeiros, a parceria fomentará a troca de tecnologias sociais, conhecimentos científicos e populares, além do intercâmbio envolvendo professores e estudantes.

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Para a oficialização da parceria, será realizada uma solenidade no Salão Nobre da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), das 8h às 12h, no Campus Dois Irmãos, no Recife. Na ocasião, ainda será concedido o título de Doutor Honoris Causa ao filósofo e educador Daisaku Ikeda.

Ao todo, 18 reitores e reitoras de instituições de ensino federais prometem participar do encontro. Segundo Silvana Vicente, representante da Soka Gakkai Internacional, a parceria “é um sinal de esperança para os estudantes”, uma vez que, segundo ela, não possui caráter político ou religioso.  

O Grupo Ser Educacional está em festa. Após análise do projeto pedagógico, dos professores, alunos e da infraestrutura da Instituição de Ensino Superior (IES) realizada pelo Ministério da Educação (MEC) na sede da Univeritas/UNG, em Guarulhos, este mês, o curso de Fotografia foi avaliado com a nota máxima. O anúncio foi feito na última segunda-feira (19), durante a Jornada de Fotografia, evento anual do curso.

Na área da Comunicação Social, além da Fotografia, o curso de Publicidade e Propaganda da instituição também tem a nota cinco do Conceito Preliminar de Curso (CPC), maior grau na avaliação do MEC. "Essa nota significa o coroamento de todos os esforços do corpo docente e coordenação nos últimos dois anos e meio no sentido de elevar a qualidade do nosso ensino e da formação de nossos alunos", comemora a coordenadora do curso, Flávia Delgado.

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No aguardo do relatório completo da avaliação para o curso de Fotografia, a coordenadora acredita que alguns fatores tenham sido preponderantes para a IES atingir o nível máximo no parecer. "Além da qualidade do corpo docente, o número de eventos internos e externos realizados pelo curso, o envolvimento com causas sociais há também o nível dos TCC’s, que mesmo não sendo obrigatórios para cursos tecnológicos, realizamos na disciplina Produção de Ensaio Fotográfico", diz.

A coordenadora reitera a necessidade de exigir dedicação máxima dos alunos, a fim de deixá-los prontos para o mercado de trabalho. "Nós fazemos questão de exigir mais de nossos alunos como forma de prepará-los mais adequadamente para o mercado", pontua.

A Univeritas/UNG tem uma relação importante com a comunidade guarulhense. Administrada pelo Grupo Ser Educacional desde 2015, a IES tem 49 anos de tradição no ensino superior. Para Flavia, este vínculo criado por meio dos eventos que chegam até a população da cidade também pode ser considerado relevante para esta nova conquista. "Criamos a cultura de extrapolar os muros da Universidade, como é o caso da exposição 'Releituras em Foco'. A mostra começou a ser realizada em 2017, como parte da disciplina História da Arte Moderna e Contemporânea, virou exposição interna e fez tanto sucesso que se prepara para ser vista pela quarta vez, em setembro, na Biblioteca Monteiro Lobato", ressalta.

Para muitos estudantes, sobretudo aqueles que buscam profissões na área das ciências humanas, a matemática é um desafio. Sendo conhecida como uma disciplina "indecifrável" no imaginário popular, a matéria pode se tornar de fácil entendimento, se for ensinada do jeito certo. Nesta terça-feira (20), o programa especial do Vai Cair no Enem vai ao ar mostrando como a matemática pode se tornar uma disciplina fácil para o Exame Nacional do Ensino Médio. 

O professor convidado é Ricardo Rocha, que relaciona as fórmulas e conteúdos matemáticos com o dia a dia dos estudantes. A apresentação do programa fica por conta da influenciadora digital Thaliane Pereira. O Vai Cair No Enem é produzido em parceria com o LeiaJá e conta com o patrocínio da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau. Confira, a seguir, o programa especial desta semana:

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A Universidade Federal do Pará (UFPA) sediará, entre 24 de agosto e 21 de setembro, o Desafio Inove+ 2019, a maior competição universitária de empreendedorismo e inovação do Pará. O evento é organizado pela Agência de Inovação Tecnológica da UFPA. As inscrições podem ser feitas pelo site do Desafio Inove+ até esta quarta-feira (21).

Durante quatro semanas de programação, os participantes terão uma imersão em temáticas voltadas a negócios com especialistas de diversas áreas. As inscrições podem ser feitas por todos os alunos de graduação e pós-graduação das instituições de ensino superior do Pará até 21 de agosto.

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A competição é uma oportunidade para os alunos colocarem em prática o conhecimento adquirido no meio acadêmico para a elaboração de novos produtos, processos ou serviços que ultrapassem os muros da Universidade e satisfaçam demandas da sociedade, contribuindo, assim, para o desenvolvimento da Amazônia e do Brasil.

Em 2019, o Desafio Inove+ traz novidades em relação à edição anterior, que ocorreu em 2017. A principal delas é a criação da categoria Negócios Sustentáveis, que contempla empreendimentos que, além de serem viáveis economicamente, têm a missão explícita de gerar benefícios socioambientais.

Este ano, o evento ampliou o número de projetos que serão premiados, bem como a quantidade de mentores e avaliadores. Além disso, o Desafio contará com mais investidores e aceleradoras no corpo de jurados da final.

 Os alunos devem escolher uma entre três categorias para participar: formulador, para quem tem uma ideia passível de aprimoramento capaz de criar potencial para gerar negócio; colaborador, para quem possui interesse e/ou habilidades e que queira competir como membro de uma das equipes do Desafio; e observador, destinado para quem deseja acompanhar como espectador a competição.

Serviço

O Desafio Inove+ 2019 será de 24 de agosto a 21 de setembro de 2019, na Universidade Federal do Pará. O período de inscrições vai até 21 de agosto.

Para mais informações, acesse o regulamento completo do Desafio aqui.

Por Orlando Haber/Ascom Universitec.

 

As questões de língua estrangeiras (inglês e espanhol), sempre presentes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), também fazem parte da prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias que, neste ano, será aplicada no primeiro dia do Enem: 03 de novembro. No ato da inscrição, os participantes escolhem qual idioma vão responder no exame.

Tanto as questões de inglês quanto as de espanhol têm o mesmo padrão: 5 questões de interpretação de texto, enunciados em português e um texto por questão. Para um melhor desempenho nas disciplinas, os professores de inglês e espanhol, Fred Fonseca e Janaina Oliveira, respectivamente, explicam o que cai e como os feras podem estudar para a prova.

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A professora Janaina, que leciona a disciplina de espanhol, ressalta a importância de usufruir de ferramentas que otimizem a leitura e a interpretação, como a de observar se o texto possui título ou ilustrações que ajudem o leitor a pensar o que a questão está sugerindo. “Na ausência deles, importante olhar a fonte do texto buscando ter ideia do assunto. Além disso, é preciso lembrar que contextualizar é fundamental na interpretação de textos”, completa.

Fred Fonseca, professor de língua inglesa, avalia que, embora seja importante estudar gramática em inglês, que é a base de toda língua, o que predominantemente vem na prova são textos de compreensão geral. “Caem muito questões de interpretação de texto e de gêneros textuais. Então, se o fera conhece o máximo possível dos gêneros textuais, já facilita muito a resolução de questão”, explica.

A menos de três meses para o Enem, Fred Fonseca também orienta como o estudante pode se preparar para fazer a prova de inglês “Nessa reta final, o que vale é tentar resolver questões das mais diversas possíveis. Mas, para aquele fera que não domina a leitura da língua inglesa, ele pode, sim, resolver questões, a começar de níveis mais elementares e ir gradativamente aumentando ou, se ele tiver um pouco mais de pressa nesse processo, pode pegar as provas anteriores e tentar resolver”.

Segundo Fred, para ambas as línguas, o uso de skimming e scanning, que são técnicas de inglês instrumental, ajudam na tradução de texto de forma mais rápida. São métodos  úteis para entender o máximo do texto. Ele recomenta ainda analisar a estrutura das questões de provas anteriores. 

 

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